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Lisboa “quebra ciclo” com nova ação promocional

Lisboa tem um novo vídeo promocional para os mercados externos. Depois de “A new way to be together”, agora quebra-se ciclo com “Lisbon: a new way to break the cycle”.

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Lisboa tem um novo vídeo promocional para os mercados externos. O filme enaltece alguns dos lugares mais icónicos da capital do país e convida os visitantes a “quebrar o ciclo” e a viver a verdadeira experiência de um lisboeta.

A Associação Turismo de Lisboa desafia os turistas, através do vídeo “Lisbon: a new way to break the cycle”, à aventura e a desbravar uma Lisboa que se reconhece pelos cinco sentidos.

“Olhar para as paisagens mais idílicas, ouvir as ondas do mar na praia, sentir o sol no rosto, saborear as melhores iguarias e cheirar as flores na natureza são apenas alguns dos muitos privilégios que Lisboa tem para oferecer a quem a visita”, refere a Associação Turismo de Lisboa.

Depois de “A new way to be together”, “Lisbon: a new way to break the cycle” é o segundo filme para promover e divulgar o destino Lisboa nos mercados externos, nomeadamente na Alemanha, Espanha, Itália, França, Reino Unido e Rússia.

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Nova edição: Dossier de companhias aéreas, Soltour Travel Partners e Turismo do Centro

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA. Além do dossier, publicamos um artigo sobre a Soltour Travel Partners, uma entrevista com o presidente da Turismo do Centro e outra com o diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA, que arranca já a 27 de março e se prolonga até 26 de outubro.

Conheça as novidades previstas para Portugal para o próximo verão IATA e saiba também quais são as previsões das transportadoras aéreas para 2023, ano que promete trazer de volta a capacidade que ainda estava por repor devido à pandemia da COVID-19.

Nesta edição, publicamos também um artigo sobre a Soltour Travel Partners na secção de Distribuição, no qual o delegado Luís Alexandrino revela que o objetivo do operador passa por oferecer às agências portuguesas um portefólio mais amplo e não só de destinos de ‘Sol & Praia’.

Leia também o especial sobre o Turismo do Centro, em que Pedro Machado, presidente da entidade regional de turismo, faz um balanço sobre o seu mandato, que está a terminar, e fala sobre a importância do mercado espanhol, que a região quer continuar a captar, naquele que é um dos motivos que levaram a Turismo do Centro a associar-se ao lançamento da primeira Estratégia do Turismo Transfronteiriço 2022-2023, que foi apresentada na FITUR 2023.

Nesta edição, publicamos ainda uma entrevista com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, que defende que “a tecnologia [no setor do turismo] deve ser o facilitador e não a finalidade”.

A nova edição do Publituris volta ainda a divulgar os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Além do check-in, esta edição conta também com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Helena Pimentel (docente do ISG), Nuno Abranja (diretor do Departamento de Turismo do ISCE e CEO da consultora OMelhorDoTurismo) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente de Sistemas de Transporte no ISCE).

Boas leituras.

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Edição digital: Dossier de companhias aéreas, Soltour Travel Partners e Turismo do Centro

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA. Além do dossier, publicamos um artigo sobre a Soltour Travel Partners, uma entrevista com o presidente da Turismo do Centro e outra com o diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA, que arranca já a 27 de março e se prolonga até 26 de outubro.

Conheça as novidades previstas para Portugal para o próximo verão IATA e saiba também quais são as previsões das transportadoras aéreas para 2023, ano que promete trazer de volta a capacidade que ainda estava por repor devido à pandemia da COVID-19.

Nesta edição, publicamos também um artigo sobre a Soltour Travel Partners na secção de Distribuição, no qual o delegado Luís Alexandrino revela que o objetivo do operador passa por oferecer às agências portuguesas um portefólio mais amplo e não só de destinos de ‘Sol & Praia’.

Leia também o especial sobre o Turismo do Centro, em que Pedro Machado, presidente da entidade regional de turismo, faz um balanço sobre o seu mandato, que está a terminar, e fala sobre a importância do mercado espanhol, que a região quer continuar a captar, naquele que é um dos motivos que levaram a Turismo do Centro a associar-se ao lançamento da primeira Estratégia do Turismo Transfronteiriço 2022-2023, que foi apresentada na FITUR 2023.

Nesta edição, publicamos ainda uma entrevista com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, que defende que “a tecnologia [no setor do turismo] deve ser o facilitador e não a finalidade”.

