Assine já
Homepage

Como aproximar a Academia das empresas?

Saber se a atual oferta formativa corresponde às principais necessidades e
carências das empresas turísticas foi uma das questões que colocámos às associações patronais, mas também a algumas instituições de ensino. De que forma está a ser fomentada esta aproximação entre a teoria e a prática em prol de um serviço turístico em Portugal de qualidade, que responda aos desafios constantes do sistema turístico, foi o que quisemos saber, bem como as novidades formativas do próximo ano letivo.

Raquel Relvas Neto
Homepage

Como aproximar a Academia das empresas?

Saber se a atual oferta formativa corresponde às principais necessidades e
carências das empresas turísticas foi uma das questões que colocámos às associações patronais, mas também a algumas instituições de ensino. De que forma está a ser fomentada esta aproximação entre a teoria e a prática em prol de um serviço turístico em Portugal de qualidade, que responda aos desafios constantes do sistema turístico, foi o que quisemos saber, bem como as novidades formativas do próximo ano letivo.

Sobre o autor
Raquel Relvas Neto
Artigos relacionados
Nova edição: Campanha de Portugal, Formação em Turismo e Gerês
Homepage
Nova edição do Publituris: “O estado do Turismo em Portugal”
Homepage
Aeroporto: “Ministro prometeu e não cumpriu”
Homepage
Nova edição: Estadas longas, gestão de fluxos de visitantes e Belmiro Santos
Homepage

Saber se a atual oferta formativa corresponde às principais necessidades e carências das empresas turísticas foi uma das questões que colocámos às associações patronais, mas também a algumas instituições de ensino. De que forma está a ser fomentada esta aproximação entre a teoria e a prática em prol de um serviço turístico em Portugal de qualidade, que responda aos desafios constantes do sistema turístico, foi o que quisemos saber, bem como as novidades formativas do próximo ano letivo.

No o final de 2019, os patrões do Turismo reclamavam a escassez de recursos humanos que existia para fazer face à procura e necessidades das empresas turísticas. Precisava-se de pessoal para trabalhar, de preferência qualificado, mas na ausência deste, sem qualificações na área, a vontade de trabalhar já era critério suficiente para se ser contratado. Com a pandemia, os ânimos refrearam e a maioria das empresas não renovou contrato ou despediu quem estava a mais para as necessidades atuais. Verificou-se ainda uma fuga de quadros especializados em turismo para outras atividades económicas que não pararam durante a pandemia, como por exemplo o setor imobiliário.
Com a retoma e o verão no horizonte, as empresas voltam aos seus processos de recrutamento, mas é aqui que a formação e experiência que se possui são fatores distintivos perante uma potencial seleção. Neste âmbito, e estando o sistema turístico sujeito a constantes transformações, importa manter uma atualização dos conhecimentos para fazer face às novas necessidades e tendências do turismo mundial. A transformação digital, que foi acelerada pela pandemia, é talvez a principal motivação de uma atualização curricular.
É nesta linha que quisemos saber se as instituições de ensino têm resposta para as necessidades inerentes do sistema turístico e de que forma se pode aproximar a Academia das empresas turísticas.

“A aproximação entre o meio académico e o tecido empresarial é essencial ao desenvolvimento do mercado e do setor”, Cristina Siza Vieira

A Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) considera que a “aproximação entre o meio académico e o tecido empresarial é essencial ao desenvolvimento do mercado e do setor e resulta sempre em aspetos muito positivos, como por exemplo, na criação de projetos e no desenvolvimento de estudos em parceria”. Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP, considera que este relacionamento “cria oportunidades para as empresas beneficiarem do centro de conhecimento por excelência como são as universidades, que, por sua vez, têm a hipótese de facilitar a integração de jovens no mercado de trabalho, colocando-os em contacto com desafios reais, aplicando os conhecimentos adquiridos”.

Para a APECATE – Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, a academia tem “de se voltar para fora, está muito centrada em si mesma, decidindo o que acha que as empresas necessitam, em vez de ouvir as empresas”. António Marques Vidal, presidente da associação, é mais crítico e releva que as necessidades do mercado “evoluem muito mais rápido que a academia”, o que provoca “uma separação entre as necessidades e a oferta”. O responsável defende que a academia deveria ajustar-se ao ritmo das empresas, mas também apostar mais em formação modular, para poder dar resposta às empresas, criando para tal um conselho que contasse com a participação das empresas e até mesmo das associações empresariais do setor. A par destas sugestões, o presidente da APECATE acrescenta também que as instituições de ensino deveriam apostar em professores/formadores “que tivessem, também, uma experiência do setor empresarial”, ou seja, “contratar e fazer parcerias com empresários e empresas reconhecidos pela sua inovação. A carreira académica tradicional deixa de fora esta possibilidade”.

