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Rita Marques é a nova secretária de Estado do Turismo

Rita Marques é nova secretária de Estado do Turismo. Até aqui CEO da Portugal Ventures, Rita Marques é licenciada e mestre em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. De acordo com a biografia que pode ser vista no site da Portugal Ventures, foi diretora executiva da Porto Business School… Continue reading Rita Marques é a nova secretária de Estado do Turismo

Carina Monteiro
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Rita Marques é a nova secretária de Estado do Turismo

Rita Marques é nova secretária de Estado do Turismo. Até aqui CEO da Portugal Ventures, Rita Marques é licenciada e mestre em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. De acordo com a biografia que pode ser vista no site da Portugal Ventures, foi diretora executiva da Porto Business School… Continue reading Rita Marques é a nova secretária de Estado do Turismo

Carina Monteiro
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Rita Marques é nova secretária de Estado do Turismo. Até aqui CEO da Portugal Ventures, Rita Marques é licenciada e mestre em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

De acordo com a biografia que pode ser vista no site da Portugal Ventures, foi diretora executiva da Porto Business School para área de MBAs e Pós-Graduações (2016-2018), Coordenadora da Unidade de Projetos da Universidade do Porto (2008-2016), e Gestora do Mercado Ásia-Pacífico e dos setores de Tecnologias e de Turismo na Agência Portuguesa para o Investimento (2003-2006). Foi ainda consultora sénior na Microsoft Corporation (2006-2007), nos EUA, e especialista na ANACOM (2001-2003). É Presidente do Conselho Fiscal da Fundação da Juventude (desde 2017). Tem desenvolvido diversos trabalhos de consultoria com entidades públicas e privadas na área da Inovação, Financiamento Público, Internacionalização e Investimento Direto Estrangeiro.

Rita Marques era CEO da Portugal Ventures desde 2018, altura em que foi nomeado um novo conselho de administração para a Capital de Risco. Partilhava o conselho de administração com  Rui Ferreira e Pedro de Melo Breyner, este último responsável pelo pelouro do Turismo.

A Portugal Ventures nasceu em 2012 fruto da fusão de três sociedades: a AICEP Capital Global, InovCapital e Turismo Capital. A sociedade gestora de Fundos de Capital de Risco tem participação em centenas de empresas, muitas na área do turismo.

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Alojamento

Reservas diretas crescem nos hotéis europeus

Quase 60% dos europeus fazem a sua reserva diretamente no hotel, tanto online como offline. O canal online já representa 64,6% das reservas de hotéis este ano, seja de venda direta ou através de OTA e redes sociais, mas o offline ainda ocupa um terço do total das vendas.

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Segundo dados revelados pela Statista, mais de metade dos europeus fazem a sua reserva diretamente no hotel onde vão ficar, com o qual contactam tanto online, a opção escolhida por 34,5% dos utilizadores, como offline, com 25,3%.

As vendas diretas em ambas as modalidades aumentaram assim a sua quota de mercado este ano na Europa para quase 60%.

A Statista indica ainda que o canal online é o escolhido maioritariamente pelo cliente europeu nas suas múltiplas variantes, uma vez que as vendas diretas, OTA e redes sociais somam 64,6% das reservas de hotéis em 2022.

Entretanto, apesar da crescente digitalização do setor hoteleiro, as reservas offline ainda representam um terço do total reservado, com destaque para as feitas diretamente no hotel (25,3%) ou via operador turístico (8,5%).

 

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Aviação

Companhias aéreas cautelosas em relação ao inverno

A capacidade global da aviação mundial parece permanecer forte até o final da temporada de férias de verão; o que acontece depois disso é uma incógnita. Existem vários fatores que obrigam a cautelas.

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Com mais de 102 milhões de lugares oferecidos, a última semana de agosto será a oitava semana consecutiva em que as companhias aéreas quebram a marca de 100 milhões, seguida por um setembro com previsão ainda maior, de modo que a capacidade aérea global permanecerá sólida até o final deste verão turbulento de 2022. No entanto, a próxima temporada de inverno 2022/23 é uma incógnita e o setor aéreo parece muito cauteloso com sua programação devido a uma combinação de fatores de cautela.

Analistas da empresa de inteligência de aviação OAG dizem que parece haver uma preocupação crescente com o último trimestre do ano, com o ambiente económico e a incerteza sobre a procura corporativa.

