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Reportagem | Helsínquia: E um (Mar) Báltico de oportunidades

A capital finlandesa pode ser pequena em dimensão mas é grande no aproveitamento da arte e do design. É também o ponto de partida para a descoberta de outras cidades no Mar Báltico.

Carina Monteiro
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Reportagem | Helsínquia: E um (Mar) Báltico de oportunidades

A capital finlandesa pode ser pequena em dimensão mas é grande no aproveitamento da arte e do design. É também o ponto de partida para a descoberta de outras cidades no Mar Báltico.

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Em 2018, a Finlândia registou 32 mil dormidas do mercado português, o equivalente a uma subida de 35% face ao ano anterior. A abertura do voo direto da Finnair entre a capital portuguesa e Helsínquia, em junho do ano passado, ajuda a explicar o crescimento expressivo. A ligação, além de abrir novas possibilidades de viagem para quem tem como destino final a Ásia, é a porta de entrada para descobrir Helsínquia e cidades como Taillin, Estocolmo ou São Petersburgo, que se encontram a pouca distância. Foi a proposta da Finnair e da Teldar que no final de setembro levaram um grupo de agentes de viagens a conhecer Helsínquia e Estocolmo. Neste artigo publicamos a primeira parte da viagem.

Helsínquia é um reflexo de todos os clichés que temos sobre os povos nórdicos. É ordenada, limpa e funcional e até mais pequena do que a imaginamos. Os principais pontos de interesse estão a uma distância a pé entre si, pelo que um dia chegará para visitar a cidade e ficar com uma ideia geral. Mas se é para viver a cidade e experimentar o modo de vida dos finlandeses, então é preciso mais tempo e dinheiro na carteira, já que o custo de vida é superior à média do sul da Europa. A primeira lição a reter é que, em Helsínquia, não existem locais turísticos, como identificamos facilmente noutras cidades onde o turismo chegou em força. A ideia de que ainda existem cidades na Europa onde é possível passear sem esbarrar noutros turistas, onde não há filas, nem preços inflacionados pela chegada do turismo começa a escassear, mas em Helsínquia isso ainda não acontece. O turismo é algo relativamente novo na capital finlandesa, com início nos anos 90 devido aos cruzeiros no Báltico. Pode ser um bom argumento para sugerir Helsínquia na próxima viagem.

Cidade portuária

O ponto de partida desta visita foi a Bulevarden, onde se encontrava o nosso hotel. Fomos guiados por Artur, o guia enérgico da Nordic Ways, que fala português, mas que é natural da Estónia. Esta artéria fica situada num bairro com comércio local e onde se encontra um dos cafés mais famosos da cidade. O Ekberg abriu em 1852, tendo sido renovado recentemente, mas a renovação não agradou a todos. Há quem diga que o café perdeu o seu ar aristocrático. Um café aqui pode custar entre 3 a 4 euros e uma refeição ao almoço 25 euros. Basta andar mais um pouco para encontrar a avenida principal da cidade, a Mannerheimintie, onde estão localizados importantes edifícios de Helsínquia, como o museu de arte contemporânea Kiasma. Seguimos viagem em direção ao porto, pela Esplanadi, parecida à Av. da Liberdade, uma rua larga com esplanadas arranjadas e lojas de marcas internacionais. A Esplanadi desemboca na Praça do Mercado, um mercado ao ar-livre onde se vende comida tradicional e artesanato. É daqui que partem alguns navios e ferries para visitar as ilhas ao largo da cidade, é o caso de Suomenlinna e da sua fortaleza, um dos locais mais populares na Finlândia, ou as ilhas de Vallisaari e Lonna. Helsínquia é uma das cidades portuárias mais procuradas na Europa, devido à sua localização estratégica no Báltico. Recebe cerca de 300 navios por ano com 500 mil passageiros para visitarem a cidade. Existem quatro portos de cruzeiros em Helsínquia: Hernesaari, Terminal Oeste, Terminal Sul e Katajonokka.

