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Portugal entre os destinos mais escolhidos pelos espanhóis para viajar em 2021 e 2022

Portugal aparece 2.º destino mais escolhido pelos espanhóis para viajar em 2021 e 2022, aparecendo ainda a referência isolada aos Açores. Contudo, viajar para os espanhóis, só a partir de setembro.

Victor Jorge
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Portugal entre os destinos mais escolhidos pelos espanhóis para viajar em 2021 e 2022

Portugal aparece 2.º destino mais escolhido pelos espanhóis para viajar em 2021 e 2022, aparecendo ainda a referência isolada aos Açores. Contudo, viajar para os espanhóis, só a partir de setembro.

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De acordo com uma sondagem efetuada, recentemente, pelo Travelzoo, Portugal está entre os destinos estrangeiros preferidos dos espanhóis para as suas férias não só em 2021, como, igualmente, em 2022, uma vez levantadas as restrições às viagens.

A sondagem adverte, contudo, que não se trata de uma sondagem geral, mas sim e somente aos consumidores registados no Travelzoo e predispostos a viajar.

Portugal aparece em segundo lugar com 18,2% das respostas, somente atrás de Itália que recebe 18,9%, mas à frente de França (15,5%) ou Grécia (8,6%). Destaque ainda para a referência aos Açores, que aparece com 4,3% das menções.

Quanto a outros destinos mais distantes, Brasil recebe 1,3% das respostas, enquanto México 4,2%, Caraíbas 9,5%EAU, 1,4%, Fiji, 0,1%, Filipinas 0,8%, Indonésia 2,3%, Maldivas 4,2%Tailândia 0,8%; EUA 8,7% ou Turquia 3,4%.

Espanha lidera, contudo, o ranking, apontando 53,7% dos espanhóis que este será o destino preferido para as suas férias em 2021 e 2022.

Não se pense, no entanto, que existe uma correria desenfreada aos destinos mais procurados. A pesquisa do Travelzoo indica, também, quando é que os espanhóis planeiam as próximas viagens internas e externas, aparecendo o mês de setembro de 2021 como a altura mais referenciada para fazer férias domésticas ou mais regionais.

A pesquisa refere ainda que 16,7% dos espanhóis ainda não sabe quando viajará por Espanha, não se sentido confortável em efetuar reservas neste momento, subindo esse valor para 26,7% quando se trata de viagens ao estrangeiro, embora 19,3% indique que o mais provável é só viajar em 2022.

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Publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa

Tal como tinha sido indicado pelo primeiro-ministro, António Costa, foi publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa, indicando que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição”.

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A revogação do despacho de quarta-feira, 29 de junho, determinada pelo primeiro-ministro, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa foi publicada em Diário da República em novo despacho.

O despacho, assinado pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, publicado em suplemento com a data de quinta-feira, 30 de junho, justifica a revogação imediata, referindo que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição, conforme indicação do senhor primeiro-ministro”.

Indica também que o teor do despacho revogado “é uma matéria de prioridade política e estratégica da maior importância e impõe uma tomada de decisão célere”

Recorde-se que o despacho de quarta-feira determinava a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro, António Costa, determinou a revogação do despacho, e reafirmou que queria uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

O despacho “polémico” publicado na quarta-feira, assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, determinava o “estudo da solução que visa a construção do aeroporto do Montijo, enquanto infraestrutura de transição, e do novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete, nas suas várias áreas técnicas.”

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Turkish Airlines conta lançar voos sem escalas para a Austrália em 2026 ou 2027

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

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A Turkish Airlines pretende abrir voos sem escalas entre Istambul, na Turquia, e Sydney e Melbourne, na Austrália, numa operação que, segundo Ahmet Bolat, presidente da Turkish Airlines, poderá arrancar em 2026 ou 2027, uma vez que a companhia aérea turca está ainda a estudar o tipo de aparelho a usar nesta rota.