A nova edição do Publituris volta ainda a divulgar os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Além do check-in, esta edição conta também com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Helena Pimentel (docente do ISG), Nuno Abranja (diretor do Departamento de Turismo do ISCE e CEO da consultora OMelhorDoTurismo) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente de Sistemas de Transporte no ISCE).

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Chile volta a fazer testes de Covid-19 aleatórios à chegada

O Chile voltou a selecionar aleatoriamente passageiros para fazer testes de Covid-19 à chegada ao Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez, em Santiago, e ao Paso Internacional Los Libertadores, na fronteira terrestre com a Argentina.

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A medida, que tinha sido abandonada em outubro de 2022, voltou a ser colocada em prática em este mês e refere indica informação publicada no sire do Turismo do Chile, caso o viajante obtenha um resultado positivo ou se negue a fazer o exame, deverá realizar uma quarentena obrigatória de cinco dias.

Recorde-se que, para viajar para o país, os maiores de 18 anos continuam obrigados a apresentar comprovativo de vacinação completa ou resultado negativo para um teste RT-PCR realizado 48 horas antes da partida.

No entanto, já não é mais necessário preencher a Declaração Jurada do Viajante (C19) ou obter um Passe de Mobilidade, dois itens que foram abolidos em outubro do ano passado. O uso de máscara, por sua vez, é obrigatório somente em estabelecimentos de saúde.

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Agora é possível conhecer o Funchal sob o ponto de vista da arquitetura urbana

Lançado recentemente pela Secção Regional da Madeira da Ordem dos Arquitetos, o Guia de Arquitetura Funchal, permite uma fruição diferente do património da capital madeirense. Eduardo Jesus enaltece a obra.

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A partir de agora, residentes e visitantes, têm a oportunidade de conhecer o Funchal sob o ponto de vista da arquitetura urbana, nomeadamente, das 15 obras essenciais que marcaram o período do século XIX.

Este é, conforme divulgado na página oficial do Governo Regional da Madeira, o objetivo do ‘Guia de Arquitetura Funchal | Século XIX | 15 Obras Essenciais’, editado pela Secção Regional da Madeira da Ordem dos Arquitetos (SRMAD) e da autoria de Rui Campos Matos e Daniela Alcântara, que foi lançado na última semana no Teatro Municipal Baltazar Dias.

A mesma fonte destaca que, neste guia são mostradas, de forma diferente, obras arquitetónicas emblemáticas da cidade do Funchal e do arquipélago e datadas do século XIX, como é o caso do Teatro Municipal Baltazar Dias, do Hospício Princesa Dona Maria Amélia, da Quinta das Angústias (atual Quinta Vigia), do Jardim Municipal e da Ponte Monumental, entre outros.

No total são apresentadas 15 obras, na sua maioria projetadas por arquitetos ingleses, “numa época em que a burguesa cidade do Funchal teve necessidade de desenvolver estes importantes equipamentos adequados ao Modus Vivendi oitocentista”, explicou na ocasião Susana Gouveia Jesus, presidente da SRMAD, acrescentando que, no âmbito das atribuições desta Secção Regional, que visam contribuir para a defesa e promoção da arquitetura, há o objetivo expresso de promover a edição de publicações que contribuam para um melhor esclarecimento público das implicações e relevância da arquitetura.

A responsável afirmou que para a SRMAD “é de suma importância facultar esta informação, tanto aos nossos visitantes, como aos que diariamente habitam e frequentam estes edifícios, sendo que estes exemplos arquitetónicos, assim como os que já estão patentes no Guia de Arquitetura do século XX editado em 2020, consubstanciam a nossa entidade como ilha atlântica multicultural que valoriza o seu património e que foi, de certo modo, bastante mais visionária em relação a outras regiões do país”.

O secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, que marcou presença na sessão de apresentação da obra, considerou, citado na notícia veiculada pelo site do Governo madeirense, que “o lançamento deste guia permite-nos sistematizar a informação relativamente à arquitetura e à história da edificação na Região Autónoma da Madeira, sendo que essa sistematização permite uma fruição diferente do património”.

O facto de a região já ter dois guias, um do século XIX e outro do século XX, “vem facultar à população residente em geral e aqueles que nos visitam, uma informação que está devidamente estudada, organizada, documentada, e que nos ajuda a compreender a presença do Homem neste território”, salientou, para acrescentar que este guia é, ao fim e ao cabo, “uma forma diferente de contar a história da Madeira através do seu património edificado”.

