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Norman Foster critica arquitetos por abonarem projetos de aeroportos

Responsável por vários projetos de aeroportos, o arquiteto Norman Foster critica quem abandona este tipo de projetos refugiando-se nas questões climáticas.

Victor Jorge
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Norman Foster critica arquitetos por abonarem projetos de aeroportos

Responsável por vários projetos de aeroportos, o arquiteto Norman Foster critica quem abandona este tipo de projetos refugiando-se nas questões climáticas.

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O galardoado arquiteto Norman Foster, vencedor do Prémio Pritzker e fundador da Foster+Partners, criticou, recentemente, os arquitetos por abandonarem projetos de construção de aeroportos devido a preocupações com o impacto ambiental das viagens aéreas.

Foster defendeu a sua posição de continuar a trabalhar com o setor da aviação ao site dezeen.com, sugerindo que que outras empresas ou gabinetes estão a ser “hipócritas por não trabalharem aeroportos”.

“Realmente sinto que temos de trabalhar as infraestruturas ligadas à mobilidade”, disse Foster ao site, adiantando ainda que “temos de reduzir a pegada de carbono. Não podemos fugir disso, mas não podemos adotar uma postura moral hipócrita”, admitiu.

Numa recente entrevista à Bloomberg TV, Foster defendeu a sua posição por ter abandonado o grupo de ação para mudanças climáticas “Architects Declare”, devido às fortes críticas que a Foster+Partners sofreu por trabalhar projetos ligados à aviação, nomeadamente, o aeroporto de Amaala, na Arábia Saudita.

Foster referiu na entrevista que “todas as infraestruturas e formas de viajar têm uma pegada de carbono” e apontar somente os aeroportos seria “injusto, alegando que as viagens aéreas contribuem apenas com uma pequena percentagem das emissões globais de carbono.

O arquiteto salientou o facto de a maioria das estimativas calcular que a indústria da aviação contribuir com 2% a 3% das emissões totais de carbono, reiterando a visão de que a sua empresa “tem um papel a desempenhar na redução do impacto de carbono na aviação por meio de projetos de terminais aeroportuários”.

"As viagens aéreas não são somente de ter aviões no céu", salientando que “a mobilidade das viagens em qualquer formato ou forma tem a ver com infraestruturas". E continuou: “Por isso, os edifícios que fazem mover as pessoas para um comboio ou para uma aeronave consomem energia. Então é imperativo reduzir a pegada de carbono do transporte de mobilidade”.

Em conclusão, segundo Fosters, “a nossa sociedade é sobre mobilidade”.

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Transportes

Azul retoma voos diários entre São Paulo e Orlando a 1 de dezembro

Os bilhetes para os voos entre São Paulo-Campinas e Orlando, nos EUA, já se encontram disponíveis, através dos canais oficiais da companhia aérea brasileira.

A Azul - Linhas Aéreas Brasileiras vai retomar os voos entre São Paulo-Campinas e Orlando, nos EUA, a 1 de dezembro, realizando um voo por dia entre as duas cidades, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

De acordo com a Azul, os voos vão ser realizados em aviões Airbus A330neo, com capacidade para 298 passageiros, e os bilhetes para os voos entre São Paulo e Orlando já se encontram a ser comercializados, através dos canais oficiais da companhia aérea.

Os voos partem de São Paulo-Campinas pelas 09h50 e chegam a Orlando pelas 17h00, enquanto em sentido contrário a partida dos EUA decorre pelas 19h15, chegando a São Paulo-Campinas às 06h00, sempre em horários locais.

"Orlando é um dos destinos mais procurados na nossa rede e estávamos sonhando com o dia em que poderíamos anunciar o retorno das nossas operações para essa cidade. Voltaremos a operar já visando a alta temporada de férias escolares no Brasil, atendendo os clientes que querem viajar novamente para fora do país", refere Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul, citado na informação divulgada.

