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‘Book&Go’ é o novo comparador de hotéis

A Airmet lançou um novo comparador de hotéis que permite a comparação direta e reserva direta na plataforma.

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A Airmet Portugal acaba de lançar um novo comparador de hotéis – ‘Book&Go’ – que permite aos agentes de viagens consultar e comparar os preços de diversas centrais de reservas de hotéis, bem como concluir a reserva diretamente na plataforma.

O ‘Book&Go’ integra já vários fornecedores, permitindo ao agente apresentar ao seu cliente as melhores tarifas disponíveis em cada pesquisa.

Não se tratando de uma ferramenta nova na Airmet, Susana Fonseca, diretora de operações, reforça que “temos a responsabilidade e o dever de encontrar soluções que sejam sempre melhores e mais eficazes para os nossos associados, ainda que seja para o mesmo tipo de serviço”.

O motor de busca, para além de permitir a comparação direta de vários hotéis, possibilita, também, realizar a reserva diretamente na plataforma, sem que o agente tenha de entrar no website da central para finalizar a sua reserva. Os associados da rede passam, assim, a poder utilizar uma única plataforma para a gestão de todas as suas compras de hotelaria, com a vantagem de que as suas condições comerciais com os fornecedores integrados na plataforma se mantêm.

“Esta ferramenta B2B vai permitir aos nossos associados rentabilizar e otimizar o seu tempo através de um motor de busca mais rápido e eficaz na pesquisa das melhores tarifas e reserva dos hotéis, sendo que terão ainda total autonomia na gestão dos seus mark-ups”, conclui a diretora de operações da rede.

A plataforma ‘Book&Go’ conta já com a integração de sete fornecedores e outros quatro serão integrados em breve.

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Air France/KLM e Travelport chegam a acordo para distribuição de conteúdo NDC

Conteúdo NDC do grupo Air France-KLM deverá passar a estar disponível através da plataforma Travelport+ a partir do início de 2022.

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A Air France/KLM e a Travelport chegaram a acordo para a distribuição do conteúdo NDC do grupo de aviação através da Travelport+, a plataforma de distribuição de conteúdo e retalho de viagens de última geração da Travelport e à qual os agentes de viagens podem aceder através de acordos bilaterais, a partir do início de 2022.

“Os agentes precisam de assinar acordos de acesso bilaterais com a Air France-KLM e a Travelport para poderem aceder ao conteúdo e aos serviços NDC (New Distribution Capability) do Grupo através da Travelport+, sendo esse conteúdo integrado nas ferramentas das agências através do módulo Smartpoint ou das conexões API modernas e leves”, explica a Air France/KLM, em comunicado.

Segundo Pieter Bootsma, Chief Revenue Officer da Air France-KLM, através deste acordo que vem expandir a cooperação entre o grupo de aviação e a empresa de software para a indústria das viagens e turismo, o conteúdo e serviços NDC da Air France-KLM fica acessível através da plataforma Travelport+, naquele que é um passo importante na estratégia de distribuição do grupo.

“Este é um passo importante na nossa estratégia de distribuição, que complementa a nossa rede de distribuição NDC já existente. A NDC é uma inovação-chave para a Air France-KLM, uma vez que permite que os nossos clientes beneficiem de ofertas mais atrativas e personalizadas, como o pricing contínuo e pacotes à medida. É um passo tecnológico notável que abre novas perspetivas para o retalho no futuro”, considera o responsável.

O conteúdo da Air France-KLM deverá ficar disponível através da plataforma Travelport+ no início de 2022, com o grupo a avançar que os “recursos e funcionalidades” vão ser “adicionados progressivamente” à plataforma.

 

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“Os tempos de resposta são essenciais para captar uma reserva”

James Jin, diretor de tecnologia da Dida Travel, fecha a trilogia de entrevista feitas à Dida Travel. O executivo da empresa chinesa destaca que o tempo de resposta a uma pesquisa é fulcral.