O responsável da associação representante das empresas de congressos, animação turística e eventos vai ainda mais longe e aponta algumas dificuldades nas formações das instituições de ensino. Além da questão dos professores terem pouca experiência da realidade empresarial do setor, Marques Vidal refere ainda que estas têm uma visão corporativa do setor e que não ajudam o mesmo. “Não têm uma abordagem global, só parcelar, muito sectorizada, o que implica que a formação não seja transversal, que é a necessidade dos empresários”, indica, além de acrescentar que existe “falta de capacidade de promover programas em parceria com as associações”, mas também possuem “pouca flexibilidade para se ajustar aos ritmos e necessidades das empresas”.

Foi exatamente por identificar “a existência de uma lacuna de relacionamento entre a academia e as empresas”, que a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT) criou a Academia APAVT, indica Paula Antunes, diretora da associação com o pelouro da Formação. Ao Publituris, a responsável salienta que a principal dificuldade neste relacionamento reside no facto da formação, em geral, “ser muito teórica relativamente à atividade das agências de viagens, com exceção das unidades curriculares referentes aos GDS (Global Distribution System)”. E acrescenta: “Outros temas há que, na nossa opinião e dada a dinâmica deste setor, merecem ser revisitados com o objetivo de assegurar que estão permanentemente atualizados”. No entanto, a responsável admite que se tem verificado uma “enorme abertura por parte das escolas para este trabalho”.
A própria Academia APAVT pretende desenvolver parcerias com as universidades e escolas de turismo, organizando ciclos de palestras apresentadas por profissionais do setor. “Pretende-se uma relação de maior proximidade, que consideramos uma mais-valia para os estudantes, como futuros profissionais e para as empresas, como futuros empregadores”, evidencia Paula Antunes.

Tendências do mercado
A constante evolução natural das necessidades do setor turístico teve um ritmo diferente neste último ano, que impôs alguns movimentos mais céleres em algumas áreas, especialmente no que à transição digital diz respeito, por exemplo.

É neste âmbito que a AHP destaca que “os conteúdos relacionados com a transformação digital e a sustentabilidade” como os que ocupam a liderança das novas tendências. A pandemia, descreve Cristina Siza Vieira, obrigou “a uma mudança de paradigma por parte das empresas, tanto do ponto de vista da migração para o digital, como do ponto de vista da sustentabilidade ambiental e da sustentabilidade financeira”. Também as “‘soft skills’, em cursos como, por exemplo, técnicas de comunicação no atendimento a clientes, inteligência emocional e ‘coaching’, mantêm-se também no topo das necessidades, demonstrando a crescente preocupação com a motivação e auto-desenvolvimento dos trabalhadores do setor, individualmente e enquanto parte de equipas, que se querem também coesas e focadas”, indica. A estas necessidades acrescem os conteúdos relacionados com a operação hoteleira que “têm tido muita procura, principalmente porque, por força das circunstâncias, houve necessidade de reformular as equipas e mostra-se necessário atualizar conhecimentos e adaptar práticas”.

Na área dos eventos e congressos, o presidente da APECATE realça que as necessidades passam por técnicos qualificados e formação específica, mas trata-se de um setor que “está sempre a inovar e com isso a procurar novas competências”. “A formação na área de gestão, da comunicação e do marketing, são normalmente as que alimentam a produção de eventos, no entanto, existem muitos técnicos que se formam por aprendizagem em acção, aprendendo dentro das próprias empresas”, exemplifica. No que refere à animação turística, Marques Vidal considera que já é necessária formação para competências mais generalizadas, como seja a gestão, turismo, construção de produto, complementando, claro, com áreas técnicas mais específicas. A própria APECATE construiu um plano de formação, que “ofereceu ao Estado, sendo hoje em dia uma qualificação de nível 5, para os Técnicos de Turismo de Natureza e Aventura”.

“motivar e preparar os estudantes de turismo para as diferentes áreas da distribuição, transmitindo-lhes conhecimento base sobre as atividades de ‘Outgoing’ e de ‘Incoming’, a especificidade duma agência de retalho”, Paula Antunes

No caso da APAVT, Paula Antunes destaca que a principal necessidade passa por “uma formação orientada para a realidade prática e a diversidade da profissão de agente de viagens”. Neste sentido, considera necessário “motivar e preparar os estudantes de turismo para as diferentes áreas da distribuição, transmitindo-lhes conhecimento base sobre as atividades de ‘Outgoing’ e de ‘Incoming’, a especificidade duma agência de retalho, dum operador turístico ou duma DMC, por ex”.