Segundo a Azul, a reabertura dos voos para Orlando acontece depois do anúncio da "flexibilização das regras de entrada de brasileiros nos Estados Unidos", que entram em vigor a 8 de novembro e que os passageiros podem consultar através do site da Azul.

Com o regresso dos voos para Orlando, a Azul vai passar a contar com dois voos diários para os EUA, sendo que, além desta cidade da Flórida, a companhia aérea brasileira disponibiliza também ligações diárias para Fort Lauderdale, também na Flórida.

 

 

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Viagens dos residentes disparam no 2.º trimestre mas ainda ficam 35,4% abaixo de 2019

Os residentes realizaram 3,6 milhões de viagens entre abril e junho, o que representa uma subida de 83,9% mas que, face a igual período de 2019, continua a traduzir uma quebra de 35,4%, segundo o INE.

Entre abril e junho de 2021, os residentes em território nacional realizaram 3,6 milhões de viagens, valor que representa uma subida de 83,9% face a igual período de 2020, mas que, comparativamente ao segundo trimestre de 2019, antes da pandemia, continua a traduzir uma quebra de 35,4%, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que divulgou esta quarta-feira, 27 de outubro, os dados relativos à procura turística dos residentes no segundo trimestre do ano.

Segundo o INE, os dados do segundo trimestre indicam, no entanto, uma recuperação das viagens dos residentes face aos três meses anteriores, quando este indicador tinha apresentado uma descida de 57,6% face aos três primeiros meses de 2020, que tinham sido fortes, uma vez que a pandemia da COVID-19 apenas se fez sentir a partir de meados de março de 2020.

Por destinos, a esmagadora maioria optou por viajar dentro de Portugal, com o INE a indicar que 96,9% das viagens dos residentes no segundo trimestre tiveram como destino o território nacional, o que corresponde a 3,5 milhões de viagens e indica uma subida de 10 pontos percentuais face ao segundo trimestre de 2019, quando esta percentagem tinha ficado nos 85,2%.

Já as viagens com destino ao estrangeiro diminuíram, limitando-se, segundo o INE, a 111,7
mil, o que representa apenas 3,1% do total de viagens registadas, quando no segundo trimestre de 2019 representavam 14,8%.

O INE diz ainda que a principal motivação de viagem foi o “lazer, recreio ou férias”, que representou 1,7 milhões de viagens, o que traduz uma subida de 65,1% face a igual período do ano passado, uma vez que, comparativamente com o segundo trimestre de 2019, houve uma descida de 35,8%.

De acordo com o INE, as viagens com motivação de lazer viram a sua representatividade diminuir em 5,5 pontos percentuais face a igual período do ano passado e representaram 48,3% do total das viagens dos residentes, no segundo trimestre do ano.

Em sentido contrário estiveram as viagens para visitar familiares ou amigos, que reforçaram a sua representatividade e passaram a representar 40,0% do total, num aumento de 5,1 pontos percentuais, sendo este o segundo motivo para as deslocações efetuadas pelos residentes no segundo trimestre. As viagens para visitar familiares e amigos representam um total de 1,4 milhões de viagens, o que traduz um aumento de 110,8% face a igual período do ano passado e uma quebra de 31,5% em comparação com os os mesmos três meses de 2019.

Os hotéis e estabelecimentos de alojamento similares reuniram a preferência dos turistas residentes em Portugal e concentraram 16,5% das dormidas, o que veio reforçar a representatividade destes estabelecimentos em 5,7 pontos percentuais. Já o alojamento particular gratuito perdeu peso e viu a sua representatividade descer 7,4 pontos percentuais, ainda que tenha sido a opção "em mais de ¾ do total de dormidas (76,8%)", refere o INE.

Já a internet foi a forma preferida na marcação das viagens, tendo sido esta a opção em 14,2% dos casos, o que representa um aumento de 2,3 pontos percentuais, com destaque para as viagens internacionais, onde este foi o recurso utilizado para marcar 53,5% das deslocações, o que indica uma subida de 5,4 pontos percentuais, enquanto nas viagens em território nacional apenas 12,9% foram marcadas pela internet, o que traduz um acréscimo de 1,3 pontos percentuais.

