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‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’ quer 145M€ para projetos que visam a retoma do setor

Propostas já foram entregues ao Governo por um consórcio empresarial e da academia, que reúne várias empresas e entidades ligadas ao setor do turismo.

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‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’ quer 145M€ para projetos que visam a retoma do setor

Propostas já foram entregues ao Governo por um consórcio empresarial e da academia, que reúne várias empresas e entidades ligadas ao setor do turismo.

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A ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, que visa concretizar os objetivos do Plano Reativar o Turismo e que já foi entregue ao Governo por um consórcio empresarial e da academia, que reúne empresas e entidades da área do Turismo, apresenta um conjunto de projetos que estão avaliados em 145 milhões de euros e que, segundo o consórcio, visam a retoma do setor, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PSS).

“Trata-se de uma agenda mobilizadora que visa obter apoio financeiro a projetos que no global estão avaliados em 145 milhões de euros. Projetos de investigação e desenvolvimento, inovação, transformação digital e transição climática, na área do Turismo, que pretendem cumprir os eixos definidos no PRR. Por outro lado, a Agenda Acelerar e Transformar o Turismo visa concretizar os objetivos do Plano Reativar o Turismo, já aprovado em Resolução do Conselho de Ministros, para incentivar a retoma do setor do turismo nacional”, lê-se num comunicado enviado à imprensa.

Este consórcio, que reúne empresas e entidades da área do Turismo, universidades, assim como entidades ligadas à inovação e tecnológicas, em sintonia com a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e com o Turismo de Portugal, pretende, com as propostas apresentadas, contribuir para “a alteração do perfil de especialização na área do Turismo e na economia portuguesa em geral”, assim como “dotar as empresas de maior capacidade tecnológica e de inovação, permitindo também uma requalificação e especialização dos recursos humanos e a redução das emissões de CO2”, no âmbito da transição climática.

“É extremamente importante que seja aprovada a ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, que vai permitir investimentos imprescindíveis em projetos que visam não só acelerar a retoma da atividade turística, como também irão tornar o turismo em Portugal ainda mais qualificado e preparado para a transição climática, fatores a que os turistas e visitantes dão cada vez mais importância quando escolhem um destino”, considera Francisco Calheiros, presidente da CTP, citado no comunicado divulgado.

Para este consórcio, a concretização destas propostas é “um veículo imprescindível para que o Ecossistema do Turismo possa fazer face a um mercado mais competitivo no pós-pandemia e acelerar a retoma do crescimento e assim continuar a dar o seu contributo importantíssimo para a economia nacional”.

“Para tal, é necessário fortalecer o Ecossistema do Turismo para que este possa dar resposta à altura às solicitações da retoma. Daí a importância de serem aprovados pelas instâncias próprias os projetos e o valor de investimento contidos na ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, tendo em conta os objetivos do Plano Reativar o Turismo oportunamente apresentado pelo Governo”, acrescenta a informação divulgada.

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Africa Land quer investir 2 milhões de euros no “Africa Safari Park” em Almodôvar

Em q quase 142 hectares em pleno Alentejo interior, a Africa Land – Turismo e Natureza, Lda. que criar um parque zoológico e uma unidade hoteleira de cinco estrelas.

A empresa Africa Land – Turismo e Natureza, Lda. pretende investir cerca de dois milhões de euros na criação de um parque zoológico e de uma unidade hoteleira de cinco estrelas no concelho de Almodôvar (distrito de Beja).

O Africa Safari Park, previsto para a Herdade da Camacha, a cerca de sete quilómetros da vila alentejana de Almodôvar, inclui, segundo o Estudo de Impacte Ambiental (EIA), em consulta pública até 2 de fevereiro, um parque zoológico, a instalar numa área de 141,9 hectares, e que contará com “um conjunto de animais típicos da savana africana”.

Entre estes, os promotores esperam ter leões, tigres, linces-ibéricos, girafas, impalas, chitas, zebras e palancas, num total de 86 animais, “21 exemplares de carnívoros e 65 exemplares de herbívoros”.

