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AHRESP quer reabertura da animação noturna planificada “de forma atempada”

Associação defende o uso de certificados de vacinação e testes para a reabertura dos estabelecimentos de animação noturna.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quinta-feira, 22 de julho, apelar ao Governo para que “planifique uma possível reabertura” dos estabelecimentos de animação noturna, “anunciando de forma atempada esta possibilidade, para que os estabelecimentos possam planear os seus negócios”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação lembra que estes estabelecimentos estão encerrados desde março de 2020 e continuam a viver uma situação de  “incerteza e falta de perspetivas para retomar a sua atividade” e enfrentam agora “a perda de mais uma época “alta””, o que também tem efeito no turismo.

“A não abertura, com regras, destes estabelecimentos está também a enfraquecer o produto turístico português, com os turistas a preferirem outros destinos onde estes negócios estão em funcionamento”, denuncia a associação, que realça que, atualmente, já existem “mecanismos que permitem manter as atividades económicas com maior liberdade de funcionamento, sem com isso se comprometer o combate à pandemia, como é o caso da utilização do certificado digital de vacinação e dos testes à COVID-19”.

Nesse sentido, a AHRESP apela ao Governo para que  “planifique uma possível reabertura, anunciando de forma atempada esta possibilidade, para que os estabelecimentos possam planear os seus negócios”.

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CEO do Trivago admite que regresso do turismo para níveis pré-pandemia só em 2024

Antevendo que em meados de 2022 a situação se normalize entre países com bons níveis de vacinação, o CEO do Trivago, admite que a recuperação total só acontecerá lá mais para 2024.

Numa entrevista à consultora McKinsey & Company, Axel Hefer, CEO do Trivago, motor de busca e comparador de preço de hotéis, admite que as receitas no setor do turismo só em 2024 deverão atingir níveis pré-pandemia.

A consultora refere que, embora os efeitos de longo prazo possam parecer esmagadores, “os líderes do setor estão a descobrir que muitas lições da crise da COVID-19 podem ajudar as empresas do turismo e viagens a voltar mais fortes do que eram antes da pandemia”.

“Vimos uma grande mudança para viagens domésticas e para países vizinhos”, diz Hefer, reconhecendo que se trata de “uma mudança e um afastamento das viagens continentais e intercontinentais”. “Essa mudança foi impulsionada predominantemente pelas restrições em vigor e pela incerteza das viagens. Os viajantes querem saber que, chegados a um local, poderão voltar para casa e não ficar presos devido às restrições de viagem que mudam rapidamente”, salienta ainda o CEO do Trivago.

Afirmando-se “menos otimista” relativamente às viagens intercontinentais de longa distância, mesmo a longo prazo, Hefer assinala que “quanto mais longe de casa se viaja, mais incerteza existe”. Excluindo quaisquer novas variantes, a esperança de Hefer é que “em meados de 2022, as medidas se normalizem entre os países à medida que os níveis de vacinação aumentam na maioria dos principais mercados e os viajantes se acostumam com algum nível de restrições e as considerem aceitáveis”. Mas recuperar a confiança que existia antes da pandemia “pode levar anos a reconstruir”, admite o responsável do Trivago.

Quanto às implicações para as agências de viagens no meio de tanta incerteza e à mudança no comportamento do consumidor, Axel Hefer diz que a pandemia “abriu nossos olhos para algumas coisas. Mostrou-nos, efetivamente, que o mercado de viagens pode sofrer mudanças abruptas, passando de um grande crescimento a nenhuma atividade em questão de dias”.

A primeira implicação para as operações das agências de viagens apontada por Hefer é ao nível dos “custos variáveis” que diz serem “muito caros”. “Quanto mais fixa for a estrutura de custos da empresa e quanto mais ativos existirem, mais difícil será lidar com esse tipo de volatilidade”, refere o executivo. “Se estivermos a olhar para um futuro com diversas vagas frequentes de pandemias semelhantes à crise da COVID-19, a maioria das empresas precisará ajustar a sua estrutura de custos”, salienta.

O outro grande desafio assinalado por Hefer, foi “o reembolso. Muitos agentes que haviam recebido pagamentos antecipados viram-se obrigados a reembolsar valores muito rapidamente”, destacando que “esse tipo de impacto no fluxo de caixa de uma empresa é um desafio enorme”.

