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O épico regresso da Norwegian Cruise Line ao Mediterrâneo

Aceitámos o convite da Norwegian Cruise Line (NCL) para viajar no primeiro cruzeiro para vacinados do Norwegian Epic, um dos navios que marcaram o grande regresso da companhia de cruzeiros norte-americana ao Mediterrâneo.

Inês de Matos
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O épico regresso da Norwegian Cruise Line ao Mediterrâneo

Aceitámos o convite da Norwegian Cruise Line (NCL) para viajar no primeiro cruzeiro para vacinados do Norwegian Epic, um dos navios que marcaram o grande regresso da companhia de cruzeiros norte-americana ao Mediterrâneo.

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Aceitámos o convite da Norwegian Cruise Line (NCL) para viajar no primeiro cruzeiro para vacinados do Norwegian Epic, um dos navios que marcaram o grande regresso da companhia de cruzeiros norte-americana ao Mediterrâneo.

Norwegian Getaway e Norwegian Epic, no porto de Civitavecchia, Roma.

Civitavecchia, porto de Roma, 8 de setembro de 2021. Depois de mais de 500 dias de suspensão da atividade devido à COVID-19, a Norwegian Cruise Line (NCL) assinalou com uma cerimónia na capital italiana o regresso aos cruzeiros no Mediterrâneo, com o encontro no porto de Civitavecchia dos navios Norwegian Epic e Norwegian Getaway. Além do regresso dos navios à operação – respetivamente o quarto e quinto da frota da NCL a retomarem os cruzeiros – a cerimónia, que contou com a presença de Eamonn Ferrin, vice-president of International Business da NCL e Kevin Bubolz, vice-president e managing director Europe da companhia, bem como de Pino Musolino, responsável pelo porto italiano, marcou também a retoma dos itinerários por mais do que um país, algo que não tem sido fácil devido às restrições na sequência da pandemia.
O regresso à atividade, sublinhou Eamonn Ferrin, só foi possível porque a NCL estabeleceu um programa de saúde e segurança, denominado SailSAFE, com base nas recomendações de um painel de especialistas, que tem sido seguido à risca e que assenta em três pilares: segurança para tripulantes e passageiros, segurança a bordo e segurança em terra. Foi por isso que a companhia tornou obrigatória a vacinação de tripulantes e passageiros, assim como a realização de um teste rápido antes do embarque, reduziu a capacidade dos navios e criou um sistema de excursões em bolha, que vigora nos países onde os passageiros ainda não estão autorizados a deixar o navio e visitarem os destinos por sua iniciativa, como Itália. “Não tínhamos o objetivo de sermos os primeiros a regressar, tínhamos era o objetivo de fazer as coisas bem. Preferimos esperar um pouco mais, houve momentos em que poderíamos ter recomeçado, mas pensámos que não era a altura certa. Agora que estamos de regresso, é com a certeza de que temos tudo pronto”, explicou Kevin Bubolz.
Devido às restrições, a NCL foi obrigada a adaptar os itinerários, mas esta foi uma das poucas mudanças ditadas pela COVID-19, já que, a bordo, a experiência pouco se alterou, tal como o Publituris testemunhou entre 5 e 8 de setembro, durante uma press-trip no Norwegian Epic entre Barcelona e Roma, que contou com a participação de nove jornalistas de várias partes do mundo. Venha connosco descobrir o Norwegian Epic e conhecer a experiência num cruzeiro apenas para vacinados.

Segurança

O encontro com o Norwegian Getaway aconteceu quatro dias depois da partida do Norwegian Epic de Barcelona, em Espanha, e que marcou o regresso do navio ao porto onde estava baseado antes da pandemia. A partida da capital catalã – mais de 500 dias depois do início da pandemia – foi, também por isso, um momento marcante, que muitos passageiros fizeram questão de imortalizar em vídeo e fotografia.
Mas, para outros tantos, a emoção começou logo no terminal portuário, com os procedimentos de embarque, de que muitos passageiros tinham já saudades. “Obrigada por voltarem a navegar”, ouvia-se frequentemente entre os passageiros que, ansiosos, aguardavam a chamada para o teste rápido antes do embarque. “O teste é um pequeno preço que todos têm de pagar para poderem estar a bordo e viver a experiência de um cruzeiro”, explicou Nélson Martins, hotel director do navio, sublinhando que a principal preocupação da NCL é garantir a segurança de todos a bordo. Caso algum passageiro tenha um resultado positivo antes do embarque, é encaminhado para os hotéis-COVID-19, para uma quarentena de 14 dias e que será suportada pela companhia, caso o passageiro tenha um teste que comprove que estava negativo antes da chegada ao porto.
Como este era um cruzeiro apenas para vacinados – como tem acontecido com todos os cruzeiros da NCL desde o regresso, que aconteceu em julho, com itinerários no Norwegian Jade pelas Ilhas Gregas -, antes do teste foi preciso apresentar o certificado de vacinação, já que apenas os passageiros completamente vacinados há mais de 14 dias e com uma das quatro vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – Pfizer, Moderna, AstraZeneca ou Janssen – são autorizados a embarcar.
Certificado apresentado e teste realizado – com resultado negativo confirmado – era hora de subir a bordo do Norwegian Epic e começar a desfrutar de tudo o que este navio, com capacidade para 4.100 passageiros e 1.400 tripulantes, tem para oferecer e com toda a segurança, já que, além do uso obrigatório de máscara, a bordo é também mantido o distanciamento social de forma fácil, pois a ocupação do navio não ultrapassa, nesta fase, os 70%. Além destas medidas, a NCL reforçou também a limpeza e desinfeção, o que leva a que o Norwegian Epic, assim como os restantes navios da NCL, “sejam o sítio mais seguro do mundo”, como diz Nélson Martins, que considera que “nenhum outro destino é tão seguro quanto um cruzeiro”. “Não digo que os outros sítios não são limpos, mas não têm as medidas sanitárias que nós temos”, reforça, considerando que “o importante é que as pessoas continuem a ter umas férias fantásticas mas seguras”.