“Como estes animais serão adquiridos de zoológicos certificados da Comunidade Europeia, não necessitarão de licenças de autorização”, revela a empresa.

No EIA, a empresa promotora explica que as visitas ao parque zoológico irão realizar-se “em veículos todo-o-terreno”, estimando-se “uma carga máxima de 200 visitantes por dia”.

O outro projeto previsto para a Herdade da Camacha é o Africa Safari Lodge, unidade hoteleira de cinco estrelas e cuja construção já arrancou.

A unidade será composta inicialmente por ‘bungalows’ e terá capacidade para 72 camas, contando ainda com restaurante, bar, piscina, spa, e sala para eventos e conferências.

O espaço vai ter “decoração e ambiente africano, de forma a poder ser “o prolongamento” da “experiência” do safari, “acrescentando valor e proximidade pelo conforto, pela gastronomia, pela saúde e bem-estar”, afirmam os promotores.

O EIA do Africa Safari Park prevê ainda a construção de um centro interpretativo, através da recuperação de uma habitação existente na propriedade e que servirá “como local de informação aos visitantes”.

Será igualmente criada uma clínica veterinária, para tratamento dos animais e para “atividades científicas e de investigação”, um armazém para alimentos e rações e um edifício de quarentena para animais, “de modo a evitar a propagação de doenças”.

O projeto inclui também uma charca e três furos para abastecimento de água, assim como a construção de duas estações de tratamento de águas residuais, reservatórios de água para consumo humano, rega e incêndio e arranjos paisagísticos dos espaços exteriores.

Com este projeto, a empresa promotora diz estimar a criação de cerca “de 60 novos postos de trabalho”, o que terá “reflexos positivos” na economia do concelho alentejano.

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Bordéus e Valência são as “Capitais Europeias do Turismo Inteligente” 2022

De um total de 30 inscrições de 16 países, foram sete as cidades finalistas do concurso Capital Europeia do Turismo Inteligente 2022. Duas ganharam: Bordéus e Valência.

Bordéus (França) e Valência (Espanha) foram premiadas como as “Capitais Europeias do Turismo Inteligente” 2022, distinção que reconhece realizações notáveis no planeamento de turismo inteligente: acessibilidade, sustentabilidade, digitalização, bem como património cultural e criatividade.

Esta iniciativa promovida pela União Europeia (UE) e financiada pelo Programa COSME, tem como objetivo promover o turismo inteligente no espaço da UE, fomentar o desenvolvimento do turismo inovador, sustentável e inclusivo, bem como divulgar e facilitar o intercâmbio das melhores práticas.

As sete cidades finalistas do concurso Capital Europeia do Turismo Inteligente 2022 foram: Bordéus (França), Copenhaga (Dinamarca), Dublin (Irlanda), Florença (Itália), Ljubljana (Eslovénia), Palma (Espanha), Valência (Espanha).

As cidades finalistas foram selecionadas de um total de 30 inscrições de 16 países.

Bordéus
Cidade cosmopolita com mais de 257.000 habitantes, é um local de criatividade e uma porta de entrada para o sudoeste da França. Aqui, onde se entrelaçam vários ambientes, encontra-se o rio que atravessa os maiores vinhedos do mundo até ao estuário do Gironde – junto ao Oceano Atlântico e à Baía de Arcachon.

Bordéus é o lar da maior região vitivinícola do mundo, com 7.000 castelos e está na vanguarda da criação do conceito de “turismo do vinho”: cerca de dois milhões de “turistas do vinho” visitam os vinhedos de Bordéus anualmente.

Os destaques incluem La Cité du Vin e o Festival do Vinho de Bordéus – agora exportado para Bruxelas e Hong Kong. Mais de 65% da área de superfície dos vinhedos de Bordeaux recebeu certificação pelos seus esforços ambientais e mais de 1,2 milhões de euros foram investidos em pesquisa, mais concretamente, na redução do uso de pesticidas.

Desde 2003, a cidade estabeleceu trilhos para quatro linhas de metro diferentes, originando uma rede metropolitana que se estende por 66 km. Os metros são 100% acessíveis graças às grandes portas de correr e ao acesso sem degraus.

