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Ryanair apresenta prejuízos superiores a 800 milhões de euros

Critica das ajudas dadas às companhias aéreas pelos respetivos governos, a Ryanair espera retomar a movimentação de passageiros para entre “entre os 80 milhões e 120 milhões” neste próximo ano fiscal.

Victor Jorge
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Ryanair apresenta prejuízos superiores a 800 milhões de euros

Critica das ajudas dadas às companhias aéreas pelos respetivos governos, a Ryanair espera retomar a movimentação de passageiros para entre “entre os 80 milhões e 120 milhões” neste próximo ano fiscal.

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A Ryanair anunciou uma quebra de 81% nas receitas no ano fiscal 2021, terminado em 31 de março de 2021 face ao ano anterior, passando de 8,49 mil milhões de euros para 1,64 mil milhões de euros.

A companhia aérea irlandesa revela ainda, em comunicado, que passou de lucros de mil milhões de euros para prejuízos de 815 milhões de euros.

Reconhecendo que o ano de 2021 foi “o mais desafiador nos 35 anos de história da Ryanair”, a companhia aérea salienta que a pandemia da COVID-19 fez ”o tráfego colapsar”, revelando a Ryanair que, no seu caso, passou de 149 milhões para 27,5 milhões de passageiros, “à medida que muitos governos europeus. (com pouco aviso ou coordenação) impuseram restrições de voos e bloqueios nacionais”.

Embora admita uma “recuperação parcial” durante o verão de 2020, à medida que os bloqueios iniciais diminuíram, “a uma segunda vaga da COVID-19 na Europa, no outono, seguiu-se uma terceira onda na primavera”, criando “enormes interrupções e incertezas para os nossos clientes e pessoal”, salienta a companhia irlandesa.

No que toca aos custos operacionais, estes registaram uma natural quebra, passando de 7,37 mil milhões de euros para 2,48 mil milhões de euros.

Crítica das ajudas prestadas pelos diversos governos europeus às companhias dos respetivos países, a Ryanair refere, no comunicado, que “a crise da COVID-19 precipitou o colapso de várias companhias aéreas da UE, incluindo Flybe, Norwegian, Germanwings e Level, e cortes substanciais de capacidade em muitas outras. Isso desencadeou um tsunami de ajuda estatal dos governos da UE. às suas companhias aéreas insolventes, incluindo Alitalia, AirFrance / KLM, LOT, Lufthansa, SAS, TAP e outras, o que distorcerá a concorrência da UE e apoiará companhias aéreas de alto custo e ineficientes por muitos anos”.

A companhia admite que a capacidade de viagens aéreas intra-europeias seja “materialmente inferior no futuro previsível”, realidade que, segundo a mesmo, “criará oportunidades para a Ryanair estender os incentivos ao crescimento dos aeroportos, uma vez que o grupo receberá 210 novos Boeing 737 (com custo mais baixo)”.

Certo é que o ano fiscal 2022 “continua desafiador, com incertezas sobre quando e onde os bloqueios da COVID e as restrições de viagem serão amenizados”. Por isso, a Ryanair espera que o tráfego do primeiro trimestre seja “fortemente reduzido para entre 5 e 6 milhões de passageiros”, reconhecendo, contudo, que “as reservas tenham evoluído significativamente de uma base muito baixa desde a primeira semana de abril”.

As expectativas para a movimentação de passageiros rondam, conforme já anunciado, “entre os 80 milhões e 120 milhões de passageiros”, refere a Ryanair, concluindo que os bons resultados estarão dependentes de uma “implementação bem-sucedida de vacinas neste verão”, além de uma “flexibilização oportuna nas restrições de viagens no tráfego intra-europeu a tempo para o período de pico de viagens de julho / agosto / setembro”.

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Clientes ‘Avis Preferred’ duplicam pontos com nova campanha

Com esta nova campanha, os clientes têm a possibilidade de atingir mais rapidamente o nível ‘Avis Preferred’ seguinte e obter mais benefícios no âmbito do programa de fidelização.

