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Reportagem| Turquia Eterna

Dividida entre a Europa e a Ásia, num território em tempos disputado por cristãos e muçulmanos, a Turquia é um destino turístico ímpar, que mistura história, religião e cultura. Venha com o Publituris conhecer o país das 1001 noites.

Inês de Matos
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Reportagem| Turquia Eterna

Dividida entre a Europa e a Ásia, num território em tempos disputado por cristãos e muçulmanos, a Turquia é um destino turístico ímpar, que mistura história, religião e cultura. Venha com o Publituris conhecer o país das 1001 noites.

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Dividida entre a Europa e a Ásia, num território em tempos disputado por cristãos e muçulmanos, a Turquia é um destino turístico ímpar, que mistura história, religião e cultura. Venha com o Publituris conhecer o país das 1001 noites.

Diz o ditado popular que ‘não há duas sem três’ e é verdade, pelo menos, confirmou-se na minha última viagem à Turquia, país que visitei entre 16 e 23 de fevereiro, a convite da Lusanova e da Turkish Airlines, que promoveram uma famtrip para dar a conhecer a um grupo de oito agentes de viagens o circuito ‘Turquia Eterna’, que começou em Istambul, passou por Ankara, Capadócia e Pamukkale, e só terminou em Izmir.
Foi também a terceira vez que visitei Istambul. A maior cidade da Turquia - que acolhe 16 dos 83 milhões de habitantes do país – é um destino que todos deveríamos visitar uma vez na vida, porque é uma lição de história, já que Istambul foi, por séculos, palco de guerras e invasões, mas também pela exuberante cultura e porque o povo turco sabe receber os turistas.
Apaixonei-me pela cidade na primeira visita, em 2012 e por motivos profissionais, voltei em 2018, de férias, e sabia que regressaria porque Istambul é uma cidade monumental, que faz sombra às mais belas capitais ocidentais, com a vantagem de ser também um livro de história permanentemente aberto, para consultarmos a nosso belo prazer, saltando do tempo dos romanos para a época dos sultões ou das batalhas entre cristãos e muçulmanos.
Fundada em 330 D.C. pelo imperador Constantino - a quem deve o nome de Constantinopla que envergou durante séculos – Istambul oferece um sem fim de monumentos que vão testemunhando as várias fases e períodos históricos que a cidade viveu. Um desses monumentos é o Museu de Santa Sofia, ou Aya Sofya em turco, que significa “Sagrada Sabedoria” e que é uma das mais impressionantes atrações de Istambul, seja pela sua dimensão ou pelas várias funções que desempenhou no passado, quando alternou entre catedral e mesquita, e que lhe deixaram marcas profundas.
Vista de fora, Santa Sofia distingue-se pela dimensão. O grandioso edifício, que foi a maior catedral do mundo por quase um milénio, representou um desafio para os arquitetos que o idealizaram pelo peso da sua cúpula, com mais de 55 metros de altura e 33 de diâmetro. Foi por causa da cúpula que Santa Sofia foi o primeiro edifício no mundo a possuir contrafortes, só assim foi possível que as paredes da catedral aguentassem o peso da cúpula descomunal.
Santa Sofia funcionou como catedral cristã até 1453, ano em que Istambul, então Constantinopla, foi conquistada pelo sultão Mehmet II, o Conquistador, que a transformou numa mesquita. É dessa época que datam os quatro minaretes que rodeiam o edifício e foi também nessa altura que os sinos e o altar da catedral foram retirados, enquanto os mosaicos que decoravam o interior foram cobertos com gesso, assim permanecendo durante os 478 anos seguintes. Em 1931, o edifício foi secularizado e, quatro anos depois, reabriu como museu, já com os mosaicos descobertos.  Estas fases históricas estão bem marcadas no interior do Museu de Santa Sofia e, hoje, os mosaicos com representações da vida de Cristo são exibidos, lado a lado, com versículos do Alcorão, numa prova de que as religiões podem conviver pacificamente, por muito que tenham motivado batalhas e guerras no passado.