O ‘shuttle’ fluviais e os autocarros também são totalmente acessíveis e cada um tem lugares reservados para cadeiras de rodas.

Um guia especial foi elaborado pelo Turismo de Bordéus para pessoas com deficiência, contendo uma lista de todos os serviços e atividades disponíveis para pessoas com mobilidade reduzida.

Bordeaux está a fazer uso dos recursos existentes e redirecionando-os para impulsionar ao máximo práticas de turismo inteligente. Outro exemplo disso é o “Ecossistema Darwin”, um coletivo voltado para uma economia verde – agora um dos locais mais visitados em Bordeaux. Este antigo quartel militar abriga uma fazenda urbana e o maior restaurante orgânico de França, mostrando uma forma de “consumir diferente”. É um lugar de diversidade e inovação onde é possível encontrar ‘skateparks’, uma galeria ao ar livre para grafitis, bem como espaços de co-working e empreendedores que trabalham na economia verde. O guia é atualizado regularmente de acordo com o feedback dos visitantes com deficiência.

O Turismo de Bordéus deu, também, ênfase às plataformas eletrónicas para promover os conteúdos. A criação do “CityPass”, em 2014, dá aos visitantes acesso gratuito a mais de trinta estabelecimentos voltados para cultura e lazer, incluindo um passeio pela cidade, bem como o uso ilimitado de transportes públicos.

O porto de Bordéus comprometeu-se a fretar um navio de cruzeiro ambiental em 2019, comprometendo-se a reduzir as emissões, eliminar o desperdício e limitar a poluição sonora. Além disso, as quatro plataformas de desembarque dos cruzeiros estão a ser eletrificados, além da implementação de um sistema de coleta de resíduos e esgotos dos navios.

Valência
Uma das maiores cidades da Espanha e uma das mais animadas, Valência está localizada no mar Mediterrâneo, com um enorme número de praias na redondeza.

Valência fica na costa sudeste de Espanha e é a terceira maior cidade do país, com mais de 791.000 habitantes. A pitoresca cidade recebe 2,2 milhões de visitantes todos os anos e é o lar de três Declarações de Patrimônio Mundial da UNESCO. A cidade possui arquitetura de vanguarda, uma futurística Cidade das Artes e Ciências e muitos eventos criativos, como os prémios de cinema Goya ou a gala Michelin.

O setor de turismo emprega mais de 30.000 profissionais e tem vindo a desenvolver práticas inovadoras, tendo-se tornando uma forte candidata a Capital Europeia do Turismo Inteligente.

Valência está a trabalhar para medir e certificar a pegada de carbono da sua atividade turística, constituindo-se, igualmente, a primeira cidade europeia a receber uma dupla certificação ITU (ONU) e ISO para o Desenvolvimento Sustentável das Cidades.

Valência trabalha, também, em estreita colaboração com a PREDIF (Plataforma Representativa do Estado para Pessoas com Deficiência Física) e 52 entidades e empresas turísticas da cidade atendem os requisitos do programa de turismo inclusivo do PREDIF. São disponibilizados diversos passeios para pessoas com mobilidade reduzida, bem como em vários idiomas. Os gabinetes de informação oferecem traduções e pictogramas em braille, bem como a plataforma “InfoTourist” interativa 24 horas por dia, 7 dias por semana e o sistema “Visualfy”, um sistema de IA que envia notificações visuais aos dispositivos dos usuários.

A cidade é bem conectada por mais de 164 km de ciclovias, comboios de alta velocidade, rodovias e porto, todos com recursos para passageiros que precisam de assistência adicional.

Valência pretende tornar-se neutra em carbono até 2030 e atualmente tem vários “Planos de Ação Sustentáveis” em vigor, que incluem medidas para reduzir as emissões de CO2, incentivar o uso de veículos elétricos, melhorar a eficiência energética, promover opções alimentares sustentáveis e observar os impactos no patrimônio cultural.

