Assine já
Homepage

“Existem propostas ambiciosas para fazer crescer o turismo na Guiné-Bissau”

Ciente do trabalho que ainda existe por fazer, o ministro do Turismo e Artesanato da Guiné-Bissau, Fernando Vaz, salienta ao Publituris que projetos e investimentos não faltam para o país.

Victor Jorge
Homepage

“Existem propostas ambiciosas para fazer crescer o turismo na Guiné-Bissau”

Ciente do trabalho que ainda existe por fazer, o ministro do Turismo e Artesanato da Guiné-Bissau, Fernando Vaz, salienta ao Publituris que projetos e investimentos não faltam para o país.

Victor Jorge
Sobre o autor
Victor Jorge
Artigos relacionados
“Há uma grande fidelidade do turista luso por Espanha e vice-versa”
Análise
Portugal com ‘luz verde’ no Reino Unido
Destinos
Lights Stock photos by Vecteezy
Espanha investe oito milhões em campanha até julho para posicionar destino a nível internacional
Destinos
“Manifesto” do turismo pede aos governos europeus plano para o verão
Análise

Com pouco mais de uma centena de unidades hoteleiras, a Guiné-Bissau ainda tem um longo caminho a percorrer enquanto destino turístico. Os passos estão, no entanto, a ser dados e o ministro do Turismo e Artesanato da Guiné-Bissau, Fernando Vaz, revelou ao Publituris alguns dos projetos e investimentos que estão a ser realizados no país. Desde a “construção do novo aeroporto, a projetos para turismo de massas”, à aposta num “eco resort vocacionado para um nicho de mercado muito elevado”, o certo é que o turismo é crucial para o atual Governo da Guiné-Bissau.

O turismo ainda é um setor pouco desenvolvido na Guiné-Bissau. O que é que estava a ser feito para imprimir outra ou uma nova dinâmica? Isto claro, antes da pandemia?
Concordamos e somos os primeiros a assumir que, efetivamente, o turismo é um setor pouco desenvolvido na Guiné-Bissau. Por outro lado, os vários governos não adotaram o setor turístico como sendo estratégico para o desenvolvimento económico, foi ficando para trás e não conheceu o desenvolvimento esperado e necessário.

Naturalmente que as coisas foram mudando ao longo do tempo e foi-se dando outra importância a este setor. Esta mudança tardia de paradigma conduziu ao surgimento de algumas unidades hoteleiras tanto no continente como nas ilhas Bijagós, que são um ponto de partida para toda a estratégia do desenvolvimento turístico no país.

Mas a oferta era escassa para a procura?
Bissau quase não tinha hotéis. Tinha meia dúzia de hotéis no período antes da pandemia e conta agora com mais de 100 unidades de alojamento, entre as quais alguns hotéis de três a cinco estrelas.

Na parte insular temos cerca de 50 unidades turísticas espalhadas por várias ilhas que oferecem vários tipos de turismo, desde o balnear ao de pesca, passando pelo turismo ornitológico, ecoturismo, etc.. O ecoturismo é, de resto, um dos mais fortes da nossa estratégia, com a particularidade das nossas ilhas serem muito ricas tanto em fauna como em flora.

Nos últimos dez anos, tem-se investido mais no setor turístico, não o desejável porque continua a haver falta de infraestruturas, mas mesmo neste contexto de carência podemos afirmar que já existe algum investimento que nos permite receber turistas de todo mundo com dignidade e com o savoir faire que o turismo exige.

Em 2016, em entrevista ao Publituris, admitia que “quem vier à Guiné-Bissau vai ficar surpreendido e não vai querer de lá sair”. Ainda mantém essa afirmação? O que é que prende o visitante à Guiné-Bissau?
Mantenho e enfatizo essa afirmação porque em 2016 não conhecia e não tinha feito as descobertas que entretanto fiz: das 88 ilhas que o arquipélago de Bijagós possui, descobrimos mais outras ilhas perpendiculares ao nosso continente – as ilhas de Pecixe, Geta, Komo, Caiar – e outras pequenas ilhotas.

Esta decalagem de cinco anos permitiu-nos descobrir maravilhas que não conhecíamos e que são locais de sonho. Isso aliado a um país onde o turista não é exposto à insegurança, podendo circular livremente em qualquer parte, sem perigo, e aliado também a um povo afável, que recebe o estrangeiro com as mãos abertas, são essas as características do povo guineense.