“A Austrália é o último continente para o qual a Turkish Airlines não voa”, recordou o responsável, durante a reunião geral anual da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que decorreu em Doha, no Qatar.

De acordo com Ahmet Bolat, a rota entre Istambul e a Austrália poderá vir a ser realizada num avião A350-1000XWB ou Boeing 777X, em vez dos A340-500s ou 777-200LRs que, acrescenta o responsável, acarretam maiores custos com o combustível.

“Os nossos estudos mostram uma grande perda (financeira) com essas aeronaves, especialmente com os altos preços atuais do combustível”, afirmou o presidente da Turkish Airlines, explicando que, por isso, a companhia aérea deve “optar por uma versão adicional, o A350-1000XWB, para serviços de ultralonga distância de Istambul a Sydney e Melbourne”.

Os voos sem escalas desde Istambul para a Austrália devem ter uma duração de 17 horas e, devido aos testes que a Turkish Airlines ainda está a realizar, não é expectável que arranquem antes de 2026 ou 2027.

Até à chegada dos voos sem escalas, a Turkish Airlines vai manter os acordos de codeshare que já disponibiliza nos voos para a Austrália e está em conversações com outros parceiros para alargar a oferta

“Com a frota existente, não podemos fazer voos sem escalas. Estamos a conversar com os nossos parceiros de codeshare porque é mais confortável operar a Austrália com a mesma aeronave”, concluiu o responsável.

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Viseu Dão Lafões aspira a números históricos este verão

A região Viseu Dão Lafões pretende atingir números históricos este verão, e entende que os pode conseguir com a nova campanha de promoção turística que acaba de lançar, que aposta nas caraterísticas mais fortes e identitárias do território.

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“Queremos impulsionar aquele que pode vir a ser o melhor verão de sempre para o turismo da região”, afirma Fernando Ruas, presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, entidade responsável pela campanha.

Designada “Um Verão sem Comparação”, a campanha está sustentada naquilo que de melhor existe nos 14 municípios que a compõem e vem impulsionar aquele que poderá ser “um verão histórico” para o turismo local.

“Queremos com esta campanha impulsionar um desempenho que será a todos os títulos excecional, pelo que representa em termos de recuperação dos anos marcados pela pandemia, e considerando até os melhores números anteriores”, destacou o presidente da CIM Viseu Dão Lafões.

Na campanha, o território de Viseu Dão Lafões assume-se como ponto de referência para as férias de sonho dos amantes da natureza, dos apaixonados pela gastronomia e vinhos, bem como de todos os adeptos de propostas de saúde e bem-estar, que, sozinhos ou acompanhados, desejam tirar o melhor partido do seu tempo de lazer, indica nota de imprensa da entidade.

 

A campanha sucede a uma proposta anterior, “O Verão é Aqui!”, que foi dinamizada no verão de 2021.

Com uma comunicação a ser desenvolvida em diferentes formatos e plataformas (em meios físicos, online, na rádio e na imprensa escrita), focada nas experiências que o território pode oferecer a quem o visita, esta campanha, de âmbito nacional, está ancorada nas mais-valias da região, composta por 14 municípios.

Paralelamente, a CIM aposta na iniciativa “Viseu Dão Lafões Pé ante Pé”, uma proposta de ativação da Rede de Percursos Pedestres da região, desenvolvida em colaboração com os municípios. Esta iniciativa apresenta um calendário de 14 caminhadas – uma por cada município da CIM Viseu Dão Lafões –, com níveis de dificuldade que variam entre o 1 (fácil) e o 2 (médio).

 

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Alojamento turístico recupera em maio mas mantém descida nas dormidas de não residentes

Segundo o INE, em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões, valores que traduzem um crescimento de 11,6% e uma descida de 4,7% face ao mesmo mês de 2019, respetivamente.

