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Brasil passa a exigir teste negativo à COVID-19 a partir de 30 de dezembro

Informação é avançada pela companhia aérea brasileira Azul, que conta com voos diários entre Lisboa e São Paulo.

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Brasil passa a exigir teste negativo à COVID-19 a partir de 30 de dezembro

Informação é avançada pela companhia aérea brasileira Azul, que conta com voos diários entre Lisboa e São Paulo.

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O Brasil vai passar a exigir, a partir de 30 de dezembro, que todos os passageiros que cheguem ao país, sejam brasileiros ou estrangeiros, possuam um teste PCR negativo para a COVID-19, realizado com um máximo de 72 horas antes da partida, informou a companhia aérea brasileira Azul.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa esta terça-feira, 22 de dezembro, a obrigatoriedade resulta de uma portaria emitida pelo governo brasileiro no passado dia 17 de dezembro e que entra em vigor a 30 de dezembro.

Além do teste negativo à COVID-19, todos os passageiros que cheguem ao Brasil devem também apresentar a “Declaração de Saúde do Viajante (DSV), que pode ser preenchida online ou por via impressa”.

“O governo ainda não detalhou sobre o preenchimento online, entretanto, o formulário físico estará disponível para preenchimento antes da entrada no Brasil”, acrescenta a companhia aérea, que conta com voos diários entre Lisboa e São Paulo.

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Tarrafal Alfândega Suites é a nova unidade hoteleira da Oásis Atlântico em Cabo Verde

A inauguração terá lugar na próxima sexta-feira, 1 de julho, no novo empreendimento.

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O grupo Oásis Atlântico vai inaugurar esta sexta-feira, 1 de julho, um novo empreendimento, o Tarrafal Alfândega Suites.

Localizado na Baía do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, o edifício da antiga alfândega foi agora transformado numa unidade de 20 apartamentos, “todos com vista para o mar”, como indicado pelo grupo em comunicado.

O projeto turístico pretende “valorizar o património cultural, local e nacional, estimulando a economia da região”. Por essa razão, os detalhes arquitetónicos da traça original do edifício histórico foram preservados.

Para além dos apartamentos, o Tarrafal Alfândega Suites dispõe de um espaço de restauração, o “Restaurante Malagueta”, com terraço com vista para o mar e uma ementa que promete “refeições ligeiras e saudáveis”.

O cocktail de inauguração deste empreendimento contará com a presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, bem como de diversas entidades institucionais.

O grupo Oásis Atlântico tem um portefólio de oito hotéis, nomeadamente: Hotel Belorizonte e Hotel Salinas Sea (Ilha do Sal, Cabo Verde); Hotel Praiamar (Santiago, Cabo Verde); Hotel Porto Grande (S.Vicente, Cabo Verde); Hotel Fortaleza e Hotel Imperial, no Brasil, e os hotéis Hotel Saidia Palace & Hotel Blue Pearl, em Marrocos.

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HiJiffy lança sistema operativo “Aplysia OS” para facilitar interações entre hóspedes e hotéis

A tecnologia utiliza inteligência artificial para acompanhar todas as fases da jornada do hóspede no hotel, desde a pré reserva até ao pós-estadia. O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

Carla_Nunes

A HiJiffy acaba de lançar um novo sistema operativo de comunicação com hóspedes, o Aplysia OS.

Esta tecnologia utiliza Inteligência Artificial (IA) para criar interações entre os hotéis e os clientes em todas as fases da jornada do hóspede, desde a pré reserva até ao pós-estadia, de acordo com informação enviada em comunicado pela empresa.

Desta forma, a Aplysia permite conectar os hóspedes e hotéis “24 horas por dia, sete dias por semana”, sem a necessidade de interação humana”.

O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

A empresa explica que este sistema foi treinado nos últimos seis anos “com milhões de questões exclusivamente relacionadas com a indústria hoteleira”, pelo que possui recursos de autoaprendizagem para analisar dados em bruto e não etiquetados e classificá-los por si só.

Isto permite que a IA “aprenda de forma quase autónoma, tornando o processo de aprendizagem mais rápido face às soluções treinadas manualmente por humanos”.

Para além disso, a Aplysia consegue “entender as emoções por detrás das conversas”, através da análise semântica e de sintaxe.

O sistema consegue reconhecer se a conversa é negativa, neutra ou positiva, reagindo de acordo com esta análise – ou seja, dá prioridade e encaminha automaticamente as mensagens para o departamento certo.

Por exemplo, se a conversa for classificada pelo sistema como positiva, “o hóspede poderá seguir um fluxo de atendimento normal, eventualmente até sem qualquer interação com um agente humano”, tal como explica Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, à Publituris Hotelaria.

Se, por outro lado, o tom da conversa for negativo, o “hóspede poderá ser imediatamente redirecionado para a equipa do front-office, por exemplo, ou então diretamente para o diretor do hotel”.

