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Ryanair soma mais 20 mil lugares a partir da Escócia

Depois dos 175 mil lugares anunciados a partir dos aeroportos do Reino Unido, agora são os voos da Escócia para Portugal que somam mais 20 mil lugares para este verão.

Victor Jorge
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Ryanair soma mais 20 mil lugares a partir da Escócia

Depois dos 175 mil lugares anunciados a partir dos aeroportos do Reino Unido, agora são os voos da Escócia para Portugal que somam mais 20 mil lugares para este verão.

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Aviação
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Depois de disponibilizar mais 175 mil lugares nos voos entre Lisboa, Porto e Faro e vários aeroportos britânicos, a Ryanair anuncia mais 20 mil a partir da Escócia, disponíveis a partir de 24 de maio.

De Edimburgo para os três aeroportos nacionais mencionados partirão mais 13 voos semanais que se juntam aos 13 já existentes, enquanto de Aberdeen e Glasgow Prestwick sairão mais três voos de cada aeroporto para Faro (também aqui cada aeroporto já possui três voos).

“Após o anúncio da inclusão de Portugal na lista verde da Escócia, reforçámos a nossa programação com ainda mais voos para Portugal, satisfazendo a procura dos nossos clientes”, revela Dara Brady, diretor de marketing da Ryanair, em comunicado.

Para celebrar este anúncio, a Ryanair anunciou uma venda de lugares com tarifas a partir de 19,99 euros para viajar até final de outubro de 2021, antevendo Brady que “esgotarão rapidamente”.

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Solférias, Soltrópico e Abreu reforçam programação para Cabo Verde com charters no fim do ano

Operadores turísticos vão disponibilizar duas operações charter à partida de Lisboa e Porto, em novembro e dezembro, bem como com voos extra no réveillon.

A Solférias, a Soltrópico e a Abreu anunciaram um reforço da programação para Cabo Verde no fim do ano, que vai contar com duas operações charter à partida de Lisboa e Porto, em novembro e dezembro, bem como com voos extra no réveillon.

“Dando continuidade a bem-sucedidas colaborações anteriores, a Solférias, em colaboração com os operadores Soltrópico e Abreu, volta a juntar esforços no reforço de operações em voos especiais para um dos destinos favoritos dos Portugueses – Cabo Verde – no período de final de ano”, lê-se num comunicado conjunto dos operadores turísticos.

 No caso do Porto, os voos diretos são operados pela Smartwings, entre 28 de novembro e 2 de janeiro (data do último regresso), estando disponíveis pacotes com sete noites de alojamento no destino.

Já os voos diretos desde Lisboa são operados pela SATA, entre 27 de novembro e 18 de dezembro, contando com pacotes de sete noites de alojamento, ainda que estejam também disponíveis partidas da capital portuguesa a 18 e 26 de dezembro, para oito e sete noites de alojamento, respetivamente.

Além destes voos, os operadores turísticos vão ainda disponibilizar partidas especiais de Lisboa a 27 de dezembro, cujo regresso acontece a 3 de janeiro, neste caso, em voo direto da SATA.

“A Solférias e os seus parceiros acreditam que estes novos voos vão ao encontro das necessidades sentidas pelos agentes de viagem portugueses em dar resposta à crescente procura dos viajantes nacionais para um destino tão fantástico como Cabo Verde, reforçando o seu compromisso de apresentar, atempadamente, as melhores ofertas para os melhores destinos”, acrescenta o comunicado divulgado pelos operadores turísticos.

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Hotelaria algarvia superou números de 2019 em julho

Segundo a AHETA, o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”, depois de registar uma taxa de ocupação de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês pré-pandemia.

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No passado mês de julho, a hotelaria algarvia registou uma taxa de ocupação/quarto de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês de 2019, o que leva a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) a sublinhar que o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”.

De acordo com os dados provisórios divulgados esta sexta-feira, 5 de agosto, pela associação, a taxa de ocupação/quarto de julho também superou o valor registado em julho de 2021, ficando 37,5 pontos percentuais acima do registado em julho do ano passado.

