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Reino Unido fechado durante mais um mês

A data de 21 de junho indicada para o levantamento das restrições e abertura do Reino Unido foi revista pelo Executivo de Boris Johnson. Afinal os britânicos terão de esperar mais um mês.

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Afinal o Reino Unido não levanta as restrições a 21 de junho e o Governo de Boris Johnson adiciona, agora, mais um mês a essa data, ou seja, a próxima fase de desconfinamento só deverá começar a 19 de julho.

O adiamento do levantamento das restrições anti-COVID-19 foi apresentado pelo primeiro-ministro britânico depois de participar na cimeira da NATO, em Bruxelas, admitindo que “é sensato esperar mais um pouco”. A decisão, contudo, terá de ser votada pela Câmara dos Comuns (câmara baixa do Parlamento britânico) ainda este mês com o objetivo de legalizar o adiamento.

Recorde-se que, segundo o planeado pelo Executivo britânico, todas as restrições deveriam ser levantadas em Inglaterra no dia 21 de junho, o que iria permitir, entre outros, a abertura de discotecas, realização de casamentos e outros eventos sem um limite máximo de pessoas.

São vários os especialistas que apoiam esta decisão, em virtude do rápido contágio da variante Delta da COVID-19, detetada pela primeira vez na Índia e que se tornou a variante dominante no Reino Unido, indicando os cientistas que esta variante é, atualmente, responsável por 90% das infeções no país.

Do lado da Associação das Indústrias Noturnas, já chegou o aviso de que este atraso do levantamento das restrições será “catastrófico” para as discotecas e bares noturnos, que estão fechados desde março de 2020.

A oposição, por sua vez, ou melhor, alguns deputados, também já manifestaram a sua oposição a este adiamento, alegando que a população de maior risco já está vacinada com as duas doses da vacina.

Embora os outros países constituintes do Reino Unido – Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – tenham atenuado as medidas restritivas, irão manter vários tipos de medidas para reduzir a possibilidade de infeção.

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Madeira com quatro nomeações aos WTA 2022

A região da Madeira está nomeada em quatro categorias na edição europeia deste ano dos World Travel Awards, considerados os óscares do turismo. As votações decorrem até 08 de agosto no site oficial dos WTA.

A Madeira volta a destacar-se naqueles que são os mais prestigiados e reconhecidos prémios da indústria do turismo ao receber quatro nomeações para os galardões deste ano:

A ilha do Porto Santo está nomeada na categoria Europe’s Leading Beach Destination, enquanto as nomeações nas categorias Europe’s Leading Adventure Tourism Destination, Europe’s Leading Festival & Event Destination  e Europe’s Leading Island Destination, destinam-se a toda a região.

Com o intuito de apelar ao voto, a Madeira vai lançar uma campanha em exclusivo nas redes sociais, visando os seus principais mercados emissores.

Para o secretário Regional de Turismo e Cultura e presidente da Associação de Promoção da Madeira, Eduardo Jesus, estas novas nomeações voltam a mostrar a excelência da região como um destino turístico secular, para destacar que “revela que o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido para manter e melhorar a qualidade do destino, é reconhecido”.

Os ‘World Travel Awards’ foram criados em 1993 e são atribuídos anualmente para reconhecer, premiar e celebrar a excelência de todos os setores chave das indústrias de viagens, turismo e hospitalidade.

A região, recorde-se já venceu o prémio de “Melhor Destino Insular da Europa” por oito vezes, sendo a última o ano passado, e seis vezes o galardão de “Melhor Destino Insular do Mundo”.

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Lusanova divulga cruzeiro no Mediterrâneo com saída de Lisboa

O separador de cruzeiros do site do operador turístico Lusanova passou a contar com um novo produto. Trata-se de um cruzeiro no Mediterrâneo a bordo do Norwegian Viva, novo navio da companhia Norwegian Cruise Line.

A viagem está marcada para 17 de agosto de 2023, num cruzeiro de 10 dias, de Lisboa a Roma (Civitavecchia), a preços desde 2.340 euros por pessoa em ocupação dupla. O preço inclui passagem aérea mais cruzeiro em pensão completa.