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Os clientes “Avis Prefereed’ passam a ver os seus pontos duplicados, em todos os alugueres realizados antes de dia 31 de dezembro de 2021 (para levantamento até dia 31 de março de 2022), com a nova campanha “Regresso ao Melhor com a Avis”.

A companhia refere, igualmente, que vai manter o estatuto dos clientes ‘Avis Preferred’ até ao final de junho de 2022, o que significa que mantêm os pontos de 2019 e 2020, “mesmo que tenham cancelado os seus planos de viagem e as reservas feitas”, salienta em comunicado de imprensa, adiantando mesmo que “todos os clientes ‘Preferred’ estão a ser contactados”.

Sempre que um cliente ‘Preferred’ aluga uma viatura com a Avis, são adicionados ao seu saldo ‘Avis Preferred’ os pontos com base no valor do seu aluguer. Ao duplicar os pontos em reservas ‘Avis Preferred’, a rent-a-car está a ajudar os clientes a chegar ao nível seguinte mais rapidamente, disponibilizando vouchers de upgrade e de desconto e vouchers de fim de semana grátis.

O programa ‘Avis Preferred’ é de adesão gratuita e os clientes usufruem de benefícios de fidelização, serviço prioritário em todas as ocasiões e acesso à app Avis. Além disso, podem gerir a sua experiência de aluguer através do Smartphone e terem as chaves e a documentação à espera no carro, não precisando fazer check-in com antecedência.

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Alojamento local em Lisboa e Porto perde 7.800 unidades devido à pandemia

Em julho de 2021, as unidades com atividade efetiva no Alojamento Local não ultrapassavam as 5.100 unidades em Lisboa e Porto.

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As cidades de Lisboa e Porto perderam um total de 7.800 fogos que funcionavam no Alojamento Local (AL), indica a Confidencial Imobiliário (CI), relativamente ao mês de julho de 2021 face ao período pré-COVID-19, em dezembro de 2019.

Esta quebra foi maior na capital do país, com os dados a revelarem uma saída de 6.000 fogos do circuito de atividade em Lisboa e cerca de 1.800 no Porto, quando a dimensão do mercado, no período pré-Covid-19 indicado, era de 8.800 e 4.100 fogos ativos, respetivamente.

Com atividade efetiva a CI revela que, em julho do presente ano, o número de fogos no Alojamento Local perfazia “pouco mais de 5.000 unidades no conjunto de Lisboa e Porto, estando reduzido a 2.800 fogos na capital e a 2.300 fogos na Invicta”.

Feitas as contas, as 2.800 unidades ativas em Lisboa representam somente 15% do total de 19.000 fogos registados na capital, o que significa que 16.200 alojamentos não tinham qualquer atividade.

Já a norte, dos 8.600 alojamentos registados, somente 27% estavam ativos, significando isto, que na cidade do Porto, cerca de 6.300 fogos praticam atividade.

Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, refere, em nota de imprensa, que, “esta redução na oferta efetivamente ativa veio evidenciar ainda mais o gap entre o mercado visto do ponto de vista real e o mercado administrativo/legal”, acentuando ainda mais este gap.

Segundo o responsável, “já anteriormente os alojamentos com atividade regular não chegavam a perfazer metade do universo de AL registado quer em Lisboa (44%) quer no Porto (47%)”.

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Cabo Verde negoceia delegação da OMT

Além da negociação para a instalação de uma delegação da OMT no país, Cabo-Verde deverá ver ratificado um novo mandato como membro do Conselho Executivo da organização.

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Cabo Verde está a negociar a instalação de uma delegação da Organização Mundial do Turismo (OMT) e deverá ver ratificado um novo mandato como membro do Conselho Executivo da organização, disse esta sexta-feira, 10 de setembro, à Lusa o ministro da tutela.