Istambul

Chegámos a Istambul já a noite tinha caído e, por isso, apenas no dia seguinte começou verdadeiramente a aventura pela terra das 1001 noites. O antigo Hipódromo de Constantinopla, que era um centro desportivo e social, foi o primeiro ponto de visita, bem no centro histórico da cidade, a única no mundo dividida entre o continente europeu e o asiático.
Na época em que o Hipódromo foi construído, no século V, Constantinopla era a maior cidade do mundo e capital do império Bizantino, também conhecido como Império Romano do Oriente. Hoje, restam poucos fragmentos da construção original e, no seu lugar, encontra-se a bem conhecida praça de Sultanahmet. Ainda que o Hipódromo tenha sido destruído, vale a pena passar pelo local e imaginar como seria o espaço na época dos bizantinos, quando tinha capacidade para 100 mil espetadores e era rodeado por palácios imperiais.
Depois do Hipódromo, seguimos para a Mesquita Azul, outra das imagens de marca de Istambul. Construída em 1609, em frente à catedral de Santa Sophia, a Mesquita Azul deve o nome aos mosaicos azuis de Iznik que se encontram no seu interior e é a única em Istambul que possui seis minaretes. Reza a história que o Sultão Ahmed I queria construir uma mesquita maior que Santa Sofia, como não conseguiu, apostou nos minaretes. Inicialmente, a ideia era até construir sete, mas já existia uma mesquita em Meca com esse número e o sultão não quis afrontar a cidade sagrada do Islão. Ficou com os seis minaretes que se impõem na paisagem da cidade, mesmo em frente ao Museu de Santa Sofia.
É nos arredores de Santa Sofia e da Mesquita Azul que se encontra ainda o Palácio de Topkapi, um majestoso complexo que, durante séculos, serviu de residência aos sultões otomanos e que chegou a albergar mais de quatro mil pessoas nos seus 700 mil metros quadrados de área. Por todo o complexo é possível visitar exposições sobre os sultões que habitaram o palácio, assim como algumas dedicadas à religião muçulmana, e é também possível visitar o Harem, a zona onde viviam as esposas e as futuras esposas dos sultões.
Em Istambul, imperativo é também passar pelo Grande Bazar, um espaço coberto onde quase tudo se comercializa e que conta com perto de 4.500 lojas, assim como pelo Bazar Egípcio, dedicado às especiarias, chás e aos famosos Turkish Delight, uma iguaria turca que pode ser vista como os primórdios das gomas atuais. Ambos os espaços são agradáveis, com de Mustafa Kemal Atatürk, o local onde se encontram os restos mortais do homem que terminou com o regime de sultanato e tornou a Turquia numa república, e que, ainda hoje, é amado pelo povo turco, “principalmente pelas mulheres”, como nos disse Sezen, a guia do recetivo Age Travel que nos acompanhou durante toda a viagem e que nos explicou que foi Atatürk quem emancipou as mulheres turcas, ao conferir-lhes diversos direitos, como o direito de voto, instituído em 1934, e proibiu o uso da burka, obrigatório durante o regime Otomano, que vigorou até final da I Guerra Mundial.
Visitar o Mausoléu de Atatürk é uma forma de se ficar a conhecer melhor a história do país, com a vantagem do espaço ser também um bonito monumento, que conta com uma praça central onde se costumam realizar eventos diversos e que conta também com várias exposições sobre a história da Turquia e de Mustafa Kemal Atatürk, cujo corpo foi sepultado junto com 81 vazos com terra de cidades turcas, assim como do Chipre e Azerbaijão, a ilha do Mediterrâneo onde a Turquia está presente e o país com o qual tem relações privilegiadas.
Apesar de ser uma cidade relativamente recente, já que foi fundada em 1923, Ankara localiza-se na Anatólia Central, região que já era habitada há mais de 10 mil anos a.C. e cujos vestígios históricos dessa época se encontram reunidos no Museu das Civilizações da Anatólia. É neste museu que se encontra, por exemplo, a maior coleção de achados arqueológicos do tempo dos Hititas, um povo indo-europeu que se estabeleceu nesta região e que adorava o sol e venerava o boi. É por isso que o símbolo de Ankara foi, durante largas décadas, uma réplica de uma peça encontrada nas ruínas de uma antiga cidade Hitita e que representa o ciclo do sol, no qual o boi surge em lugar de destaque. A peça original pode ser vista no Museu das Civilizações da Anatólia, na zona dedicada à idade do bronze, já que o museu está organizado por épocas, desde o paleolítico, o que ajuda a que percebamos a evolução destas civilizações históricas, que moldaram muito do que somos hoje enquanto sociedade.

