Assine já
Homepage

“Desde novembro de 2019 que os campos de golfe não têm receitas”

Se em abril de 2020, as perspetivas do presidente do Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG), Luís Correia da Silva, apontavam para perdas na ordem dos 80% nas receitas, mais de um ano depois o cenário não mudou. A aposta, agora, aponta para 2022 para uma atividade responsável por mais de dois mil milhões de euros em receitas anuais.

Victor Jorge
Homepage

“Desde novembro de 2019 que os campos de golfe não têm receitas”

Se em abril de 2020, as perspetivas do presidente do Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG), Luís Correia da Silva, apontavam para perdas na ordem dos 80% nas receitas, mais de um ano depois o cenário não mudou. A aposta, agora, aponta para 2022 para uma atividade responsável por mais de dois mil milhões de euros em receitas anuais.

Victor Jorge
Sobre o autor
Victor Jorge
Artigos relacionados
“A maior parte dos jogadores é extremamente sensível ao preço”
Homepage
Nova Edição: Golfe, Turismo de Macau e Reportagem de Punta Cana
Homepage
“O que estes participantes levam na bagagem é Portugal”
Homepage
Fotos: Tiago Martinho
Algarve lidera nos melhores destinos de golfe em Portugal
Homepage

O turismo foi dos setores mais afetados pela pandemia. Zero de novidades. O golfe, inserido no universo do turismo, foi afetado, mas registou, segundo Luís Correia da Silva, presidente do Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG), um comportamento ligeiramente diferente, fruto (imagine-se) do confinamento. Ou seja, o facto, dos golfistas nacionais e estrangeiros residentes no nosso país estarem confinados até foi benéfico. O problema foram os restantes – golfistas internacionais – que não puderam vir ao nosso país e que correspondem a 70% dos golfistas em Portugal. Além disso, o golfe turístico vai ao encontro de um dos objetivos do plano apresentado para o turismo: combater a sazonalidade.

Em abril de 2020, em entrevista ao Publituris, destacava o forte desempenho que a indústria do golfe tinha tido em 2019. Na altura indicava que 82% das empresas e campos de golfe tinham reduzido significativamente a sua atividade. Mais de um ano depois, como está o golfe em Portugal?
No turismo, praticamente, todos foram amplamente impactados com a crise decorrente da COVID-19. O golfe, contudo, teve um impacto ainda mais complicado. E mais complicado porquê? Porque o golfe tem, basicamente, e falo particularmente do golfe turístico, duas épocas altas: abril e maio e depois setembro e outubro. Por isso, é que é uma atividade complementar nos destinos turísticos, porque é intenso nas alturas em que as épocas de sol e praia não estão no seu auge.

Mas essas duas épocas são fortes em Portugal ou em todos os destinos de golfe?
Em todos os países que não sejam os do norte por causa das condições climatéricas para jogar golfe. Ou seja, neste momento [final de maio] todos os campos de golfe na Europa já estão abertos, os golfistas turistas não viajam para o sul em junho, julho e agosto, porque jogam habitualmente nos seus países.
Basicamente joga-se a partir da última semana de fevereiro. A partir de março já começa a ser interessante, porque no norte da Europa os campos ainda estão fechados.
Os meses de setembro e outubro são, precisamente, iguais. Como no verão os golfistas jogam nos seus países, com a chegada do outono, começa a ficar muito frio e chuva e viajam até ao sul para jogar.

Sem receitas desde 2019
Mas confirma os tais 82% de quebra nas receitas?
Em termos de receitas, na prática, os campos de golfe que possuem uma grande dependência do golfe turístico, estão sem receitas desde o princípio de novembro de 2019. Mesmo em janeiro e fevereiro de 2020, ou seja, antes da pandemia…

Que o setor do turismo refere como os melhores dois meses de sempre…
Exatamente. Estamos a falar de dias com 50 jogadores, 70 jogadores. Nos anos anteriores teríamos 30.
Efetivamente, o que se perspetivava era que as reservas que havia para abril, maio e depois para setembro e outubro de 2020, eram muito superiores às de 2019.
Ora, toda a gente estava numa expectativa muito positiva, com as reservas a esgotar para os restantes meses do ano.

