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Madeira considerada de risco elevado nos mapas sobre viagens na UE

A Madeira deixa de estar no ‘laranja’ e passa para o ‘vermelho’. Isto significa que passa a ser considerada de ‘risco elevado’ nos mapas do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) relativamente às viagens na UE.

Victor Jorge
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Madeira considerada de risco elevado nos mapas sobre viagens na UE

A Madeira deixa de estar no ‘laranja’ e passa para o ‘vermelho’. Isto significa que passa a ser considerada de ‘risco elevado’ nos mapas do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) relativamente às viagens na UE.

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A Madeira passou a ser considerada de ‘risco elevado’ relativamente à situação epidemiológica da covid-19 nos mapas do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), que visam auxiliar decisões sobre viagens na União Europeia (UE), avança a agência Lusa.

A ilha da Madeira era, de resto, o único território de Portugal ainda no ‘laranja’, tendo passado, esta quinta-feira, 26 de agosto, para ‘vermelho’ (o que significa ‘risco elevado’) nos mapas do ECDC de indicadores combinados, abrangendo as taxas de notificação de casos nos últimos 14 dias, o número de testes realizados e o total de positivos, que são atualizados semanalmente.

A categoria ‘vermelho’ significa que, nestas regiões europeias, a taxa cumulativa de notificação de casos de infeção nos últimos 14 dias varia de 75 a 200 por 100 mil habitantes ou é superior a 200 e inferior a 500 por 100 mil habitantes e a taxa de positividade dos testes de é de 4% ou mais.

Antes, a Madeira estava no ‘laranja’ (categoria referente a territórios onde a taxa de notificação de novas infeções é de 50 a 75 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias ou entre 75 e 200 por 100 mil habitantes e a taxa de positividade dos testes de é de 1% ou de 4% ou mais, respetivamente), depois de ter chegado a estar no ‘verde’ (menos de 50 novos casos e taxa de positividade inferior a 4%, ou menos de 75 casos mas com taxa de positividade inferior a 1%).

Em meados de julho, Portugal continental ficou todo coberto de ‘vermelho’ nestes mapas do ECDC, à exceção da Madeira e dos Açores, sendo que este último arquipélago passou dias depois para a categoria de ‘risco elevado’.

Em fevereiro, e devido ao elevado número de infeções, Portugal chegou mesmo a estar na categoria ‘vermelho-escuro’ dos mapas do ECDC, usada para zonas onde o vírus circula a níveis muito elevados e a pior de todas.

Estes mapas da agência europeia seguem um sistema de semáforos sobre a propagação da covid-19 na UE, a começar no verde (situação favorável), passando pelo laranja, vermelho e vermelho escuro (situação muito perigosa).

Servem de auxílio aos Estados-membros sobre as restrições a aplicar às viagens no espaço comunitário.

Em meados de junho, o Conselho da UE adotou uma recomendação para abordagem coordenada nas viagens, propondo que vacinados e recuperados da covid-19 não sejam submetidos a medidas restritivas como quarentenas ou testes.

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Portugal volta a ser considerado de “risco máximo” pelos EUA

Com os dias festivos a aproximarem-se, os EUA sobem Portugal no ranking de perigosidade, desaconselhando as viagens ao nosso país. Voltamos a constar dos destinos de “risco máximo”.

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O Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (Centers for Diseases and Control Prevention – CDC, em inglês), voltou a colocar Portugal na “lista vermelha” no que diz respeito às viagens.

“Evite viajar para Portugal”, pode ler-se no site do CDC, no qual é possível ver que Portugal passou, novamente, a ser considerado como de “risco máximo”, passando, assim, do nível 3 para o nível 4.

“Se tiver de viajar para Portugal, certifique-se que está totalmente vacinado antes de realizar a viagem”, alerta o CDC, salientando ainda que, “devido à corrente situação em Portugal, mesmo pessoas totalmente vacinadas podem correr riscos de contrair e contagiar outras pessoas com outras variantes de COVID-19”.

Mas não foi somente Portugal que passou a figurar classificação mais alta da agência governamental norte-americana, que tem mais de 80 destinos na lista, incluindo países como França, Chipre, Liechtenstein, Tanzânia e Jordânia.

Além de todas as advertências, o CDC destaca, igualmente, a necessidade de seguir as recomendações ou requisitos exigidos pelo país, incluindo o uso de máscara e a manutenção de distância de segurança.