Katajonakka e o Terminal Sul estão localizados junto à Praça do Mercado e é daqui que partem dois cruzeiros rumo a Estocolmo das companhias Viking e Silja, respetivamente. Para Tallin, na Estónia, ou para São Petersburgo, na Rússia, é preciso ir até ao Terminal Oeste. É na Praça do Mercado que nos deixamos estar mais tempo, para apreciar o ambiente e a paisagem portuária, enquadrada pelos principais edifícios da cidade, com destaque para a Catedral Branca que rivaliza em imponência com a Uspenski, a igreja ortodoxa, uma das maiores desta zona da Europa. Mas já lá vamos. Primeiro, o porto e a Praça do Mercado convidam a ficar mais tempo. No mercado serve-se peixe frito ou o prato típico dos finlandeses: a sopa de salmão com funcho, batata e nata, que no mercado custa à volta de 8 euros. Pode-se comer nas barracas do mercado ou há quem preferia sentar-se junto ao Báltico. Ao lado da praça encontra-se também o Mercado Velho, cujo edifício data de 1889. Aqui vendem-se todos os tipos de queijos, peixes, mariscos, vegetais, frutas e bolos e especiarias.

É no porto junto à Praça do Mercado que se tem uma das melhores vistas sobre a cidade. Para isso existem duas alternativas: a partir do complexo balneário que dispõe de uma piscina ao ar-livre, saunas e um conjunto de equipamentos de entretenimento, como um bar com vista sobre a cidade, ou andar na roda gigante de quarenta metros de altura, onde não poderia faltar uma sauna numa das cabines, ou não estivéssemos no país das saunas.
O passeio continua, agora pela zona histórica de Helsínquia, tendo como principal atração a Praça do Senado, onde está situada a Catedral Branca. Helsínquia é mais nova e pequena que a maioria das capitais europeias. Foi fundada em 1550 pelo rei Gustavo Wasa junto à foz do rio Vantaa, para competir com o porto de Tallin e aumentar o comércio com a Rússia. Em 1640, a cidade foi deslocada para perto da área hoje conhecida como Praça do Senado, que oferecia um melhor porto. Durante vários séculos, a cidade permaneceu como uma cidade portuária modesta. Nenhum dos edifícios construídos antes de 1750 permaneceu, uma vez que foram sucessivamente demolidos ou queimados.
A Finlândia fez parte do império sueco até ao início do século XVIII, altura em que foi invadida pela Rússia que declarou Helsínquia a capital do país. Um grande impulsionador da arquitetura da cidade foi o arquiteto alemão Carl Ludvig Engel, também responsável pela catedral luterana construída entre 1830 e 1852, conhecida pela Catedral Branca. As suas semelhanças com a Catedral de Santo Isaac em São Petersburgo, na Rússia, não são pura coincidência, já que a cópia foi propositada. A praça é assim mais antiga que a catedral, remonta ao século XVI, mas não existem edifícios dessa época resultado dos diversos incêndios que ali sucederam. A Praça do Senado é hoje dia o local de festejos, como o Dia Nacional ou do Ano Novo.

