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Nova vaga alastra na Europa sobretudo em regiões com menos vacinação

Tudo indica que uma nova vaga da COVID-19 está a ganhar terreno na Europa, destacando-se os países com taxas de vacinação mais baixas.

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Tudo indica que uma nova vaga da COVID-19 está a ganhar terreno na Europa, destacando-se os países com taxas de vacinação mais baixas.

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Uma nova vaga da COVID-19 está a ganhar terreno em toda a Europa e a atingindo sobretudo os países com taxas de vacinação baixas, mas também os jovens, e obrigando os governos a reimpor restrições.

A situação é sentida com mais impacto no centro e leste europeu, onde os níveis de vacinação seguem o cenário russo e se mantêm baixos.

Naquela zona, a Ucrânia, a Letónia, a Roménia, a Bulgária, a República Checa, a Polónia, a Sérvia e a Croácia são os países onde o aumento das infeções está a pressionar mais os sistemas de saúde e a alarmar o resto da Europa.

Ucrânia 
Na terça-feira, 19 de outubro, a Ucrânia, onde apenas 16% da população está vacinada, registou um recorde de 538 mortes e 15.579 novos infetados em 24 horas.

Desde o início da pandemia, mais de 61.000 pessoas morreram oficialmente devido ao coronavírus na Ucrânia, pelo que o país, onde vivem 45 milhões de habitantes, é proporcionalmente um dos que mais mortes apresenta na Europa.

O Governo de Kiev decidiu, face à situação, voltar a adotar restrições em eventos públicos e salas de espetáculos.

Letónia
Também a Letónia, um dos países com menor taxa de vacinação na União Europeia, decidiu voltar ao confinamento – durante cerca de um mês – e ao recolhimento obrigatório face ao agravamento do número de infeções por COVID-19.

Na segunda-feira, 18 de outubro, o Centro de Prevenção e Controlo de Doenças da Letónia avançou que a taxa de incidência da doença no país é de 864 pessoas por cada 100.000 habitantes, constituindo atualmente uma das mais altas do mundo.

Roménia
A Roménia, que até agora só conseguiu vacinar um terço dos seus 19 milhões de habitantes, apresenta atualmente a segunda taxa mais alta do mundo em termos de mortes por tamanho de população, registando 18 vítimas mortais por cada milhão de pessoas.

Bulgária 
A baixa taxa de vacinação também está a afetar a Bulgária que, na terça-feira, 19 de outubro, registou quase 5.000 novas infeções em 24 horas, o maior número desde março passado, enquanto 214 pessoas morreram de COVID-19 num único dia.

A Bulgária continua no último lugar da lista de países da União Europeia em termos de população vacinada, com apenas 23,9% das pessoas com o esquema completo.

Por isso, o Governo admitiu estar a ponderar a introdução de novas restrições, como limitar o acesso a eventos desportivos, culturais e de lazer apenas a pessoas vacinadas, curadas ou com um teste de coronavírus negativo.

República Checa 
A República Checa foi também atingida por um aumento acentuado do número de infetados, contabilizando, na terça-feira, 19 de outubro, 3.246 novos casos em 24 horas, o que representa mais do dobro dos casos diários na semana anterior.

O valor constituiu um recorde desde 20 de abril e levou o Governo a reintroduzir medidas restritivas para controlar a pandemia, como o uso obrigatório de máscaras faciais em locais de trabalho e escolas.

Polónia 
Mais drástico foi o ministro da Saúde da Polónia que, perante a duplicação do número de novos casos em 24 horas registada na quarta-feira, 20 de outubro, propôs que a polícia passe a emitir multas em vez de “simplesmente repreender os cidadãos que não cumpram as restrições”.

Segundo o ministro, Adam Niedzielski, a Polónia está a viver uma “explosão pandémica”, com 5.559 novos infetados e 75 mortos entre terça e quarta-feira, o que, alertou, “vai obrigar a tomar medidas drásticas”.

A campanha de vacinação na Polónia está estagnada há alguns meses e apenas 52% dos polacos têm o esquema já completo.

