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Comissão Europeia faz avaliação das medidas da UE para o setor do turismo

Depois do impacto que a pandemia teve no setor do turismo, o Parlamento Europeu quer que a Comissão avalie as medidas que foram adotadas para facilitar as viagens.

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Terminado o verão, o Parlamento Europeu (PE) quer que a Comissão avalie as medidas que foram adotadas para facilitar as viagens, incluindo o impacto do Certificado Digital COVID-19 da União Europeia (UE) no setor do turismo.

O debate em plenário realiza-se na terça-feira, dia 5 de outubro, a partir das 20h30 (hora em Estrasburgo, 19h30 em Lisboa).

No site da União Europeia estão algumas das perguntas dos eurodeputados à Comissão Europeia:

  • Nesta fase, que conclusões pode a Comissão apresentar sobre a introdução do Certificado Digital COVID-19 da UE e o seu impacto no setor do turismo durante a época de verão de 2021? Em relação ao mesmo período do ano anterior, é possível quantificar o êxito do certificado tendo em conta o número total de viagens realizadas? Quais foram as dificuldades encontradas pelos Estados-Membros e pelos viajantes? A Comissão identificou algumas diferenças geográficas significativas entre os Estados-Membros e as regiões no que se refere ao impacto dos certificados no setor do turismo?
  • Pode a Comissão apresentar uma panorâmica sobre a aplicação do selo de segurança COVID-19 para o setor do turismo europeu? Quantas empresas no setor do turismo receberam este selo? De que modo a Comissão apoiou a introdução do selo entre as empresas do setor do turismo em termos de recursos financeiros e técnicos especializados? Que iniciativas foram adotadas para promover e divulgar o selo?
  • Na sequência das conclusões sobre o recomeço das viagens durante o verão, que medidas tenciona a Comissão adotar para apoiar o ecossistema do turismo, em particular para evitar as incertezas com que se deparam as empresas do setor e os viajantes no que diz respeito às restrições às viagens
  • Pode a Comissão apresentar uma panorâmica sobre o apoio prestado até à data, em consonância com o Pacto Ecológico, às empresas do setor do turismo na sequência da pandemia, bem como sobre o seu montante total? Como pode ser facilitado o acesso das microempresas e das PME ao financiamento da UE? Qual é a atual taxa de desemprego no setor do turismo e quantas pessoas perderam os seus postos de trabalho durante a pandemia.
  • Recorde-se que o setor do turismo da UE foi severamente afetado pela crise decorrente da pandemia de COVID-19, que provocou um défice de investimento de 161 mil milhões de euros em 2020, afetando negativamente todo o ecossistema do turismo, em particular os 27 milhões de pessoas que direta e indiretamente trabalham neste setor.

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    Embratur quer atrair mais turistas para o interior do Brasil

    A Embratur está a promover novos destinos e atrações culturais, históricas e naturais mais acessíveis do interior do Brasil com o objetivo de atrair mais turistas. 

    A Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo está a promover novos destinos e atrações culturais, históricas e naturais mais acessíveis do interior do Brasil com o objetivo de atrair mais turistas.

    “O interior do Brasil está repleto de destinos bonitos, cheios de natureza e de paz – elementos que sabemos que os turistas têm procurado mais, muito em parte devido à pandemia”, explica Carlos Brito, presidente da Embratur, para destacar que “nestes destinos, que acabam sempre por ser mais económicos e acessíveis financeiramente, é possível receber famílias, casais e turistas vindos de todo o mundo”. 

    A Embratur reuniu, assim, cinco sugestões de destinos, roteiros, atividades e atrações turísticas, com informação útil, que se podem descobrir no interior do território brasileiro, nomeadamente no Estado de Minas Gerais, como Inhotim, com o seu museu de arte contemporânea e Jardim Botânico; a Estada Real, a maior rota turística do Brasil, com os mais de 1.600km de extensão; e as cidades de Ouro Preto, Diamantina e Congonhas. 

     

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    OMS diz que risco global da Ómicron é “muito alto” e Japão fecha

    A nova variante da COVID-19 está sob escrutínio de todas as entidades mundiais. Para a OMS, esta nova variante possui um risco “muito alto”. Entretanto, o Japão é dos mais recentes a fechar fronteiras.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou este domingo, 28 de novembro, que o risco global representado pela nova variante Ómicron do coronavírus é “muito alto”.