Este pacote já está disponível em lusanova.pt e está a ser divulgado via webmail para todas as agências de viagens do país.

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Portugal entre os destinos mais procurados para miniférias dos britânicos nas celebrações do Jubileu da rainha de Inglaterra

Portugal está entre os destinos mais procurados pelos britânicos para os dias de férias em virtude das celebrações do Jubileu do reinado da rainha Isabel II.

Com o Jubileu de Platina da rainha Isabel II, em comemoração aos 70 anos de reinado, a aproximar-se (celebrações que decorrem de 2 a 5 de junho), são muitos os britânicos que aproveitam esses dias para umas miniférias.

Portugal aparece na listagem de destinos mais pesquisados pelos britânicos na Europa, segundo indica uma análise da Mabrian que mede o impacto das viagens outbound no Reino Unido.

Segundo a consultora, a recente pesquisa por bilhetes de avião do Reino Unido para destinos como Espanha, Itália, Turquia, Grécia e Portugal, mostra um claro pico na procura no fim de semana que antecede a data das celebrações e feriados, seguido de uma queda em todos os destinos.

Na medição da procura efetuada pela Mabrian, Portugal aparece atrás da Espanha, Itália, Turquia e Grécia. Espanha é a escolha clara de destino para os britânicos que desejam viajar, com 12,09 por milhão de todas as pesquisas efetuadas, seguida de Itália com 5,37, Turquia, Grécia e Portugal com 4,44, 4,30 e 4,16 respetivamente.

Esta procura por estes destinos não está, segundo a Mabrian, estar diretamente ligada aos preços médios dos quartos, com a Itália a revelar o preço médio mais elevado com 133,84€, seguida pela Grécia com 120,65€, Espanha logo atrás com 119,28€, Portugal não muito distante com 118,23€ e Turquia significativamente mais barato com 82,45€.

Carlos Cendra, diretor de Vendas e Marketing da Mabrian, refere na análise que a consultora efetua, que, “normalmente, nesta época do ano, há um aumento constante na procura semana a semana por destinos europeus de sol e praia por parte dos britânicos à medida que as temperaturas ficam mais quentes e a temporada de verão começa adequadamente”.

Contudo, diz o responsável, “o mega feriado de fim de semana deste ano, graças às comemorações do 70.º aniversário da rainha Isabel, criou um impulso pontual na procura, com uma clara preferência dos viajantes em tirar a semana inteira de férias e beneficiar de nove dias em vez de apenas três”.

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Casinos esperam que alivio das restrições contra o Covid impulse o turismo deste ano

O Covid-19 chegou a Portugal em 2020 e abalou toda a economia inclusive fez com que existissem quebras na receita bruta de casinos. Agora, os casinos procuram abrir a porta ao sucesso.

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Com o fim do período mais sombrio da pandemia Portugal vem se reabrindo novamente. Assim sendo, os casinos em Portugal esperam que as medidas voltem a impulsionar o turismo no país e que esta fase não só os ajude a recuperar a economia, mas também os clientes que perderam para os jogos de fortuna ou azar online.

O sentido oposto

Os sites de apostas têm-se tornado cada vez mais populares e o Covid-19 proporcionou um acréscimo na procura. Perante isso, os casinos presenciais olham para o turismo como o candidato ideal para voltar a encher as salas de jogos. No conforto das casas os utilizadores viram a diversão chegar até eles, no sentido oposto que os casinos viram o seu negócio a ser completamente fechado. Agora, os casinos terão uma missão forte em recuperar os estragos económicos causados pela crise sanitária e o impulso do turismo nesta fase de reabertura será a arma principal.

Em Portugal vários setores já sentiram um alivio de restrições, onde se inclui os casinos. Ainda que estejam cientes de algumas regras, as portas estão abertas e o presente ano é visto com bons olhos, ao contrário dos últimos dois anos.

O crescimento do mercado de apostas em Portugal

Nos últimos dois anos com a presença de uma pandemia que fechou os portugueses em casa levou a que houvesse ajustes na realidade. As apostas desportivas e casinos online foram dois mercados que entraram no carrossel do crescimento, onde quem se divertia no presencial fez a sua transação. Ainda que o divertimento seja bem diferente nos casinos online, nada impediu que fosse uma realidade.