Sérvia 
Após várias semanas a ultrapassar os vários milhares de novas infeções diárias e as cerca de 50 mortes por dia, a Sérvia decidiu, na quarta-feira, 20 de outubro, adotar os passes covid-19 para locais de entretenimento fechados, como restaurantes, bares e discotecas.

A primeira-ministra sérvia, Ana Brnabic, disse que a nova medida entra em vigor no sábado e será aplicada a partir das 22h00.

A decisão foi também tomada na sequência de vários pedidos de especialistas médicos para que as autoridades imponham restrições severas face às baixas taxas de vacinação no país.

A Sérvia já soma mais de 1 milhão de infetados e quase 10.000 mortes no país desde o início da pandemia, mas só cerca de metade dos adultos estão vacinados.

Croácia 
As infeções pelo coronavírus SARS-Cov-2 também têm aumentado na Croácia, onde foram registados, na quarta-feira, mais de 3.000 novos casos em 24 horas, atingindo o maior número dos últimos meses.

O número representa uma subida de cerca de 1.000 doentes em relação à média diária contabilizada na semana passada.

A Croácia também tem uma taxa de vacinação de cerca de 50% de sua população adulta, mas, segundo a imprensa local, as pessoas começaram, na quarta-feira, a fazer filas nos locais de vacinação da capital, Zagreb, após a divulgação do aumento mais recente do número de novos infetados.

Rússia 
A nova vaga no leste da Europa parece refletir o que se passa na Rússia, onde os números associados à pandemia continuam a bater recordes diários, com o país a registar mais de mil mortes diárias causadas pela COVID-19.

Até ao momento, 47,2 milhões de russos receberam as duas doses da vacina contra a COVID-19 em todo o país, ou seja, menos de um terço da população, tendo o organismo de saúde pública do país defendido, esta semana, a necessidade de adotar aquilo que chamou “dias não úteis”, ou seja, sem trabalho, para combater os contágios.

Em Moscovo, a cidade onde a situação é mais grave, serão, pela primeira vez, adotados confinamentos para aqueles com mais de 60 anos e ainda não vacinados.

Reino Unido
O Reino Unido registou, na terça-feira, 19 de outubro, 223 mortes por COVID-19 em 24 horas, o maior número diário desde março e que confirmou o aumento sustentado das últimas semanas.

O surto está concentrado nos menores de 20 anos não vacinados, mas está a espalhar-se também para os seus pais de meia-idade, aumentando gravemente as hospitalizações.

O diretor executivo da confederação do NHS (o serviço inglês de saúde pública), Matthew Taylor, pediu na quarta-feira ao Governo britânico que restabeleça restrições face ao aumento contínuo de casos e consequente pressão sobre os hospitais, sobretudo numa altura em que está a chegar o inverno.

Perante os indícios de nova vaga de COVID-19, o Governo britânico admitiu ter se de preparar para “um inverno difícil”, mas afastou a possibilidade de voltar a adotar as restrições já suspensas.

A Irlanda, por seu lado – que já vacinou quase 90% das pessoas com mais de 12 anos – decidiu adiar o levantamento, agendado para a próxima semana, de algumas medidas de restrição e manter a obrigação de usar máscara em espaços interiores, como discotecas, lojas e transportes públicos.

Países Baixos
Outro país da Europa ocidental que está a viver um ressurgimento da COVID-19 é os Países Baixos, que registou um crescimento de 44% no número de novos infetados na semana passada.

As autoridades sanitárias locais registaram 25.750 novos casos de COVID-19 nos últimos sete dias, face aos 17.850 contabilizados na semana anterior, aumento que aconteceu sobretudo nas regiões de maioria calvinista, onde as taxas de vacinação são muito mais baixas.

Para já, não estão a ser ponderadas novas medidas restritivas de combate ao surto. (Lusa)

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Turismo de Portugal diz desenvolver trabalho no sentido de “reforçar as ligações das companhias aéreas para todos os aeroportos nacionais”

Depois das notícias que vieram a público, o Turismo de Portugal diz, em comunicado, que é “indiscutível que a TAP desempenha um papel crucial na conectividade e acessibilidade ao Destino Portugal”.

