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Air Canada retoma voos para Lisboa e regressa ao Porto “assim que as condições o permitirem”

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Inês de Matos
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Air Canada retoma voos para Lisboa e regressa ao Porto “assim que as condições o permitirem”

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

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Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Tal como toda a aviação, também a Air Canada sofreu com o forte impacto da COVID-19. Em declarações ao Publituris, Raquel Serra Pinto, Sales Account Manager da Air Canada em Portugal, explica que “a pandemia afetou profunda e globalmente a indústria da aviação” e que a Air Canada não foi exceção. “Por força das circunstâncias, tivemos de cancelar várias rotas; no entanto as rotas de Paris, Londres e Frankfurt mantiveram as as suas operações de/para o Canadá”, realça a responsável, explicando, contudo, que “à medida que as restrições das viagens vão sendo mitigadas em todo mundo, a Air Canada tem vindo a retomar as suas rotas para ligar as comunidades em ambos os lados do Oceano”. Lisboa foi um desses casos e, desde 2 de julho, a capital portuguesa voltou a contar com voos diretos à partida de Toronto e Montreal. Mas, neste regresso, os voos passaram a ser assegurados pela Air Canada Mainline, que substituiu a Air Canada Rouge, que realizava a operação até ao início da pandemia, numa mudança que, segundo Raquel Serra Pinto, se traduz em vantagens para os passageiros, já que “a Air Canada Rouge era um produto direcionado para o mercado de lazer”, enquanto a Air Canada Mainline oferece “um novo produto transversal às necessidades de todo o tipo de passageiros: lazer ou corporativo”. “Estamos a operar com Boeing 787 Dreamliner e Airbus 330, com três cabines diferenciadas: Classe Executiva - com assento-cama, acesso grátis aos Vip Lounges no Canada e em Lisboa, entre outras comodidades; Premium Economy com assentos mais largos e mais espaço para as pernas e possibilidade de adquirir entrada nos Vip Lounges no Canadá e em Lisboa. Na Classe Económica, o novo produto contempla ecrãs individuais e oferta alargada de entretenimento a bordo, que não era disponibilizado na Air Canada Rouge”, resume a responsável. No total, a Air Canada está já a disponibilizar três voos por semana entre Toronto e Lisboa, aos quais se juntam mais duas frequências entre Montreal e a capital portuguesa, numa operação que, de acordo com Raquel Serra Pinto, tem registado “uma elevada taxa de ocupação no sentido Atlântico Norte-Portugal” desde a reabertura das fronteiras portuguesas aos visitantes provenientes da América do Norte, o que leva a companhia aérea a indicar que aguarda “com expetativa” a reabertura das fronteiras canadianas prevista para 7 de setembro 2021, até porque, como refere a responsável, a Air Canada tem registado “aumento na procura à medida que as restrições vão sendo levantadas”.

Porto e inverno
Apesar dos voos para Lisboa já terem sido retomados, o mesmo ainda não aconteceu com as ligações entre o Porto e Toronto, que a companhia aérea disponibilizava antes da pandemia, com Raquel Serra Pinto a indicar que a Air Canada pretende regressar também à Invicta, apesar de este ainda não ser o momento para retomar a operação e de ser ainda prematuro avançar com uma data para esse regresso. “Neste momento é prematuro afirmar com segurança, pois ainda estamos a dar os primeiros passos após o impacto causado pela pandemia. Estamos a retomar as rotas progressivamente a partir dos principais hubs. Iremos retomar algumas rotas anteriores de igual forma progressiva e sustentada e a rota do Porto poderá vir a ser retomada assim que as condições o permitirem. Queremos reforçar a retoma mas é fundamental fazê-lo de forma segura e sustentada”, explica a responsável ao Publituris. Mais certa parece já estar a manutenção dos voos de Lisboa durante o inverno, com Raquel Serra Pinto a adiantar que, no caso das ligações entre a capital portuguesa e Montreal, os voos vão decorrer até final de outubro, enquanto a rota entre Lisboa e Toronto vai vigorar até janeiro de 2022, com “possibilidade de ser ajustada em função da procura”. E procura não tem faltado, seja por parte do mercado corporativo, de lazer ou étnico, pois é preciso lembrar que o Canadá e os EUA contam com uma vasta comunidade portuguesa, que costuma animar os voos entre os dois lados do Atlântico. De acordo com a responsável, Portugal é um “país muito apelativo para o mercado do Atlântico Norte que, pela sua situação geográfica, funciona como ‘porta de entrada’ na Europa”. No que diz respeito à procura de lazer, a responsável de vendas da Air Canada considera que “Portugal, pela sua geo-localização, história, gastronomia e hospitalidade tornou-se num destino de referência para o turista canadiano, que aprecia todos esses atributos”, tendo- -se também assistido, “nos últimos anos, a um crescente interesse corporativo por Portugal, demonstrado por eventos como o Websummit”, que regressa a Lisboa em novembro e que a Air Canada espera que volte a impulsionar a procura pelo voos para a capital portuguesa. “Consciente desse crescimento, a Air Canada quer dar resposta à procura e vê este momento como fulcral para o desenvolvimento da sua atividade em Portugal”, acrescenta.