Por mercados, o destaque vai para o doméstico e para o americano, que apresentaram, em julho, subidas de 4,3 pontos percentuais e 1,1 pontos percentuais, respetivamente, e afirmando-se como “os que mais contribuíram para a subida verificada”.

Em sentido contrário estiveram os mercados britânico e alemão, que apresentaram descida de 2,2 pontos percentuais e 1,8 pontos percentuais, respetivamente, sendo mesmo aqueles que “apresentaram as maiores descidas”  no sétimo mês do ano.

Por zonas geográficas, as maiores subidas ocorreram nas zonas Vilamoura/Quarteira/Quinta do Lago, que assistiram a um aumento de 13,1 pontos percentuais, seguindo-se Monte Gordo/VRSA, onde a subida foi de 9,4 pontos percentuais, e Carvoeiro/Armação de Pêra, com um crescimento de 9,1 pontos percentuais.

Já a zona de Albufeira, que é considerada a principal zona turística do Algarve, “registou uma ocupação idêntica à verificada em 2019”, indica ainda a AHETA no comunicado enviado à imprensa.

Em julho, o volume de vendas dos hotéis e empreendimentos turísticos do Algarve cresceu ainda 17,2 por cento face ao mesmo mês de 2019.

Já no acumulado desde janeiro, a AHETA diz que a taxa de ocupação/quarto regista uma descida de 6,2% face a 2019, o que corresponde a uma subida de 194% face a 2021.

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Nova Edição: Os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022

Nesta edição do Publituris, o destaque vai para os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022. São 104 nomeados em 15 categorias. Mas há mais: conclusões do estudo da TLN, turismo rural, Gerês, airBaltic e Pulse Report.

Publituris

A primeira, e única edição, de agosto do Publituris faz capa com os “Portugal Travel Awards” 2022, prémios que irão distinguir o que de melhor se fez (e continua a fazer) em 2021.

Três anos depois da última edição, os vencedores dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 serão desvendados no dia 18 de outubro de 2022, numa cerimónia a realizar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

São 104 os nomeados divididos por 15 categorias, a que acresce o Prémio Carreira Belmiro Santos, entregue diretamente pela redação do Publituris.

As votações, a realizar num site dedicado exclusivamente aos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022, decorrerão de 2 de setembro a 7 de outubro de 2022.

Para validar o voto é exigida a introdução do e-mail que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter diário do publituris.pt.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Mas há mais para ler nesta edição. A começar pelas conclusões de um estudo encomendado pela principal rede de agências de comunicação especializadas no setor do turismo e viagens, Travel Lifestyle Network (TLN). O estudo revela que, depois de dois anos de pandemia e o início de uma guerra na Europa, o desejo de viajar não diminui.

Portugal, ou melhor, os portugueses aparecem bem posicionados no que diz respeito ao interesse e desejo de viajar, com os resultados a indicarem que estão acima da média global. Contudo, o estudo conclui que a relação custo-benefício constitui, atual e futuramente, o principal fator na escolha de um destino de férias, com a preocupação dos preços, devida à inflação e aumento dos preços a pesar numa futura opção.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Turismo Rural. Durante a pandemia, e Portugal não foi exceção, a procura de turistas nacionais e internacionais esteve mais centrada no turismo rural e de natureza, em territórios de interior e de baixa densidade. Esta tendência mantém-se, hoje que o mundo quase todo reabriu para as mil e uma motivações de fazer turismo? É um pouco esta resposta que queremos dar, com a opinião de vários intervenientes diretamente ligados ao turismo rural e de natureza.

No “dossier” contamos, igualmente, com entrevistas ao presidente da Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, Gilberto Vieira, bem como a Sara Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais (APTERN).

O Publituris visitou, também, o Parque Nacional da Peneda-Gerês. A conjugação do verde da floresta, do azul da água, das cores da gastronomia e do som da tranquilidade continuam lá, e são a poção mágica para retemperar as forças e desligar-se completamente do rebuliço das grandes cidades.

Nos “Transportes” damos a conhecer a estratégia da ariBaltic. Satisfeita com o desempenho da rota entre Riga e Lisboa, que existe desde 2018, a airBaltic decidiu manter, este verão, os voos que ligam Portugal e a Letónia duas vezes por semana cujo resultado, indica a companhia aérea ao Publituris, em sido positivo, uma vez que a capital portuguesa é um destino que agrada aos turistas dos Países Bálticos.