Inês de Matos

Em maio, o alojamento turístico nacional contabilizou 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas, valores que traduzem diminuições de 3,2% e 0,7% face a igual mês de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica que, no caso das dormidas, este indicador foi influenciado pelo decréscimo de 4,7% registado nos mercados externos.

“Em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões. Face a maio de 2019, o mercado interno cresceu 11,6% e os mercados externos diminuíram 4,7%”, lê-se no comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho, pelo INE.

Face a maio do ano passado, o cenário é, no entanto, mais animador, uma vez que os 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas contabilizados representam subidas de 162,1% e 221,8%, respetivamente.

O INE diz que “os mercados externos predominaram”, já que representaram 72,2% das dormidas contabilizadas nos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, num aumento de 489,5% face ao ano passado, enquanto o aumento no mercado interno foi de 47,7%.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as dormidas totalizam já mais de 21,4 milhões, o que representa uma descida de 9,0% face a igual período de 2019, com o INE a indicar que esta descida foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes cresceram 4,9%”.

Em comparação com o acumulado dos primeiros cinco meses de 2021, o cenário volta a ser diferente, uma vez que existe um aumento de 355,2%, incluindo uma subida de 128,5% nos residentes e de 775,8% nos não residentes.

“No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, registou-se um aumento de 355,2% das dormidas totais, +128,5% nos residentes e +775,8% nos não residentes. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 9,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes aumentaram 4,9%”, resume o INE, no comunicado divulgado.

Por tipo de alojamento, o INE indica que as dormidas na hotelaria representaram 82,9% do total e que, face a igual mês de 2019, este tipo de alojamento registou um descida de -0,9%, ainda que, face a maio de 2021, haja um aumento de 237,5%.

No alojamento local, onde as dormidas representaram 13,8% do total, o cenário foi idêntico, já que as dormidas nestes tipo de estabelecimentos aumentaram 200,4% face a maio de 2021, mas desceram 4,8% face a maio de 2019.

Já nas unidades de turismo no espaço rural e de habitação, cujas dormidas representaram 3,3% do total, houve um aumento de 70,4% face a maio do ano passado, assim como de 30,1% face a maio de 2019.

Por mercados, o INE indica que a “totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos expressivos em maio”, representando 88,2% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

No entanto, três dos principais mercados emissores de turistas para Portugal, nomeadamente britânico, alemão e francês, continuaram a evidenciar descidas face a 2019, com o mercado britânico, que representou 21,7% do total das dormidas de não residentes, a cair 0,8%, enquanto o alemão, que representou 11,8% do total, desceu 7,3%, e o francês, que teve uma quota de 10,7%, recuou 10,0%.

“Comparando com maio de 2019, os maiores crescimentos foram registados nos mercados dinamarquês (+38,2%), romeno (+36,7%), checo (+32,8%) e norte americano (+21,9%). As maiores diminuições foram registadas nos mercados brasileiro (-25,8%), sueco (-18,0%) e austríaco (-11,7%)”, acrescenta o INE.

Aumento de dormidas em todas as regiões

Por regiões, o INE diz que, face ao ano passado, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, com destaque para o Algarve, que “concentrou 28,6% das dormidas,
seguindo-se a AM Lisboa (26,3%), o Norte (16,4%) e a RA Madeira (12,1%)”.

Face a 2019, a situação é, contudo, diferente, uma vez que apenas houve subidas na RA Madeira (+18,8%), Norte (+6,5%) e Alentejo (+1,2%), enquanto o Centro (-7,4%) contabilizou “o maior decréscimo observado”.

No que diz respeito às dormidas de residentes, também se registaram “aumentos em todas as regiões”, neste caso com destaque para a RA Madeira (+66,2%), Norte (+14,2) e Alentejo (+10,0%), enquanto as dormidas de não residentes aumentaram na RA Madeira (+12,6%) e no Norte (+2,4%), “tendo as maiores diminuições sido observadas no Centro (-23,1%) e Alentejo (-11,1%)”, segundo o INE.