Victor Jorge

A navegação na Internet tem vindo a sofrer grandes alterações ao longo do tempo. A “impaciência” dos internautas tem aumentado à medida que a velocidade da Internet tem progredido. Atualmente, velocidade quer dizer, também, tempo de resposta que deverá ser reduzido ao mínimo. Ou melhor, tempo de espera é coisa do passado. Agora é o “já”, o “imediato”. Por isso, James Jin, diretor de tecnologia da Dida Travel, admite que os “endpoints” regionais podem realmente responder com as informações necessárias de forma compatível, relevante e, essencialmente, rápida.

Como é que o índice “look-to-book” evoluiu no espaço da distribuição de viagens durante a COVID?
Na última década, tem havido uma tendência de aumento constante do índice “look-to-book” em relação ao ano anterior, mas, desde a COVID, essa realidade acelerou ainda mais. Na verdade, agora estamos vendo taxas de “look-to-book” de cerca de 80.000: 1, acima dos 20.000: 1 em 2019.

Qual a razão para tal situação?
Resumindo, a COVID fez com que as pessoas gastassem mais tempo na procura e menos tempo na reserva. Ou melhor, entre fazer várias reservas por medo de restrições ou simplesmente procurar inspiração, o índice de reservas líquidas caiu muito.

Além disso, à medida que os operadores lutam mais para conseguir uma reserva, exploram mais canais, o que significa uma gama de produtos ainda maior para pesquisar.

Esse fenómeno é verificado somente na China ou é global?
Este é um fenómeno global e, sinceramente, não estamos a ver muita diferença entre os dados na China e os que nos chegam do Ocidente.

O que isso significa para o setor de distribuição?
O poder de computação necessário para trabalhar com níveis tão altos de índices de “look-to-book” é imenso. Apenas os que possuem recursos económicos e tecnológicos para investir, são capazes de lidar com isso. A verdade é que esta realidade tornar-se-á cada vez mais um problema para aqueles que não conseguem acompanhar estas exigências.

Isto também significa que todos dependerão mais de suporte externo, já que lidar com estas procuras internamente não é viável economicamente e, francamente, é uma distração.

Que tipo de índice “look-to-book” consegue a DidaTravel trabalhar?
Muitos distribuidores não permitem que o índice de “look-to-book” vá além de um rácio de 1 em 50.000, mas na DidaTravel trabalhamos com um rácio de até 1 em 500.000.

Num mundo de milhões, senão biliões de pesquisas por hora, ser capaz de trabalhar com um índice e rácio altos, pode fazer uma enorme diferença nas reservas líquidas para um hotel, por exemplo, obtendo receitas onde outros estão a perder.

Mas que importância possui essa capacidade de resposta relativamente aos dados a trabalhar?
Quando uma empresa tem vários “endpoints” em todo o mundo, quando alguém faz uma solicitação de dados por meio de pesquisa, estes são atendidos pela localização geográfica mais próxima.

Por que isso é importante no ecossistema de distribuição global de viagens?
Os tempos de resposta são essenciais para captar uma reserva. Há muitas evidências que mostram que, se uma página leva mais de um segundo a carregar, as pessoas não clicam nela, ou melhor, saem e vão para outra.

Mas esse tem sido o caso há anos. O que está a gerar a necessidade de uma capacidade de resposta mais rápida?
Isso é parcialmente impulsionado pelo aumento da procura da relação “look-to-book”. Isto é, cada vez mais os dados são necessários, cada vez têm de ser mais rápidos, e uma maneira de melhorar isso é ter servidores locais para reduzir os tempos de resposta. Mas essa necessidade também é, parcialmente, impulsionada pelos ambientes regulamentares e técnicos locais em diferentes regiões em todo o mundo, o que significa que apenas os “endpoints” regionais podem realmente responder com as informações necessárias de forma compatível e relevante.

