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Análise

Nova edição: Como vai o turismo recuperar?

A nova edição do Publituris dedica um especial ao impacto que a pandemia da COVID-19 está ter na economia, em especial no turismo. Como vai o turismo recuperar é a “million dollar question” do momento, dizem os especialistas. Mas numa altura em que ainda se combate a propagação da doença, as incertezas são muitas. 

Carina Monteiro
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Nova edição: Como vai o turismo recuperar?

A nova edição do Publituris dedica um especial ao impacto que a pandemia da COVID-19 está ter na economia, em especial no turismo. Como vai o turismo recuperar é a “million dollar question” do momento, dizem os especialistas. Mas numa altura em que ainda se combate a propagação da doença, as incertezas são muitas. 

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A nova edição do Publituris dedica um especial ao impacto que a pandemia da COVID-19 está ter na economia, em especial no turismo. Como vai o turismo recuperar é a “million dollar question” do momento, dizem os especialistas. O Publituris ouviu a opinião de Cláudia Monteiro de Aguiar (Eurodeputada), Pedro Brinca (Professor de Macroeconomia da Nova SBE) e de Francisco Calheiros (Presidente  da Confederação do Turismo de Portugal). Mas numa altura em que ainda se combate a propagação da doença, as incertezas são muitas.

Todas as associações já se pronunciaram sobre as medidas lançadas pelo Governo. Gabinetes de apoio jurídico aos empresários, acesso mais simplificado ao regime de ‘lay off’ ou outras questões relacionadas com linhas de crédito com prazos de pagamentos mais alargados são algumas das solicitações que resumimos num artigo.

‘Estarão os viajantes mais resilientes às crises?’ A pergunta serve de base ao artigo que publicamos sobre como sobreviveu o turismo a crises anteriores. Um estudo da WTTC aponta alguns caminhos para a gestão e recuperação de crises.

Nesta edição, publicamos ainda um especial sobre as empresas que venceram os Publituris Portugal Trade Awards 2020. As empresas agradecem o voto de confiança do setor e enumeram as razões do sucesso.

Leia ainda as entrevistas aos consultores Luís Pedro Carmo Costa, Eduardo Abreu e Jorge Catarino; a mensagem da Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques e a opinião de Vítor Neto.

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Meeting Industry

42.ª FITUR com participação de 107 países e 7.000 empresas

A uma semana do evento, a FITUR mostra os números da 42.ª edição da feira que se realizará de 19 a 23 de janeiro, em Madrid.

Depois de confirmada e reconfirmada, a FITUR, a realizar de 19 a 23 de janeiro, em Madrid, irá contar com 107 países e 7.000 empresas na 42.ª edição de uma das mais importantes feiras do turismo a nível mundial.

Apesar do número de casos de COVID-19 não estar a abrandar no país vizinho, a FITUR revela que dos 107 países que irão participar, 70 estarão presentes enquanto representação oficial, com os restantes a marcarem a sua presença enquanto empresas ou destinos turísticos.

Com realização presencial e digital, os 600 expositores pretendem, segundo a organização, “gerar confiança no mercado, incentivar o setor das viagens e destacar a importância do turismo de negócios”.

Além disso, a organização espera que o setor do turismo “recupere a sua liderança como alavanca de desenvolvimento e conviva em segurança com a nova situação derivada da pandemia da COVID-19”.

Nos quase 57 mil metros quadrados de área líquida de exposição estarão, segundo o catálogo de expositores, cerca de 80 entidades portuguesas.

Já indicada foi a obrigatoriedade dos participantes provenientes da União Europeia estarem munidos do Certificado Digital COVID da UE, enquanto aos restantes participantes serão exigidas as mesmas formalidades para entrar em território espanhol, além de, no decorrer do evento e dentro do recinto da feira, a utilização da máscara é obrigatória e existirem controlos de temperatura em todos os locais.

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Destinos

Tailândia reabre mais três destinos

A Tailândia reabriu, esta terça-feira, mais três destinos turísticos Sandbox: Krabi, Phang-Nga e Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao), que se juntam a Phuket.