A Câmara Municipal de Valência monitoriza, ativamente, a sustentabilidade social da atividade turística com controlo de alojamentos irregulares, instalação de sensores nas zonas de lazer para regular o ruído, inquéritos regulares ao público e muito mais. Além de antecipar e reduzir o impacto social do turismo, a Câmara Municipal procura o envolvimento dos residentes e demais agentes na gestão do turismo, razão pela qual promoveu um órgão representativo, o Conselho Municipal de Turismo, com 60 representantes do ecossistema turístico, cidadãos e instituições.

Valência está a integrar várias práticas inteligentes e a recolher informações para desenvolver e aprimorar a experiência turística da cidade. Assim, implementou recursos digitais de forma integrada para ampliar a exploração da sua história e tradições e continua a empenhar-se na sustentabilidade e proteção do seu ambiente natural.

A economia de Valência beneficia de cerca de 3.600 milhões de euros provenientes da indústria do turismo e as novas estratégias, estima-se, irão aumentar este valor. O apoio à digitalização de Pequenas e Médias Empresas turísticas, também, revelou-se frutífero: em 2019, a loja online do Turismo de Valência faturou 4,5 milhões de euros.

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Mainova lança experiências de enoturismo no Alentejo

A herdade da Fonte Santa, no Alentejo, abre agora as portas do projeto Wine Art Gallery Mainova, espaço dedicado a experiências de enoturismo com visitas à adega, às vinhas e olival, além de provas e eventos tailor-made.

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Depois de mais de um ano a ganhar terreno, a herdade da Fonte Santa, no Alentejo, abre agora as portas do projeto Wine Art Gallery, espaço dedicado a experiências de enoturismo com visitas à adega, às vinhas e olival, além de provas e eventos tailor-made.

Foi pelas mãos de Bárbara Monteiro, a filha mais nova de três irmãs, que nasceu a Mainova, após uma década de trabalho nas plantações de olival (90 hectares) e vinha (20 hectares) da herdade, adquirida pela família ainda em 2010.

A adega divide-se em dois pisos – o inferior tem uma sala de estágio que guarda as barricas de madeira – e é ocupada pela maquinaria especializada e as grandes cubas metálicas, de onde saem as várias referências vínicas com as assinaturas Mainova, Moinante e Milmat. Tal como os azeites – Clássico e Early Harvest—, também os vinhos são produzidos através de um regime de produção integrada e biológica, resultando em vinhos com pouca intervenção, baixos sulfurosos e com certificação vegan, pela mão dos enólogos António Maçanita e Sandra Sarria.

O novo espaço conta ainda com uma pequena cozinha de apoio para os eventos personalizados e uma sala de provas preparada para receber grupos onde estão expostas todas as referências Mainova, também disponíveis para venda direta ao público.

Os novos programas de enoturismo foram pensados para todo o tipo de entusiastas de vinhos, mas sem nunca esquecer o outro lado da Herdade — o dos azeites. As experiências arrancam com o Mainova Iniciante, que inclui uma visita pela adega, uma prova de três vinhos e uma tábua de queijos e enchidos regionais (20€ por pessoa em 30 a 45 minutos). O programa Mainova Intermédio contempla o mesmo que o anterior, mas em vez de três a prova é feita com cinco vinhos distintos da marca, por 40€ por pessoa, numa visita de 60 a 90 minutos.

Nesta nova fase, a Mainova oferece também experiência tailor-made para quem deseja ter um momento personalizado. É possível organizar eventos privados – de aniversários a team buildings -, participar num programa de vindima, assistir a um showcooking, organizar uma refeição com foodpairing ou fazer um piquenique à sombra de uma oliveira milenar. Os preços destas experiências por medida dependem do tipo de evento e do número de pessoas que nele participam.

 

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Candidaturas ao programa ‘Transformar o Turismo’ arrancam segunda-feira

Programa prevê o desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores com benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

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As candidaturas ao programa ‘Transformar o Turismo’, anunciado em finais do ano passado, com uma dotação de 20 milhões de euros para ajudar o setor a tornar-se mais sustentável, arrancam esta segunda-feira, 10 de janeiro, prevê o despacho da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que foi esta sexta-feira, dia 7, publicado em Diário da República.