 

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Governo empenhado em dar mais força ao turismo no interior com projetos concretos

Após auscultação e participação dos agentes locais e regionais, da academia e das empresas, o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, que iniciou esta terça-feira um roteiro pelo interior do país, prometeu apresentar, em três meses, uma Agenda para o Turismo do Interior.

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Numa declaração à imprensa, após o primeiro encontro sobre esta temática, que decorreu em Évora, Nuno Fazenda reconheceu que há um enorme potencial turístico por descobrir no interior, e afirmou que o Governo quer “ter mais interior nas políticas de turismo, sem prejuízo da importância estratégica que têm os destinos turísticos mais consolidados, como são os casos do Algarve, de Lisboa, da Madeira e também do Porto”.

Referindo que 90% da procura turística do continente se concentra no litoral, o governante, citado em comunicado do Ministério da Economia e Mar, disse que é preciso “desenvolver medidas para apoiar projetos públicos, privados, iniciativas e campanhas de promoção específicas”, para ter “mais turistas e mais mercados turísticos a visitar o interior”.

A ideia é auscultar e integrar contributos “dos atores locais e regionais, das empresas, das instituições de ensino superior sobre que projetos, que desafios, que prioridades” existem para o desenvolvimento do turismo na faixa interior do país, explicou. “É um roteiro para ouvir. É um roteiro de auscultação, de audição dos territórios, para puxarmos pelo interior, para desenvolvermos uma agenda estratégica para o turismo do interior”, insistiu, citado pela Lusa.

Após o processo de auscultação, é intenção do Governo apresentar esta agenda, em abril, traçou Nuno Fazenda, frisando que esta irá incluir “medidas e iniciativas que permitam afirmar o turismo do interior e dar força ao turismo do interior”.

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços realçou que é necessário promover “a coesão territorial”, para que Portugal possa ser “um país mais harmonioso do ponto de vista turístico” e sem que “nenhum território fique para trás”.

É por isso que em territórios como o Alentejo, a região Centro ou o Norte de Portugal, para a faixa do interior, “temos que ter medidas de apoio a projetos públicos que visem a valorização do nosso património, da nossa cultura, das nossas serras, mas também apoios diferenciados e positivos para o investimento privado e desenvolver ações de promoção específicas do interior”, sublinhou.

 

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Até haver novo aeroporto de Lisboa “é preciso encontrar soluções intermédias”

O diretor-geral da ATL, Vitor Costa, alerta para que até a operacionalização de um novo aeroporto para Lisboa, o que vai demorar muitos anos, tendo em conta o estádio do projeto, “é preciso encontrar soluções intermédias”.

O diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa (ATL) alerta para que até a operacionalização de um novo aeroporto para Lisboa, o que vai demorar muitos anos, tendo em conta o estádio do projeto, “é preciso encontrar soluções intermédias”.

Na opinião de Vítor Costa, “primeiro é preciso que Portela melhore, segundo, eventualmente, vai ser necessário, a certa altura, soluções intermédias para conseguirmos responder à procura”.

O responsável lembra que “quando esta discussão da necessidade de construção de um novo aeroporto para Lisboa começou, a que em certa altura se falou na possibilidade de ficar localizado na Ota ou Alcochete, o setor do turismo defendia a utilização de uma Base Aérea, nomeadamente, o do Montijo, para fins civis, uma vez que já lá existia uma pista aérea e podia ser utilizado em complemento a Portela, independentemente da decisão sobre um novo aeroporto”.

“A questão que temos é até chegar lá. Para tal temos de encontrar soluções mais pragmáticas, ou então não fazemos nada na Portela e continuamos durante mais 10/12/14 anos na situação em que estamos”, disse, para acrescentar que “é preciso fazer os investimentos previstos para a Portela, e mesmo assim, não sei se não será necessário recorrer a soluções para que, entretanto, as coisas se possam resolver. Isto tem de ser razoavelmente ponderado”.

Recorde-se que foi feito um acordo bipartidário (PS e PSD) e a partir daí foi criada uma solução “que poderá ser mais virtuosa, que poderá dar mais consenso, admito”. Essa solução passou pela criação de uma Comissão Técnica independente para fazer um relatório sobre a localização da nova infraestrutura, e de uma Comissão de Acompanhamento. Vítor Costa faz parte dessa Comissão de Acompanhamento, de acordo com a deliberação do Conselho de Ministros, na qualidade de presidente da Entidade Regional.