Experiência

Com tanta preocupação com a segurança, era de esperar que também a experiência dos passageiros pudesse ser afetada, mas tal não poderia estar mais longe da realidade, já que ela continua muito fiel à original. E Nélson Martins diz mesmo que, se alguma coisa mudou, terá sido até para melhor, pois a companhia reduziu o número de passageiros, mas não o de tripulantes. “Como reduzimos a ocupação, a experiência a bordo está até melhor, porque mantivemos o mesmo número de tripulantes para menos passageiros, o que quer dizer que o rácio entre passageiros/tripulantes aumentou”, afirma, revelando que os 1.400 tripulantes do Norwegian Epic foram vacinados no porto de Civitavecchia, ao abrigo de um acordo de cooperação entre as autoridades italianas e a companhia de cruzeiros.
Além dos tripulantes do Norwegian Epic, também os do Norwegian Gateaway foram vacinados em Civitavecchia, num total que rondou os três mil tripulantes da NCL e que ascendeu a perto de seis mil tripulantes, contabilizando as outras companhias de cruzeiros.
A bordo e além da redução da ocupação, foram feitos apenas pequenos ajustes, a exemplo dos turnos de refeições, que foram alargados até às 22h00, já que tudo o resto se encontra a funcionar em perfeita normalidade, dos restaurantes buffet ao Spa, passando pelas piscinas, casino e outras atividades de entretenimento.
Diferentes continuam, no entanto, as excursões em vários países europeus. Devido à COVID-19, países como Itália ou França continuam a exigir que as excursões sejam realizadas em ‘bolha’, de forma a restringir os contactos dos passageiros em terra, o que é visto como uma dificuldade acrescida pelas companhias. “Preferíamos que os passageiros pudessem visitar os destinos por sua própria iniciativa. Espero que isso venha a mudar, porque é uma dificuldade”, indica Nélson Martins, explicando que a situação é diferente em cada país e que, por isso, o regresso do Norwegian Epic ao Mediterrâneo é ainda mais especial, pois é o primeiro navio a realizar um itinerário por mais do que um país e com embarques em dois (Espanha e Itália, com saídas de Barcelona ou Civitavecchia). “Somos o único navio no Mediterrâneo a fazer mais do que um país e somos o único a fazer embarques em dois países. Nenhuma outra companhia está a fazer isso”, congratula-se.
Ainda assim, houve algumas adaptações no itinerário, uma vez que, acrescenta Kevin Bubolz, com as restrições em França, a NCL optou por aumentar as escalas em portos espanhóis – a exemplo de Palma de Maiorca, onde o Norwegian Epic se estreou a 6 de setembro -, em detrimentos dos portos franceses. É que, em Espanha, as excursões não têm necessariamente de decorrer em ‘bolha’ e os passageiros podem sair livremente do navio.

Futuro

A segurança e o facto da experiência a bordo se ter mantido praticamente te inalterada, têm levado muitos cruzeiristas a retomar as suas férias nestes navios. Ao Publituris, Kevin Bubolz explicou que a companhia de cruzeiros tem recebido um feedback positivo dos passageiros, que dizem ter escolhido a NCL para viajar porque a companhia conta com “um produto seguro, com regras consistentes” e porque optou por “realizar apenas cruzeiros onde toda a gente a bordo está vacinada”. “Sabemos que este é o sítio mais seguro da terra. Onde mais podemos ir e toda a gente está 100% vacinada e ainda por cima foi testada também? Creio que as pessoas estão a reconhecer o nosso esforço e é por isso que as reservas para o próximo ano estão muito acima do que alguma vez estiveram. A perspetiva é muito boa para o próximo ano”, admite o responsável, reconhecendo que a opção de tornar a vacinação obrigatória colocou a NCL em vantagem face a outras companhias, onde a garantia de segurança não conta com o conforto da vacina. “As hipóteses de apanhar COVID-19 dentro de um navio são 0,01%. Claro que não conseguimos controlar tudo, mas temos muitos procedimentos para garantir que isso não acontece”, acrescenta.
Por isso, revela ainda o responsável, as vendas para o próximo ano “estão a correr muito bem”, também porque “as pessoas acreditam que a situação vai estar melhor e que os governos vão levantar as restrições e deixem de impor quarentenas”. A única exceção são as Caraíbas, uma vez que muitos passageiros ainda aguardam que os EUA reabram as fronteiras aos turistas provenientes da Europa.
Mas a procura mostra, acrescenta o responsável, que o futuro dos cruzeiros deverá ser dourado, até porque, anualmente, existiam 30 milhões de cruzeiristas, que estarão agora desejosos de recuperar o tempo perdido. “Portanto, em dois anos de pandemia, são já cerca de 60 milhões de pessoas que deixaram de fazer um cruzeiro e isso nota-se, vemos que as pessoas têm muita vontade de viajar e ter uma experiência inesquecível”, explica Kevin Bubolz, considerando, por isso, que a NCL retomou a operação “na altura certa”.