Capital do Design

Um pouco por toda a cidade de Helsínquia deparamo-nos com diversas lojas de design finlandesas. Artek, Ittala, Aarikka ou Marimekko são algumas delas, o que atesta que os finlandeses têm uma cultura muito ligada ao design e à arte, tendo a cidade já recebido o título de Capital Mundial do Design, em 2012. Há muitos museus de arte contemporânea, assim como edifícios com um design moderno e vanguardista, pelo que andar por Helsínquia pode ser um exercício de passear numa galeria de arte gigante ao ar-livre. Um dos exemplos que junta arte e design é o Kiasma. O Museu de Arte Contemporânea fica situado na principal avenida de Helsínquia, a Mannerheimintie, e é um dos três museus que integram o conjunto da Galeria Nacional da Finlândia, a maior instituição de museus de arte do país. Os outros dois são o Museu de Arte Ateneum e o Museu de Arte Sinebrychoff. O Kiasma é uma peça original de arquitetura desenhada pelo americano Steven Holl. Do outro lado da avenida, no bairro Kamppi, conhecido por ser uma zona comercial, encontra-se mais o Museu de Arte, o Amos Rex, cuja arquitetura é facilmente destacada como ponto de encontro da cultura e arte urbana. Mais recentemente, a 5 de dezembro de 2018, foi inaugurada a Oodi, a biblioteca com o título de “a nova sala de estar mais cool de Helsínquia”. A sua inauguração coincide com a celebração do centenário da independência da Finlândia e está plena de simbolismo, já que o país é uma das nações mais alfabetizados do mundo. A biblioteca fica situada na Praça do Cidadão (Kansalaistori) um dos novos polos culturais da cidade, onde fica também localizada a Casa da Música e o Kiasma. A Oodi é um espaço transformativo e multifuncional que impressiona por fora e por dentro. Se o exterior é contemporâneo e vanguardista, o interior é mutável e vibrante, mas ao mesmo tempo sereno e confortável, algo que é conferido pelas linhas da arquitetura e pelos tons usados na decoração. A Oodi tem espaços para eventos, recantos para trabalhar e até áreas de entretenimento para crianças e todos convivem numa perfeita harmonia. Foi o último ponto desta visita e o mais ilustrativo da cultura e modo de ser dos nórdicos que, apesar da natureza não tão expansiva como o sul da Europa, é compensada em cidadania.

O que fazer

A Temppeliaukio (Igreja da Pedra) fica localizada na Rua Fredrikinkatu e deve o seu nome ao facto de ter sido esculpida na pedra. Construída há 50 anos, é uma das atrações mais populares de Helsínquia, pela sua atmosfera e arquitetura única. Devido à acústica do local é frequente receber concertos. Foi construída pelos irmãos arquitetos Timo e Tuomo Suomalaimen que ganharam um concurso de arquitetura com este projeto em 1960/1961. A igreja elíptica é banhada pela luz do dia, que passa para o corredor pelas estreitas claraboias entre a parede de pedra e a cúpula de teto de cobre. A superfície interna da cúpula é revestida com fita de cobre com um comprimento de 22 km. O diâmetro da cúpula fica a 24 metros do chão. A superfície de escavação das paredes foi deixada irregular por razões acústicas e estéticas. Para observar esta obra-prima da arquitetura, o preço do bilhete é de 3 euros.

Onde Ficar

Nesta viagem visitámos três hotéis, todos localizados no centro da cidade. Começámos pelo hotel Sokos Vakuno, da cadeia Sokos Hotels, que fica junto à praça onde está localizada a estação central de comboios de Helsínquia, pelo que a localização é uma das mais-valias deste hotel. Foi concluído em 1952, ano em que Helsínquia acolheu os Jogos Olímpicos, oferecendo uma decoração charmosa ao estilo dos anos 50. Tem um terraço no 10º com vista sobre a cidade. É hotel corporate, sendo que as áreas comuns foram remodeladas recentemente. Apesar de não ser comum o uso das estrelas na hotelaria finlandesa, os hotéis desta cadeia equivalem à classificação de quatro estrelas (https://www.sokoshotels.fi/en). Na mesma praça, situa-se o Holiday Inn (https://www.ihg.com/holidayinn) com 170 quartos. O destaque vai novamente para a localização do hotel, perto de todas as atrações da cidade. Ao estilo do Holiday Inn, as áreas comuns são ambientes descontraídos. Por fim, visitámos o Scandic Simonkentta da cadeia (https://www.scandichotels.com). Situado no bairro de Kamppi, a zona comercial da cidade, este hotel foi remodelado em 2015, contando com 360 quartos, alguns com varandas e outros com sauna (disponíveis nas categorias superiores). Destaque para o restaurante Más, com uma decoração moderna e cheia de apontamentos de design, condizente com os seus pratos inspirados na cozinha moderna.