Novidades e expetativas
Além dos voos para Portugal, a Air Canada anunciou, para este verão, um plano que previa o regresso de 17 rotas e 11 destinos à partida dos seus hubs no Canadá, incluindo a retoma das operações entre Calgary e Frankfurt a 1 de agosto, com quatro frequências semanais, além de voos diretos para Genebra, Telavive e Londres, a partir de Montreal, assim como Viena, Dublin, Paris e Zurique à partida de Toronto, em julho. A companhia aérea retomou também as rotas de Atenas, Emirados Árabes Unidos, Itália, Reino Unido e Marrocos, com aumento de frequências em agosto, mantendo ainda as operações para Bruxelas, Amesterdão, Bogotá, Doha, Hong Kong, Seoul, Xangai e Tóquio. Em fase de retoma estão também os voos entre o Canadá e os EUA, na sequência do abrandamento das restrições às viagens entre os dois países, com a Air Canada a retomar os voos em 55 rotas e 34 destinos nos EUA, num total de 220 voos diários entre ambos os países. A partir de novembro, a companhia vai também dar início a duas novas rotas para os EUA, passando a voar para Orlando e Fort Lauderdale à partida do Quebeque, e conta também retomar, por essa altura, os voos para Punta Cana e Cancun. No caso dos EUA, explica Raquel Serra Pinto, a companhia aérea dispõe também outras vantagens, uma vez que oferece aos “passageiros a possibilidade de efetuarem todos os procedimentos alfandegários de entrada nos EUA nos principais hubs no Canadá (Toronto, Montreal, Vancouver e Calgary)”, pois o “protocolo existente entre os dois países agiliza e optimiza entrada no país vizinho, uma vez que à chegada aos EUA, os passageiros apenas terão de levantar a bagagem e abandonar o aeroporto, pois os procedimentos de entrada no país já foram executados antes do voo. Esta é, sem dúvida, uma mais-valia que a Air Canada oferece aos seus passageiros que voam para qualquer dos 34 destinos nos EUA”. Raquel Serra Pinto prefere, no entanto, ser mais cautelosa na hora de traçar expetativas e, apesar de admitir que a Air Canada está confiante, até pela procura elevada que tem registado nas rotas para a capital portuguesa, considera que, devido “à volatilidade da situação da pandemia, é difícil fazer previsões de data para uma volta aos níveis de 2019”, ainda que não deixe de realçar que a Air Canada acredita que “2022 será muito melhor que 2021”. E cita mesmo o CEO da Air Canadá, Michael Rousseau, que ainda recentemente se mostrou convicto da resiliência da transportadora, afirmando que, “sem dúvida, que a Air Canada se mantém bem posicionada para fazer face aos desafios que a aviação enfrenta”.

Segurança e flexibilidade continuam a ser prioridades
Apesar da melhoria da situação pandémica e do avanço da vacinação contra a COVID-19, o certo é que a segurança continua a ser uma prioridade para a Air Canada. Ao Publituris, a responsável comercial da companhia aérea para Portugal explica que, desde o início da pandemia, a Air Canada elegeu o lema “A segurança é a nossa prioridade” como máxima e continua a tudo fazer para manter “elevados níveis de segurança quer no espaços do aeroporto, quer a bordo”. “Para fazer face à pandemia da COVID-19, reforçámos o modelo de higienização das áreas de circulação nos aeroportos, e de todos os espaços a bordo, incluindo o serviço de refeições embaladas, para garantir a segurança e confiança dos nossos passageiros”, revela. Além das preocupações com a segurança, a transportadora está também a oferecer condições mais atrativas aos passageiros, garantindo, nomeadamente, uma maior flexibilidade das tarifas, que permitem agora “uma alteração de data do voo até duas horas antes da partida e possibilidade alterar o titular do bilhete”, enquanto os AC Travel Vouchers, que não permitem reembolso, vão continuar a ser disponibilizados.

