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Dia “sim” para a chegada dos turistas britânicos (e não só) a Portugal

Depois da indefinição da passada sexta-feira, é dia de dizer “welcome” aos britânicos e outros turistas que chegam a partir de hoje a Portugal.

Victor Jorge
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Depois da indefinição da passada sexta-feira, é dia de dizer “welcome” aos britânicos e outros turistas que chegam a partir de hoje a Portugal.

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Depois da confusão da passada sexta-feira, 14 de maio, em que de manhã o setor do turismo alertou para o facto de o Governo não ter anunciado a abertura das fronteiras aos turistas britânicos, e à hora de almoço, fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros acalmar as hostes com a informação de que o Executivo iria regularizar a situação, hoje é dia de dar as boas-vindas aos turistas britânicos e, de certa forma, marcar o início da retoma para o setor do turismo.

Muito aguardado por todos os atores do turismo, o dia de hoje espera-se vir a ser, como se costuma dizer, “o primeiro do resto das nossas vidas”, neste caso do turismo português.

A resolução do Conselho de Ministros do passado dia 14 de maio dá conta da autorização de entrada no nosso país de vários países. Na nota divulgada pelo Ministério da Administração Interna (MAI) lê-se que, “estas medidas, dado o contexto da situação epidemiológica provocada pelo vírus SARS-CoV-2, mantêm-se, entre as 00h00 do dia 17 de maio de 2021 e as 23h59 do dia 30 de maio de 2021, aplicáveis ao tráfego aéreo bem como ao embarque, desembarque e licenças para terra de passageiros e tripulações dos navios de cruzeiro nos portos nacionais do território continental”.

Assim, a partir do dia 17 de maio, os passageiros de voos originários dos países que integram a União Europeia, países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça) e Reino Unido, que apresentem uma taxa de incidência de infeção por SARS-CoV-2 inferior a 500 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, podem realizar todo o tipo de viagens para Portugal, incluindo viagens não essenciais”, pode ler-se na nota do MAI.

O MAI indica, igualmente, que os passageiros dos voos originários dos países com uma taxa de incidência igual ou superior a 500 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias “só podem realizar viagens essenciais e têm de cumprir, após a entrada em Portugal continental, um período de isolamento profilático de 14 dias, no domicílio ou em local indicado pelas autoridades de saúde”.

Nesta lista encontram-se países como África do Sul, Brasil e Índia, Chipre, Croácia, Lituânia, Países Baixos e Suécia, informando ainda o MAI que “esta medida não se aplica a passageiros que apenas tenham feito escala aeroportuária num destes países”.

Certo é que “todos os cidadãos que pretendam viajar para Portugal por via aérea (exceto as crianças que não tenham completado 24 meses de idade) têm de apresentar comprovativo de realização de teste laboratorial (RT-PCR) para rastreio da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque”.

Também a partir de hoje, 17 de maio, as companhias aéreas “deverão apenas permitir o embarque dos passageiros de voos com destino ou escala em Portugal continental mediante a apresentação, no momento da partida, do resultado negativo do teste”. Assim, o Governo avisa que “as companhias aéreas incorrem em contraordenação punida com coima de 500 a 2.000 euros por passageiro que embarque sem apresentação de comprovativo de teste RT-PCR, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque”.

No que diz respeito ao transporte marítimo de passageiros, o Governo informa que as medidas restritivas do tráfego aéreo “são igualmente aplicadas no embarque e desembarque de passageiros e tripulações de navios de cruzeiro em portos localizados em território nacional continental”.

Certo é que a decisão do Governo português autorizar viagens não-essenciais do Reino Unido a partir de 17 de maio foi coordenada com a Comissão Europeia, antecipando uma decisão de todos os Estados-membros agendada para a próxima quarta-feira, 19 de maio, referiu a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques. “Nós de uma certa forma antecipámos um pouco o que vai acontecer com a União Europeia. Vai haver uma decisão que eu penso que vai ser favorável ao Reino Unido a 19 de maio”, disse Rita Marques à BBC.