É preciso fazer os investimentos previstos para a Portela, e mesmo assim, não sei se não será necessário recorrer a soluções para que, entretanto, as coisas se possam resolver”

Agora, essas estruturas “vão desenvolver o seu trabalho e a promessa que existe é que durante este ano seja anunciada uma decisão sobre a localização do novo aeroporto, que o Governo decida, que o Presidente da República subscreva e que pelo menos o PSD suporte, na expectativa de que não se volte a discutir tudo de novo. O processo agora vai prosseguir e temos de esperar que tenha um desfecho”, destacou Vítor Costa.

No entanto, o responsável chama atenção para o seguinte: “A deliberação do Governo é para que esta comissão decida sobre a localização do novo aeroporto, mas “seja qual for a decisão final, é preciso ainda construir a nova infraestrutura, o vai durar anos”. Então, “entre este momento e até o novo estar operacional, e estamos a falar em pelo menos 10 anos, significa um lapso de tempo muito grande”, alertou.

*O jornal Publituris errou na última edição. Neste artigo, houve um lapso e em vez de, no título, estar “haver”, publicámos “haber”. Aos nossos leitores pedimos desculpa. 
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A marca Lisboa está a puxar toda a região

Numa região com dinâmicas turísticas diferentes, a missão da ERT-RL tem sido agregadora, colocando sempre a marca Lisboa, “que é uma vantagem e não uma desvantagem”, segundo o seu presidente, Vítor Costa, a puxar todas as áreas que a compõem. Para tal têm sido criados vários instrumentos de apoio às empresas dessas áreas menos desenvolvidas com o objetivo de criar produto e captar turistas. “O que toda a região precisa é de ter clientes e utilizem o máximo todo o território”, defende.

Em entrevista ao Publituris, o presidente da Entidade Regional do Turismo da Região de Lisboa (ERT-RL) e diretor geral da Associação Turismo de Lisboa (ATL), Vítor Costa, dá conta da performance da região o ano passado, apesar de os números ainda não estarem fechados, apresenta as estimativas para 2023, embora existam fatores que o próprio turismo não controla, mas, sobretudo, destaca a estratégia adotada que visa criar uma região com um desenvolvimento turístico mais equilibrado.

Como está a região neste momento, dois anos depois da pandemia, e como é que correu o 2022?
Tivemos dois anos de pandemia em que houve uma interrupção do turismo, e depois, o ano de 2022 relativamente ao qual já havia alguma expectativa que houvesse um início de uma recuperação. Ainda tivemos três meses afetados pela pandemia, mas depois, verificou-se uma dinâmica que terá excedido as expectativas.

No caso específico da Região de Lisboa, não temos ainda os resultados finais, mas está adquirido que, em termos dos indicadores económicos, a subida foi maior, enquanto em termos quantitativos (dormidas, hóspedes e chegadas), ainda não chegámos aos valores de 2019. Também tivemos o efeito da inflação em 2022, mas mesmo descontando este indicador, a nossa estimativa é que tenhamos crescido 5 a 7% ao nível da riqueza gerada pelo turismo e na rentabilidade da hotelaria, o que consideramos bastante positivo.

E este ano? Quais são as previsões?
A dinâmica mantém-se. Não há indicadores, até este momento, que houvesse menos interesse ou menor procura. Vamos ter também um ano marcado por uma iniciativa única que são as Jornadas Mundiais da Juventude que vai influenciar o verão. Mas a nossa dinâmica neste início de ano continua idêntica, e esperamos que corra bem.

É verdade que há aquilo que todos os setores do turismo têm referido, que são muitos fatores de incerteza, e esses podem vir a ser relevantes ao longo do ano, e que podem afetar principalmente os mercados europeus que representam 80% dos turistas que visitam a região de Lisboa. Já tínhamos verificado no ano anterior, por exemplo, que o mercado alemão cresceu menos, mas, no entanto, há casos contrários, com o mercado norte-americano com grande crescimento.

No caso específico da Região de Lisboa, não temos ainda os resultados finais, mas está adquirido que, em termos dos indicadores económicos, a subida foi maior, enquanto em termos quantitativos (dormidas, hóspedes e chegadas), ainda não chegámos aos valores de 2019”

Estratégia consensualizada
Estamos a falar de uma região com dinâmicas turísticas diferentes. Como é que se conjugam a cidade de Lisboa e os outros polos menos desenvolvidos?
Porque temos uma estratégia, temos um plano estratégico e, portanto, não estamos a “navegar à vista”.

Temos uma estratégia que é consensualizada entre os vários intervenientes, parceiros interessados públicos e privado, municípios e empresas. Essa estratégia é clara no sentido de que a marca Lisboa é um ativo de todos e tem capacidade de atração, mas o território é diferenciado. Identificámos vários polos e cada um tem uma estratégia de desenvolvimento diferente, consoante o estado em que se encontram.