E depois veio a pandemia!
Por isso, na prática, desde novembro de 2019 que os campos de golfe não têm receitas.
Não nos podemos esquecer que os campos de golfe exigem manutenção, mesmo quando estão fechados. Podemos fechar um hotel e reduzimos 80 ou 90% dos custos de operação, mas fechando um campo de golfe, reduzimos 20% dos custos que é, basicamente, o pessoal.

Porque em relação ao campo, em si, tudo se mantém, certo?
Tudo se mantém igual. É certo que na época alta poderá dizer que temos de cortar a relva todos os dias e com o campo fechado, corta-se duas ou três vezes por semana. Correto, mas as pessoas têm de lá estar e continuar a trabalhar. Os custos de manutenção de um campo de golfe são muito elevados, independentemente de estar ou não a ser utilizado. Se o campo de golfe não tiver manutenção, perde-se, tudo.

Aquele período entre maio e outubro de 2020 veio ajudar um pouco?
Sim, houve uma ligeira abertura, fundamentalmente, aproveitada pelos jogadores nacionais. Quando houve a abertura, já não era possível os jogadores estrangeiros virem jogar a Portugal. Os que vieram nos meses de julho e agosto foram para o sol e praia, não para jogar golfe.
O que acontece é que, com o confinamento e posterior desconfinamento, as voltas jogadas pelos jogadores portugueses e estrangeiros residentes até foram superiores, as receitas dos campos é que foram, substancialmente, inferiores.
É sabido que, quem deixa a maior receita nos campos de golfe, são, efetivamente, os jogadores estrangeiros. Então os campos que dependem, fundamentalmente, do golfe turístico, ou seja, Algarve, Oeste, Lisboa, sofreram e sofrem muito mais.

 

Podemos fechar um hotel e reduzimos 80 ou 90% dos custos de operação, mas fechando um campo de golfe, reduzimos 20% dos custos

 

Confirma-se, então, aquilo que dizia, que em virtude do golfe depender muito dos estrangeiros, as quebras rondariam os 90%?
Diria que em termos de receitas devemos ter atingido uma quebra bruta à volta dos 70%. Em voltas, a quebra não foi tão elevada, porque houve muito mais portugueses e estrangeiros residentes a jogar, porque estavam confinados e/ou em teletrabalho e tinham possibilidade de jogar.
As pessoas, esta manhã, estariam no escritório a trabalhar e não encontraria ninguém a jogar. Agora com o teletrabalho, temos muitos portugueses ou estrangeiros residentes a jogar em horas que antigamente era difícil ver.

Dependência britânica
Quanto pesa o jogador nacional e o estrangeiro residente nas receitas?
70% das receitas provêm de jogadores estrangeiros e 30% de jogadores nacionais e estrangeiros residentes.
Os jogadores nacionais concentram-se em meia dúzia de campos. Já o Algarve, Oeste e alguns campos à volta de Lisboa dependem enormemente do jogador estrangeiro. Mas o Algarve é, de facto, das regiões e dos campos mais afetados. 90% das receitas dependem de jogadores estrangeiros.

Portugal entrou e saiu da lista verde do Reino Unido. Que impacto teve esta situação no golfe nacional?
Repare, nós entrámos e saímos da lista verde fora da época do golfe. Por isso, não teve grande impacto. O que estamos a verificar é um grande interesse e pedidos de informação para reservas para setembro e outubro.

Quais são as principais nacionalidades dos golfistas que nos visitam?
70% dos golfistas são do Reino Unido ou Irlanda. O resto tem havido um crescimento muito interessante de França, Itália, Bélgica.