Victor Jorge

O Turismo de Portugal (TdP) salientou esta quinta-feira, em comunicado, “tem desenvolvido um importante trabalho em estreita colaboração com todos os players do setor, desde cada uma das Associações e Entidades Regionais de Promoção Turística até aos inúmeros empresários e diversas associações que representam o turismo nacional”.

“O Turismo de Portugal tem como missão promover Portugal como destino turístico, apoiar o desenvolvimento das infraestruturas turísticas e o investimento no setor”, lê-se no comunicado emitido após o Jornal de Notícia ter noticiado que o presidente do Turismo de Portugal tinha “incentivado agentes da região Norte a apostar na Ibéria como parceiro estratégico e em Madrid enquanto aeroporto de ligação internacional, em vez de esperarem pela TAP”.

“Sendo a conectividade aérea uma importante parte desta equação, tem sido desenvolvido um trabalho, sobretudo no pós-pandemia, no sentido de reforçar as ligações das companhias aéreas para todos os aeroportos nacionais, atrair novas companhias áreas – uma vez que asseguram as ligações de novos mercados ou mercados já existentes aos aeroportos nacionais– e colaborar nos programas de venda e distribuição das companhias nesses mesmos mercados (como os programas STOPOVER)”, refere-se no comunicado.

A entidade tutelada pelo Ministério da Economia e do Mar, sublinha ainda que “a TAP, enquanto companhia aérea nacional, é não só essencial para o setor em todo o território nacional como um parceiro estratégico do Turismo de Portugal, implementando parcerias e iniciativas conjuntas sempre que tal se afigurou necessário e pertinente para dinamizar o turismo nacional”.

O TdP reconhece ainda que “há ainda muito trabalho a fazer no longo caminho que percorremos juntos, sendo indiscutível que a TAP desempenha um papel crucial na conectividade e acessibilidade ao Destino Portugal”.

Depois da Iberia ter incluído, recentemente, os destinos de Porto e Lisboa no seu programa, o TdP salienta que “tem sido desenvolvido um trabalho no sentido de tornar ainda mais atrativos estes destinos para os passageiros que fazem ligação em Espanha”, destacando, ainda que “o mesmo se passa com o programa STOPOVER da TAP com quem o Turismo de Portugal tem trabalhado no sentido de aumentar a sua atratividade e impacte para todos os aeroportos nacionais”, conclui o comunicado.

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Ceará mostra-se em Portugal até 02 de junho

O estado brasileiro do Ceará está a mostrar o potencial do seu turismo em Portugal até ao próximo dia 02 de junho, num roadshow que percorre várias cidades.

O governo do Ceará, através da Secretaria de Turismo do Estado, reúne os principais operadores e agentes de viagens de Portugal através de um roadshow intitulado “Descubra Ceará” , que percorre as cidades de Lisboa, Setúbal, Santarém, Cascais, Porto, Coimbra, Braga e Avieiro..

Com o intuito de reapresentar o Ceará como destino turístico, a SETUR está a divulgar as principais novidades dentro dos eixos de infraestrutura turística da capital e cidades do interior, rotas aéreas nacionais e internacionais, hotelaria, gastronomia, cultura e eventos, destacando as qualidades do estado nordestino.

De entre as novidades apresentadas, destacam-se a infraestrutura da rede hoteleira, com a chegada de resorts de renome internacional, a oportunidade de experimentar a culinária local, além de se poder desfrutar de um litoral de quase 600km de extensão. O estado mostra ainda o grande crescimento ao nível da prática de desportos náuticos, como o kitesurf.

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Interesse por viagens longo curso melhora, mas lentamente, revela barómetro da ETC

O mais recente barómetro da European Travel Commission revela que o interesse pelas viagens de longo curso melhorou na globalidade, mas mantém-se ainda abaixo dos níveis pré-pandémicos. Dos mercados inquiridos, só o Brasil mostra crescimentos de assinalar.