*Artigo publicado originalmente na edição de 3 de setembro do jornal Publituris.

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KLM anuncia voos para 162 destinos e reforço de oferta em Portugal no inverno

Em Portugal, a KLM vai disponibilizar, este inverno, 12 voos semanais entre Lisboa e Amesterdão e 14 voos semanais entre o Porto e Amesterdão, o que traduz um aumento de 17% face ao inverno de 2019.

A KLM vai disponibilizar, este inverno, voos para um total de 162 destinos, 72 dos quais intercontinentais e 90 na Europa, num reforço da oferta que também abrange Portugal e que, segundo a companhia aérea dos Países Baixos, é possível graças ao alivio de "mais e mais restrições de viagem".

"O novo programa de inverno da KLM entra em vigor a 31 de outubro e é válido até 26 de março de 2022. À medida que vão sendo aliviadas mais e mais restrições de viagem, a KLM vai ser capaz de aumentar a sua capacidade novamente este inverno e, assim, planeia operar voos diretos de Amesterdão para 162 destinos, 72 intercontinentais e 90 na Europa", refere a KLM, num comunicado divulgado esta terça-feira, 26 de outubro

Em Portugal, a KLM vai disponibilizar, este inverno, 12 voos semanais entre Lisboa e Amesterdão e 14 voos semanais entre o Porto e Amesterdão, o que traduz "um aumento de +17% na oferta no inverno de 2021 face à oferta pré-pandemia em período idêntico de 2019".

"Esta oferta é complementada pela da sua parceira francesa, a Air France, que oferece rotas entre Paris-CDG e 3 aeroportos portugueses (Lisboa, Porto e Faro, agora também no inverno)", indica ainda a KLM.

Além de Portugal, a KLM conta também reforçar a oferta na Europa para "responder ao forte aumento da procura por viagens de lazer e negócios", motivo pelo qual vai manter no inverno os voos para Zagreb e Poznam, que foram lançados no verão e em relação aos quais a companhia aérea faz um balanço positivo.

"Com este acréscimo, o número de destinos europeus servidos pela KLM vai ultrapassar o do inverno de 2019", destaca a KLM, explicando que está a "operar com cerca de 84% da sua capacidade na rede europeia", uma vez que, "em muitos casos, o número de voos para destinos europeus ainda está um pouco abaixo dos números pré-COVID-19".

"Mesmo assim, a companhia aérea está a servir, uma vez mais, as principais cidades da Europa, incluindo Berlim, Londres, Munique e Paris, pelo menos cinco vezes por dia. Isso torna o programa de inverno da KLM, com mais voos do que no verão, atrativo para um número crescente de passageiros executivos europeus. Ao aumentar o número de voos na Europa, a KLM vai ser, uma vez mais, capaz de conectar muitos locais europeus através de Amesterdão-Schiphol", explica a transportadora.

A nível intercontinental, a KLM diz que já retomou "os serviços operacionais para quase toda a sua rede pré-COVID (à exceção de um destino)" e explica que "os voos intercontinentais vão operar com cerca de 75% da capacidade este inverno face ao inverno de 2019".

Entre os destaques da KLM para o inverno a nível intercontinental encontram-se os EUA, que voltam a permitir a entrada de visitantes internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro e onde a KLM conta expandir a sua capacidade para vários destinos.

"O número de frequências para Atlanta, por exemplo, quase que duplica para 12 voos/semana, e haverá 11 voos semanais para Nova Iorque-JFK este inverno. A KLM servirá ainda Las Vegas e Miami este inverno, ambos três vezes/semana. O serviço de Mineápolis, retomado no verão, também continua no inverno com três voos semanais", revela a companhia aérea.

Além dos EUA, a KLM vai também aumentar a oferta para as Caraíbas, uma vez que, indica a companhia, tem vindo a notar, desde o verão, "um forte aumento da procura por viagens para a parte caribenha do Reino dos Países Baixos".

Neste sentido, a KLM vai duplicar o número de voos para Curaçao, para 14 voos por semana, e aumentar a capacidade diária na rota para Aruba e Bonaire, com a introdução de um Boeing 777-300ER, o seu maior avião de passageiros, sendo que, para responder à procura prevista para as férias de Natal, está ainda a planear três voos semanais adicionais, elevando o número total de voos semanais para Aruba e Bonaire para dez até ao final do ano.