 

 

 

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Breeze Airways apresenta primeiro avião A220s

Novo aparelho deverá ser entregue à companhia aérea nas próximas semanas, prevendo-se que entre ao serviço no segundo trimestre de 2022.

O primeiro avião A220s da Breeze Airways, companhia aérea low cost que David Neeleman, ex-acionista da TAP, lançou este ano nos EUA, foi apresentado esta terça-feira, 26 de outubro, num evento da Airbus em Mobile, Alabama, nos EUA, e deve ser entregue à companhia aérea nas próximas semanas.

De acordo com um comunicado do construtor aeronáutico europeu, este é o primeiro avião A220s que vai ser entregue à Breeze Airways, de um total de 80 aparelhos deste modelo que a companhia aérea encomendou à Airbus.

"A cabine do A220s da Breeze está configurada em duas confortáveis classes com 126 assentos, incluindo 36 lugares em business e 90 em económica, equipados com tomada nos assentos e portas USB para todos os passageiros", indica a Airbus.

Estes novos aviões de corredor único da Breeze Airways vão também contar com assentos mais largos, janelas de maiores dimensões e bagageiras com maior capacidade, ao mesmo tempo que permitem uma maior eficiência no consumo de combustível e um menor impacto ambiental.

O construtor aeronáutico europeu destaca ainda que o A220 é o único avião construído especificamente para o mercado de 100 a 150 lugares e que conta com diversas vantagens, desde logo por ser um aparelho mais eficiente e silencioso, que emite menos 50% de ruido e menos 50% de emissões poluentes, além de  consumir menos 25% de combustível.

Segundo a Airbus, o primeiro avião A220s da Breeze Airways deverá ser entregue à companhia aérea nas próximas semanas, prevendo-se que entre ao serviço no segundo trimestre de 2022.

Recorde-se que a Breeze Airways iniciou operações no passado mês de maio e assume-se como uma companhia aérea de baixo custo, que vai ligar cidades norte-americanas que contam com uma baixa oferta de ligações aéreas.

Até ao final de setembro de 2021, a Airbus entregou mais de 170 aparelhos A220s a 12 companhias aéreas de todo o mundo

 

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O Roadshow das Viagens do Publituris em vídeo

Foram três dias de reunião, networking e animação com empresas do turismo e viagens. Veja e/ou recorde a 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris.

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Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra foram as cidades que receberam o Roadshow das Viagens do Publituris 2021.

A 6.ª edição do evento juntou, novamente, os profissionais do setor do turismo e das viagens em três dias de trabalho, networking, mas também de animação.

Marcaram presença no Hotel Eurostars Oásis Plaza (Figueira da Foz), Holiday Inn Porto Gaia (Vila Nova de Gaia) e no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa (Sintra), 24 empresas expositoras e mais de 300 agentes de viagens.

Veja em 4:39 minutos, os três dias de Roadshow das Viagens do Publituris.

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Costa Cruzeiros apresenta primeiro itinerário do novo navio Costa Toscana

Novo navio, que vai ser entregue à Costa Cruzeiros no próximo mês de dezembro, realiza o primeiro itinerário a 5 de março de 2022, com partida de Savona, em Itália.

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O Costa Toscana, novo navio da Costa Cruzeiros e o segundo da frota da companhia movido a GNL, que já realizou testes de mar e passou recentemente pela cerimónia da moeda, vai ficar colocado no Mediterrâneo, realizando o primeiro itinerário a 5 de março de 2022, com partida de Savona, em Itália.

Segundo um comunicado da companhia de cruzeiros, o primeiro itinerário do Costa Toscana, que será entregue à companhia no próximo mês de dezembro, vai ter a duração de uma semana e inclui escalas em Marselha, Barcelona, Valência, Palermo e Civitavecchia / Roma.