Todavia, existem bastantes diferenças quando se compara o divertimento online do divertimento presencial em casinos, desde logo a vida social. A verdade é que muitas pessoas preferem o online para não serem reconhecidas, mas os casinos presenciais são sempre um ponto de encontro para quem gosta de se divertir nos jogos de fortuna ou azar.

O lado negativo está na necessidade de deslocação, ao contrário do jogo online. Porém, quando se pensa em turismo e férias não se olha a esses pormenores com tanta atenção, o que se torna uma mais valia para os casinos que precisam, a todo custo, de ver o seu negócio a voltar a um passado recente.

Turismo lado a lado com os casinos

Ainda que pareça invulgar, a verdade é que os casinos presenciais vêm os seus negócios a terem mais procura na época de verão, no momento do turismo em Portugal. Repleto de Portugueses e turistas, tudo se vê que o impulso dos casinos para o topo pode ser equacionado com o alivio de restrições.

Por isso, o turismo estará lado a lado com os casinos, num ano que tem tudo para ser positivo, afinal os portugueses também querem deixar para trás dois anos de Covid que foram difíceis. Com o acesso à liberdade total será facilmente visível que os casinos irão receber de braços abertos os seus antigos clientes.

Uma diversão diversificada em prol do sucesso

Nos sites de apostas desportivas os utilizadores podem encontrar uma diversidade enorme e isso é notório. Contudo, os casinos presenciais procuram dar agora diversidade na diversão possível para que consigam apelar à recuperação do negócio. Ainda que estejam limitados ao espaço e a uma necessidade de manter um espaço amplo, os casinos procuram oferecer mais-valias, como mais prémios e outras oportunidades.

Em Portugal existem vários casinos espalhados de Norte a Sul do país e com grande renome e todos eles abrem as portas à recuperação do turismo, algo que sofreu danos severos nos últimos anos e que é uma necessidade comum para que o país volte a sorrir para todos. Deste modo, o turismo fará de passadeira vermelha para não só ajudar os casinos, como Portugal sorrir de novo.

Fonte: CX Media

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“A relevância do segmento MICE para a região é hoje inquestionável”, João Fernandes

Propondo uma larga variedade de experiências e uma grande diversidade de produtos turísticos junto de vários mercados, o Algarve transforma-se num destino de referência no segmento MICE. Espaços também não faltam.

O presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes, explica nesta entrevista as mais-valias da região para acolher este nicho de mercado, considerado importante para a verdadeira retoma do setor.

Hoje já se pode dizer que o Algarve não é só destino de sol e praia, mas também de MICE? O que representa já para o Algarve?
O Algarve é, cada vez mais, percecionado como um destino com uma oferta abrangente e uma larga variedade de experiências, capaz de dar resposta a diferentes tipos de motivação durante todo o ano. Esta perceção resulta de um esforço de promoção que o Turismo do Algarve tem vindo a fazer em torno do desenvolvimento de uma grande diversidade de produtos turísticos, junto dos diferentes mercados, e que nos tem permitido atenuar a sazonalidade e dinamizar a procura no interior da região.

O segmento MICE surge também, naturalmente, integrado nesta estratégia, assumindo uma posição relevante, na medida em que o Algarve está já numa fase de consolidação do seu posicionamento enquanto destino privilegiado para acolher a receção e organização de todo o tipo de eventos profissionais.

Qualidade e diversidade das infraestruturas
O Algarve já apresenta espaços diferenciadores para a organização de eventos?
Para além do clima e da segurança da região, são já reconhecidas, tanto a nível nacional como internacional, a qualidade e a diversidade das infraestruturas existentes, as facilidades de acesso à região e a multiplicidade de ambientes inspiradores que o destino consegue emprestar a cada evento. A estas valências junta-se um outro argumento que tem vindo a ganhar uma relevância crescente na distinção do Algarve como destino único e completo: as inúmeras experiências e atividades surpreendentes que a região consegue proporcionar a quem a visita.