Por último, os “ativos”. “Mover todos para uma configuração de trabalho completamente nova, enquanto eram atingidos por uma vaga de reembolsos que precisavam ser processados operacionalmente e, em seguida, financiados, foi a tempestade perfeita”, conclui.

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COVID-19: ECDC adverte para época festiva de final de ano

Depois da Organização Mundial da Saúde ter chamada à atenção para a possibilidade da COVID-19 poder provocar mais 700.000 mortes na Europa até à primavera, agora é o Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças (ECDC) alertar para os riscos da época festiva próxima.

O Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças (ECDC) alertou, recentemente, para a possibilidade de, em dezembro e janeiro, a União Europeia (UE) encontrar-se numa situação de “risco muito elevado” da pandemia COVID-19 devido à baixa taxa de vacinação.

“Sem alterações nas taxas de contacto em relação aos níveis atuais, estimamos que os países com o nível mais elevado de cobertura vacinal de mais de 80% estão em ‘risco acrescido’, enquanto os com os níveis de cobertura vacinal inferiores a 80% estão em ‘alto risco’”, adverte o mais recente cenário traçado pela diretora do ECDC, Andrea Ammon.

A entidade salienta, no site, que os cenários de modelização do ECDC “indicam que o peso potencial da doença na UE/EEE [Espaço Económico Europeu] a partir da variante Delta será muito elevado em dezembro e janeiro, a menos que sejam agora aplicadas medidas de saúde pública em combinação com esforços contínuos para aumentar a administração de vacinas na população total”.

O ECDC apela a um reforço na vacinação contra a COVID-19 em todo o espaço comunitário, salientando que na UE/EEE as taxas são de 65,4% da população total vacinada e de 76,5% da população adulta, destacando ainda a necessidade de uma dose de reforço a todos os adultos, com prioridade aos maiores de 40 anos.

O ECDC reitera ainda os apelos para um reforço das medidas não médicas, como o uso de máscara e a limitação dos contactos sociais.

“A situação epidemiológica atual é, em grande parte, impulsionada pela elevada transmissibilidade da variante Delta [do coronavírus SARS-CoV-2], que contraria a redução da transmissão conseguida pela vacinação na UE/EEE”, indica o relatório de avaliação de risco.

Recorde-se que na terça-feira, 23 de novembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a COVID-19 poderá provocar mais cerca de 700.000 mortes na Europa até à primavera se a tendência atual de contágios continuar.

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Turismo de Portugal lança projeto Formação + Próxima

Formação + Próxima, um projeto desenvolvido pelas Escolas do Turismo de Portugal, é apresentado oficialmente hoje, em Amarante.

Formação + Próxima, um projeto desenvolvido pelas Escolas do Turismo de Portugal, é apresentado oficialmente hoje, às 16h00, no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, em Amarante. 

A sessão, que será transmitida em streaming no canal de YouTube do Turismo de Portugal, contará com a participação da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques. 

A medida, inscrita no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro”, visa capacitar, massivamente e de forma gratuita, os colaboradores do setor do turismo, em parceria com as autarquias, enquanto agentes mais próximos das realidades locais e mobilizadores da mudança estratégica que se pretende alcançar no território em que se inserem. 

Este projeto tem como objetivo descentralizar a formação do espaço físico das Escolas do Turismo de Portugal e adaptá-la às necessidades de cada autarquia, por todo o território nacional, à diversidade das empresas do setor e extensível a toda a cadeia de valor do turismo. 

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“Prime” da eDreams ODIGEO alcança 2 milhões de membros

Tendo triplicado o número de membro em apenas num ano, a companhia prevê atingir os 7,5 milhões de subscritores até 2025.

O Prime, serviço de subscrição de viagens da eDreams ODIGEO, alcançou dois milhões de membros, tendo percorrido mais de 16 milhões de quilómetros e visitado 215 países em todo o mundo.

O Prime é um serviço exclusivo e personalizado que oferece aos subscritores acesso a voos, hotéis e aluguer de viaturas, “permitindo-lhes beneficiar das opções de viagem mais flexíveis, convenientes e acessíveis, ao mesmo tempo que conseguem poupanças significativas”, refere a empresa em comunicado.