Com diversas companhias aéreas a terem já anunciado um vasto reforço de lugares e voos para Portugal a partir das ilhas britânicas, como, por exemplo, easyJet e Ryanair, também os hoteleiros, principalmente do Algarve, confirmaram uma evolução significativa nas reservas para os próximos dias e semanas.

De resto, a região espera, só para este dia 17 de maio, segundo comunicado do Turismo do Algarve emitido no dia 14 de maio, “17 voos provenientes Reino Unido, correspondentes a 5.500 lugares”.

Isto no dia (sexta-feira) em que Thierry Breton, responsável pelo grupo de trabalho sobre a estratégia de vacinação da UE, admitiu que União Europeia já tem as “condições certas” para uma “reabertura segura” do turismo no verão, embora tenha reconhecido que “a recuperação total do ecossistema turístico ainda vai demorar”.

Assim, Portugal ao estar incluindo na “lista verde” do Governo britânico, parte em vantagem relativamente a alguns dos mais diversos concorrentes que ficaram na “lista amarela” ou mesmo “vermelha”, como é o caso de Espanha, Grécia, França ou Turquia.

Só no caso de “nuestros hermanos”, a imprensa espanhola admite que o país  está a perder 80 milhões de euros por dia por não estar na lista britânica, existindo mesmo  imprensa ingleses a não dar como garantida a integração de Espanha na próxima revisão dos destinos dentro de três semanas, a 7 de junho.

 

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Ilha do Faial nomeada para melhor destino europeu de 2023

A Ilha do Faial, nos Açores, é um dos nomeados para melhor destino europeus de 2023, eleição promovida pela European Best Destinations, que conta com 21 destinos em competição e cuja votação decorre até 10 de fevereiro.

A Ilha do Faial, nos Açores, é um dos nomeados para melhor destino europeus de 2023, numa eleição promovida pela European Best Destinations, que conta com 21 destinos em competição e cuja votação decorre até 10 de fevereiro, informou a Associação de Turismo Sustentável do Faial (ATSF).

“O facto de a ilha do Faial ter sido selecionada para integrar a lista dos melhores destinos europeus de 2023 é, por si, uma boa notícia para o sector do turismo”, congratula-se Pedro Rosa, presidente da ATSF, citado em comunicado.

De acordo com o responsável, esta nomeação “vem aumentar a visibilidade não só do Faial, mas também dos Açores, enquanto destino turístico de excelência”, uma vez que se espera que possa “contribuir para atrair mais turistas à ilha e à região fora da ‘época alta’”.

Além da Ilha do Faial, também Atenas, Viena, Praga, Copenhaga, Varsóvia, ou Londres disputam o titulo de melhor destino do mundo em 2023, numa lista que, além do Faial, integra outro destino português, concretamente a ilha do Porto Santo, na Madeira.

Pedro Rosa lembra que o Faial, através do seu parque natural, foi o primeiro destino português a constar da lista de Destinos Europeus de Excelência (EDEN), um galardão atribuído pela Comissão Europeia e que é também importante para a eleição do melhor destino do mundo da European Best Destinations.

A European Best Destinations caracteriza o Faial como um destino que “possui muitas paisagens arrebatadoras, aves e plantas únicas e formações geológicas icónicas, tudo rodeado por um magnífico mar azul, puro e vivo”.

A associação indica também que o Faial, que juntamente com o Pico e São Jorge formam o triangulo central açoriano, é “um lugar onde os marinheiros que cruzam o oceano gostam de parar por alguns dias ou a vida inteira”.

A votação para escolher o melhor destino do mundo de 2023 decorre até 10 de fevereiro e está disponível aqui.

 

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Atividade turística na América do Sul caminha para a normalização

Na maioria dos destinos turísticos da América do Sul os hotéis, restaurantes e aeroportos praticamente recuperaram a sua agitação habitual, três anos após a pandemia ter parado o setor do turismo.

Escreve a agência de notícias espanhola EFE que, do Cristo Redentor do Rio de Janeiro ao Obelisco de Buenos Aires, o que continua escasso, em maior ou menor grau, é o sotaque estrangeiro, facto que obrigou o setor a cimentar a sua valorização com os viajantes internos.