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De acordo com o barómetro de viagens longo curso (Long-Haul Travel Barometer 2/2022) da European Travel Commission (ETC), o interesse por viagens para a Europa provenientes de vários mercados de origem permanece abaixo dos níveis pré-pandemia, embora reconheça que “melhorou um pouco em comparação com um ano atrás”.

No documento, que analisa o sentimento dos viajantes para o verão de 2022 (maio-agosto), e que observou as intenções e viagem de seis mercados emissores – Brasil, Canadá, China, Japão, Rússia e EUA -, embora o conflito na Ucrânia tenha criado novos desafios para o setor das viagens europeu, o barómetro da ETC indica que o conflito “parece ter tido um impacto limitado no sentimento na maioria dos mercados de origem de longa distância”, exceto na China e na Rússia, com a maioria dos entrevistados (76%) afirmando que o conflito não afetou sua intenção de viagem.

Os resultados mostram que as preocupações com a COVID-19, os custos relacionados a viagens e a falta de conexões de viagem convenientes são os principais impedimentos para viagens de longa distância neste verão.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que, “o sentimento de viagens longo curso está a melhorar gradualmente, à medida que o mundo continua a recuperar da pandemia”, reconhecendo, contudo, “a um ritmo lento”.

“É animador que o conflito em curso na Ucrânia não se tenha tornado outro impedimento para viagens internacionais para a Europa”, refere Luís Araújo no comunicado da ETC. O presidente da entidade europeia salienta ainda que “a Europa continua a ser um destino de viagem seguro e atraente. No entanto, as consequências do conflito, como o aumento do custo de vida e os custos relacionados com as viagens, estão a dificultar a recuperação do setor”. Por isso reconhecer que, “promover a Europa nos mercados externos e restaurar a mobilidade internacional será crucial para a recuperação do setor em 2022”.

Os mais impactados
Devido ao conflito na Ucrânia e consequentes sanções aplicadas à Rússia, o número de turistas russos com interesse em visitar a Europa atingiu o valor mais baixo (78 pontos), correspondendo a um valor significativamente menor do que o sentimento expresso durante a primeira vaga da COVID-19 (87 pontos em maio-agosto de 2020), quando a maioria dos países europeus se encontrava em bloqueios rigorosos.

No curto prazo, refere o relatório da ETC, “mais da metade dos russos inquiridos (60%) não planeia viajar para fora da Comunidade de Estados Independentes (CEI)”. Entre os poucos russos (20%) que têm planos para viajar, mas não para a Europa, 9% afirmaram que a situação atual impactou negativamente o interesse em visitar a Europa nos próximos meses, enquanto 7% ainda consideram a região um destino atraente e adoraria visitá-lo no futuro.

O conflito em curso na Ucrânia também dissuadiu os chineses (19%) de visitar a Europa. No entanto, a guerra não é a principal preocupação dos viajantes chineses avessos ao risco. Surtos recentes da Ómicron e a abordagem estrita de COVID-zero estão a dificultar as viagens outbound (30%). Ainda assim, o sentimento para visitar a Europa aumentou ligeiramente (+6 pontos) em comparação com o verão passado. Esse número deve melhorar ainda mais no final do ano, quando se espera que a China remova as restrições às viagens internacionais. “O apelo das cidades europeias fortaleceu-se entre os residentes chineses em comparação com os números de 2021, com um aumento notável no interesse para explorar vários tipos de destinos europeus (por exemplo, costeiros, metropolitanos, rurais, etc.)”, refere o barómetro da ETC.

Turistas americanos mantêm interessa, mas …
Já do outro lado do Atlântico, o sentimento para viajar nos EUA manteve-se estável no verão passado (109 pontos), embora o interesse por visitar a Europa tenha registado um ligeiro recuo (93 pontos). De acordo com os resultados da análise, esta tendência prende-se, sobretudo, “com a preocupação com o impacto da inflação nas finanças pessoais e com o aumento das despesas de deslocação”.

Junho e agosto serão, provavelmente, “os meses mais populares para os americanos que planeiam férias na Europa”, reconhece a ETC. No entanto, mais de metade dos americanos que declararam a intenção de viajar para a Europa durante a temporada de verão ainda não reservaram as suas passagens aéreas, sugerindo que “as reservas de última hora serão um fator de destaque nesse mercado devido à incerteza económica e geopolítica”.