“À medida que a procura por viagens de lazer continua a recuperar solidamente, o serviço registou também um grande aumento da sua procura”, reconhece a companhia de viagens online, adiantando que o número de novos membros “praticamente triplicou em apenas um ano”, salientando, ainda que “o desempenho e crescimento do Prime provam que o modelo de subscrição é cada vez mais atrativo para os viajantes de todo o mundo”.

Com base no crescimento do Prime, a empresa prevê alcançar “7,5 milhões de membros até ao ano fiscal de 2025”.

Quase dois quintos (39%) das reservas de voos realizadas com as marcas de agências de viagens da eDreams ODIGEO (eDreams, Opodo e GO Voyages) são efetuadas por membros Prime, sendo que os subscritores têm 2-3 vezes maior probabilidade de reservar viagens adicionais do que os clientes que não são membros Prime, indica a companhia. O serviço provou ser “popular em todos os perfis e grupos etários de viajantes, e mais notavelmente na faixa etária dos 18 aos 35 anos”.

Dana Dunne, CEO da eDreams ODIGEO, salienta que “a abordagem impulsionada pela tecnologia e a nossa escala inigualável em termos de voos, sendo o fornecedor número 2 a nível global, ajudaram-nos a estimular o sucesso do Prime”.

No que diz respeito aos serviços de subscrição, destaca que “são muito populares noutras áreas das nossas vidas, mas o Prime é o primeiro serviço de subscrição de viagens do mundo, oferecendo soluções de viagem mais personalizadas, flexíveis e o mais adaptadas possível às necessidades individuais dos nossos membros. O programa ajudou-nos a aprofundar a nossa relação com os nossos clientes e a compreender melhor as suas expectativas crescentes no que toca à relação qualidade-preço, à escolha e à conveniência na reserva das suas férias”.

Dana Dunne, admite que, “à medida que a procura dos consumidores por viagens continua a evoluir no mundo pós-pandemia, acreditamos que nossa abordagem estratégica e os nossos produtos vão permitir-nos continuar na vanguarda do futuro das viagens”.

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Revive Natureza: Concursos para exploração de seis imóveis receberam 45 candidaturas

A Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel, foram os imóveis que reuniram o maior número de propostas, com 17 e 12 candidaturas, respetivamente.

Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis no âmbito do Revive Natureza, que foram lançados em junho e encerraram a 19 de novembro, receberam um total de 45 candidaturas, que vão agora ser analisadas “com vista à sua adjudicação”, informou o Gabinete do Ministro de Estado da Economia e Transição Digital em comunicado.

De acordo com a informação divulgada, “foram apresentadas propostas a todos os imóveis”, mas os que registaram maior procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel, bem como o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Rodão, com 17, 12 e oito candidaturas, respetivamente.

Além destes, estava ainda a concurso a exploração da Casa Florestal de Sul, em Coimbra, que recebeu duas propostas, a antiga Sede da Administração Florestal na Figueira da Foz, que obteve cinco candidaturas, e o Edifício Florestal da Abrigada, em Lisboa, para o qual foi apresentada uma proposta.

O Gabinete do Ministro de Estado, Economia e da Transição Digital explica ainda que “o Fundo Revive Natureza poderá vir a conceder financiamento às entidades a quem for atribuído o direito de exploração dos imóveis, criando-se, assim, as melhores condições para a concretização dos respetivos investimentos”.

Criado em 2019, o Programa Revive Natureza  tem como objetivos recuperar os imóveis, criar emprego local e dinamizar as economias locais, através das redes de oferta e valorização dos produtos endógenos, constituindo-se como mais um instrumento de concretização dos eixos estratégicos da Estratégia de Turismo 2027, nomeadamente a valorização do território nacional.

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Óbidos estuda projetos para levar turismo para fora das muralhas

A construção de uma ponte suspensa e passadiços entre a aldeia de Sobral da Lagoa e a de Amoreira, bem como a reabilitação do Aqueduto da Usseira, são alguns dos projetos que o município pretende desenvolver.

O presidente da Câmara Municipal de Óbidos, Filipe Daniel, revelou que a autarquia está a estudas vários projetos turísticos com o objetivo de “abrir Óbidos para fora das muralhas” e que privilegiam as freguesias e localidades do município, a exemplo dos projetos que contemplam a construção de uma ponte suspensa e passadiços.