A Aplysia OS é baseada na cloud e possui uma consola acessível através de desktop, browser e aplicações para Android e iOS.

Esta solução funciona apenas para os produtos da HiJiffy e não poderá ser comprada para ser usada para outros fins, tal como indica a empresa.

De momento, a tecnologia já está disponível “para todos os clientes da HiJiffy com muitos recursos já totalmente funcionais”, como adianta a empresa.

Funcionalidades em beta testing, que de momento só estão disponíveis para um número restrito de hotéis, serão alargadas a todos os clientes “em breve”.

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Sleep & Nature Hotel dinamiza terapias do sono em Montemor-o-Novo

A unidade abre em regime soft opening esta quinta-feira, 30 de junho.

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Esta quinta-feira, 30 de junho, o Sleep & Nature Hotel, em Montemor-o-Novo, abre em regime de soft opening, prometendo aos hóspedes “um sono repousante”, tal como indicado em comunicado.

A unidade de quatro estrelas gerida pela Amazing Evolution localiza-se no Monte do Vagar, freguesia de Lavre, e pretende oferecer “mais do que um sítio para descansar” rodeado pela natureza.

Isto porque o conceito do hotel passa por aproveitar o ambiente envolvente, numa zona calma, para influenciar o bem-estar dos hóspedes, incentivando o contacto com a natureza como forma de melhorar as práticas de sono, através de terapias não-médicas.

Teresa Paiva, especialista em neurologia, é a responsável pelo conceito e desenvolvimento deste projeto. Chama a atenção para o facto de o sono ser “um dos cinco pilares da saúde”, influenciando o risco de “cancro, doenças autoimunes, depressão, demência e doenças cardiovasculares”.

Com uma oferta direcionada para as perturbações relacionadas com o sono e stress, a unidade disponibiliza um ginásio, piscinas interior e exterior, spa, biblioteca e restaurante.

O hotel rural contará com 32 unidades de alojamento, incluindo 8 quartos duplos, 12 quartos duplos com pátio, 7 suites e 5 suites familiares com terraço. Existem também quartos para pessoas com mobilidade condicionada.

A sua localização no Monte Vagar dá o nome ao restaurante desta unidade, com opções que pretendem “revigorar o corpo”, tendo em conta “os sabores da região”.

Da carta fazem parte opções como Polvo à lagareiro com batata a murro e espinafres salteados; Sopa de Cação; Borrego confecionado a baixa temperatura, com texturas de ervilha e hortelã Lombinhos de porco preto grelhados com migas de espargos, enchidos e ameijoas salteadas.

Os alojamentos estão disponíveis a partir de 108 euros e as reservas podem ser realizadas através do website da Sleep and Nature  ou do email [email protected].

A responsável pelo projeto, Teresa Paiva, formou-se em medicina em 1969 e especializou-se em neurologia.

É pioneira na investigação e tratamento de problemas relacionados com o sono, sendo considerada a maior especialista de medicina do sono em Portugal.

O seu trabalho clínico na medicina do sono começou em 1983 no Hospital de Santa Maria e, após uma longa experiência, começou em 1998 o Centro de Medicina e Sono (CENC).

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RIU inaugura segundo hotel em Zanzibar

O hotel RIU Jambo tem 461 quartos e encontra-se no terreno adjacente ao hotel RIU Palace Zanzibar.

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A cadeia RIU apostou numa segunda unidade hoteleira em Zanzibar, com a inauguração do hotel RIU Jambo.

O novo hotel de quatro estrelas tem um edifício principal de seis andares e um total de 461 quartos, onde disponibiliza o serviço “Tudo Incluído 24h”, característico do grupo.

Localizada na zona norte de Unguja, a ilha principal de Zanzibar, e junto à praia de Nungwi, a unidade encontra-se no terreno adjacente do hotel RIU Palace Zanzibar, remodelado em 2019.

O novo estabelecimento encontra-se nas antigas instalações do hotel La Gema dell’Est, adquirido pela RIU em 2019. Alguns dos elementos originais foram mantidos, como foi o caso da palafita em frente à unidade.

O edifício principal do RIU Jambo alberga a receção e a maior parte dos quartos, cuja fachada bebe inspiração “na cultura africana”, através de “máscaras que adornam as torres” da unidade.

Do total de quartos, 93 encontram-se no rés-do-chão de forma escalonada, de frente para o mar, para não ocultar a vista para a paisagem.

Para a decoração dos quartos apostou-se nos tons de terra, dando protagonismo às aplicações em madeira.

De acordo com informação enviada em comunicado, “os fatores de sustentabilidade e eficiência energética também estão presentes neste edifício”, dada a utilização de “materiais naturais” no mobiliário, decoração, pavimentos e revestimentos.