"Após a sua estreia, o navio vai estar implantado no Mediterrâneo Ocidental ao longo do ano. Durante o verão, o Costa Toscana fará escalas em Savona, Civitavecchia / Roma, Nápoles, Ibiza, Valência e Marselha, e no outono em Palma de Maiorca, substituindo Ibiza", indica o comunicado da Costa Cruzeiros.

O novo navio, que presta homenagem à região italiana da Toscana e é irmão do Costa Smeralda, o primeiro navio da Costa Cruzeiros movido a GNL, já passou pelos testes de mar e, segundo a Costa Cruzeiros, foi "aprovado nos vários testes destinados a verificar o bom funcionamento dos sistemas, equipamentos e motores de GNL".

"Esta é uma etapa importante para o navio, com entrega prevista para dezembro de 2021", acrescenta o comunicado da Costa Cruzeiros, revelando que, cerca de duas semanas após os testes de mar, o Costa Toscana passou também pela cerimónia da moeda, uma tradição marítima segunda a qual várias moedas comemorativas são colocadas no navio, como símbolos de boa sorte para a tripulação, passageiros e futuras viagens.

"Estes passos adicionais, decisivos na conclusão do Costa Toscana, confirmam o nosso compromisso com a evolução para um modelo de cruzeiros cada vez mais sustentável. Simultaneamente, o Costa Toscana, devido aos seus excelentes e inovadores serviços, vai poder atrair novos passageiros de cruzeiros, ajudando-nos a consolidar a nossa presença no Mediterrâneo e o nosso plano de retoma gradual das operações”, congratula-se Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros.

Com 337 metros de comprimento e capacidade para 6.554 passageiros, o Costa Toscana será o maior navio da Costa Cruzeiros e vai disponibilizar mais de 2.600 cabines, além de Spa Solemio, várias áreas de entretenimento, cafés temáticos e 16 restaurantes.

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Grupo Minor acredita no “grande salto” que Portugal deverá registar na procura turística

Para o CEO do grupo que detém, em Portugal, os hotéis Tivoli, o nosso país “é um grande destino”, admitindo que Portugal está a “abrir caminho” na recuperação turística e deverá registar um “grande salto” na procura.

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Emmanuel Dillip Rajakarier, presidente executivo do grupo tailandês Minor, admitiu, durante a realização da conferência The Resort and Residential Hospitality Forum, em Vilamoura, que Portugal está a “abrir caminho” na recuperação turística e deverá registar um “grande salto” na procura, apontando o levantamento das restrições e a ampla cobertura vacinal contra a COVID-19 como principais razões.

“Há países que estão muito à frente de outros [na recuperação do turismo], sobretudo por causa da vacinação. E nos países onde a vacinação foi acelerada, como Espanha e Portugal, vemos os negócios a regressar fortemente”, disse Emmanuel Dillip Rajakarier à agência Lusa.

Para o responsável do grupo que em 2016 comprou 14 hotéis da marca Tivoli em Portugal, “o alívio das restrições tem tornado mais fáceis as viagens turísticas para a Europa, face a outras regiões do mundo”.

“Tem sido mais fácil para os turistas virem para a Europa e nesses países [onde há alívio de restrições] haverá um grande salto na procura nos próximos meses. Nos países que ainda têm restrições será mais lento”, enfatizou.

Sul da Europa no bom caminho
Segundo Dillip Rajakarier, a maior parte dos hotéis do grupo Minor no sul da Europa “está a ir muito bem”, no norte europeu a recuperação está a ser “um pouco mais lenta”, e na América do Sul está a acontecer “ainda mais devagar devido à [pouca] vacinação e ao número de casos”.

“Estamos muito otimistas em relação a Portugal, é um grande destino. Os outros países até podem ter os mesmos atrativos, mas acho que Portugal é muito avançado, tendo em conta a sua reduzida dimensão”, sublinhou.

Segundo o presidente executivo do grupo Minor, a intervenção dos organismos públicos no apoio à retoma do setor turístico em Portugal e o facto de os portugueses terem “abraçado” o processo de vacinação fazem com que o país esteja “a abrir caminho” em termos de recuperação.