De acordo com a informação prestada pelo ministro do Turismo e dos Transportes de Cabo Verde, Carlos Santos, estas decisões resultam da 64.ª reunião da comissão regional africana da OMT, que decorreu de 02 a 04 de setembro, na ilha do Sal.

“Foi uma reunião que trouxe resultados positivos para Cabo Verde do ponto de vista político porque, em primeiro lugar, renova o mandato na comissão executiva, que é o órgão máximo executivo da organização, e isto reforça o papel de Cabo Verde enquanto pequena nação que busca naquilo que é a utilidade das relações internacionais estar presente e fazer-se presente”, destacou.

O turismo representa cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, com um recorde de 819 mil turistas em 2019, mas o setor está praticamente parado desde março de 2020, devido às restrições impostas com a pandemia da COVID-19.

A indicação dos países africanos, aprovada no Sal, para um novo mandato de Cabo Verde no Conselho Executivo da OMT, deverá ser ratificada na 24.ª Assembleia-Geral da OMT, a realizar em Marraquexe, Marrocos, de 30 de novembro a 03 de dezembro deste ano.

Em declarações à Lusa na cidade da Praia, ilha de Santiago, o governante explicou que após a realização desta reunião no Sal foi possível “reforçar as relações” com a OMT, através da assinatura de um protocolo, que já estava em preparação, para a criação da marca “Cabo Verde” pela Interbrand.

Acrescentou que também já está concluído um plano de marketing para essa promoção externa e que a criação da marca, através deste protocolo com a OMT, “será mais um elemento essencial” para “relançar” o turismo em Cabo Verde.

“Temos também neste protocolo a oportunidade de criar uma delegação da OMT (…) Cabo Verde é um dos países africanos que se está a candidatar para ter essa delegação. Fizemo-lo cientes de que tendo uma delegação da OMT estaremos a apostar provavelmente em aproximar esta organização dos empresários. E isto significa facilitar aquilo que é o financiamento dos projetos”, explicou o ministro Carlos Santos.

“Nós temos falado sempre na necessidade de criar uma classe empresarial nacional atrelada ao setor do turismo e é isso que estamos em busca, de criar cada vez mais outras portas de financiamento para os nossos empresários e é com esse objetivo que nos candidatamos”, acrescentou.

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Pestana abre 16.º hotel na Madeira

O 16.º hotel do Pestana Hotel Group na Região Autónoma da Madeira faz com que a oferta de quartos em Câmara de Lobos aumente para uma centena.

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A mais recente unidade do Pestana Hotel Group na Região Autónoma da Madeira acaba de ser inaugurada, ficando localizada no centro histórico de Câmara de Lobos.

Esta é a 16.ª unidade do grupo Pestana na Região Autónoma da Madeira e segunda unidade com cunho histórico na cidade de Câmara de Lobos, remetendo as raízes do hotel para um marco da literatura mundial: “O Velho e o Mar” de Ernest Hemingway, obra que valeu ao escritor, falecido há 60 anos, os prémios Pulitzer e Nobel.

O Fisherman Village – Boutique Hotel possui  42 quartos  e, segundo destacou Paulo Prada, Corporate Director para a Madeira e Açores do grupo Pestana,  na inauguração,  o edifício agora edificado, bem como o prédio da Torre Bela requalificado ”reverterão gratuitamente para o município daqui a 50 anos”, salientando, ainda, que o grupo já entregou à autarquia – visto ser uma contrapartida do contrato de arrendamento – “o edifício, paredes-meias com o prédio Torre Bela, onde surgirá, dentro de meses, o museu da Pesca e Pescador”.

O grupo soma agora 100 quartos em Câmara de Lobos, juntando a capacidade dos dois hotéis (Pestana Churchill Bay – inaugurado em 2019, e este novo Fisherman Village), fazendo com que o grupo, na totalidade da Região Autónoma da Madeira, possua 3.350 quartos, que perfazem 22% do total da capacidade hoteleira do arquipélago.