Nesse plano encontrámos o caminho para, ao mesmo tempo, continuar a reforçar a marca Lisboa e a sua capacidade de atração, e procurar o desenvolvimento de alguns polos que já estavam bastante desenvolvidos como são Cascais e Sintra, e outros que, entretanto, assumiram importância nestes últimos anos, como Mafra e Ericeira, pelas suas especificidades, bem como Sesimbra e Almada (Costa da Caparica).

Além disso, incorporamos algumas áreas que, apesar de oferecerem bastantes recursos, têm de fazer um caminho mais devagar, até porque a oferta é mais insuficiente, sobretudo as zonas ribeirinhas do Tejo, Vila Franca de Xira ou Loures. Sem oferta turística, sem hotelaria, não conseguem captar turismo.

O que temos verificado é que, antes da pandemia, a região de Lisboa cresceu no seu conjunto, foi a região que mais cresceu e ganhámos quota de mercado em Portugal. Entretanto, durante a pandemia perdemos quota de mercado porque as pessoas privilegiaram os destinos internos. Sabendo que um terço da população portuguesa vive na região de Lisboa, isso é compreensível, pois procuraram outras zonas do país. Mesmo em termos internacionais também perdemos, uma vez que, como não havia transporte aéreo, as pessoas não podiam chegar. Se perdemos, acabámos por recuperar em 2022 face às várias regiões nacionais.

Programas de comercialização e venda têm procura
Têm sido anunciados uma série de apoios da Região para essas zonas menos desenvolvidas. Como é que se está a processar?
Esta estratégia é assumida em toda a atividade que fazemos enquanto Entidade Regional, bem como ATL na parte da promoção internacional.

Criámos algumas soluções específicas como é o caso dos PCV para o mercado interno, que são programas de comercialização e venda. São planos regulamentados em que as empresas apresentam os seus projetos e são apoiadas. Reservamos esses programas para zonas na região de menos concentração turística (Lisboa, Cascais e Sintra não se podem candidatar) e para produtos de menor dimensão, como sejam o enoturismo, natureza ou mergulho, e têm tido sucesso. Começámos este programa a tentar convencer as empresas, e no primeiro ano tivemos muita adesão. Em 2022 tivemos 25 programas apoiados, alguns coletivos e outros individuais, o que significa que foram mais empresas do que programas. Portanto, continua a ter procura.

Privilegiamos quem tem coisas para vender e quer vender e, hoje, tem uma influência muito grande. Talvez seja o programa da Entidade Regional mais relevante na procura de um desenvolvimento regional mais equilibrado.

Claro que todo o peso vem da cidade de Lisboa, pois é a procura que determina. A cidade de Lisboa tem um peso de 70% dessa procura regional. No entanto, a nossa visão, é crescer em toda a região e, dentro desse crescimento, fazer avançar as áreas mais atrasadas em termos de dimensão turística. Tudo depende sempre da oferta. Quem não tem hotel não pode ter dormidas, e ainda temos situações dessas, ou ela é ainda insipiente.

Neste aspeto temos chamado a atenção dos investidores para a vantagem de investirem noutras áreas da região, que não seja tudo na Baixa de Lisboa, pois estamos tudo muito pertos, temos ótimas comunicações e pode haver excelentes produtos. São boas oportunidades e quem fizer agora irá à frente e pode ganhar boa posição. Nesta visão de Região podemos ainda crescer muito.

Se tivéssemos uma visão mais limitada, olhando apenas para as zonas de concentração turística e Lisboa, íamos cair numa dificuldade, porque na cidade já há muita gente, muita oferta, muita procura.

Qual é a verba alocada para este plano?
Este plano tem validade até 2026. A alocação das verbas é de acordo com o que anualmente é disponibilizado para a Entidade Regional e a ATL, que é outra parceira. Mas, aqui não se trata apenas de uma questão de dinheiros. O objetivo é remarmos todos no mesmo sentido e isso penso que existe, e os resultados vão sendo conseguidos.

Consideramos sempre que a marca Lisboa é uma vantagem e não uma desvantagem, porque o que toda a região precisa é de ter clientes e utilizem o máximo todo o território.

Plano de atividades propõe várias intervenções
Para este ano, qual é o plano de atividades?
Da Entidade Regional aprovámos agora o plano de atividades que tem uma capacidade de intervenção limitada em termos orçamentais. Há verbas que o Estado destina às ERT, que são pequenas e inalteradas ao longo dos anos, e que são distribuídas com critérios discutíveis.