    Num relatório sobre esta nova variante do SARS-CoV-2, a OMS admite que “pode haver novas vagas de COVID-19 com consequências graves, dependendo de muitos fatores, como os locais onde essas ondas ocorrem”, acrescenta.

    Neste momento, a OMS refere estar a coordenar um grande número de investigadores “para conhecer melhor o Omicron”, indicando que os estudos atualmente em andamento, em breve, “incluirão avaliações de transmissibilidade, gravidade da infeção (incluindo sintomas), desempenho de vacinas e testes de diagnóstico e eficácia dos tratamentos”.

    O Japão foi um dos mais recentes países a anunciar que vai fechar as fronteiras a todos os visitantes estrangeiros devido à variante Omicron da COVID-19, três semanas após ter flexibilizado algumas restrições para permitir a entrada de viajantes de negócios e estudantes.

    “Proibiremos todas as (novas) entradas de estrangeiros de todo o mundo a partir de 30 de novembro”, disse o primeiro-ministro nipónico, Fumio Kishida.

    Relativamente aos japoneses que regressam de nove países da África Austral e de países onde foram relatadas infeções com a nova variante terão de ser submetidos a “medidas rigorosas de isolamento de acordo com os riscos”, disse Kishida.

    O Japão, que tem tido restrições fronteiriças desde o início da pandemia, facilitou as medidas para viajantes de negócios, estudantes e estagiários estrangeiros no início de novembro, mas continua fechado aos turistas.

    O governo japonês anunciou na sexta-feira que iria prolongar a quarentena hoteleira para dez dias para os visitantes do Botswana, Eswatini, Lesoto, Namíbia, África do Sul e Zimbabué que chegassem ao Japão, estendendo a medida agora a visitantes que chegavam do Malawi, Moçambique e Zâmbia.

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    El Corte Inglés cria espaço para clientes turistas para devolução imediata do ‘Tax Free’

    O “Tax Free Lounge” do El Corte Inglés possui uma máquina de reembolso da Global Blue para que o cliente com acesso a “tax free” possa aceder antecipadamente ao IVA das suas compras, de forma mais rápida e cómoda, evitando este processo no aeroporto..

    O El Corte Inglés inaugurou recentemente um novíssimo espaço “International Desk” nos Grandes Armazéns de Lisboa, com serviço premium personalizado e cuja principal novidade é a possibilidade de os turistas receberem de imediato a devolução do IVA após as suas compras.

    No “Tax Free Lounge”, existe uma máquina de reembolso da Global Blue para que o cliente com acesso a “tax free” possa aceder antecipadamente ao IVA das suas compras, de forma mais rápida e cómoda, evitando este processo no aeroporto.

    Esta máquina permite o reembolso imediato de qualquer compra feita no El Corte Inglés ou noutro estabelecimento comercial em Portugal, podendo ser efetuado em dinheiro, cartão de crédito ou Alipay, sendo valido apenas para quem pretender sair da União Europeia, a partir de Portugal, num prazo máximo de 21 dias após as suas compras.

    Apesar da devolução antecipada do IVA, o El Corte Inglés informa que “o cliente necessita à mesma de obter a validação do ‘Tax Free’ junto da alfândega no aeroporto”.

    Este novo espaço, com gabinetes privados, dispõe de equipas multilíngues para um atendimento personalizado a clientes estrangeiros e ainda serviço de “Personal Shopper” para acompanhar os turistas nas suas compras.

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    Aldeias Históricas de Portugal são o ‘melhor destino português’

    As Aldeias Históricas de Portugal foram distinguidas como o melhor destino português na sexta edição dos prémios ‘Gente Viajera al Turismo Extremeño’.

    As Aldeias Históricas de Portugal acabam de ser distinguidas como o melhor destino português na sexta edição dos prémios ‘Gente Viajera al Turismo Extremeño’, promovidos pela rádio espanhola Onda Cero Extremadura, que decorreu em Cáceres. 

    Estes prémios visam reconhecer o valor do setor turístico e a profissionalização de um setor que tem cada vez mais peso na economia. Os premiados são escolhidos por um comité composto por especialistas da área. 

    As Aldeias Históricas de Portugal acumulam, assim, mais uma distinção, após o seu novo filme promocional ter recebido o prémio de Melhor Filme de Turismo do Mundo, na maior competição de filmes de turismo à escala mundial, os ‘World’s Best Tourism Film Awards – CIFFT Circuit’.  