Além do Pulse Report, parceria entre o Publituris e a GuestCentric para divulgar dados quantitativos do mercado de hotelaria independente em Portugal, as opiniões da única edição de agosto do Publituris pertencem a Jaime Quesado (economista), Sílvia Dias (Savoy Signature), João Caldeira Heitor (ISG), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), e António Paquete (economista).

Boas leituras, votos de umas excelentes férias. Voltamos em setembro!

Leia a edição aqui.

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Edição Digital

Edição Digital: Os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022

Nesta edição do Publituris, o destaque vai para os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022. São 104 nomeados em 15 categorias. Mas há mais: conclusões do estudo da TLN, turismo rural, Gerês, airBaltic e Pulse Report.

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A primeira, e única edição, de agosto do Publituris faz capa com os “Portugal Travel Awards” 2022, prémios que irão distinguir o que de melhor se fez (e continua a fazer) em 2021.

Três anos depois da última edição, os vencedores dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 serão desvendados no dia 18 de outubro de 2022, numa cerimónia a realizar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

São 104 os nomeados divididos por 15 categorias, a que acresce o Prémio Carreira Belmiro Santos, entregue diretamente pela redação do Publituris.

As votações, a realizar num site dedicado exclusivamente aos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022, decorrerão de 2 de setembro a 7 de outubro de 2022.

Para validar o voto é exigida a introdução do e-mail que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter diário do publituris.pt.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Mas há mais para ler nesta edição. A começar pelas conclusões de um estudo encomendado pela principal rede de agências de comunicação especializadas no setor do turismo e viagens, Travel Lifestyle Network (TLN). O estudo revela que, depois de dois anos de pandemia e o início de uma guerra na Europa, o desejo de viajar não diminui.

Portugal, ou melhor, os portugueses aparecem bem posicionados no que diz respeito ao interesse e desejo de viajar, com os resultados a indicarem que estão acima da média global. Contudo, o estudo conclui que a relação custo-benefício constitui, atual e futuramente, o principal fator na escolha de um destino de férias, com a preocupação dos preços, devida à inflação e aumento dos preços a pesar numa futura opção.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Turismo Rural. Durante a pandemia, e Portugal não foi exceção, a procura de turistas nacionais e internacionais esteve mais centrada no turismo rural e de natureza, em territórios de interior e de baixa densidade. Esta tendência mantém-se, hoje que o mundo quase todo reabriu para as mil e uma motivações de fazer turismo? É um pouco esta resposta que queremos dar, com a opinião de vários intervenientes diretamente ligados ao turismo rural e de natureza.

No “dossier” contamos, igualmente, com entrevistas ao presidente da Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, Gilberto Vieira, bem como a Sara Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais (APTERN).

O Publituris visitou, também, o Parque Nacional da Peneda-Gerês. A conjugação do verde da floresta, do azul da água, das cores da gastronomia e do som da tranquilidade continuam lá, e são a poção mágica para retemperar as forças e desligar-se completamente do rebuliço das grandes cidades.

Nos “Transportes” damos a conhecer a estratégia da ariBaltic. Satisfeita com o desempenho da rota entre Riga e Lisboa, que existe desde 2018, a airBaltic decidiu manter, este verão, os voos que ligam Portugal e a Letónia duas vezes por semana cujo resultado, indica a companhia aérea ao Publituris, em sido positivo, uma vez que a capital portuguesa é um destino que agrada aos turistas dos Países Bálticos.

Além do Pulse Report, parceria entre o Publituris e a GuestCentric para divulgar dados quantitativos do mercado de hotelaria independente em Portugal, as opiniões da única edição de agosto do Publituris pertencem a Jaime Quesado (economista), Sílvia Dias (Savoy Signature), João Caldeira Heitor (ISG), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), e António Paquete (economista).

Boas leituras, votos de umas excelentes férias. Voltamos em setembro!