Na DidaTravel, investimos fortemente para ter essa capacidade de resposta de dados distribuída, possuindo, por exemplo, terminais na China, em Hangzhou e Hong Kong, além de Londres e São Francisco.

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“Existem muitas pessoas na casa dos 20 anos que têm dinheiro e querem gastar quantias significativas em experiências de viagens de luxo”

Depois de Rikin Wu, diretor-executivo da Dida Travel, ter dado uma perspetiva global sobre a realidade das viagens na China, Nicky Ussamarn, diretor comercial da empresa, salienta a importância da comunicação multicanal e, especificamente, dos social media para captar o turista chinês.

Victor Jorge

A China foi a primeira economia a voltar à curva ascendente quando falamos em crescimento económico. Por isso, o turista chinês está ávido de viajar e não está muito preocupado com as questões financeiras. E aí as gerações mais novas têm um papel importante. Há que saber chegar a elas.

A economia de viagens da China cresceu exponencialmente nas últimas décadas. É expectável que continue em alta?
A economia de viagens da China continuará a crescer fortemente, mas conforme amadurecemos, sabemos que esse crescimento não será tão rápido e certamente começará a evoluir de uma maneira muito diferente.

Quais serão as maiores diferenças neste “novo normal”?
A concorrência será muito diferente. A indústria de viagens na China é um setor relativamente novo e, como tal, as marcas estavam até, recentemente, focadas apenas num crescimento massivo, envolvendo viajantes de primeira viagem na esperança de ganhar a sua lealdade para o resto da vida. Até certo ponto, essas marcas nem competiam entre si, havia tantas oportunidades.

O que motivou isso?
Duas coisas aconteceram. Em primeiro lugar, a China tornou-se um mercado muito mais maduro, o que significa que não há muito mais novos clientes a serem conquistados, ou pelo menos não na mesma proporção. E, em segundo lugar, a COVID basicamente matou a maioria das empresas que não estavam tendo lucro e viviam de pedidos intermináveis de financiamento.

Que exemplos nos pode dar?
Anteriormente, as agências de viagens competiam em preço, às vezes até oferecendo não apenas grandes descontos, mas também serviços e produtos que causavam prejuízos. Isso vai acabar agora. Em vez disso, os operadores de viagens competirão em vários campos, como a qualidade do seu serviço, a gama de produtos disponíveis, a tecnologia, cliente e fidelidade à marca, etc.. Na verdade, o mercado chinês foi-se tornando um pouco mais parecido com o mercado de viagens ocidental.

Redes sociais como canal de vendas
As redes sociais são, claramente, um elo de sucesso na promoção de uma marca, produto ou destino de viagem e, geralmente, funcionam bem no atendimento ao cliente. Mas como é que este canal pode ser ou tornar-se num verdadeiro argumento de venda?
Este não é um conceito completamente novo. Os programas de marketing de afiliados têm recompensado os influenciadores dos social media há algum tempo, quando um post sobre o seu produto ou serviço leva a uma reserva. Mas agora as próprias plataformas também estão a entrar em ação e procuram tornar-se agência de viagens.

Mas como é que uma plataforma de social media pode transformar-se num agente de viagens?
Quando um utilizador de uma rede social está a navegar num vídeo ou conteúdo sobre uma experiência de viagem específica ou destino em geral, a plataforma fornece uma página de sugestão de conteúdo de viagem onde os utilizadores podem fazer reservas.

No fundo, é um serviço baseado em localização. Trata-se de vender viagens, mas não da maneira que os agentes de viagens online fazem hoje.

A Dida Travel já faz isso?
Sim, temos já uma parceria com uma das principais plataformas de social media da China para oferecer um interface dinâmico de dados e estamos a conversar com muitas outras pessoas em todo o mundo sobre esta capacidade e funcionalidade.