Na Argentina, no Chile ou no Brasil, as autoridades esperam que 2023 seja o ano em que as quotas de turistas estrangeiros finalmente ultrapassem os números anteriores à pandemia, algo que o Uruguai, por exemplo, já conseguiu.

Desse conjunto de países, segundo a EFE, que cita as entidades oficiais, o que tem mais dificuldade é o Brasil, que só recuperou 3,5 milhões de turistas estrangeiros dos 6,3 milhões que chegaram em 2019, enquanto a Argentina e o Chile já atingiram entre 70% e 75% do nível pré-covid-19.

A nota discordante é do Peru, onde a profunda crise política e os protestos das últimas semanas assustaram os viajantes e até alguns países, que recomendaram a seus cidadãos que evitassem fazer as malas para destinos como Machu Picchu.

No entanto, as perspetivas no Brasil são mais otimistas para este ano, segundo a agência de notícias, quando o Carnaval do Rio de Janeiro finalmente voltará à sua data habitual e não haverá restrições para a festa que os estrangeiros mais gostam.

“A expectativa é a mesma da festa de Réveillon: chegar a praticamente 100% de ocupação hoteleira. A poucas semanas do Carnaval, atingimos praticamente 90% de ocupação, o que mostra que o Rio de Janeiro receberá com todo o glamour o povo que vier”, disse à EFE Ronnie Aguiar Costa, presidente da agência de promoção turística do Rio, a Riotur.

Com o empurrão do sambódromo, o Brasil pode finalmente fechar o buraco económico que a pandemia causou no setor do turismo, que apesar de ser alimentado principalmente pelo imenso mercado interno, ainda mantém níveis de atividade 2,5% abaixo do que tinha em fevereiro de 2020.

 

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Turismo nas Caraíbas em alta

O turismo nas Caraíbas está em alta, tendo recuperado em 2022 após a pandemia com números históricos nas praias mexicanas de Cancun, República Dominicana e Porto Rico, e uma recuperação quase completa na Colômbia, embora ainda com atrasos em Cuba.

Conforme o Publituris (site) já divulgou, o Ministério do Turismo do México informou que, em 2022, chegaram 20,6 milhões de turistas internacionais por via aérea, correspondendo a um aumento de 46,3% em relação ao ano anterior.

No que diz respeito à República Dominicana, o Ministério do Turismo registou 7,1 milhões de turistas por via aérea e 1,3 milhão por cruzeiros, que superaram o nível pré-pandemia e atingiram números recordes em 2022, ano em que a Organização Mundial do Turismo (OMT) a reconheceu pela sua recuperação turística “exemplar”. Os visitantes geraram um recorde de 8.671 milhões de dólares ao país o ano passado, com um crescimento de 10% face a 2019 na chegada de turistas por via aérea e de 20% nos cruzeiros.

Igualmente, o setor de turismo em Porto Rico teve recorde em 2022 tanto em empregos na indústria (mais de 91 mil) quanto em receitas de alojamento (1,6 mil milhões de dólares) e passageiros no seu aeroporto internacional (mais de 10 milhões), segundo dados oficiais.

Por sua vez, o turismo na Colômbia praticamente se recuperou após a pandemia, com mais de 3,5 milhões de viajantes internacionais entre janeiro e outubro de 2022, um crescimento de 145,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Migração Colombiana. Em comparação com os mesmos meses de 2019, ano anterior à pandemia, os números representam uma recuperação de 98,6%. A meca do turismo colombiano continua a ser Cartagena das Índias, um destino de sol e praia, mas também pelas suas atraentes construções coloniais.

Já Cuba aspira atingir 3,5 milhões de turistas neste 2023, ainda longe dos 5 milhões alcançados antes da pandemia. Especialistas em turismo não acreditam que a ilha caribenha consiga este ano atingir os objetivos propostos, estimando apenas a chegada de cerca de 2,3 milhões de visitantes internacionais.

A ilha enfrenta este desafio fundamental para a sua recuperação económica, já que o turismo é o segundo contribuinte para o produto interno bruto (PIB) e a terceira fonte de divisas, depois de ter ficado aquém do seu objetivo de 1,7 milhões em 2022.