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Transportes

Procura internacional dita aumento de 76,2% no tráfego aéreo global de junho

Apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Inês de Matos

O tráfego aéreo global aumentou 76,2% em junho face a igual mês de 2021, muito por culpa do aumento da procura internacional, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA),  que divulgou esta quinta-feira, 4 de agosto, os dados relativos ao transporte aéreo global de junho.

Segundo os dados da IATA, apesar da recuperação face a junho de 2021, o tráfego aéreo global destes mês ficou ainda a 70,8% dos níveis registados em 2019, antes da chegada da COVID-19.

Em junho, o tráfego doméstico subiu 5,2% face a mês homólogo de 2021, com a IATA a indicar que esta evolução trouxe “melhorias na maioria dos mercados”, o que, combinado com “a flexibilização de algumas restrições de bloqueio relacionadas com a Ómicron no mercado doméstico chinês”, permitiu o crescimento do tráfego doméstico.

Tal como no tráfego global, também o tráfego doméstico continua ainda abaixo do registado em  junho de 2019, já que em junho apenas foram atingidos 81,4% dos níveis apresentados antes da pandemia.

Mais positivo é o crescimento do tráfego internacional que, em junho, aumentou 229,5% face ao mesmo mês do ano passado, com a IATA a sublinhar que o “levantamento das restrições de viagem na maior parte da Ásia-Pacífico está a contribuir para a recuperação”. Já o tráfego internacional atingiu 65,0% dos níveis de junho de 2019.

“A procura por viagens aéreas continua forte. Após dois anos de bloqueios e restrições nas fronteiras, as pessoas estão a aproveitar a liberdade de viajar para onde puderem”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego internacional mais subiu em junho, num aumento que chegou aos 492.0% face a junho de 2021, enquanto a capacidade disponibilizada subiu 138.9% e o load factor aumentou 45.8 pontos percentuais, fixando-se nos 76.7%, com a IATA a sublinhar que “a região está agora relativamente aberta a visitantes estrangeiros e ao turismo, o que está a ajudar a promover a recuperação”.

As boas notícias continuam no Médio Oriente, onde o tráfego aumentou 246.5% em junho, enquanto a capacidade subiu 102.4% e o load factor cresceu 32.4 pontos percentuais, para 78.0%.

Na Europa, o aumento do tráfego de junho foi de 234.4% face a mês homólogo de 2021, enquanto a capacidade subiu 134.5% e o load factor cresceu 25.8 pontos percentuais, fixando-se nos 86.3%, com a IATA a destacar que, a nível europeu, o tráfego internacional “está acima dos níveis pré-pandemia em termos ajustados sazonalmente”.

Na América do Norte, o aumento do tráfego aéreo chegou aos 168.9%, enquanto a capacidade subiu  95.0% e o load factor cresceu 24.1 pontos percentuais, para 87.7%, naquele que foi o load factor mais elevado entre todas as regiões.

Já na América Latina houve um aumento de 136.6% no tráfego face a junho de 2021, com a capacidade a subir 107.4% e o load factor a aumentar 10.3 pontos percentuais, para 83.3%, naquele que foi o terceiro load factor mais elevado, depois desta região ter liderado na ocupação ao longo de 20 meses.

Em África, o tráfego subiu 103.6% em junho, enquanto a capacidade aumentou 61.9% e o load factor cresceu 15.2 pontos percentuais, passando para 74.2%, naquele que voltou a ser o load factor mais baixo entre todas as regiões, ainda que a IATA revele que o “tráfego internacional entre África e as regiões vizinhas está próximo dos níveis pré-pandemia”.

Apesar das  melhorias, a IATA mostra-se preocupada com as perturbações que se têm registado nos aeroportos europeus e dos EUA, motivo pelo qual a associação volta a insistir no adiamento do regresso às regras dos slots, defendendo que, no imediato, essa decisão é “prematura”.

“Basta olhar para os problemas que as companhias aéreas e os seus passageiros em alguns aeroportos centrais estão a enfrentar. Esses aeroportos não conseguem suportar a sua capacidade declarada, mesmo com o limite atual de 64% de slots”, alerta Willie Walsh, que considera que “a flexibilidade ainda é essencial para apoiar uma recuperação bem-sucedida”.