Que tipo de viajante faz uma reserva de viagem por meio de uma plataforma de social media?
Este é um público da Geração Z, ou seja, aqueles nascidos entre 1995 e 2009. Como todos sabemos, são fortemente influenciados pelo que veem e leem nas redes sociais e, mais importante, não são influenciados pelos media tradicional e veem a compra nas redes sociais como regra. Isso significa que, se quiser entrar em contato com eles e fazer com que comprem os seus serviços, esse é basicamente o único caminho a percorrer.

A Geração Z tem até 25 anos, mas alguns têm somente 12 anos. As agências e operadores de viagens ocidentais deveriam realmente ter esses viajantes como prioridade?
No Ocidente, esse público pode não ser considerado rico o suficiente ou não ser um decisor, mas na China não é o caso. Existem muitas pessoas na casa dos 20 anos que têm dinheiro e querem gastar quantias significativas em experiências de viagens de luxo.

Aqueles na extremidade mais jovem da escala da Geração Z podem não ter chegado ainda a esse patamar de conseguirem decidir em função das questões financeiras, mas se quiser construir futuros clientes e clientes fiéis, este é um bom lugar para começar. Há, hoje, cerca de 250 milhões de chineses com menos de 15 anos de idade e a economia está a crescer mais rápido do que no Ocidente.

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“Recomendo aos operadores ocidentais posicionarem imediatamente a sua oferta, que não esperem”

À medida que caminhamos para o final do ano e após (quase) dois anos de pandemia, Rikin Wu, diretor-executivo da Dida Travel, um dos maiores operadores de viagens digitais chineses, dá a sua visão sobre o que está a mudar no panorama da distribuição e o que esperar de 2022.

Victor Jorge

Depois de portas (praticamente) fechadas ao exterior, os chineses começam a ter esperança de poder voltar a viajar. As diversas restrições impostas recentemente por causa da Ómicron fizerem com que esse processo voltasse atrás, mas vontade para viajar existe no mais populoso país do mundo. Rikin Wu, diretor-executivo da Dida Travel, aconselha a que não se espere muito para captar esse turista e viajante chinês.

Quando é que os cidadãos chineses vão poder voltar a viajar para o exterior?
Neste momento, é simplesmente uma questão de quando as autoridades chinesas permitirão a livre circulação internacional dos cidadãos chineses. Hoje, parece que isso não acontecerá antes do verão de 2022.

Como está o mercado doméstico de viagens na China?
A economia chinesa está forte e é sabido que os chineses viajam muito, basta olhar para o cenário de viagens domésticas que cresceu ultimamente. O turismo doméstico chinês voltou a 65% dos números de 2019, apesar das restrições, e na DidaTravel estamos acima de 2019 no que diz respeito às vendas nacionais, tendo dedicado recursos para expandir a nossa base de clientes nacionais.

Existe algum risco de os cidadãos chineses não viajarem novamente para o exterior, mesmo que seja possível?
Esta é uma situação de “quando” e não de “se”. Não há dúvida de que os viajantes chineses querem fazer viagens internacionais novamente. Estamos a receber muitos comentários dos nossos clientes B2B sobre a procura que continua alta e nos social media na China onde se comentam destinos internacionais como Dubai, Londres ou Paris e verificamos que estão mais populares do que nunca.

Em meu entender, assim que as viagens internacionais forem permitidas, muito rapidamente veremos os números de 2019 serem superados. Além disso, existirá uma tendência para estadias mais longas e maiores gastos no destino, de modo a compensar o tempo perdido.

 E qual é a oportunidade para os operadores de viagens ocidentais?
Dado o número significativo de viajantes internacionais chineses, um número que chegou a quase 155 milhões em 2019, e o facto de, quando fazem viagens de longa distância, ficam mais tempo e gastam muito mais do que qualquer outro viajante, este não é, realmente, um mercado a ser esquecido num momento em que tudo está em aberto até a última reserva. Mesmo que se tenha de esperar um pouco mais para o regresso, este é um “público” pelo qual vale a pena esperar.