A unidade refere ainda que “o hall de entrada é um espaço completamente aberto, com ventilação natural cruzada e profusão de luz natural através dos vários vãos presentes”.

No que diz respeito à restauração, a unidade oferece dois restaurantes temáticos na zona de palafita: o Italiano “il Panzotto” e o “Kulinarium”, bem como o bar “Bahari”.

Para além destes, os clientes podem ainda desfrutar no edifício principal do restaurante asiático “Yunnan” e do “Maisha”, com esplanada e cozinha internacional.

A oferta de F&B estende-se ao bar com esplanada “Bongo Flava”, ao bar-piscina “Hakuna Matata” e ao snack-bar na praia “Rafiki”.

Na zona exterior, os clientes do hotel têm à disposição cinco piscinas, uma das quais para crianças.

Já na parte do entretenimento, a unidade disponibiliza o clube infantil RiuLand, com uma zona de RiuArt e com uma área de RiuFit. Além disso, os hóspedes podem descontrair na zona de spa junto ao ginásio, bem como praticar desportos aquáticos com a Scuba Caribe.

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Portugal entre os destinos mais procurados para miniférias dos britânicos nas celebrações do Jubileu da rainha de Inglaterra

Portugal está entre os destinos mais procurados pelos britânicos para os dias de férias em virtude das celebrações do Jubileu do reinado da rainha Isabel II.

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Com o Jubileu de Platina da rainha Isabel II, em comemoração aos 70 anos de reinado, a aproximar-se (celebrações que decorrem de 2 a 5 de junho), são muitos os britânicos que aproveitam esses dias para umas miniférias.

Portugal aparece na listagem de destinos mais pesquisados pelos britânicos na Europa, segundo indica uma análise da Mabrian que mede o impacto das viagens outbound no Reino Unido.

Segundo a consultora, a recente pesquisa por bilhetes de avião do Reino Unido para destinos como Espanha, Itália, Turquia, Grécia e Portugal, mostra um claro pico na procura no fim de semana que antecede a data das celebrações e feriados, seguido de uma queda em todos os destinos.

Na medição da procura efetuada pela Mabrian, Portugal aparece atrás da Espanha, Itália, Turquia e Grécia. Espanha é a escolha clara de destino para os britânicos que desejam viajar, com 12,09 por milhão de todas as pesquisas efetuadas, seguida de Itália com 5,37, Turquia, Grécia e Portugal com 4,44, 4,30 e 4,16 respetivamente.

Esta procura por estes destinos não está, segundo a Mabrian, estar diretamente ligada aos preços médios dos quartos, com a Itália a revelar o preço médio mais elevado com 133,84€, seguida pela Grécia com 120,65€, Espanha logo atrás com 119,28€, Portugal não muito distante com 118,23€ e Turquia significativamente mais barato com 82,45€.

Carlos Cendra, diretor de Vendas e Marketing da Mabrian, refere na análise que a consultora efetua, que, “normalmente, nesta época do ano, há um aumento constante na procura semana a semana por destinos europeus de sol e praia por parte dos britânicos à medida que as temperaturas ficam mais quentes e a temporada de verão começa adequadamente”.

Contudo, diz o responsável, “o mega feriado de fim de semana deste ano, graças às comemorações do 70.º aniversário da rainha Isabel, criou um impulso pontual na procura, com uma clara preferência dos viajantes em tirar a semana inteira de férias e beneficiar de nove dias em vez de apenas três”.

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Qatar Airways e Malaysia Airlines reforçam parceria estratégica

Com esta parceria, as duas companhias aéreas acrescentam 34 aos 62 destinos de ‘codeshare’ existentes e algumas experiências melhoradas para os viajantes.

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A Qatar Airways e a Malaysia Airlines vão avançar com a próxima fase da parceria estratégica, na sequência do anúncio, pela Malaysia Airlines, de um serviço sem escalas de Kuala Lumpur para Doha a partir de 25 de maio.

Assim, os dois parceiros vão ampliar significativamente a cooperação em matéria de codeshares, permitindo aos passageiros viajar pelo mundo e desfrutar de melhores ligações através dos seus principais hubs em Kuala Lumpur e em Doha.

Segundo é avançado em comunicado, “a expansão do codeshare, que acrescenta 34 aos 62 destinos de codeshare existentes, assinala um novo marco na relação de longa data entre as transportadoras nacionais dos dois países e parceiras na oneworld.

Os viajantes do mundo inteiro passam a ter acesso a uma rede combinada muito maior e poderão desfrutar de uma experiência de viagem melhorada nas duas companhias aéreas com um único bilhete, incluindo os processos de check-in, embarque e baggage-check, benefícios para passageiros frequentes e acesso a salas de espera durante toda a viagem.