“O que é único e positivo em Portugal é que os portugueses abraçaram realmente o conceito de vacinação, ao contrário de outros países em que, mesmo com altas taxas de vacinação, não vemos as pessoas com esta ligação” ao processo vacinal, frisou.

Para Dillip Rajakarier, o foco agora deve ser o ano de 2022, para que se tentem alcançar níveis de crescimento superiores a 2019, tendo em conta que “os hotéis têm de pensar em como lidar com os novos hábitos dos consumidores”.

Nos últimos dois anos, notou, não só o panorama económico se alterou – com a subida da inflação, dos custos das operações ou da energia, por exemplo -, como surgiram novos segmentos de mercado e novos mercados.

Nascimento de um novo segmento
Segundo Rajakarier, a pandemia de COVID-19 fez nascer um novo segmento de mercado – o Visiting Friends, Family and Relatives (VFFR) -, que na tradução em português significa visitar amigos, família e parentes.

“É algo novo que surgiu com a pandemia porque durante dois anos não estivemos autorizados a ver os nossos pais, a nossa família, às vezes até mesmo os nossos filhos, por causa do distanciamento social”, explicou.

Atualmente, é notório que “as pessoas querem ligar-se aos amigos e família e há muitas viagens em torno disso, mas também viagens geracionais: os avós quererem viajar com os filhos, e até com os netos, o que está a criar um novo segmento”, apontou.

*Lusa

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KLM anuncia voos para 162 destinos e reforço de oferta em Portugal no inverno

Em Portugal, a KLM vai disponibilizar, este inverno, 12 voos semanais entre Lisboa e Amesterdão e 14 voos semanais entre o Porto e Amesterdão, o que traduz um aumento de 17% face ao inverno de 2019.

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A KLM vai disponibilizar, este inverno, voos para um total de 162 destinos, 72 dos quais intercontinentais e 90 na Europa, num reforço da oferta que também abrange Portugal e que, segundo a companhia aérea dos Países Baixos, é possível graças ao alivio de "mais e mais restrições de viagem".

"O novo programa de inverno da KLM entra em vigor a 31 de outubro e é válido até 26 de março de 2022. À medida que vão sendo aliviadas mais e mais restrições de viagem, a KLM vai ser capaz de aumentar a sua capacidade novamente este inverno e, assim, planeia operar voos diretos de Amesterdão para 162 destinos, 72 intercontinentais e 90 na Europa", refere a KLM, num comunicado divulgado esta terça-feira, 26 de outubro

Em Portugal, a KLM vai disponibilizar, este inverno, 12 voos semanais entre Lisboa e Amesterdão e 14 voos semanais entre o Porto e Amesterdão, o que traduz "um aumento de +17% na oferta no inverno de 2021 face à oferta pré-pandemia em período idêntico de 2019".

"Esta oferta é complementada pela da sua parceira francesa, a Air France, que oferece rotas entre Paris-CDG e 3 aeroportos portugueses (Lisboa, Porto e Faro, agora também no inverno)", indica ainda a KLM.

Além de Portugal, a KLM conta também reforçar a oferta na Europa para "responder ao forte aumento da procura por viagens de lazer e negócios", motivo pelo qual vai manter no inverno os voos para Zagreb e Poznam, que foram lançados no verão e em relação aos quais a companhia aérea faz um balanço positivo.

"Com este acréscimo, o número de destinos europeus servidos pela KLM vai ultrapassar o do inverno de 2019", destaca a KLM, explicando que está a "operar com cerca de 84% da sua capacidade na rede europeia", uma vez que, "em muitos casos, o número de voos para destinos europeus ainda está um pouco abaixo dos números pré-COVID-19".

"Mesmo assim, a companhia aérea está a servir, uma vez mais, as principais cidades da Europa, incluindo Berlim, Londres, Munique e Paris, pelo menos cinco vezes por dia. Isso torna o programa de inverno da KLM, com mais voos do que no verão, atrativo para um número crescente de passageiros executivos europeus. Ao aumentar o número de voos na Europa, a KLM vai ser, uma vez mais, capaz de conectar muitos locais europeus através de Amesterdão-Schiphol", explica a transportadora.