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    OMT: 46 destinos mantêm fronteiras totalmente fechadas aos turistas

    A OMT revela, no seu relatório sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira, que um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional.

    Um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional, e destes, 26 mantêm-se completamente fechados pelo menos desde o final de abril de 2020, revela o relatório da OMT sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira. 

    O documento da Organização Mundial do Turismo conclui que outros 55 (25% de todos os destinos em todo o mundo) continuam comas suas fronteiras parcialmente fechadas ao turismo internacional, e 112 (52% exigem à chegada aos turistas teste PCR ou antigéneo. 

    A OMT destaca, no relatório divulgado na sua página de internet, que 85 destinos (39% de todos os destinos no mundo) abrandaram as restrições para turistas internacionais totalmente vacinados, mas apenas quatro destinos levantaram até agora todas as restrições relacionadas com a Covid-19 (Colômbia, Costa Rica, República Dominicana e México). 

    “Abrandar ou suspender medidas com segurança é essencial para que o turismo seja retomado”, afirmou o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, na publicação. 

    “Os desafios contínuos colocados pela pandemia indicam a importância de as autoridades nacionais garantirem que procedimentos e requisitos possam ser geridos de maneira oportuna, confiável e consistente em todos os sistemas e plataformas de informação, para manter a confiança e facilitar ainda mais a mobilidade internacional”, concluiu Zurab Pololikashvili. 

    Como nas edições anteriores da pesquisa, este último relatório mostra que as diferenças regionais em relação às restrições de viagem permanecem. A Ásia/Pacífico continua a ser a região com mais restrições em vigor, com 65% de todos os destinos totalmente fechados, enquanto a Europa é a região do mundo mais aberta aos turistas internacionais (7% das fronteiras totalmente fechadas), seguida da África (9%), das Américas (10%) e do Médio-Oriente (15%). 

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    UE leva muito a sério nova variante e vai atuar rapidamente (c/ vídeo)

    Depois de conhecidas as notícias sobre a nova variante altamente mutante na África do Sul, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que a UE está a “levar muito a sério” esta questão.

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    A presidente da Comissão Europeia afirmou esta sexta-feira, 26 de novembro, que a União Europeia (UE) está a “levar muito a sério” a nova variante do coronavírus, identificada inicialmente na África do Sul, exortando a ação “rápida e unida” dos Estados-membros.

    “Estamos a levar muito a sério as notícias sobre a nova variante altamente mutante. Sabemos que as mutações podem levar ao aparecimento e à propagação de ainda mais variantes do vírus que se podem disseminar a nível mundial dentro de poucos meses, pelo que é agora importante que todos nós na Europa atuemos muito rapidamente, de forma decisiva e unida”, vincou Ursula von der Leyen.

    Horas depois de ter anunciado que vai propor a ativação de um mecanismo travão para suspender voos da África Austral com destino à UE, devido ao aparecimento de uma nova variante do SARS-CoV-2, a líder do executivo comunitário insistiu que “todas as viagens de avião para estes países devem ser suspensas” a partir daquela região “e de outros países afetados”, novamente sem precisar.

    “Devem ser suspensas [as viagens] até termos um entendimento claro sobre o perigo que esta nova variante representa e os viajantes que regressam desta região devem respeitar regras rigorosas de quarentena”, vincou a responsável.

    Afirmando ter hoje discutido esta situação “em várias chamadas telefónicas e videoconferências com cientistas e fabricantes de vacinas”, Ursula von der Leyen apontou que “também eles apoiam plenamente tais medidas de precaução para evitar a propagação internacional desta variante”.

    “Também depende de todos nós, como cidadãos, contribuir para um melhor controlo da pandemia. Por favor, vacinem-se o mais depressa possível, se ainda não o tiverem feito”, apelou a responsável.

    A porta-voz adjunta da Comissão Europeia, Dana Spinant, indicou há algumas horas que para esta tarde está marcada uma reunião do grupo de Resposta do Conselho a situações de crise (IPCR), juntando Estados-membros, instituições europeias e especialistas, na qual se decidirá então a ativação do mecanismo de travão de emergência.

    “Vamos realizar esta reunião do IPCR precisamente porque queremos ter medidas rápidas, coordenadas e consistentes em vigor para evitar que haja lacunas através das quais o vírus encontre o seu caminho para a Europa”, acrescentou Dana Spinant, durante a conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.