Recorde-se que esta inauguração sucede, de resto, às recentes aberturas dos hotéis Pestana CR7 em Madrid e Nova Iorque, e da Pousada de Vila Real de Santo António.

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Viagens aéreas de verão na Europa não chegam a 40% de 2019

As viagens aéreas na Europa ainda não recuperaram para níveis pré-pandemia, avançam os dados da ForwardKeys. Portugal e a cidade de Lisboa não aparecem mal colocados no ranking, embora com níveis abaixo dos 50% relativamente a 2019.

Victor Jorge

Viagens aéreas de verão na Europa não chegam a 40% de 2019

As viagens aéreas internacionais nos meses de julho e agosto atingiram, na Europa, 39,9% dos níveis pré-pandemia, ou seja, do ano 2019, avançam os dados mais recentes da ForwardKeys.

Portugal aparece em 7.º lugar, com 48,8% do nível de viagens aéreas quando comprado com o mesmo período de 2019, ficando atrás de destinos como Grécia, Chipre, Turquia, Islândia, Croácia e Espanha.

Estes dados da ForwardsKeys são, no entanto, melhores do que a comparação feita no ano passado referente a 2019 quando os números indicavam de 26,6% devido ao bloqueia generalizado dos voos por causa da COVID-19 e a não existência de vacinas nem certificado digital.

Entre os países com piores performances nestes meses de julho e agosto, aparecem o Reino Unido, Irlanda, Rússia e Alemanha que não chegaram aos 30% quando comparado com 2019.

Excluindo as companhias aéreas lowcost, os voos intra-europeus representaram 71,4% das chegadas, em comparação com 57,1% em 2019. O relativo desaparecimento de visitantes de longa distância, que normalmente ficam mais tempo, gastam mais e concentram a sua atenção nas cidades e nos passeios turísticos, foi sublinhado nas classificações dos destinos locais com melhor e pior desempenho. As viagens para Londres foram “particularmente dececionantes”, indicam os dados da ForwardKeys, já que a capital britânico atingiu somente 14,2% das chegadas de 2019.

A lista foi encabeçada por Palma de Maiorca, atingindo 71,5% dos níveis de 2019, e por Atenas, porta de entrada para inúmeras ilhas do Adriático, com 70,2%. As seguintes cidades principais com melhor desempenho foram Istambul (56,5%), Lisboa (43,5%), Madrid (42,4%), Paris (31,2%), Barcelona (31,1%), Amsterdão (30,7%) e Roma (24,2%).

Em comparação, os destinos de lazer provaram ser muito mais resilientes, com destaque para Heraklion (Grécia) e Antalya (Turquia) que superaram os níveis de 2019. Com resultados bastantes satisfatórios aparecem, também, Thessaloniki (98,3%), Ibiza (91,8%), Larnaca (73,7%) e Palma de Maiorca (72,5%).

A ForwardKeys destaca, aliás, o comportamento de destinos como Portugal e Espanha, referindo que, “Portugal, que é um destino favorito dos turistas do Reino Unido, sofreu quando o Reino Unido mudou a sua designação de verde para âmbar em junho”. Relativamente a Espanha, a ForwardKeys revela que, no final de julho, “sofreu quando a Alemanha advertiu contra todas as viagens, exceto as essenciais”.

Olivier Ponti, vice-presidente para Insights da ForwardKeys, salienta que, “quando comparado com o período terrível para o turismo na Europa no ano passado, este verão regista uma recuperação muito modesta”, considerando que “a baixa intensidade contínua das viagens aéreas internacionais (menos de 40% do normal), tem sido extremamente prejudicial para a indústria da aviação”.

“A contínua ausência de viajantes de longa distância, principalmente do Extremo Oriente (atingiu apenas 2,5% dos volumes pré-pandêmicos neste verão), será um golpe severo para a economia de visitantes de vários países europeus”, admite Ponti.