De acordo com a Lusa, o despacho que aprova o programa ‘Transformar o Turismo’, cuja publicação foi acompanhada pelos que aprovam também as linhas de apoio Territórios Inteligentes, com quatro milhões de euros, e Regenerar Territórios, com 16 milhões de euros, prevê o desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores com benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

O programa Transformar Turismo, que sucede ao Programa Valorizar criado em 2016, destina-se a entidades públicas e privadas do setor, consistindo, numa primeira fase, em linhas específicas de financiamento destinadas à valorização turística dos territórios através de projetos que transformem o turismo dando resposta às novas necessidades e interesses do consumidor e cumprindo metas de sustentabilidade económica, ambiental e social definidas na Estratégia Turismo 2027.

Já a Linha Territórios Inteligentes conta com uma dotação para financiamento de projetos de quatro milhões de euros, repartidos pelo ano de 2022, em fases trimestrais de candidaturas, que terminam em março, junho, setembro e dezembro, com uma dotação por fase de um milhão de euros.

A Linha Regenerar Territórios tem uma dotação de 16 milhões de euros, repartidos por 2022 e 2023, em fases trimestrais de candidaturas, que terminam em março, junho, setembro e dezembro de cada ano, com uma dotação por fase de dois milhões de euros.

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Publicada portaria que define procedimentos em casos de covid-19 em voos e cruzeiros

Portaria define “os procedimentos a adotar pelos diferentes intervenientes para efeitos de colaboração com as autoridades de saúde”, em caso de confirmação de casos de COVID-19 em voos e navios de cruzeiro,

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A portaria que define os procedimentos a adotar quando são detetados casos de covid-19 em viagens por via área e marítima, como navio de cruzeiros, foi esta sexta-feira, 7 de janeiro, publicada em Diário da República, entrando em vigor no sábado, 8 de janeiro.

De acordo com a Lusa, a portaria estabelece “os procedimentos a adotar pelos diferentes intervenientes para efeitos de colaboração com as autoridades de saúde aquando da realização da investigação epidemiológica de casos confirmados de covid-19 e rastreio de contactos com história de viagem por via aérea ou marítima durante o período de infecciosidade”.

O documento prevê que a autoridade de saúde que verifique a existência de infeções deve contactar a autoridade de saúde local do aeródromo ou do porto onde o passageiro infetado com o vírus SARS-CoV-2 desembarcou, dando conhecimento à autoridade de saúde regional, para efeitos de aplicação dos procedimentos necessários à identificação dos contactos do caso de covid-19 que viajaram no mesmo voo ou navio de cruzeiro.

“Se o aeródromo ou o porto pertencer a uma região de saúde diferente, a autoridade de saúde local responsável pela investigação epidemiológica deve comunicar à autoridade de saúde regional a necessidade de articulação com a autoridade de saúde da região de saúde do aeródromo ou do porto em causa”, refere.

A portaria refere também que a autoridade de saúde do local onde se situa o aeródromo ou o porto deve aceder à base de dados do formulário de localização de passageiros, através da plataforma criada e suportada para o efeito pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, e selecionar a informação a exportar relativa aos contactos do caso de COVID-19.

Previsto está ainda que, caso o destino do passageiro identificado como contacto de caso de COVID-19 estiver numa região de saúde diferente do local de chegada, ou se o passageiro estiver em trânsito ou transferência, a autoridade de saúde regional se deve articular com a autoridade de saúde regional do destino, para que esta dê cumprimento ao disposto no número anterior.

“A informação relativa aos passageiros que já não se encontrem em território nacional é enviada pela autoridade de saúde regional ao centro de emergências em saúde pública da Direção-Geral da Saúde, para que seja efetuada, pelo ponto focal nacional da Sanidade Internacional, a comunicação com as autoridades de saúde dos outros países”, refere ainda a portaria.