A nível intercontinental, a KLM diz que já retomou "os serviços operacionais para quase toda a sua rede pré-COVID (à exceção de um destino)" e explica que "os voos intercontinentais vão operar com cerca de 75% da capacidade este inverno face ao inverno de 2019".

Entre os destaques da KLM para o inverno a nível intercontinental encontram-se os EUA, que voltam a permitir a entrada de visitantes internacionais vacinados contra a COVID-19 a 8 de novembro e onde a KLM conta expandir a sua capacidade para vários destinos.

"O número de frequências para Atlanta, por exemplo, quase que duplica para 12 voos/semana, e haverá 11 voos semanais para Nova Iorque-JFK este inverno. A KLM servirá ainda Las Vegas e Miami este inverno, ambos três vezes/semana. O serviço de Mineápolis, retomado no verão, também continua no inverno com três voos semanais", revela a companhia aérea.

Além dos EUA, a KLM vai também aumentar a oferta para as Caraíbas, uma vez que, indica a companhia, tem vindo a notar, desde o verão, "um forte aumento da procura por viagens para a parte caribenha do Reino dos Países Baixos".

Neste sentido, a KLM vai duplicar o número de voos para Curaçao, para 14 voos por semana, e aumentar a capacidade diária na rota para Aruba e Bonaire, com a introdução de um Boeing 777-300ER, o seu maior avião de passageiros, sendo que, para responder à procura prevista para as férias de Natal, está ainda a planear três voos semanais adicionais, elevando o número total de voos semanais para Aruba e Bonaire para dez até ao final do ano.

Na América do Sul, onde a KLM diz que também está a sentir "sinais de recuperação", vao existir quatro voos semanais para San José e Libéria, na Costa Rica, (face aos dois o inverno passado) e voos diários para a Cidade do Panamá, enquanto a rota para Paramaribo (Suriname) vai aumentar para quatro voos semanais, quando no inverno passado apenas existia um voo por semana devido às restrições associadas à pandemia.

Já o serviço regular mais longo da rede da KLM, sem escalas a partir de Amesterdão para Santiago do Chile, prossegue este inverno com três voos semanais.

No inverno, a KLM vai ainda abrir voos para Mombaça, Cancún, Port of Spain e Bridgetown, com os voos para Cancun a começarem a 2 de novembro, com cinco ligações por semana, durante o período de Natal, o que vai elevar para 12 o número total de voos semanais da KLM para o México.

Já o primeiro voo (combinado) para Port of Spain, em Trinidad e Tobago, e Bridgetown, em Barbados, descolou a 16 de outubro e vai operar três vezes por semana, enquanto o serviço programado para Mombaça, no Quénia, deverá arrancar no início de dezembro, estando a KLM atualmente em processo de obtenção das licenças de voo necessárias junto das autoridades quenianas.

A rede asiática da companhia aérea, por outro lado, continua "dificultada pelas restrições de viagens" e regista, por isso, uma procura "inferior à de outras regiões", ainda que o transporte de carga de/para a Ásia continue em alta, o que permite à KLM "continuar a servir muitos de seus destinos este inverno".

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AHRESP denuncia “insuficiência dos fundos” e pede reforço do programa ADAPTAR Turismo

Segundo a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), a “manifesta insuficiência dos fundos alocados a este programa” impediu vários empresários de submeterem a sua candidatura.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta terça-feira, 26 de outubro, pedir o reforço do programa ADAPTAR Turismo, uma vez que, denuncia a associação, a "manifesta insuficiência dos fundos alocados a este programa" impediu vários empresários de submeterem a sua candidatura.