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México recebe mais de 20 milhões de turistas em 2022

A chegada de turistas internacionais por via aérea registou, em 2022, um aumento superior a 46% face ao ano anterior. EUA, Canadá e Colômbia representam mais de 75% dos turistas internacionais.

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O Ministério do Turismo do México informou que, em 2022, chegaram 20,6 milhões de turistas internacionais por via aérea, correspondendo a um aumento de 46,3% em relação ao ano anterior.

A maioria dos turistas internacionais veio dos Estados Unidos da América, Canadá e Colômbia, número que, segundo as entidades oficiais, totalizou 15,6 milhões no total, um aumento de 39,5% em relação a 2021.

Foram registados cerca de 4.981.000 turistas de outras nacionalidades, representando um aumento de 72,7% em relação a 2021, o que equivale a uma quota de mercado de 24,2%.

Os principais destinos turísticos são Cancun, no Caribe mexicano, e Los Cabos, no estado de Baja California Sur.

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Noruega estuda implementação de taxa turística

Como muitos outros destinos europeus, a Noruega está a estudar a implementação de uma taxa de turismo para conter a chegada massiva de viajantes ao país, confirmou o Ministério das Finanças, que esclareceu que a medida entraria em vigor em 2024.

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Hoje, a Noruega recebe cerca de 10 milhões de turistas por ano, um número muito inferior ao dos destinos mais massificados na Europa, mas o turismo já está a gerar multidões em localidades populares e, consequentemente, conflitos com os locais.

Concretamente, as ilhas Lofoten (no norte do país) e Bergen (conhecida como “a porta de entrada para os fiordes”) são alguns dos destinos que mais recebem navios de cruzeiro e grupos de turistas, pelo que seriam os primeiros a implementar esta nova taxa.

De facto, algumas localidades já têm políticas para reduzir o número de turistas: no centro histórico de Bergen e em Pulpit Rock (uma formação rochosa no Lysefjord) há um limite diário de autocarros de turismo, enquanto em Svalbard há um máximo permitido de cruzeiros por dia.

O objetivo da implementação do imposto, conforme explicado pelo Ministério das Finanças norueguês, é distribuir em localidades menores e mais remotas o que é arrecadado graças à atividade turística.

 

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Hotéis de Macau fecham 2022 com segunda pior taxa de ocupação de sempre

A taxa de ocupação hoteleira em Macau foi de 38,4% no ano passado, o segundo valor mais baixo em mais de duas décadas, e menos 11,7 pontos percentuais do que em 2021.

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Segundo dados oficiais que remontam a 1997, o pior ano para os hotéis do território foi 2020, no início da pandemia de covid-19, com uma taxa de ocupação de 28,6%, devido à proibição que durante vários meses a China impôs às viagens para Macau.

A cidade registou em 2022 5,11 milhões de hóspedes, ou seja, menos 22,8% em termos anuais, nos cerca de 37 mil quartos disponíveis nos 123 hotéis, indicou, em comunicado, a Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).

Em dezembro, a taxa de ocupação hoteleira na região administrativa especial chinesa fixou-se em 42,8%, menos 12 pontos percentuais do que no mesmo mês de 2021, enquanto o número de hóspedes caiu 29,8% para 457 mil.

O número de visitantes baixou drasticamente no território desde o início da pandemia de COVID-19.

Macau, que à semelhança do interior da China seguia a política ‘zero covid’, apostando em testagens em massa, confinamentos de zonas de risco e quarentenas, anunciou em dezembro o cancelamento da maioria das medidas de prevenção e contenção, após quase três anos de rigorosas restrições.

Com o alívio das medidas de prevenção contra a COVID-19, a cidade registou 451 mil visitantes durante a semana do Ano Novo Lunar, quase o triplo de 2022, avançou no domingo a Direção dos Serviços de Turismo.

As autoridades salientaram ainda, em comunicado, que a média da taxa de ocupação hoteleira foi de 85,7%, com um pico no terceiro dia do Ano Novo Lunar (24 de janeiro), de 92,1%.

No mesmo comunicado, a DSEC revelou que em dezembro o número de visitantes que participaram em excursões organizadas foi de 6.100, mais do dobro face ao mês homólogo de 2021, mas muito longe do valor de 543.000 registado em dezembro de 2019.