Os canadianos mostram uma hesitação semelhante relativamente à época para viajar para a Europa, verificando-se que somente 30% reservam bilhetes para o verão de 2022.

O interesse por parte dos inquiridos no Canadá aponta para destinos costeiros e metropolitanos com França, Itália e Reino Unido como os países mais populares para visitar.

Brasil mais otimista
No Brasil parece existir uma atitude “mais otimista em relação a viagens de longa distância para a Europa (101 pontos)”. A retoma dos voos para destinos europeus populares influenciou positivamente o sentimento de viagem, com 1 em cada 2 brasileiros a preparar-se para visitar a Europa nos próximos quatro meses.

45% já reservaram os seus bilhetes de avião, sendo julho e agosto os meses de férias mais populares. Os brasileiros preferem destinos localizados no litoral, assim como viagens para as montanhas, com o comboio a constituir o serviço de transporte preferido para passear pelo continente.

Japão continua em baixa
Apesar de um aumento marginal, o entusiasmo japonês por viagens de longa distância permanece baixo (79 pontos), apesar do interesse por visitar a Europa ser um pouco maior (93), mas apenas 14% dos inquiridos planeiam fazer uma viagem à região no verão de 2022.

41% dos japoneses inquiridos salientaram as más conexões entre a Europa e o Japão como o principal motivo para não visitar o continente, realidade esperada após o cancelamento recente de muitos voos entre os dois destinos devido a preocupações sobre o uso do espaço aéreo russo com a guerra na Ucrânia.

O barómetro da ETC destaca, contudo, que, para aqueles que desejam fazer viagens mais longas para chegar à Europa, Itália, França, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os destinos mais atraentes.

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Próxima edição da FITUR decorre entre 18 e 22 de janeiro de 2023

A 43.ª edição da feira internacional de turismo de Madrid tem o objetivo de ser “uma das maiores edições” de sempre e vai focar-se na reativação do mercado turístico.

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A próxima edição da FITUR, a feira internacional de turismo de Madrid, Espanha, vai decorrer entre 18 e 22 de janeiro, com o objetivo de ser “uma das maiores edições” do certame, avança o jornal espanhol Hoteltur.

De acordo com a informação divulgada pelo Hosteltur, que cita a Ifema Madrid, entidade responsável pela organização da feira, a 43.ª edição da FITUR vai focar-se na reativação do turismo, que começa agora a recuperar, depois de dois anos de pandemia.

Nesta edição, a feira vai decorrer em formato híbrido, já que, além do certame presencial, vai também estar disponível a plataforma digital Fitur LiveConnect, disponível para participantes profissionais e através da qual é possível aumentar o networking.

Além do foco na reativação do mercado turístico, a próxima edição da FITUR vai também focar-se na geração de negócio e nas oportunidades, assim como na sustentabilidade e inovação tecnológica.

Tal como nas edições anteriores, a feira vai ainda voltar a contar com áreas temáticas, como a Fitur Know How & Export, Fiturtechy, Fitur Talent e Fitur Screen, que visam explorar as novas oportunidades trazidas pela digitalização e pelos novos nichos de mercado.

A 43.ª FITUR vai também inclui o programa Fitur Vip Buyers, que vai promover encontros de negócios entre os profissionais presentes no certame.

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Algarve cria passe turístico de transporte

Viajar dentro do Algarve agora é mais fácil com o passe turístico de transporte, que permite aceder a todas as linhas de autocarros “Vamus Algarve”

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O novo passe turístico, para conhecer todo destino, sem limites, já está à venda nos 20 postos de turismo da Região de Turismo do Algarve (RTA).

Sem um número limite de viagens, o documento é válido por um período de três dias ou sete dias a partir da primeira validação nas linhas regulares “Vamus Algarve”, incluindo o serviço Aerobus, que liga o aeroporto de Faro ao centro da cidade e a Albufeira, Lagoa, Portimão e Lagos, e a nova linha EVA Cliffs Line, que transporta o viajante por alguns dos principais pontos turísticos do destino em modo hop on hop off.