Com esse peso todo do mercado britânico, além da pandemia há também o Brexit. Nota-se o impacto ou agora é só mesmo pandemia?
Essa é uma boa pergunta e para a qual não sei se tenho resposta. O facto é que o Brexit aconteceu depois da pandemia. Mas só havia medo e receio de uma situação: se se verificasse uma perda muito grande da libra face ao euro. E isso não se verificou.
Tudo o resto, continua igual. Continua a compra de casas por parte dos ingleses no Algarve e no resto do país, continua a verificar-se que os turistas ingleses são fundamentais para o nosso turismo e continuam a ser o maior número de golfistas a vir para Portugal.

Como inverter essa dependência britânica?
O CNIG tem relações com as associações homólogas dos países europeus e há um dado verdadeiramente notável: nestes últimos anos houve um crescimento brutal do golfe nalguns países. Porquê? Porque existindo já muitos jogadores, houve um interesse manifesto por parte das pessoas em fazerem atividades desportivas ao ar livre. E de repente o golfe, que era uma atividade que estava de alguma maneira em perda com muita gente a deixar de jogar e poucos jovens a aderir – houve um crescimento em países como a Suécia, Dinamarca ou Inglaterra, entre outros. Durante a pandemia os campos estiveram completamente esgotados.
Houve campos nesses países que tiveram receitas como nunca. Uma vez que as pessoas não podiam viajar para fora, houve um aumento de jogadores. Na Escandinávia houve campos que não podiam aceitar mais sócios. Nunca as academias nesses países tiveram tanta gente a querer aprender a jogar golfe.

E por cá?
Em Portugal, o que acontece é que, infelizmente, temos muito pouco jogadores de golfe e não temos tido a capacidade de aumentar o número de jogadores no nosso país. Acho que há um conjunto de problemas. Por um lado, há a ideia de que o golfe é um desporto elitista e por outro que é caro.
Se quiser jogar ténis ou padel, se tiver de alugar um campo, provavelmente, vai gastar mais para jogar cinco horas ténis ou padel do que a jogar golfe.

É uma questão de perceção?
Ninguém discute se o ténis ou o padel é elitista ou caro, certo? Se comprar uma boa raquete de ténis, custar-lhe-á eventualmente o mesmo que um set de clubs de golfe. Mas está a comprar uma só raquete.
Depois há outro problema que, ao contrário de outros países, Portugal não tem uma rede de campos de golfe municipais. A maior parte das autarquias acha que tem de ter uma arena para desportos – futsal, andebol, volley, padel – e muitas vezes têm o problema do investimento e manutenção. Ora na maior parte dos países na Europa, há campos de golfe de seis buracos, de oito buracos que são municipais. Em Espanha, por exemplo, é uma brutalidade os campos de golfe municipais.
O que esta pandemia veio ensinar e destacar é que o ideal é fazermos desporto e atividade física ao ar livre. Nesse aspeto, o golfe bate qualquer outra atividade desportiva.

 

O que esta pandemia veio ensinar e destacar é que o ideal é fazermos desporto e atividade física ao ar livre. Nesse aspeto, o golfe bate qualquer outra atividade desportiva.

 

Uma (velha) questão de imposto
E depois, continua a existir a questão do IVA?
Sim, a questão do IVA é muito grave, porque não se trata somente de pagar impostos. Ao pagar tantos impostos, as empresas têm mais dificuldades em investir e melhorar os campos e a atividade. Ou seja, a questão do IVA coloca-se ao nível da competitividade da nossa oferta e da dificuldade do reinvestimento. Se pagarmos 23% de IVA e tivermos de cobrar esses 23% a um cliente, tornamo-nos menos competitivos do que outros destinos onde o IVA é de 6% ou 12%. Para o mesmo nível de custos base, estamos a fazer com que tenhamos de diminuir as nossas margens de modo a acomodar esses 23%.