O documento, assinado pelos secretários de Estado adjuntos e da Administração Interna, da Saúde e das Comunicações, refere ainda que as entidades responsáveis pela gestão das infraestruturas aeroportuárias ou portuárias e as companhias aéreas ou os armadores de navios de cruzeiro ou respetivos representantes legais devem prestar toda a colaboração solicitada pelas autoridades de saúde no âmbito da investigação epidemiológica de casos de COVID-19.

 

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Lisboa recebe 57M€ do PRR para requalificar 15 museus e monumentos

Protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), Associação Turismo de Lisboa (ATL) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC) prevê que o investimento na requalificação de museus e monumentos decorra até final de 2025.

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Quinze museus e monumentos da cidade de Lisboa vão ser requalificados e valorizados ao abrigo de um protocolo de cooperação, financiado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, que prevê o investimento de 56.879.350,00 euros, até final de 2025.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, este protocolo, que junta a Câmara Municipal de Lisboa (CML), a Associação Turismo de Lisboa (ATL) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), prevê intervenções na Casa Museu Anastácio Gonçalves, Mosteiro dos Jerónimos, Museu de Arte Popular, Museus Nacionais de Arqueologia, Arte Antiga, Arte Contemporânea do Chiado, Etnologia, Azulejo, Teatro e Dança, Traje, Coches (Picadeiro Real e Novo), Palácio Nacional da Ajuda, Panteão Nacional e Torre de Belém.

“As ações foram definidas pela DGPC em articulação com os diretores destes equipamentos culturais e incluem intervenções de recuperação e reabilitação do edificado a melhoria dos conteúdos expositivos, sinalética e outras ações de valorização, bem como ações que contribuam para a sustentabilidade ambiental”, explica o comunicado divulgado esta sexta-feira, 7 de janeiro, pelo Turismo de Lisboa.

Entre os projetos previstos, encontra-se a “remodelação profunda” do Museu Nacional de Arqueologia, a “valorização” do núcleo composto pelo Museu Nacional do Teatro e Dança, pelo Museu Nacional do Traje e pelo Parque do Monteiro Mor, a “requalificação” do Museu Nacional do Azulejo, a “remodelação do núcleo de ourivesaria e das reservas” do Museu Nacional de Arte Antiga, a “criação de estruturas de apoio ao visitante, bilheteiras e lojas” na Torre de Belém e no Panteão Nacional, assim como “ações de conservação e restauro” no Mosteiro dos Jerónimos e no Palácio da Ajuda e zona envolvente.

“O desenvolvimento deste ambicioso projeto de valorização da oferta cultural de Lisboa e de melhoria da experiência do visitante será acompanhado por um plano de comunicação interna e externa, visando a captação de novos públicos para os equipamentos culturais de Lisboa, contribuindo para a sua sustentabilidade futura e para o reforço da atratividade turística”, acrescenta o Turismo de Lisboa.

O protocolo foi assinado pelo diretor geral da DGPC, João Carlos dos Santos; pelo vice-presidente da CML, Filipe Anacoreta Correia; e pelos presidente adjunto e diretor geral da ATL, José Luís Arnaut e Vítor Costa, prevendo ainda a criação de uma comissão de acompanhamento, composta por um representante de cada entidade, cabendo à DGPC e à CML a aprovação dos projetos e o acompanhamento técnico e à ATL a sua execução e a promoção interna e externa.

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Ómicron ameaça Carnaval no Brasil e cancela festejos de rua

Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda são algumas das cidades brasileiras que cancelaram os festejos de Carnaval de rua, apesar de manterem os desfiles no sambódromo e outros eventos.

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Ainda não será em 2022 que os festejos de Carnaval no Brasil voltam aos moldes tradicionais, uma vez que a variante Ómicron, mais contagiosa que as anteriores, já levou ao cancelamento dos festejos de rua no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda, sendo que apenas os desfiles no sambódromo e algumas festas e bailes vão decorrer e com controlo.

“O Carnaval de rua, nos moldes até 2020, que já não havia acontecido em 2021, não poderá acontecer este ano. Tendo em vista os dados epidemiológicos que temos e que poderemos ter, vimos que seria muito difícil fazer o Carnaval de rua”, anunciou Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, citado pela imprensa brasileira.