O passe turístico de três dia tem um custo de 35 euros e o de sete dias pode ser adquirido por 45 euros.

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Revive Natureza abre mais 10 concursos para concessionar 12 estações ferroviárias

As candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

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O Fundo Revive Natureza, através TF Turismo Fundos – SGOIC, SA, lançou esta terça-feira, 24 de maio, 10 novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, que contemplam 12 antigas estações ferroviárias.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa pelo Ministério da Economia e Mar, as candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

“Estas 12 antigas estações ferroviárias serão objeto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território”, lê-se na informação divulgada.

Os 10 novos concurso abrangem as antigas estações ferroviárias de Freixo de Espada à Cinta, Bruçó, Vilar do Rei, Mogadouro, Variz, Urrós, Moncorvo, Carvalhal, Felgar e Fonte do Prado, todas no distrito de Bragança, assim como a estação de Ganfei e de Senhora da Cabeça, no distrito de Viana do Castelo.

“Com estes 10 novos concursos, hoje apresentados em Valença, a Turismo Fundos já lançou, no âmbito do Fundo Revive Natureza, um total de 55 concursos, dos quais 39 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 16 relativos a estações de caminho de ferro desativadas, revelando, assim, que este Fundo tem promovido a sua atividade de forma consistente, em resultado do interesse manifestado pelos privados”, refere Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, citada no comunicado.

De acordo com a governante, através do Revive Natureza, será possível recuperar “estas estações, que se encontram devolutas e inativas há décadas” e que vão, posteriormente, ser “promovidas de forma integrada na rede Revive Natureza para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e atividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis”.

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Casos práticos de sustentabilidade no Algarve em discussão

A Universidade do Algarve e a associação Make it Better promovem um seminário sobre “Turismo Sustentável em Portugal: Casos práticos das políticas à ação”, que terá lugar no próximo dia 01 de junho, com início às 9h30, no Hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa.

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O evento tem como objetivo apresentar e debater os resultados dos projetos desenvolvidos nos casos piloto de Cuba, Culatra e Lagos.

De forma a contribuir para um turismo sustentável e inclusivo nos locais que integram o projeto, este seminário pretende explorar novas estratégias para um marketing verde, promoção de novos produtos turísticos sustentáveis, e envolvimento dos principais stakeholders nacionais e regionais. De seguida, será promovida uma discussão sobre o tema numa mesa-redonda com instituições regionais e nacionais.

 

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Candidaturas abertas para os Hospitality Education Awards 2022

As candidaturas para os Hospitality Education Awards (HEA) 2022, os Prémios da Formação Turística. estão abertas até 30 junho.

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Os HEA pretendem reconhecer os melhores na educação e formação na área de “Hospitality” e têm como objetivo contribuir para a dignificação dos profissionais e respetivas profissões e, também, estimular a qualidade formativa dando resposta às necessidades de mercado, revela o site oficial do Turismo de Portugal.

Trata-se de uma iniciativa da Associação Fórum Turismo que, juntamente com o Turismo de Portugal, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial de Turismo (OMT), distingue anualmente estes profissionais.

Estão a concurso para estes prémios, oito categorias: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Melhor Carreira Jovem; e Melhor Professor/Formador no Digital.

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“Derecho del Turismo em las Américas” lançado no Uruguai

Trata-se uma publicação da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) lançada presencialmente em Punta del Este, Uruguai, no I Congresso Internacional de Turismo realizado no âmbito da 67ª Reunião da Comissão Regional OMT

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O livro “Derecho del Turismo en las Américas” conta com a colaboração da Fundação INATEL, a Universidade de Salamanca e outras do continente americano como a de Buenos Aires (UBA), Autónoma do México (UNAM), Magallanes, Uruguai e Rio Negro.

Integra-se na comemoração dos 500 anos da viagem de circum-navegação realizada pelo navegador português Fernão de Magalhães, demonstrando que a terra não era plana ao contrário do que estão se considerava.