Lisboa volta a entrar nas contas da NCL em 2022 e 2023

Tal como os restantes mercados, também Portugal tem dado uma boa resposta nas reservas e, como revela Kevin Bubolz, a NCL conta com várias reservas de cruzeiristas nacionais para os itinerários que assinalam a retoma. Apesar de ter uma pequena dimensão, o mercado português “tem vindo a crescer e é um mercado muito interessante”, onde a
companhia quer ganhar quota, motivo pelo qual tem vindo a fazer uma aposta no reforço da comunicação e promoção em território nacional.
Além da importância do mercado em termos de vendas, Portugal tem ganho também relevância para a NCL enquanto porto de escala e, no próximo ano, a companhia tem já prevista uma escala do Norwegian Star em Lisboa, a 27 de novembro, num transatlântico com destino ao Rio de Janeiro, Brasil. No ano seguinte, a NCL vai aumentar o número de
itinerários com escala em Portugal e conta que oito dos seus navios realizem escala na capital portuguesa, incluindo o Norwegian Prima, novo navio da companhia, que deverá entrar em operação em agosto de 2022.

Norwegian Epic, um navio especial

Inaugurado em 2010, o Norwegian Epic é, ainda hoje, um navio único e especial. Com mais de 329 metros de comprimento e capacidade para 4.100 passageiros, é o único da sua classe na frota da NCL e o único construído em França.
Além da dimensão, o Norwegian Epic conta também com características que fazem dele um navio especial, como o parque aquático que contou com o primeiro tobogã em alto mar, o bar de gelo, o espaço reservado a adultos Spice H2O, que é inspirado na ilha de Ibiza, ou Mandara Spa, que promete relaxar até os mais tensos. O navio conta ainda com mais de 20 restaurantes e bares, café Starbucks, casino e teatro, com espetáculos todas as noites.
No ano passado, o Norwegian Epic foi submetido a um processo de renovação, que aumentou para 75 o total de suites The Heaven, área de luxo que funciona sob o conceito de um hotel boutique e que conta com restaurante próprio, solário e piscina privada

 

 

 

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Delta Air Lines alarga voos diários entre Lisboa-Nova Iorque-JFK a todo o ano

Companhia aérea vai operar 14 voos semanais entre Portugal e os EUA este verão, oferecendo 440 lugares diários nos meses de pico da estação, o que corresponde a um aumento de 22% em lugares face ao verão de 2019.

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A Delta Air Lines vai passar a contar com voos diários na rota entre Lisboa e Nova Iorque -JFK ao longo de todo o ano, informou a companhia aérea norte-americana, que está a comemorar o 5.º aniversário do regresso da Portugal e que, a 3 e junho, retoma também as ligações entre a capital portuguesa e Boston.

“No total, a Delta vai oferecer 14 voos semanais entre Portugal e os EUA este verão, oferecendo 440 lugares diários nos meses de pico da estação, incluindo 50 lugares diários na Delta One. Este é um aumento de 22% em lugares face ao verão de 2019″, destaca a Delta Air Lines, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 27 de maio.

Os voos diários da Delta Air Lines durante todo o ano para Nova Iorque-JFK e o serviço de verão entre Boston e Lisboa vão ser operados em aviões Boeing 767-300 e em conjunto com os parceiros da joint venture transatlântica Air France, KLM e Virgin Atlantic.

“Portugal é um mercado importante para a Delta e um destino cada vez mais popular entre os turistas norte-americanos e mais além”, afirma Nicolas Ferri, Vice-Presidente da Delta para a Europa, Médio Oriente, África e Índia (EMEAI), revelando que a companhia tem “fortes reservas” por parte de clientes americanos, mas também de “viajantes portugueses ansiosos para visitar os EUA pela primeira vez em mais de dois anos”.

Entusiasmado com o anuncio do aumento da oferta da Delta Air Lines mostra-se também Francisco Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal/Vinci Airports, que refere que este “regresso ocorre num contexto de forte crescimento do tráfego aéreo entre os EUA e Portugal, com Lisboa a ultrapassar valores pré-covid e, em particular, evidenciando a importância que o destino Portugal tem vindo a assumir no mercado americano”.

Na rota entre Lisboa e Nova Iorque-JFK, os voos da Delta partem de Lisboa pelas 10h00, chegando à cidade norte-americana às 13h20. Em sentido contrário, a partida de Nova Iorque é às 19h55, para chegar a Lisboa pelas 08h00 do dia seguinte e sempre em horários locais.