A Tailândia anunciou a reabertura, a partir desta terça-feira, de mais três destinos turísticos: Krabi, Phang-Nga e Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao), que se juntam a Phuket, por indicação do Centro de Administração da Situação Covid-19 do país.

Por outro lado, aquele país do sudoeste asiático aprovou o levantamento das restrições de viagem para chegadas de países africanos, ao mesmo tempo que mantém a suspensão do Thailand Pass para todas as novas inscrições de TEST & GO.

Assim, os turistas internacionais já podem viajar para a Tailândia com o programa Sandbox e optar por passar a sua estadia obrigatória de sete noites em Krabi, Phang-Na, Phuket ou Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao).

No entanto, todos os viajantes devem verificar se têm tudo em ordem antes de solicitar o Sandbox Thailand Pass, nomeadamente um certificado de vacinação, um resultado de teste RT-PCR negativo antes da chegada, alojamento pré-pago de sete noites num hotel aprovado, testes RT-PCR pré-pagos a realizar durante a estadia na Tailândia e uma apólice de seguro com cobertura não menos do que 50 mil dólares. Caso tencionem continuar a viagem para outros destinos na Tailândia, os viajantes devem permanecer pelo menos as primeiras sete noites num destino Sandbox.

Igualmente, o Centro de Administração da Situação Covid-19 da Tailândia aprovou também a medida para manter a designação de 26 províncias da “Blue Zone” com destinos turísticos piloto. No entanto, diretrizes rigorosas de saúde e segurança serão introduzidas.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Alojamento

AHRESP vai apresentar aos partidos políticos 20 propostas para o relançamento da economia

Incentivo ao consumo, fiscalidade, capitalização das empresas, qualificação e dignificação do emprego, legislação laboral e contratação coletiva, são questões que constam das 20 propostas, divididas em cinco eixos, que a AHRESP vai apresentar aos partidos políticos ainda antes das eleições legislativas marcadas para 30 de janeiro.

A AHRESP anunciou que vai apresentar aos partidos políticos um conjunto de 20 propostas, assentes em cinco eixos fundamentais, que visam o relançamento da economia.

Incentivo ao consumo, fiscalidade, capitalização das empresas, qualificação e dignificação do emprego, legislação laboral e contratação coletiva, são questões que constam das propostas da Associação que, em comunicado, defende “que o futuro Governo, que vier a resultar das próximas eleições legislativas, deve definir linhas estratégicas para os setores da restauração, similares e do alojamento turístico”.

Com a incerteza da evolução da pandemia, da atual conjuntura relativa a custos energéticos e matérias-primas e reconhecendo a importância das atividades económicas que representa, a AHRESP considera “essencial” que o próximo Governo “promova um alinhamento estratégico com vista à recuperação e desenvolvimento do nosso tecido empresarial, decisivo para a retoma da economia nacional”.

No que diz respeito ao incentivo ao consumo, a Associação realça a necessidade de prorrogação, adaptação e reforço do programa IVAucher, enquanto, em relação à fiscalidade, as prioridades vão para a aplicação temporária (no ano 2022) da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas; reposição integral (a partir de 2023), da totalidade dos serviços de alimentação e bebidas, na taxa intermédia de IVA , isenção de tributação na afetação/desafetação de imóveis à atividade de Alojamento Local; extinção do Pagamento Especial Por Conta (PEC); redução das taxas do IRC e IRS; não agravamento da tributação autónoma no caso de prejuízos fiscais; regime excecional de reporte dos prejuízos fiscais de 2021 para anos anteriores (tax losses carry back); e emissão de declarações de não dívida, com a situação regularizada, para valores residuais.

Em relação à capitalização das empresas, as propostas da AHRESP passam pela necessidade de criação de instrumentos financeiros para a redução do endividamento das empresas, bem como de novos investimentos e requalificação.