    Certo é que o executivo comunitário está a “acompanhar de muito perto a evolução no que diz respeito a esta variante”, trabalhando nomeadamente “com a Agência Europeia para a Segurança da Aviação, que está a preparar uma recomendação aos aeroportos e companhias aéreas sobre esta matéria”, referiu.

    Além disso, “o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças [ECDC, na sigla inglesa] classificou hoje de manhã esta variante como variante de interesse”, o que significa que requer monitorização, adiantou a porta-voz.

    Esta nova variante do coronavírus foi detetada na África do Sul, o país africano oficialmente mais afetado pela pandemia e que está a sofrer um novo aumento de infeções, anunciaram na quinta-feira cientistas sul-africanos.

    A variante identificada até ao momento como B.1.1.529 tem um número “extremamente elevado” de mutações, de acordo com aqueles cientistas.

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    Subida de casos de COVID-19 põe em causa temporada de neve, alerta GlobalData

    Um estudo recente da GlobalData estima uma redução da procura por férias de neve já em dezembro, devido ao aumento do número de casos de COVID-19 na Europa.

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    A GlobalData veio esta sexta-feira, 26 de novembro, alertar que o aumento recente do número de casos de COVID-19 pode poder em causa a temporada de neve na Europa e diz que as estâncias de esqui devem assistir a uma redução da procura já este mês de dezembro, de acordo com o mais recente estudo de opinião desta empresa de análise de dados.

    Num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, a GlobalData lembra que, nos meses de dezembro e janeiro, o mercados das viagens e turismo costuma ser positivamente afetado pela procura por destinos de neve, como aconteceu em 2019, em que a Europa assistiu a um aumento de 38,3% no total de viagens entre novembro e dezembro.

    No entanto, segundo Ralph Hollister, analista de viagens e turismo da GlobalData, se no passado este aumento estava, em grande parte, associado aos destinos de neve e esqui, este ano, não se espera que este efeito se mantenha, uma vez que “a procura deverá ser afetada pelo comportamento da pandemia”.

    O estudo GlobalData’s Q3 2021 Consumer Survey apurou que, entre os consumidores europeus, 25% continuam “extremamente preocupados” com a COVID-19, uma percentagem que, segundo a GlobalData, é “tão significativa” que não pode ser um bom indicador.

    No comunicado divulgado, a GlobalData diz mesmo que “espera que muitos europeus parem ou cancelem seus planos de férias se virem que a transmissão do vírus está a começar a surgir novamente”.

    Segundo Ralph Hollister, esta possibilidade está já a preocupar países com a França, a Suíça ou a Itália, principalmente devido ao aumento do número de casos de COVID-19 na Alemanha, que é um dos principais mercados consumidores de férias de neve na Europa.

    “A situação do COVID-19 na Alemanha pode ser um fator decisivo para o sucesso da próxima temporada de esqui na Europa. A Alemanha tem mais esquiadores do que qualquer outro país da Europa, o que torna esse mercado fonte incrivelmente importante para destinos de esqui”, considera o responsável.

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    AHRESP pede “apoios robustos” para compensar encerramento de discotecas em janeiro

    Governo decretou o encerramento destes estabelecimentos de animação noturna entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, o que deverá ter um “impacto negativo” nestas empresas, segundo a AHRESP.

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    O encerramento das discotecas entre 2 e 9 de janeiro, conforme anunciado pelo primeiro-ministro, António Costa, esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, exige a adoção de “mecanismos robustos de apoio” a estes estabelecimentos, considera a AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.

    Num comunicado divulgado esta sexta-feira, a associação defende que os setores que representa “foram visados” pelas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro para travar a subida do número de casos de COVID-19, com destaque para o encerramento das discotecas na semana de 2 a 9 de janeiro, apelidada de ‘semana de contenção’, que segundo a associação vai ter um “impacto negativo” nestas empresas.

    “Pelo impacto negativo que estas novas restrições irão provocar, a AHRESP já propôs ao Governo a criação de mecanismos robustos de apoio e reparadores destas consequências no domínio da liquidez e dos custos salariais”, adianta a associação na informação divulgada.

    Além do encerramento das discotecas entre 2 e 9 de janeiro, semana em que também o teletrabalho será obrigatório, o Governo decretou a apresentação obrigatória do certificado digital para acesso a restaurantes, assim como de teste negativo para a bares e discotecas,  bem como o uso de máscara facial em espaços fechados.