Já a rota Lisboa-Boston parte da capital portuguesa pelas 12h45 e chega a Boston às 15h15, enquanto em sentido contrário a partida da cidade dos EUA decorre pelas 23h15, chegando a Lisboa às 10h45 do dia seguinte, também em horários locais.

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Eurowings Discover inaugura rota entre Frankfurt e o Porto Santo

Nova operação sazonal da Eurowings Discover conta com um voo por semana, às quintas-feiras, até 27 de outubro.

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A Eurowings Discover, companhia aérea do grupo Lufthansa, inaugurou esta sexta-feira, 27 de maio, uma nova rota sazonal direta entre Frankfurt, na Alemanha, e o Porto Santo, na Madeira, numa operação que se vai manter até 27 de outubro.

De acordo com um comunicado da ANA – Aeroportos de Portugal/Vinci Airports, esta nova operação é realizada em aviões Airbus 320, com 168 lugares, contando com uma ligação por semana, às quintas-feiras, num total de 23 voos com destino ao Porto Santo.

“Esta nova rota assume importância na oferta e diversificação do mercado turístico alemão para a ilha do Porto Santo.  Este voo regular vem assim contribuir fortemente para a recuperação, e reforço, deste mercado, já que as ligações com origem no mercado alemão para o aeroporto de Porto Santo não eram operadas desde o verão de 2020”, refere a ANA – Aeroportos de Portugal/Vinci Airports.

A nova operação resulta de um trabalho conjunto da ANA| VINCI Airports com o grupo Lufthansa no desenvolvimento de novas ligações para o aeroporto do Porto Santo, em coordenação com o Governo Regional da Madeira, Associação de Promoção da Madeira, e com o Turismo de Portugal.

“A chegada da Eurowings Discover, deixa-nos particularmente orgulhosos do trabalho desenvolvido para garantir que a ilha do Porto Santo tenha uma conectividade e uma oferta regulares que responda à crescente procura turística que resulta do dinamismo que a região da Madeira e a ilha do Porto Santo, em particular, têm demonstrado nos últimos anos”, considera Francisco Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal.

Já Rupert Kraus, Head of Network & Airport Relations da Eurowings Discover, destaca as “belas praias de areia e ótimo tempo” que fazem do Porto Santo um “destino de férias ideal” para os clientes da companhia aérea, até porque está a apenas quatro horas de voo desde Frankfurt.

“Foi com gosto especial que embarquei a bordo do nosso voo inaugural da Eurowings Discover de Frankfurt para Porto Santo, representando não só o primeiro voo para nós como nova companhia aérea dedicada a férias, como para todo o grupo Lufthansa. Porto Santo é uma grande adição ao mapa de destinos da Eurowings Discover e a toda a rede do Grupo Lufthansa”, acrescenta o responsável da companhia aérea.

Para o destino, a inauguração desta rota é também vista como uma notícia positiva, com Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura e presidente da Associação de Promoção da Madeira, a referir que “a entrada da Eurowings Discover no Porto Santo representa um reforço dos mercados de origem, com especial enfoque no alemão”.

“Com esta operação, a ilha ganha novas frequências que se estendem até ao final de outubro, o que responde ao desafio assumido pelo Governo Regional da Madeira de fazer crescer a época de verão, procurando esbater a sazonalidade na ilha do Porto Santo”, defende o governante regional.

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Procura por caravanas e autocaravanas aumenta cerca de 30% face a 2021

Se a procura por caravanas e autocaravanas aumentou 29% até abril, comparativamente ao período homólogo do ano passado, já a oferta registou uma evolução de 74%, face a 2021.

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De acordo com um estudo do OLX, baseado em dados retirados da plataforma e num inquérito aplicado aos seus utilizadores, em meados de maio, no qual analisa a evolução da procura e oferta de caravanas e autocaravanas em Portugal, a procura por caravanas, autocaravanas e serviços relacionados aumentou 29% em 2022, até abril, comparativamente ao período homólogo do ano passado. Relativamente à oferta deste tipo de veículos e serviços, verifica-se também um aumento de 74%, face a 2021.

O estudo indica que, atualmente, observa-se que uma grande maioria dos consumidores está disponível para desfrutar das suas férias numa caravana ou autocaravana (69%). “A possibilidade de alugar uma caravana ou autocaravana é uma opção viável para 66% dos inquiridos, sendo que 34% considera que a compra de um veículo desta tipologia traz mais benefícios”, refere o estudo.

“A pandemia fez disparar a procura por caravanas e autocaravanas em Portugal nos últimos anos. Cada vez são mais as pessoas que investem em formas flexíveis de viajar e apostam na opção do turismo ao ar livre. Neste momento, 43% dos consumidores inquiridos prefere estar de férias numa caravana ou autocaravana, em vez de hospedar-se num resort com tudo incluído, apanhar banhos de sol na praia ou piscina, entre outras opções de férias tradicionais”, explica Sebastiaan Lemmens, diretor-geral do OLX Portugal.

No geral, de janeiro de 2021 a abril de 2022, a procura por caravanas e autocaravanas centra-se sobretudo em Lisboa (33%), Setúbal (16%) e Braga (9%). No caso da oferta de veículos desta tipologia, esta está em linha com a procura, concentrando-se particularmente em Lisboa (33%), Setúbal (15%) e Braga (9%).