Capadócia

Da capital partimos rumo à Capadócia, na Anatólia Central, e uma das regiões da Turquia mais procuradas pelos turistas, devido às formações rochosas que parecem saídas de contos de fadas. Não é à toa que os locais as apelidam de ‘chaminés de fadas’. Segundo a guia Sezen, estas formações de tufo calcário resultaram de uma erupção vulcânica e foram esculpidas naturalmente pela erosão, ao longo de milhões de anos. Hoje, são uma das principais atrações devido ao seu aspeto peculiar, que confere um carácter tão invulgar à paisagem da Capadócia.

Pelo caminho, passámos ainda pelo Lago Tuz, o maior lago salgado da Turquia, de onde é extraído muito do sal consumido no país, mas não nos demorámos, apenas o suficiente para registar o momento em fotografia. É que o lago é mais interessante no verão, quando a água evapora e deixa à superfície uma camada de sal que chega a 30 centímetros de espessura.
Ao contrário do Lago Tuz, o inverno torna a Capadócia ainda mais exuberante, já que as formações rochosas se pintam de branco com a neve, que transforma a paisagem quase lunar desta região. Tal como Istambul, esta viagem foi também um regresso à Capadócia, região que tinha visitado em 2012, sem neve, e que voltei agora a encontrar tão bela como então, mas com o branco da neve como um acessório especial, que lhe confere ainda maior beleza. É por isso que a procura por passeios de balão de ar quente, uma das imagens de marca da região, não arrefece no inverno, é que apesar do frio a paisagem fica ainda mais atrativa.
Começámos a visita à Capadócia pelas cidades subterrâneas. Por toda a região, existem mais de 60 cidades subterrâneas, algumas das quais com capacidade para 20 mil pessoas e que incluem vários níveis. Os relatos históricos são imprecisos e, por isso, não se sabe ao certo quando é que os habitantes desta região começaram a escavar a rocha e a construir cidades subterrâneas, ainda que vestígios encontrados apontem para vários milhares de anos antes de Cristo. Estas cidades terão, no entanto, ganho novo fôlego após o surgimento do cristianismo, quando os cristãos perseguidos precisaram de encontrar abrigo, daí que muitas cidades tenham igrejas no interior. Além de igrejas, incluíam também lagares, estábulos, poços e até um avançado sistema de ventilação, que permitia que o ar chegasse aos níveis mais inferiores.
Visitámos a cidade de São Mercurius, aberta ao turismo desde 2016 e que no século II D.C. acolhia quatro mil pessoas. A visita é interessante e divertida, mas pode ser assustadora para quem é claustrofóbico, pois é necessário atravessar passagens estreitas e túneis apertados.
Mas o esplendor da região só se revelaria por completo no dia seguinte, quando visitámos Göreme e o seu magnífico museu ao ar livre, que combina as características formações rochosas da Capadócia, com cavernas escavadas na rocha, naquilo que, no passado, foi uma espécie de mosteiro cristão, com várias igrejas e alojamentos para os monges. A zona de Göreme está classificada pela UNESCO como Património Mundial desde 1985 e, no interior, muitas cavernas ainda contam com frescos sobre a vida de Cristo, como a Igreja da Maçã, assim denominada porque um dos frescos retrata o Arcanjo Gabriel com um globo na mão, o que foi confundido pelos locais com uma maçã, daí que tenha ficado conhecida por esse nome.
Houve ainda tempo para passar no Vale Vermelho e Vale de Uçhisar, onde a paisagem também é marcada pelas ‘chaminés de fadas’; assim como para assistir a um espetáculo de danças tradicionais, que nos brindou com coreografias típicas, incluindo a famosa dança do ventre.