 

 

 

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EUA encurtam prazo de validade dos testes

O facto de os EUA encurtarem o prazo de validade do teste COVID (para 24 horas), faz com que seja importante alertar para as consequências desta medida, desde os voos diretos, aos atrasos até aos fornecedores dos testes e os próprios aeroportos.

Victor Jorge

Pouco mais de um mês depois de passarem a permitir a entrada de cidadãos de praticamente todos os países europeus no seu território para viagens não essenciais, seguindo um protocolo de entrada rígido, os EUA passarão a encurtar o prazo de validade do teste COVID (com resultado obrigatoriamente negativo para seguir viagem) de forma que cidadãos – americanos ou não – possam entrar no seu território. Assim, em vez das 72 horas, os testes só serão aceites se tiverem sido realizados 24 horas antes do voo.

A SkyExpert, consultora especializada em transporte aéreo e aeroportos, alerta para as consequências desta medida, indicando que “(i) os fornecedores de testes terão de estar preparados para passar os certificados num espaço mais curto de tempo, sem margem para erros informáticos, atrasos de envio e outras vicissitudes, sob pena de tais atrasos impedirem os passageiros de embarcar; (ii) a chegada do inverno na Europa significa a multiplicação dos episódios de neve e de voos cancelados ou atrasados por razões climatéricas, com a consequente perda de ligação dos voos seguintes no aeroporto intermédio (‘hub’) – o que pode significar que os passageiros apenas possam embarcar no voo do dia seguinte para o qual necessitarão novo teste; (iii) os aeroportos deverão estar preparados para lidar com passageiros sem testes ou cujos testes perderam a validade consequência da perda da ligação aérea”.

Para Pedro Castro, fundador da SkyExpert, isto significa que os passageiros passarão a “preferir voos diretos e sem escala” para as suas viagens entre a Europa e os EUA, admite que “as incertezas relacionadas com o tratamento de passageiros em trânsito que, por perda de ligação, possam ter de desembarcar e a nova exigência de validade de 24 horas do teste Covid sugere prudência na marcação deste tipo de deslocações”.

“Para as companhias aéreas, cujo modelo de negócio está altamente dependente do tráfego de ligação ou de programas ‘stopover’, esta medida é altamente contraproducente e irá seguramente complicar as operações e as previsões de negócio durante a difícil estação baixa”, adianta ainda.

Em conclusão, o executivo da SkyExpert termina a referir que, “a prolongarem-se no tempo, estas simples medidas poderão significar um recuo importante no número de rotas, frequências e na capacidade dessas companhias de ‘hub’”.

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Reino Unido regressa às restrições e volta a exigir teste negativo à chegada

Apresentação de teste negativo à chegada ao Reino Unido volta a ser obrigatória a partir desta terça-feira, 7 de dezembro, devido ao aumento do número de casos no país com a nova variante Ómicron.

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A partir desta terça-feira, 7 de dezembro, todos os viajantes que cheguem ao Reino Unido passam a ter de voltar a apresentar um teste negativo para a COVID-19 realizado até 48 horas antes da partida, numa exigência que se aplica a todos os maiores de 12 anos de idade, informou o ministério da Saúde britânico.

De acordo com a imprensa britânica, a medida, que já tinha estado em vigor e que foi abandonada quando os viajantes passaram a ter realizar um teste de PCR no prazo de dois dias após a chegada a território britânico, está a revoltar o setor turístico do Reino Unido, que considera que a exigência de testes antes da partida é “um golpe devastador” para as viagens e turismo.

As autoridades britânicas consideram, no entanto, que a subida do número de casos de COVID-19 no país e o surgimento da nova variante Ómicron são preocupantes e que o país precisa de tomar medidas para evitar uma situação ainda mais dramática.

“Precisamos tomar medidas para impedir a propagação da nova variante neste país e evitar um problema maior”, explicou  Dominic Raab, secretário de Justiça britânico.

Além do regresso dos testes antes da partida, as autoridades britânicas avisam também que podem ser adotadas “outras medidas decisivas, se necessário, para conter o vírus e a nova variante”.

Recorde-se que, devido à variante Ómicron, o Reino Unido já tinha proibidos os voos da África do Sul e colocou 10 países africanos na lista vermelha, o que significa que apenas cidadãos do Reino Unido e irlandeses ou residentes no Reino Unido podem viajar desses países para o Reino Unido. Na lista vermelha passa também a estar, a partir desta segunda-feira, 6 de dezembro, a Nigéria.