“Economizar nas viagens de férias em família (42%), incentivar o turismo improvisado e itinerante (33%) e a facilidade de transportar os animais de estimação (7%) são destacadas também pelos utilizadores como as principais vantagens de viajar numa caravana ou autocaravana. Quanto às regiões eleitas pelos consumidores, 34% responde que optaria pelo sul do país e 25% escolheria aventurar-se pela Europa com estes veículos”, conclui ainda o estudo.

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Lisbon Helicopter celebra 8.º aniversário

Empresa de animação turística mudou de estratégia operacional depois de retomar a atividade na sequência da pandemia e está a registar um crescimento “exponencial” da sua faturação.

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A Lisbon Helicopters, empresa que animação turística que promove passeios de helicóptero na capital, comemora no final de maio o seu 8.º aniversário, período ao longo do qual a empresa “teve um papel determinante na evolução e desenvolvimento da categoria de turismo de valor acrescentado na região de Lisboa”.

Num comunicado enviado à imprensa, a Lisbon Helicopters explica que, com a pandemia, que levou ao encerramento da atividade da empresa durante algum tempo, tendo sido retomada em setembro do ano passado, houve a necessidade de mudar a estratégia operacional, de forma a posicionar o “negócio junto dos operadores turísticos locais e internacionais, entidades oficiais e hotelaria da região de Lisboa”.

Com a mudança de estratégia operacional, a Lisbon Helicopters tem vindo a assistir a um crescimento exponencial da sua faturação, assim como a nível operacional, tendo a empresa crescido já mais de 80% só no último trimestre de 2021, numa rota de crescimento que se mantém também nos primeiros meses de 2022 e que a empresa espera que continue no futuro.

“O nosso foco está na criação de experiências únicas que permitam aos nossos clientes terem algo para contar. A nossa equipa tem vindo a trabalhar incessantemente dia após dia na melhoria da satisfação dos clientes, procurando criar uma oferta turística que mais nenhum outro operador consegue proporcionar em Lisboa. São 8 anos de operação que não vão ficar por aqui, e que conta com planos de crescimento sustentado par aos próximos anos”, refere Duarte Moreira, Business Unit Sales Director da Lisbon Helicopters.

Na informação divulgada, a Lisbon Helicopters lembra que disponibiliza “uma oferta única de valor indiscutível”, sendo possível conhecer Lisboa de helicóptero em passeios desde 15 minutos.

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Interesse por viagens longo curso melhora, mas lentamente, revela barómetro da ETC

O mais recente barómetro da European Travel Commission revela que o interesse pelas viagens de longo curso melhorou na globalidade, mas mantém-se ainda abaixo dos níveis pré-pandémicos. Dos mercados inquiridos, só o Brasil mostra crescimentos de assinalar.

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De acordo com o barómetro de viagens longo curso (Long-Haul Travel Barometer 2/2022) da European Travel Commission (ETC), o interesse por viagens para a Europa provenientes de vários mercados de origem permanece abaixo dos níveis pré-pandemia, embora reconheça que “melhorou um pouco em comparação com um ano atrás”.

No documento, que analisa o sentimento dos viajantes para o verão de 2022 (maio-agosto), e que observou as intenções e viagem de seis mercados emissores – Brasil, Canadá, China, Japão, Rússia e EUA -, embora o conflito na Ucrânia tenha criado novos desafios para o setor das viagens europeu, o barómetro da ETC indica que o conflito “parece ter tido um impacto limitado no sentimento na maioria dos mercados de origem de longa distância”, exceto na China e na Rússia, com a maioria dos entrevistados (76%) afirmando que o conflito não afetou sua intenção de viagem.

Os resultados mostram que as preocupações com a COVID-19, os custos relacionados a viagens e a falta de conexões de viagem convenientes são os principais impedimentos para viagens de longa distância neste verão.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que, “o sentimento de viagens longo curso está a melhorar gradualmente, à medida que o mundo continua a recuperar da pandemia”, reconhecendo, contudo, “a um ritmo lento”.

“É animador que o conflito em curso na Ucrânia não se tenha tornado outro impedimento para viagens internacionais para a Europa”, refere Luís Araújo no comunicado da ETC. O presidente da entidade europeia salienta ainda que “a Europa continua a ser um destino de viagem seguro e atraente. No entanto, as consequências do conflito, como o aumento do custo de vida e os custos relacionados com as viagens, estão a dificultar a recuperação do setor”. Por isso reconhecer que, “promover a Europa nos mercados externos e restaurar a mobilidade internacional será crucial para a recuperação do setor em 2022”.

Os mais impactados
Devido ao conflito na Ucrânia e consequentes sanções aplicadas à Rússia, o número de turistas russos com interesse em visitar a Europa atingiu o valor mais baixo (78 pontos), correspondendo a um valor significativamente menor do que o sentimento expresso durante a primeira vaga da COVID-19 (87 pontos em maio-agosto de 2020), quando a maioria dos países europeus se encontrava em bloqueios rigorosos.

