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“Um verão forte para as viagens na Europa”, prevê CEO do WTCC

A responsável máxima do WTTC, Glória Guevara, admitiu que este será “um bom verão para a Europa”. Contudo, lançou o alerta para a necessidade de uma coordenação maior entre países e, fundamentalmente, um plano para relançar as viagens.

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“Um verão forte para as viagens na Europa”, prevê CEO do WTCC

A responsável máxima do WTTC, Glória Guevara, admitiu que este será “um bom verão para a Europa”. Contudo, lançou o alerta para a necessidade de uma coordenação maior entre países e, fundamentalmente, um plano para relançar as viagens.

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Glória Guevara, presidente e CEO do Conselho Mundial das Viagens e Turismo (WTTC, sigla em inglês), admitiu, durante a realização de um webinar organizado pela Associação de Operadores Turísticos Americanos (USTOA, sigla em inglês), que “este será um verão forte para viagens na Europa, incluindo viagens internacionais”.

Guevara exortou os governos a agir de forma coordenada para permitir a “mobilidade” por meio de testes consistentes e documentação requisitada, explicando ainda que um dos métodos eficientes passaria por haver um foco na “avaliação de risco individual” dos destinos, em vez de instituir proibições com base na avaliação de risco nacional, o que é efetivamente “pintar países inteiros com o mesmo pincel”.

Olhando para o futuro, a abordagem ideal seria que as empresas privadas e os governos fossem transparentes, se concentrassem na referida avaliação de risco individual, considerassem métodos para remover quarentenas e trabalhassem em prol de “um futuro mais sustentável e inclusivo”.

Guevara destacou que os países devem ter uma estratégia de saída para relançar as viagens, assim como o Reino Unido já fez ao definir o dia 17 de maio como uma data provisória para a abertura das fronteiras do país, dependendo, claro, da situação pandêmica naquele momento. Se outros países aliviarem ou removerem as restrições, isso deve abrir o caminho para a recuperação da Europa até o verão.

Guevara admitiu ainda que a indústria das viagens e do turismo terá que “coexistir com o vírus” porque “este não vai a lugar nenhum”. “Temos que ser inteligentes, usar tecnologia e trabalhar juntos para implementar soluções que permitam mobilidade”, salientou, acrescentando que as questões sanitárias são, a seguir à instabilidade política, o segundo fator de demora na recuperação do setor das viagens e turismo a nível global.

A responsável pelo WTTC referiu ainda que o objetivo do plano da entidade passa por ter uma recuperação rápida “em forma de V”, assim como após a crise financeira de 2008-2009, ao invés da recuperação mais lenta em “forma de U” que veio após o 11 de setembro.

Contudo, para esta realidade acontecer, Guevara salientou que será necessária coordenação (os países precisam de trabalhar em conjunto, uma vez que as viagens não são isoladas); foco na avaliação de risco individual em vez da avaliação de risco nacional; reforçar os protocolos de saúde e segurança, como uso de máscaras e vacinas; e apoiar o setor das viagens e turismo, incluindo proteção aos trabalhadores e a necessidade de uma “estratégia de saída”, ou seja, um plano para relançar as viagens.

De acordo com as contas de Guevara, a indústria das viagens e turismo perdeu 174 milhões de empregos globalmente na pandemia, com o WTTC a apresentar um plano para recuperar 100 milhões desses empregos.

Finalmente, a presidente e CEO do WTTC afirmou ainda que outro ponto fundamental no futuro é algum tipo de consistência entre os passes sanitários, apontando diferenças entre passaportes de saúde, que incluem um extenso histórico pessoal de saúde e problemas atuais de privacidade, e passes de saúde, que contêm apenas informações relevantes para uma viagem específica, como vacinas ou testes.

Por isso mesmo, o WTTC não aceita a exigência de passaportes de saúde, concluindo Guevara que existem muitos bons passes de saúde e aplicativos disponíveis e que, embora nenhum deles se tornasse universal, estes deveriam funcionar entre si.