     

     

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    Vários países europeus suspendem voos provenientes da África Austral

    A indicação de uma nova variante no continente africano fez soar todos os alarmes na Europa, com vários países a suspender os voos provenientes da África Austral.

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    A Comissão Europeia deverá propor esta sexta-feira, 26 de novembro, a suspensão de voos provenientes da África Austral com destino à União Europeia (UE) devido ao aparecimento de uma nova variante do SARS-CoV-2, causador da COVID-19, no continente africano, anunciou Ursula von der Leyen, numa curta publicação na rede social Twitter.

    “A Comissão Europeia proporá, em estreita coordenação com os Estados-membros, ativar o travão de emergência para parar as viagens aéreas da região da África Austral devido à variante de preocupação B.1.1.529”, indicou hoje a presidente da instituição.

    Este anúncio vem na sequência de uma comunicação realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reportando a primeira mutação da nova variante da África do Sul a 11 de novembro.

    Rapidamente, diversos países – Alemanha, Reino Unido, Singapura, Áustria, França, Itália, Japão, Áustria ou Israel – proibiram a entrada de voos provenientes da África do Sul, Botsuana, Essuatini (antiga Suazilândia), Lesoto, Namíbia, Zimbabué, Moçambique

    Sobre estas restrições a OMS já veio considerá-las prematuras, sugerindo que se continue a implementar medidas com base no risco e na evidência científica.

    Este travão de emergência, implementado na UE devido à pandemia, visa fazer face a situações preocupantes, como novas variantes, permitindo aos Estados-membros o endurecimento de medidas para travar a progressão do coronavírus SARS-CoV-2.

    O anúncio feito pela presidente da Comissão Europeia surge um dia após a instituição ter proposto uma atualização das recomendações sobre viagens de cidadãos de países terceiros para a UE, para dar prioridade aos viajantes vacinados contra a COVID-19.

    Também na quinta-feira, 25 de novembro, o executivo comunitário propôs um reforço da coordenação sobre viagens dentro da UE devido ao aumento de casos de covid-19 um pouco por toda a Europa, sugerindo que vacinados não sejam submetidos a restrições adicionais e que não vacinados sejam mais controlados.

     

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    Portugal pode contar com o Brasil para aumentar fluxo de turistas, diz ministro do Turismo

    O ministro brasileiro do Turismo, Gilson Machado, apontou que Portugal pode contar com o Brasil para restabelecer e aumentar o fluxo bilateral de visitantes.

    Portugal pode contar com o Brasil para restabelecer e aumentar o fluxo bilateral de visitantes brasileiros e portugueses, assegurou o ministro do Turismo, Gilson Machado, que participou via videoconferência, na abertura do II Fórum Luso-Brasileiro de Turismo e Negócios.  

    O evento online reuniu académicos, profissionais e  gestores do turismo para trocar experiências com vistas à recuperação sustentável do setor. 

    O ministro brasileiro do Turismo destacou que “como Portugal é um dos países historicamente mais parceiros do Brasil, as viagens internacionais ao Brasil devem começar devido à retoma dos voos de Portugal” 

    Citado pela imprensa brasileira, Gilson Machado lembrou, por outro lado que “Portugal sempre teve a maior conetividade do Brasil com a Europa. Então, o potencial para alavancar esse fluxo é imenso, justificando que “recebíamos cerca de 176 mil portugueses por ano no país e quase 94% tinham interesse em voltar, principalmente para destinos de sol e praia”. 

    O ministro do Turismo também apontou a recuperação do turismo no Brasil a partir de ações adotadas pelo governo federal com vista a combater a pandemia, que passam, nomeadamente, pela disponibilidade de crédito através do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para os setores de hotelaria e eventos que contabilizaram as maiores perdas, a criação do Selo Turismo Responsável – que indica o cumprimento de medidas de prevenção à Covid no setor – e autorização ao regresso dos cruzeiros. 

    Em recente entrevista a uma estação de rádio brasileira, o governante anunciou que estão em construção no país 147 novos hotéis de grandes dimensões, totalizando 6 mil milhões de reais em investimentos. “Isto é uma prova de que os investidores nacionais e internacionais estão confiantes na retoma do turismo no Brasil”, apontou. 

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