Estamos a falar em quatro milhões de euros para tudo. Parte desse dinheiro é utilizado para o funcionamento da Entidade, e outra parte para a contratualização externa que também tem de assegurar. Além disso há a promoção no mercado interno em que temos um conjunto de ações em Espanha, na BTL, feiras regionais e, uma atividade muito relevante que é a restruturação do produto turístico, envolvendo as empresas e os municípios.

A grande mais-valia nesta região é que existe uma ação concertada com a ATL que tem outros investimentos, nomeadamente, na parte da promoção e outras fontes de financiamento.

No conjunto, não temos queixas a apresentar sobre os montantes que dispomos para poder executar, em 2023, aquilo que é o nosso plano de atividades.

Portanto, vamos continuar nesta ideia da recuperação, esperando atingir, este ano, valores semelhantes aos de 2019, em termos quantitativos, e superiores em termos económicos, sempre em parceria com a ATL.

De acordo com o que está previsto na lei e nos estatutos regionais, existe uma delegação de competência na ATL e, através disso, muito do que são as ações e intervenções da Entidade Regional da Região de Lisboa são executadas em parceria com a ATL. A BTL é um caso, onde teremos um grande stand com a ATL, as entidades e os municípios.

Portanto, vamos dar um grande enfoque na promoção externa, de acordo com o plano estratégico, mas também nos programas com as empresas, e agora estou a falar dos vários planos de comercialização e vendas internacionais, e nós mais do que duplicámos esse financiamento para assegurarmos esses programas com as empresas.

A cidade de Lisboa tem um peso de 70% dessa procura regional. No entanto, a nossa visão, é crescer em toda a região e, dentro desse crescimento, fazer avançar as áreas mais atrasadas em termos de dimensão turística. Tudo depende sempre da oferta”

E os 6,1 milhões de euros que anunciaram em 2022?
Essa verba era apenas para 2022. Para este ano, na próxima reunião da ATL (que estaria prevista para 12 janeiro) vão ser aprovados todos os regulamentos de apoio à comercialização e vendas, o programa de captação de congressos, e o programa de internacionalização de festivais e eventos culturais, com um orçamento que será superior.

Há a contar ainda a participação nos encargos com a Web Summit, que temos até 2028, e uma pequena participação nas Jornadas Mundiais da Juventude, onde se esperam à volta de 1,5 milhões de pessoas.

A ERT-RL acaba de eleger um novo Conselho de Marketing. Quais são os objetivos deste órgão?
A lei estabelece a obrigatoriedade de todas as ERT terem um Conselho de Marketing, um órgão consultivo composto na maioria por privados, e que no nosso caso, exclusivamente por associações empresariais. Portanto, há eleições que não coincidem com as da Comissão Executiva, porque têm mandatos mais curtos.

É um órgão que se pronuncia sobre os planos de atividades, e numa prática que se reúna em cada trimestre para fazer o ponto da situação da atividade, quer da Entidade, quer da ATL, para conhecimento, discussão e parecer.

 

Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa mantém os seus princípios de apoio