Em maio, a estada média a nos estabelecimentos de alojamento turístico totalizou 2,56 noites, num aumento de 22,7% face a igual mês do ano passado, com destaque para a estada média dos residentes, que foi de 1,89 noites e aumentou 6,8%. Já a estada média dos não residentes foi de 2,98 noites, o que traduz uma subida de 2,3%.

O INE diz ainda que “na RA Madeira e no Algarve as estadas médias atingiram os valores mais elevados: 4,52 e 3,77 noites, respetivamente”.

 

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iVisa elege Lisboa como a cidade mais feliz do mundo

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking da iVisa, que analisou 40 destinos em todo o mundo.

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A capital portuguesa foi eleita como a cidade mais feliz do mundo pela empresa americana iVisa, que elaborou um ranking com 40 destinos de diferentes países de todo o mundo, no qual Lisboa alcançou o primeiro lugar “pelo excecional resultado obtido em todos os cinco critérios do ranking”.

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking, segundo um comunicado do Turismo de Lisboa que cita os resultados deste ranking, que destaca também que Lisboa é igualmente “uma das cidades mais bonitas do mundo”, tendo conquistado, a este nível, o top 4 no ranking 2022, da U City Guide.

“Lisboa é uma cidade de excelência, uma cidade vibrante, convidativa e calorosa. Sermos reconhecidos como a cidade mais feliz do mundo é um estímulo e um desafio para continuar o trabalho de melhorar a qualidade de vida dos residentes e de tornar Lisboa um destino cada vez mais atrativo e qualificado”, congratula-se Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e da Associação Turismo de Lisboa (ATL).

O Fado, o Mosteiro dos Jerónimos, bem como a Torre de Belém ou até mesmo os pastéis de nata são, segundo a iVisa, algumas das referências a não perder aquando uma visita à cidade de Lisboa.

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Primeiro-ministro revoga despacho sobre aeroporto e o que era já não é

Afinal, a decisão sobre as novas infraestruturas aeroportuárias para Lisboa, anunciadas por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, voltou à estaca zero. O primeiro-ministro, António Costa, decidiu revogar o despacho publicado.

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O primeiro-ministro, António Costa, determinou esta quinta-feira, 30 de junho, a revogação do despacho publicado na quarta-feira, 29 de junho, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa e reafirmou que quer uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

“O primeiro-ministro determinou ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação a revogação do despacho ontem [quarta-feira] publicado sobre o novo aeroporto da região de Lisboa”, lê-se num comunicado divulgado pelo gabinete de António Costa.

No comunicado, o primeiro-ministro “reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição e, em circunstância alguma, sem a devida informação previa ao Presidente da República”.

“Compete ao primeiro-ministro garantir a unidade, credibilidade e colegialidade da ação governativa. O primeiro-ministro procederá, assim que seja possível, à audição do líder do PSD que iniciará funções este fim de semana para definir o procedimento adequado a uma decisão nacional, política, técnica, ambiental e economicamente sustentada”, acrescenta-se no comunicado.

Recorde-se que na quarta-feira foi publicado em Diário da República um despacho assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

No despacho lê-se que “o Governo pretende avançar com a construção do aeroporto complementar do Montijo e planear imediatamente a construção de um novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete

“Os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo ‘stand alone’ como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”, lê-se na exposição de motivos.

O secretário de Estado das Infraestruturas considera que, “excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o país e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”.

Na quarta-feira, Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, desdobrou-se em entrevistas, defendendo a solução apresentada para Montijo e Alcochete, não referindo, contudo, os moldes em que essas obras iriam decorrer e quem assumiria os custos das mesmas.

Certo é que Pedo Nuno Santos avançou que a nova solução aeroportuária para Lisboa passava pela construção de um novo aeroporto no Montijo até 2026 e por encerrar o aeroporto Humberto Delgado, quando estivesse concluído o de Alcochete, em 2035.