Que conselhos dá a estes operadores de viagens ocidentais para captar as reservas chinesas quando as restrições forem suspensas?
Se esperarem até que as restrições sejam suspensas, já será tarde demais. O que sugiro é que atuem já, agora. Como sabemos pelos nossos clientes B2B, no momento muitos chineses estão a pensar o que visitar assim que as restrições forem suspensas. Os hotéis, companhias aéreas e agências de turismo ocidentais devem aproveitar esta vontade, este desejo dos turistas chineses quererem viajar. Por isso, recomendo que os operadores ocidentais posicionem imediatamente a sua oferta, a sua marca e que não esperem.

Como é que a COVID impactou a distribuição B2B?
Desde o início da COVID, temos visto uma polarização significativa no cenário da distribuição, com grandes e pequenas empresas de distribuição a sobreviver relativamente bem. As de média dimensão foram as mais atingidas. Prevemos que isso só se tornará mais agudo à medida que as viagens retornem à capacidade total durante 2022.

Refere que as empresas de média dimensão são as que estão a passar maiores dificuldades. Qual a razão para as empresas grandes e pequenas estarem em melhor posição em 2022?
As grandes empresas têm conseguido suportar os choques destes anos, têm grande capacidade de recuperação e criação de caixa, e serão as primeiras a beneficiar da plena recuperação do mercado. Já as pequenas empresas, com alta flexibilidade e estruturas de equipa de baixo custo, podem manter um bom nível de negócios numa pequena região ou destino de nicho.

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Parceria estratégica entre Amadeus e Viajes El Corte Inglés incorpora novas soluções

O novo acordo vai permitir a expansão das ofertas de viagens, bem como a incorporação de novas soluções de pagamento.

Victor Jorge

Amadeus e Viajes El Corte Inglés (VECI) renovaram a sua parceria, assinando um novo acordo de viagens plurianual para os mercados de Espanha e Portugal, através do qual o Amadeus oferecerá à agência de viagens a implementação de soluções NDC (New Distribution Capability) assim como a utilização do produto Amadeus B2B Wallet.

Este acordo inclui a sua incorporação no programa Amadeus Value Hotels, que aumenta o inventário hoteleiro da Viajes El Corte Inglés, e a integração do Canal iHotelier Management, que permitirá aos hotéis integrar a sua oferta nos canais de venda da agência.

Este acordo é uma extensão da sua parceria de distribuição de longa data, através da qual a agência terá acesso à rede de conteúdos de viagens através de Amadeus Travel Platform.

Com esta aliança, a Viajes El Corte Inglés confirma a utilização dos conteúdos da NDC como parte das suas ferramentas de gestão de reservas, permitindo, assim, aos agentes de viagens comprar, reservar, pagar e gerir ofertas de viagens aéreas através da conectividade NDC.

Já o programa Amadeus Value Hotels permite à Viajes El Corte Inglés aumentar a sua seleção de hotéis, oferecendo a pesquisa mais combinações, beneficiando, assim, os viajantes e a agência. Além disso, os hotéis que utilizam o Amadeus iHotelier Channel Management poderão aumentar a sua visibilidade junto dos agentes VECI e, portanto, impulsionar a procura e as reservas.

Já o Amadeus B2B Wallet proporciona à Viajes El Corte Inglés um processo otimizado de pagamento a fornecedores, o que facilita cada transação, oferecendo, também, várias opções de pagamento ao cliente.

“Graças a esta aliança, continuaremos a oferecer conteúdos mais adaptados às necessidades dos nossos clientes para alcançar a sua máxima satisfação, sempre com a garantia, qualidade e segurança que nos identificam”, afirma Miguel Ángel de la Mata, CEO da Viajes El Corte Inglés, concluindo que, “apesar dos atuais desafios, o desejo de viajar continua forte”.

Do lado do Amadeus, Christian Boutin, diretor-geral da empresa para Espanha e Portugal, e da SVP Travel Sellers Europa Ocidental, refere que “a diversificação deste acordo [entre Amadeus e Viajes El Corte Inglés] é uma combinação poderosa que permitirá à agência de viagens continuar a crescer com os seus clientes”.