Desafios
A formação em turismo está, à semelhança do setor a que se dedica, em constante mutação e adaptação, o que pressupõe que os desafios surgem no decorrer no tempo e das necessidades das empresas, dos destinos e não só. As instituições de ensino salientam que esta adaptação formativa é feita em estreita colaboração com os ‘stakeholders’.

Como refere Ana Margarida Passos, diretora da Faculdade de Turismo e Hospitalidade da Universidade Europeia, a “relação com o mercado e com os ‘stakeholders’ do setor é um aspeto central na Universidade Europeia, pelo que temos vindo a desenvolver um conjunto de parcerias nacionais e internacionais”, seja pela importância dos estágios, seja por projetos que necessitam de ser aplicados na prática. Esta relação vai além disso, com a Universidade Europeia a criar um fórum de discussão que envolve as empresas na definição dos planos de estudo dos programas oferecidos. “Esta aproximação é fundamental para promover o estudo e análise dos problemas e situações realmente relevantes para o setor”, sublinha. A responsável admite que pandemia trouxe “implicações muito relevantes” para o ensino universitário, que se teve de adaptar às novas exigências e constrangimentos. A Universidade Europeia repensou a sua oferta, desde os conteúdos ao formato em que as ações são ministradas. “Ao nível dos conteúdos, um dos principais desafios está relacionado com o desenvolvimento de competências e conhecimentos sobre gestão de crises. Apesar deste ser um tema já abordado na literatura, ficou muito claro a necessidade de o setor estar preparado para antecipar eventuais crises, reforçando os seus conhecimentos em áreas como a gestão estratégica, a liderança e a resiliência”, destaca.

Isabel Vaz Freitas, diretora do Departamento de Turismo, Património e Cultura da Universidade Portucalense, defende também que existe uma estreita colaboração da instituição de ensino com o setor empresarial de turismo. Segundo a responsável académica, o Departamento de Turismo Património e Cultura teve “sempre como principal objetivo envolver os estudantes em estudos concretos, de terreno, através das várias temáticas abordadas no plano de estudos”. E dá como exemplo que os parceiros que atuam no turismo, na hotelaria e na restauração “apresentam casos que estudamos com muito rigor e interesse” e “problemas ou desafios que trabalhamos com a maior motivação”.
O tempo em que vivemos é para Isabel Vaz Freitas a “altura certa para refletirmos e agirmos implementando modelos diferentes” no que à formação em turismo diz respeito. “Este ano foi de grande aprendizagem para os nossos estudantes que conviveram com crises reais, com mudanças de vida e de comportamentos que se transportaram para as práticas do turismo e da hotelaria”, detalha. Como tal, a diretora do Departamento de Turismo, Património e Cultura da Universidade Portucalense indica que existem “áreas novas a trabalhar e a desenvolver como as áreas do turismo mais sustentável, mais ecológico, criador de alternativas que respondam a novas gerações”, mas também a digitalização e as novas tecnologias. O turismo, a hotelaria e a restauração vão “ter de continuar a sua adaptação em direção a um novo Mundo, ao futuro, no qual as novas tecnologias e a digitalização serão a base imprescindível para comunicar e acolher”. Mas deixa a questão: “É muito importante que tenhamos aprendido com este ciclo de pandemia de forma a garantir mudanças para colmatar erros do passado recente. Mas fica a questão: será que realmente aprendemos com a pandemia?”

“mais do que nunca, as empresas vão precisar de jovens com formação em turismo e gestão de forma a garantir uma gestão eficiente das empresas e dos serviços turísticos, transmitindo segurança e reconquistando a credibilidade nas estruturas e nos serviços”, João Heitor

Nos seus 50 anos de história, o Instituto Superior de Gestão de Lisboa tem desenvolvido uma “ligação direta com o mundo empresarial”, defende João Heitor, Coordenador Científico da Licenciatura em Gestão do Turismo da instituição. Como exemplo, refere que a licenciatura em Gestão do Turismo estabeleceu uma parceria com o Grupo Pestana, pois para o coordenador científico “o ensino e a aquisição de conhecimento efetua-se sobre três vertentes: o ensino teórico, a componente prática e o contacto direto com os responsáveis associativos de cada área do setor”, realçando que estão a ser desenvolvidas várias iniciativas com as associações de turismo, como a ADHP, APR, APTERN, APECATE, CTP, entre outras.
Segundo João Heitor, “mais do que nunca, as empresas vão precisar de jovens com formação em turismo e gestão de forma a garantir uma gestão eficiente das empresas e dos serviços turísticos, transmitindo segurança e reconquistando a credibilidade nas estruturas e nos serviços”.