De modo a manter a tal competitividade?
Exatamente. Eu não posso ter um campo espanhol a cobrar 60% por uma volta de golfe e eu, em Portugal, tenho de cobrar 80% por causa dos 23% de IVA. Mas também sei que o golfista estrangeiro mais facilmente pagará mais 20 ou 30% para vir jogar golfe a Portugal, porque encontra no nosso país campos únicos.
E aqui só tenho duas hipóteses: ou o meu campo é muito melhor que o espanhol, o que felizmente é o caso em Portugal ou, se tivermos margens encurtadas para acomodar os tais 23%, temos menos margem para reinvestir na melhoria e manutenção dos campos.
E numa época em que as empresas e campos estão completamente descapitalizados, vivemos, de facto, tempos dramáticos.
Em vez de falarmos em reinvestir para manter e melhorar, temos de falar antes em sobreviver. Por isso é que defendemos, nem que fosse por um período transitório de dois ou três anos, uma baixa do IVA para 6%.

A indústria do golfe reivindicou ajudas ou auxílios. Essas ajudas foram satisfeitas ou ficaram aquém do que foi pedido?
Se olharmos para o que aconteceu desde março de 2020, não nos podemos esquecer que o golfe faz parte de uma indústria que é o turismo e lazer e essa foi, particularmente, impactada pela pandemia.
Se me pergunta se a indústria do turismo e do golfe tiveram medidas excecionais e específicas para tentar colmatar e minimizar essas situações, respondo que foram muito poucas.

Mas foram pedidas?
Foram pedidas. Houve casos em que a área da restauração, as micro e pequenas empresas relacionadas com a cultura, tiveram algumas, mas poucas medidas. Todas as outras foram, praticamente, idênticas às que tinham todas as outras atividades.
Portanto, o golfe aí não foi diferente. O grande apoio limitou-se ao layoff e à retoma progressiva.

O que quer dizer é que faltaram apoios?
Não sei se teve oportunidade de ver o programa de Espanha? No PRR de Espanha há centenas de milhões de euros para o apoio a zonas turísticas espanholas que estavam em decréscimo. O que quer dizer que dentro de cinco ou seis anos, nós vamos ter áreas de Espanha que até agora não eram competitivas, porque estavam degradas, mas que estão e vão ser recuperadas. Nós não vamos conseguir competir contra isso. Isto em resposta à constatação de que não precisamos de reformas estruturais no turismo.

 

O golfe turístico é hoje responsável por trazer para Portugal, num ano normal, um nível de receitas que chega aos dois mil milhões de euros

 

1% do PIB
O golfe deveria fazer parte de campanhas do turismo como, por exemplo, praia e sol?
Às vezes sou crítico do que o Turismo de Portugal faz, mas, neste aspeto, justiça seja feita, as coisas têm mudado substancialmente.
Hoje quando vemos as campanhas que acontecem lá fora, seja as campanhas ditas tradicionais, sejam as ações feitas através das plataformas online, sabemos que a comunicação é muito diferente. Sabemos perfeitamente que existem duas razões essenciais para que os turistas estrangeiros visitem Portugal. Uma é o sol e a praia. Por isso, se temos bons atributos nesse campo, temos de aproveitá-los. A segunda questão é tudo o que tem a ver com a descoberta das nossas cidades, património, gastronomia, vinhos, etc.. Ou seja, tudo o que antigamente era pouco valorizado e hoje é extremamente valorizado.
E aí o Turismo de Portugal tem feito uma aposta muito importante, porque as pessoas vêm e descobrem um país que não conheciam, descobrem um outro país.
Por isso, não podemos ter a veleidade de querer que se gaste o mesmo em promoção do golfe que se gasta na promoção de sol e praia.

Mas não estava a dizer gastar o mesmo. O que queria dizer era gastar algum?
Sem dúvida que gostaríamos que houvesse muito mais investimento no golfe turístico, porque é hoje responsável por trazer a Portugal, num ano normal, um nível de receitas que chega aos dois mil milhões de euros.

