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MSC Cruzeiros adiciona segundo navio à Volta ao Mundo de 2023

Companhia de cruzeiros cancelou o itinerário de Volta ao Mundo de 2022 devido às restrições que ainda existem em vários portos, mas decidiu colocar um segundo navio a realizar o itinerário no ano seguinte.

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MSC Cruzeiros adiciona segundo navio à Volta ao Mundo de 2023

Companhia de cruzeiros cancelou o itinerário de Volta ao Mundo de 2022 devido às restrições que ainda existem em vários portos, mas decidiu colocar um segundo navio a realizar o itinerário no ano seguinte.

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A MSC Cruzeiros anunciou que o itinerário de Volta ao Mundo de 2023 vai também ser realizado pelo MSC Magnifica, que se vai juntar ao MSC Poesia, naquela que será a primeira vez na história da indústria que “dois navios vão receber mais de 5.000 passageiros numa viagem à volta do mundo”.

Com partida simultânea de Génova, Itália, a 4 de janeiro de 2023, os navios vão, no entanto, realizar itinerários distintos, com a MSC Cruzeiros  a explicar que o MSC Magnifica vai realizar o mesmo itinerário que deveria ser realizado pelo MSC Poesia para o MSC World Cruise 2022, que foi cancelado devido às restrições que ainda existem em vários portos devido à COVID-19.

“Infelizmente não tivemos escolha a não ser cancelar o MSC World Cruise 2022, mas sabemos que um cruzeiro pelo mundo é realmente a viagem de uma vida para muitas pessoas e, por isso, foi importante para nós oferecer a melhor solução possível para os nossos fieis passageiros. O cruzeiro Volta ao Mundo a bordo do MSC Poesia em 2023 já estava esgotado e por isso trabalhámos para alterar a programação do MSC Magnifica, um popular navio de cruzeiro volta ao mundo, para que possamos oferecer o mesmo itinerário de 2022″, refere Gianni Onorato, CEO da MSC Cruzeiros.

As vendas do World Cruise 2023 do MSC Magnifica já estão abertas, com a companhia de cruzeiros a garantir que os “passageiros com reservas no World Cruise 2022 serão contactados em breve e terão prioridade na nova proteção das suas reservas existentes para o MSC Magnifica”.

Já para os passageiros que mudarem a sua reserva para 2023,  a companhia de cruzeiros oferece, “como uma medida de gratidão pela fidelidade”, a reserva de um cruzeiro de cortesia entre janeiro e maio de 2022. 

O MSC Poesia e o MSC Magnifica vão partir em simultâneo para o itinerário de Volta ao Mundo em 2023, com embarque em Génova, Itália (4 de janeiro), Marselha, França (6 de janeiro) e Barcelona, Espanha (7 de janeiro).

“Assim que cruzarem o Mar Mediterrâneo, os navios vão separar-se no Oceano Atlântico. O MSC Magnifica irá circunavegar a América do Sul, cruzar o Oceano Pacífico Sul e depois para o Oceano Índico, o Mar da Arábia, o Mar Vermelho e, em seguida, através do espetacular Canal de Suez de volta ao Mar Mediterrâneo”, explica a MSC Cruzeiros, revelando que o MSC Poesia vai passar pelo Canal do Panamá e percorrer a costa oeste da América Central e do Norte, enquanto se dirige para o Oceano Pacífico, seguindo-se um período prolongado na Ásia, a partir de onde retorna ao Mediterrâneo, pelo Canal de Suez.

Já o MSC Magnifica vai visitar 43 em 24 países, numa viagem de 117 dias que oferece nove prolongados pernoitas e que cruza o equador por duas vezes e que inclui escalas em Lisboa, Funchal, Mindelo (Cabo Verde), Rio de Janeiro (Brasil), Buenos Aires e Ushuaia (Argentina), Taiti, Polinésia Francesa e Ilhas Cook, bem como Auckland, Napier, Wellington, Sydney (Austália e Nova Zelândia).