Além do regresso dos testes antes da partida, o Reino Unido voltou também a decretar a obrigatoriedade do uso de máscara facial nas lojas e transportes públicos, uma vez que o número de contágios com a nova variante Ómicron está a subir e soma já 160 casos confirmados.

 

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Arábia Saudita quer plano para “fortalecer” Organização Mundial do Turismo

Ahmed Al Khateeb, ministro saudita do Turismo, considera que é necessário trabalhar num plano para fortalecer a OMT e que permita que a organização lidere a recuperação do setor.

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A Arábia Saudita considera que a Organização Mundial do Turismo (OMT) é “fraca” e precisa de um plano para ser mais forte, resiliente e sustentável, de forma a permitir que a organização lidere o processo de recuperação do setor, que foi um dos mais afetados pela pandemia da COVID-19.

Em declarações à agência de notícias espanhola Efe e reproduzidas pela Lusa, Ahmed Al Khateeb, ministro saudita do Turismo, defendeu que a OMT “não é forte, não é como a Unesco”, outra das agências especializadas das Nações Unidas, considerando que sem um “plano claro” esse objetivo não será atingido.

“Se quisermos que o seja, sem um plano claro, não vamos conseguir”, defendeu, lembrando que o transporte aéreo e a hotelaria, em concreto, foram em todo o mundo os setores mais afetados pela pandemia da COVID-19, motivo pelo qual diz ser necessário tornar a OMT numa organização forte para liderar a recuperação do setor.

Segundo o governante saudita, o fortalecimento da organização deverá exigir uma grande coordenação e cooperação internacional que “esteve ausente durante grande parte dos últimos dois anos”, ao mesmo tempo que é necessário tornar mais eficientes e transparentes os métodos de trabalho para garantir benefícios reais e mensuráveis ​aos Estados membros.

Ahmed Al Khateeb disse que foi a iniciativa saudita de traçar um plano de fortalecimento da organização que levou Estados membros a solicitar a transferência da sede da OMT de Madrid para Riad, capital da Arábia Saudita, e que se se reuniu nos últimos oito meses com os homólogos de mais de 100 países.

Mas a ideia da mudança da sede não partiu do governo saudita, garantiu, mas dos países que entenderam que tê-la em Riad facilitaria a supervisão do desenvolvimento do plano em causa.

Quando o governo espanhol rejeitou a proposta de transferência da sede, os dois países concordaram em trabalhar juntos na proposta saudita, para apresentá-la à assembleia geral, que acaba de aprová-la.

O grupo, no qual todas as regiões estarão representadas, desenvolverá a estratégia da OMT para os próximos quatro anos, que apresentará ao seu conselho executivo dentro de três meses após o início dos trabalhos.

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Turismo do Porto e Norte considera “incompreensível” a reduzida operacionalidade da TAP no Porto

Entidade regional de turismo diz que não pode contar com a TAP para retomar rotas internacionais que foram suspensas com a pandemia e pede mais recursos para continuar o trabalho de captação aérea.

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O Turismo do Porto e Norte de Portugal considera que o “progressivo esvaziamento” da operacionalidade da TAP no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, é “incompreensível” e pede mais recursos para apoiar a infraestrutura aeroportuária e atrair outras companhias aéreas para o aeroporto do Porto.

Num comunicado enviado à imprensa, o Turismo do Porto e Norte de Portugal diz que, devido à TAP, tem atualmente um “misto de sentimentos” face aos números que a infraestrutura aeroportuária tem vindo a apresentar, uma vez que, se por um lado o Aeroporto Francisco Sá Carneiro já “opera a 70 por cento dos valores que registava no período pré-pandemia”, por outro, “só um em cada dez passageiros dos voos de e para o Porto o fazem através da TAP”.

“A companhia de bandeira do País, paga por todos os portugueses, não trata todas as regiões por igual e o progressivo esvaziamento da sua operacionalidade no Aeroporto Francisco Sá Carneiro é para nós totalmente incompreensível”, considera Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, citado no comunicado divulgado.

Para a entidade regional de turismo, esta parece ser uma atitude de “menosprezo da TAP pela região”, pelo que pede mais recursos para “apoiar o Aeroporto, e por essa via as regiões Norte e Centro de Portugal, na atração de companhias aéreas que verdadeiramente reconheçam o valor deste território e que já demonstraram interesse em operar no destino”.