Só o golfe turístico?
Sim, só o golfe turístico. Quem vem para o golfe turístico fica num hotel, vai a um restaurante, aluga carros, faz compras, etc.. E depois, com uma particularidade, vem fora das épocas do turismo de massas. É um complemento e que mantém uma série de destinos ativos vivos. Se for ao Algarve em fevereiro ou março, num ano normal, não havia um restaurante aberto.
Não nos podemos esquecer, também, que as reservas que existem para setembro e outubro, não são reservas novas. A maioria são reservas que transitam do ano passado ou de fevereiro e março deste ano.
O certo é que estes dois anos foram complicados e estimo que os próximos dois ou três anos ainda continuem complicados, porque a pancada foi muito forte.

Leia a entrevista na íntegra aqui.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Artigos relacionados
Turismo

Nova Edição: O balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 no turismo, os segredos da Allways, autocaravanismo e dossier tecnologia

A primeira edição de 2023 do Publituris tem com tema principal o balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 feitas por alguns ‘stakeholders’ do setor do turismo. Além disso, a edição revela os segredos do “luxury” da Allways Unique Travel Designers, o segmento do autocaravanismo e um dossier sobre tecnologia no turismo.

Publituris

A primeira edição do jornal Publituris faz capa com um balanço de 2022 e as perspectivas para o ano que agora se inicia. Para o efeito, o jornal Publituris ouviu vários intervenientes do setor que antecipam um ano incerto em, por isso, com um otimismo moderado.

A crescente inflação, subida das taxas de juros, menor rendimento disponível por parte das famílias, além da guerra na Ucrânia foram os problemas mais apontados por Francisco Calheiros (CTP), João Fernandes (Turismo do Algarve), Pedro Machado (Turismo do Centro), António Marques Vidal (APECATE), Luís Araújo (Turismo de Portugal), Berta Cabral (Turismo dos Açores), Vítor Costa (Turismo de Lisboa), Eduardo Jesus (Turismo da Madeira), Vítor Silva (Turismo do Alentejo), Eduardo Santander (ETC), Julia Simpson (WTTC), Pedro Costa Ferreira (APAVT), Adriano Portugal (Mercado das Viagens), Álvaro Vilhena (Viajar Tours), Luís Henriques (Airmet), Tiago Encarnação (Lusanova), Amaro Correia (Iberobus), Eduardo Cabrita (MSC Cruzeiros), Paulo Pinto (Europcar), Francisco Teixeira (Melair Cruzeiros), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), José Lopes (easyJet), Marie-Caroline Laurent (CLIA) e Paulo Geisler (RENA).

Na “Distribuição”, damos a conhecer (alguns) segredos da Allways Unique Travel Designers, uma marca do grupo Travelstore, que atua no segmento “luxury”.

O dossier desta edição é dedicado à Tecnologia. Tendo a pandemia realçado a relevância da tecnologia e digitalização para a recuperação e o avanço da indústria das viagens, esta veio demonstrar a necessidade de acelerar os processos.

Além de ouvidas várias opiniões de quem está no terreno, também damos a conhecer algumas das soluções implementadas pela HiJiffy, Paraty Tech, Amadeus, Mastercard, Travelport, Roiback, Google, Optigest, XLR8RM, CLEVER/HOST e Vasco.

Para fechar, fazemos uma análise ao mercado do autocaravanismo que, depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, continua em alta e revela expectativas positivas para o futuro.

Além do Check-in, as opiniões pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Dana Dunne (eDreams ODIGEO) e António Paquete (economista e consultor de empresas).

Boas leituras!

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 43

Nota: Se já é subscritor do Publituris entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção Premium – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler, abra o epaper com os dados de acesso indicados no final do resumo de cada edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Figuras

W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

Publituris

Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Homepage

Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

Publituris

O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Sem categoria

O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
AHRESP
Homepage

AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
Hospitality Talks
Homepage

“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

Publituris

A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotel Vila Raia
Alojamento

Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

Mais artigos
Homepage

Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

Publituris

A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Figuras

Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Publituris

O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

Publituris

A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.