Na Ásia, o itinerário inclui também a Nova Caledónia, Alotau  e Papua Nova Guiné, bem como a ilha de Lombok (Indonésia), Singapura e Port Klang (Malásia), Colombo e Sri Lanka, assim como Mumbai (Índia), antes de chegar a Salalah, Omã e Aqaba, no Médio Oriente.

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Europcar mostra oferta B2B na Conferência de Gestão de Frotas

A Europcar vai marcar presença na Conferência de Gestão de Frotas, iniciativa que vai decorrer a 30 de novembro, promovida pela Fleet Magazine e na qual a empresa de mobilidade e rent-a-car vai “mostrar a oferta competitiva que dispõe para B2B”.

A Europcar vai marcar presença na Conferência de Gestão de Frotas, iniciativa que vai decorrer a 30 de novembro, no Centro de Congressos do Estoril, promovida pela Fleet Magazine e na qual a empresa de mobilidade e rent-a-car vai “mostrar a oferta competitiva que dispõe para B2B”.

“Com o objetivo de promover e acelerar a mobilidade sustentável em Portugal, a Europcar apresenta um stand na área de exposição do Congresso, onde os participantes podem ter contacto com um exemplo da sua frota elétrica, que está também disponível nas soluções corporate que a empresa dispõe em Portugal”, indica a Europcar, em comunicado.

Miguel Amaro, Corporate Sales Manager do EMG em Portugal, considera que a Conferência de Gestão de Frotas “é um evento muito relevante para as empresas portuguesas”, uma vez que este setor “representa cerca de 80% das viaturas que são vendidas no país”.

“Pretendemos promover e fortalecer o compromisso da Europcar com uma mobilidade mais sustentável, ao mostrar as soluções competitivas que temos ao nível do aluguer de longa duração para empresas. Sabemos que os carros elétricos e híbridos são uma realidade que veio para ficar e a Europcar posicionou-se desde o primeiro momento como pioneira”, acrescenta o responsável.

A Conferência de Gestão de Frotas espera mais mais de 500 participantes e vai contar com uma área de exposição que pode ser visitada a qualquer momento do dia e na qual vão estar 19 patrocinadores, que vão apresentar as várias soluções de mobilidade e frotas para as empresas.

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TAAG aumenta frequências para São Paulo-Guarulhos

A partir de 11 de dezembro, a TAAG aumenta o número de ligações aéreas entre Luanda, capital angolana, e São Paulo-Guarulhos, no Brasil, passando a oferecer um total de seis ligações aéreas por semana.

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola vai aumentar, a partir de 11 de dezembro, o número de ligações aéreas entre Luanda, capital angolana, e São Paulo-Guarulhos, no Brasil, passando a oferecer um total de seis ligações aéreas por semana.

De acordo com uma nota informativa da companhia aérea de bandeira de Angola, a nova frequência para São Paulo vai ser operada às segundas-feiras, estando o novo voo já disponível para reserva através do site da TAAG.

Com a introdução desta nova frequência, a TAAG passa a disponibilizar seis voos por semana para São Paulo-Guarulhos, contando com voos todos os dias da semana, com exceção das quartas-feiras.

A TAAG lembra ainda que, no Brasil, conta com um acordo de codeshare com a GOL, companhia aérea brasileira, pelo que os passageiros da transportadora africana podem voar desde São Paulo para 13 destinos no Brasil, através da GOL.

“Aproveite a facilidade no trânsito, isenção de visto, duas peças de bagagem incluída na tarifa e voe para destinos como para Recife, Maceió, Florianópolis ou Rio de Janeiro, entre outros”, indica a informação divulgada pela TAAG.

Além do website, a TAAG disponibiliza também o call center, através do número de telefone +351 210 203 896, para mais informações.

 

 

 

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Ryanair descarta aeroporto em Santarém: “Não apoio a construção de um aeroporto no meio do nada”

O CEO do grupo Ryanair defende que “a solução para Lisboa é o Montijo” e diz mesmo que não apoia a construção de um aeroporto em Santarém, que ficaria “no meio do nada”. Apesar de pedir rapidez para o novo aeroporto, Michael O’Leary considera que a Portela pode receber muitos mais passageiros com a reorganização do terminal.