Por outro lado, em outubro e novembro, os primeiros meses da temporada de inverno, há sempre uma redução percetível da capacidade, pois as companhias aéreas aproveitam para colocar em dia as pesadas revisões de manutenção dos seus aviões.

De acordo com relatório da OAG, este ano a redução de capacidade nesses dois meses é de cerca de 16%, o dobro do registado em 2019 (ano de referência), que foi de 8%.

A OAG destaca que a Europa Ocidental consolidou a sua posição em primeiro lugar com um aumento de 3% na capacidade das companhias aéreas esta semana (24,5 milhões de lugares oferecidos), e está agora menos de 8% abaixo do nível de 2019.

Entretanto, as próximas duas maiores regiões, América do Norte e Nordeste da Ásia, também aumentaram o número de lugares oferecidos esta semana, pois as companhias aéreas de ambas vinham reduzindo a capacidade em semanas anteriores.

Especificamente, a China assistiu a uma redução de 888.588 assentos semana após semana, embora nas últimas três semanas o número de voos internacionais programados tenha aumentado 6% com novas rotas entre o país asiático e as principais cidades da Europa.

Em quase todos os países, a taxa de cancelamentos de voos está a diminuir, com muitos mercados abaixo de 1%, diz a empresa de inteligência da aviação. Claro que existem exceções, a Indonésia continua a ter uma taxa de cancelamento muito alta, e tanto a Suíça como o Reino Unido tiveram taxas mais altas de cancelamentos na semana passada.

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Destinos

Dormidas turísticas em julho nos Açores superam 2019 pelo terceiro mês consecutivo

Os indicadores do Serviço Regional de Estatística dos Açores estimam 438 mil dormidas em alojamentos turísticos no mês de julho de 2022, correspondendo a uma subida de 12% face ao mesmo mês de 2019.

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Os Açores superaram em julho, pelo terceiro mês consecutivo, os números de 2019 (pré-pandemia de covid-19) referentes a dormidas em alojamentos turísticos, de acordo com estimativas divulgadas pelo Serviço Regional de Estatística (SREA).

“O Indicador de Turismo prevê que terão sido registadas em toda a região cerca de 438 mil dormidas em alojamentos turísticos em julho”, lê-se numa publicação do SREA, divulgada na sua página na Internet.

Em julho de 2019, foram registadas 391.201 dormidas nos alojamentos turísticos da região, de acordo com o relatório de atividade turística do SREA relativo a esse mês.

Em comparação com esse período, anterior à pandemia de covid-19, prevê-se um crescimento de cerca de 12% nas dormidas em julho de 2022.

A subida, face a 2019, foi semelhante no mês de junho (11,8%), tendo sido registado também no mês de maio (5%).

Em comparação com o período homólogo, em que o SREA contabilizou 266.598 dormidas, as estimativas hoje divulgadas apontam para um crescimento de 64,3% em julho de 2022.

A publicação destaca também o número de passageiros desembarcados nos aeroportos dos Açores, no mesmo mês, provenientes de voos territoriais (do continente português ou da Madeira) e internacionais.

Também neste caso, os números de julho de 2022 apontam para um crescimento face a 2019.

Os passageiros provenientes de voos nacionais cresceram 0,8%, tendo-se registado 95.611 desembarques em julho de 2019 e 96.324 em julho de 2022.

Já o número de passageiros provenientes do estrangeiro desembarcados nos Açores cresceu 33,3%, passando de 30.654 para 40.755.

A evolução é mais acentuada em comparação com julho de 2021.

Os passageiros de voos internacionais subiram 218,8%, enquanto os passageiros de voos nacionais aumentaram 40,6%.

Segundo o SREA, o Indicador de Turismo “tem por objetivo a estimação antecipada do andamento económico do setor do turismo”, por isso, “o número total de dormidas em alojamentos turísticos nos Açores é estimado e divulgado cerca de três semanas antes da publicação do destaque das Estatísticas do Turismo”.

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Transportes

TAP bloqueia ciberataque

A companhia aérea nacional refere que os mecanismos de segurança da TAP foram “prontamente acionados” e garante que “a integridade operacional, pelo que não há qualquer risco para a segurança de voo”.