Como ir

A Finnair tem voos diários para Helsínquia à partida de Lisboa. Do Porto, a companhia finlandesa terá uma ligação sazonal, de 22 de junho a 7 de agosto de 2020, com dois voos semanais (segundas e sextas). Para o Funchal, a Finnair irá operar dois voos semanais (segundas e terças) de 28 de outubro a 24 de março de 2020 e um voo semanal de 30 de março a 19 de outubro de 2020. Para quem está a pensar voar para Ásia, é importante saber que as rotas mais curtas são via Helsínquia e a Finnair voa para um vasto conjunto de destinos naquele continente tais como Tóquio, Seul, Pequim, Shanghai, Hong Kong, Singapura e Deli. Muitas destas rotas são operadas pelos A350 XWB, que se caraterizam por terem uma cabine com mais espaço e mais luz devido às suas janelas de maior dimensão. O aeroporto de Helsínquia é relativamente pequeno e tranquilo, o que permite conexões fáceis e rápidas. O controlo de passaportes é eletrónico. Também pode visitar facilmente a cidade já que existe uma ligação ferroviária do aeroporto até ao centro de Helsínquia (a Finnair dispõe de um autocarro que faz este percurso por 6 euros). De referir que nos voos de longo curso são servidas duas refeições e no médio curso (caso do voo entre Lisboa e Helsínquia) não é servida nenhuma refeição em económica, apenas bebidas, tratando-se de uma política generalizada entre as companhias nórdicas. Para os voos intercontinentais, a Finnair dispõe do serviço Economy Confort, não se trata de uma classe, mas sim de um conjunto de serviços que são adicionados à classe economy, mediante um valor extra (85€ ou 95€, dependendo do destino), por exemplo, até 13 cm de espaço adicional para as pernas e encosto de cabeça mais cómodo, embarque e desembarque prioritários, kit pessoal de viagem ou uma hora grátis de wifi.

Dicas

Viagem para São Petersburgo
Uma vez em Helsínquia, porque não aproveitar a viagem para conhecer outra capital ou cidade europeia? É o caso de Estocolmo, Tallin ou São Petersburgo. Pode fazê-lo num cruzeiro, com para partida num dos terminais que enumerámos no texto e, no caso de São Petersburgo, através da empresa https://stpeterline.com/. Pode-se viajar de Helsínquia para São Petersburgo sem visto, por um máximo de 72 horas. Desde de 1 de outubro de 2019 os cidadãos de vários países, incluindo Portugal, poderão obter vistos eletrónicos de turísmo, de negócios e humanitários, todos de uma entrada, para viagens a São Petersburgo e região de Leningrado, através de preenchimento do formulário no portal http://electronic-visa.kdmid.ru/.

Nordic Ways
A viagem contou com o apoio da Nordic Ways, uma DMC fundada pela brasileira Roberta Perez, que possui uma longa experiência na organização de congressos, viagens e eventos. Em 2011, abriu a NOW em Estocolmo, mas faz a organização de qualquer viagem, seja de negócios, incentivos ou lazer, para toda a região nórdica (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia). A equipa fala diversas línguas, entre quais português. Nesta viagem, contamos com guia em português.

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Europeus impulsionarão a recuperação do turismo na região do Golfo

A Europa está entre os países emissores que mais deverão contribuir para a recuperação do turismo no Golfo, muito devido à “ajuda” dos britânicos.

Victor Jorge

Os viajantes europeus devem tornar-se um mercado importante para a região do Golfo, especialmente os países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), o que ajudará na recuperação da indústria turística pós-pandemia.

Os países do GCC incluem Emirados Árabes Unidos (EAU), Arábia Saudita, Catar, Omã, Kuwait e Bahrein e todos oferecem uma boa variedade de opções de voos e um produto turístico variado, que agrada aos viajantes europeus, revela a GlobalData.

O último relatório da empresa, ‘Gulf Cooperation Council (GCC) Tourism Destination Market Insight’, revela que, em 2019, as chegadas pré-pandêmicas da Europa para os países do GCC alcançaram 11,8 milhões de turistas. Em 2020, as chegadas caíram para 3,9 milhões devido à pandemia, uma redução de 67% numa comparação anual. No entanto, os indicadore mostram que as chegadas pós-pandemia devem recuperar para 13,3 milhões de turistas até 2024, uma taxa composta de crescimento anual (CAGR ) de 17,5%.