A 21 de janeiro, o chefe do Governo de Macau, Ho Iat Seng, afirmou ainda não saber “se é possível concretizar, dentro de uma ou duas semanas, a retoma das excursões” da China continental para Macau, algo anunciado em setembro.

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Trypor associa-se à APENO para promover e desenvolver enoturismo

De acordo com a TYRPOR, esta parceria com a APENO permitirá que a empresa “expanda ainda mais sua presença no mercado de enoturismo em Portugal”.

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A TRYPOR, empresa na área de enoturismo, fechou uma parceria com a APENO – Associação Portuguesa de Enoturismo para promover e desenvolver o setor do enoturismo.

Como resultado dessa parceria, a TRYPOR estará presente no 1.º encontro nacional dos profissionais de enoturismo a 31 de Janeiro, em Lisboa.

De acordo com a TYRPOR, esta parceria com a APENO permitirá que a empresa “expanda ainda mais sua presença no mercado de enoturismo em Portugal”.

O encontro nacional dos profissionais de enoturismo é um evento importante para a indústria, reunindo players do setor para discutir tendências, oportunidades e desafios. “Acreditamos que esta parceria permitirá que a TRYPOR amplie sua presença no mercado de enoturismo e, simultaneamente, contribuir positivamente para impulsionar o crescimento do setor”, afirma o Managing Partner da TRYPOR, Pedro Valle Abrantes .

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Machu Picchu está vazio de turistas

O portão de entrada de Machu Picchu, no Peru, está completamente vazio de turistas. Os violentos protestos no país espantam visitantes desde dezembro de 2022, o que afeta comunidades inteiras que dependem do turismo neste popular destino.

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A economia do país andino se baseia, sobretudo, no turismo, uma importante fonte de emprego que atraía cerca de 4,5 milhões de visitantes antes da pandemia. Em questão de semanas, porém, a situação mudou em Ollantaytambo, localidade a cerca de 60 quilómetros de Cusco, onde cerca de quatro mil visitantes chegavam, diariamente, durante estação alta, para visitar Machu Picchu. Hoje vê apenas cerca de 100 pessoas chegarem aos fins de semana. Estes são os dois únicos dias permitidos pelos manifestantes, uma concessão para que os habitantes possam sobreviver.

Segundo dados do Ministério do Turismo, a crise está a custar 6,5 milhões de dólares diários, com uma queda de 83% na ocupação hoteleira.

Por sua vez, o diretor regional de turismo, Abel Alberto Matto Leiva, citado pela imprensa local, explica que, em Cusco, “75% da população trabalha direta, ou indiretamente, com turismo” numa cadeia que inclui 2.500 agências de viagens, alimentação, alojamento e transporte.

O vice-presidente da Câmara Hoteleira de Cusco, Henry Yabar, afirma que a crise política foi um golpe “fatal” para o turismo e relata que houve “95% de cancelamentos” nas reservas hoteleiras. Segundo avançou, dos 12 mil hotéis e pousadas de Cusco, “entre 25% e 30% (os menores) já faliram”.

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Morgado Golf Course celebra 20 anos com um conjunto de iniciativas

Um conjunto de iniciativas ao longo do mês de fevereiro vão marcar as celebrações de duas décadas de existência do Morgado Golf Course, em Portimão (Algarve).

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O Morgado Golf Course, campo de golfe do grupo NAU Hotels & Resorts, em Portimão, celebra o seu 20º aniversário no próximo mês de fevereiro e promove um conjunto de iniciativas especiais com o objetivo de reforçar a sua ligação com os praticantes da modalidade.

Para assinalar o seu 20º aniversário, no dia 3 de fevereiro, 6ª feira, terá lugar um sorteio especial no qual podem participar todos os golfistas que joguem nos campos do Morgado Golf Course nesse dia. Serão premiados dois vouchers de duas noites de estadia em quarto duplo em regime de meia pensão com dois green fees e aluguer de buggie.

Ainda no dia de aniversário, o preço dos buggies será especialmente de 20 euros, em vez dos 50 euros habituais. Este dia contará ainda com uma cerimónia de partilha de bolo de aniversário pelas 15h00.