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A TAP informou que foi alvo de um ciberataque na noite do dia 25 de agosto.

De acordo com uma nota de imprensa enviada à comunicação social, “os mecanismos de segurança da TAP foram prontamente acionados e os acessos indevidos bloqueados”.

A companhia aérea nacional informa, igualmente, que “ao longo da noite e madrugada as equipas da TAP” levaram a cabo uma “investigação a este evento, salientando que “a integridade operacional está garantida, pelo que não há qualquer risco para a segurança de voo”.

A TAP refere ainda que “não foi apurado qualquer facto que permita concluir ter havido acesso indevido a dados de clientes”, concluindo que “o plano de contingência da TAP continua ativo e a companhia está a trabalhar em articulação com as autoridades com competências nesta matéria”.

 

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Destinos

Portugal promove-se em Pequim

A oferta turística, a cultura e os principais produtos de exportação portugueses vão ser promovidos na capital chinesa, entre os dias1 e 5 de setembro, durante a Feira Internacional de Comércio e Serviços.

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O pavilhão de Portugal será instalado no Centro Comercial Liu Gong Hui, durante a CIFTIS, Feira Internacional de Comércio e Serviços, e estima-se que seja visitado por dezenas de milhares de chineses durante os cinco dias do evento.

A oferta turística nacional, com a exibição de vídeos de turismo de Portugal, cortiça, vinhos, águas minerais, cafés, são exemplos do que Portugal vai expor em Pequim, em mais uma ação de promoção de Portugal na China.

O pavilhão inclui ainda uma exposição de intercâmbio de arte luso-chinesa, exibindo pinturas a óleo, gravuras e porcelanas, entre outras.

A comissão organizadora do município de Pequim convidou o presidente da ACTEP – Associação de Turismo Chinês em Portugal, Yong Liang, para organizar e administrar o pavilhão de Portugal neste evento.

Refira-se que o ano passado Yong Liang foi também responsável pela gestão do pavilhão de Portugal na Expo Yangzhou, totalmente revestido a cortiça, que recebeu mais de dois milhões de visitantes online/on site e vários prémios.

O presidente da ACTEP afirma que, apesar das restrições decorrentes da pandemia, “a promoção que agora estamos a fazer é muito importante para retomar o grande fluxo de turismo chinês para Portugal logo que existam condições de viagem, bem como para o desenvolvimento do comércio entre os dois países”.

 

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Transportes

Greve do SINTAC pode causar perturbações em 22 companhias aéreas

De acordo com a ANA – Aeroportos de Portugal e a Portway, a greve convocada pelo SINTAC poderá afetar 22 companhias aéreas nos aeroportos nacionais.

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A ANA – Aeroportos de Portugal e a Portway alertaram para possíveis perturbações em 22 companhias aéreas que operam nos aeroportos nacionais, devido à greve na empresa de ‘handling’, que começa esta sexta-feira, 26 de agosto, e se prolonga até domingo, 28 de agosto.

Numa nota divulgada nos seus ‘sites’ a gestora dos aeroportos nacionais, detida pela Vinci, e a empresa de assistência em terra, do mesmo grupo, publicaram uma lista de “companhias aéreas cujos voos poderão ser afetados pela greve convocada por um sindicato” na empresa de assistência em terra, entre os dias 26 e 28 de agosto.

As companhias em causa são a Aegean, Air Canada, Air Transat, American Airlines, Blue Air, Brussels, Cabo Verde Airlines, Easyjet, Euroatlantic, European Air Transport, Eurowings, Finnair, Flyone, Latam, Luxair, Swiftair, Transavia, Transavia France, Tunisair, Turkish Airlines, Volotea e Wizzair.

Estas empresas recorrem aos serviços da Portway, sendo que existe outra empresa de ‘handling’ em Portugal, a Groundforce.

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Transportes

Transportes aumentam em 7% as emissões de 1990 a 2020

Dos setores analisados pela AEA, os transportes, onde se inclui a aviação, foi o único a aumentar as emissões de CO2 entre 1990 e 2020.

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Segundo dados produzidos pela Agência Europeia do Ambiente (AEA), publicados agora pelo Eurostat, as emissões de CO2 nos 27 países da União Europeia (UE) registaram uma descida global na Europa no período de 1990 a 2020, passando de 4,9 biliões de toneladas, em 1990, para 3,35 biliões de toneladas, em 2020, correspondendo a uma redução de 1,55 biliões de toneladas, ou seja, menos 32%.