Na América do Sul, onde a KLM diz que também está a sentir "sinais de recuperação", vao existir quatro voos semanais para San José e Libéria, na Costa Rica, (face aos dois o inverno passado) e voos diários para a Cidade do Panamá, enquanto a rota para Paramaribo (Suriname) vai aumentar para quatro voos semanais, quando no inverno passado apenas existia um voo por semana devido às restrições associadas à pandemia.

Já o serviço regular mais longo da rede da KLM, sem escalas a partir de Amesterdão para Santiago do Chile, prossegue este inverno com três voos semanais.

No inverno, a KLM vai ainda abrir voos para Mombaça, Cancún, Port of Spain e Bridgetown, com os voos para Cancun a começarem a 2 de novembro, com cinco ligações por semana, durante o período de Natal, o que vai elevar para 12 o número total de voos semanais da KLM para o México.

Já o primeiro voo (combinado) para Port of Spain, em Trinidad e Tobago, e Bridgetown, em Barbados, descolou a 16 de outubro e vai operar três vezes por semana, enquanto o serviço programado para Mombaça, no Quénia, deverá arrancar no início de dezembro, estando a KLM atualmente em processo de obtenção das licenças de voo necessárias junto das autoridades quenianas.

A rede asiática da companhia aérea, por outro lado, continua "dificultada pelas restrições de viagens" e regista, por isso, uma procura "inferior à de outras regiões", ainda que o transporte de carga de/para a Ásia continue em alta, o que permite à KLM "continuar a servir muitos de seus destinos este inverno".

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Emirates recruta 6.000 funcionários nos próximos seis meses

Nos próximos seis meses, a companhia aérea do Dubai vai contratar pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e pessoal de terra, de forma a dar resposta ao rápido aumento da procura.

A Emirates vai recrutar 6.000 funcionários ao longo dos próximos seis meses, incluindo pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e pessoal de terra, num grande processo de recrutamento que, segundo a companhia aérea do Dubai,  visa "apoiar a intensificação das operações da Emirates em toda a sua rede global, em resposta ao aumento da procura por parte dos clientes, mais rápido do que o esperado".

"A Emirates já retomou 90% da sua rede de destinos e está a caminho de atingir 70% da sua capacidade pré-pandémica até ao final do ano. A maior companhia aérea internacional do mundo está a complementar os seus horários de voo com frequências acrescidas para responder ao aumento da procura. Para além disso, a companhia está também a instalar aviões A380 em mais rotas e operações. Até novembro, a Emirates vai disponibilizar mais de 165.000 lugares adicionais através dos seus aviões de bandeira – os A380", explica a transportadora, num comunicado divulgado esta terça-feira, 26 de outubro.

Recorde-se que, já em setembro, a companhia aérea tinha anunciado a intenção de contratar mais 3.000 tripulantes de cabine e 500 empregados dos serviços aeroportuários para o seu hub no Dubai, de forma a dar resposta às "necessidades operacionais decorrentes da recuperação da indústria de viagens".

"Com o setor a aumentar a uma velocidade maior do que o anteriormente previsto, a Emirates necessitará agora de mais 700 funcionários de terra (ground staff) no Dubai e em toda a sua rede", explica a companhia aérea.

Além dos tripulantes e pessoal de terra, a Emirates está também à procura de 600 pilotos qualificados e quer também reforçar a sua equipa de engenharia e contratar 1.200 profissionais qualificados, onde se incluem engenheiros aeronáuticos e pessoal de apoio à engenharia. Os candidatos podem conhecer todas as condições, requisitos e funções através do site https://www.emiratesgroupcareers.com.

"Temos vindo a restabelecer prudentemente as nossas operações em conformidade com os protocolos de reabertura de fronteiras e de requisitos de viagem. Com os sinais positivos na recuperação económica e com o crescimento contínuo da procura, esperamos estar de volta ao ponto onde estávamos antes da pandemia a partir de meados de 2022", destaca Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO do grupo Emirates.

 

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Artistas mundiais convidados para criar design do casco do MSC Euribia

O MSC Euribia funcionará como uma tela gigante flutuante para expressar a importância do respeito pelo meio ambiente.

A MSC Cruzeiros está a dar aos artistas e designers de todo o mundo a possibilidade de transformar o casco do MSC Euribia numa tela flutuante gigante para expressar a importância do respeito pelo meio ambiente.

O navio, o mais avançado do ponto de vista ambiental da frota da MSC Cruzeiros até à data, tem o nome da antiga deusa Eurybia, e está à disposição de artistas de todo o mundo para criar uma obra de arte única inspirada no mar e no seu importante ecossistema marinho, que será apresentada como um design permanente em todo o casco do navio, enquanto este navega pelos oceanos do mundo.