“Estamos a falar de um aeroporto estratégico para o Noroeste Peninsular, que serve uma região fortemente industrializada e economicamente pujante, com mais de 5 milhões de habitantes, e um destino turístico que é aquele que mais crescia na era pré-pandémica”, acrescenta o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Segundo Luís Pedro Martins, os recursos de que a entidade regional de turismo dispõe “são manifestamente insuficientes” para continuar o trabalho de captação de companhia aéreas, nomeadamente no que diz respeito às transportadoras de longo curso.

“E este cenário é consideravelmente mais grave quando o alvo são as companhias aéreas de longo curso”, aponta a entidade regional de turismo, defendendo que estas iniciativas “reclamam recursos financeiros” e a região “precisa de ser ressarcida da inoperacionalidade da TAP, que parece ter desistido desta parte do país”.

“O Turismo do Porto e Norte acompanha as preocupações manifestadas pelos autarcas da região, e está disponível para, havendo reforço financeiro, trabalhar com o Turismo de Portugal e com o Aeroporto do Porto, naquele que é um dos fatores críticos de sucesso para a região”, indica ainda a entidade.

O Turismo do Porto e Norte de Portugal lembra que ainda no passado mês de novembro, a ANA – Aeroportos de Portugal concluiu a ampliação do taxiway no Aeroporto do Porto, acrescentando 1300 metros de pista e um desvio que permitirá uma melhor sequência de descolagens e uma saída rápida da pista de 300 metros, representando uma melhoria operacional fundamental, com impacto positivo imediato para as companhias aéreas e passageiros, num investimento que, segundo a entidade, parece, no entanto, não dizer nada à TAP.

“Um investimento forte num aeroporto sucessivamente premiado e de reconhecida qualidade, mas que não parece dizer nada apenas à TAP, uma vez que o mesmo não se passa com outras companhias” acrescenta Luís Pedro Martins.

O Turismo do Porto e Norte revela que, atualmente, existem 19 companhias aéreas em operação na infraestrutura, que voam para 21 mercados e disponibilizam mais de uma centena de rotas, das quais apenas sete são rotas internacionais asseguradas pela TAP, pelo que, diz a entidade regional de turismo, a região não conta com a TAP para retomar rotas importantes que foram suspensas com a pandemia, nomeadamente para o Brasil, EUA ou Canadá.

“É fundamental que as ligações de longo curso retomem, concretamente ao Brasil, Estados Unidos e Canadá, bem como à Ásia e Pacífico, e para este objetivo torna-se cada vez mais evidente que não podemos contar com a TAP”, acrescenta Luís Pedro Martins.

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Rede das Estações Náuticas de Portugal promove-se em Paris

A Rede das Estações Náuticas de Portugal vai lançar, durante o Salão Náutico de Paris, a nova campanha de promoção “Experimente Portugal, em todas as estações”.

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A Rede das Estações Náuticas de Portugal vai estar presente, até 12 de dezembro, no Salão Náutico de Paris, certame onde vai ser lançada a campanha “Experimente Portugal, em todas as estações”, com o objetivo de “promover no mercado francês a melhor oferta de turismo náutico disponível em todo o território”.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Rede das Estações Náuticas de Portugal  explica que esta ação conta com os apoios e presenças do Embaixador de Portugal em França, e dos delegados em Paris da AICEP e do Turismo de Portugal.

O lançamento da campanha, que assenta na marca Nautical Portugal, decorre a 8 de dezembro, pelas 17h30, e vai contar com a participação de operadores turísticos e comunicação social francesa.

A ação decorre no âmbito do projeto IREN – Internacionalização da Rede das Estações Náuticas de Portugal, desenvolvido pela Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar e conta com apoio do Compete e com o acompanhamento da AICEP, do Turismo de Portugal, das ERT- Entidades Regionais de Turismo e das ARPT – Agências Regionais de Promoção Turística.

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Portugal não vai ter festejos de passagem do ano

Um pouco por todo o país, os festejos de rua de passagem do ano, com concertos e fogo-de-artifício, foram cancelados para evitar uma grande aglomeração de pessoas, e evitar a propagação da pandemia da covid-19 em Portugal.

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Várias cidades portuguesas, um pouco de norte a sul do país, acabam de anunciar que não vai haver festejos de passagem de ano devido à evolução da pandemia da covid-19 no país e consequentemente pelas medidas de restrição pelas medidas de restrição em vigor.