A Ryanair não tem dúvidas de que o novo aeroporto de Lisboa deve ser construído no Montijo e Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, critica mesmo a opção de Santarém que, segundo o responsável, seria um aeroporto construído “no meio do nada”.

“A solução para Lisboa é o Montijo. Não apoio a construção de um aeroporto no meio do nada”, afirmou Michael O’Leary esta terça-feira, 21 de novembro, durante uma conferência de imprensa em Lisboa.

Ao ser questionado sobre qual seria a melhor localização para o novo aeroporto, o responsável da Ryanair, que é conhecido por ser frontal e abordar os temas de forma direta, considerou que, com o Montijo, “Lisboa está na incrível posição de ser uma capital servida por dois aeroportos dentro da cidade”.

Michael O’Leary defende que Lisboa sairia a ganhar com a possibilidade de ter dois aeroportos, a Portela e o Montijo, a exemplo de Roma e Bruxelas, capitais europeias que também contam com dois aeroportos, assim como de Barcelona, onde existem três destas infraestruturas.

Para o responsável, não há dúvidas de que a construção do novo aeroporto deverá acontecer no Montijo, até porque o aeroporto já existe e, segundo Michael O’Leary, falta apenas construir o terminal.

“A aeroporto já existe, precisa apenas de um edifício para terminal e isso pode ser feito por menos 20 milhões de euros”, afirmou, acrescentando que a Ryanair estaria disposta a pagar esse valor para abrir o aeroporto rapidamente, uma vez que já lá vão 12 anos perdidos “em estudos e estudos ambientais, outros estudos e mais estudos”.

Michael O’Leary considera também que a Portela pode receber um número mais elevado de passageiros do que os mais de 25 milhões que recebeu no ano passado, a exemplo do que acontece noutros aeroportos europeus que, tal como Lisboa, também são infraestruturas de pista única.

“A Portela é capaz de receber, facilmente, 30 ou 40 milhões de passageiros. Há má gestão, como vemos pelo exemplo de Gatwick, que opera 60 milhões de passageiros e é também um aeroporto de pista única. No caso de Dublin acontece o mesmo e recebe 34 milhões de passageiros por ano”, considerou o CEO do grupo Ryanair.

Na opinião do responsável, a questão da capacidade da Portela poderia ser resolvida de forma fácil, através de uma reorganização do terminal, uma vez que, defendeu, já não são necessários tantos balcões de check-in, devido à massificação do check-in online.

“Há várias medidas que se podem tomar e uma delas é simplesmente aumentar o número de slots, se o terminal não fosse um obstáculo. Isso também deve mudar porque a forma como as pessoas utilizam um terminal também mudou dramaticamente”, explicou, realçando que “a maioria dos passageiros faz check-in online” e que “as filas grandes para o check-in são algo do passado”.

 

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Etihad expande rotas europeias para 2024

A Etihad anunciou, recentemente, novos destinos em França e Grécia para a programação do verão de 2024.

A companhia aérea com sede em Abu Dhabi lançará voos para Nice, no sul da França, e para a ilha grega de Santorini, no dia 15 de junho, com dois voos por semana para ambos os destinos.

No geral, a Etihad oferecerá cerca de 25% mais partidas semanais no próximo ano do que durante o verão de 2023, incluindo frequências extras para algumas cidades europeias, como Atenas.

Outras medidas farão com que a rota de inverno recentemente introduzida pela companhia aérea para Copenhaga seja transformada num serviço durante todo o ano. A companhia aérea também está a adicionar voos extras para alguns destinos existentes na Ásia, incluindo a capital tailandesa, Bangkok, e Colombo, no Sri Lanka.

Antonoaldo Neves, CEO da Etihad Airways, salienta que “a programação de verão reforça o nosso compromisso com o crescimento, oferecendo aos nossos clientes os destinos, frequências e horários para destinos europeus e asiáticos que mais lhes convêm”.