 

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Transportes

Grupo Royal Caribbean suspende teste COVID-19 antes do embarque já este mês

Grupo de companhias de cruzeiros vai suspender já na próxima segunda-feira, 8 de agosto, o teste antes do embarque para passageiros vacinados contra a COVID-19 em cruzeiros até cinco dias e espera alargar a suspensão a todos os cruzeiros em breve.

Inês de Matos

O Grupo Royal Caribbean deverá suspender os testes COVID-19 antes do embarque para passageiros vacinados em cruzeiros até cinco dias já a partir da próxima segunda-feira, 8 de agosto, avança o jornal britânico especialista em turismo Travel Weekly, que cita Jason Liberty, presidente e CEO do grupo de companhias de cruzeiros.

De acordo com o responsável, a suspensão dos testes aplica-se, numa primeira fase, apenas aos cruzeiros até cinco dias, ainda que Jason Liberty admita que a sua abolição se venha a estender aos restantes cruzeiros dentro de pouco tempo.

“Assim que o teste nos EUA foi suspenso, assistimos a um aumento de 9% a 10% nas reservas para viagens de 2022. Ganhámos bastante terreno desde que essa exigência foi levantada”, afirmou o responsável, durante a apresentação dos resultados trimestrais do grupo, na passada quinta-feira, 28 de julho.

Tal como o presidente e CEO do Grupo Royal Caribbean, também Michael Bayley, presidente e CEO da Royal Caribbean, uma das mais conhecidas companhias de cruzeiros do grupo, concorda que a suspensão dos testes deverá atrair um maior número de cruzeiristas, até porque, explicou, cerca de 40% dos clientes da companhia que receberam crédito para um futuro cruzeiros ainda não o utilizaram e estão à espera que a exigência do teste deixe de existir.

“Esperamos ver um aumento nas reservas”, acrescentou Jason Liberty, admitindo que o Grupo Royal Caribbean espera que 2023 já seja um ano “normal”, com melhores taxas de ocupação e um EBITDA mais elevado.

O responsável mostra-se confiante na recuperação que as companhias de cruzeiros do grupo têm vindo a apresentar, motivo pelo qual afirma que 2022 é um “ano de transição”, ao longo do qual o grupo espera ver aumentar os níveis de ocupação.

“Estou confiante em nossa trajetória de recuperação”, afirmou, explicando que o grupo tem assistido a uma forte procura na Europa para 2023, que tem vindo a aumentar à medida que o verão vai decorrendo.

“Esperamos que a Europa se comporte de forma muito semelhante a 2019”, indicou ainda Jason Liberty, revelando que, neste momento, a ocupação na Europa ronda os 75%, muito por culpa do impacto do conflito militar na Ucrânia.

Recorde-se que, além da Royal Caribbean International, o Grupo Royal Caribbean conta também com as companhia de cruzeiros Celebrity Cruises e Silversea Cruises, sendo representado em Portugal pela Melair Cruzeiros.

 

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Inês de Matos

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Turismo

WTTC diz que faltam preencher perto de 50.000 empregos no setor do turismo em Portugal

Entre os países agora analisados, Portugal nem é dos que regista pior cenário. França (70 mil), Reino Unido (130 mil), Itália (250 mil) e EUA (mais 412 mil) mostram números mais elevados.

Victor Jorge

De acordo com as contas do World Travel & Tourism Council (WTTC), divulgado esta terça-feira, 2 de agosto, Portugal regista uma escassez de mão-de-obra, estimando a entidade internacional que faltam preencher cerca de 50.000 empregos no setor do turismo.

O estudo feito pelo WTTC, que analisou a escassez de mão-de-obra em Portugal, e outros destinos turísticos como França, Espanha, Reino Unido, Itália e EUA, revela que, no terceiro trimestre de 2022, o nosso país deverá precisar de 49.000 trabalhares para o setor do turismo, frisando que uma em cada 10 vagas deverão ficar por preencher este ano. No entanto, os números do WTTC salientam que Portugal deverá ser o país menos afetado com este problema entre os países analisados, já que em França faltam 70 mil trabalhadores, no Reino Unido 130 mil, em Itália 250 mil e nos Estados Unidos mais 412 mil.