De acordo com informação revelada pelo autarca, durante uma visita do presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, a Óbidos, o objetivo “é abrir Óbidos para fora das muralhas, tendo sempre as muralhas como âncora de desenvolvimento económico e cultural”.

Entre os projetos que estão a ser estudados pela autarquia, Filipe Daniel destaca os que vão “privilegiar as freguesias e localidades” do município de Óbidos, como o que visa a construção de uma “ponte suspensa e passadiços entre a aldeia de Sobral da Lagoa e à aldeia de Amoreira”, assim como a reabilitação do Aqueduto da Usseira, num projeto que pretende “retratar a vinda da água da freguesia da Usseira para Óbidos”.

Segundo o autarca, Óbidos é “um território com uma oferta diversificada e um posicionamento geográfico favorável”, que quer continuar a surpreender os visitantes, mas agora “numa perspetiva de inovação e de criatividade”.

Para Pedro Machado, os projetos anunciados pela autarquia mostram que, apesar de Óbidos “ter uma marca consagrada e bem construída nos últimos anos”, pretende agora “abraçar novos desafios”.

“Percebemos que há a intenção de promover um turismo cada vez mais ativo, um turismo de natureza e desportivo, mas também de lazer, saúde e bem-estar. Queremos aproveitar o quadro comunitário que agora se inicia e encontrar os instrumentos financeiros que possam mitigar o esforço que a Câmara vai ter de fazer neste âmbito”, destacou Pedro Machado.

A visita de Pedro Machado a Óbidos surgiu a convite do novo executivo camarário e teve como principal objetivo “conhecer de forma detalhada alguns projetos na área do Turismo previstos para o território”, indica o Turismo Centro de Portugal, em comunicado.

Além do autarca de Óbidos e do presidente do Turismo Centro de Portugal, a visita foi ainda acompanhada pelos vereadores Telmo Félix, Ana Margarida Reis e José Pereira, e passou por locais onde está previsto o desenvolvimento de alguns destes novos projetos turísticos, como a Albufeira do Arnoia, no Convento de São Miguel, a Lagoa de Óbidos e a aldeia de Sobral da Lagoa.

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Cascade Wellness Resort já tem propostas para a época festiva

Já estão disponíveis as propostas de Natal e réveillon no Cascade Wellness Resort, unidade hoteleira de 5 estrelas em Lagos (Algarve).

Já estão disponíveis as propostas de Natal e réveillon no Cascade Wellness Resort, unidade hoteleira de 5 estrelas em Lagos (Algarve), com várias opções de programas. 

A Christmas to Remember é o mote para os dois pacotes de Natal, um que a partir de 548€, inclui alojamento em quarto, suite, apartamento ou vila, com pequeno-almoço, jantar de Natal buffet no Restaurante Mundi com música ao vivo, show cooking e ainda brunch buffet no dia 25 de dezembro (bebidas incluídas).  

A opção do pacote A Christmas to Remember no Restaurante Senses, disponível a partir de 592€, inclui alojamento em quarto, suite, apartamento ou vila, e pequeno-almoço, jantar de Natal com Menu de degustação (de 5 pratos), wine pairing e brunch de Natal (bebidas incluídas). 

Para o réveillon também existem duas opções de programa, e desta vez o tema é The Glam Boat, a preços que variam desde os 799€ aos 879€.  Em ambas as opções, na noite de 31 de dezembro as crianças contam com um réveillon só seu, com jantar e entretenimento infantil disponível na sala das crianças. 

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Solférias lança operação charter para o Senegal, de Lisboa e Porto

A Solférias anunciou ao mercado, esta terça-feira, que o Senegal passará a ser uma das apostas do operador para o novo ano, com uma operação charter.

A Solférias anunciou ao mercado, esta terça-feira, que o Senegal passará a ser uma das apostas do operador para o novo ano, com uma operação charter à saída de Lisboa e do Porto. 

A cadeia hoteleira RIU será o centro de uma operação em voos especiais que a Solférias tem já confirmada com partidas de Lisboa e Porto, às segundas-feiras, de 6 junho a 3 outubro 2022. 