Esta componente da experiência é, cada vez mais, um fator decisivo para o sucesso de qualquer evento. Todos os profissionais desta área procuram tornar os seus eventos inesquecíveis, proporcionando aos participantes momentos únicos que fiquem na memória. Neste campo, o Algarve surge em vantagem, na medida em que há um empenho coletivo, por parte de todos os agentes do setor, para tornar a estadia de quem nos visita cada vez mais rica, através de uma série de experiências autênticas e emocionais, muito focadas na interação com aquilo que é a cultura, a história e as tradições da vida local.

Paralelamente, temos vindo também a integrar na estratégia de promoção do destino atributos como o capital intelectual da região, a investigação científica desenvolvida pela Universidade do Algarve e o trabalho inovador levado a cabo por empresas tecnológicas locais, como forma de atrair públicos específicos que possam visitar o Algarve em contexto de trabalho.

Tendo em conta a sua relevância e potencial para atrair a captação de eventos e visitas profissionais, temos intensificado a nossa aposta em nichos estratégicos como empresários e empreendedores de todo o mundo, viajantes com interesses científicos, investidores ou nómadas digitais. Durante a pandemia, tivemos a oportunidade de assistir a um aumento significativo de profissionais internacionais que escolheram o Algarve como local de eleição para poderem trabalhar de forma remota. Estando a região dotada de todos os recursos tecnológicos necessários e tendo em conta a qualidade da oferta do destino, o Algarve está a tornar-se num destino atrativo para este tipo de turistas. O número de trabalhadores remotos na região tem vindo a aumentar de forma progressiva e a nossa expectativa é a de que esta tendência se mantenha, permitindo ao Algarve afirmar-se como um destino multicultural, dinâmico, propício à inovação e ao desenvolvimento do conhecimento.

A relevância do segmento MICE para a região é hoje inquestionável, na medida em que também ele contribui para alavancar e fortalecer o tal posicionamento de destino abrangente e de qualidade diferenciada que pretendemos para o Algarve.

O que propõe o Algarve nesta matéria? Que espaços de referência podem ser destacados?
O vasto leque de opções que o destino oferece, em termos de venues, cenários e de experiências, faz com que qualquer profissional que esteja a planear a escolha do local para a realização do seu evento consiga perceber, facilmente, a excelente capacidade de resposta que o Algarve tem para a organização de qualquer tipo de iniciativa, permitindo a realização de “eventos à medida”.

Para além de uma capacidade de 75 mil lugares sentados, distribuídos por diversos locais adequados para a receção de congressos, convenções, encontros, incentivos ou até eventos culturais e desportivos, a região apresenta ainda, como oferta complementar, mais de 40 campos de golfe, cinco marinas, um autódromo reconhecido e aprovado pela FIA, 119 praias ou 8 restaurantes com estrela Michelin. Esta multiplicidade de palcos surpreendentes é, indiscutivelmente, um argumento apetecível no processo de tomada de decisão.

Photo Paulo Maria / ACP

Dependendo da natureza e da dimensão do evento, o Algarve disponibiliza vários locais de referência, entre os quais o Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura, o Palácio de Congressos do Algarve, a Herdade dos Salgados e o Portimão Arena (indicados para eventos multifacetados que exijam alguma versatilidade e flexibilidade de opções); o estádio do Algarve e o Autódromo Internacional do Algarve (ideais para grandes espetáculos e eventos desportivos); o auditório romano do Sítio das Fontes, em Estômbar (um cenário perfeito para pequenos eventos ao ar livre, em comunhão com a natureza); e os vários centros culturais, como a Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo, a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, o Centro Cultural António Aleixo ou Centro Cultural de Vila do Bispo (direcionados para eventos mais intimistas). Estes são apenas alguns exemplos, não podendo também deixar de referir a diversidade de espaços oferecidos pelos principais hotéis da região.

Perspetivas de retoma
Já se sente alguma recuperação em relação a este segmento? Nacionais, internacionais?
A concretização de vários eventos no Algarve, durante os primeiros quatro meses deste ano, veio confirmar as

perspetivas que tínhamos de retoma da procura do destino para eventos presenciais, algo que aconteceu mais timidamente em janeiro e fevereiro e de forma já mais expressiva em março e abril.