No curto prazo, refere o relatório da ETC, “mais da metade dos russos inquiridos (60%) não planeia viajar para fora da Comunidade de Estados Independentes (CEI)”. Entre os poucos russos (20%) que têm planos para viajar, mas não para a Europa, 9% afirmaram que a situação atual impactou negativamente o interesse em visitar a Europa nos próximos meses, enquanto 7% ainda consideram a região um destino atraente e adoraria visitá-lo no futuro.

O conflito em curso na Ucrânia também dissuadiu os chineses (19%) de visitar a Europa. No entanto, a guerra não é a principal preocupação dos viajantes chineses avessos ao risco. Surtos recentes da Ómicron e a abordagem estrita de COVID-zero estão a dificultar as viagens outbound (30%). Ainda assim, o sentimento para visitar a Europa aumentou ligeiramente (+6 pontos) em comparação com o verão passado. Esse número deve melhorar ainda mais no final do ano, quando se espera que a China remova as restrições às viagens internacionais. “O apelo das cidades europeias fortaleceu-se entre os residentes chineses em comparação com os números de 2021, com um aumento notável no interesse para explorar vários tipos de destinos europeus (por exemplo, costeiros, metropolitanos, rurais, etc.)”, refere o barómetro da ETC.

Turistas americanos mantêm interessa, mas …
Já do outro lado do Atlântico, o sentimento para viajar nos EUA manteve-se estável no verão passado (109 pontos), embora o interesse por visitar a Europa tenha registado um ligeiro recuo (93 pontos). De acordo com os resultados da análise, esta tendência prende-se, sobretudo, “com a preocupação com o impacto da inflação nas finanças pessoais e com o aumento das despesas de deslocação”.

Junho e agosto serão, provavelmente, “os meses mais populares para os americanos que planeiam férias na Europa”, reconhece a ETC. No entanto, mais de metade dos americanos que declararam a intenção de viajar para a Europa durante a temporada de verão ainda não reservaram as suas passagens aéreas, sugerindo que “as reservas de última hora serão um fator de destaque nesse mercado devido à incerteza económica e geopolítica”.

Os canadianos mostram uma hesitação semelhante relativamente à época para viajar para a Europa, verificando-se que somente 30% reservam bilhetes para o verão de 2022.

O interesse por parte dos inquiridos no Canadá aponta para destinos costeiros e metropolitanos com França, Itália e Reino Unido como os países mais populares para visitar.

Brasil mais otimista
No Brasil parece existir uma atitude “mais otimista em relação a viagens de longa distância para a Europa (101 pontos)”. A retoma dos voos para destinos europeus populares influenciou positivamente o sentimento de viagem, com 1 em cada 2 brasileiros a preparar-se para visitar a Europa nos próximos quatro meses.

45% já reservaram os seus bilhetes de avião, sendo julho e agosto os meses de férias mais populares. Os brasileiros preferem destinos localizados no litoral, assim como viagens para as montanhas, com o comboio a constituir o serviço de transporte preferido para passear pelo continente.

Japão continua em baixa
Apesar de um aumento marginal, o entusiasmo japonês por viagens de longa distância permanece baixo (79 pontos), apesar do interesse por visitar a Europa ser um pouco maior (93), mas apenas 14% dos inquiridos planeiam fazer uma viagem à região no verão de 2022.

41% dos japoneses inquiridos salientaram as más conexões entre a Europa e o Japão como o principal motivo para não visitar o continente, realidade esperada após o cancelamento recente de muitos voos entre os dois destinos devido a preocupações sobre o uso do espaço aéreo russo com a guerra na Ucrânia.

O barómetro da ETC destaca, contudo, que, para aqueles que desejam fazer viagens mais longas para chegar à Europa, Itália, França, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os destinos mais atraentes.

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Ryanair espera “ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”

Numa conferência de imprensa em Lisboa, Michael O’Leary, CEO da Ryanair, revelou que a companhia aérea está a lutar com a easyJet pelos slots libertados pela TAP, mostrando-se confiante será possível “ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”

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A Ryanair espera ficar com todos os 18 slots abandonados pela TAP e que vão ser distribuídos até final de junho, com Michael O’Leary, CEO da companhia aérea, a revelar que, além da Ryanair, também a easyJet está na luta por estas faixas horárias no aeroporto de Lisboa.

“As licitações para os slots fecharam há cerca de três semanas. Ryanair e easyJet estão a lutar pelos slots”, adiantou o responsável esta quarta-feira, durante uma conferência de imprensa em Lisboa, onde se mostrou confiante de que a companhia aérea vai conseguir alcançar este objetivo.

De acordo com a Lusa, que cita as declarações do responsável, a Ryanair espera ter vantagem sobre a easyJet na atribuição dos slots e apresentou mesmo o argumento de que a easyJet “cobra tarifas muito mais altas do que a Ryanair” e reduziu os seus voos em Lisboa, Faro e Porto.

“Esperamos ficar com todos os ‘slots’ que vão ser distribuídos até ao fim de junho”, sublinhou o responsável, explicando que, com essas faixas horárias, a Ryanair poderá “colocar mais três aeronaves em Lisboa no inverno”.

Segundo Michael O’Leary, se ganhar os 18 slots que estavam a concurso no aeroporto de Lisboa, a Ryanair pode aumentar para 10 o número de aeronaves no aeroporto da capital no próximo inverno e sete no verão seguinte.