 

Gus Gardner, analista associado de Viagens e Turismo da GlobalData, salienta que “os viajantes europeus que chegam aos países do GCC nos próximos três anos serão o principal impulsionador da recuperação do turismo da região “. O analista admite mesmo que um dos países de maior importância será o Reino Unido, já que as últimas previsões da GlobalData mostram que as chegadas do Reino Unido aos países do GCC chegarão a 3 milhões em 2024, numa evolução anual de 21,7%. ‘

“Os viajantes britânicos sempre foram atraídos pelos países do GCC”, admite a GlobalData, “pois oferecem uma proposta turística diversificada para o sol de verão e inverno, com praias deslumbrantes, cidades extensas e atividades de aventura”. Além disso, a “opulência e o status de Dubai com hotéis de luxo e a experiência suntuosa que tem a oferecer também são populares entre os viajantes do Reino Unido”.

Gardner conclui ainda que os países do GCC “têm muito para atrair os europeus, com uma mistura de atividades, desde as tradicionais férias na praia até a experiência cultural proporcionada pelas tradições e história da região. Isso o ajudará a recuperar sua popularidade mais rápido do que aqueles destinos que oferecem apenas uma experiência de pausa na cidade”.

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Melhores filmes de turismo do mundo estarão no ART&TUR em Aveiro

Aveiro será, durante quatro dias, a capital dos filmes de turismo no panorama nacional e internacional.

Victor Jorge

O ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo, vai decorrer entre 26 e 29 de outubro, no Centro de Congressos de Aveiro. Trata-se da 14.ª edição de um certame consolidado no panorama nacional e internacional de festivais de cinema de turismo que atrai à competição os melhores filmes promocionais e documentários sobre turismo, nacionais e internacionais.

As últimas três edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras e Viseu, a que se segue agora Aveiro.

Durante os quatro dias do Festival, serão exibidos os filmes que compõem a short list da competição, selecionados pelo júri internacional entre todos os candidatos. No total, serão exibidos 74 filmes, integrados em 17 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que peritos convidados e autores de filmes selecionados refletirão sobre o relançamento do turismo na era pós-COVID 19. Paralelamente, decorrerão outras iniciativas inseridas no Festival.

Francisco Dias, diretor do Festival, salienta que o ART&TUR “não é um festival qualquer de cinema”, destacando a “componente muito importante de business to business e uma dimensão internacional de relevo”. Por outro lado, refere, “o ART&TUR tem contribuído para a melhoria da qualidade dos filmes promocionais de turismo feitos em Portugal, uma vez que as autarquias e outras entidades perceberam as vantagens de terem bons filmes promocionais a concurso”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, frisa que a aposta desta entidade no Festival e, paralelamente, na criação da Centro Portugal Film Commission, se deve ao facto de os filmes de turismo serem “um excelente veículo de promoção da região Centro de Portugal”. “Com esta aposta queremos dizer que o audiovisual é uma área de crescimento estratégico para o Centro de Portugal, que tem alcançado resultados inequívocos, os quais contribuem para que a marca e o destino Centro de Portugal registe taxas muito altas de crescimento”.

O programa completo do evento pode ser consultado em https://tourfilm-festival.com/programa.

 

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Civitatis destaca destinos nos EUA depois de anúncio de abertura de fronteiras

A abertura das fronteiras dos EUA levou a Civitatis a compilar uma séries de destinos a visitar no país.

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Depois de os EUA terem anunciado, a partir de novembro, a reaberturas das fronteiras do país, especialmente da União Europeia e Brasil, a Civitatis compilou uma lista de alguns dos lugares para visitar que inclui tanto cidades mais conhecidas como outras menos familiares.

Assim, a Civitatis destaca destinos como Nova Iorque, Nova Orleães, São Francisco, Nashville, Phoenix, San Diego, Charleston, Boston, Santa Fé ou Galveston.

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Qatar Airways Holidays lança pacotes de viagens para o Campeonato do Mundo de futebol

Com sete níveis, os pacotes de viagens da Qatar pretende levar os adeptos ao Mundial de Futebol de 2022.