Assistimos a uma recuperação significativa por parte dos mercados internacionais. A avaliar pelo elevado número de pedidos que já recebemos, para este ano e para o 1.º semestre de 2023, prevemos que 2022 seja bastante positivo para o segmento MICE no Algarve.

O Turismo do Algarve também está a apostar na captação de eventos profissionais de luxo para a região. O que se pretende concretamente?
O Turismo do Algarve considera que os eventos profissionais de luxo, sobretudo os incentivos e os board meetings, são um nicho estratégico, com um elevado potencial, para a consolidação do posicionamento do Algarve enquanto destino com uma oferta de qualidade diferenciada face à concorrência.

Quer estejamos a falar num contexto de férias de lazer ou de viagens de trabalho, o nosso objetivo é atrair e reunir no Algarve viajantes que sejam apreciadores de um turismo diferenciador, baseado em experiências autênticas e surpreendentes. Acreditamos que este é um pilar chave para o desenvolvimento de um turismo mais sustentável, que ambicionamos para a região.

Desta forma, através da captação deste tipo de iniciativas, pretendemos promover o Algarve como uma referência no segmento das viagens de luxo, dando a conhecer as ofertas de caráter exclusivo e distintivo, que o tornam num destino único, reconhecido e premiado a nível global.

Acreditamos que o Algarve tem todas as condições para inspirar e surpreender os profissionais mais exigentes, que procuram os melhores locais para planear o seu evento.

Mantemos ainda o objetivo de captar pelo menos um evento B2B por ano, direcionado ao segmento MICE”

Grandes eventos ajudam a promoção do destino
São eventos como o Grande Prémio de Portugal – MotoGP, que o Algarve pretende captar? Qual foi o impacto direto e indireto deste último evento que decorreu em Portimão? Está garantida a sua realização nos próximos anos? E a Fórmula 1, é uma hipótese?

Não só, mas também. Ainda que o nosso principal foco esteja na captação de eventos da chamada Meeting Industry, os grandes eventos internacionais que têm vindo a integrar, de forma regular, a agenda da região nos últimos tempos tornaram-se já importantes ativos na estratégia de promoção do Turismo do Algarve.

Não apenas pelo impacto económico que representam para a região, mas também pela notoriedade e projeção globais que conferem ao destino, este tipo de iniciativas permitem-nos demonstrar que o Algarve é um destino seguro, capaz de resposta aos elevados padrões exigidos, com um conjunto de infraestruturas de apoio de uma enorme qualidade e com uma oferta turística diversificada que enriquece a estadia de quem nos visita.

A captação destes grandes eventos globais gera um aumento muito significativo da procura externa e, tendo em conta que estes se realizam em época baixa, é inegável a importância que assumem na promoção de um destino com as características do Algarve. Sem esquecer que, adicionalmente, estes eventos servem também de argumento para a captação de incentivos organizados em torno do objetivo de assistir a esses mesmos espetáculos. Este tipo de ações são contratadas, sobretudo, por patrocinadores dos eventos e por marcas associadas à temática em questão.

Estamos focados em dar continuidade a esta estratégia e, para além destas iniciativas de grande escala e repercussão internacional – como o Grande Prémio de Portugal – MotoGP, a Fórmula 1 ou o Portugal Masters -,  pretendemos também acolher na região outro tipo de eventos como campeonatos internacionais de vela, torneios de hipismo, entre outras modalidades desportivas, sem descurar, naturalmente, aqueles que fazem parte do trabalho diário da Associação Turismo do Algarve (ATA), que são os eventos MICE.

Em relação ao impacto da última edição de Moto GP que decorreu em Portimão, o apuramento final ainda não está fechado, mas estimamos que, em termos de impacto direto, decorrente da presença de todas as equipas (equipas Moto GP, Moto2 e Moto3; jornalistas; membros internos e externos da organização, que representaram um total de, aproximadamente, 3.650 pessoas), dos espectadores e das aquisições a fornecedores regionais, estaremos a falar de um valor próximo dos 28 M€. Se considerarmos uma análise mais lata, incluindo os impactos indiretos e induzidos, poderemos alcançar valores superiores a 50 M€.