O executivo do Amadeus conclui ainda que “apoiar a recuperação da indústria de viagens continua a ser a nossa prioridade”.

Recorde-se que a Viajes El Corte Inglés conta com mais de 700 pontos de venda e uma forte presença online e offline em Espanha e Portugal.

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APAVT lança plataforma com benefícios e descontos para associados

Plataforma Clube +APAVT é exclusiva para associados e colaboradores da associação e reúne descontos e outros benefícios em várias marcas e serviços.

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A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) anunciou esta segunda-feira, 13 de dezembro, o lançamento do Clube +APAVT, plataforma que reúne descontos e outros benefícios em várias marcas e serviços, exclusiva para associados e colaboradores da associação.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a APAVT explica que a nova plataforma disponibiliza “descontos em artigos de eletrónica, moda, beleza, desporto ou restauração, passando pela educação e formação profissional, seguros ou produtos bancários”.

“Com este novo instrumento exclusivo e por isso diferenciador, as agências da APAVT terão mais capacidade de atração e retenção de talento. Nos próximos tempos, os recursos humanos terão um papel ainda mais fundamental”, afirma o presidente da associação, Pedro Costa Ferreira.

Apple, Sansumg, Adidas, SportZone, New Balance, Nespresso, Lenovo, ToysRUs, Cambridge Institute, C&A, Ford e Whirlpool são algumas das marcas que integram o Clube +APAVT, que foi desenvolvido em parceria com a Inspiring Benefits, uma empresa do Grupo AON.

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Abreu, Solférias e Soltrópico reforçam operações especiais para Cabo Verde em 2022

Os operadores turísticos Abreu, Solférias e Soltrópico voltam a juntar-se e anunciam o reforço das operações especiais para Cabo Verde ao longo do próximo ano, com voos de Lisboa e do Porto, para a ilha do Sal.

Os operadores turísticos Abreu, Solférias e Soltrópico voltam a juntar-se e anunciam o reforço das operações especiais para Cabo Verde no próximo ano, mais concretamente para a ilha do Sal, com voos de Lisboa e do Porto.

Esta pool de operadores portugueses apostou sempre em Cabo Verde como destino de eleição para férias dos portugueses, uma aposta que as três empresas, em comunicado, consideram vencedora e que tem sido reforçada ao longo dos anos, fazendo com que Cabo Verde se tenha mantido sempre no topo dos destinos preferenciais em Portugal.

Assim, e já disponíveis para venda, os três operadores têm programado ao longo do ano 2022, três operações em aviões A312 de 214 lugares da Privilege, com partidas do Porto, sendo um voo aos sábados, de 02 de abril a 05 de novembro (último regresso), que já contempla o período da Páscoa, um voo aos sábados, de 04 de a 05 de novembro (último regresso), bem como uma ligação, também da Invicta, aos domingos, de 05 de junho a 09 de outubro (último regresso).

Com partidas de Lisboa, os três operadores turísticos oferecem igualmente três operações em aviões A321 da Azores Airlines com capacidade para 183 lugares. Essas operações incluem um voo aos sábados de 02 de abril a 05 de novembro (último regresso), um voo às sextas-feiras de 03 de junho a 04 de novembro (último regresso), e ainda outro às sextas-feiras de 03 junho a 07 de outubro (último regresso).

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Europ Assistance reforça canal online dedicado a seguros de viagem de lazer

Com duas modalidades de subscrição – Move Me e Move Plus – a Europ Assistance reforça o canal digital com a disponibilização de um website onde é possível contratar as coberturas de proteção COVID-19.

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A Europ Assistance acaba de reforçar a sua oferta no universo digital ao lançar um novo website dedicado exclusivamente a seguros de viagem de lazer, pretendendo, assim, oferecer uma experiência de navegação intuitiva, simples e adaptada a todos os dispositivos.