Contudo, entre os setores de atividade analisados (energia, indústria transformadora, construção, transportes, agricultura, entre outros), os transportes, incluindo a aviação internacional, foi o único que assinala um comportamento contrário, tendo registado um aumento de 50 milhões de toneladas de emissões de CO2, correspondendo a uma 7% de 1990 para 2020.

A maior diminuição nas emissões, em termos absolutos, foi conseguida na queima de combustíveis pelas indústrias de energia, que produzem principalmente eletricidade e combustíveis derivados, indicando os dados da AEA uma redução de 657 milhões de toneladas.

A segunda maior diminuição foi registada pelas indústrias de transformação e construção (-322 milhões de toneladas) e residências, comércio, instituições e outros (-215 milhões de toneladas). Em termos de variação relativa, esses três setores registaram uma queda de 46%, 44% e 29%, respetivamente, nas emissões em 2020 em relação a 1990.

O Eurostat estima que, em 2021, as emissões de CO2 voltarão a aumentar para níveis pré-pandémicos.

De referir que a Comissão Europeia já salientou a necessidade de acelerar o uso de materiais e biocombustíveis sustentáveis pela indústria da aviação, o que ajudaria a diminuir os níveis de emissões.

Óleo de cozinha usado, hidrogénio ou combustível sintético devem tornar-se nos combustíveis de aviação mais usados até 2050, de acordo com a campanha “Fit for 55”, que visa reduzir os níveis de emissões em 55% nos próximos oito anos.

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Distribuição

Nortravel apresenta vasta programação de fim de ano

O operador turístico Nortravel acaba de lançar no mercado uma vasta programação de fim de ano 2022-2023, com pacotes para destinos como os Açores, Madeira, Brasil, Cabo Verde e Marrocos.

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Por outro lado, a Nortravel informa que, brevemente, estará disponível para reserva opções de estadia nos Estados Unidos, em Miami e Nova Iorque.

O circuito exclusivo de cinco dias para a Madeira tem saída programada de Lisboa ou Porto a 29 de dezembro, com preço por pessoa em duplo desde 1.480€.

Disponíveis em www.nortravel.pt para reservar online com confirmação imediata, estão propostos destinos como São Miguel nos Açores, Madeira, Ilha do Sal e da Boavista em Cabo Verde, Marrakech em Marrocos e diversas opções no Brasil, em voos TAP para Fortaleza, Natal, Recife, Maceió, Salvador e Rio de Janeiro.

O operador turístico promete ainda apresentar brevemente novos produtos, com destaque para os circuitos nos Açores e em Portugal Continental.

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Hotelaria

Vila Galé passa a ‘corporate partner’ da Portugal Ventures para apoiar start-ups

Além do apoio ao desenvolvimento de start-ups em Portugal, o acordo entre o grupo Vila Galé e a Portugal Ventures inclui o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

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O grupo Vila Galé estabeleceu um protocolo de cooperação com a Portugal Ventures, passando assim a ser um ‘corporate partner’ desta sociedade de capital de risco, contribuindo para o desenvolvimento de start-ups em Portugal.

Através do memorando de entendimento, a Vila Galé dará “apoio às empresas e projetos do portefólio da Portugal Ventures”, além de trabalhar “na geração de sinergias em várias áreas como criação e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, testes piloto, otimização de recursos ou melhoria da eficiência dos processos”, revela o grupo hoteleiro em comunicado.

Este protocolo de cooperação inclui ainda o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

Neste âmbito, foram já formados grupos de trabalho com elementos da Vila Galé e da Portugal Ventures, para partilhar know-how e contactos, bem como analisar oportunidades de investimento e suporte a start-ups.

“Tanto interna como externamente, sempre tivemos um grande foco na inovação e no desenvolvimento de novas soluções. Fazia todo o sentido aliarmo-nos a este projeto e contribuirmos para o crescimento do tecido empresarial português. Para tal, é essencial acompanharmos e apoiarmos as empresas logo desde o seu início, até porque atualmente vemos um grande dinamismo no nascimento de start-ups”, salienta o administrador da Vila Galé, Gonçalo Rebelo de Almeida.