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Certificado digital e teste negativo deixam de ser obrigatórios nos voos para Portugal

As companhias aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental, à apresentação de comprovativo de realização de teste, Certificado Digital COVID UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

Os passageiros de voos com destino ou escala em Portugal deixam de ter de apresentar o certificado digital ou teste negativo à COVID, informou hoje a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

Em comunicado, a ANAC refere que, na sequência da entrada em vigor do despacho conjunto n.º 8022-D/2022, de 30 de junho, “as transportadoras aéreas deixam de estar obrigadas a exigir aos passageiros, aquando do embarque de voos com destino ou escala em Portugal continental”, a apresentação de comprovativo de realização de teste para despiste da infeção por Sars-CoV-2 com resultado negativo, de certificado digital covid UE ou de certificados de vacinação ou recuperação emitidos por países terceiros, aceites ou reconhecidos em Portugal.

“Com a entrada em vigor deste novo regime as transportadoras áreas e os passageiros deixam de estar sujeitos às medidas restritivas, aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, no âmbito do combate à pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2, que duraram até 30 de junho de 2022”, refere.

O despacho n.º 8022-D/2022, publicado na quinta-feira, 30 de junho, em Diário da República, revoga o despacho n.º 4829-A/2022, de 22 de abril, que determinava “as medidas aplicáveis em matéria de tráfego aéreo, aeroportos, fronteiras marítimas e fluviais e define os termos e requisitos do respetivo sistema de verificação, bem como a supervisão do seu funcionamento”.

Segundo se lê no diploma que entrou em vigor, “a situação epidemiológica vivida em Portugal na sequência da pandemia da doença COVID-19 tem-se mantido relativamente estável, resultado da elevada cobertura vacinal, da emergência de novos fármacos para a doença grave e de um maior conhecimento sobre a infeção”.

Adicionalmente, “também no contexto internacional, nomeadamente no quadro da União Europeia, a evolução da situação epidemiológica deixou de justificar a adoção de medidas excecionais em matéria de tráfego aéreo, aeroportos e fronteiras marítimas e fluviais”.

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, tinha anunciado na conferência de imprensa realizada após o último Conselho de Ministros, que o período de isolamento por COVID-19 iria passar de sete para cinco dias e que deixaria de ser exigido o certificado digital para entrar no país.

“Fora estas duas alterações, a passagem de sete para cinco dias e deixar de ser exigido certificado em viagens, as regras permanecem as mesmas, com a indicação de uso de máscara nos transportes públicos e com a recomendação de utilização de máscara quando estamos em contacto com pessoas mais vulneráveis, quando temos sintomas ou quando sabemos que tivemos um contacto de maior risco”, precisou.

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CEIT integra radar de inteligência turística de João Pessoa

O Radar de Inteligência da Economia do Turismo (RIET) é uma ferramenta que, numa primeira fase, vai permitir “mapear informações, dados e indicadores sobre a marca territorial”.

O CEIT – Centro Estratégico de Inovação Territorial estabeleceu uma parceria com a prefeitura de João Pessoa, no Brasil, e com a Universidade Federal da Paraíba, no âmbito da qual foi já lançado o Radar de Inteligência da Economia do Turismo (RIET), ferramenta que, numa primeira fase, vai permitir “mapear informações, dados e indicadores sobre a marca territorial”.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pelo CEIT, estes dados serão, depois, apesentados a “toda a cadeia de valor do turismo através de publicações, painéis, boletins económicos e anuários estatísticos dinâmicos”.

“Será focado no mercado interno, integrando um conjunto de pesquisas técnicas para identificar os impactos, comportamentos e perfis socioeconómicos dos visitantes”, acrescenta a informação divulgada.

O RIET vai também disponibilizar “o acesso aos resultados das sondagens empresariais que serão desenvolvidas pelo órgão municipal de turismo”, com o objetivo de “avaliar o desempenho dos diferentes segmentos”.