Antes da pandemia (2019), indica o WTTC, Portugal empregava mais de 485.000 pessoas no setor do turismo, para, em 2020, perder mais de 80.000 empregos.

A entidade internacional do turismo refere que, no início de 2021, o nosso país registou uma recuperação, com os 32,6% de crescimento do setor a contribuir para a economia nacional. Contudo, aponta que a falta de pessoal prevalece, com milhares de vagas por preencher, “colocando pressão no sector”.

Segundo o WTTC, a indústria hoteleira é a mais afetada, com 13% das vagas (uma em oito) por preencher, enquanto o segmento de Food&Beverage terá 12% de pessoal a menos (também um em oito).

Para Julia Simpson, president e CEO do WTTC President & CEO, “o Governo português colocou sempre o setor do turismo na vanguarda da sua agenda”, salientando mesmo que “já está a “abordar esta questão com medidas estratégicas”, frisando que o Ministério responsável pelo turismo “é muito proativo e introduziu uma política flexível para atrair talento”.

“O futuro do turismo em Portugal parece brilhante e, para garantir uma recuperação total da economia e do setor, é preciso preencher essas vagas para garantir que Portugal possa responder à procura dos viajantes há muito esperada”, diz Julia Simpson.

De referir que, recentemente, o mesmo WTTC revelou que, em toda a União Europeia, existiam 1,2 milhões de empregos por preencher no setor do turismo, aviação, hotelaria, com as agências de viagens a serem as mais impactadas.

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Victor Jorge

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Distribuição

Operadores juntam-se para lançar novo charter de réveillon para o Brasil

Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral são os operadores turísticos que vão realizar uma operação charter de réveillon para o Brasil, com partida para Salvador da Bahia, a 26 de dezembro, e para Maceió, no dia seguinte.

Publituris

Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral vão voltar a lançar uma operação charter de réveillon para o Brasil, que vai contar com partidas do Porto para Salvador da Bahia e desde Lisboa e Porto para Maceió.

De acordo com a informação divulgada esta terça-feira, 2 de agosto, a operação charter para Salvador da Bahia vai contar com partida do Porto, a 26 de dezembro, enquanto o regresso decorre a 2 de janeiro.

Já o charter para Maceió, que vai ter saída de Lisboa via Porto, tem partida marcada para 27 de dezembro, com regresso a 3 de janeiro, com a programação para este destino brasileiro a destacar o recém-inaugurado Vila Galé Alagoas.

“Esta operação tem tido um sucesso continuado desde que foi lançada em 2012”, destacam os operadores turísticos que participam nesta operação, no comunicado enviado à imprensa esta terça-feira, 3 de agosto.

No sentido inverno, os voos estão também a ser comercializados pelo operador Alto Astral, “em parceria com Lusanova e outros parceiros locais”, explica ainda a informação divulgada pelos operadores turísticos.

 

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OMT: Turismo internacional recuperou quase metade dos níveis de 2019 até maio

Apesar das chegadas internacionais terem recuperado 46% dos níveis de 2019, a OMT está preocupada com o impacto da guerra na Ucrânia, inflação, aumento de juro e caos nos aeroportos, que podem comprometer a recuperação no resto do ano.

Inês de Matos

O turismo internacional apresentou uma forte recuperação nos primeiros cinco meses do ano e contabilizou 250 milhões de chegadas, traduzindo uma subida de quase 225% face às 77 milhões de chegadas internacionais de igual período de 2021, o que mostra que, em comparação com 2019, o turismo internacional já recuperou “quase metade (46%) dos níveis pré-pandemia”, segundo o último Barómetro da Organização Mundial do Turismo (OMT).

“A recuperação do turismo ganhou ritmo em várias partes do mundo, enfrentando os desafios que estão no seu caminho”, sublinha Zurab Pololikashvili, secretário-geral da OMT, citado no comunicado que acompanha os resultados do Barómetro do Turismo Mundial, que foi divulgado esta segunda-feira, 1 de agosto.

Segundo os dados do Barómetro da OMT, a Europa e as Américas lideraram a recuperação nos primeiros cinco meses do ano, com a Europa a contabilizar mesmo quatro vezes mais chegadas internacionais que no mesmo período do ano passado, num crescimento que chega aos 350% e que se deve ao levantamento de todas as restrições relacionadas com a COVID-19 em vários países, o que fez disparar a procura inter-regional.