Os festejos da passagem de ano em Lisboa foram cancelados devido à evolução da pandemia de Covid-19, anunciou esta sexta-feira o presidente da câmara, Carlos Moedas, remetendo para a semana uma decisão sobre os espetáculos de fogo de artifício. Para justificar a decisão, o autarca de Lisboa afirmou que as festas iriam criar “um grande aglomerado de pessoas”.

Também o autarca do Porto, Rui Moreira, revelou que as festas de fim de ano na cidade não se vão realizar, devido à situação pandémica. Este será o segundo ano consecutivo que os festejos são cancelados. “Era nossa intenção fazer fogo-de-artificio na praia desta vez, mas as circunstâncias são o que são, temos de nos ajustar e, portanto, falámos com os GNR com quem já tínhamos agendado o concerto – ainda não tínhamos anunciado – e passaram para o Pavilhão Rosa Mota no dia 30 de dezembro”, explicou o autarca, sublinhado que esta decisão pretende “evitar a concentração nas ruas”.

Ainda no Norte, o fogo-de-artificio e concertos já foram cancelados nos concelhos de Espinho, Matosinhos, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Braga e Guimarães. A autarquia de Espinho adiou ainda a tradicional corrida de São Silvestre, que estava, originalmente, marcada para 8 de janeiro e passou para 15 do mesmo mês.

Igualmente, os 16 municípios do Algarve decidiram em conjunto cancelar a realização de festas de passagem de ano por não estarem reunidas as condições para cumprir as medidas de contenção da covid-19, anunciou a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

Em comunicado, a AMAL adianta que a decisão “foi consensualizada em sede de reunião do conselho intermunicipal”, na sexta-feira, atendendo ao “contexto de pandemia que atualmente se vive e à recente evolução” epidemiológica.

“Mesmo que estas iniciativas fossem de realização ao ar livre, teriam que obedecer a um conjunto de orientações da DGS, que os autarcas afirmam não haver condições para serem cumpridas, uma vez que implicam uma grande concentração de pessoas”, lê-se na nota.

Alguns autarcas decidiram manter a tradição do fogo-de-artifício, “sendo que outros decidiram não avançar uma vez que podem promover aglomeração de pessoas”, razão pela qual foram também canceladas várias iniciativas da programação de Natal, prossegue.

“Conscientes de que esta decisão poderá trazer constrangimentos aos empresários e comerciantes da região, os autarcas defendem que, nesta altura, o foco deverá estar centrado na proteção da saúde e bem-estar da população do Algarve”, conclui o organismo que agrega os 16 municípios do distrito de Faro.

 

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Rio de Janeiro cancela as festas de fim de ano

Um dos maiores cartazes turísticos internacionais – as festas de fim de ano na cidade brasileira do Rio de Janeiro, não vão acontecer este ano. Foram canceladas por cauda da covid-19.

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As autoridades do Rio de Janeiro cancelaram as festas de um dos maiores cartazes turísticos internacionais da cidade:  a passagem de ano, por causa da covid-19.

O anúncio foi feito pelo presidente da câmara da cidade brasileira, Eduardo Paes, que afirmou que “respeitamos a ciência. Como são opiniões divergentes entre comités científicos, vamos sempre ficar com a mais restritiva. O Comité da prefeitura diz que pode. O do Estado diz que não. Então não pode. Vamos cancelar dessa forma a celebração oficial do réveillon do Rio”, escreveu Eduardo Paes nas redes sociais.

O autarca acrescentou que não seria possível organizar uma festa de passagem de ano com a dimensão que tem no Rio de Janeiro sem a garantia de todas as autoridades sanitárias. “Infelizmente não temos como organizar uma festa dessa dimensão, em que temos muitos gastos e logística envolvidos, sem o mínimo de tempo para preparação”, acrescentou.

Esta decisão é o culminar de uma semana de debate entre as autoridades do Rio de Janeiro sobre as festas de passagem de ano, depois de a variante mais recente do vírus da covid-19 (Ómicron) ter chegado ao Brasil.

Na quinta-feira passada, a autarquia do Rio de Janeiro decidiu impor a necessidade de passaporte de vacinação contra a covid-19 para a entrada em espaços como restaurantes, bares e hotéis.

O Rio de Janeiro soma-se assim a outras 21 capitais regionais do Brasil, como São Paulo, a cidade mais populosa do país, que já decidiram cancelar as festas previstas para o fim do ano.