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Negociações entre Ryanair e Boeing sem acordo

O preço pedido pelas novas aeronaves parece ter estado na origem da falta de acordo entre a Ryanair e a Boeing para a encomenda dos MAX10.

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As negociações entre a Ryanair e a Boeing para a encomenda das aeronaves MAX10 não tiveram acordo final relativamente ao preço, anuncia a companhia irlandesa em comunicado.

A Ryanair já assegurou uma encomenda de 210 B737-8200 “Gamechanger” para os próximos cinco anos, com as entregas a acontecerem entre 2021 e 2025. Esta encomenda fará com que a companhia lowcost ultrapasse as 600 aeronaves, colocando a capacidade de transporte de passageiros acima dos 200 milhões.

Recorde-se que a Ryanair e a Boeing estão em negociações há mais de 10 meses relativamente a esta encomenda de MAX10, concluindo-se, segundo a companhia aérea, que “o diferencial de preço, entre ambas as partes, não poderia ser alcançado”, com as duas partes a “acordarem não perder mais tempo com estas negociações”.

Michael O’Leary, CEO da Ryanair, refere que estar “desapontado” por não ter chegado a acordo com a Boeing relativamente à encomenda dos MAX10.

“A Boeing tem uma visão mais otimista sobre os preços das aeronaves do que nós e temos um histórico disciplinado de não pagar preços altos por aeronaves”, salienta O’Leary, avançando ainda que, “temos uma carteira de encomendas mais do que suficiente para nos permitir crescer fortemente nos próximos cinco anos com uma frota de Boeing 737, que aumentará para mais de 600 aeronaves, permitindo à Ryanair capitalizar as oportunidades de crescimento extraordinárias que estão surgindo em toda a Europa à medida que o continente recupera da pandemia de COVID”.

O CEO da Ryanair, que há pouco tempo visitou Portugal para mais uma conferência de imprensa, admitiu “não partilhar a perspetiva otimista de preços da Boeing, embora isso possa explicar por que, nas últimas semanas, outros grandes clientes da Boeing, como Delta e Jet2, têm feito novos pedidos com a Airbus, em vez da Boeing”, concluiu O’Leary.

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Transavia mantém rota Faro-Lyon no inverno

No próximo inverno, a Transavia vai operar um total de 120 rotas a nível global, incluindo quatro aeroportos portugueses, com destaque para a continuação dos voos entre Faro e Lyon.

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A Transavia vai manter a rota Faro-Lyon durante a próxima temporada de inverno, ao longo da qual a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM vai operar um total de 120 rotas, informou a transportadora em comunicado.

“À medida que continuamos a abrir as vendas para o inverno de 2021-22, estamos muito satisfeitos por poder oferecer aos nossos clientes novos destinos e prolongar outros a partir do verão, como o serviço entre Faro e Lyon”, refere Nicolas Hénin, Chief Chief Commercial Officer da Transavia France, citado num comunicado divulgado esta sexta-feira, 3 de setembro.

De acordo com o responsável, Portugal é um “mercado-chave” para a operação global da Transavia, motivo pelo qual, considera, “a extensão de Faro-Lyon no inverno, especialmente num cenário desafiante e ainda em evolução, é sinal da grande e continuada confiança neste mercado dinâmico e sempre surpreendente”.

Além da rota Faro-Lyon, a Transavia vai também manter no inverno outras sete rotas, incluindo os voos internacionais entre Paris e Hammamet , na Tunísia, assim como outras seis rotas domésticas, nomeadamente para a Córsega a partir de Nantes, bem como Montpellier, Brest e Toulon desde Paris-Orly.

A partir de 21 de outubro, a Transavia vai ainda dar início a cinco novas rotas, passando a ligar Paris-Orly a Amã, Roma, Cracóvia, Berlim e Estocolmo.

