Ryanair pede a governos do Reino Unido e Irlanda que revoguem quarentena obrigatória

Por a 21 de Maio de 2020 as 11:20
Ryanair

A Ryanair apela uma vez mais aos Governos da Irlanda e do Reino Unido para que revoguem a medida que estabelece a quarentena de 14 dias.

Em comunicado, onde elogia as medidas da União Europeia relativamente à segurança nos voos, a companhia aérea destaca que a quarentena trata-se “de uma medida ineficaz que está agora a ser anulada pela maioria dos países europeus que já se manifestaram a favor do uso de máscaras e do distanciamento social”.
Para a Ryanair, as medidas anunciadas pela UE são recomendações “eficazes” que “permitem que a Industria turística da Europa retome as operações em julho e agosto”.
Michael O’Leary,  CEO da Ryanair, refere que “recebemos com satisfação a  recomendação da União Europeia sobre o uso de máscaras e apelamos uma vez mais aos Governos para que abandonem as suas restrições de quarentena inexplicáveis, ineficazes e inacessíveis. Os cidadãos europeus podem viajar em segurança nas suas férias de Verão com máscaras e protocolos de controlo de temperatura, mas as quarentenas de 14 dias não têm base científica. São inacessíveis e desnecessárias em circunstâncias em que os passageiros de companhias aéreas, comboios e metro usam máscaras e quando o distanciamento social não é possível”.

A Ryanair destaca ainda “a recomendação sobre o uso de máscaras, uma medida já presente nos protocolos da própria Ryanair”. A companhia aérea já anunciou a retoma dos seus voos a partir de 1 de julho.

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