“Somos a única companhia aérea que demonstrou um compromisso com Portugal para utilizar todos os nossos aviões durante todo o ano”, vincou ainda o responsável da Ryanair na conferência de imprensa.

Michael O’Leary acredita, no entanto, que a TAP vai ser obrigada a abandonar mais slots no aeroporto de Lisboa quando a situação voltar ao normal e a procura por viagens aéreas regressar, garantindo que a Ryanair vai querer igualmente ficar com essas faixas horárias.

“A TAP vai perder mais ‘slots’ e nós vamos querer esses ‘slots’ e crescer mais aqui na Portela, além de Madeira, Porto e Faro”, acrescentou, reivindicando que a Ryanair já é a companhia aérea “número um” em Portugal, uma vez que estima transportar mais de 13 milhões de passageiros de e para Portugal em 2022, ultrapassando a TAP.

A Ryanair prevê também, para este ano, um regresso ao lucro, com o CEO da companhia aérea a mostrar-se “muito esperançoso” num crescimento ao nível dos resultados, ainda que não queira, por enquanto, avançar números concretos.

“Estamos muito esperançosos que neste ano tenhamos lucro, mas não sabemos quanto, ainda. Ainda há muita incerteza quanto à covid-19 e à Ucrânia”, referiu, apontando, contudo, uma para uma recuperação do lucro pré-pandemia – 1.002 milhões de euros no ano fiscal que terminou em março de 2020.

A Lusa recorda que o concurso para atribuição dos 18 slots que foram abandonados pela TAP na sequência da aprovação do plano de reestruturação da companhia aérea pela Comissão Europeia arrancou no final de fevereiro e a data final para apresentação de propostas terminou a 12 de maio, sendo esperada uma decisão para junho. Já o acordo de transferência das faixas horárias deverá ser assinado a 25 de julho e o arranque da operação está previsto para 30 de outubro.

 

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Viagens corporate pressionadas pela sustentabilidade

Após dois anos de pandemia, antecipava-se uma evolução nas viagens de negócios. A preocupação com a sustentabilidade e redução das emissões, contudo, poderão servir de travão a essa retoma.

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Depois de quase dois anos quase totalmente adormecido, o segmento de viagens de negócios está recuperar. Contudo, isso pode ser um efeito temporário, após a necessidade reprimida de reconectar pessoalmente a parceiros que estavam disponíveis apenas por meio de videochamadas, já que à medida que as grandes corporações procuram reduzir as emissões, as viagens de negócios podem vir a ser prejudicadas.

Antes da pandemia, as viagens corporativas eram uma indústria que valia 1,4 biliões de dólares (cerca de 1,31 biliões de euros). Na recente edição do Business Travel do Airline Sustainability Benchmarking Report 2021, elaborado pelo CAPA – Center for Aviation, e da Envest Global, sugere-se que este pode ser um aumento temporário, revelando que a recuperação geral das viagens de negócios será diluída, à medida que as empresas são cada vez mais pressionadas a cumprir as metas na redução nas emissões de carbono.

A necessidade de viagens de longa distância, responsável por 40% das emissões do setor da aviação, e principalmente viagens em cabine premium, será cada vez mais escrutinada. Isto sem falar nas análises feitas pelos CFO (Chief Executive Officer) no dinheiro que pode ser economizado ao reduzir o número de funcionários a viajar pelo mundo.

No relatório, a Envest Global identificou um padrão emergente consistente. Das mais de 100 corporações que estão entre os viajantes corporate mais proeminentes em todo o mundo, um terço estabeleceu metas de redução de emissões.

Os objetivos traçados devem ser atingidos entre 2025 e 2030, muito tempo antes de o combustível de aviação sustentável (SAF) se tornar suficientemente disponível ou as tecnologias de propulsão de emissão zero se tornem uma realidade comercial.

Os analistas admitem que as empresas estão a ser cada vez mais responsabilizadas por investidores preocupados com relatórios ESG, de modo a garantir que as metas de sustentabilidade sejam alcançadas. Isso significa que o setor aéreo enfrentará um desafio real à medida que essas pressões aumentam.

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Air France-KLM inicia codeshare com IndiGo

Anunciado em dezembro de 2021, o acordo de codeshare entre Air France, KLM e IndiGo dá acesso a 30 novos destinos na Índia por parte do grupo europeu e mais de 300 destinos aos clientes da companhia aérea indiana.

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Depois do levantamento das restrições de viagem na Índia e da aprovação pelo Governo indiano, a Air France-KLM e a IndiGo, principal companhia aérea da Índia, acabam de implementar o acordo de codeshare anunciado em dezembro de 2021.

Com esta nova parceria, a Air France e KLM vão poder oferecer o acesso a 30 novos destinos na Índia, com muitas combinações possíveis de ida e volta, tanto em viagens de lazer como de negócios.

Em comunicado, informa-se que os voos das Air France, KLM e IndiGo vão poder ser “agregados numa única reserva e os membros do programa de fidelização Flying Blue também podem acumular milhas em todas as rotas cobertas pelo acordo”.

De referir que a Air France e a KLM já servem quatro destinos na Índia a partir dos seus hubs em Paris e Amesterdão: Deli, Mumbai, Chennai e Bangalore.