"Devido a várias dificuldades no acesso à plataforma nos meros dois dias em que o programa esteve aberto, múltiplos empresários não conseguiram submeter a sua candidatura. É, por isso, absolutamente essencial que a dotação do programa seja rapidamente reforçada de forma significativa", denuncia a AHRESP, num comunicado divulgado esta terça-feira, 26 de outubro.

De acordo com a associação, o programa, que foi lançado a 21 de outubro, encerrou as candidaturas logo no dia 22, pelas 19h00, "devido ao esgotamento da dotação orçamental prevista" e nem o anúncio do reforço da sua dotação, em mais cinco milhões de euros, foi suficiente para dar resposta aos empresários, já que, "passadas poucas horas desse anúncio, a dotação volta de novo a ser atingida, pondo fim à receção de novas candidaturas".

Para a AHRESP, a "elevada procura" que este programa registou demonstra "a resiliência e determinação da atividade turística, bem como a propensão para o investimento, numa tentativa de melhorar a competitividade das empresas", sendo esta mais uma razão que a associação aponta para o reforço da dotação orçamental do ADAPTAR Turismo.

"Esta é uma área de atividade com provas dadas na capacidade de alavancar a recuperação económica do nosso país, pelo que é muito importante que o Governo conceda às nossas empresas os instrumentos necessários para iniciarem a retoma da sua atividade", acrescenta a AHRESP.

Recorde-se que o programa ADAPTAR Turismo, publicado pelo Despacho Normativo n.º 24/2021, de 15 de outubro, é um mecanismo de apoio à recuperação da atividade empresarial, que visa apoiar as micro, pequenas e médias empresas do turismo no esforço de adaptação e de investimento nos seus estabelecimentos, permitindo ajustar os métodos de organização do trabalho e de relacionamento com clientes e fornecedores ao contexto pós-COVID-19.

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Emirates recruta 6.000 funcionários nos próximos seis meses

Nos próximos seis meses, a companhia aérea do Dubai vai contratar pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e pessoal de terra, de forma a dar resposta ao rápido aumento da procura.

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A Emirates vai recrutar 6.000 funcionários ao longo dos próximos seis meses, incluindo pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e pessoal de terra, num grande processo de recrutamento que, segundo a companhia aérea do Dubai,  visa "apoiar a intensificação das operações da Emirates em toda a sua rede global, em resposta ao aumento da procura por parte dos clientes, mais rápido do que o esperado".

"A Emirates já retomou 90% da sua rede de destinos e está a caminho de atingir 70% da sua capacidade pré-pandémica até ao final do ano. A maior companhia aérea internacional do mundo está a complementar os seus horários de voo com frequências acrescidas para responder ao aumento da procura. Para além disso, a companhia está também a instalar aviões A380 em mais rotas e operações. Até novembro, a Emirates vai disponibilizar mais de 165.000 lugares adicionais através dos seus aviões de bandeira – os A380", explica a transportadora, num comunicado divulgado esta terça-feira, 26 de outubro.

Recorde-se que, já em setembro, a companhia aérea tinha anunciado a intenção de contratar mais 3.000 tripulantes de cabine e 500 empregados dos serviços aeroportuários para o seu hub no Dubai, de forma a dar resposta às "necessidades operacionais decorrentes da recuperação da indústria de viagens".

"Com o setor a aumentar a uma velocidade maior do que o anteriormente previsto, a Emirates necessitará agora de mais 700 funcionários de terra (ground staff) no Dubai e em toda a sua rede", explica a companhia aérea.

Além dos tripulantes e pessoal de terra, a Emirates está também à procura de 600 pilotos qualificados e quer também reforçar a sua equipa de engenharia e contratar 1.200 profissionais qualificados, onde se incluem engenheiros aeronáuticos e pessoal de apoio à engenharia. Os candidatos podem conhecer todas as condições, requisitos e funções através do site https://www.emiratesgroupcareers.com.

"Temos vindo a restabelecer prudentemente as nossas operações em conformidade com os protocolos de reabertura de fronteiras e de requisitos de viagem. Com os sinais positivos na recuperação económica e com o crescimento contínuo da procura, esperamos estar de volta ao ponto onde estávamos antes da pandemia a partir de meados de 2022", destaca Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e CEO do grupo Emirates.