Na perspetiva do ISEG Executive Education, os desafios para a formação passam pela necessidade de “diversificar as ofertas e encontrar produtos e serviços inovadores, que apoiem na criação de valor e diferenciação”. É também neste seguimento que “a incorporação da dimensão digital, ao nível da comunicação e do serviço, é igualmente valiosa para criar experiências que permitam uma maior fidelização dos clientes, numa altura em que a recuperação da confiança é estratégica”, destaca o instituto. A esta, acresce também o desafio da Sustentabilidade, para o qual o ISEG desenvolveu a formação ‘Sustainability: a corporate journey’, “importante para consumidores que ficaram mais conscientes do que nunca do seu impacto no mundo e que pretendem ter um consumo com propósito”.
Este período de turbulência que se vive em todos os sectores, bem como a reativação da atividade económica nacional implicará “uma necessária e forte aposta no setor do turismo e hotelaria”, defende o Instituto Politécnico de Setúbal. Para a instituição, este momento pode “representar uma excelente oportunidade para uma atualização/aquisição de conhecimentos numa uma área estratégica nacional e, particularmente, num domínio que ganha premência e relevância ao nível global (Saúde & Bem-estar) face a uma nova dinâmica que se impõe no mundo da hotelaria e turismo”.

Já para Carlos Díez de La Lastra, diretor-geral Les Roches Marbella, atualmente, o valor da formação está “na transferência de conhecimento e experiência e na capacidade de os usar”. Como tal, na Les Roches Marbella acredita-se na “aprendizagem abrangente que transcende o profissional e que fornece ao aluno as competências necessárias para atuar em ambientes voláteis, de incerteza, complexos e ambíguos e construir habitats colaborativos onde a formação técnica é enriquecida com a prática”. Assim, o responsável acredita que a indústria da hospitalidade se está a reconstruir e a exigir novos talentos “com maior qualificação, sem barreiras linguísticas ou culturais, pessoas flexíveis e adaptáveis com capacidade de analisar e resolver problemas”. Como tal, Carlos Díez de La Lastra defende que, nos próximos anos, “a procura por profissionais irá intensificar-se e a nova realidade exigirá perfis mais híbridos e complexos, capazes de proporcionar visão estratégica e abordagens globais”.

Sobre o autorRaquel Relvas Neto

Raquel Relvas Neto

Mais artigos
Artigos relacionados
AHRESP
Homepage

AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla_Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

Sobre o autorCarla_Nunes

Carla_Nunes

Mais artigos
Hospitality Talks
Homepage

“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

Publituris

A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotel Vila Raia
Alojamento

Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla_Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

Sobre o autorCarla_Nunes

Carla_Nunes

Mais artigos
Homepage

Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

Publituris

A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Figuras

Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Publituris

O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

Publituris

A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Homepage

Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

Publituris

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Homepage

Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

Publituris

A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aethos Ericeira
Homepage

Aethos Ericeira já abriu e acrescenta mais um hotel de luxo à região

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel constituído por 46 quartos e quatro suites é dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”.

Publituris

O grupo hoteleiro Aethos abriu a sua mais recente unidade na Ericeira a 1 de setembro. O hotel, dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, como se pode ler em comunicado, tinha abertura prevista para julho deste ano.

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel é constituído por 46 quartos e quatro suites, inspirando-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

Com estes clientes em mente, o Aethos Ericeira dispõe de um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel. Estão ainda incluídas aulas diárias de surf, bem como aulas adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

Aethos Ericeira

Focado no bem-estar físico e mental, a unidade conta com um spa com piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”. O conceito fica completo com aulas de diárias de yoga e meditação e a disponibilização de bicicletas e buggies para explorar a propriedade, a par de refeições saudáveis servidas no ONDA, o restaurante do Aethos Ericeira, cujos menus assinados pelo chef Afonso Blazquez privilegiam ingredientes locais e saudáveis.