“Estamos a aumentar a capacidade para localidades internacionais e introduzindo destinos, incluindo Nice na Côte d’Azur, permitindo que os nossos clientes desfrutem de experiências de viagem ainda mais fantásticas.”

A Etihad já anunciou novas rotas de Abu Dhabi para Boston, a partir de 31 de março, bem como para Nairobi, no Quénia, a partir de 1 de maio.

 

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Ryanair transfere avião da Madeira para Marrocos devido ao aumento das taxas aeroportuárias

Segundo Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, um dos dois aviões que estavam na Madeira vai ser colocado, já em janeiro, em Marrocos, uma vez que este país do norte de África, ao contrário do que acontece em Portugal, está a descer as taxas aeroportuárias.

Inês de Matos

A Ryanair anunciou esta terça-feira, 21 de novembro, que vai cortar rotas e capacidade em Portugal no próximo verão, numa decisão que implica mesmo a transferência de um avião da base do Funchal, Madeira, para Marrocos devido ao aumento das taxas aeroportuárias.

“Hoje, infelizmente, as más notícias são para anunciar cortes. Infelizmente, somos vítimas do monopólio aeroportuário francês da ANA, que decidiu impor aumentos extraordinários em Portugal, no próximo ano”, começou por anunciar Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, numa conferência de imprensa em Lisboa.

Michael O’Leary revelou que, em Lisboa, as taxas aeroportuárias vão subir 17% no próximo verão, bem como 12% em Faro e 11% no Porto, enquanto nos Açores há um aumento de 9% e de 6% na Madeira.

“Estes excessivos e injustificados aumentos de preços levam-nos a retirar capacidade e voos de Portugal”, justificou o responsável, indicando que o Funchal será um dos destinos mais afetados pelos cortes, estando mesmo prevista a redução do número de aviões na base madeirense, que a Ryanair abriu há cerca de um ano e meio.

Segundo Michael O’Leary, um dos dois aviões que estavam na Madeira vai ser colocado, já em janeiro, em Marrocos, uma vez que este país do norte de África, ao contrário do que acontece em Portugal, está a descer as taxas aeroportuárias.

“Neste momento, os aeroportos espanhóis estão a reduzir as taxas, Marrocos também está a baixar as taxas, assim como os aeroportos italianos e gregos, de forma a recuperar o tráfego pré-Covid”, referiu o COE do grupo Ryanair.

O responsável afirmou que, “se as taxas aeroportuárias estão a cair em Espanha, em Marrocos e noutros destinos turísticos”, a Ryanair vai certamente “mudar alguns aviões”, o que deverá acontecer já a partir do início de janeiro.

“O segundo avião que estava na Madeira vai para Marrocos este inverno”, revelou Michael O’Leary, sublinhando que esta é uma “perda direta da Madeira para Marrocos” e que se deve ao aumento das taxas aeroportuárias, mas também ao facto de Marrocos não estar abrangido pela política ETS, ou seja, “as taxas ambientais de que Portugal está a sofrer”.

Apesar da decisão já estar tomada, o responsável da Ryanair não adiantou que rotas ou frequências vão ser cortadas, até porque a transportadora vai ainda reunir com o Governo Regional da Madeira para tratar deste tema, com Jason McGuinness, Chief Commercial Officer da Ryanair, a indicar apenas que, na Madeira, devem ser cortadas duas ou três das 10 rotas que a companhia aérea opera.

“Temos 10 rotas na Madeira mas não vão continuar a ser 10, diria que vamos ter de cortar, pelo menos, três ou quatro rotas. Abrimos a base há um ano e meio e esperávamos ter três a cinco aviões na Madeira, mas não teremos”, disse o responsável.

Os cortes na operação da Ryanair para o próximo verão vão abranger as bases da companhia aérea na Madeira, que perde um avião, assim como no Porto e em Faro, que vão ter uma redução de tráfego, com exceção de Lisboa, onde a companhia conta manter estável a sua operação, devido à escassez de slots.