A partir de 25 de maio de 2022, os clientes que voarem no novo serviço da Malaysia Airlines de Kuala Lumpur para Doha terão acesso a 62 destinos de codeshare dentro da vasta rede da Qatar Airways para o Médio Oriente, África, Europa e América do Norte. Da mesma forma, os clientes da Qatar Airways que viajarem de Doha para Kuala Lumpur podem tirar partido de 34 destinos da Malaysia Airlines, incluindo toda a sua rede doméstica e mercados-chave na Ásia, tais como Singapura, Seul, Hong Kong e a Cidade de Ho Chi Minh, sujeitos a aprovação governamental.

Ao ligar ambas as redes, os parceiros procuram desenvolver Kuala Lumpur como um hub de aviação líder na região do Sudeste Asiático, ligando a Malásia, o Sudeste Asiático, a Austrália e a Nova Zelândia ao Médio Oriente, Europa, Américas e África. Além disso, a Qatar Airways e a Malaysia Airlines aproveitarão sinergias em múltiplas áreas de negócios e desenvolverão produtos inovadores para beneficiar os seus clientes distribuídos por todo o mundo.

A cooperação reforçada incluirá também benefícios de fidelidade recíproca, permitindo que os membros do Qatar Airways Privilege Club ganhem e resgatem pontos “Avios” quando voam na Malaysia Airlines, com benefícios semelhantes para os membros da “Malaysia Airlines Enrich” quando viajam nos serviços da Qatar Airways. Os membros do Privilege Club e do Enrich usufruirão também de uma vasta gama de outras vantagens únicas, em função do estatuto de escalão, tais como acesso gratuito a salas VIP, franquia de bagagem extra, check-in prioritário, embarque prioritário e entrega de bagagem prioritária na Malaysia Airlines e na Qatar Airways.

A parceria estratégica da Malaysia Airlines e da Qatar Airways evoluiu progressivamente a partir de 2001 e foi significativamente ampliada com a assinatura de um Memorando de Entendimento, em fevereiro de 2022, a fim de potenciar os pontos fortes de ambas as redes, proporcionar aos passageiros um acesso robusto a viagens para novos destinos além da rede individual de cada companhia, e, finalmente, liderar as viagens na região da Ásia-Pacífico.

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Grupo Pestana regressa aos lucros com 23 milhões de euros

Depois de um ano de 2020 negativo, o Pestana Hotel Group (PHG) regressou aos lucros, obtendo um resultado líquido de 23 milhões de euros. Já as receitas passaram para 295 milhões, enquanto o EBITDA ultrapassou os 96 milhões. O mês de abril de 2022 já foi melhor que 2019.

Victor Jorge

Os resultados líquidos referentes ao exercício de 2021 do Pestana Hotel Group (PHG), apresentados esta quarta-feira, dia 18 de maio, voltaram a números positivos, registando lucros de 22,9 milhões de euros, contra os 32,2 milhões de euros negativos alcançados em 2020, mas ainda longe dos 79,4 milhões obtidos no melhor ano de sempre do maior grupo hoteleiro português, em 2019.

No que diz respeito ao volume de vendas, o crescimento foi de 113,7 milhões de euros, passando de 181,7 milhões, em 2020, para 295,4 milhões de euros, em 2021, mas, também aqui, ainda aquém dos 418,8 milhões de euros alcançados no último ano pré-pandémico.

Já no EBITDA, o grupo apresentou, para o exercício de 2021, 22,9 milhões de euros face aos 33,7 milhões de 2020, triplicando, assim, este valor. No exercício de 2019, o EBITDA obtido pelo grupo foi de 161,8 milhões de euros.

Na conferência de imprensa que marcou a apresentação de resultados do grupo Pestana, José Teotónio, CEO do PHG, admitiu que “cada ano de pandemia parecia um século”, fazendo referência ao desempenho variável do exercício. “O ano de 2021, em termos turísticos começou, basicamente, em maio”, admitiu José Teotónio, revelando que “se até maio tivemos muito pouca atividade, tivemos uma abertura no quinto mês do ano, mas que depois voltou a cair, com a situação dos britânicos, para voltar a crescer nos meses de verão. Depois veio a variante Ómicron e, em novembro, tudo voltou tudo a fechar”, salientou o responsável do grupo.

“Comparado com 2020, sem dúvida que 2021 foi melhor, mas ficámos, naturalmente, longe de 2019”, destacando José Teotónio que “2021 ficámos a 45 a 50% de 2019”.

Considerando que os números de 2021 “não são um grande resultado, mas, dadas as circunstâncias, termos regressado aos resultados positivos já é muito bom”, confidenciou José Teotónio.

Destacando que, em fevereiro de 2020 o grupo abriu o 100.º hotel para “fechá-lo 39 dias depois” [unidade de Nova Iorque], José Teotónio revelou que o grupo já tem, atualmente, todas as unidades (re)abertas).