No âmbito desta iniciativa, vai ainda ser criada “uma linha de subsídios para a construção de cenários estratégicos para o desenvolvimento turístico da Capital da Paraíba”.

“A intenção é potenciar a marca João Pessoa alicerçada num turismo sustentável para que a cidade possa ser mais competitiva e atrativa, não só para os turistas, mas também para os pessoenses”, destaca Ferdinando Lucena, coordenador do RIET.

Já Daniel Rodrigues, secretário de Turismo de João Pessoa, sublinha a importância da ferramenta, cujos resultados “ajudarão o destino e os demais órgãos ligados ao turismo a criar uma linha de ação focada nas necessidades da economia do setor”.

A importância deste projeto é ainda destacada por Cristóvão Monteiro, presidente executivo do CEIT, que refere que o RIET vai apoiar “processos de gestão da marca territorial em tempo real”, sendo também “fulcral” para dar uma “resposta mais fundamentada aos desafios do futuro”.

Para o responsável, esta é mais uma oportunidade de estreitar relações entre Portugal e o Brasil de forma a construir uma autêntica plataforma de benchmarking intercontinental.

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Portugal entre os destinos mais procurados pelos americanos para o 4 de julho, revela a Mabrian

Entre os destinos europeus mais procurados pelos americanos para os feriados do 4 de julho, Portugal só é ultrapassado pela Espanha. No que diz respeito aos preços, a consultora refere que o nosso país apresenta os voos com os preços mais em conta.

Portugal aparece entre os destinos internacionais mais procurados pelos norte-americanos para o fim de semana do feriado nacional de 4 de julho. De acordo com os dados da Mabrian, Portugal só é suplantando pelo México e Espanha.

Enquanto Portugal aparece com mais de 13 milhões de buscas, à frente da Grécia (com 11,7 milhões), Itália (com 10,3 milhões) e França (com 9,6 milhões), a liderança pertence ao México, destino que registou 36 milhões de buscas. Já Espanha aparece em segundo lugar e primeiro destino europeu procurado neste ranking, mercê das mais de 20 milhões de buscas.

Segundo os dados analisados pela Mabrian, regista-se uma procura crescente, indicando, igualmente, que “Grécia e Itália são os destinos com maior interesse dos americanos”.

No que diz respeito aos preços, a Mabrian indica que os preços mais competitivos para voos diretos (uma viagem) a partir dos EUA têm como destinos o México e a República Dominicana, com valores a não excederem os 350 euros. Já os preços mais caros para voos diretos a partir dos EUA e com destino à Europa, têm como destino a Grécia, apontando a Mabrian valores médios de 1.000 euros.

Para a Europa, Portugal aparece, novamente, bem classificado, com os valores mais baixos entre os destinos europeus, com um preço médio de 670 euros.

Em média, os preços para os destinos europeus começam nos 855 euros.

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Viseu Dão Lafões aspira a números históricos este verão

A região Viseu Dão Lafões pretende atingir números históricos este verão, e entende que os pode conseguir com a nova campanha de promoção turística que acaba de lançar, que aposta nas caraterísticas mais fortes e identitárias do território.

“Queremos impulsionar aquele que pode vir a ser o melhor verão de sempre para o turismo da região”, afirma Fernando Ruas, presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, entidade responsável pela campanha.

Designada “Um Verão sem Comparação”, a campanha está sustentada naquilo que de melhor existe nos 14 municípios que a compõem e vem impulsionar aquele que poderá ser “um verão histórico” para o turismo local.

“Queremos com esta campanha impulsionar um desempenho que será a todos os títulos excecional, pelo que representa em termos de recuperação dos anos marcados pela pandemia, e considerando até os melhores números anteriores”, destacou o presidente da CIM Viseu Dão Lafões.

Na campanha, o território de Viseu Dão Lafões assume-se como ponto de referência para as férias de sonho dos amantes da natureza, dos apaixonados pela gastronomia e vinhos, bem como de todos os adeptos de propostas de saúde e bem-estar, que, sozinhos ou acompanhados, desejam tirar o melhor partido do seu tempo de lazer, indica nota de imprensa da entidade.