Os clientes da IndiGo que viajam a partir de várias regiões na Índia vão aceder à rede mundial da Air France e da KLM com mais de 300 destinos, incluindo mais de 120 na Europa e cerca de 50 nas Américas.

Os voos codeshare já estão disponíveis para reserva em airfrance.pt, klm.pt e IndiGo em alguns destinos selecionados, sendo que, até ao verão, serão ampliadas as vendas para todos os 30 destinos previstos.

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Tráfego aéreo entre EUA e Europa aumenta 1.003% em abril de 2022 face a 2021

O mês de abril registou um assinalável aumento dos voos entre os EUA e a Europa. No total, voaram 4,29 milhões de pessoas entre os dois destinos, correspondendo a um crescimento superior a 1.000% face a igual mês de 2021.

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O tráfego aéreo dos EUA de e para a Europa atingiu o pico de 4,29 milhões de passageiros, representando um aumento de 1.003% em relação a abril de 2021, revelou o National Travel and Tourism Office (NTTO).

Em comunicado, a NTTO revela os principais países para onde os americanos viajaram no mês de abril de 2022, aparecendo o México em primeiro lugar (3,09 milhões), seguido do Canadá (1,68 milhão), Reino Unido (1,19 milhão), República Dominicana (793.000) e Alemanha (653.000).

Os dados da Statista revelam, por sua vez, que o número de viagens de saída dos Estados Unidos para a Europa, em 2020, foi de 2,32 milhões para a Europa Ocidental seguida pelo Norte da Europa com 2,03 milhões de viagens, enquanto os destinos do sul da Europa e do Mediterrâneo contaram com cerca de 1,66 milhão de voos operados. Além disso, a Europa Central e Oriental registaram o menor número de viagens operadas, cerca de 620.000.

Por outro lado, o número de visitantes aos Estados Unidos provenientes dos países da Europa Ocidental atingiu o pico de 14,56 milhões antes do início da pandemia. Em 2020, esse número caiu 85%, atingindo somente os 2,22 milhões, para cair ainda mais para 1,7 milhão, em 2021.

No ano passado, o número de europeus ocidentais que viajaram viajando para a UE caiu 23,4% em comparação com 2020 e 88,3% em relação aos níveis pré-pandemia.

O maior recorde de visitas de europeus aos Estados Unidos na última década foi registado em 2015, com um total de 14,8 milhões de visitantes, conforme revelam os dados da Statista.

Os dados da NTTO mostram ainda que as chegadas e partidas de passageiros internacionais atingiram quase a 15,5 milhões, em abril de 2022, representando um aumento de 167% em relação ao período correspondente de 2021. No entanto, os dados indicam que o número de passageiros atingiu 73% dos níveis pré-pandémicos.

Os principais aeroportos a operar voos internacionais foram Nova Iorque (JFK) com 2,15 milhões de chegadas e partidas, seguido por Miami (MIA) com 1,77 milhão, Los Angeles (LAX) com 1,27 milhão, Newark (EWR) com 1,03 milhão e Chicago (ORD) com 860.000.

Além disso, os aeroportos estrangeiros mais frequentados pelos norte-americanos foram Cancun (CUN) com 1,1 milhão, London Heathrow (LHR) com 1,06 milhão, Toronto (YYZ) com 738.000, e Cidade do México (MEX) com 606.000 e Paris (CDG) com 581.000.

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Comparticipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta já foi aprovada

Proposta prevê que o executivo promova “os procedimentos necessários para a viabilização da antecipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta, de modo a garantir a sua certificação enquanto aeroporto internacional”.

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A votação na especialidade do Orçamento do Estado 2022 (OE2022), que decorreu segunda-feira, 23 de maio, na Comissão de Orçamento e Finanças, aprovou a comparticipação pelo Governo, através da empresa pública NAV Portugal, do pagamento do projeto execução de ampliação da pista do aeroporto da Horta, para lançamento do concurso.

De acordo com a Lusa, a votação aprovou uma proposta do Partido Socialista (PS) que visa a alteração sobre a ampliação da pista do aeroporto da Horta, contando com os votos a favor de todos os partidos à exceção da Iniciativa Liberal, que se absteve.

A Lusa lembra também que a proposta Orçamento já previa que o executivo promova “os procedimentos necessários para a viabilização da antecipação da ampliação da pista do aeroporto da Horta, de modo a garantir a sua certificação enquanto aeroporto internacional, de acordo com as normas da Agência Europeia para a Segurança da Aviação”.

“O Governo comparticipa, através da empresa pública NAV Portugal, o pagamento do projeto execução de ampliação da pista do aeroporto da Horta, para lançamento do respetivo concurso, a executar nos termos definidos pelo Grupo de Trabalho para o Estudo e Avaliação da Melhoria da pista do Aeroporto da Horta”, acrescenta a iniciativa socialista.

Recorde-se que os deputados começaram esta segunda-feira a votar, na especialidade, a proposta do OE2022 e as cerca de 1.500 propostas de alteração apresentadas pelos vários partidos, sendo que a discussão do documento na especialidade vai estende-se por toda a semana, com debate de manhã e votações à tarde. A votação final global está agendada para sexta-feira, dia 27 de maio.

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