Pamukkale

Depois da Capadócia, seguimos pela antiga Rota da Seda até Pamukkale, uma das cidades termais mais conhecidas da Turquia, cujo nome significa ‘Castelo de Algodão’, o que se deve às formações calcárias brancas que, com o passar dos anos, deram origem a uma espécie de piscinas em cascata e que parecem feitas de algodão.

Era uma das visitas em relação à qual mais expetativa alimentei e, apesar de não ter sido uma desilusão, também não posso dizer que correspondeu ao imaginado. Apesar da beleza do local, que é Património Mundial da UNESCO desde 1988, a visita a Pamukkale tem mais impacto durante o verão, quando todas as piscinas estão cheias de água termal e pintam a paisagem de branco e azul, já que, no inverno, muitas piscinas ficam vazias, o que retira cor e exuberância ao cenário e transforma completamente a paisagem.
Mas, em Pamukkale, não são apenas as piscinas termais que interessam, uma vez que as propriedades termais desta região são conhecidas há séculos, o que levou os gregos a fundar nesta zona a cidade de Hierápolis, no século II a.C. Os gregos permaneceram na cidade até às primeiras décadas d.C., mas um violento terramoto viria a destruir Hierápolis, que foi reconstruída, apesar de ter perdido quase todo o seu carácter helenístico, tornando-se numa cidade tipicamente romana, onde os banhos termais eram o ex-libris. Desses tempos, restam ainda diversos vestígios, como os 1.200 túmulos gregos, romanos e cristãos, a ágora e o coliseu, que tinham capacidade para 15 mil pessoas, o que quer dizer que a cidade teria cerca de 150 mil habitantes, já que os teatros desses tempos costumavam ter capacidade para 10% da população da cidade.
As propriedades termais eram, no entanto, o principal atrativo da cidade, tanto que até Cleópatra se banhou numa das suas piscinas, quando visitou a cidade depois de se casar com Marco António. A piscina ficou conhecida para a posteridade como a ‘piscina da Cleópatra’ e ainda hoje pode ser visitada, permitindo-nos imaginar como era a cidade nos tempos em que a bela rainha egípcia a visitou.

Éfeso

Depois de conhecermos a região termal de Pamukkale, voltámos à estrada, com destino a Éfeso, outra antiga cidade grega, cujo período áureo foi, no entanto, vivido já durante a ocupação romana, quando chegou a ser a segunda maior cidade do império, depois de Roma.
A cidade terá nascido por causa do Templo de Artémis, uma das sete maravilhas do mundo antigo, que levou muitos a fixarem-se nos arredores deste local sagrado. O templo seria destruído numa revolta popular, mas a cidade manteve-se e, apesar dos violentos terramotos, só o assoreamento do rio Caístro, onde ficava o importante porto da cidade, ditaria o seu definhamento.
Na época dos romanos, Éfeso era uma autêntica metrópole, tinha uma população de cerca de 350 mil habitantes, que chegava a 500 mil quando os soldados romanos estavam na cidade, duas ágoras, um teatro com capacidade para 35 mil pessoas e a terceira maior biblioteca do mundo antigo, a Biblioteca de Celso, que apenas ficava atrás das bibliotecas de Alexandria e Pérgamo. E com tantos soldados a visitar a cidade, era natural que em Éfeso não faltasse sequer um bordel, já que, além do corpo e do espírito, era preciso cuidar também do coração.
Percebemos a importância que tinha Éfeso e a grandiosidade da cidade assim que começámos a caminhar pelas suas ruínas. A rua que vai desde o início da cidade até ao rio é quase uma avenida e encontrava-se totalmente ladeada por majestosas colunas e estátuas de pedra. Ainda hoje é impressionante caminhar por esta rua e imaginar como seria nos tempos áureos de Éfeso. Mas há uma parte da cidade a que ninguém resiste e onde se soltam as gargalhadas mais genuínas: as latrinas. As casas-de-banho públicas de Éfeso estão bem conservadas e basta olhar para elas para percebermos do que se tratava. Reza a história que eram usadas pelas mulheres durante a manhã e pelos homens à tarde, e que, à falta de papel higiénico, se usavam umas esponjas reutilizáveis, o que não abona muito em favor dos hábitos de higiene de então. A urina era, depois, usada nos têxteis e as fezes para fertilizar a terra, ou seja, seguindo à risca o lema de Lavoisier, “nada se perde, tudo se transforma”.
Em Éfeso, demos ainda um saltinho à Casa da Virgem Maria, localizada no monte Koressos, a poucos minutos da cidade histórica. A forma como este local foi descoberto pode ser comparada a um milagre: segundo consta, foi encontrado depois da freira alemã Ana Catarina Emmerich ter tido uma série de visões sobre a vida de Cristo e da Virgem Maria. Foi com base nas suas visões, que os historiadores se deslocaram à região e encontraram uma pequena casa de pedra, que veio confirmar os relatos de Ana Catarina Emmerich. Desde então, é visto como um local sagrado e é destino de milhares de peregrinos anualmente.
E foi a pensar em todas estas histórias do mundo antigo que seguimos para Izmir, a terceira maior cidade da Turquia e uma das mais antigas da bacia do Mediterrâneo, que se localiza junto ao mar Egeu. O tempo em Izmir não foi muito, mas permitiu dar um passeio pela cidade, junto ao mar, e fazer as últimas compras em terras turcas, já que os preços são muito mais apelativos que em Istambul. Foi o suficiente para perceber que, na próxima vez que visitar a Turquia, a quarta, portanto, terei de voltar a Izmir. Neste caso, espero superar o ditado e que, depois da terceira visita à Turquia, haja uma quarta. Insha’Allah, como dizem os muçulmanos.