Mas essa ainda é uma questão que aflige o país, a insegurança?
Em qualquer região que o turista percorre vai constatar segurança, contrastando com a imagem que se projeta muito negativa da Guiné-Bissau, resultado das querelas políticas cíclicas, associando-as negativamente a todo país e ao seu povo, algo completamente errado. Temos aqui uma comunidade estrangeira bastante grande que vive em paz e em segurança, sem o flagelo dos assassinatos, dos raptos ou violência. Esta realidade constitui um dos fatores de integração muito forte dos turistas e um fator de hospitalidade e acolhimento onde o estrangeiro se sente em casa. Por isso, reafirmo que as pessoas quando vêm à Guiné-Bissau não vão querer sair, isto porque vão conhecer o paraíso na terra e, naturalmente, quererão permanecer nele.

Os investimentos
Mas voltando à questão das infraestruturas e da oferta, que parcerias estão a ser desenvolvidas, de forma a dinamizar o turismo na Guiné-Bissau no pós-pandemia?
Precisamos de todo o tipo de parcerias para a dinamização do turismo na Guiné-Bissau no pós-pandemia. Em primeiro lugar, como em todos os países do mundo, aconteceu uma hecatombe no setor, as nossas pequenas unidades tiveram de manter a maioria dos seus trabalhadores, sem que para o efeito gerassem receitas. O que precisamos, neste momento, é de apoiar o ressurgimento e a consolidação dessas unidades fustigadas pela pandemia e promover mais o nosso destino, para que venham mais turistas à Guiné-Bissau.

Por outro lado, para a dinamização do setor precisamos que as pessoas invistam na Guiné-Bissau e o Ministério do Turismo garante a estabilidade destes investimentos, através de seguros que existem a nível do Banco Mundial e da nossa Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO). Existem dois tipos de seguros que podem ser acionados, por forma a garantir o investimento estrangeiro e é muito fácil investir na Guiné-Bissau. Temos um código de investimento extremamente atrativo, que permite ao investidor expatriar cerca de 90% dos seus benefícios para qualquer parte do mundo, desde que legalmente justificado, existindo outros incentivos tais como um período de graça, sem pagar impostos, durante cinco a sete anos e outras benesses.

A criação de infraestruturas é fundamental para a dinamização do turismo na Guiné-Bissau. Precisamos de infraestruturas hospitalares, rodo-fluviais, portuárias, aeroportuárias, entre outras. Portanto, estamos de braços abertos para todos os que pretendam investir na Guiné-Bissau com o objetivo de dinamizar este setor – terão todo o apoio do Ministério do Turismo e do Governo da Guiné-Bissau.

 

“A criação de infraestruturas é fundamental para a dinamização do turismo na Guiné-Bissau”

 

Mas como refere, esses projetos precisam de investidores. No caso da Guiné-Bissau, de que tipo de investimentos estamos a falar?
Felizmente o que não falta são propostas de investimentos. Quase todos os dias, sem exagero, recebemos propostas de investimento para o setor turístico provenientes de diversas origens, sendo, na sua generalidade, financiamento em BOT (Build-Operate-Transfer), ou seja, são os próprios investidores que trazem o financiamento. Nós apoiamos e funcionamos como facilitadores para a instalação e criamos as condições para que os investidores prossigam os seus investimentos.

Isso quer dizer que a Guiné-Bissau continua aberta ao investimento estrangeiro, sem necessidade de um parceiro local para desenvolver negócios no país?
A Guiné-Bissau talvez seja um dos únicos países em África em que qualquer estrangeiro poderá constituir uma firma pertencendo-lhe a 100%. Não é obrigatório que haja um parceiro local na constituição de qualquer firma por estrangeiros. Portanto, continuamos completamente abertos.

Existem propostas e projetos ambiciosos para o país, com a pretensão de fazer crescer o turismo. Pode dizer-nos quais são, como vão ser implementados e qual o prazo para acontecer?
Existem propostas ambiciosas para fazer crescer o turismo na Guiné-Bissau. Temos o projeto de construção do novo aeroporto, que irá movimentar cerca de 2.000.000 de passageiros por ano, trazendo um incremento muito grande ao turismo, e, por outro lado, temos, também, projetos para o norte do país, para a zona de Varela, onde vamos apostar no turismo de massas, o turismo de pulseira, como Cabo-Verde, República Dominicana, Cuba e outros países, porque são praias enormes, dando continuidade a uma zona turística do Senegal que é o Capskiring.

Temos propostas dos Emirados para esta zona, para implantação de grandes unidades hoteleiras de 4 a 5 estrelas até 5.000 camas. Trata-se de um mega-projeto, que não será realizado a curto prazo, mas sim a médio prazo, e que oportunamente vamos, com certeza, divulgar pormenores. Com a realização da EXPO 2021, no Dubai, vamos estar presentes e conversar com os promotores deste projeto.