O anúncio segue-se ao encerramento da base da Ryanair em Ponta Delgada, Açores, que já esteve fechada este inverno, com a companhia aérea a indicar igualmente o aumento das taxas aeroportuárias para a redução da operação durante o inverno no arquipélago português.

Michael O’Leary pede a intervenção do regulador português para travar um aumento de taxas que, segundo o responsável, vai prejudicar essencialmente os territórios insulares nacionais, que são os que “mais precisam de voos diretos e tarifas baixas”.

“O monopólio da ANA está a prejudicar Portugal, as taxas ETS da ANA também prejudicam a economia portuguesa e o regulador deve congelar as taxas da ANA porque Espanha e Marrocos estão a reduzir esses encargos e Portugal deve ser competitivo. A Ryanair tem os aviões para fazer crescer ainda mais o emprego ligado ao turismo na próxima década, mas precisamos de menores custos nos aeroportos portugueses”, acrescentou.

 

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Cruzeiros têm impacto mínimo na qualidade do ar em Lisboa, apura estudo

O estudo promovido pela CLIA, em parceria com a Universidade Rovira i Virgili, apurou que a contribuição dos cruzeiros para a poluição atmosférica em Lisboa “é muito limitada” e que, em termos de monóxido de carbono e de ozono, “o impacto da atividade de cruzeiros revela-se mesmo insignificante”.

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As emissões poluentes dos navios de cruzeiro não alteram significativamente a qualidade do ar em Lisboa, concluiu o estudo “Modelação e Análise do Impacto do Tráfego de Navios de Cruzeiro na Qualidade do Ar na Área Metropolitana da Cidade de Lisboa, Portugal”, promovido pela CLIA – Associação Internacional de Linhas de Cruzeiros, em parceria com a Universidade Rovira i Virgili.

“A análise revela que os níveis de concentração de poluição na capital portuguesa, não são influenciados de forma significativa pela atividade de cruzeiros, mas sim por outros fatores, como outros modos de transporte ou fontes residenciais. O estudo analisou os níveis de dióxido de nitrogénio (NO2), dióxido de enxofre (SO2), monóxido de carbono (CO) e material particulado (PM10)”, refere o Porto de Lisboa, em comunicado.

O estudo apurou que, mesmo que Lisboa tivesse um tráfego de navios muito superior ao registado atualmente, “os resultados para os níveis de NO2 teriam uma classificação “razoável” ou “moderada”, de acordo com o Índice de Qualidade do Ar (IQA) da Agência Europeia do Ambiente (AEA)”.

O Porto de Lisboa indica que este estudo foi desenvolvido segundo uma nova metodologia desenvolvida pela equipa de investigação da Cadfluid Solutions/Universidade Rovira i Virgili e que consiste em técnicas de Machine Learning (ML), permitindo isolar o impacto dos navios de cruzeiro na qualidade do ar em Lisboa.

“Posteriormente, a Oxford Economics realizou para a CLIA o relatório “Impacto ambiental do tráfego de cruzeiros em Lisboa” com a análise de todos os resultados”, acrescenta o Porto de Lisboa.

Os dados mostraram que “qualquer contribuição dos navios de cruzeiro para o aumento dos níveis locais de vários poluentes atmosféricos como o SO2 e o PM10, é muito limitada” e que, em termos de quantidade de monóxido de carbono e de ozono na qualidade do ar local, “o impacto da atividade de cruzeiros revela-se mesmo insignificante”.

“Embora estes resultados sejam bastante positivos, continuamos a trabalhar para melhorar a sustentabilidade da atividade”, afirma Carlos Correia, presidente do Conselho de Administração do Porto de Lisboa.

De acordo com o responsável, “as questões de sustentabilidade ambiental são estratégicas para a tomada de decisão e, por esse motivo, o Porto de Lisboa tem um conjunto de ações em curso como: o fornecimento de energia em terra, monitorização da qualidade do ar e da água nas zonas envolventes do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, e a implementação de um sistema de avaliação e monitorização das taxas de emissões dos navios de cruzeiro durante a escala”.