*A jornalista viajou a convite da Lusanova e da Turkish Airlines.

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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Autêntica Costa Amalfitana : descubra as páginas do livro que ainda não leu

As três vilas históricas da Costa Amalfitana.

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Desde a mais pequena vila da Itália, à arte como veículo de espiritualidade. As vilas históricas da Costa de Amalfi 

Uma viagem às antigas aldeias da Costa Amalfitana onde o tempo parece ter parado, mas na tranquilidade a história tem sido capaz de continuar a viver, inovando-se, graças à contribuição e à habilidade dos seus habitantes.

Amalfi by night (photo-Salvatore-Guadagno)

Atrani (photo Vito Fusco)

Atrani: a aldeia mais pequena de Itália.

É o mais pequeno município italiano. A apenas 800 metros de Amalfi, em Atrani parece que o tempo parou. Um lugar rico em história que relembra de forma impecável o esplendor da antiga República Amalfitana. Em Atrani, cada vislumbre oferece momentos preciosos de descoberta entre perspectivas espetaculares ou recantos decorados com colunas e capitéis romanos e medievais (que datam dos séculos XII a XIII).

Aqui as angústias da vida dissolvem-se, dando lugar ao suspiro do mar. Um vínculo, aquele com o mar, tão intenso e visceral que o município inaugurou recentemente um novo museu ao ar livre: "Vasi d'a ... mare". O projeto reúne os vasos confeccionados por mestres oleiros locais, entre eles Lucio Liguori, Francesco Raimondi, Vincenzo Caruso, Sasà Mautone, Pasquale Liguori (Azul infinito), todos instalados em suportes moldados à mão pelo artista-ferreiro Giovanni Spada. Dispostas ao longo do Largo Marinella, as obras celebram a cultura pesqueira local e a ligação com o mar. Do Largo Marinella chegamos ao centro nevrálgico da vila, a sugestiva Piazza Umberto I. Aqui nos encontramos para momentos de festa, para um café ou um aperitivo com os amigos. E é num dos bares dessa praça que nasceu o Lemon Spritz, feito com o Sfusato Amalfitano. A partir da praça entrevê-se a Igreja de San Salvatore de Birecto, cuja torre sineira marca as horas do dia como antigamente. Fundada no século X, é um dos mais antigos monumentos do patrimônio cultural e espiritual da Costa Amalfitana.

Diz-se que a cerimónia de investidura do duque de Amalfi teve lugar aqui. Foi precisamente essa relação sutil entre o sagrado e o profano, entre jogos impercetíveis de geometrias que fascinou e influenciou as obras visionárias de uma das personalidades mais extraordinárias e ecléticas do século XX, Maurits Cornelis Escher, que durante a sua estadia na Costa por volta dos anos ’30 amou Atrani pela sua “mágica atmosfera".