Regressando, no entanto, a 2021, e com o mercado nacional a dar “um forte contributo em termos de reservas”, o grupo teve nos destinos de resort, com destaque para o Porto Santo e o Algarve, os pontas de lança na recuperação, contrapondo o desempenho dos destinos citadinos que “levaram e deverão levar mais tempo a recuperar”, segundo o CEO do grupo.

De resto, o PHG manteve as aberturas previstas para 2021 e 2022, com as nove unidades que estavam em pipeline, admitindo José Teotónio que, “com a pandemia, não tínhamos muito interesse em acelerar estes processos”. Assim, ao longo destes dois anos, foram acrescentados cerca de 1.000 quartos à oferta existente: Pousada de Vila Real de Santo António (Algarve), Pestana Vintage (Lisboa), Pousada do Porto-Flores (Porto), Pestana Fisherman (Maderia), Pestana CR7 Gran Vía (Madrid, Espanha), Pestana CR7 Times Square (Nova Iorque, EUA), Pestana Tânger (Marrocos), todos em 2021, continuando as aberturas em 2022 com o Pestana CR7 Marrakech (Marrocos) e Pestana Douro Riverside (Porto).

“Temos todos os hotéis abertos, o que é um contentamento, mas também um desafio. Agora é colocá-los no mapa”, antevendo com “boas perspetivas” o verão que está a chegar, mas sinalizando a guerra que se está a desenrolar a Leste “e ainda a COVID que parece que acabou, mas ainda aí está”.

Para 2022, José Teotónio acredita que, numa perspetiva Like-for-Like (LfL), ou seja, contabilizando a mesma operação que existia em 2019, “deveremos ficar a 85 a 90%, mas no total, estimamos um 2022 semelhante ou mesmo superior a 2019, o melhor ano de sempre do grupo”.

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Nova Edição: Como atender hóspedes com deficiência pela voz dos próprios

As acessibilidades para pessoas com deficiência na hotelaria em Portugal, Food & Beverage, Alambique de Ouro, W Algarve, o novo CEO da Les Roches, o próximo congresso da AHP, Upfield Professional, Análise CLEVER, palavra de chef e muitas opiniões.

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As acessibilidades, falta delas ou problemática de colocá-las corretamente ao serviço de que precisa delas faz capa da revista Publituris Hotelaria de abril.

Nem todas as unidades de alojamento proporcionam acessos suficientes adaptados às suas deficiências, sejam elas motoras, auditivas, visuais ou intelectuais.

Certo é que estes hóspedes pernoitam mais noites, geralmente em época baixa, e acompanhados por amigos e familiares: assim se descrevem as tendências de viagem das pessoas com deficiência.

Além das “Figuras” e do “Radar”, a edição do quarto mês de 2022 da Publituris Hotelaria traz a “Análise CLEVER” que o início do conflito armado na Ucrânia trouxe, novamente, incerteza para o setor do turismo e viagens. Embora os números mostrem que estamos ainda distantes dos valores de 2019, não deixa de ser relevante a boa prestação das reservas no alojamento e voos no primeiro trimestre de 2022 e as boas perspetivas para o mês de abril.

No “Fala-se”, damos conta do investimento efetuado pelo Alambique de Ouro. O projeto, orçado em nove milhões de euros, inclui um novo conceito de spa e uma nova ala com 42 suítes premium.

Em Lisboa, depois de ter resistido ao terramoto de 1755, o Palácio Ludovice Wine Experience Hotel, localizado no edifício do antigo Solar do Vinho do Porto, dá agora lugar a uma unidade que oferece 61 quartos em sete tipologias: Cozy Room; Classic Room; Superior Room; Deluxe Room e Junior Suite; Suite e Ludovice Prestige. O preço dos quartos começa nos 220 euros e o das suítes nos 450 euros. O investimento foi de 26 milhões de euros.

Também em Lisboa, no lugar onde se encontrava o Hotel Embaixador nasce agora o ibis Styles Lisboa Centro Liberdade, alvo de uma remodelação de cerca de seis milhões de euros. O convite é o de embarcar em novas aventuras, num espaço que celebra o mar, o rio e as navegações.

Viajando para Sul, o “W Algarve”, parte do grupo Marriott International, tem abertura marcada para dia 2 de maio. A Publituris Hotelaria esteve à conversa com Jeremie Lannoy, Marketing & Communication Director do W Algarve Hotel & Residences, que admitiu que existe, definitivamente, espaço para “projetos novos e inovadores na região”, salientando que “Portugal é um dos melhores destinos de verão da Europa”, vendo no nosso país “um potencial de crescimento enorme”.

Destaque, também, para a entrega dos “Portugal Trade Awards by Publituris @aBTL 2022” que, entre outros, distingui cinco unidades hoteleiras nacionais.