Mecanismos/plataformas de apoio à contratação de recursos humanos; incentivo à procura ativa de emprego; programa de formação de curta duração; campanhas de valorização e dignificação das profissões do turismo, estão igualmente na lista das preocupações da AHRESP no que diz respeito à qualificação e dignificação do emprego.

Quanto à legislação laboral e contratação coletiva, a AHRESP vai levar junto aos partidos políticos assuntos como necessidades de mecanismos de flexibilidade e adaptabilidade no funcionamento das empresas das atividades do Turismo, de estabilidade legislativa, dinamização da contratação coletiva, e de alargamento do âmbito da contratação coletiva a normas específicas de cada atividade.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Aviação

Air France-KLM financia transição para combustíveis sustentáveis com sobretaxa

O grupo franco-holandês criou uma sobretaxa, cujo valor depende da distância da viagem e da cabine escolhida, e que poderá ir até aos 12 euros por bilhete.

Desde 10 de janeiro de 2022, os clientes das companhias aéreas do Grupo Air France-KLM contribuem para o esforço de incorporação gradual de combustível de aviação sustentável.

Para tal, o grupo franco-holandês criou uma sobretaxa, cujo valor depende da distância da viagem e da cabine escolhida. No caso da Air France e da KLM, o valor da sobretaxa vai variar de 1 a 4 euros na cabine “Economy” e de 1,5 a 12 euros na cabine “Business”, sendo diretamente visível nos detalhes da tarifa. Para a Transavia, será integrado diretamente na própria tarifa. Além disso, a partir de 13 de janeiro de 2022, os clientes que desejarem poderão contribuir voluntariamente para a compra de combustível de aviação sustentável adicional. Mais para a frente, os membros do programa de passageiro frequente “Flying Blue” também vão poder comprar combustível com as suas milhas.

Em comunicado, o grupo Air France-KLM refere estar “convencido de que o uso de combustível de aviação sustentável (SAF) é fundamental para a descarbonização da aviação”.

Assim, a partir deste ano, a Air France, KLM e Transavia vão começar a integrar combustível de aviação sustentável nos voos com partida da França e dos Países Baixos. Isto traduzir-se-á, segundo contas efetuadas pelo grupo e divulgadas em comunicado, “na substituição de 0,5% a 1% da quantidade total de combustível usada anualmente”. Para o futuro, o grupo admite que a trajetória de descarbonização será acelerada com a incorporação de SAF à medida que aumenta a produção, “com um objetivo de 5% em 2030 e até 63% em 2050”, diz o grupo.

Produzidos, atualmente, a partir de óleo de cozinha usado ou resíduos florestais e agrícolas, estes combustíveis não fósseis não competem com a indústria alimentar humana e podem ser incorporados de forma segura sem modificar os aviões em operação atualmente.

O grupo salienta que estes combustíveis “podem reduzir a pegada de carbono dos voos numa média de 80% ao longo de todo o seu ciclo de vida e, portanto, constituem – juntamente com a renovação da frota e da eco-pilotagem – uma importante alavanca para alcançar a ambição de zero emissões líquidas de CO2 até 2050”.

Recorde-se que o grupo Air France-KLM é um dos pioneiros no uso de SAF, com os primeiros voos operados com SAF já em 2011.

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Alojamento

Vila Nova de Gaia vai ganhar novo 4 estrelas em 2023

Com um investimento de 11,5 milhões de euros, o grupo Fortera prevê abrir, em 2023, uma nova unidade de 4 estrelas em Vila Nova de Gaia, cujas obras de construção arrancam no próximo mês de fevereiro.

O Azul Boutique Hotel, investimento de 11,5 milhões de euros do grupo Fortera, tem abertura prevista para 2023. As obras de construção deste 4 estrelas, em Vila Nova de Gaia, arrancam em fevereiro.

Localizado a 50 metros da Ponte D. Luis I, na Rua General Torres, a nova unidade hoteleira será constituída por 64 quartos com vista sobre o rio Douro, contando ainda com restaurante, esplanada e solário com piscina no piso 4, perfazendo uma área total de 4200m2.