O Fundo de Desenvolvimento Turístico, constituído pelo produto da taxa turística de Lisboa, e que tem de ser aplicada, de acordo com a lei, em benefício da cidade, mantém os seus princípios de apoio e nada em contrário esta em cima da mesa, disse o presidente da ERT-RL e diretor-geral da ATL, Vítor Costa.
Para além dos projetos que eram conhecidos, o fundo ainda vai financiar outros, mas a sua utilização está sempre condicionada a candidaturas que sejam apresentadas pelos membros do Comité de Investimento que são a Câmara Municipal de Lisboa, a ATL, a AHP e a AHRESP, que dá pareceres sobre os projetos que devem ser financiados pelo fundo, explicou.
Segundo Vítor Costa, se o parecer for negativo o projeto não pode ter seguimento, e se for positivo passa para os órgãos municipais e a autarquia terá de aprovar, ou a Assembleia Municipal de for o caso disso.
Até ao momento, desde que foi criado, este fundo já participou em apoios ao Festival de Eurovisão e à Web Summit, às intervenções feitas na Estação Fluvial Sul e Sueste, Doca da Marinha, Museu do Tesouro Real, Centro de Interpretação do Pilar 7 e Centro de Interpretação do Bacalhau.
O responsável referiu que “neste momento não há nenhuma intervenção deste nível. As candidaturas aprovadas neste momento comportam apenas participações financeiras nas Jornadas Mundiais da Juventude e na Web Summit, bem como uma aprovada para quatro anos, que tem a ver com a promoção e apoios às empresas, através dos PCV, captação de festivais e eventos culturais, com vista à dinamização da procura, num montante total de 16 milhões de euros”.
Além disso, há que contar com contratos com juntas de freguesia onde há mais incidência do turismo, para a melhoria da limpeza e higiene urbana.
Vítor Costa assegura que, atualmente, não existe nenhum projeto proposto pela Associação Turismo de Lisboa, já que “a nossa estratégia é consolidar a gestão dos equipamentos que gerimos e que contaram com participação financeira do fundo, que já são bastantes, mas felizmente, quase todos com resultados positivos”.
O diretor geral da ATL nega a veracidade de alguma informação que terá circulado em Lisboa sobre que uma parte das verbas do Fundo de Desenvolvimento Turístico pudesse ser utilizado no apoio à habitação. “Não tem fundamento, sem teria consenso”, disse, avançando que “a diferença da taxa turística de Lisboa, a primeira a ser criada no país, relativamente a outras que têm aparecido, é que a de Lisboa foi negociada com o setor privado, e foram acordadas entre o município, ATL e AHP (que é quem recolhe a taxa), determinadas caraterísticas sobre como se utilizam as verbas, e traduzido por normas pela Assembleia Municipal de Lisboa”.
O responsável reforçou que “a vantagem é que tudo isso foi negociado e consensualizado com a AHP. No Comité de Investimentos está o presidente da Câmara, a ATL, dois representantes da AHP e uma da AHRESP. Nesse órgão discutem-se as opções. Essa é a diferença do que acontece em outros municípios onde a aplicação da taxa turística foi mais controversa, porque em nenhuma se fez como em Lisboa, e hoje toda a gente reconhece as vantagens, porque vê esses equipamentos que enriquecem a oferta, trazem mais gente, dão mais dinâmica à cidade e recuperam património, por outro lado os hoteleiros têm o benefício de poder contar com instrumentos de promoção que são financiados pela taxa turística e permitem a dinamização da procura”.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Ilha do Faial nomeada para melhor destino europeu de 2023

A Ilha do Faial, nos Açores, é um dos nomeados para melhor destino europeus de 2023, eleição promovida pela European Best Destinations, que conta com 21 destinos em competição e cuja votação decorre até 10 de fevereiro.

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A Ilha do Faial, nos Açores, é um dos nomeados para melhor destino europeus de 2023, numa eleição promovida pela European Best Destinations, que conta com 21 destinos em competição e cuja votação decorre até 10 de fevereiro, informou a Associação de Turismo Sustentável do Faial (ATSF).

“O facto de a ilha do Faial ter sido selecionada para integrar a lista dos melhores destinos europeus de 2023 é, por si, uma boa notícia para o sector do turismo”, congratula-se Pedro Rosa, presidente da ATSF, citado em comunicado.

De acordo com o responsável, esta nomeação “vem aumentar a visibilidade não só do Faial, mas também dos Açores, enquanto destino turístico de excelência”, uma vez que se espera que possa “contribuir para atrair mais turistas à ilha e à região fora da ‘época alta’”.

Além da Ilha do Faial, também Atenas, Viena, Praga, Copenhaga, Varsóvia, ou Londres disputam o titulo de melhor destino do mundo em 2023, numa lista que, além do Faial, integra outro destino português, concretamente a ilha do Porto Santo, na Madeira.

Pedro Rosa lembra que o Faial, através do seu parque natural, foi o primeiro destino português a constar da lista de Destinos Europeus de Excelência (EDEN), um galardão atribuído pela Comissão Europeia e que é também importante para a eleição do melhor destino do mundo da European Best Destinations.

A European Best Destinations caracteriza o Faial como um destino que “possui muitas paisagens arrebatadoras, aves e plantas únicas e formações geológicas icónicas, tudo rodeado por um magnífico mar azul, puro e vivo”.

A associação indica também que o Faial, que juntamente com o Pico e São Jorge formam o triangulo central açoriano, é “um lugar onde os marinheiros que cruzam o oceano gostam de parar por alguns dias ou a vida inteira”.

A votação para escolher o melhor destino do mundo de 2023 decorre até 10 de fevereiro e está disponível aqui.

 

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Atividade turística na América do Sul caminha para a normalização

Na maioria dos destinos turísticos da América do Sul os hotéis, restaurantes e aeroportos praticamente recuperaram a sua agitação habitual, três anos após a pandemia ter parado o setor do turismo.