Através do novo website da Europ Assistance é possível contratar as coberturas de proteção COVID-19, apresentadas em duas modalidades de subscrição: Move Me e Move Plus.

As coberturas incluem o pagamento de despesas médicas por Covid-19, consulta médica online, help line, aconselhamento médico e psicológico, repatriamento ou transporte sanitário de feridos ou doentes, vigilância médica no estrangeiro, bem como cancelamento antecipado ou interrupção da viagem.

“Queremos tornar a subscrição de um seguro de viagem o mais simples e intuitivo possível, pois sabemos que o cliente está cada vez mais preocupado em viajar seguro e protegido em consequência da pandemia. Criámos este novo produto para simplificar e, assim, ampliar também a nossa resposta nesta área. O objetivo passa por proporcionar viagens tranquilas ao disponibilizar todas as coberturas adequadas às necessidades do cliente e com uma assistência médica permanente em qualquer parte do mundo”, afirma João Horta e Costa, Chief Commercial Officer da Europ Assistance Portugal, em nota de imprensa.

“Este novo serviço integra a estratégia da Europ Assistance em reforçar a sua aposta e oferta no digital, ao mesmo tempo que estamos ainda mais disponíveis e próximos do cliente quando decide viajar e conhecer o mundo”, conclui.

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Viagens Tempo promovem Fim de Ano no Dubai

Programa das Viagens Tempo para o Fim de Ano no Dubai é válido para reservas até 9 de dezembro e inclui cinco noites de alojamento e entrada de um dia na Expo Dubai 2020.

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As Viagens Tempo estão a promover os últimos lugares para o Fim de Ano no Dubai, num programa que inclui voos pela Emirates e cinco noites de alojamento no destino, bem como a entrada de um dia na Expo Dubai 2020.

Com partida a 28 de dezembro e regresso no dia 2 de janeiro, o programa das Viagens Tempo para o Fim de Ano no Dubai é válido para reservas até 9 de dezembro e apresenta preços desde 1.725 euros por pessoa, incluindo taxas de aeroporto.

O alojamento de cinco noites é em APA e o programa das Viagens Tempo inclui ainda transferes in/out em viatura privada. Mais informações em viagenstempo.pt.

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Pedro Siza Vieira sugere que apoios a fundo perdido não são agora solução para o turismo

Pedro Siza Vieira sugeriu que os futuros apoios a fundo perdido para as empresas do turismo não são solução, mas sim de ajudas à reconstituição dos balanços, com um programa minimamente pensado, que prometeu deixar montado, antes das eleições.

O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira sugeriu que os futuros apoios a fundo perdido para as empresas do turismo não são solução, mas sim de ajudas à reconstituição dos balanços, com um programa minimamente pensado. O governante espera deixar isso montado até às eleições legislativas agendadas para 30 de janeiro de 2022.

“Admito que possamos ter alguns apoios mais específicos. Já não estamos numa situação de não haver clientes. Por isso, mais do que propriamente dar apoios a fundo perdido para as empresas não fecharem a porta completamente, é ajudar à reconstituição do balanço das empresas que ficaram muito degradadas”, disse Pedro Siza Vieira no último dia do Congresso da APAVT, que decorreu de 01 a 03, em Aveiro.

A ideia, dirigida principalmente às micro e pequenas empresas do setor do turismo mais devastadas pela pandemia, como as agências de viagens, era que por cada euro que o empresário invista para reduzir a dívida, o Estado investisse um euro. “A ideia é fazer a redução do passivo, algo que pode ter um efeito grande”, disse o governante.

 

Não vale a pena ter um novo aeroporto sem a TAP

 

O ministro da Economia considerou “lamentável” a incapacidade de decisão sobre o novo aeroporto da região de Lisboa, mas reconheceu que “não vale a pena termos um aeroporto se não tivermos TAP”.