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A pouco mais de um ano do início do Campeonato do Mundo FIFA Qatar 2022, a Qatar Airways Holidays anuncia o lançamento de pacotes de viagens para adeptos, que incluem bilhetes para jogos, voos de regresso e opções de alojamento.

Os adeptos terão primeiro de aderir ao Qatar Airways Privilege Club, para terem acesso a pacotes de viagens únicos, com flexibilidade nas reservas, e obterem lugares reservados nos seus jogos preferidos.

A viagem começa com a escolha da sua seleção favorita e caso a equipa escolhida não se qualifique para o torneio, será oferecida uma opção de reembolso total. No entanto, os adeptos têm também a flexibilidade de escolher jogos de uma equipa diferente (em função da disponibilidade).

Com sete níveis, os pacotes de viagem têm preços que começam nos 3.261 euros e cada adepto pode reservar um total de sete jogos, combinando mais do que um pacote. No caso da sua seleção favorita ser derrotada nas fases avançadas do torneio, serão emitidos bilhetes para os jogos de uma das equipas prevalecentes do mesmo grupo ou da fase a eliminar.

Além disso, os adeptos podem especificar com quantos convidados viajam e o número de quartos em que gostariam de ficar. Podem escolher entre alojamento standard e premium, com base no seu orçamento.

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EUA reabre fronteiras para turistas vacinados

A partir de novembro, as fronteiras dos EUA reabrem-se aos turistas internacionais.

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Os EUA começam a abrir, lentamente, as fronteiras a turistas internacionais, tendo informado que os visitantes do Canadá e do México vacinados poderão regressar aos EUA para turismo e outras viagens não essenciais, depois de as viagens não essenciais estarem restritas há cerca de 19 meses.

Além da abertura das fronteiras a estes dois países, a partir de novembro, também outras 33 nações poderão voar para os EUS, casos do Brasil, países da União Europeia, Índia e Reino Unido, além de se registarem alterações nas regras para viagens aéreas internacionais.

Recorde-se que, em meados de setembro, a US Travel Association fez as contas, revelando que, por cada semana que os EUA mantiveram as fronteiras fechadas com os 33 países na “lista vermelha”, a economia americana perde 1,5 mil milhões de dólares (cerca de 1,3 mil milhões de euros).

Além disso, a associação norte-americana salienta que esses 33 países foram responsáveis por 53% da chegada de turistas aos EUA, em 2019.

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Nova edição: Azul, Geoparque Algarvensis e Lisboa

A segunda edição de outubro do Publituris faz capa com a Azul – Linhas Aéreas Brasileiras, que já está a sentir um forte aumento na procura por viagens entre Portugal e o Brasil, na sequência da reabertura das fronteiras entre os dois países. Em resposta, a companhia prepara-se para retomar os voos diários para Lisboa já em dezembro.

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A nova edição do Publituris, a segunda do mês de outubro, faz capa com a Azul – Linhas Aéreas Brasileiras, que se prepara para retomar os voos diários entre Lisboa e São Paulo-Campinas já em dezembro. Ao Publituris, Giuliano Ponzio, gerente comercial regional da Azul para a Europa, revela que a companhia aérea, que disponibiliza atualmente quatro ligações entre os dois lados do Atlântico, está a sentir um forte aumento da procura na sequência da reabertura de fronteiras entre Portugal e o Brasil, e quer recuperar rapidamente a oferta que tinha antes da pandemia na capital portuguesa.

Nesta edição, publicamos também um dossier sobre Lisboa. Como está a recuperar a atividade turística na capital apesar do impacto da pandemia, qual é o cenário nas diferentes atividades, assim como as perspetivas para o futuro e as novidades que estão a chegar à oferta lisboeta, são alguns dos temas que exploramos e que pode conhecer neste trabalho.

Saiba também quais são as expetativas da distribuição e da aviação para quando a pandemia estiver ultrapassada. Em véspera do seminário luso-brasileiro, organizado pela Airmet, para debater os desafios pós-COVID, o Publituris quis saber, junto de alguns participantes, como olham para o futuro dos setores da distribuição e da aviação dos dois lados do Atlântico.
Este fim-de-semana, termina a 4.ª edição do Portugal Air Summit. Ao longo de cinco dias, este evento reúne a indústria da aviação em Ponte de Sor, o, num certame que tem também vantagens para a promoção económica e turística.