Explicando que é “praticamente inviável” que se consiga “estabelecer um controlo” nos chamados blocos de rua, Eduardo Paes garantiu, no entanto, que o Carnaval no Rio de Janeiro vai contar com desfile no sambódromo, assim como com bailes, onde seja possível realizar algum controlo à COVID-19.

Apesar de ser a cidade com os festejos mais conhecidos, o Rio de Janeiro não é, no entanto, caso único, uma vez que também a cidade de Olinda, no nordeste brasileiro, cancelou na passada quarta-feira, 5 de janeiro, o Carnaval de rua, com as autoridades locais a explicarem que a sua prioridade é “a saúde da população por conta do atual período pandémico da COVID-19 e aumento do número de casos de influenza [gripe]”.

Caminho idêntico seguiu ainda Salvador da Bahia, capital do estado homónimo, que já tinha confirmado que não realizaria festejos de Carnaval, nem de qualquer outra ordem, a exemplo da Lavagem do Bonfim, que deveria ter lugar este mês.

Esta quinta-feira, 6 de janeiro, foi ainda a vez de São Paulo, a maior cidade do Brasil, cancelar o Carnaval de rua, com Ricardo Nunes, prefeito da cidade, a revelar que as autoridades vão agora preparar um “protocolo”, que permita a “realização de desfiles no sambódromo”.

De acordo com a imprensa brasileira, apesar dos cancelamentos já conhecidos, muitos outros se podem vir a suceder, uma vez que também cidades como Recife, Maceió, Manaus, João Pessoa, Porto Alegre ou Natal não decidiram ainda se mantém ou cancelam as celebrações.

 

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Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se e Linha Específica do Algarve prorrogada até 31 de dezembro de 2022

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, dirigida a projetos que acrescentem valor à oferta turística daquela região, aplicando-se aos respetivos investimentos as condições definidas para os territórios de baixa densidade, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

Em 2021, o Turismo de Portugal, em parceria com o sistema bancário, renovou e reforçou em 300 milhões de euros a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, instrumento financeiro para apoio às empresas do setor do turismo destinada ao financiamento a médio e longo prazo de projetos turísticos que se traduzam: na requalificação e reposicionamento de empreendimentos, estabelecimentos e atividades, ou na criação de empreendimentos, estabelecimentos e atividades implementados nos territórios de baixa densidade, ou que incidam no domínio do empreendedorismo,

A Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021 apresenta um conjunto de ajustamentos fundamentados no contexto atual, tais como: o aumento do financiamento associado, o reforço dos prémios de desempenho, e o foco em projetos mais inteligentes, sustentáveis e inclusivos, atentos os desafios com que o setor se depara.

Para acederem à Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021, as empresas turísticas devem prever a realização de investimentos nas áreas da gestão ambiental e da acessibilidade. Todos os projetos devem obter uma pontuação global mínima nestas duas áreas, sendo que, para aferir se o projeto cumpre essa pontuação, a empresa deverá aceder ao SG​​PI e escolher a opção “Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto”.

Recorda o Turismo de Portugal que, antes de efetuar o pedido de financiamento junto da instituição de crédito, o promotor deve aferir se o seu projeto atinge a pontuação global mínima de 40 pontos nas duas medidas – gestão ambiental e acessibilidade. Em cada medida a pontuação a obter não pode ser inferior a 12 pontos.

Para esse efeito, a empresa tem de preencher um formulário disponível no SG​​PI e escolher as seguintes opções: nova candidatura; LAQO – Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto.

Por motivos devidamente justificados e em face da tipologia, dimensão, natureza e caraterísticas da atividade, estabelecimento ou empreendimento, a empresa pode, ao preencher a avaliação, apresentar um “pedido de exceção” a esta regra, a qual será devidamente analisada pelo Turismo de Portugal.