A companhia aérea avisa,  no entanto, que o programa de voos para o inverno “se mantém em constante evolução” e “continua sujeito às condições sanitárias e às restrições impostas pelas autoridades dos países em causa”.

Além de Faro, a Transavia voa também para os aeroportos de Lisboa, Porto e Funchal, sendo que, no caso da capital, existem voos para Paris-Orly, Nantes, Montpellier, Amesterdão, Roterdão e Eindhoven, enquanto do Porto há ligações a Paris-Orly, Nantes, Lyon, Amesterdão e Funchal.

No Funchal, a Transavia voa ainda para Paris-Orly, Nantes e Lyon (ambos via Porto), Amesterdão e Porto, enquanto em Faro, além das ligações a Lyon que se mantêm no inverno, há também voos para Paris-Orly, Nantes, Amesterdão, Roterdão e Eindhoven.

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Air France desvenda novo lounge no Paris-Charles de Gaulle

O novo lounge da companhia aérea francesa fica localizado no terminal 2F do aeroporto Paris-Charles de Gaulle e conta com uma área de 3.000 m2 e 570 lugares.

Victor Jorge

Dedicado aos clientes “Business” e “Flying Blue Elite Plus” da rede de curto e médio-curso no espaço Schengen da Air France, a companhia aérea francesa apresentou, recentemente o seu novo lounge no terminal 2F de Paris-Charles de Gaulle.

Este lounge é um dos maiores da companhia aérea, com uma área de 3.000 m2 e 570 lugares, distribuídos por dois níveis e resultou da colaboração entre as equipas da Air France e do Groupe ADP (Aéroports de Paris) para que todo o espaço apresente uma ideia de levitação que guiou a dupla criativa da agência Jouin Manku, fundada pelo arquiteto canadiano Sanjit Manku e o designer francês Patrick Jouin, para oferecer aos clientes da companhia um momento verdadeiramente suspenso, um parêntesis pensado para sublimar a viagem.

O espaço, curvilíneo e descontraído, é aberto, arejado, pelos materiais utilizados, terrazzo, pedra de lava, madeira, escolha de couro e tecidos, que foram selecionados para durar ao longo do tempo.


No que toca ao mobiliário, sólido e funcional, apresenta as cores da identidade da Air France – tons de azul, forte presença de branco, toques de vermelho – bem como o acento, símbolo da marca Air France, e o cavalo marinho alado, símbolo histórico da companhia que relembra a sua fecunda história.

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Voos comerciais na Europa a 70% dos níveis de 2019

Na semana 33 de 2021, realizaram-se 172.463 voos comerciais na Europa. Embora o número represente 70% da realidade de 2019, os responsáveis estão confiantes para setembro.

Victor Jorge

De acordo com os números da Eurocontrol, a aviação comercial europeia encontra-se a operar a 70% dos níveis de 2019, revelando a entidade que na semana de 16 a 22 de agosto realizaram-se 172.463 voos, correspondendo a 24.638 voos diários, o que representa mais 266 voos por dia relativamente ao mesmo período do ano passado.

Este número está ainda bastante distante do que acontecia em 2019, já que, segundo a Eurocontrol, na mesma semana de 2019, realizaram-se mais 73.482 voos.

O dia 20 de agosto foi o dia de maior frequência nos ares da Europa, com 26.356 voos. No campo inverso, o dia 17 de agosto foi o que verificou menos voos no continente europeu, indicado a Eurocontrol 23.211 voos.

Já quanto ao dia que registou maior crescimento no número de voos, destaque para o dia 18 de agosto, em que se realizaram mais 544 voos que no mesmo dia do ano passado, seguido do dia 20 de agosto (com mais 422 voos) e 22 de agosto (com mais 292 voos). Já o dia 21 de agosto ficou marcado por ser o único dia nesta semana que registou menos voos (9) que no mesmo dia de 2020.