Temos também o projeto de um grupo espanhol para a construção nas ilhas de um eco resort virado para um turismo de luxo, um turismo de gama altíssima, um projeto que envolve também um investimento considerável e que está vocacionado para um nicho de mercado muito elevado.

Existem muitos outros, mas como se tratam de projetos, a seu tempo serão revelados.

A porta de entrada para qualquer país é o seu aeroporto. Referiu a construção de um novo aeroporto. O que mais nos pode adiantar relativamente a esse projeto?
Sim concordamos e temos consciência que o aeroporto é a porta de entrada de qualquer país. Neste momento, investimos cerca de sete milhões de dólares só no melhoramento da pista do aeroporto Osvaldo Vieira, que é o nosso atual aeroporto principal, e estamos ainda a melhorar as salas de embarque e desembarque, com a integração de salas VIP para os passageiros da primeira classe.

Para além disso, temos projetado um novo aeroporto entre os setores de Mansoa e Nhacra, a 30 quilómetros da capital Bissau, que será um dos aeroportos mais modernos da África ocidental e que será construído e financiado pelos Emirados, com um projeto e memorando assinado no ano transato entre o Governo da Guiné-Bissau e a firma dos Emirados.

 

“Quase todos os dias, sem exagero, recebemos propostas de investimento para o setor turístico provenientes de diversas origens”

 

Que companhias estão atualmente a voar para a Guiné-Bissau?
As companhias aéreas que estão atualmente a voar para a Guiné-Bissau são no total oito, nomeadamente, TAP, Euroatlantic, Senegal Airlines, ASKY, Cabo-Verde Airlines, Transair e Royal Air Maroc. De salientar que entre estas companhias, quatro ainda estão suspensas devido à atual crise pandémica, mas, brevemente, irão retomar os voos para a Guiné-Bissau.

O futuro pós-pandemia
Mas como é que o destino Guiné-Bissau enfrentou esta pandemia da COVID-19 e como vai sair dela?
Enfrentamos a pandemia como todo o mundo. A Guiné-Bissau não fugiu aquilo que é o concerto das nações no mundo. Nessa perspetiva, os impactos foram extremamente negativos, como em todo o mundo, principalmente, no setor do turismo, em que estivemos, cerca de um ano, com as portas completamente fechadas, com um impacto extremamente nocivo no setor. Enfrentamos esta pandemia, sobrevivendo, aliás, uma das características dos guineenses é a sobrevivência.

Mas como perspetiva a saída desta crise?
Vamos sair desta crise implementando políticas de dinamização do setor, nomeadamente, a retoma da atividade turística em máxima força e executando a maior promoção de sempre do destino, externa e internamente. Ação essa já em curso, como podem constatar em Portugal através dos outdoors nas principais vias de comunicação, auto-estradas de norte a sul, saída da Ponte 25 de Abril e da Ponte Vasco da Gama, entre outros locais estratégicos. Entre as várias estratégias, estas são aquelas que queremos enfatizar mais.

Já falou em paraíso. O que é que a Guiné-Bissau tem para oferecer a quem a visita? É um destino multifacetado ou unicamente sol e praia?
A Guiné-Bissau é um destino multifacetado, pode fazer-se sol e praia em quase todas as nossas ilhas e no continente, na região norte, nas praias de Pecixe, Geta, Komo-Caiar, Cassumba, pode fazer-se turismo balnear, de caça, pesca desportiva, porque a Guiné-Bissau é imensamente recortada, por rios do norte ao sul, sendo estes um viveiro de peixes e de diversas espécies marítimas.

Também se pode fazer a observação de espécies da fauna, desde búfalos, macacos, elefantes, leões, tigres, gazelas, cabras de mato, javalis, hipopótamos, tartarugas, enfim uma panóplia enorme de espécies que existem na nossa fauna.

Temos também o turismo de memória, porque passaram pela Guiné-Bissau milhares de portugueses que estiveram do norte ao sul do país. Este será um desafio e uma aposta do Ministério para breve: trazer essas pessoas de volta à Guiné-Bissau, para, na perspetiva do turismo de memória, reviverem os locais onde estiveram, que marcaram parte das suas vidas. Como disse, o destino oferece uma enorme diversidade.

 

“Temos um código de investimento extremamente atrativo, que permite ao investidor expatriar cerca de 90% dos seus benefícios para qualquer parte do mundo”

 

O futuro do turismo, a nível global, passa muito por apostas em conceitos de sustentabilidade e digitalização. Como é que esta visão é encarada por parte do responsável do turismo na Guiné-Bissau? A questão da sustentabilidade é fulcral no desenvolvimento do turismo no país?
Naturalmente que a questão da sustentabilidade é fulcral no desenvolvimento turístico do país, sendo o nosso arquipélago de Bijagós considerado Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO e estando inserido dentro de um ecossistema extremamente importante.