A OMT destaca o mês de abril, que apresentou um crescimento “particularmente robusto”, com um aumento de 458% na procura internacional, o que se ficou a dever às celebrações da Páscoa, que se assinalaram nesse mês.

Tal como a Europa, também o continente Americano apresentou um forte desempenho entre janeiro e maio, período em que as chegadas internacionais aumentaram 112%, valores que, quer na Europa, quer na América, não foram suficientes para alcançar os números de 2019.

“A forte recuperação é, no entanto, medida em relação aos fracos resultados de 2021 e as chegadas permanecem 36% e 40% abaixo dos níveis de 2019 em ambas as regiões, respetivamente”, acrescenta a OMT.

Além da Europa e América, a recuperação do turismo internacional chegou também ao Médio Oriente, que apresentou um crescimento de 157% nas chegadas internacionais até maio, assim como a África, onde houve um acréscimo de 156%, regiões que, ainda assim, ficaram 54% e 50% abaixo dos níveis de 2019, respetivamente.

Na Ásia-Pacífico, as chegadas internacionais praticamente duplicaram entre janeiro e maio, subindo 94%, ainda que, também nesta região, os números continuem 90% abaixo dos níveis pré-pandemia, uma vez que, justifica a OMT, “algumas fronteiras permaneceram fechadas para viagens não essenciais”.

Por sub-regiões, a OMT diz que também há uma recuperação e que várias dessas sub-regiões recuperaram 70% a 80% das chegadas internacionais, a exemplo das Caraíbas e da América Central, que lideraram o crescimento entre janeiro e maio, seguindo-se o sul do Mediterrâneo, assim como o Oeste e Norte da Europa.

Gastos acompanham crescimento

Tal como as chegadas, também os gastos dos turistas internacionais estão a aumentar e, segundo a OMT, os gastos dos turistas provenientes turistas da França, Alemanha, Itália e Estados Unidos estão agora em 70% a 85% dos níveis pré-pandemia, enquanto os gastos dos turistas da Índia, Arábia Saudita e Qatar superaram já os níveis de 2019.

A recuperação das receitas turísticas já supera mesmo os valores de 2019 em vários países, a exemplo de Portugal, mas também da República da Moldávia, Sérvia, Seicheles, Roménia, Macedónia do Norte, Santa Lúcia, Bósnia e Herzegovina, Albânia, Paquistão, Sudão, Turquia, Bangladesh, El Salvador, México e Croácia.

Para a OMT, os resultados positivos devem continuar ao longo do verão, essencialmente no hemisfério Norte e à medida que mais países levantem as restrições à COVID-19 que ainda existem, o que já aconteceu em 62 destinos turísticos, incluindo 39 na Europa e um número crescente na Ásia.

Incerteza preocupa

Apesar da recuperação, a OMT mostra-se preocupada quanto à sua continuação e alega que o aumento da procura acima do previsto está a causar problemas operacionais, o que a juntar à guerra na Ucrânia, aumento da inflação e das taxas de juro, pode representar “um risco para a recuperação” e colocar em causa os cenários avançados em maio e que previam que, este ano, as chegadas internacionais atingissem 55% a 70% dos níveis pré-pandemia.

“Os resultados dependem da evolução das circunstâncias, principalmente das mudanças nas restrições de viagem; inflação, incluindo altos preços de energia e condições económicas gerais; evolução da guerra na Ucrânia, bem como da situação sanitária”, acrescenta a OMT, considerando que também a “falta de pessoal, congestionamento severo nos aeroportos e atrasos e cancelamentos de voos” podem prejudicar a recuperação.

Por isso, a OMT diz que as suas previsões apontam para uma recuperação mais rápida na Europa e América, enquanto Ásia e o Pacífico devem “ficar para trás devido a políticas de viagens mais restritivas”, prevendo-se que as chegadas internacionais de turistas podem subir para 65% ou 80% dos níveis de 2019 em 2022 na Europa, enquanto nas Américas podem atingir 63% a 76% desses níveis.