O site do Turismo de Portugal esclarece ainda que, todos os projetos de investimento enquadrados na presente Linha, desde que cumpram metas específicas a aferir no terceiro ano completo de exploração, passam a poder beneficiar de um prémio de desempenho traduzido na conversão em apoio não reembolsável de uma parte da componente do financiamento atribuída pelo Turismo de Portugal, tendo sido reforçados os montantes máximos dos prémios para micro, pequenas e médias empresas.

​​​​​Os pedidos de financiamento são apresentados junto das instituições de crédito aderentes:  Abanca, Banco Português de Gestão, BPI, Bankinter, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola, EuroBic, Millennium bcp, Montepio, Novo Banco, Novo Banco dos Açores, e  ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Santander.

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Governo mantém obrigatoriedade de testes em voos internacionais para Portugal

Além dos testes em voos internacionais, o Governo mantém também a obrigatoriedade de certificado digital nos hotéis, restaurantes e eventos culturais, enquanto discotecas e bares continuam encerrados até 14 de janeiro.

Inês de Matos

O primeiro-ministro António Costa revelou esta quinta-feira, 6 de janeiro, após o Conselho de Ministros, que a obrigatoriedade de apresentar um teste negativo nos voos internacionais com destino a Portugal se vai manter no âmbito do combate à COVID-19, assim como as multas para passageiros e companhias aéreas que transportem para o país quem não tenha a testagem realizada.

“Relativamente às fronteiras, vamos manter o controlo das fronteiras como tem existido até agora, continuando a exigir teste negativo obrigatório para todos os voos que cheguem a Portugal e continuaremos a aplicar as sanções, quer a passageiros quer a companhias de aviação que embarquem passageiros sem que o teste tenha sido realizado”, explicou o primeiro-ministro, na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros.

Além da obrigatoriedade de testes nos voos internacionais com destino a Portugal, que segundo o explicitado no comunicado do Conselho de Ministros vai vigorar até 9 de fevereiro de 2022, António Costa anunciou ainda que o acesso a restaurantes e estabelecimentos hoteleiros ou de alojamento local também vai continuar a estar sujeito à apresentação de um certificado digital, assim como acontece com os espetáculos culturais, eventos com lugares marcados e ginásios.

As pessoas já vacinadas com a dose de reforço vão, no entanto, deixar de necessitar de apresentar um teste negativo nas visitas a lares de idosos ou a doentes internados, enquanto quem ainda não tiver recebido essa dose terá de apresentar a testagem.

Já as discotecas e bares vão permanecerem encerrados até 14 de janeiro, sendo que, a partir dessa data, podem reabrir mas com exigência de apresentação de teste negativo à entrada, medidas que são ainda acompanhadas pela proibição de consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

Até dia 14 de janeiro, mantém-se ainda obrigatório o teletrabalho, que passará a ser recomendado a partir dessa data, enquanto a reabertura das escolas acontece já na próxima segunda-feira, 10 de janeiro.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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AHRESP diz que “não se compreende” que discotecas e bares “não tenham recebido quaisquer apoios”

Associação volta também a insistir na necessidade de “medidas reparadoras” para compensar as empresas por “quaisquer que sejam as medidas a tomar” nesta fase do combate à pandemia da COVID-19.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quinta-feira, 6 de janeiro, pedir “medidas reparadoras” dos danos causados às empresas pelas novas medidas sanitárias que venham a ser tomadas no âmbito da pandemia e denuncia que as discotecas e bares, que esta semana estão encerrados por decisão do Governo, ainda não receberam quaisquer apoios.

“Não se compreende, ainda, que neste momento, em plena semana de contenção as discotecas e bares, encerrados por decreto, ainda não tenham recebido quaisquer apoios”, lamenta a AHRESP, num comunicado enviado à imprensa.

Recorde-se que, em dezembro, o Governo decidiu, em Conselho de Ministros, o encerramento das discotecas e bares entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, que visava conter a transmissão da variante Ómicron.

A associação volta também a insistir na necessidade de “medidas reparadoras” para compensar as empresas por “quaisquer que sejam as medidas a tomar” nesta fase do combate à pandemia da COVID-19.

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