Estamos, neste momento, a trabalhar em conjunto com o Autódromo internacional do Algarve, o Governo, a Câmara Municipal de Portimão e o Turismo de Portugal, entre outros parceiros, para que a realização desta prova se mantenha no Algarve nos próximos 3 a 5 anos.

Quanto à Fórmula 1, a hipótese continua em cima da mesa e está dependente de um esforço nacional coordenado: “fingers crossed”!

Aposta em comunicação direcionada
Que campanhas ou outras ações estão a ser levadas a cabo pelo Turismo do Algarve com vista à reativação do MICE na região?

Tendo em conta a especificidade do segmento MICE e a oferta tailor-made que o mesmo envolve, apostamos numa comunicação muito direcionada.

Neste âmbito, temos intensificado o contacto direto com clientes, decisores e influenciadores, através de uma divulgação regular de todas as novidades do destino e de informação relevante para o setor, como, por exemplo, a linha do programa Portugal Events, que apoia a captação de eventos associativos e corporativos.

Paralelamente, continuamos a investir na participação em workshops e feiras, selecionados de forma estratégica, e na organização e apoio à realização de visitas de inspeção e press trips de órgãos de comunicação especializados.

Seguindo a estratégia definida pela Associação Turismo do Algarve (ATA), mantemos ainda o objetivo de captar pelo menos um evento B2B por ano, direcionado ao segmento MICE, como forma de dar a conhecer o destino in loco aos profissionais deste setor. Para este ano, está já confirmada a realização do Portugal Business Meetings, evento dedicado exclusivamente a buyers franceses, que terá lugar em Vilamoura, de 20 a 22 de novembro.

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Icárion disponibiliza “Num único destino, experiencie diferentes hotéis”

No site do operador turístico Icárion já é possível aceder aos programas nas Maldivas, Maurícia e Zanzibar que permitem a divisão de estada entre hotéis.

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Com o mote “Num único destino, experiencie diferentes hotéis”, o objetivo do operador é criar cada vez conteúdos e programas que vão de encontro ao solicitado pelas agências de viagens que por sua vez refletem no que os viajantes pretendem.

Francisca Ferreira, Product Manager da Icárion refere que os pedidos que lhes chegam das agências de viagens “são analisados pela equipa para que, numa base regular, sejam criados produtos de acordo com o que o mercado procura”.
Em nota de imprensa o operador turístico do grupo World2Meet lembra que a divisão de estadias entre hotéis nas Maldivas sempre foi um produto muito solicitado no período pré-pandemia, tendo agora voltado a ser permitido pelas autoridades locais pelo que, a par da divisão de estadias por categorias de quarto, igualmente disponível no site, é uma das ferramentas mais importantes na venda do destino.

 

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Azul lança nova campanha institucional no Brasil e muda assinatura

“O Céu é Azul” é a nova assinatura da Azul, que foi lançada com a nova campanha institucional que destaca a companhia aérea como a que maior número de voos oferece no Brasil.

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A Azul lançou uma nova campanha institucional no Brasil, com a assinatura “O Céu é Azul” e que destaca o facto da companhia aérea ser a que maior número de voos oferece em território brasileiro, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

A nova campanha da Azul vai estar em vigor ao longo do verão e conta com vídeos para televisão, assim como materiais para rádio, revista, jornal, digital, OOH, estando ainda em destaque na revista de bordo da companhia aérea até julho.

“A Azul já é a companhia que atende a mais destinos no Brasil e oferece uma experiência de voo única, reconhecida pelos nossos clientes. Porquê, então, não apropriamos de algo que é muito nosso? Aqui, o nosso céu é sempre Azul”, explica Daniel Bicudo, diretor de Marketing e Negócios da Azul.

No âmbito desta campanha, a Azul vai também lançar um novo tom de azul, em parceria com o estúdio Joules & Joules, que se vai chamar “Azul Brasil” e vai figurar nos aviões da companhia aérea, de forma a “pintar o céu de azul”.

A nova assinatura “O Céu é Azul” substitui a que era usada anteriormente pela companhia aérea “Onde os sonhos voam” e vai ser também alvo de ações de comunicação interna direcionadas aos tripulantes, “para comunicar o reposicionamento da marca”, explica a Azul.