Já em África e no Médio Oriente, as chegadas podem atingir 50% a 70% dos níveis pré-pandemia, enquanto na Ásia e no Pacífico devem permanecer em 30% dos níveis de 2019 no melhor cenário, “devido a políticas e restrições mais rígidas”, considera a OMT.

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Inês de Matos

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Destinos

Em junho, dormidas e hóspedes ficam perto de valores de 2019

No mês de junho, destaque para o Norte de Portugal, para as ilhas (Madeira e Açores) e Lisboa, regiões que já ultrapassaram os números de 2019 no que diz respeito às dormidas.

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Em junho de 2022, o setor do alojamento turístico registou 2,7 milhões de hóspedes e 7,2 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos de 97,3% e 110,2%, respetivamente (+162,3% e +221,7% em maio, pela mesma ordem) ao mesmo mês de 2021, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), concluindo que os valores ficaram perto dos níveis de 2019, registando-se diminuições de 2,6% e 0,4%, respetivamente.

No caso das dormidas, no sexto mês de 2022, o mercado interno contribuiu com 2,3 milhões de dormidas (+16,5%) e os mercados externos totalizaram 4,8 milhões (+241,8%), verificando-se que, face a junho de 2019, o mercado interno já apresenta valores acima dos níveis pré-pandemia, com um crescimento de 7%, embora os mercados externos apresentam uma diminuição de 3,5%.

Ainda nas dormidas, estas aumentaram 115,2% (-0,5% face a junho de 2019) na hotelaria (82,4% do total), 112% (-5,1%, comparando com junho de 2019) nos estabelecimentos de alojamento local (13,8% do total) e 37,4% (+26,4% face a junho de 2019) no turismo no espaço rural e de habitação (quota de 3,8%).

No primeiro semestre de 2022, segundo o INE, as dormidas aumentaram 252,4% (+84,1% nos residentes e +529,5% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 7%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-11,9%), e uma evolução positiva de 5,2% nas dos residentes.

Já no segundo trimestre de 2022, o total das dormidas aumentou 209,9% (-0,2% face ao mesmo período de 2019), com as dormidas de residentes a aumentarem 55,6% (+9,9% em relação ao 2.ºT 2019) e as de não residentes cresceram 450,1% (-4,1% comparando com o 2.ºT 2019).

De referir ainda que em junho, 15,7% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (28,4% em junho de 2021).

EUA em alta
Os dados do INE indicam que a totalidade dos dezassete principais mercados emissores registou aumentos expressivos em junho, tendo representado 88,1% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

O mercado britânico (22,4% do total das dormidas de não residentes em junho) diminuiu 0,6% relativamente a junho de 2019, enquanto as dormidas de hóspedes alemães (12% do total) caíram 4,7%.

Já o mercado norte americano (quota de 8,5%) destacou-se com um crescimento de 27,3% em junho, quando comparado com o mesmo mês de 2019.

Comparando com junho de 2019, evidenciaram-se também os crescimentos registados pelos mercados checo (+61,6%), dinamarquês (+50,8%) e romeno (+30,9%), enquanto nas quebras, os destaques vão para os mercados brasileiro (-20,8%) e francês (-13,1%).

Norte, ilhas e Lisboa acima de 2019
Analisando as dormidas por regiões, o INE revela aumentos em todas elas, com o Algarve a concentrar 31,2% das mesmas, seguindo-se Lisboa (24,5%), o Norte (15,5%) e a Madeira (11,7%).

Comparando com junho de 2019, registaram-se aumentos na Madeira (+16,8%), Norte (+6,2%), Açores (+6,1%) e Lisboa (+0,1%), com o maior decréscimo a fica a Sul, no Algarve (-8,1%).

Relativamente às dormidas de residentes, registaram-se aumentos em todas as regiões, com exceção do Algarve (-5,3%), destacando-se a Madeira (+63,5%), Norte (+13,1), Açores (+12,6%) e Centro (+10%).

Nas dormidas de não residentes, registaram-se aumentos na Madeira (+8,4%), Norte (+2,1%) e Açores (+1,9%), enquanto o Centro e Algarve tiveram as maiores descidas (-19,8% e -9%, respetivamente).

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