Durante a BTL 2022, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) anunciou o local do seu próximo congresso. Assim, a 33.ª edição do Congresso da Hotelaria viaja até ao Centro do país, mais concretamente, até ao Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, nos dias 16 a 18 de novembro.

Entrevistado para o “Management” foi, também, o novo CEO da Les Roches. Com o problema dos recursos humanos vincado pela pandemia, Carlos Díez de la Lastra, deixa a pergunta: “Que trabalho [é que os diretores] estão a fazer para tornar a hotelaria atrativa?”.

O “Dossier” desta edição dedica-se ao Food & Beverage (F&B). Numa altura de retoma do setor hoteleiro, com a reabertura de vários hotéis, os fornecedores mostram-se confiantes com a perspetiva de crescimento.

Certo é que, os produtos mais saudáveis e sustentáveis marcam a procura dos clientes em período de retoma.

Com este tema do F&B em mente, que falámos com Dálio Calado, diretor de F&B do Grupo UIP – Pine Cliffs/Hyatt depois durante o 18.º Congresso Nacional da Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP).

Na opinião do diretor de F&B, a restauração na hotelaria tem de ser tratada “como um accent, e não como uma amenitie”. Defende que é necessário dar uma “identidade aos restaurantes”, apostando “na diversidade de conceitos dentro de um só espaço” – desta forma, “os clientes sentem a necessidade de experimentar cada sítio”.

Nos “Fornecedores” e com a procura por uma oferta vegetariana e vegana, com ingredientes de alta qualidade a aumentar, o responsável ibérico da Upfield Professional revela-nos que a empresa tem “uma enorme preocupação com a qualidade e diversidade destas opções”.

Por falar em gastronomia, na nova rubrica da Publituris Hotelaria – “Palavra de Chef” – apresentamos alguns dos chefs que têm dado cartas na restauração. O destaque desta edição vai para o chef Fábio Alves que lidera a cozinha do restaurante SUBA há três anos.

As “Escolhas” desta edição são de André Villa de Brito Sommelier, guia e consultor de enoturismo, enquanto as “Opiniões” pertencem a Sérgio Guerreiro (Westmont Institute of Tourism & Hospitality, Nova SBE); Kevin Hemsworth (ISAG – European Business School); Karina Simões (JLL); Liliana Conde (consultora) e Marta Sotto-Mayor (formadora & consultora).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Edição Digital: A conferência sobre o novo viajante, Portugal Trade Awards, programação W2M, retoma da promoção turística do Brasil e a aposta tailandesa em Portugal

A conferência sobre “O Novo Viajante” é o tema de capa da edição do Publituris que traz ainda a reportagem sobre a entrega dos “Portugal Trade Awards”, fotoreportagem da BTL 2022, W2M, promoção turística do Brasil, a aposta da Tailândia em Portugal e as opiniões sobre a nova orgânica do XXIII Governo.

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A nova edição do Publituris, faz capa com a conferência que o Publituris organizou em conjunto com a Fundação AIP, na BTL 2022, dedicada ao/à “Novo/Nova Viajante”. Os quatro oradores – Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, Margarida Almeida, CEO da Amazing Evolution, Sílvia Dias, diretora de Marketing da Savoy Signature, e José Lopes, diretor-geral da easyJet para Portugal – da conferência promovida pelo Publituris, na BTL, foram unânimes em constatar que o viajante de hoje é mais exigente, mais informado, quer a verdade e responsabilidade por parte de quem o recebe.

O operador turístico Icárion, pertencente ao grupo World2Meet (W2M) já está operacional no mercado português. Começou com mais de 400 programas de Grandes Viagens para mais de 70 destinos em todo o mundo, mas com possibilidade de alargar as propostas, dependendo da procura e da apetência dos clientes em Portugal.

Para além de apresentar o seu novo operador turístico para as “Grandes Viagens” – Icárion, que acaba de iniciar atividade em Portugal, o grupo de turismo World2Meet (W2M), sediado em Palma de Maiorca, deu a conhecer, em Lisboa, a sua programação no nosso país para este ano.

Destaque para a entrega dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2022”, evento realizado durante o primeiro dia da Bolsa de Turismo de Lisboa e que entregou 14 prémios.

Recordamos os vencedores: Melhor Companhia de Cruzeiros – MSC Cruzeiros; Melhor GSA Aviação – APG Portugal; Melhor Agência Corporate – Travelstore; Melhor Venue para Eventos e Congressos – Altice Arena; Melhor Parque Temático – Oceanário; Melhor Animação Turística; Picos de Aventura; Melhor Eco Resort – Areias do Seixo; Melhor Wine Hotel – The Yeatman; Melhor Exclusive Hotel – Six Senses Douro Valley; Melhor Luxury Hotel – Vila Vita Parc Resort & SPA; Melhor Alojamento Rural – Herdade da Malhadinha Nova; Melhor Startup – Hijiffy; Melhor Marina – Marina de Vilamoura.