O concurso de design, que se inicia no Dia Internacional do Artista, terá as inscrições avaliadas por um painel de júris internacional, incluindo o artista de areia Jben, o arquitecto Martin Francis e Pierfrancesco Vago, Executive Chairman da Divisão de Cruzeiros do MSC Group.

Se somente um artista virá a sua obra exibida no casco do navio, como uma galeria de vela ao ar livre, outros cinco finalistas, terão os seus projetos expostos numa exposição a bordo do MSC Euribia, onde os hóspedes verão a sua arte e a sua importante mensagem para os próximos anos.

O MSC Euribia entrará ao serviço em 2023 e tornar-se-á no segundo navio movido a LNG da frota da MSC Cruzeiros, frisando a MSC que “o LNG desempenha um papel fundamental no percurso em direção à mitigação das alterações climáticas e os motores do MSC Euribia têm o potencial para reduzir as emissões de gases com efeito estufa em até 21% comparativamente com os combustíveis padrão, ao mesmo tempo que eliminam virtualmente outras emissões atmosféricas”.

De resto, a MSC Cruzeiros está comprometida em abastecer pelo menos três navios a LNG, o que representa um investimento total superior a 3 mil milhões de euros.

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Thomas Ahlers é o novo “General Manager Sales” do Lufthansa Group em Portugal

Há 18 anos no Lufthansa Group, Thomas Ahlers assume a direção-geral de Vendas em Portugal, depois de ter sido responsável por várias áreas de negócio nos EUA, Alemanha e China.

Thomas Ahlers será, a partir do próximo dia 1 de novembro, o novo diretor-geral de Vendas em Portugal do Lufthansa Group, ficando responsável pela atividade comercial e vendas de todas as transportadoras aéreas do grupo (Lufthansa, Austrian Airlines, Brussels Airlines, Eurowings e SWISS) que operam no mercado português.

O recém-nomeado responsável pela operação no nosso país, irá reportar a Julia Hillenbrand, diretora-geral de Vendas para a Europa Ocidental do Lufthansa Group com sede em Madrid.

Thomas Ahlers (46 anos) traz consigo uma experiência de vários anos em managment de companhias aéreas. Começou sua carreira no Lufthansa Group em 2003, em Los Angeles, e desde então ocupou várias funções executivas no Lufthansa Group e no Miles & More em Nova Iorque, Frankfurt e Xangai.

Algumas das áreas nas quais ganhou experiência incluem Direção de Vendas, Desenvolvimento de Negócios, Marketing, Servicing e Project Management. Também atuou como assistente dos membros do Conselho de Vendas e Marketing durante cinco anos.

Na sua mais recente posição internacional, chefiou a equipa responsável pelos produtos de vendas e programas do Lufthansa Group para a Grande China em Xangai.

Thomas Ahlers sucede a Patrick Borg Hedley, que ocupou o mesmo cargo a partir de Lisboa por cinco anos até a sua recente contratação para Helsínquia como General Sales Manager da Finlândia e Bálticos do Lufthansa Group.

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EUA prolongam regras para cruzeiros

As mais recentes variantes da COVID-19 fazem o CDC norte-americano não levantar por completo as regras para os cruzeiros, estendendo-as até 15 de janeiro de 2022.

A CDC (Center for Disease Control and Prevention), autoridade sanitária dos EUA, anunciou a extensão, por mais quase três meses, das regras que os navios de cruzeiro devem seguir para navegar durante a pandemia.

Apesar de afirmar que a extensão faz apenas "pequenas modificações" nas regras já em vigor, o certo é que as restrições serão prolongadas até, pelo menos, 15 de janeiro de 2022.

A agência admite que, após 15 de janeiro, possa passar para um programa voluntário para as empresas de cruzeiros para detetar e controlar a disseminação da COVID-19 nos seus navios.

Esta decisão deve-se ao aumento de casos de variantes mais infeciosas como é o caso da Delta, com alguns responsáveis da indústria de cruzeiros a reclamarem que o Governo adotou uma postura muito mais dura contra os cruzeiros - fechando-os inteiramente no ano passado - do que em relação às companhias aéreas e outras partes da indústria de viagens.

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Qatar Airways abre segunda rota para a Ucrânia a 9 de dezembro

Companhia aérea do Qatar vai realizar três voos por semana para Odessa, a segunda cidade na Ucrânia a contar com voos da Qatar Airways, depois de Kiev.