No que diz respeito às companhias que mais voos efetuaram, o destaque vai claramente para a Ryanair. De acordo com os dados da Eurocontrol, a companhia irlandesa efetuou 2.321 voo nesta semana, correspondendo a mais 0,1% que em 2020.

A grande distância, mas em segundo lugar, aparece a Turkish Airlines, com 1.333 voos, ou seja, mais 0,7% voos que em período homólogo de 2020. Já o terceiro lugar é ocupado pela EasyJet, com 1.177 voos, correspondendo a um aumento de 1,7% face à mesma semana de 2020.

A portuguesa TAP aparece, na referida semana, com 234 voos, não se indicando qualquer variação relativamente ao mesmo período do ano passado.

Segundo avança Eamonn Brennan, diretor-geral da Eurocontrol, “num ano normal, o tráfego aéreo começa a registar uma quebra no início de setembro. Contudo, estamos a verificar que as reservas das companhias aéreas estão bastante estáveis ao longo do mês”.

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Europa mantém construção de hotéis em alta

Das quatro regiões analisadas, a STR revela que a Europa é a que continua com os números mais positivos quanto à construção de quartos de hotel.

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A Europa mantém-se, segundo indicam dados da consultora STR, como a única região onde a construção de hotéis continua em alta, no final do segundo trimestre de 2021 face aos números homólogos de 2020.

A STR avança que estão em construção mais de 237 mil quartos, representando uma evolução de quase 8% com o mesmo período do ano transato. Contudo, o maior incremento verifica-se nos quartos que estão em fase final de planificação, registando-se um crescimento de 13% para mais de 177 mil quartos.

A Alemanha aparece como país em destaque com mais de 49 quartos de hotel a serem construídos, seguindo-se o Reino Unido, com perto de 36.500.

Na região da Ásia-Pacífico, os dados da STR indicam uma quebra de 3% na construção de quartos face ao segundo trimestre de 2020, com 476 mil acomodações a serem construídas, encontrando-se mais de 271 planeadas para o futuro. Certo é que mais de metade dos quartos em construção na Ásia-Pacífico estão localizados na China, com mais de 269 mil quartos a grande distância do segundo do ranking (Vietname com 31.732 quartos).

Já na América, o saldo só é positivo nos quartos planificados, com cerca de 298 mil, correspondendo a uma subida de 26% face ao ano anterior. Contudo, os quartos que se encontram na última fase de construção – 243.809 – estão quase 20% abaixo do período homólogo, enquanto os quartos em construção (243.395) representam uma descida de 11,2%.

Estados Unidos da América abarcam a grande maioria dos quartos em construção na região das Américas, á frente de México e Canadá, com 13.721 e 9.325 quartos, respetivamente.

Por último, Médio Oriente e África registam uma quebra de quase 14%, com cerca de 58 mil quartos em planificação, enquanto os quartos em fase final de construção baixaram 9% (45.313) e os 135.740 quartos que estão em construção representam menos 3,6% que igual período de 2020.

Arábia Saudita, com 39.362 quartos em projeto, e EAU com 37.954, lideram a construção de quartos nesta região do globo.

Europa

  • Em construção: 237,304 quartos (+7,9%)
  • Em planificação final: 177,165 quartos (+13%)
  • Projetados: 147,712 quartos (-6,4%)
  • Américas

  • Em construção: 243.395 quartos (-11,2%)
  • Em planificação final: 243.809 quartos (-19,8%)
  • Projetados: 297.929 quartos (+25,9%)
  • Ásia Pacífico

  • Em construção: 476.302 quartos (-2,8%)
  • Em planificação final: 181.453 quartos (+8,8%)
  • Projetados: 271.268 quartos (+13,6%)
  • Médio Oriente & África

  • Em construção: 135.740 quartos (-3,6%)
  • Em planificação final: 45.313 quartos (-9%)
  • Projetados: 57.953 quartos (-13,8%)
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