“Tomamos partido desta localização para trazer a paisagem para quase a totalidade dos quartos. Também a zona de restauração e o solário aproveitam essa paisagem com vistas completamente desimpedidas”, explica Hélder Agostinho, arquiteto e gestor imobiliário do projeto.

Por sua vez, o CEO do grupo Fortera, Elad Dror, prevê esta inauguração para um momento de franca recuperação do setor, com o Porto e Gaia a voltaram a apresentar-se como importantes polos de procura turística em Portugal”.

Refira-se que a Fortera Properties, empresa de direito português, que iniciou a atividade no norte do país, designadamente, no Porto e em Espinho, atua no ramo imobiliário de luxo, sendo que as suas grandes áreas de atuação se centram na aquisição de imóveis para construção de raiz ou reabilitação de espaços para fins hoteleiros, ou residencial.

 

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Destinos

Alemanha passa a ter “coordenadoras” para as pastas do Turismo e Aeroespacial

O novo Governo alemão, liderado por Olaf Scholz, já nomeou as “coordenadoras” das pastas do turismo e setor aeroespacial.

Victor Jorge

O novo ministro da Economia da Alemanha, Robert Habeck, nomeou Claudia Müller, dos Verdes, para “coordenadora” da Economia Marítima e Turismo, enquanto Anna Christmann (também dos Verdes) assume a coordenação Aerospacial.

O novo Governo alemão, liderado por Olaf Scholz, saído das eleições de 26 de setembro do ano passado e que ditou o fim de 16 anos de liderança de Angela Merkel, deixa de ter, assim, um delegado responsável pela pasta do turismo, o equivalente a secretário de Estado, cargo exercido até agora por Thomas Bareiß, e que estava sob a alçada do Ministério da Economia e Energia.

Claudia Müller estudou administração de empresas e, segundo o seu currículo, trabalhou como freelancer no setor do turismo até 2011. Como coordenadora do Turismo do Governo Federal, Müller vai trabalhar, segundo nota do Ministério da Economia, “para um desenvolvimento positivo e sustentável do turismo na Alemanha e do turismo estrangeiro”.

Müller será “o ponto de contacto dos interesses da indústria do turismo e atuará como uma ligação entre negócios, política e sociedade”, diz mensagem do Ministério Federal da Economia.

Já Anna Christmann assume a o cargo de coordenadora do Governo Federal para a indústria aeroespacial alemã e irá acompanhar “ativamente a futura transformação da aviação rumo à neutralidade climática a nível nacional, europeu e internacional”, não tendo tido contacto, até agora com o setor da aviação.

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Transportes

UE anuncia que já podem voltar os voos para a África Austral

As ligações entre a União Europeia e os sete países da África Austral, suspensas desde novembro devido ao aparecimento da variante Ómicron da África do Sul, já podem ser retomadas.

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Os Estados-membros da União Europeia (UE) decidiram, esta segunda-feira, levantar a suspensão dos voos para a África Austral de forma a permitir a retoma das ligações aéreas, que tinham sido interrompidas devido à variante Ómicron.

“Os viajantes desta área continuarão, contudo, sujeitos às medidas sanitárias aplicáveis aos viajantes de países terceiros”, adianta a presidência francesa do Conselho Europeu.

Os países que compõem esta região incluem Angola e Moçambique, bem como a África do Sul, Botswana, Lesoto, Malawi, Namíbia, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe.

Numa publicação feita na rede social Twitter, a presidência francesa do Conselho da UE dá conta de um “acordo entre os Estados-membros no grupo de resposta do Conselho à situações de crise (IPCR) para retirar o travão de emergência em vigor de forma a permitir a retoma do tráfego aéreo com os países da África Austral”.

A medida acordada surge depois de, no final de novembro passado, os Estados-membros da UE terem decidido suspender temporariamente voos de sete países da África Austral, devido à identificação de uma variante do coronavírus na África do Sul altamente mutante, a Ómicron, variante agora dominante em praticamente todos os países da UE, o que já não fazia sentido manter a decisão tomada na altura.