Nesta perspetiva, o desenvolvimento turístico preconizado pelo setor, especificamente para as Bijagós, tem regras muito rígidas. Por exemplo, não aprovamos construção de grandes unidades hoteleiras, ou seja, não haverá turismo de massas, as unidades hoteleiras são pequenas, variando de 20 a 60 ou 80 camas no máximo, dependendo do tamanho da ilha e do local em que estão situados. Alguns desportos náuticos são também proibidos, tipo a moto náutica, para preservar espécies como os nossos manatins, golfinhos, tartarugas, entre muitas outras, que com estes meios motorizados, naturalmente, fugiriam para locais mais calmos e mais recondidos.

A sustentabilidade é extremamente importante para nós e vamos até ao pormenor de termos em preparação uma lei que irá proibir a construção de foças sépticas e outras medidas, desde o aconselhamento de utilização de energias verdes, ou seja, energias saudáveis em vez de geradores. Todos os projetos, quando analisados no Ministério, têm em conta o impacto ambiental.

26% do território no continente é área protegida, e no sul temos as matas de Cantanhez, as lagoas de Cufada, o parque natural dos tarefes de Cacheu, parque de Dilumbi e Boé, que também são áreas protegidas com um habitat, uma fauna e uma flora própria e muito rica, onde algumas espécies estão quase em extinção. Todo o turismo projetado para estas áreas tem de garantir a sustentabilidade do ecossistema existente. A questão da sustentabilidade é indiscutível na Guiné-Bissau.

A proximidade à Europa é uma vantagem do destino Guiné-Bissau?
A localização privilegiada da Guiné-Bissau no cruzamento de três continentes, o europeu, o africano e o americano, a poucas horas de voo dos principais países emissores de turistas que estão situados na Europa e sem diferenças substanciais em termos de fusos horários, constitui, sem dúvida, uma vantagem competitiva importante no mercado turístico. Portanto, para a materialização dessas vantagens, são necessárias medidas, e vamos tomá-las, focando-nos na redução do custo de transporte aéreo para o destino, que é ainda um pouco elevado, comparando com os países da sub-região. Além disso, torna-se também fundamental a redução do custo do visto de entrada, fazendo com que isto seja um diferencial em relação à concorrência, trazendo assim mais turistas para o país.


Turismo de língua portuguesa
A generalidade dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) podiam e deviam explorar o facto dos países falarem a mesma língua e posicionar-se mundialmente como um destino diferenciador até por esse prisma? Ou até mesmo estabelecer parcerias entre eles ao nível da atividade turística?
Gostaria que assim fosse, que a generalidade dos PALOP explorasse os países que têm em comum a mesma língua, mas, infelizmente, a lógica de transportes coloniais persiste e quase que impede a ligação direta entre os PALOP. Nós temos ainda Portugal como placa hub para os PALOP.

Não há voos diretos entre os PALOP, salvo pequena exceção entre Angola e Moçambique que já existia desde a época colonial. Existia o voo direto Cabo Verde/Guiné, mas já não existe.

Como digo, a lógica dos transportes aéreos matrizados no período colonial persiste após quase 50 anos de independência e não fomos capazes de criar vias diretas de comunicação entre os PALOP e, naturalmente, que isso encarece mais os destinos, tornando-os pouco atrativos e competitivos.

É necessário que haja uma mudança de paradigma neste setor e acreditamos que caminhamos para lá com a existência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e outras organizações que nos fazem estar, todos os dias, mais próximos uns dos outros.

Como é que apresentaria a Guiné-Bissau a um desconhecido? E a quem já visitou o país, o que diria para regressar?
Quem já visitou a Guiné-Bissau, na sua maioria, irá regressar, assim sendo, não estaria muito preocupado em apresentar-lhes o país.

Preocupo-me mais com quem não conhece a Guiné-Bissau e que quer vir pela primeira vez. A esses diria, como costumo dizer sempre, venham à Guiné-Bissau, vão encontrar um dos países mais bonitos do mundo, pobre, contudo, com um dos povos mais tranquilos e pacíficos. Convido-vos a visitarem-nos e a fazerem o vosso juízo. Estaremos sempre à vossa espera e prontos para vos receber.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Artigos relacionados
Figuras

W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

Publituris

Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Homepage

Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

Publituris

O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Sem categoria

O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
AHRESP
Homepage

AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
Hospitality Talks
Homepage

“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

Publituris

A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotel Vila Raia
Alojamento

Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
Homepage

Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

Publituris

A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Figuras

Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Publituris

O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

Publituris

A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Homepage

Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

Publituris

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.