O projeto de arquitetura e design de interiores ficou a cargo do Astet Studio, um gabinete de Barcelona, e do arquiteto português Luís Pedra Silva. Os profissionais juntaram-se para criar um espaço harmonioso com a natureza envolvente, fazendo uso de materiais como madeiras, peles, veludos, tapetes e mármore. O objetivo passou por criar “um projeto de design de interiores descontraído”, dirigido a uma comunidade jovem de “nómadas que adoram surfar, mas também apreciam um luxo descomplicado”, explica Ala Zreigat, um dos fundadores do Astet Studio, em comunicado.

“Um dos grandes desafios foi fazer com que o espaço funcionasse em todas as estações do ano, e não só no verão, mas acho que conseguimos resolver esse desafio ao propor um diálogo entre materiais frios e quentes”, afirma Ala Zreigat.

As tarifas de abertura do Aethos Ericeira começam nos 200 euros e as reservas podem ser feitas para o email [email protected] ou para o telefone 261244510.

Experiências como aulas de grupo ou privadas de surf, yoga, meditação, piqueniques, workshops de mixologia, provas de vinhos e massagens estão apenas disponíveis para hóspedes e mediante marcação.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hospitality Education Awards
Emprego e Formação

Hospitality Education Awards abrem votações para a Melhor Carreira Jovem

Paralelamente, os prémios dão a conhecer os finalistas das restantes categorias a concurso.

Publituris

Os Hospitality Education Awards (HEA), também conhecidos como os Prémios da Formação Turística em Portugal, abrem as votações online para o vencedor da categoria Melhor Carreira Jovem. Paralelamente, os prémios dão a conhecer os cinco finalistas das restantes seis categorias a concurso.

A iniciativa “tem como principal objetivo valorizar os setores da Formação, do Turismo e da Hospitalidade e dar reconhecimento, através da premiação dos seus intervenientes”, como indicado em comunicado de imprensa.

A primeira fase dos HEA 2023 começou em maio deste ano, com a fase de candidaturas e re-candidaturas através do website por parte de formadores, projetos e entidades com relevância para o setor. Foi ainda nesta altura que decorreu a fase de nomeações, “em que o público pôde valorizar, mais uma vez, formadores ou ex-formadores, projetos e entidades que considerassem ter um impacto positivo para a formação e/ou turismo”.

Ao todo, os HEA são constituídos por oito categorias, nomeadamente: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Prémio Fórum Turismo; Melhor Carreira Jovem e Melhor Professor/Formador no Digital.

Nesta fase, o júri fez a seleção de cinco finalistas para cada categoria a concurso, tendo-se apurado os seguintes profissionais:

Melhor Projeto Educacional: Cocktail Team Bartender School, “Comunidades Sustentáveis – o caso de Alferce”, Feed the Future, Westmont Institute of Tourism & Hospitality e Workshop Internacional de Turismo Religioso;

Melhor Projeto de Inovação: IT-AMGABAlgarve – Inovação Tecnológica na Arte de Maridar e Gestão de Alimentação e bebidas do Algarve, Mezze-Escola, Reanimar a Literatura – Jantar no Ramalhete, Stellae – Centro de Interpretação dos Astros na Serra da Estrela e Viana do Castelo “Destino de Qualidade”;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior: Cláudia Seabra, Eduardo Sarmento, Nuno Abranja, Paulo Almeida e Sérgio Teixeira;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional: Daniela Silvestre, Jorge Santos, Ricardo Dias, Sérgio Teixeira e Tânia Pereira;

Melhor Stakeholder: Host Hotel Systems, InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, Plateform e PortoBay Hotels & Resorts;

Melhor Professor/Formador no Digital: Francisco Copeto, Guilherme Cortes, João Freitas, Marco Gouveia, Sandra Vasconcelos;

Melhor Carreira Jovem: Afonso Magalhães, Albano Pereira, Hélder Lopes, João Freitas e Paulo Araújo. Categoria com votações online do público.

Prémio Fórum Turismo: Prémio atribuído no dia da cerimónia a um profissional do ensino (não no ativo) que se tenha destacado pelo seu percurso profissional.

A categoria de “Melhor Carreira Jovem” é a única em que o público contribui para a indicação do vencedor, cujo prémio reconhece um jovem profissional com uma carreira até aos 35 anos de idade, analisando a totalidade do percurso profissional nas áreas de turismo e hotelaria. As votações para esta categoria já estão oficialmente abertas online até 10 de setembro, através do website dos HEA.

Os HEA são uma iniciativa da Associação Fórum Turismo em conjunto com o Turismo de Portugal, I.P, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.