O prémio de “Personalidade do Ano” foi entregue, diretamente e por unanimidade, pela redação do Publituris, a Rita Marques, secretária de Estado do Turismo.

Os cinco dias da BTL merecem, igualmente, destaque nesta edição do Publituris com a respetiva fotoreportagem do evento que se realizou na FIL de 16 a 20 de março.

Com a pandemia a entrar numa fase mais calma, o Brasil regressou à BTL para mostrar que é um país seguro e com o objetivo de voltar a atrair os turistas portugueses. A entrevista foi realizada a Carlos Brito, na altura, presidente da Embratur e que, entretanto, foi nomeado ministro do Turismo do Brasil.

Do Brasil viajámos até à Tailândia, permanecendo no mesmo local: BTL. Malinee Nitikasetsunthorn, diretora da TAT para Itália, Espanha, Portugal, Israel, Turquia, Grécia e Chipre, salientou que a Tailândia já reabriu ao turismo e, apesar de ainda existirem algumas restrições relacionadas com a COVID-19, o destino está, progressivamente, a levantar os últimos obstáculos para voltar a atrair os turistas internacionais. Em Portugal, o objetivo é tornar a Tailândia no primeiro destino de longo curso para os turistas nacionais.

Destaque final para os artigos de opinião relativamente à nova orgânica do XXIII Governo que viu a Secretaria de Estado do Turismo ser partilhada com o Comércio e Serviços. As opiniões são de Pedro Machado (Turismo do Centro), Luís Pedro Martins (Turismo do Porto e Norte), Vítor Silva (Turismo do Alentejo e Ribatejo), João Fernandes (Turismo do Algarve) e Pedro Costa Ferreira (APAVT).

As outras opiniões pertencem a Carlos Torres (ESHTE) e Joaquim Fernandes (ISCE).

Leia a edição aqui.

Boas leituras!

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“Este é um período de poucas certezas absolutas porque estamos a passar por algo novo”

Nesta série de entrevistas, realizadas pelo Publituris aos mais diversos players do setor do turismo, no âmbito da realização da BTL 2022, Mário Ferreira, CEO do Grupo NAU Hotels & Resorts, acredita que a feira assume um “papel primordial para o setor num momento em que os países aliviam restrições e a pandemia parece estar controlada, abrindo assim as portas para a retoma das viagens”.

Victor Jorge
DossiersBTL

Confiante que a equipa da BTL irá conseguir “avaliar e tomar as decisões mais acertadas de forma a adequar os procedimentos vigentes no momento da feira, num quadro já de progressivo alívio das restrições sanitárias em toda a Europa”, o CEO do Grupo NAU Hotels & Resorts, Mário Ferreira, revela que as expectativas são de que “o ano de 2022 possa representar o início da retoma de uma forma mais consolidada”.

Que expectativas possui relativamente à BTL 2022 a menos dois meses do início do evento e depois da não realização em 2020 e 2021?
Recebemos esta edição da BTL 2022 com elevadas expectativas. Estivemos presentes na Bolsa de Viagens em 2021 apesar do cancelamento da BTL nesse ano por considerarmos este tipo de eventos importantes para marcar e acelerar o ano turístico para todos os players do setor. Acreditamos que a BTL 2022, sendo o principal evento de turismo do país, assume um papel primordial para o setor num momento em que os países aliviam restrições e a pandemia parece estar controlada, abrindo assim as portas para a retoma das viagens.

O que poderemos esperar da participação do Grupo NAU nesta BTL 2022?
A participação do Grupo NAU será similar a anos anteriores: queremos dar a conhecer a nossa oferta, aproximando as equipas comerciais dos clientes e parceiros, pelo que iremos ter espaços e atividades dedicadas para esses efeitos.

A estratégia do Grupo NAU terá como alvo o mercado interno ou externo? Que importância possui, neste aspeto, o programa dos “Hosted Buyers”?
A estratégia do Grupo para este evento engloba ambas abordagens. Por um lado, e tendo em conta a nossa importante ligação com o mercado nacional, é uma oportunidade de nos mantermos ligados a este mercado e aos nossos parceiros e clientes regulares que nos visitam nesta feira, bem como darmos a conhecer a nossa oferta a novos clientes.

Por outro lado, a vertente internacional da feira através do programa “Hosted Buyers” e visitas espontâneas de parceiros de vários mercados permite-nos expandir a nossa divulgação internacional dando a conhecer a oferta do grupo a operadores que procuram um parceiro para os segmentos de MICE, golfe e tour operação.

