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Emirates coloca A380 a voar para 27 destinos em outubro e novembro

Companhia aérea do Dubai explica que a decisão de aumentar o número de destinos servidos pelo A380 visa “responder à redução gradual das restrições para voos internacionais”.

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A Emirates vai colocar o maior avião comercial do mundo, o Airbus A380, a voar para 27 destinos nos meses de outubro e novembro, o que representa um aumento de mais de 65% em relação aos atuais 16 destinos que são servidos por estes aparelhos e que, segundo a companhia aérea, visa "responder à redução gradual das restrições para voos internacionais".

"A companhia aérea está a incorporar o avião de forma gradual e ponderada, em rotas definidas de acordo com o aumento da procura e à medida que a indústria continua a recuperar. Com mais 11 rotas adicionadas à rede do A380 até novembro, bem como aumento de frequências nas rotas mais conhecidas já realizadas pelo A380, a Emirates garantirá assim cerca de 165.000 assentos adicionais aos seus passageiros", explica a companhia aérea de bandeira do Dubai num comunicado enviado à imprensa esta terça-feira, 28 de setembro.

Amsterdão, Barcelona, ​​Dusseldorf, Hamburgo, Joanesburgo, Madrid, Milão, Riade (sujeito à aprovação do governo), São Paulo e Zurique são alguns dos destinos que vão voltar a contar com voos em aviões A380 ao longo das próximas seis semanas, com a Emirates a revelar ainda que vai também introduzir o aparelho num novo destino, Istambul, cujos voos arrancam a 1 de outubro, naquela que será a primeira operação no maior avião comercial do mundo na Turquia.

No comunicado divulgado, a Emirates revela também que, apesar de já ser a maior operadora destes aviões, vai passar a contar com um total de 118 aviões A380, incluindo seis destes aparelhos equipados com os assentos Premium Economy, numa configuração total de quatro classes.

Recorde-se que, atualmente, a Emirates voa para mais de 120 destinos em todo o mundo e já recuperou 90% da rede que operava antes da pandemia, contando ainda com planos para restaurar 70% da capacidade pré-pandemia até ao final do ano, com o retorno ao serviço de mais 50 aviões A380.

 

 

 

 

 

 

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CEO da United Airlines antevê subida do preço dos bilhetes devido ao custo do combustível

O CEO da United Airlines, Scott Kirby, alerta que “os preços mais altos do combustível da aviação levam a preços mais altos nos bilhetes”.

O CEO da United Airlines, Scott Kirby, considera que a subida do preço dos combustíveis deverá levar a um aumento do preço dos bilhetes na aviação e admite que também a companhia aérea norte-americana deverá "passar por isso".

"Os preços mais altos do combustível da aviação levam a preços mais altos nos bilhetes”, afirmou o responsável esta quarta-feira, 20 de outubro, em entrevista à televisão norte-americana CNBC.

De acordo com o responsável, o preço do combustível está a bater todos os recordes e, no caso da aviação, ultrapassou mesmo, esta terça-feira, os 2,32 dólares por galão, bastante acima dos 2,02 dólares que eram pagos no quatro trimestre de 2019, antes da COVID-19, ou dos 2,14 dólares por galão no terceiro trimestre deste ano.

Apesar da subida, Scott Kirby diz que é "normal" que os preços subam com o aumento da procura, embora se mostre preocupado com o impacto deste aumento de preços nos resultados da aviação.

Ainda assim, o CEO da United Airlines acredita na recuperação do setor, até porque se espera um aumento das reservas para o fim-do-ano e em resultado do alivio das restrições às viagens nos EUA.

Scott Kirby mostra-se também confiante nos resultados da United Airlines, uma vez que a companhia aérea norte-americana conta reduzir, em 2022, os custos face a 2019, com exceção dos custos com o combustível.

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Ana Francisca da Silva Major é a nova presidente do conselho de administração da TAAG

Eleição do novo conselho de administração da TAAG ocorreu depois do Presidente da República de Angola, João Lourenço, ter exonerado a anterior administração da companhia aérea.

Os acionistas da TAAG - Linhas Aéreas de Angola elegeram esta quarta-feira, 20 de outubro, um novo conselho de administração para a companhia aérea, que vai ser presidido por Ana Francisca da Silva Major, avança a Lusa.

A eleição do novo conselho de administração da TAAG surge depois de João Lourenço, Presidente da República de Angola, ter exonerado a antiga administração da companhia aérea, alegando a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

Além do novo conselho de administração, os acionistas da TAAG elegeram também um novo presidente para a comissão executiva da companhia aérea, bem como quatro administradores executivos e um não executivo.