“Estamos fortemente convencidos que Lisboa, enquanto porto e destino, garante uma resposta sustentável aos desafios que todos enfrentamos hoje e amanhã”, acrescenta Carlos Correia.

Já Sascha Gill, vice-presidente de Sustentabilidade da CLIA, realça que este estudo veio mostrar, pela primeira vez, “o reduzido impacto da atividade de cruzeiros na qualidade do ar na cidade de Lisboa, em comparação com outros modos de transporte”.

“Podemos ter a certeza que as medidas tomadas pela indústria para melhorar o seu desempenho ambiental estão a fazer a diferença e continuarão a fazê-lo em benefício das gerações futuras”, afirma o responsável da CLIA.

Sascha Gill refere ainda que “a indústria de cruzeiros continua a investir no desenvolvimento de novas tecnologias ambientais, como a transição para combustíveis mais limpos para ajudar a reduzir as emissões e aumentar a eficiência energética”.

 

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Nova erupção vulcânica na Islândia tem potencial para causar impacto nas viagens aéreas

A Islândia está à beira de uma nova erupção vulcânica, localizada perto de Grindavík, o que poderá ter impacto nas viagens aéreas nas próximas semanas, avançam os meteorologistas do AccuWeather.

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A Islândia está à beira de uma nova erupção vulcânica, localizada perto de Grindavík, o que poderá ter impacto nas viagens aéreas nas próximas semanas, avançam os meteorologistas do AccuWeather, em comunicado.

Segundo os meteorologistas, os efeitos desta erupção devem variar consoante o momento em que ela ocorrer, estimando-se, contudo, que venha a causar impacto na Escandinávia, assim como em toda a Europa, especialmente no norte e centro europeus.

“O momento de qualquer potencial erupção vulcânica será muito importante para determinar os impactos nas viagens aéreas”, alerta Jonathan Porter, meteorologista-chefe do AccuWeather.

O especialista prevê que, caso a erupção aconteça até esta quarta-feira, os ventos poderão “direcionar quaisquer cinzas para o leste, em direção à Escandinávia ou mesmo para o norte da Escandinávia”.

Já se acontecer até sexta-feira, está previsto que aconteça uma queda substancial na corrente de jato na Europa, o que poderá “direcionar quaisquer cinzas elevadas para partes do norte e centro da Europa”.

Se a erupção se verificar no fim-de-semana, a previsão é que “qualquer cinza presente bem acima do solo poderá ser direcionada oeste ainda mais em toda a Europa”.

Além do impacto na aviação, a erupção vulcânica na Islândia deverá levar ainda ao risco de má qualidade do ar perto do local da erupção, devido ao aumento do teor de enxofre.

“Se uma erupção ocorrer no início da semana, a redução da qualidade do ar pode até ser um problema perto da capital, Reykjavik, já que o solo próximo os ventos serão do sul, o que pode direcionar o ar poluído para partes da área de Reykjavik”, refere ainda o comunicado do AccuWeather.

Já se a erupção ocorrer perto do final da semana, com as mudança de direção prevista nos ventos próximos ao solo, há um risco reduzido de redução da qualidade do ar na capital islandesa, “embora as preocupações com a qualidade do ar persistam perto do local da erupção”.

Recorde-se que, em 2010, a erupção do vulcão Eyjafjallajökull, também na Islândia, causou um forte impacto na Europa e parou a aviação durante várias semanas, provocando fortes prejuízos.

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Companhia aérea de David Neeleman nos EUA pede slots para voar para Lisboa

A JetBlue, companhia aérea do antigo acionista da TAP David Neeleman nos EUA, solicitou slots para voar para o aeroporto de Lisboa no próximo verão, naquele que poderá vir a ser o quinto destino da companhia aérea americana na Europa.

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A JetBlue, companhia aérea do antigo acionista da TAP David Neeleman nos EUA, solicitou slots para voar para o aeroporto de Lisboa no próximo verão, naquele que poderá vir a ser o quinto destino da companhia aérea americana na Europa.

De acordo com a imprensa internacional, a JetBlue pediu slots para realizar dois voos diários para a capital portuguesa, que seriam utilizados em voos para Lisboa realizados com um avião Airbus A321LR.