 O lançamento deste destino vem na sequência do objetivo da Solférias de disponibilizar às agências e agentes de viagens portugueses a melhor e mais competitiva oferta, procurando desde sempre contribuir para a afirmação de alguns destinos no mercado nacional, indica comunicado da empresa. 

O operador refere o país, localizado na costa ocidental de África, como “um destino com fantásticas praias, uma cultura e tradição de receber assinaláveis, a uma distância de voo comparável com outro dos destinos favoritos dos portugueses (Cabo Verde). O Senegal reúne todas as condições para ser uma das grandes (boas) surpresas de 2022”. 

A operação do Senegal surge também na sequência da abertura do novo RIU Baobab, hotel de 5 estrelas da cadeia RIU, na primeira linha de praia na zona de Pointe Saréne,  prevista para 8 de abril de 2022. 

Antes do início desta operação, a Solférias disponibiliza já ao mercado um programa em voos TAP e com preços desde 887 euros por pessoa, num pacote de cinco noites em quarto duplo e regime do tudo incluído. 

  

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Oferta de hotéis à venda aumenta 1% com a pandemia

Embora ligeira, registou uma subida (1%) no número de unidades hoteleiras à venda em território nacional.

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De acordo com os números avançados recentemente pela plataforma idealista, a pandemia fez aumentar a oferta de hotéis à venda em Portugal em 1% num ano, indicando que, no dia 15 de novembro de 2021, havia 166 hotéis à procura de novo dono no mercado nacional, contra os 164 de igual período de 2020.

Por distrito, é em Faro (Algarve) onde está localizada a maior oferta de empreendimentos turísticos à venda (27 unidades), apesar da descida de 13% face ao mesmo mês de 2020. Seguem-se o Porto, com 23 unidades, Lisboa com 21, Setúbal (+11), Viseu (+11), Leiria (+10) e a ilha da Madeira (+9).

Por outro lado, em Castelo Branco não existe nenhum empreendimento turístico disponível atualmente e Vila Real apenas conta com um imóvel colocado no mercado. De referir que nos Açores, apenas existem empreendimentos turísticos à venda na ilha de Santa Maria (2) e na Ilha de São Miguel (2), sendo que, nas restantes ilhas, não existe nenhum empreendimento turístico à venda. Também no arquipélago da Madeira, não há um único projeto hoteleiro à venda na ilha de Porto Santo, segundo mostram ainda os dados do marketplace imobiliário.

Se por distrito, Faro apresenta-se a liderar o ranking, por região, é o Centro que aparece no 1.º lugar, com 44 unidades disponíveis em novembro deste ano. Ainda assim, este valor representa uma descida de 15% face ao número de empreendimentos turísticos anunciados em novembro do ano passado (52). Seguem-se a região Norte e o Algarve, com 40 e 27 hotéis anunciados para venda, respetivamente, no mesmo mês.

Lisboa está em destaque nesta análise, já que é a região que viu disparar o número de empreendimentos turísticos à venda. Falamos de um aumento de 75%, isto é, a oferta passou de 12 unidades no mercado em novembro do ano passado para 21 em novembro deste ano. Segue-se os Açores, com uma subida de 33%, o Alentejo (24%) e o Norte (3%).

No sentido inverso, além da região Centro, é no Algarve onde há menos empreendimentos turísticos disponíveis para serem transacionados do que há um ano (em concreto -13%). Também a Madeira teve uma quebra na oferta de hotéis à venda (-10%).

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Viagens entre as prendas mais pedidas pelos portugueses

Mais de 38% dos portugueses afirma que gostaria de receber uma viagem como prenda de Natal.

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Para o Natal de 2021, os desejos dos portugueses incluem as viagens, revela o estudo “Hábitos e Tendências Natal 2021”, efetuado online numa base de dados de utilizadores registados na plataforma da multidados.com.

Na realidade, as viagens (38,4%) aparecem entre os presentes mais desejados pelos portugueses, depois da roupa e calçado (52,8%), dinheiro (51,7%) e livros (43,8%).

Em termos de orçamento, os portugueses (71,1%) vão gastar entre 51 e 300 euros em presentes, o que corresponde a quase metade do orçamento total para o Natal.

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