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Alojamento

MW Douro Wine & Spa abre portas a 15 de fevereiro

O Grupo TRIUS Hotels vai abrir a sua primeira unidade hoteleira de cinco estrelas no próximo dia 15 de fevereiro em Santa Marta de Penaguião, e vai se chamar MW Douro Wine & Spa.

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O MW Douro Wine & Spa, em Santa Marta de Penaguião, é o primeiro hotel 5 estrelas do grupo TRIUS Hotels, com data de inauguração prevista para 15 de fevereiro.

A nova unidade hoteleira, no coração do Douro, promete experiências únicas, onde o hóspede é convidado a desfrutar de atividades pensadas à medida, com ligação à terra, onde a gastronomia, a saúde e o bem-estar vão coexistir de forma harmoniosa.

O MW Douro Spa & Wine apresenta-se como uma unidade onde o conforto, a privacidade, mas também as ofertas dos serviços existentes vão andar de mãos dadas.

A unidade oferece 40 quartos, duas suites e duas suites presidenciais, restaurante com cozinha de autor de inspiração regional, Spa com piscina interior, banho turco e sauna, ginásio, piscina exterior panorâmica com bar e uma sala multiusos.

Todo o complexo inspira e expira a cultura do vinho, exemplo disso é o Spa, com programas de terapias individuais e de vinoterapia. Também as cartas do restaurante e bar têm na sua génese o melhor que a região tem para oferecer no que toca à bebida de Baco.

Para quem quiser sair e explorar a região, é possível fazer passeios de barco pelo Rio Douro, visitar as famosas quintas e experienciar provas de vinhos, participar em vindimas, calcorrear por caminhos com paisagens deslumbrantes, fazer piqueniques entre vinhas, mas também contactar de perto com as gentes locais para sentir o verdadeiro pulsar da terra.

“A nossa maior diferenciação vai passar pela atenção que vamos dar a cada hóspede. Queremos que todos sintam que são únicos e que o nosso staff está inteiramente dedicado para proporcionar uma estadia memorável”, explica o diretor geral deste novo hotel, Nuno Miranda.

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Destinos

Portugal mantém 6.ª posição como destino mais popular entre os turistas britânicos

Portugal ocupa a 6.ª posição num Top liderado pela Espanha, EUA e França.

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Portugal manteve intacta a 6.ª posição do Top 10 dos destinos mais populares entre os turistas britânicos para o ano de 2022, mostra uma recente inquirição da Associação Britânica de Agências de Viagens (ABTA).

Segundo a associação, Portugal foi indicado por 8,7% dos inquiridos, longe dos 29,3% de Espanha que lidera este ranking, destino que recebe, habitualmente, 18 milhões de turistas britânicos pro ano.

Curiosa a troca no Top 3 entre EUA e França, com terras de “Uncle Sam” a passar de 3.º para 2.º (18,1%) e França (17,8%) a fazer o caminho inverso, sendo que 1 em cada 5 britânicos a apontar Nova Iorque e a Flórida como um dos possíveis destinos para 2022.

Entre os destinos transatlânticos aparecem, também, Austrália (5,1%) e Canadá (4,5%), embora em posições mais “modestas”, 8.º e 9.º lugares, respetivamente.

Entre os clássicos destinos europeus, além de Espanha, França e, claro, Portugal, aparece Itália, na 4.ª posição, com a indicação de 16,4% dos britânicos, bem como Grécia, na 5.ª posição, com 10,1% de “rating”.

Atrás de Portugal, além de Austrália e Canadá, aparecem Alemanha (8,2%) e Turquia (4%), sendo que Canadá e Turquia subiram, respetivamente duas posições o que lhes possibilitou entrarem neste Top 10.

De acordo com a ABTA, “o relaxamento dos requisitos de teste do Reino Unido tornará a viagem mais acessível”, uma vez que os viajantes totalmente vacinados não precisarão de realizar teste antes da partida ao regressar ao Reino Unido, com o teste do segundo dia a mudar de PCR para antigénio, a partir de 9 de janeiro.