O vídeo principal da nova campanha da Azul está disponível para visualização através do Youtube.

Recorde-se que, atualmente, a Azul voa para 150 destinos no Brasil e no mundo.

 

 

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Ministro da Economia teme que aumento de contágios possa afetar recuperação do turismo

Para o ministro da Economia, António Costa e Silva, é preciso “continuar a tomar todas as medidas e a fazer tudo para conter essa ameaça”, de modo a chegar à estimativa de receitas de “16 mil milhões de euros” que o setor do turismo e serviços poderá gerar.

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O ministro da Economia, António Costa Silva, disse temer que o aumento de contágios da COVID-19 possa afetar a recuperação do setor do turismo e serviços que tem estado a registar uma atividade “muito consolidada”.

“O vírus pode pregar-nos mais partidas, como pregou antes, e é por isso que é muito importante acentuar que o vírus não desapareceu”, disse António Costa Silva, em declarações aos jornalistas à margem do segundo encontro com empresários “A Caminho de Hannover”, que decorreu em Aveiro.

O governante defendeu que é necessário “continuar a tomar todas as medidas e a fazer tudo para conter essa ameaça”, alertando que “o pior que pode suceder é sair de uma crise e entrar noutra, ou pior que isso, uma cascata de crises que se combinam”.

Este ano, segundo António Costa Silva, o Governo estima que o setor do turismo e serviços vai gerar receitas de 16 mil milhões de euros, o que corresponde a 85% das receitas obtidas em 2019, que foi o melhor ano da história.

“Portugal nesta convulsão toda, como é um país seguro e é um país relativamente afastado da zona de confrontação geopolítica, está nesta altura relativamente ao turismo e serviços a registar uma atividade muito consolidada”, disse.

António Costa Silva manifestou-se ainda “extremamente preocupado” com o aumento da inflação em Portugal, sustentando que “o segredo repousa no equilíbrio entre a política fiscal e a política monetária”, e disse que é preciso ter cuidado com todos os passos que se vão dar.

“Nós temos as lições da história relativamente à questão da inflação e sabemos que qualquer passo em falso pode degenerar numa situação difícil de controlar e é isso que não queremos”, disse o ministro, lembrando que, no passado, houve políticas monetárias que, em vez de reduzir, “aceleraram a espiral inflacionista”.

O ministro explicou ainda que três quartos da inflação têm a ver com os custos dos bens alimentares e da energia, afirmando que a estratégia do Governo até agora é “tentar conter a evolução dos preços nestes setores e ver como é que a economia vai reagir”.

Disse ainda concordar com as declarações do governador do Banco de Portugal, que pediu mais coordenação a nível europeu nas medidas de combate à inflação.

“É preciso maior diálogo e discussão e interação com a própria política monetária. Não podemos combater a inflação sem associar os dois componentes”, concluiu.

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Qatar Airways e Malaysia Airlines reforçam parceria estratégica

Com esta parceria, as duas companhias aéreas acrescentam 34 aos 62 destinos de ‘codeshare’ existentes e algumas experiências melhoradas para os viajantes.

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A Qatar Airways e a Malaysia Airlines vão avançar com a próxima fase da parceria estratégica, na sequência do anúncio, pela Malaysia Airlines, de um serviço sem escalas de Kuala Lumpur para Doha a partir de 25 de maio.

Assim, os dois parceiros vão ampliar significativamente a cooperação em matéria de codeshares, permitindo aos passageiros viajar pelo mundo e desfrutar de melhores ligações através dos seus principais hubs em Kuala Lumpur e em Doha.

Segundo é avançado em comunicado, “a expansão do codeshare, que acrescenta 34 aos 62 destinos de codeshare existentes, assinala um novo marco na relação de longa data entre as transportadoras nacionais dos dois países e parceiras na oneworld.

Os viajantes do mundo inteiro passam a ter acesso a uma rede combinada muito maior e poderão desfrutar de uma experiência de viagem melhorada nas duas companhias aéreas com um único bilhete, incluindo os processos de check-in, embarque e baggage-check, benefícios para passageiros frequentes e acesso a salas de espera durante toda a viagem.