Aberto pela primeira vez a 3 de fevereiro de 2003, o Morgado Golf Course assume-se como um campo que é um desafio tanto para os que estão a dar os primeiros passos na modalidade, quanto para os jogadores mais experientes que procuram colocar à prova ou aperfeiçoar a sua técnica.

Rodeado de natureza e instalado num vale do interior algarvio, o campo de golfe do Morgado conta com 18 buracos e o cartão apresenta um PAR de 73 pancadas. O seu percurso apresenta as caraterísticas de um campo links – com fairways planos e bunkers de inspiração escocesa -, mas que em vez de estar junto ao mar como os tradicionais links, está inserido numa zona de parkland. Atualmente, o Clube do Morgado Golf Course conta com cerca de 200 membros ativos.

Refira-se que durante três anos consecutivos (2017, 2018 e 2019) o Morgado Golf Course foi o anfitrião do histórico Open de Portugal, além de vários eventos da PGA Portugal e do Portugal Pro Golf Tour. Tem acolhido ainda diversos torneios de nível amador da Federação Portuguesa de Golfe (Campeonato Nacional Absoluto e Campeonato Nacional de Clubes), e acolhido diversos torneios de cariz social.

 

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Cabo Verde: Número de turistas atinge 90% do recorde de 2019

Em 2022, Cabo Verde terá recebido mais de 700 mil turistas, o que corresponde a cerca de 90% do recorde de 819 mil entrados no país em 2019.

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Esta previsão foi avançada pelo ministro cabo-verdiano do Turismo e Transportes, mas ainda não confirmada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

“Pelos nossos números já recebidos – e ainda não confirmados pelo Instituto Nacional de Estatísticas [INE] – poderão estar a atingir os 700 mil turistas que tenham chegado a Cabo Verde, isto significa 90% daquilo que nós recebemos em 2019, são números interessantes”, revelou Carlos Santos, citado pela Lusa.

Em declarações aos jornalistas no âmbito do segundo Conselho do Ministério do Turismo e Transportes, realizado na cidade da Praia, o governante espera que “se não houver essas perturbações internacionais, uma escalada inflacionária no segundo semestre, nós podemos chegar aos números de 2019″, notando que “a recuperação chegou”, após a procura turística cair mais de 60% em 2020, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19.

Depois dessa queda, o ministro disse, conforme notícia da Lusa, que país está a tornar-se num “destino muito apreciado pelos turistas”, que têm um perfil diferente, estando à procura de outro tipo de produto, nomeadamente cultural e gastronómico, o que “exige de nós uma preocupação e cuidados maiores, no sentido de disponibilizarmos serviços com qualidade, segurança e higiene alimentar, segurança das pessoas e acessibilidades”, apontou Carlos Santos, fatores que podem também representar oportunidades para investidores e empreendedores, sobretudo os mais jovens.

Para fomentar o turismo, o ministro destacou que o governo está a trabalhar em várias frentes, designadamente no incentivo a operadores aéreos turísticos para o arquipélago, para diversificar a proveniência dos turistas e aumentar ainda mais a contribuição deste setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde.

O Conselho do Ministério do Turismo e Transportes teve como foco o Programa Operacional do Turismo (POT) 2022-2026, que reflete a visão e ambição do Governo nesta que é o principal setor de atividade económica do país, e com os transportes, contribuem para 35% do PIB.

Orçado em cerca de 200 milhões de euros para os próximos quatro anos, o ministro revelou que já foram mobilizados cerca de 50% desse valor, através do Banco Mundial e do Fundo do Turismo, tendo como objetivo “estruturar bem” a oferta turística do arquipélago.

Boa parte do montante destina-se a melhorar as infraestruturas turísticas, mas o país quer apostar muito na apresentação e promoção do destino. “Sem perder de vista a sustentabilidade, que hoje é um princípio norteador do crescimento”, salientou o governante.

Uma das metas do programa é fazer com que 40% dos turistas que venham a chegar ao país em 2026 possam ir para outras ilhas, além das principais de sol e praia, como Sal e Boa Vista.

 

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