 

A campanha sucede a uma proposta anterior, “O Verão é Aqui!”, que foi dinamizada no verão de 2021.

Com uma comunicação a ser desenvolvida em diferentes formatos e plataformas (em meios físicos, online, na rádio e na imprensa escrita), focada nas experiências que o território pode oferecer a quem o visita, esta campanha, de âmbito nacional, está ancorada nas mais-valias da região, composta por 14 municípios.

Paralelamente, a CIM aposta na iniciativa “Viseu Dão Lafões Pé ante Pé”, uma proposta de ativação da Rede de Percursos Pedestres da região, desenvolvida em colaboração com os municípios. Esta iniciativa apresenta um calendário de 14 caminhadas – uma por cada município da CIM Viseu Dão Lafões –, com níveis de dificuldade que variam entre o 1 (fácil) e o 2 (médio).

 

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Alojamento turístico recupera em maio mas mantém descida nas dormidas de não residentes

Segundo o INE, em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões, valores que traduzem um crescimento de 11,6% e uma descida de 4,7% face ao mesmo mês de 2019, respetivamente.

Inês de Matos

Em maio, o alojamento turístico nacional contabilizou 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas, valores que traduzem diminuições de 3,2% e 0,7% face a igual mês de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica que, no caso das dormidas, este indicador foi influenciado pelo decréscimo de 4,7% registado nos mercados externos.

“Em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões. Face a maio de 2019, o mercado interno cresceu 11,6% e os mercados externos diminuíram 4,7%”, lê-se no comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho, pelo INE.

Face a maio do ano passado, o cenário é, no entanto, mais animador, uma vez que os 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas contabilizados representam subidas de 162,1% e 221,8%, respetivamente.

O INE diz que “os mercados externos predominaram”, já que representaram 72,2% das dormidas contabilizadas nos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, num aumento de 489,5% face ao ano passado, enquanto o aumento no mercado interno foi de 47,7%.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as dormidas totalizam já mais de 21,4 milhões, o que representa uma descida de 9,0% face a igual período de 2019, com o INE a indicar que esta descida foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes cresceram 4,9%”.

Em comparação com o acumulado dos primeiros cinco meses de 2021, o cenário volta a ser diferente, uma vez que existe um aumento de 355,2%, incluindo uma subida de 128,5% nos residentes e de 775,8% nos não residentes.

“No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, registou-se um aumento de 355,2% das dormidas totais, +128,5% nos residentes e +775,8% nos não residentes. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 9,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes aumentaram 4,9%”, resume o INE, no comunicado divulgado.

Por tipo de alojamento, o INE indica que as dormidas na hotelaria representaram 82,9% do total e que, face a igual mês de 2019, este tipo de alojamento registou um descida de -0,9%, ainda que, face a maio de 2021, haja um aumento de 237,5%.

No alojamento local, onde as dormidas representaram 13,8% do total, o cenário foi idêntico, já que as dormidas nestes tipo de estabelecimentos aumentaram 200,4% face a maio de 2021, mas desceram 4,8% face a maio de 2019.

Já nas unidades de turismo no espaço rural e de habitação, cujas dormidas representaram 3,3% do total, houve um aumento de 70,4% face a maio do ano passado, assim como de 30,1% face a maio de 2019.

Por mercados, o INE indica que a “totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos expressivos em maio”, representando 88,2% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

No entanto, três dos principais mercados emissores de turistas para Portugal, nomeadamente britânico, alemão e francês, continuaram a evidenciar descidas face a 2019, com o mercado britânico, que representou 21,7% do total das dormidas de não residentes, a cair 0,8%, enquanto o alemão, que representou 11,8% do total, desceu 7,3%, e o francês, que teve uma quota de 10,7%, recuou 10,0%.