Ana Francisca da Silva Major foi eleita presidente do conselho de administração, não executiva, enquanto Eduardo Farein Soria é o novo presidente da comissão executiva e Rui Paulo Pinto de Andrade Teles Carreira assume o cargo de administrador não executivo. Já Custódia Gabriela Pereira Bastos, Lisa Mota Pinto, Steve Taverney Azevedo e Isabel de Sousa Godinho foram eleitos administradores executivos.

Segundo a Lusa, o Ministério dos Transportes angolano refere, em comunicado, que a nova direção da TAAG foi eleita esta quarta-feira, 20 de outubro, em assembleia-geral de acionistas, em virtude da transformação de empresa pública para sociedade anónima.

A nota diz ainda que a transformação da TAAG surge como “um imprescindível esforço, por parte do seu ainda acionista maioritário, o Estado, para permitir o reposicionamento da companhia, enquanto empresa estratégica de referência nacional e continental”.

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Emirates incentiva PME a ir à Expo 2020 Dubai

A Emirates oferece novos benefícios às PME que pretendam visitar a Expo 2020 Dubai, evento que se realiza até 31 de março de 2022.

A Emirates anunciou novos benefícios para as Pequenas e Médias Empresas (PME) que queriam visitar Expo 2020 Dubai – através da mais recente oferta Emirates Business Rewards -, garantindo vantagens durante o evento de seis meses até 31 de março de 2022.

Através da iniciativa, a companhia aérea concede Pontos Business Rewards extra aos membros do programa de fidelização para empresas da Emirates – numa oferta válida em voos para o Dubai que ocorram durante o evento. Assim, os membros programa Emirates Business Rewards verão o seu saldo em prémios a crescer mais rapidamente – permitindo adicionar 25% pontos extra durante as suas viagens. A oferta permitirá às empresas ganhar 1,25 pontos por cada dólar gasto em voos de ida para a cidade anfitriã da Expo.

Os pontos Business Rewards podem ser utilizados para reservar voos e para realizar upgrades em bilhetes dos elementos elegíveis da organização registada – entre os quais se incluem proprietários de empresas, os seus colaboradores e convidados.

Atualmente, estão inscritas mais de 20.000 PME no programa Emirates Business Rewards, que permite “várias oportunidades potencialmente lucrativas” para a sua base de membros - composta por empresas de serviços profissionais e de consultoria, fornecedores de tecnologia, comerciantes, bem como empresas de vários sectores, incluindo imobiliário, construção, TI e cuidados de saúde, entre outros.

Além disso e durante a Expo 2020 Dubai, a Emirates está a fornecer aos passageiros a oportunidade de ganhar uma milha por cada minuto passado no Dubai – numa oferta válida até 31 de março de 2022 e aplicável em bilhetes Emirates adquiridos durante o período da Expo para o Dubai.

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CLIA anuncia nova diretora geral para a Europa

Nova diretora geral da CLIA Europa assume função a 15 de novembro, substituindo Ukko Metsola, que regressa ao Grupo Royal Caribbean.

A Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros (CLIA, sigla em inglês) nomeou Marie-Caroline Laurent como nova diretora geral da associação para a Europa, com início de funções a 15 de novembro, segundo comunicado publicado no site da associação.

Marie-Caroline Laurent, que durante quase uma década trabalhou na IATA, onde assumiu vários cargos de liderança, e que também desempenhou funções na Associação de Companhias Aéreas Europeias e no Parlamento Europeu, já estabeleceu a sustentabilidade como prioridade e diz que está ansiosa para trabalhar com as companhias de cruzeiros, parceiros e legisladores para “ajudar a tornar a Europa líder na construção de uma indústria de transporte e turismo verdadeiramente sustentável”.

"As companhias de cruzeiros estão na vanguarda da inovação marítima verde e estão bem posicionadas para ajudar a União Europeia a impulsionar o crescimento verde", considera a responsável, sublinhando também a importância dos cruzeiros para a economia europeia.

A experiência de Marie-Caroline Laurent na área dos transportes vai ser, segundo Kelly Craighead, presidente e CEO da CLIA, fundamental para mostrar que "os cruzeiros estão no centro do turismo sustentável e demonstrar o seu valor a todo o setor marítimo".

Enquanto diretora geral da CLIA Europa, Marie-Caroline Laurent vai substituir Ukko Metsola, que regressa ao Grupo Royal Caribbean, no início de 2022.