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A Qatar Airways vai abrir, a 9 de dezembro, voos para Odessa, na Ucrânia, naquela que é a segunda rota da companhia aérea de bandeira do Qatar para o país, depois de Kiev, segundo informação divulgada pela transportadora esta segunda-feira, 25 de outubro.

Os voos da Qatar Airways para Odessa vão decorrer três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, em aviões A320, com 12 lugares em classe business e 120 assentos em classe económica.

Os voos para Odessa partem da capital do Qatar pelas 08h30 e chegam à cidade ucraniana pelas 12h45, enquanto em sentido contrário a partida de Odessa decorre pelas 16h45, chegando a Doha às 22h50.

"Operamos para a Ucrânia desde agosto de 2017 e o lançamento dos voos para Odessa é um marco na nossa história no país. Odessa é a pérola do Mar Negro e estamos ansiosos por trazer visitantes de todo o mundo para explorar a sua rica história cultural", afirma Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Além dos voos para a Ucrânia, a Qatar Airways tem vindo também a retomar várias das rotas que tinha abandonado devido à pandemia da COVID-19 e, atualmente, já voa para 140 destinos em todo o mundo.

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Levantamento de restrições faz disparar voos para os EUA

Às primeira informações sobre o levantamento das restrições, a ForwardKeys denota um crescimento nas reservas para os EUA. Para o Natal, há expectativas de um crescimento ainda maior.

Victor Jorge

Uma recente análise da ForwardKeys revela que as reservas de voos, para o mês de novembro, para os EUA dispararam após dois anúncios de que o destino seria reaberto para viajantes estrangeiros vacinados, depois de, em meados de outubro, as reservas semanais ultrapassarem 70% dos níveis pré-pandêmicos.

O primeiro anúncio foi feito no dia 20 de setembro, quando a Casa Branca informou que visitantes do Reino Unido, Irlanda, dos 26 países Schengen, China, Índia, África do Sul, Irã e Brasil teriam autorização para entrar nos EUA, sem estarem sujeitos a quarentena, desde que totalmente vacinados. Isso causou uma reação imediata, com as reservas semanais do Reino Unido a aumentar 83%, do Brasil a crescer 71% e da UE a dispararem 185%.

O segundo anúncio foi feito em 15 de outubro, quando o secretário de imprensa assistente do presidente dos Estados Unidos, Kevin Munoz, apontou o dia 8 de novembro em que as restrições seriam aliviadas. A partir daí, as reservas semanais subiram ainda mais, aumentando 15% no Reino Unido, 26% na UE e 100% no Brasil.

“Ao analisar a distribuição de reservas confirmadas, para chegada em novembro e dezembro, desses três mercados de origem (Brasil, UE e Reino Unido), houve dois picos evidentes”, refere a análise da ForwardKeys. O primeiro pico foi para viagens imediatamente após o alívio das restrições durante a semana com início em 8 de novembro, atingindo 15% das reservas. O segundo pico foi durante o Natal, atingindo 16% das reservas durante a semana do Natal e 14% na semana anterior.

Juan Gómez, Head of Market Intelligence da ForwardKeys, adianta, em nota de imprensa, que “estes dados demonstram, mais uma vez, a enorme procura reprimida por viagens. Assim que as pessoas souberam que teriam permissão para visitar os EUA novamente, reservaram e um número substancial reservou viagens para assim que fosse possível voar para os EUA”.

O responsável da ForwardKeys faz ainda notar que “as reservas aumentaram ainda mais depois de ser indicada uma data específica”, admitindo que “isso não é totalmente surpreendente por duas razões: primeiro, a certeza de uma data específica inspira confiança, e, em segundo lugar, aqueles que queriam viajar antes do final de novembro não podiam se dar ao luxo de fazer um compromisso até que tivessem certeza de que poderiam viajar quando quisessem”.

Gómez conclui que “nas próximas semanas, veremos um aumento acentuado nas reservas para os EUA no período de Natal”.

 

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Norwegian elimina restrições temporárias no programa CashPoints

Com o aumento do número de viajantes nos últimos meses e uma tendência positiva nas futuras reservas, a Norwegian reabriu o programa CashPoints no seu formato original.