Numa publicação no X, antiga rede social Twitter, a Ishrion Aviation avança que, no total, a JetBlue solicitou slots para a realização de 840 voos, o que permite a realização de dois voos diários, que poderão ter partidas de Boston ou Nova Iorque.

De acordo com a informação avançada, o objetivo da JetBlue é entrar em rotas que atualmente não têm grande concorrência e que a transportadora dos EUA possa realizar com um avião Airbus A321LR, de forma a ter menos custos e oferecer tarifas mais atrativas.

A publicação diz, no entanto, que a JetBlue ainda não recebeu uma resposta positiva por parte do aeroporto da capital portuguesa, pelo que a companhia aérea não confirmou ainda a intenção de vir a voar para Lisboa.

Recorde-se que a JetBlue voa atualmente para Paris e Amesterdão e já anunciou que, no verão de 2024, vai iniciar também operação para Dublin e Edimburgo, na Irlanda e Reino Unido, em rotas sazonais com partidas de Boston e Nova Iorque.

 

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Ryanair volta a pedir proteção dos sobrevoos durante greve de controladores aéreos franceses

A Ryanair lembra que, desde o início do ano, os controladores aéreos fizeram 65 dias de greves, mais de 13 do que em 2022, o que levou “as companhias aéreas a cancelar milhares de voos”, mesmo que essas ligações aéreas não tivessem como destino o país afetado pela greve.

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A Ryanair voltou este domingo, 19 de novembro, a apelar à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para que tome medidas de proteção dos sobrevoos durante uma nova greve dos controladores aéreos franceses, que decorre esta segunda-feira, 20 de novembro.

Num comunicado enviado à imprensa, a Ryanair lembra que, desde o início do ano, os controladores aéreos fizeram 65 dias de greves, mais de 13 do que em 2022, o que levou “as companhias aéreas a cancelar milhares de voos”.

“Isto é injusto. A França (e todos os outros estados da União Europeia) devem proteger os sobrevoos durante greves ATC [Air Traffic Controllers] , como fazem em Espanha, Itália e Grécia, e cancelar voos de/para o Estado afetado”, defende a Ryanair.

Recorde-se que há vários meses que a Ryanair vem a pedir à Comissão Europeia para que tome medidas que permitam a realização de sobrevoos durante as greves dos controladores aéreos, tal como acontece em alguns países, em que estes voos são controlados pelo Eurocontrol.

Em França, denuncia a Ryanair, a prioridade vai para os serviços mínimos e voos domésticos, os que leva ao cancelamento dos voos que atravessam o espaço aéreo do país, sempre que existem greves dos controladores aéreos e mesmo que estas ligações aéreas não tenham território francês como destino.

Por isso, a Ryanair vem apelar “à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para que tome medidas urgentes para proteger os sobrevoos e a liberdade de circulação dos cidadãos da UE durante greves ATC”, ao mesmo tempo que apela aos passageiros para que assinem a petição “Proteger Passageiros: Manter Petição EU Skies Open”, que conta já com mais de dois milhões de assinaturas.

“É totalmente inaceitável que este ano tenham ocorrido 65 dias de greves dos ATC (13 vezes mais do que em todo o ano de 2022), que causaram o cancelamento de milhares de voos num curto espaço de tempo, perturbando injustamente os planos de viagem dos passageiros da UE”, denuncia um porta-voz da companhia aérea.

Até à data, acrescenta o responsável da Ryanair, Ursula von der Leyen “não tomou qualquer medida nesse sentido”, apesar de milhares de passageiros europeus voltarem a ser afetados esta segunda-feira, 20 de novembro, pela nova greve dos controladores aéreos franceses, mesmo que os seus voos não tenham França como destino.

“Os passageiros da UE estão fartos de sofrer cancelamentos desnecessários de sobrevoos durante greves de ATC”, refere ainda o porta-voz da Ryanair, considerando que os mais de dois milhões de assinaturas que a petição lançada pela companhia aérea já contabiliza são a prova de que os passageiros estão fartos desta política.