Pedro Siza Vieira realçou, numa amena conversa com Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, que decorreu numa sessão do congresso em que o formato era falar dos temas mais quentes da atualidade, que “precisamos de um novo aeroporto até porque o tempo tem um valor cada vez maior, e foram anos perdidos”, mas na sua opinião, a construção dessa infraestrutura só deve existir se houver TAP, alertando, de seguida que “o país tem de preservar esta capacidade instalada para que haja recuperação”. Isto porque, “se deixarmos agora a TAP morrer seria uma perda muito grande para o país, que nos arrependeríamos nos próximos anos”.

O governante disse que a companhia aérea portuguesa “é provavelmente uma das empresas mais críticas para o nosso futuro coletivo”, mas lembrou que, sendo uma empresa exportadora, se a TAP desaparecesse o país sentiria “um impacto imediatamente negativo” no PIB, na balança comercial e dívida externa, empresa que representou em 2019 quase 2% da balança comercial portuguesa.

Além disso, Pedro Siza Vieira, recordou que 95% que chegam a Portugal é por via aérea e sem a TAP e o aeroporto de Lisboa corria o risco de se tornar secundário, para acrescentar que “o movimento aeroportuário cresceu em Lisboa, porque a TAP cresceu e isso motivou a que outras operadoras viessem para Portugal”.

Para que isso não aconteça, o ministro salientou que “o esforço que estamos a fazer na TAP deve ser visto como um investimento estratégico”, recordando que todos os Estados do mundo tiveram que meter dinheiro nas suas companhias aérea.

“O movimento aeroportuário cresceu em Lisboa, porque a TAP cresceu e isso motivou a que outras operadoras viessem para Portugal”, disse o ministro, recordando ainda que foi a facto de a TAP ter um hub em Lisboa que proporcionou o crescimento do investimento estrangeiro no país.

Estas declarações de Pedro Siza Vieira veem na sequência do que o Presidente da República tem vindo a dizer ao sector, tanto no Dia Mundial do Turismo, celebrado em Coimbra, numa conferência promovida pela CTP, como no Congresso da AHP, que decorreu em novembro, no Algarve.

Dizia Marcelo Rebelo de Sousa, na abertura do 46º Congresso da APAVT que “é muito importante que os concorrentes às eleições clarifiquem o que querem com a TAP, para que não haja angústias metafísicas no decurso da legislatura”.

É nesta linha de raciocínio que o governante considera necessário a existência de um consenso político para mudar a legislação e não ser possível bloquear decisões, lembrando que atualmente há sempre uma câmara que pode bloquear. Espera, assim, que saia uma solução do executivo que vier a governar os destinos de Portugal após as eleições legislativas de 30 de janeiro.

 

Instabilidade política não é bom para Portugal

 

O ministro fez questão de sublinhar que a instabilidade política não é bom para Portugal, pois das conversas que tem tido com investidores internacionais, o que valorizam mais em Portugal é a estabilidade que “tem mesmo um valor” que é mais mencionado do que temas como a fiscalidade. “As pessoas valorizam a segurança, a coesão nacional e a estabilidade. Espero que seja preservado”.

Siza Vieira justificou ainda a decisão de não viabilizar o Orçamento do Estado a qualquer custo porque o Governo não esteve disponível para aceitar matérias que não tinham a ver com o Orçamento e que afetariam a vida das empresas e das pessoas.

A crise política provocada pelo chumbo do Orçamento do Estado “foi um desperdício de oportunidades” porque as pessoas e as empresas esperam estabilidade do Estado, considerou o ministro da Economia, mas assegurou que o Governo mantém capacidade orçamental e flexibilidade jurídica para dar respostas, mas alertou o setor do turismo, em particular, para o grande “se não formos capazes de ter uma solução governativa no pós-eleições”.

O ministro da Economia respondeu ainda a várias questões e até deixou uma receita para acautelar a subida da inflação e das taxas de juro: “O que temos de fazer é evitar uma subida da dívida pública”.

Sobre o autorCarolina Morgado

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