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Escreve a agência de notícias espanhola EFE que, do Cristo Redentor do Rio de Janeiro ao Obelisco de Buenos Aires, o que continua escasso, em maior ou menor grau, é o sotaque estrangeiro, facto que obrigou o setor a cimentar a sua valorização com os viajantes internos.

Na Argentina, no Chile ou no Brasil, as autoridades esperam que 2023 seja o ano em que as quotas de turistas estrangeiros finalmente ultrapassem os números anteriores à pandemia, algo que o Uruguai, por exemplo, já conseguiu.

Desse conjunto de países, segundo a EFE, que cita as entidades oficiais, o que tem mais dificuldade é o Brasil, que só recuperou 3,5 milhões de turistas estrangeiros dos 6,3 milhões que chegaram em 2019, enquanto a Argentina e o Chile já atingiram entre 70% e 75% do nível pré-covid-19.

A nota discordante é do Peru, onde a profunda crise política e os protestos das últimas semanas assustaram os viajantes e até alguns países, que recomendaram a seus cidadãos que evitassem fazer as malas para destinos como Machu Picchu.

No entanto, as perspetivas no Brasil são mais otimistas para este ano, segundo a agência de notícias, quando o Carnaval do Rio de Janeiro finalmente voltará à sua data habitual e não haverá restrições para a festa que os estrangeiros mais gostam.

“A expectativa é a mesma da festa de Réveillon: chegar a praticamente 100% de ocupação hoteleira. A poucas semanas do Carnaval, atingimos praticamente 90% de ocupação, o que mostra que o Rio de Janeiro receberá com todo o glamour o povo que vier”, disse à EFE Ronnie Aguiar Costa, presidente da agência de promoção turística do Rio, a Riotur.

Com o empurrão do sambódromo, o Brasil pode finalmente fechar o buraco económico que a pandemia causou no setor do turismo, que apesar de ser alimentado principalmente pelo imenso mercado interno, ainda mantém níveis de atividade 2,5% abaixo do que tinha em fevereiro de 2020.

 

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Turismo nas Caraíbas em alta

O turismo nas Caraíbas está em alta, tendo recuperado em 2022 após a pandemia com números históricos nas praias mexicanas de Cancun, República Dominicana e Porto Rico, e uma recuperação quase completa na Colômbia, embora ainda com atrasos em Cuba.

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Conforme o Publituris (site) já divulgou, o Ministério do Turismo do México informou que, em 2022, chegaram 20,6 milhões de turistas internacionais por via aérea, correspondendo a um aumento de 46,3% em relação ao ano anterior.

No que diz respeito à República Dominicana, o Ministério do Turismo registou 7,1 milhões de turistas por via aérea e 1,3 milhão por cruzeiros, que superaram o nível pré-pandemia e atingiram números recordes em 2022, ano em que a Organização Mundial do Turismo (OMT) a reconheceu pela sua recuperação turística “exemplar”. Os visitantes geraram um recorde de 8.671 milhões de dólares ao país o ano passado, com um crescimento de 10% face a 2019 na chegada de turistas por via aérea e de 20% nos cruzeiros.

Igualmente, o setor de turismo em Porto Rico teve recorde em 2022 tanto em empregos na indústria (mais de 91 mil) quanto em receitas de alojamento (1,6 mil milhões de dólares) e passageiros no seu aeroporto internacional (mais de 10 milhões), segundo dados oficiais.

Por sua vez, o turismo na Colômbia praticamente se recuperou após a pandemia, com mais de 3,5 milhões de viajantes internacionais entre janeiro e outubro de 2022, um crescimento de 145,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Migração Colombiana. Em comparação com os mesmos meses de 2019, ano anterior à pandemia, os números representam uma recuperação de 98,6%. A meca do turismo colombiano continua a ser Cartagena das Índias, um destino de sol e praia, mas também pelas suas atraentes construções coloniais.

Já Cuba aspira atingir 3,5 milhões de turistas neste 2023, ainda longe dos 5 milhões alcançados antes da pandemia. Especialistas em turismo não acreditam que a ilha caribenha consiga este ano atingir os objetivos propostos, estimando apenas a chegada de cerca de 2,3 milhões de visitantes internacionais.

A ilha enfrenta este desafio fundamental para a sua recuperação económica, já que o turismo é o segundo contribuinte para o produto interno bruto (PIB) e a terceira fonte de divisas, depois de ter ficado aquém do seu objetivo de 1,7 milhões em 2022.

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