A partir de 25 de maio de 2022, os clientes que voarem no novo serviço da Malaysia Airlines de Kuala Lumpur para Doha terão acesso a 62 destinos de codeshare dentro da vasta rede da Qatar Airways para o Médio Oriente, África, Europa e América do Norte. Da mesma forma, os clientes da Qatar Airways que viajarem de Doha para Kuala Lumpur podem tirar partido de 34 destinos da Malaysia Airlines, incluindo toda a sua rede doméstica e mercados-chave na Ásia, tais como Singapura, Seul, Hong Kong e a Cidade de Ho Chi Minh, sujeitos a aprovação governamental.

Ao ligar ambas as redes, os parceiros procuram desenvolver Kuala Lumpur como um hub de aviação líder na região do Sudeste Asiático, ligando a Malásia, o Sudeste Asiático, a Austrália e a Nova Zelândia ao Médio Oriente, Europa, Américas e África. Além disso, a Qatar Airways e a Malaysia Airlines aproveitarão sinergias em múltiplas áreas de negócios e desenvolverão produtos inovadores para beneficiar os seus clientes distribuídos por todo o mundo.

A cooperação reforçada incluirá também benefícios de fidelidade recíproca, permitindo que os membros do Qatar Airways Privilege Club ganhem e resgatem pontos “Avios” quando voam na Malaysia Airlines, com benefícios semelhantes para os membros da “Malaysia Airlines Enrich” quando viajam nos serviços da Qatar Airways. Os membros do Privilege Club e do Enrich usufruirão também de uma vasta gama de outras vantagens únicas, em função do estatuto de escalão, tais como acesso gratuito a salas VIP, franquia de bagagem extra, check-in prioritário, embarque prioritário e entrega de bagagem prioritária na Malaysia Airlines e na Qatar Airways.

A parceria estratégica da Malaysia Airlines e da Qatar Airways evoluiu progressivamente a partir de 2001 e foi significativamente ampliada com a assinatura de um Memorando de Entendimento, em fevereiro de 2022, a fim de potenciar os pontos fortes de ambas as redes, proporcionar aos passageiros um acesso robusto a viagens para novos destinos além da rede individual de cada companhia, e, finalmente, liderar as viagens na região da Ásia-Pacífico.

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Vouzela e de Tondela querem apostar no turismo ferroviário

Considerando que o turismo ferroviário continua a ser uma “âncora importante de desenvolvimento para o país”, os dois municípios não querem que “se perca a identidade das antigas linhas do Vouga e do Dão”.

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Os municípios de Vouzela e de Tondela, no distrito de Viseu, vão apostar no turismo ferroviário, para que não se perca a identidade das antigas linhas do Vouga e do Dão, que deram lugar a ecopistas.

O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara de Vouzela, Rui Ladeira, durante uma visita da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques.

Segundo Rui Ladeira, no âmbito do programa Transformar Turismo (linha Regenerar Territórios), encontra-se aberto “um aviso com a possibilidade de o turismo ferroviário ter elegibilidade”, estando os dois municípios a preparar uma candidatura que deverá ser submetida até ao verão, com o apoio do Museu Nacional Ferroviário.

“Não queremos que se perca a identidade do que foi a génese das ecopistas”, justificou o autarca, acrescentando que o objetivo é requalificar e potenciar as estações de Vouzela e de Tonda (Tondela), que estão subaproveitadas.

Rui Ladeira explicou que os dois municípios pretendem “estruturar um plano de comunicação” baseado nas memórias dos antigos ferroviários, “que estão vivos e podem contar muitas histórias”.

“Eles querem continuar a passar o seu testemunho, o seu saber”, frisou.

Como trabalhava o chefe da estação, como viviam os ferroviários, como eram as lides de operacionalização da linha e das locomotivas e quais as mercadorias que, além dos passageiros, eram transportadas, são alguns aspetos que poderiam ser dados a conhecer, quer aos turistas, quer aos residentes.

No entender de Rui Ladeira, essa identidade pode perder-se se as memórias não forem passadas a quem hoje anda pelas ecopistas.

“O turismo ferroviário continua a ser uma âncora importante de desenvolvimento para o país. É o tempo de valorizar as ecopistas e este é mais um contributo”, sublinhou.

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