Que oferta diferenciadora tem o Grupo NAU para o mercado e que irá ser foco na BTL 2022?
O Grupo NAU é conhecido no mercado pelas suas ofertas únicas e inovadoras aliadas aos espaços icónicos que fazem parte da sua oferta. Foi nessa premissa que nos apresentámos ao mercado em 2014 e na qual se refletiu a nossa primeira participação na BTL em 2015. Desde aí temos trazido conceitos inovadores e disruptivos, com experiências interativas e imersivas que têm permitido aproximar os nossos clientes e a marca NAU Hotels & Resorts – em especial nos segmentos Famílias, MICE e golfe.

Nestes últimos dois anos, em termos operacionais, acelerámos processos que estavam já a ser desenhados em 2018 e 2019, trazendo a tecnologia e inovação de forma ponderada para uma experiência mais próxima dos clientes, permitindo-nos inovar na forma como comunicamos. O estreitar desta relação será o principal foco para esta edição da BTL.

A sazonalidade continua a ser um dos grandes desafios a ultrapassar pelos hotéis em Portugal?
A sazonalidade é e continuará a ser um dos grandes desafios do setor, principalmente, no destino Algarve onde temos a maior parte da operação do Grupo atualmente. Este fator tem, como todos sabemos, um enorme impacto na oferta turística do país e da região, bem como na sua diversificação e sustentabilidade. Somos, no entanto, um dos poucos grupos hoteleiros presentes no Algarve com oferta notável de MICE e golfe, o que permite em anos normais reduzir a sazonalidade.

Entretanto, a ITB já cancelou o evento presencial, que se deveria realizar uma semana antes da BTL, a FITUR acaba de ter uma edição que superou, segundo os presentes, as expectativas, a BIT de Milão também foi adiada. Como se gere esta expectativa e dúvida relativamente a medidas e restrições que poderão ser colocadas a qualquer hora e dificultar ou até impossibilitar a participação?
Este é um período de incertezas perante o cenário pandémico que vivemos. Mas se há lição que podemos tirar deste período de dois anos é que a flexibilidade é chave no que diz respeito a estas operações nestes períodos conturbados. Estamos confiantes que a equipa da BTL, que tem provas dadas desde há muitos anos, irá conseguir avaliar e tomar as decisões mais acertadas de forma a adequar os procedimentos vigentes no momento da feira, num quadro já de progressivo alívio das restrições sanitárias em toda a Europa.

Este poderá ser o evento da retoma para o setor do turismo ou ainda existem demasiadas dúvidas e incertezas?
No Grupo NAU sempre encarámos o desafio destes dois anos com confiança e otimismo. Confiança nas nossas capacidades e na procura de soluções e otimismo na forma como estes obstáculos podem ser ultrapassados.

Sentimos que a retoma irá eventualmente acontecer e o exemplo de períodos passados, onde existiu um alívio das restrições sejam nacionais ou internacionais, conduziu a períodos de retomas e recuperações tanto no mercado nacional como no internacional, em que ambos reagiram bastante bem.

Este é um período de poucas certezas absolutas porque estamos a passar por algo novo e com impactos diferentes em várias regiões do globo, mas estamos confiantes.

Falando agora especificamente do Grupo NAU, como correu o ano de 2021 e que expectativas possuem, aos dias de hoje, relativamente a 2022?
O ano de 2021 foi um ano que apesar de termos fechado com resultados globais muito abaixo de 2019, foi marcado por resultados bastante positivos, principalmente no período do verão. Conseguimos atingir um verão com resultados excecionais com ocupações elevadíssimas, maturámos um posicionamento no mercado nacional que vem já de 2015, com maior retorno financeiro pela venda concertada em canais com menos intermediação. Estes fatores foram determinantes para que apesar do cômputo geral dos restantes períodos do ano, e do impacto nos diversos segmentos e regiões, este pudesse ser um ano positivo para o Grupo.

As nossas expectativas são de que o ano de 2022 possa representar o início da retoma de uma forma mais consolidada, com a manutenção dos fluxos nacionais que observamos nestes últimos dois anos, mas com o ressurgimento de outros segmentos importantes para o turismo, como o Golfe, turismo de lazer internacional e o segmento de MICE.

Além da BTL 2022, que outras ações irão desenvolver para este ano de 2022 e que mercados terão como alvo?
A nível de feiras e promoções contamos retomar ao percurso que tivemos em anos anteriores com presença nas principais feiras internacionais, conforme a sua realização.

Se tivesse de fazer um pedido à organização da BTL 2022, qual seria?
Sabemos que um evento desta envergadura é uma missão exigente ainda mais nos tempos que vivemos, mas esperamos que a organização da BTL seja capaz de garantir as condições de segurança que nos possam transmitir a confiança de planear este evento com a dedicação que ele exige.

No final do evento, que balanço gostaria de conseguir fazer?
Gostávamos de ter um balanço positivo que costumamos ter sempre no final de todas as nossas participações na BTL e que tenha sido um evento de muitos contactos e oportunidades de negócio para todos.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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