 

 

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Angola exonera Conselho de Administração da TAAG

Decisão do Presidente de Angola, João Lourenço, é justificada com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

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O presidente de Angola, João Lourenço, exonerou todo o Conselho de Administração da TAAG - Linhas Aéreas de Angola e justificou a decisão com a necessidade de concretizar o plano de restruturação da empresa e os seus objetivos estratégicos.

Segundo uma nota da Casa Civil do Presidente da Republica de Angola, citada pela Lusa, cessam funções o Presidente do Conselho de Administração, Helder Preza, o presidente da Comissão Executiva, Rui Carreira, cinco administradores executivos e seus não executivos.

A nota, acrescenta a Lusa, remete a decisão para o Decreto Presidencial nº 186/20, de 17 de julho, que veio adequar o valor nominal do capital social da TAAG  e redefinir a estrutura acionista da empresa.

Com o referido decreto, a TAAG deixou de ser detida totalmente pelo Estado, uma vez que há "necessidade de se concretizar o Plano de Reestruturação” e “incentivar a política empresarial com o propósito de se efetivar os seus objetivos estratégicos”.

A Lusa diz ainda que a companhia aérea angolana foi fortemente atingida pelos efeitos da COVID-19, tendo registado uma quebra de 75% no número de passageiros transportados e acumulado prejuízos na ordem dos 372 milhões de dólares em 2020 (320 milhões de euros).

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easyJet abre primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick

Primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Londres-Gatwick abre esta quinta-feira, 21 de outubro, e fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária.

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A easyJet inaugura esta quinta-feira, 21 de outubro, o seu primeiro lounge no aeroporto de Londres-Gatwick, espaço que fica localizado no terminal norte da infraestrutura aeroportuária e que se afirma como "um espaço ideal para o trabalhar, relaxar ou entreter".

"Os passageiros terão acesso a espaços confortáveis para comer, beber, trabalhar ou até mesmo brincar antes do seu voo", refere a easyJet em comunicado, explicando que o novo lounge tem disponíveis pacotes de acesso de uma, duas e três horas, cujos preços começam nos 18,50 euros.

Neste lounge, que a easyJet abre em colaboração com o No1 Lounges, os passageiros têm acesso a uma "grande oferta de menus complementares quentes e frios com uma seleção de pratos atraentes, preparados na hora e servidos às suas mesas", além de uma gama de pratos self-service,  bebidas quentes e frias.

O lounge da easyJet em Gatwick, aeroporto onde a easyJet é a maior companhia aérea a operar, conta também com pratos inspirados no destino, que mudam a cada trimestre, assim como com uma carta de cocktails servidos na própria sala de espera.

O primeiro lounge da easyJet no aeroporto de Gatwick disponibiliza também Wi-Fi gratuito e áreas para trabalhar com pontos de recarga convenientes, assim como "uma escolha de lugares para jantar e um local para relaxar com bebidas refrescantes" e "áreas onde as famílias podem desfrutar e divertir-se, nomeadamente na sala de televisão e na sala de jogos".

"Este lançamento é oportuno, uma vez que estamos a verificar uma recuperação no Reino Unido, não só para viagens de lazer onde os destinos solares de Inverno se estão a revelar cada vez mais populares, como também para os viagens de negócios, que estão a regressar em maior número comparando com o período antes da pandemia", justifica Rachael Smith, Diretor de Propostas Comerciais e Inovação para a easyJet.

A easyJet refere ainda que "todos os passageiros que viajam através do Terminal Norte do Aeroporto de Londres Gatwick podem utilizar o lounge, reservando-o, independentemente da companhia aérea ou da classe do bilhete em que viajam", sendo também possível aceder ao espaço mesmo sem possuir reserva, bastando apresentar o cartão de embarque easyJet à entrada da sala de espera.

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El Al mantém voos entre Lisboa e Telavive também no inverno

Companhia aérea israelita retomou a operação entre Lisboa e Telavive a 5 de julho, depois da paragem ditada pela COVID-19.

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A El Al vai manter no inverno a rota entre Lisboa e Telavive, em Israel, que tinha sido retomada a 5 de julho, depois da paragem motivada pela COVID-19, informou a ATR - Atividades Turísticas e Representações, que representa a companhia aérea israelita em Portugal.

De acordo com a informação divulgada, a rota conta com voos aos domingos e quartas-feiras até 27 de outubro e, a 1 de novembro, também está previsto um voo em cada sentido. A partir de 3 de novembro e até 23 de fevereiro de 2022, passa a existir apenas voos às quartas-feiras, enquanto no período entre 27 de fevereiro e 23 de março de 2022, há voos às quartas, quintas e domingos.