“Não há desculpa para os passageiros da UE que não voam de/para o Estado-Membro afetado suportarem o fardo das greves do ATC que não lhes estão completamente relacionadas e Ursula von der Leyen deve pôr imediatamente termo a isto”, conclui o porta-voz da Ryanair.

 

 

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Air France-KLM em cooperação estratégica com produtor de SAF DG Fuels

O Grupo Air France-KLM adquiriu uma opção de compra de até 75.000 toneladas de SAF por ano durante um período multianual a partir de 2029. Esta opção surge por acréscimo ao contrato de aquisição a longo prazo anunciado pela Air France-KLM e pela DG Fuels o ano passado.

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O Grupo Air France-KLM anunciou mais um passo na sua cooperação com a DG Fuels, com a Air France a investir 4,7 milhões de dólares neste produtor de combustível de aviação sustentável (Sustainable Aviation Fuel, SAF sigla em inglês).

Este investimento da Air France-KLM corresponde a um desenvolvimento fundamental no reforço da parceria entre o Grupo Air France-KLM e a DG Fuels e vai apoiar a conclusão do trabalho de desenvolvimento necessário para chegar à Decisão Final de Investimento (FID, da sigla em inglês) da primeira fábrica de combustível de aviação sustentável da DG Fuels, que se vai situar no Louisiana (EUA).

O investimento agora anunciado confirma a ambição do Grupo de participar no financiamento de estudos de projetos que permitam o desenvolvimento de capacidades de produção de SAF a nível mundial, com o objetivo de estabelecer gradualmente uma rede diversificada capaz de satisfazer a procura mundial.

Além deste investimento, a Air France-KLM adquiriu uma nova opção de compra de até 75.000 toneladas de SAF por ano à DG Fuels, com entregas previstas para começar já em 2029.

O Grupo Air France-KLM tem como objetivo reduzir as suas emissões de CO2 por passageiro/km em 30% até 2030, face a 2019. A sua trajetória de descarbonização prevê a incorporação de um mínimo de 10% de SAF até 2030, bem como a renovação da frota e a eco-pilotagem.

“A Air France-KLM congratula-se com esta cooperação alargada com a DG Fuels. Apoiar a expansão da tecnologia avançada de conversão de resíduos em combustível de aviação é um passo crucial para o crescimento da indústria de SAF. É a primeira vez que a Air France-KLM faz um investimento financeiro num produtor de SAF e esperamos reforçar ainda mais a nossa parceria a longo prazo com a DG Fuels”, refere Constance Thio, vice-presidente executiva de Recursos Humanos e Sustentabilidade da Air France-KLM.

De referir que o pilar “ambiente do Grupo pretende desenvolver uma estratégia de descarbonização que visa reduzir as suas emissões por passageiro/quilómetro em 30% até 2030 – face aos níveis de 2019, o ano de referência. Para atingir este objetivo, a Air France-KLM está a ativar todas as ferramentas de descarbonização à sua disposição.

Entre essas medidas está a renovação da frota com aviões de última geração: Airbus A220, Airbus A350, Boeing 787, aeronaves mais eficientes em termos de combustível, produzindo até menos 25% de emissões de CO2, e com uma redução do nível de ruído de 33% em média. Até 2028, estes aviões vão representar 64% da frota do Grupo Air France-KLM, graças a um investimento anual de dois mil milhões de euros.

O aumento da utilização de combustível de aviação sustentável (SAF), que reduz as emissões de CO2 em pelo menos 75%, em média, durante o ciclo de vida do combustível e não compete com a cadeia alimentar, é outro dos pilares. Até 2030, o Grupo tem como objetivo incorporar pelo menos 10% de SAF em todos os seus voos, e 63% até 2050.

Quanto às medidas operacionais, as operações em terra, as medidas de eco-pilotagem e outras iniciativas possibilitadas pelas ações das tripulações da Air France-KLM e do pessoal de terra formado nestas práticas permitem uma redução média entre 4 a 5% das emissões de CO2.

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