 

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Porto de Lisboa instala segunda webcam TejoLIVE em Cacilhas

Projeto mostra imagens do Tejo em direto e durante 24horas por dia, sendo agora possível visualizar a zona entre a Ponte 25 de Abril e a Ponte Vasco da Gama, através desta nova webcam instalada em Cacilhas.

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O Porto de Lisboa instalou e já tem em funcionamento a segunda webcam do projeto TejoLIVE, que mostra imagens do rio Tejo em direto e durante 24 horas por dia, disponibilizando agora imagens e uma visão global entre a Ponte 25 de Abril e a Ponte Vasco da Gama, através de uma webcam instalada em Cacilhas.

“Cacilhas foi o local escolhido para a instalação da segunda webcam TejoLIVE”, destaca o Porto de Lisboa, explicando que este projeto arrancou em maio, com a colocação de uma webcam no 7º piso do Centro de Coordenação e Controlo de Tráfego Marítimo e Segurança (Edifício VTS, em Algés), que permite a visão da área de aproximação ao porto de Lisboa e uma perspetiva privilegiada do rio Tejo.

“A captação de imagens abrange a área entre a Ponte 25 de Abril e a ponte Vasco da Gama, incluindo os terminais da zona portuária da margem norte do porto de Lisboa, um vasto angulo de visão do Rio e das duas margens, permitindo assistir não só ao movimento de navios na entrada e na saída do porto de Lisboa, como, conferir as condições meteorológicas, estado do mar, ou acompanhar eventos náuticos de interesse público”, acrescenta o Porto de Lisboa, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 3 de dezembro.

As imagens da primeira webcam instalada no âmbito do projeto TejoLIVE podem ser visualizadas através do website do Porto de Lisboa.

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Algarve com perspetivas “otimistas” para a ocupação da hotelaria no Natal e Ano Novo

Em declarações à Lusa, tanto a AHETA como a Região de Turismo do Algarve admitem uma procura mais elevada para a quadra festiva do Natal e fim de ano, principalmente por parte do mercado nacional e espanhol.

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O presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas revela que a hotelaria algarvia está “otimista” quanto às perspetivas de ocupação para a quadra festiva do Natal e passagem de ano, que pode superar os níveis de 2019.

Em declarações à Lusa, o presidente da AHETA disse que “as perspetivas para o fim de ano são positivas”, influenciadas pela procura do mercado português, uma vez que o Natal é “tradicionalmente uma festa de família”, que não costuma ter grande impacto na ocupação da hotelaria algarvia.

Já para a passagem do ano, a AHRESP diz esperar que os portugueses “viajem menos para o exterior e escolham sobretudo o Algarve, que é o destino por excelência do mercado nacional”.

“É um período que se caracteriza sobretudo por uma procura por parte dos nacionais. Isso vai-se verificar e nós pensamos que até pode haver um aumento da procura por parte dos portugueses, mesmo relativamente a 2019, tal como aconteceu já nos meses de verão”, estimou o responsável, situando esse aumento na “ordem dos 20 a 25%”.

Já em relação ao mercado internacional, Elidérico Viegas mostra-se menos entusiasmado, até porque, além de esta ser uma época em que este mercado procura menos o Algarve, existem atualmente novas restrições devido à variante Ómicron, que podem ter um efeito “desmotivador”, sobretudo, devido à “exigência de testes negativos” nos aeroportos de origem e à chegada à Portugal.

“Esperamos que estas restrições possam ajudar a esbater o problema rapidamente, para que isso não comprometa a próxima época turística, que é aquela em que temos uma expectativa de recuperação”, afirmou, garantindo que o cenário de cancelamentos de reservas “não se verifica”.

Perspetivas “bastante otimistas” é também o que diz ter João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), que revelou à Lusa que já existe um “nível de reservas interessante”, principalmente de visitantes portugueses e de Espanha.

“Estamos de facto a ter um nível de reservas interessante para esse período entre o Natal e o ‘réveillon’”, afirmou, reconhecendo que existe “apreensão” relativamente à “evolução da pandemia e eventuais regras mais restritivas”, mas considerando que isso não impede que os dados apontem para uma “procura interessante”.

Em relação a outros mercados, João Fernandes espera que a procura seja “mais reduzida”, por força do aumento de casos de covid-19 na Europa central e do Norte, mas, ainda assim, longe do cenário do ano passado, uma vez que  “não há enceramentos de atividades, nem restrições de horário e lotação”.

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