A partir de 27 de março e até 2 de junho, a El Al passa a contar com voos todos os dias, com exceção das sextas-feiras e sábados. Estes voos mantêm-se até 6 de junho, data em que passam a ser realizados às segundas, terças, quartas e quintas-feiras, até 1 de setembro de 2022.

Entre 4 e 22 de setembro, a companhia aérea israelita volta a contar com voos diários entre Lisboa e Telavive, com exceção das sextas-feiras e sábados, e realiza também voos nos dias 28 e 29 de setembro, enquanto de 2 a 6 de outubro as ligações são às segundas, quintas e domingos.

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Groundforce assina contrato com seis novas companhias aéreas e renova com mais uma dezena

Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International passam a fazer parte da carteira de clientes da Groundforce Portugal.

Victor Jorge

A Groundforce Portugal assinou novos contratos de assistência em escala (serviços prestados em terra a aeronaves, passageiros e carga) com seis novas companhias aéreas, tendo renovado contrato com mais 10 operadores.

A carteira de clientes da Groundforce aumenta, assim, com a chegada da Lot Polish (Polónia), JetPak BVBA (Bélgica), Tarom (Roménia), Air Seven (Dinamarca), Swiss (Suíça), e Ukraine International, tendo as últimas duas passado a voar também para o Funchal.

Para além destes novos contratos, o companhia de handling nacional renovou ainda os contratos que já detinha com as companhias SATA (nas vertentes International, International Carga e Ticketing), Azul Airlines, Binter Canarias, Privilege Style, Enter Air, Air Moldova, Grupo TUI, Delta Airlines, Air Moldova e Ural Airlines, continuando como parceiro destes clientes nos aeroportos nacionais.

Arafat Tayob, diretor Comercial da Groundforce Portugal, destaca o grau de exigência de todas estas companhias no que diz respeito a vários parâmetros, destacando a “segurança, qualidade do serviço e valor”, esperando estar, “em breve”, em níveis anteriores à pandemia.

De referir que as perspetivas de retoma do mercado denotam, segundo avança a Groundforce, em comunicado, “uma recuperação a ritmo acelerado em todos os aeroportos nacionais onde a companhia está presente”, adiantando mesmo que nos meses do verão de 2021, “o tráfego assistido atingiu 56,1% do número de movimentos de 2019, representando um crescimento de 200% face a 2020”.

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Reabertura de fronteiras nos EUA é “tremendo impulso” para viagens de inverno da MSC Cruzeiros nas Caraíbas

Companhia de cruzeiros conta, este inverno, com três navios em operação nas Caraíbas e cujas saídas acontecem de portos norte-americanos na Flórida.

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A MSC Cruzeiros veio esta terça-feira, 19 de outubro, aplaudir a decisão dos EUA de reabrirem fronteiras para turistas internacionais já vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro, considerando que esta notícia é "um tremendo impulso" para os cruzeiros da companhia nas Caraíbas neste inverno.

"A terceira maior marca de cruzeiros do mundo descreveu a notícia como "um tremendo impulso" para os turistas europeus e outros turistas internacionais que desejam passar as férias no sol de Inverno das Caraíbas durante a temporada de Inverno de 2021/22", refere a MSC Cruzeiros, que conta com três navios colocados nas Caraíbas durante o próximo inverno.

MSC Seashore, MSC Meraviglia e MSC Divina são os navios da companhia de cruzeiros que estão colocados nas Caraíbas e que contam com partidas da Florida, e que, a partir de 8 de novembro, vão poder voltar a receber turistas não americanos.

“Aguardámos ansiosamente a data do governo dos EUA para reabrir o país para viajantes totalmente vacinados de muitas partes do mundo que adoram fazer cruzeiros. As Caraíbas são um destino popular para os nossos hóspedes de toda a Europa e outras regiões do mundo, especialmente durante o Inverno, e muitos deles poderão agora voar para Miami e Orlando para embarcar nos nossos três navios que oferecem uma variedade de itinerários diferentes nas Caraíbas, incluindo a Jamaica, a Costa Rica, o México e a nossa ilha privada exclusiva nas Bahamas, a Ocean Cay MSC Marine Reserve", destaca Gianni Onorato, CEO da MSC Cruzeiros.