“Comparando com maio de 2019, os maiores crescimentos foram registados nos mercados dinamarquês (+38,2%), romeno (+36,7%), checo (+32,8%) e norte americano (+21,9%). As maiores diminuições foram registadas nos mercados brasileiro (-25,8%), sueco (-18,0%) e austríaco (-11,7%)”, acrescenta o INE.

Aumento de dormidas em todas as regiões

Por regiões, o INE diz que, face ao ano passado, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, com destaque para o Algarve, que “concentrou 28,6% das dormidas,
seguindo-se a AM Lisboa (26,3%), o Norte (16,4%) e a RA Madeira (12,1%)”.

Face a 2019, a situação é, contudo, diferente, uma vez que apenas houve subidas na RA Madeira (+18,8%), Norte (+6,5%) e Alentejo (+1,2%), enquanto o Centro (-7,4%) contabilizou “o maior decréscimo observado”.

No que diz respeito às dormidas de residentes, também se registaram “aumentos em todas as regiões”, neste caso com destaque para a RA Madeira (+66,2%), Norte (+14,2) e Alentejo (+10,0%), enquanto as dormidas de não residentes aumentaram na RA Madeira (+12,6%) e no Norte (+2,4%), “tendo as maiores diminuições sido observadas no Centro (-23,1%) e Alentejo (-11,1%)”, segundo o INE.

Em maio, a estada média a nos estabelecimentos de alojamento turístico totalizou 2,56 noites, num aumento de 22,7% face a igual mês do ano passado, com destaque para a estada média dos residentes, que foi de 1,89 noites e aumentou 6,8%. Já a estada média dos não residentes foi de 2,98 noites, o que traduz uma subida de 2,3%.

O INE diz ainda que “na RA Madeira e no Algarve as estadas médias atingiram os valores mais elevados: 4,52 e 3,77 noites, respetivamente”.

 

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iVisa elege Lisboa como a cidade mais feliz do mundo

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking da iVisa, que analisou 40 destinos em todo o mundo.

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A capital portuguesa foi eleita como a cidade mais feliz do mundo pela empresa americana iVisa, que elaborou um ranking com 40 destinos de diferentes países de todo o mundo, no qual Lisboa alcançou o primeiro lugar “pelo excecional resultado obtido em todos os cinco critérios do ranking”.

Qualidade de vida, quantidade de horas de sol, o número de horas trabalhadas, custo de vida e simpatia dos residentes foram os critérios avaliados neste ranking, segundo um comunicado do Turismo de Lisboa que cita os resultados deste ranking, que destaca também que Lisboa é igualmente “uma das cidades mais bonitas do mundo”, tendo conquistado, a este nível, o top 4 no ranking 2022, da U City Guide.

“Lisboa é uma cidade de excelência, uma cidade vibrante, convidativa e calorosa. Sermos reconhecidos como a cidade mais feliz do mundo é um estímulo e um desafio para continuar o trabalho de melhorar a qualidade de vida dos residentes e de tornar Lisboa um destino cada vez mais atrativo e qualificado”, congratula-se Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e da Associação Turismo de Lisboa (ATL).

O Fado, o Mosteiro dos Jerónimos, bem como a Torre de Belém ou até mesmo os pastéis de nata são, segundo a iVisa, algumas das referências a não perder aquando uma visita à cidade de Lisboa.

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Lançada nova app para explorar pontos turísticos em Portugal

Uma nova aplicação turística para Android e iOS promete mudar a forma como os turistas visitam o património cultural português. O lançamento foi feito em Monção esta semana.

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A app Travizco da Impactzero Software oferece uma variedade de formas de explorar o país, desde pesquisas na aplicação à leitura de códigos QR e visitas em modo exploratório e automático.

O grande diferencial desta ferramenta, segundo a empresa que a desenvolveu, é a sua funcionalidade de audioguia, que permite um uso “mãos livres” em que o visitante é informado por áudio da história de um ponto de interesse ao se aproximar do mesmo.