Pontone: a história da Costa de Amalfi nasce aqui.

Aninhado nas montanhas entre Amalfi e Scala, a pacata aldeia de Pontone é o berço da Costa Amalfitana. Entre ruas de pedra e jardins em socalcos, Pontone foi uma das povoações mais antigas, nomeadamente do ponto de vista cultural, que deu origem ao que viria a ser a primeira República Marítima da Itália, ou seja, a República de Amalfi. Pontone representa a expressão emocional da cultura. E aqui nas calmas ruas da aldeia é possível sentir a história ganhar vida. Bem no centro de Pontone está a Piazza San Giovanni Battista, hoje um lugar tranquilo para se sentar por baixo das árvores ou apreciar a vista das paisagens verdes que do vale chegam a Amalfi. Pontone era um importante centro de produção têxtil e a Piazza San Giovanni Battista era o coração do negócio. Aqui era feito o tecido de lã que os mercadores de Amalfi vendiam em todo o sul da Itália e na Sicília.

À beira da Piazza San Giovanni Battista está a igreja com o mesmo nome. A partir da Piazza San Giovanni Battista uma escada íngreme leva a uma das joias da Costa Amalfitana. A Igreja de San Filippo Neri, fundada no século X, é o fulcro do patrimônio religioso e cultural da aldeia. Antes de entrar, os olhos voltam-se para o céu para observar a torre sineira de pedra do século X. A torre sineira não está diretamente conectada à igreja. Ela está posicionada, de fato, em frente a um átrio abobadado na entrada do edifício. O caminho de pedra passa mesmo através do átrio. Mesmo sem entrar na igreja, a incrível abóbada cruzada leva de volta no tempo e lembra as do Arsenale de Amalfi, onde os navios foram construídos durante a Idade Média.

Amalfi: a espiritualidade em obras de arte.

Caminhando pelas vielas de Amalfi, aquelas ruas estreitas e sombreadas, respira-se uma atmosfera de outros tempos, mas sempre atual e agradável para ser desfrutada em qualquer época do ano. No verão, um banho nas águas cristalinas alterna-se com uma granita fresca de limão ou uma deliciosa sfogliatella. Nos períodos mais frios, porém, é romântico passear pelas ruas do centro entre fontes, arcos e igrejas iluminadas por luzes que, quando acesas, aquecem a alma. A Piazza Duomo é o coração pulsante onde a famosa e icônica catedral ergue-se majestosamente.

A Catedral de Amalfi é hoje considerada um dos mais importantes e belos monumentos da Itália, onde o estilo bizantino junta-se aos estilos românico, islâmico e barroco. O conjunto monumental constituído pela Catedral, pelo Claustro do Paraíso e pela Igreja do Crucifixo, sede do Museu Diocesano, tem um valor histórico e social que vai além do artístico. Ricos em história e cultura, a poucos passos da praça principal, estão os Arsenais Antigos, locais onde, num passado distante, os barcos foram construídos e depois colocados diretamente no mar. Tornou-se hoje o principal museu da cidade, e no seu interior pode-se admirar importantes exposições de arte ou fotografia, rodeadas por abóbadas e estruturas arquitetónicas originais.

Duomo di Amalfi (photo by Andrea Gallucci)

La fontana dedicata al patrono di Amalfi-SantAndrea in Piazza-Duomo (photo by Salvatore Guadagno)

Entre na revista Authentic Amalfi Coast e descubra as páginas do livro que ainda não leu sobre a Costa Amalfitana www.authenticamalficoast.it

Autor: Italia National Tourism Board

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, "ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023".

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, "o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria".

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

"Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo", indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do "bom funcionamento desta rota nos meses de verão" e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

"Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022", lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

"Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México - que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana - com mais três voos semanais, até 13 frequências - e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana", indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

"Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19", congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, "o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada".

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas "boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano".

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma "parceria exclusiva", que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

"A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança", afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana "combina perfeitamente" com a rede da Gol no Brasil.

"Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América", acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

"O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo "fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais" e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

"Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora", disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o "cruzeiro espacial" e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ - sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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