 

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Turismo de Portugal lança plataforma para facilitar investimento estrangeiro

Nova plataforma visa afirmar Portugal “como destino de investimento” no turismo, assim como “maximizar contactos com potenciais investidores”.

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O Turismo de Portugal lançou a plataforma Invest In Tourism com o objetivo de "reforçar a competitividade internacional de um setor estruturante para a economia nacional, através da afirmação do país como destino de investimento".

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, a nova plataforma pretende "acrescentar valor a um conjunto de atividades económicas ligadas ao turismo, reforçar a notoriedade internacional de produtos e serviços nacionais e a perceção de qualidade da Marca Portugal", assim como "maximizar contactos com potenciais investidores, dinamizar processos de recrutamento de talento, divulgar oportunidades de negócio no turismo e criar ambientes favoráveis ao nascimento de novos negócios turísticos".

Disponível em português e em inglês, a nova plataforma está dividida em quatro áreas, concretamente 'Portugal de relance'; 'Começar um negócio'; 'Procurar uma oportunidade' e 'Opções de financiamento', onde é fornecida "toda a informação sobre o país, caracterização do setor e como começar um negócio em Portugal, sendo ainda apresentados casos de sucesso".

"São também disponibilizadas análises sobre talento, empreendedorismo e inovação, sustentabilidade, macroeconomia, estratégia, IDE, desempenho turístico, investimento e financiamento, benefícios fiscais, turismo residencial e tendências, bem como, informação sobre negócios recentes, principais transações e aberturas e número de projetos em pipeline", acrescenta o Turismo de Portugal.

Para apoiar o processo de investimento, o Turismo de Portugal disponibiliza ainda uma equipa dedicada a esta área e que vai atuar nos "domínios das oportunidades de investimento, financiamento, licenciamento, recursos humanos, empreendedorismo, estatísticas e parcerias, contando também com o contributo das equipas do Turismo de Portugal que atuam no estrangeiro".

“Portugal já é um dos destinos europeus mais atrativos para o investimento estrangeiro”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, defendendo, no entanto, que é necessário "continuar a trabalhar para se promover o investimento e financiamento para a sustentabilidade do turismo, desenvolvendo competências e melhorando a coordenação de ações nas diferentes áreas de política, incluindo o empreendedorismo ou a inovação".

Para a governante, a nova plataforma "Invest in Tourism passará a ser a montra das oportunidades de investimento no turismo em Portugal".

Além do Turismo de Portugal, o Invest in Tourism conta com uma rede alargada de parceiros, onde se inclui a Abanca, Bankinter, BPI, Banco Português de Gestão, Banco Montepio, Crédito Agrícola, Caixa Geral de Depósitos, Eurobic, GoParity, Novo Banco, Novo Banco dos Açores, Millennium BCP, Santander, Capital Partners, Quadrantis, Portugal Ventures e Turismo Fundos, estes dois últimos do Grupo Banco Português de Fomento.

A nova plataforma foi lançada durante o Resort & Residential Hospitality Forum, o maior encontro internacional de investidores, decisores e operadores líderes no segmento Resort e Residencial, que se encontra a decorrer em Vilamoura, Algarve, terminando esta quarta-feira, 27 de outubro.

Na informação divulgada, o Turismo de Portugal lembra que Portugal está no Top10 dos destinos europeus mais atrativos para o investimento estrangeiro, de acordo com o estudo “Attractiveness Survey 2021” (EY), que detalha que 70% dos investidores são europeus e 30% originários de outros países, com destaque para os EUA, Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Bélgica.

O país é também o 12.º destino turístico mais competitivo do mundo, segundo o Fórum Económico Mundial, e pretende posicionar-se como "destino de investimento e polo de referência internacional na inovação, no empreendedorismo e na produção de bens e serviços para o turismo, conforme designado na Estratégia Turismo 2027".

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