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A Norwegian anunciou, recentemente, a eliminação de todas as restrições temporárias ao uso de CashPoints (pontos de Reward da Norwegian, programa de fidelidade da empresa), a partir de segunda-feira, 1 de novembro. A empresa já havia anunciado que as restrições temporárias iriam acabar quando o mercado melhorasse. “Agora, e devido ao aumento do número de viajantes nos últimos meses e uma tendência positiva nas futuras reservas, é hora de reabrir o programa no seu formato original”, refere a empresa em nota de imprensa.

“Sempre dissemos que restauraríamos o nosso programa de fidelidade nos termos originais quando o mercado e a procura melhorassem. Os nossos membros Norwegian Reward podem reutilizar todos os seus pontos ganhos quando reservarem a sua próxima viagem connosco”, adianta Geir Karlsen, CEO norueguês.

O Norwegian Reward foi reconhecido e premiado - em várias ocasiões - como o melhor programa de benefícios internacionalmente, devido aos seus termos simples e claros e à facilidade com que os membros podem ganhar e usar pontos. Existem atualmente 9,2 milhões de membros no Norwegian Reward.

“Com uma tendência positiva contínua no número de passageiros nas nossas rotas na Noruega e na Europa, estamos a reabrir o nosso programa de fidelidade no formato original”, destaca Karlsen.

Assim, a partir de segunda-feira, 1 de novembro, os saldos de CashPoints ganhos pelos membros do Norwegian Reward podem ser resgatados integralmente na compra de voos. No Norwegian Reward, um CashPoint é o mesmo que uma coroa norueguesa e não há restrições quanto ao número de lugares disponíveis por voo para aqueles que desejam usar os pontos adquiridos.

A Norwegian estendeu ainda e automaticamente a validade de todos os CashPoints que expiraram em 2021 até 31 de dezembro de 2022.

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LATAM lança promoção com voos desde 465 euros para o Brasil

Promoção é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro, e abrange também voos em classe executiva.

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A LATAM Airlines lançou uma nova promoção para voos entre a Europa e a América do Sul, cujos preços começam nos 465 euros por pessoa para viagens de ida e volta para o Brasil, numa oferta que é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro.

O preço apresentado é válido para viagens em classe económica, mas a LATAM Airlines disponibiliza também preços para voos em executiva, cujos valores começam nos 999 euros por pessoa, também para voos de ida e volta.

A promoção da LATAM Airlines já inclui taxas aeroportuárias e impostos, e aplica-se apenas a voos operados pela própria companhia aérea, estando sujeita à disponibilidade de lugares existente.

Além do Brasil, a promoção da LATAM Airlines está também disponível para outros destinos da América do Sul, cujas condições já se encontram disponíveis através dos GDS.

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“Ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”, admite a TAP

Num webinar que debateu os “Desafios do pós-COVID”, no painel da aviação ficou patente a recuperação que o setor está a registar. A tecnologia ou digitalização foi outro dos aspetos destacados como essenciais para o futuro do setor.

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*texto de Beatriz Teizen

A pandemia da COVID-19 ainda não acabou, mas, depois de quase dois anos, o setor de turismo vê uma melhoria, com a retoma das viagens e a reabertura das fronteiras. “Quais são os desafios pós-covid?”. “Quais as mudanças que se esperam na indústria, com foco na aviação e distribuição Estes foram os temas principais abordados no seminário luso-brasileiro, promovido pela Airmet Brasil e Portugal, que teve no Panrotas Brasil e Publituris os media partners e moderadores.

“Os últimos meses foram um calvário, mas agora estamos na tal retoma. Fomos semanalmente monitorizando o ‘mindset’ dos viajantes, país a país, à medida que os destinos reabriam, para irmos repondo as nossas operações. A TAP vai operar 80% neste inverno, em relação a 2019, estando previstas, para as rotas no Brasil, 51 frequências desde Portugal”, revelou Paula Canada, diretora de marketing e vendas da TAP Air Portugal.

A responsável da companhia aérea nacional referiu ainda que “o tráfego está a responder muito bem, temos muita procura reprimida e houve uma procura enorme de viagens. Em setembro, tivemos um aumento de 70% nas vendas a partir do Brasil. Mas, na Europa, ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”. “Neste momento, não é o destino mais procurado para férias”, salientou Paula Canada.

A executiva também tocou no ponto em relação ao planeamento das viagens que, devido ao ambiente de muitas incertezas, “os passageiros compram os bilhetes com um ou dois meses de antecedência”, admitindo que “esta foi uma das maiores alterações no hábito do consumidor de viagens aéreas”.