Do lado da Portugal Ventures, Teresa Fiúza, vice-presidente da sociedade de capital de risco que integra o Grupo Banco Português de Fomento, “a parceria com o Grupo Galé

irá permitir ao portefólio de participadas da Portugal Ventures acesso ao segundo maior grupo hoteleiro português, para a criação de sinergias, como por exemplo a realização de testes piloto na área de hotelaria e novas oportunidades de negócio”.

Teresa Fiúza conclui ainda que, para a Portugal Ventures, a rede de ‘corporate partners’ “é fundamental para potenciar a geração de valor e perspetivas de crescimento das suas participadas”.

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Transportes

Mais de 150 mil passageiros portugueses têm direito a compensações por voos cancelados ou atrasados desde maio de 2022

De acordo com as contas da AirHelp, em Portugal, 22.500 voos sofreram perturbações e 1.120 foram cancelados nos meses de maio, junho e julho deste ano.

Victor Jorge

De acordo com dados fornecidos pela AirHelp, relativamente aos meses de maio, junho e julho, mais de 150 mil passageiros portugueses têm direito a compensações por voos cancelados ou atrasados durante este período.

Os dados indicam que, em maio, 5.700 voos sofreram perturbações; 250 voos foram cancelados, e 31.000 passageiros têm direito a compensações. No mês de junho, o número de voos que sofreu perturbações aumento para 7.500 voos, sendo que 300 voos foram cancelados e 45.000 passageiros têm direito a compensações. Finalmente, em julho, a AirHelp assinala 9.300 voos que sofreram perturbações; 570 voos cancelados, e 83.000 passageiros têm direito a compensações.

Segundo a maior organização do mundo especializada na defesa dos direitos dos passageiros aéreos, “estas perturbações são o resultado de greves convocadas por diferentes companhias aéreas, do aumento da procura de voos e do aumento do tráfego aéreo”.

Os dados da AirHelp salientam ainda que a procura dos seus serviços em Portugal cresceu 213% nestes três meses e 111% apenas no mês de julho.

Numa análise mais vasta, desde o começo do verão e até à data, “3,8 milhões de passageiros em todo o mundo têm direito a uma compensação, sendo que deste total 1,6 milhões correspondem apenas ao mês de julho, ou seja, metade do valor global destes três meses corresponde apenas ao mês de julho”, refere a companhia em comunicado.

Destes, 158 mil passageiros são portugueses, um número acima dos EUA (140 mil) e da Polónia (72 mil).

“Em termos mundiais, de maio a julho deste ano, 195 milhões de passageiros sofreram perturbações nos seus voos (atrasos, overbooking, etc.), sendo que 79 milhões correspondem apenas ao mês de julho. Por outro lado, 33,6 milhões de passageiros viram o seu voo cancelado neste período, dos quais 11,8 milhões correspondem ao mês de julho”, refere ainda a AirHelp.

Direitos dos Passageiros Aéreos
Tendo em conta estes dados, a AirHelp anunciou o lançamento de um documento que pretende “informar e sensibilizar os passageiros aéreos para os seus direitos quando os seus voos são atrasados, cancelados ou estão em overbooking”. De acordo com o “Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos”, os passageiros cujos voos sejam cancelados ou sofram um atraso de três ou mais horas, assim como os passageiros a quem seja recusado o embarque sem motivo justificável, têm “o direito ao reencaminhamento para o seu destino final à primeira oportunidade ou ao reembolso do preço do bilhete do voo não utilizado; nos casos de perda de voo de ligação, têm, em alternativa, direito a um voo de regresso para o primeiro ponto de partida”.

Além disso, os passageiros possuem, também, o direito a “assistência gratuita, designadamente, refeições e bebidas durante o tempo de atraso, alojamento em hotel, caso seja necessária a pernoita por uma ou mais noites, e a transporte entre o alojamento e o aeroporto”, bem como “acesso a comunicações, incluindo duas chamadas telefónicas e a possibilidade de enviar mensagens de telex, fax ou e-mails”.

Já o direito a uma compensação “pode ir até aos 600 euros por passageiro, dependendo da distância entre o local de partida e o destino final da viagem (independentemente do número de voos), do atraso verificado à chegada, bem como de se tratar de um voo dentro ou fora da União Europeia”.

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