O primeiro-ministro, António Costa, tinha afirmado no parlamento, na semana passada, que aguardava a decisão do presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa para que houvesse “consenso nacional suficiente” tendo em vista uma decisão “final e irreversível” sobre esta matéria.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou desconhecer os “contornos concretos” da nova solução aeroportuária do Governo para a região de Lisboa, observando que “foi ajustada agora”, e recusou comentá-la sem ter mais informação.

Do lado da oposição e dos respetivos partidos com representação parlamentar foram várias as críticas à decisão anunciada, com Luís Montenegro, presidente eleito do PSD, a salientar não ter sido “informado de nada” sobre os planos do Governo para o novo aeroporto.

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Lançada nova app para explorar pontos turísticos em Portugal

Uma nova aplicação turística para Android e iOS promete mudar a forma como os turistas visitam o património cultural português. O lançamento foi feito em Monção esta semana.

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A app Travizco da Impactzero Software oferece uma variedade de formas de explorar o país, desde pesquisas na aplicação à leitura de códigos QR e visitas em modo exploratório e automático.

O grande diferencial desta ferramenta, segundo a empresa que a desenvolveu, é a sua funcionalidade de audioguia, que permite um uso “mãos livres” em que o visitante é informado por áudio da história de um ponto de interesse ao se aproximar do mesmo.

O primeiro concelho a aderir à Travizco foi Monção. Assim, o presidente da autarquia, António Barbosa, considera a app “uma vantagem turística para o nosso território”.

No entanto, já há outros concelhos de Portugal em lista de espera para aderir à Travizco e uma rede de sugestões de visita já disponíveis para todo o país.

 

 

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Portugueses procuram destinos nacionais para férias em julho, segundo a Jetcost

A Jetcost apurou que as pesquisas por alojamentos de férias para julho 2022 triplicaram em Portugal em relação ao ano passado, com a maioria a recair nos destinos nacionais de Sol e Praia.

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As pesquisas por alojamentos de férias para julho 2022 triplicaram em Portugal em relação ao ano passado, avança o motor de pesquisa de hotéis e alojamento Jetcost, que adianta também que a maioria das pesquisas dos turistas lusos, para o período entre 1 e 31 de julho, diz respeito a destinos nacionais.

“Quase três em cada quatro usuários (73%) pesquisaram por destinos nacionais, contra 27% que escolheram destinos internacionais. Quanto às preferências, parece que, após o confinamento, os portugueses têm desejo de sol e praia, destacando esses destinos nas suas procuras (74%) em comparação com aqueles que preferem destinos do interior (26%)”, avança a Jetcost, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 29 de junho.

De acordo com o motor de pesquisa de alojamento, para julho, as pesquisas dos portugueses concentram-se em sete cidades na Região Centro e Norte e seis no Algarve, além de Lisboa.

Figueira da Foz, Albufeira e Portimão foram as cidades que reuniram maior número de pesquisas por partes dos portugueses na Jetcost, seguindo-se a Nazaré, Porto Santo e Sesimbra. No Top10 das pesquisas, entram ainda cidades como Quarteira, Lisboa, Porto e Funchal.

“Apesar das procuras de alojamento por parte dos portugueses para o mês de julho de 2022 terem triplicado face a julho do ano passado, muito devido ao facto de, como pudemos verificar por um recente inquérito da Jetcost, sete em cada dez já não temem o coronavírus nas próximas férias, parece que a crise económica está a afetar na hora de escolher um destino e preferem procurar cidades nacionais, de preferência com praia, com 74% dos turistas portugueses à procura de sol, areia e mar em relação aos destinos interiores”, destaca a Jetcost, no comunicado divulgado.

O motor de pesquisa diz ainda que as regiões mais procuradas são o Centro e o Norte de Portugal, que contam com sete cidades entre as 30 mais procuradas a nível nacional para férias em julho, seguindo-se as regiões do Algarve e Lisboa, com seis cidades, além da própria capital do país.

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

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Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

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Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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