Conheça também o Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, que é candidato a Geoparque Mundial da UNESCO e que conta 350 milhões de anos de história da região algarvia. Criar maior coesão territorial e contribuir para tornar o Algarve num destino ao longo de todo o ano, são alguns dos objetivos do novo geoparque.

Os artigos de opinião nesta edição são assinados por Pedro Machado (presidente da Turismo Centro de Portugal), Mariana Calaça Baptista (Centro de Portugal Film Comission) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams, Universidade Lusófona).

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | cdavid@publituris.pt | 215 825 430

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ISG debate Gestão da Aeronavegabilidade

Iniciativa decorre no âmbito da nova Pós-Graduação em Gestão da Aeronavegabilidade do estabelecimento de ensino superior, que arranca em janeiro de 2022.

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O ISG – Instituto Superior de Gestão vai promover no próximo dia 20 de outubro, entre as 18h30 e as 20h30, o seminário “Gestão da Aeronavegabilidade”, iniciativa que vai ter lugar no âmbito da nova Pós-Graduação em Gestão da Aeronavegabilidade do estabelecimento de ensino superior, que arranca em janeiro de 2022.

De acordo com o ISG, o debate pretende fornecer aos participantes “conhecimentos atualizados e aprofundados sobre a realidade operacional, as estruturas e responsabilidades, e as práticas de gestão nos Operadores Aéreos e nas organizações CAMO (Continuing Airworthiness Management Organisation) e CAO (Combined Airworthiness Organisation) no que respeita à gestão da continuidade da aeronavegabilidade das aeronaves operando no espaço aéreo da União Europeia”.

O evento, que vai decorrer no auditório do piso 3 do estabelecimento de ensino superior, será moderado pelo professor João Martinez, um dos coordenadores Científicos da Pós-Graduação que arranca em janeiro, e assenta em “reflexões de especialistas com know-how reconhecido no sector dos transportes, nomeadamente da aviação civil e aeronáutica”

O evento pode ser acompanhado a nível presencial ou online, via zoom, devendo os interessados proceder à inscrição pelo e-mail posgraduacoes@isg.pt.

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Bali reabre para turistas de 19 países, incluindo Portugal

Ilha turística da Indonésia reabriu esta quinta-feira, 14 de outubro, para turistas de países de baixo risco para a COVID-19, mas continuam a existir várias restrições.

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A Ilha de Bali, na Indonésia, reabriu esta quinta-feira, 14 de outubro, para turistas estrangeiros provenientes de 19 países, entre os quais também se encontra Portugal, apesar de continuarem a existir diversas restrições, avança a Lusa.

De acordo com as autoridades da Indonésia, para entrarem  em Bali, os turistas estrangeiros devem apresentar prova de que possuem a vacinação completa contra a COVID-19 ou um teste negativo na chegada ao destino, onde será ainda necessário realizar uma quarentena de cinco dias em hotéis designados pelas autoridades e cujos custos são suportados pelos turistas. Existem também diversas restrições em vigor nos hotéis, restaurantes e praias de Bali.

Além de Portugal, também os turistas provenientes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia, Kuwait, Bahrein, Qatar, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Liechtenstein, Itália, França, Espanha, Suécia, Polónia, Hungria e Noruega voltam a poder entrar em Bali, sendo todos países que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), apresentam um baixo risco para a COVID-19.

A Lusa cita ainda o presidente da Indonésia, Joko Widodo, que já tinha explicado que a decisão de reabrir Bali se devia à alta taxa de vacinação na ilha, que chega já a perto de 80% da população de Bali.

 

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Brasil mostra na Expo Dubai que está pronto a receber visitantes internacionais

A Embratur quer afirmar o Brasil como um destino turístico mundial e está a aproveitar a Expo Dubai 2020, que decorre até março de 2022, para promover as atrações e destinos brasileiros.