Recuperação brasileira
Ao nível das companhias aéreas brasileiras, estas estão a superar, aos poucos, a maior crise da história da aviação mundial. A Azul, por exemplo, voltou recentemente a um equilíbrio nas suas operações domésticas, mas ainda enfrenta um grande desafio no internacional, enquanto as viagens nacionais regressaram, depois de muito tempo e algumas idas e vindas, adiantando Marcelo Bento, diretor de Relações Institucionais da área, que, depois da temporada de janeiro de 2021 ter sido “foi bastante boa, tivemos a segunda vaga em março, que nos pegou em cheio”. Certo é que de agosto em diante, “estamos a recuperar muito forte e rapidamente”, pelo que, em outubro, “estamos a voar a 106% da nossa capacidade em lugares domésticos relativamente ao período pré-pandemia”. Marcelo Bento admite, mesmo que, na época alta, “teremos 120% dos lugares”, o que será “a maior temporada de verão da história da Azul”.

Segundo Bento, o tráfego é predominantemente de lazer, ou para pequenos negócios, além da indústria pesada”, destacando ainda que “os centros financeiros, consultorias, bancos e grandes empresas, que são os que mais remuneram, ainda não voltaram a viajar”.

Quanto ao internacional, o executivo diz que a companhia ainda está muito “cautelosa”. Nunca parámos de operar em Portugal e EUA”, embora reconheça que a operação era “bem reduzida”. Antes da pandemia, eram três voos diários entre Brasil e Portugal, agora estão com cinco por semana, passando a sete em breve”. Ou seja, “ainda há um déficit muito grande”.

Além disso, há também a questão do modelo híbrido e do crescimento significativo do bleisure, que veio para ficar. Sem contar a explosão de interesse dos próprios brasileiros de conhecer o Brasil, de buscar produtos diferentes, exclusivos, culturais e muita experiência. “Tendência que veio para ficar e que levará os agentes de viagens a terem de se especializar ainda mais”.

Tecnologia e customização
Essencial mais do que nunca, as empresas precisaram de adaptar-se e adotar todas as tecnologias necessárias para sobreviver à crise. Transformação digital foi a chave e o setor do turismo foi, inclusivamente, o que mais se adaptou no período da pandemia.

“Foram várias as tendências que sugiram e as companhias aéreas e outros players do setor precisaram de se transformar para atender às novas necessidades do cliente. Focar em digitalização, modernização, trazer sistemas para a nuvem, além de outros investimentos, foi essencial”, destacou o presidente de Travel Channels da Amadeus, Decius Valmorbida.

O responsável da Amadeus focou ainda a importância da “personalização das viagens”, de se conseguir “vender mais em cada viagem, diferenciar o produto e trazer o consumidor para pagar um pouco mais”. De acordo com Valmorbida, estes fatores tornam-se “uma urgência na retoma e isso envolve empresas de tecnologia, de distribuição e aéreas” No fundo, “é focar menos em volume e mais em como vender melhor”.

Valorização do agente de viagens
“Durante este período de pandemia, os vendedores on-line, os OTA e as próprias companhias aéreas tiveram grandes problemas de atendimento aos clientes. Por isso, no nosso segmento, teremos de repensar muito essa questão, já que diversos consumidores tiveram experiências negativas com as plataformas e não tiveram suporte, começou por referir o diretor da Flytour Gapnet, Rui Alves, no início da sua intervenção.

Como consequência, isto levou o viajante a ter “uma postura refratária em relação às vendas on-line, passando a procurar muito mais informação e controlo da sua viagem”, admitiu Rui Alves.

Isto leva o responsável da Flytour a destacar o “papel consultivo” do agente de viagens, considerando-o “imprescindível para que os passageiros voltem a viajar com segurança. Diante disso, as consolidadoras atuaram muito como “um verdadeiro para-raios no atendimento”, passando a ser vistas como “um suporte para as companhias aéreas, aumentando o seu papel de promotor”. Por isso, “a importância do agente de viagens remete ao fortalecimento do consolidador”, afirmou.

Para Alves, o agente tem de procurar “aumentar o acesso à tecnologia” e os consolidadores têm um “papel importante nesse apoio aos profissionais que não conseguem ter acesso a recursos tecnológicos próprios”.

Além disso, considera, “o on-line continua a ser importante como elemento de informações”, embora reconheça que “os agentes precisarão ter presença tanto no on-line, quanto no off-line”.

Por isso, e finalizando, Rui Alves acredita que o agente que “não tiver uma presença omnichannel terá mais dificuldade para atuar do que aqueles que estão preparados”, sendo certo que “as complementaridades se valorizam agora nesse momento”.

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