Por essa razão os textos iniciais, para além de presidentes e reitores das várias universidades, incorporam os presidentes da comissão portuguesa e espanhola e ainda James Garvin, cientista-chefe da NASA que aponta o papel central de Magalhães na descoberta científica.

É uma obra em formato atualizável em papel, atualmente com 1442 páginas, em dois volumes e também disponível online em https://publications.eshte.pt/dir/dta/.

A publicação aborda a organização institucional do turismo, a disciplina jurídica do alojamento, a distribuição (agências de viagens, operadores em linha) a gastronomia, o transporte turístico, o turismo alternativo ou outras formas de turismo em países como Argentina, Aruba, Bahamas, Barbados, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trindade e Tobago, Uruguai e Venezuela.

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Portugal é o 9.º destino mais procurado na Europa, diz estudo da Mastercard

Portugal é o 9.º destino mais procurado da Europa, num ranking liderado pelo Reino Unido e Espanha, segundo o estudo do Mastercard Economics Institute.

Victor Jorge

As reservas de voos de lazer e negócios já ultrapassam os níveis pré-pandemia, de acordo com um novo estudo do Mastercard Economics Institute. As compras de viagens em cruzeiros, de transportes expresso de passageiros e de bilhetes de comboios também apresentaram uma procura acentuada este ano.

O estudo Travel 2022: Trends and Transitions oferece uma visão global do estado atual das viagens em 37 mercados com base numa análise exaustiva de dados públicos e dos dados anonimizados das vendas agregadas registadas na rede Mastercard.

De acordo com o estudo, até ao final de abril, as reservas de voos de lazer superaram os níveis de 2019 em 25%, com as reservas de voos de lazer de curta e média distância a crescerem 25% e 27%, respetivamente. As reservas de voos de negócios também ultrapassaram, pela primeira vez em março, os níveis pré-pandemia apresentando uma trajetória de crescimento na ordem dos dois dígitos durante o mês em abril. O regresso ao trabalho foi um dos fatores que contribuiu para este crescimento.

O estudo indica, também, que os níveis recentes de despesas apontam para o crescimento das viagens em grupo. As despesas com cruzeiros aumentaram 62 pontos percentuais desde janeiro ao final de abril, embora permaneçam abaixo dos níveis de 2019. Já as despesas com transportes expresso de passageiros regressaram aos níveis pré-pandemia, embora as despesas com viagens de comboio permaneçam ainda 7% abaixo comparativamente com esse período. Também as despesas com portagens e aluguer de carros continuaram a crescer, quase 19% e 12%, respetivamente, demonstrando que as viagens de carro continuam a ser uma opção preferida por muitos.

Já os viajantes preferem gastar mais em experiências do que em compras, concluindo-se que os turistas internacionais têm vindo a gastar mais em experiências do que em compras no destino. As despesas com experiências cresceram 34% face a 2019 e as áreas com maiores aumentos foram os bares e as discotecas (72%), os parques de diversões, os museus, concertos e outras atividades recreativas (35%). Este tipo de despesas cresceu 60% em Singapura e cerca de 23% nos EUA.

Certo é que o levantamento de restrições reequilibra o mapa do turismo para 2022. A oferta e a conveniência das viagens têm sido fatores determinante na escolha dos destinos de viagem, embora o levantamento de restrições este ano em muitos destinos tenha conduzido a um regresso ao ponto de partida em grande parte do mundo, à exceção de algumas partes da Ásia- Pacífico. O resultado é que os Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Espanha e Holanda são agora os principais destinos para turistas em todo o mundo.

“Como acontece em qualquer voo, o regresso às viagens enfrentou ventos contrários e a favor. Neste ‘Grande Reequilíbrio’ que está a acontecer em todo o mundo, este tipo de movimentações é fundamental para o regresso à vida pré-pandemia”, afirma Bricklin Dwyer, economista-chefe da Mastercard e chefe do Mastercard Economics Institute. “A resiliência que os consumidores têm tido para voltarem ao ‘normal’ e para recuperarem do tempo perdido deixa-nos otimistas de que a recuperação continuará a sua trajetória, mesmo que existam solavancos ao longo do caminho.”

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