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A Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo está presente na Expo Dubai 2020 com o objetivo de mostrar que “o Brasil está pronto para receber visitantes internacionais”, numa estratégia que visa também “o posicionamento do Brasil enquanto destino turístico mundial”.

“A presença da Embratur na Expo Dubai 2020 tem como objetivo reforçar que o Brasil está pronto para receber visitantes internacionais. A nossa cultura diversa e as infinitas belezas naturais ao longo de todo o território brasileiro, com 66% de vegetação nativa protegida, praias, parques, ilhas e sem desastres naturais em nenhuma época do ano, são a garantia de encantamento e de vontade de visitar o Brasil”, refere Carlos Brito, presidente da Embratur, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com o responsável, a participação na Expo Dubai 2020 reveste-se de uma ainda maior importância pela altura em que decorre o certame, uma vez que a recuperação da aviação comercial já está em marcha e os voos internacionais já estão de regresso ao Brasil.

“A divulgação do nosso país no exterior é ainda mais necessária, num momento em que aumenta a vacinação e se retomam gradualmente as viagens. O mundo merece e precisa de conhecer o nosso turismo”, acrescenta Carlos Brito.

O pavilhão do Brasil na Expo Dubai 2020 fica localizado na entrada do Distrito da Sustentabilidade e, segundo o comunicado da Embratur, esse é o principal mote que orienta o pavilhão do país, que apresenta o tema “Juntos pelo Desenvolvimento Sustentável”, com o objetivo de ligar “a natureza às pessoas e ao amanhã”.

No pavilhão do Brasil vão também decorrer diversas iniciativas, como manifestações culturais, uma exposição com imagens e artesanato, e ainda música e dança típicas de todas as regiões do país.

“Além disso, a Agência prepara também ações de experiência de marca para aumentar a interação com os visitantes, distribuindo também materiais promocionais”, refere ainda a Embratur.

A Expo 2020 Dubai, que foi adiada durante um ano em função da pandemia de COVID-19, decorre até final de março de 2022 e conta com a participação de 190 países, estimando-se que, ao longo dos seis meses de atividades, visitam a exposição cerca de 25 milhões de pessoas.

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Campanha de verão de Lagos soma 2,5 milhões de visualizações

Campanha lançada pela Câmara Municipal de Lagos foi promovida em Portugal e Espanha através das redes sociais, assim como em França, Reino Unido, Alemanha, República Checa, Lituânia, Polónia e Suécia.

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A campanha promocional lançada pela Câmara Municipal de Lagos para promover o destino neste verão e que contou com a participação do ator e blogger João Cajuda, soma já mais de 2,5 milhões de visualizações, o que leva a autarquia a fazer um balanço positivo desta campanha, que terá contribuído para que a hotelaria da cidade tenha registado uma taxa de ocupação média próxima dos valores de 2019.

Num comunicado enviado à imprensa, a autarquia de Lagos, no Algarve, explica que o filme promocional desta campanha foi promovido em Portugal e Espanha através do Facebook e Instagram, assim como em França, Reino Unido, Alemanha, República Checa, Lituânia, Polónia e Suécia, e, ao longo de 40 dias, foram contabilizadas 2,5 milhões de visualizações.

“Paralelamente, a campanha teve declinação offline em toda a região e envolveu mais três influenciadores, que amplificaram ainda mais o conceito e que, em conjunto, geraram mais de 100 mil likes, 1.500 comentários e 100 mil reencaminhamentos de stories. Tudo isto para além do impacto mediático gerado pela publicação de dezenas de notícias nos media portugueses. Os números do impacto no turismo estão a ser fechados, mas estima-se que a taxa de ocupação média se tenha aproximado dos valores de 2019″, explica a autarquia.

Denominada ‘Where Are You João?’, a campanha de verão de Lagos, começa com João Cajuda a explorar vários destinos internacionais até chegar a Lagos, que é apresentado como um destino de eleição onde ninguém pode faltar.

O vídeo da campanha está disponível online para visualização através do Vimeo, pelo link https://vimeo.com/578531762.

 

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