O primeiro concelho a aderir à Travizco foi Monção. Assim, o presidente da autarquia, António Barbosa, considera a app “uma vantagem turística para o nosso território”.

No entanto, já há outros concelhos de Portugal em lista de espera para aderir à Travizco e uma rede de sugestões de visita já disponíveis para todo o país.

 

 

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Portugueses procuram destinos nacionais para férias em julho, segundo a Jetcost

A Jetcost apurou que as pesquisas por alojamentos de férias para julho 2022 triplicaram em Portugal em relação ao ano passado, com a maioria a recair nos destinos nacionais de Sol e Praia.

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As pesquisas por alojamentos de férias para julho 2022 triplicaram em Portugal em relação ao ano passado, avança o motor de pesquisa de hotéis e alojamento Jetcost, que adianta também que a maioria das pesquisas dos turistas lusos, para o período entre 1 e 31 de julho, diz respeito a destinos nacionais.

“Quase três em cada quatro usuários (73%) pesquisaram por destinos nacionais, contra 27% que escolheram destinos internacionais. Quanto às preferências, parece que, após o confinamento, os portugueses têm desejo de sol e praia, destacando esses destinos nas suas procuras (74%) em comparação com aqueles que preferem destinos do interior (26%)”, avança a Jetcost, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 29 de junho.

De acordo com o motor de pesquisa de alojamento, para julho, as pesquisas dos portugueses concentram-se em sete cidades na Região Centro e Norte e seis no Algarve, além de Lisboa.

Figueira da Foz, Albufeira e Portimão foram as cidades que reuniram maior número de pesquisas por partes dos portugueses na Jetcost, seguindo-se a Nazaré, Porto Santo e Sesimbra. No Top10 das pesquisas, entram ainda cidades como Quarteira, Lisboa, Porto e Funchal.

“Apesar das procuras de alojamento por parte dos portugueses para o mês de julho de 2022 terem triplicado face a julho do ano passado, muito devido ao facto de, como pudemos verificar por um recente inquérito da Jetcost, sete em cada dez já não temem o coronavírus nas próximas férias, parece que a crise económica está a afetar na hora de escolher um destino e preferem procurar cidades nacionais, de preferência com praia, com 74% dos turistas portugueses à procura de sol, areia e mar em relação aos destinos interiores”, destaca a Jetcost, no comunicado divulgado.

O motor de pesquisa diz ainda que as regiões mais procuradas são o Centro e o Norte de Portugal, que contam com sete cidades entre as 30 mais procuradas a nível nacional para férias em julho, seguindo-se as regiões do Algarve e Lisboa, com seis cidades, além da própria capital do país.

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Quinta de Santa Cristina celebra aniversário com ‘open day’ a 2 de julho

Aniversário vai ser assinalado com um ‘open day’, que inclui visita à adega, caves e prova de vinhos.

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A Quinta de Santa Cristina, unidade de enoturismo em Celorico de Basto, celebra a 2 de julho mais um aniversário, data que vai ser assinalada com um ‘open day’, que inclui visita à adega, caves e prova de vinhos.

O ‘open day’ da Quinta de Santa Cristina conta com visitas guiadas à adega, onde é possível ficar a conhecer “todas as fases de vinificação desde a zona de receção das uvas, passando pelos lagares e prensas, cave de espumantes, zona de barricas, até à área de engarrafamento e rotulagem”.

Depois da visita, os participantes têm a oportunidade de participar numa prova com três vinhos produzidos na Quinta de Santa Cristina, que poderão ser adquiridos na loja do espaço, onde termina a visita guiada.

As visitas guiadas à Quinta de Santa Cristina decorrem ao longo de todo o dia, estando prevista uma visita com início pelas 11h00, assim como outras duas da parte da tarde, a partir das 15h00 e das 17h00.

As visitas têm um preço de oito euros por pessoa e requerem marcação prévia, que pode ser realizada até sexta-feira, 1 de julho, através do e-mail [email protected] ou do número de telefone +351 912 527 396.

 

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

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Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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