De acordo com a companhia, tanto o MSC Seashore como o MSC Divina vão ficar colocados em Miami, com o primeiro navio a chegar a este porto americano no dia 20 de novembro. Já o MSC Meraviglia vai ficar colocado em Port Canaveral, em Orlando, a partir de 28 de novembro, sendo que todos os navios vão oferecer uma variedade de itinerários pelas Caraíbas, entre as três e as 11 noites, todos com escala na Ocean Cay MSC Marine Reserve, a ilha privada da companhia nas Bahamas.

Para estes itinerários, a MSC Cruzeiros disponibiliza também pacotes com voo incluído, que estão disponíveis à partida de várias cidades europeias.

A companhia recorda ainda que a reabertura de fronteiras nos EUA é válida para todos os cidadãos não americanos que já estejam completamente vacinados contra a COVID-19 com uma das vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo Pfizer, Moderna, Johnson & Johnson e AstraZeneca.

Também para embarcarem nos navios da companhia, os passageiros maiores de 12 anos de idade devem estar completamente vacinados e há mais de 14 dias, sendo que todos os passageiros com mais de dois anos de idade devem apresentar um teste com resultado negativo para a COVID-19 antes do embarque. Além disso, é ainda necessário possuir um seguro COVID-19, que cubra os riscos relacionados com a doença, como cancelamento de férias, interrupção, despesas de repatriamento, quarentena e assistência médica, bem como hospitalização e cobertura no caso de ser um contacto próximo.

 

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Movimento de passageiros dispara nos aeroportos nacionais em agosto mas continua 40% abaixo dos níveis pré-pandemia

Aeroportos nacionais contabilizaram 3,9 milhões de passageiros em agosto, crescimento de 76,3% face a igual mês do ano passado, mas que, face aos níveis pré-pandemia, continua a traduzir uma quebra de 39,9%.

Inês de Matos

No passado mês de agosto, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais cresceu 76,3%, chegando aos 3,9 milhões de passageiros, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), que realça, no entanto, que este indicador continua 39,9% abaixo dos níveis pré-pandemia.

Segundo o INE, agosto trouxe também um crescimento do número de aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais, num total de 17,4 mil aparelhos, o que indica uma subida de 39,9% face a agosto do ano passado.

"Neste mês atingiram-se os níveis mais elevados de aeronaves aterradas e passageiros movimentados desde o início da crise pandémica COVID-19", indica o INE, no comunicado divulgado esta terça-feira, 19 de outubro.

Ainda assim, face a igual mês de 2019, os números continuam a traduzir descidas, que chegaram aos 25,0% no número de aeronaves aterradas e aos 39,9% nos passageiros movimentados, embora menos expressivas do que tinham sido em julho, quando a quebra no número de aeronaves aterradas e no movimento de passageiros chegava aos 33,2% e 55,8%, respetivamente, face a julho de 2019.

Entre os passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em agosto, 74,4% corresponderam a tráfego internacional, quando em período homólogo essa percentagem era de 76,4%, tendo a maioria sido proveniente de aeroportos europeus (65,0%), enquanto entre os passageiros que embarcaram em território nacional, 75,6% corresponderam a tráfego internacional (77,2% no período homólogo), com os aeroportos europeus a serem também o destino da maioria destes passageiros (67,6%).

Já no acumulado do ano até agosto, os dados do INE indicam que houve uma diminuição de 9,2% no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais face ao período homólogo do ano anterior, o que traduz uma recuperação significativa depois da quebra de 67,1% que tinha sido apurada no acumulado até agosto do ano passado.

No entanto, o INE indica que, "comparando com o mesmo período de 2019, a redução foi de 70,1%", até porque, no acumulado até agosto de 2019, o movimento de passageiros nos aeroportos nacionais tinha crescido 7,1%.

Até agosto, o aeroporto de Lisboa movimentou 44,9% do total de passageiros, o que corresponde a 5,5  milhões de passageiros, o que traduz um decréscimo de 22,3% face a igual período do ano passado. Já o aeroporto de Faro apresentou uma trajetória diferente e cresceu 3,8% no acumulado do ano, contabilizando 1,5 milhões de passageiros, com o INE a referir, contudo, que o valor está "ainda distante do registado no mesmo período em 2019 (6,3 milhões de passageiros, representando um decréscimo de 76,3%)".

Nos voos internacionais, França a foi o principal país de origem e de destino dos voos, registando, no entanto, decréscimos de -5,3% no número de passageiros desembarcados e de -8,2% no número de passageiros embarcados face ao mesmo período de 2020, seguindo-se o Reino Unido e a Alemanha, ainda que com "um volume significativamente mais reduzido de passageiros desembarcados e embarcados".

 

 

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