Com dados a mostrarem que existe mais 30% de probabilidade de as pessoas utilizarem um profissional de viagens face à realidade pré-pandémica, principalmente para orientação sobre os requisitos de viagem referente ao Coronavirus (47%), segurança relativamente ao pacote de férias (46%), a ABTA espera ver mais clientes a recorrer a profissionais de viagens para reservar as tão esperadas viagens para este ano.

Graeme Buck, diretor de Comunicação da ABTA, refere, em comunicado que “janeiro é, tipicamente, quando as pessoas começam a planear as suas férias para o ano que se inicia”, destacando que “encoraja qualquer um que esteja pensando em reservar as férias para falar com um membro da ABTA”.

Principais destinos para os turistas britânicos em 2022:

  • Espanha (29.3%) =
  • Estados Unidos da América (18.1%) +1
  • França (17.8%) -1
  • Itália (16.4%) =
  • Grécia (10.1%) =
  • Portugal (8.7%) =
  • Alemanha (8.2%) =
  • Austrália (5.1%) +2
  • Canadá (4.5%) +2
  • Turquia (4.0%) +2
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    Africa Land quer investir 2 milhões de euros no “Africa Safari Park” em Almodôvar

    Em quase 142 hectares em pleno Alentejo interior, a Africa Land – Turismo e Natureza, Lda. que criar um parque zoológico e uma unidade hoteleira de cinco estrelas.

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    A empresa Africa Land – Turismo e Natureza, Lda. pretende investir cerca de dois milhões de euros na criação de um parque zoológico e de uma unidade hoteleira de cinco estrelas no concelho de Almodôvar (distrito de Beja).

    O Africa Safari Park, previsto para a Herdade da Camacha, a cerca de sete quilómetros da vila alentejana de Almodôvar, inclui, segundo o Estudo de Impacte Ambiental (EIA), em consulta pública até 2 de fevereiro, um parque zoológico, a instalar numa área de 141,9 hectares, e que contará com “um conjunto de animais típicos da savana africana”.

    Entre estes, os promotores esperam ter leões, tigres, linces-ibéricos, girafas, impalas, chitas, zebras e palancas, num total de 86 animais, “21 exemplares de carnívoros e 65 exemplares de herbívoros”.

    “Como estes animais serão adquiridos de zoológicos certificados da Comunidade Europeia, não necessitarão de licenças de autorização”, revela a empresa.

    No EIA, a empresa promotora explica que as visitas ao parque zoológico irão realizar-se “em veículos todo-o-terreno”, estimando-se “uma carga máxima de 200 visitantes por dia”.

    O outro projeto previsto para a Herdade da Camacha é o Africa Safari Lodge, unidade hoteleira de cinco estrelas e cuja construção já arrancou.

    A unidade será composta inicialmente por ‘bungalows’ e terá capacidade para 72 camas, contando ainda com restaurante, bar, piscina, spa, e sala para eventos e conferências.

    O espaço vai ter “decoração e ambiente africano, de forma a poder ser “o prolongamento” da “experiência” do safari, “acrescentando valor e proximidade pelo conforto, pela gastronomia, pela saúde e bem-estar”, afirmam os promotores.

    O EIA do Africa Safari Park prevê ainda a construção de um centro interpretativo, através da recuperação de uma habitação existente na propriedade e que servirá “como local de informação aos visitantes”.

    Será igualmente criada uma clínica veterinária, para tratamento dos animais e para “atividades científicas e de investigação”, um armazém para alimentos e rações e um edifício de quarentena para animais, “de modo a evitar a propagação de doenças”.

    O projeto inclui também uma charca e três furos para abastecimento de água, assim como a construção de duas estações de tratamento de águas residuais, reservatórios de água para consumo humano, rega e incêndio e arranjos paisagísticos dos espaços exteriores.

    Com este projeto, a empresa promotora diz estimar a criação de cerca “de 60 novos postos de trabalho”, o que terá “reflexos positivos” na economia do concelho alentejano.

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