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Madeira recebe congresso da APAVT de 14 a 17 de Novembro

A Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo e a Associação de Promoção da Madeira assinaram um protocolo para a celebração do 45º Congresso Nacional da APAVT, de 14 a 17 de Novembro, no Funchal, Madeira.

Raquel Relvas Neto
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Madeira recebe congresso da APAVT de 14 a 17 de Novembro

A Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo e a Associação de Promoção da Madeira assinaram um protocolo para a celebração do 45º Congresso Nacional da APAVT, de 14 a 17 de Novembro, no Funchal, Madeira.

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A Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT) e a Associação de Promoção da Madeira assinaram, esta sexta-feira, um protocolo para a celebração do 45º Congresso Nacional da APAVT, de 14 a 17 de Novembro, no Funchal, Madeira.

Paula Cabaço, secretária regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira, demonstrou a satisfação pelo destino receber o congresso nacional de Turismo que reúne cerca de 600 players da distribuição turística e não só, através do qual os “agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer in loco aquele que é o melhor local de promoção da Madeira”.

A responsável agradeceu o voto de confiança da APAVT e o esforço da Associação de Promoção da Madeira para a realização do congresso, sobretudo “face à importância que o mercado continental tem para a Madeira, sendo o terceiro mercado emissor com crescimentos positivos ao longo destes últimos três anos”, e em cujo potencial a APM acredita.

Para a secretária regional este evento integra-se na “estratégia mais cirúrgica e tática virada para a parte comercial” que o destino tem encetado com “uma maior proximidade com os agentes de viagens e as companhias aéreas”, daí a “importância de estabelecer o protocolo com a associação de agentes de viagens”. A mesma recordou ainda a recente campanha exclusiva lançada para o mercado interno “Este é o ano de ir à Madeira” , que apela à diversidade da oferta do destino e que pretende atrair um maior número de turistas portugueses, que entre 2015 e 2018 cresceram 15% em dormidas.

Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, recordou que esta é a quinta vez que o destino vai receber o congresso nacional da associação, tornando-se assim na primeira cidade portuguesa a receber o maior número de congressos da APAVT à semelhança do destino internacional Macau. O responsável justificou este regresso à Madeira, que acontece nove anos depois, pelos “números relacionados com o turismo que são produzidos no destino e pela importância do mercado emissor nacional para a realização destes números”. “Estes factores fazem com que a Madeira seja o lugar perfeito para a realização deste congresso”, frisa, perspectivando que “vamos ter um congresso na região perfeita, no momento ideal e com os amigos certos”.

Entre os temas prementes de debate, Costa Ferreira indicou que o Brexit, a falência de várias companhias aéreas europeias e o “problema grave e anacrónico” do aeroporto da Madeira, que apesar das melhorias de infraestrutura e tecnológicas, “tem mais dias de inoperacionalidade do que nunca”, vão estar em cima da mesa. Estes “são problemas que temos de resolver juntos”. Também o aumento da procura para o destino, que a cada dia vê aumentada a sua oferta de número de camas, vai ser um tema em análise.

O presidente da APAVT terminou, salientado que no congresso vai ser possível “olhar para o futuro, quer a nível regional, como nacional”.

* A jornalista viajou a convite da APAVT e da Associação de Promoção da Madeira

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CTP quer redução dos custos de contexto e diz que afetam “de forma exponencial a competitividade” do turismo

A CTP pede “compensações” para as empresas do setor pelos aumentos do preço da electricidade e combustíveis, assim como a redução da carga fiscal.

Os custos de contexto estão a “afetar de forma exponencial a competitividade do setor do turismo”, denuncia a  Confederação do Turismo de Portugal (CTP), que defende uma redução a este nível, nomeadamente através de “compensações para fazer face aos atuais aumentos de preço da energia elétrica e dos combustíveis, assim como a diminuição da carga fiscal”.

“Os custos de contexto estão a afetar de forma exponencial a competitividade do setor do Turismo, numa altura em que esta atividade económica fundamental para a geração de riqueza e emprego necessita de se refortalecer para recuperar destes quase dois anos de pandemia”, afirma Francisco Calheiros, presidente da CTP.

Segundo a CTP, esta questão ganha mais relevância numa altura em que arrancam as negociações para o Orçamento do Estado de 2022 e porque, acrescenta a associação patronal, a “retoma da atividade turística depende, além de apoios públicos, de uma redução significativa dos custos de contexto suportados pelas empresas”.

“Eliminar ou reduzir custos de contexto com que diariamente as empresas se confrontam passa, por exemplo, segundo a CTP, por o Governo encontrar mecanismos de compensação para ajudar as empresas a suportar o aumento de preço da energia elétrica, que tem um peso relevante na sua estrutura de custos. Também o preço elevado dos combustíveis tem um impacto muito significativo nas empresas, pelo que a CTP defende a redução significativa dos impostos sobre os combustíveis – nomeadamente do ISP – que no conjunto representam mais de 60% da fatura do consumidor final”, exemplifica a CTP.

Paralelamente, a CTP quer também uma redução da carga fiscal, uma vez que, defende Francisco Calheiros, as empresas do setor precisam de uma “baixa de impostos” e “a carga fiscal é, de facto, demasiado elevada e este é um dos principais custos de contexto que mais está a prejudicar a competitividade das empresas do turismo”, sendo, por isso, “fundamental que haja desagravamento fiscal, nomeadamente ao nível do IRC e do IVA”.

Para a CTP, é ainda necessário “eliminar a excessiva regulação laboral e incentivar um código de trabalho mais flexível, com regras que ajudem as empresas e não acarretem, pelo contrário, mais custos”.

“É fulcral que o Código do Trabalho não regrida ainda mais em relação à reforma de 2019, a qual veio diminuir em muitos dos casos a capacidade de gestão das empresas no que diz respeito ao mercado de trabalho e à utilização da contratação a termo, que é absolutamente essencial numa atividade eminentemente sazonal”, defende Francisco Calheiros.

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Air Canada retoma voos para Lisboa e regressa ao Porto “assim que as condições o permitirem”

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Com a melhoria da situação pandémica, a Air Canada retomou, em julho, as ligações aéreas entre Toronto, Montreal e Lisboa, e conta regressar ao Porto “assim que as condições o permitirem”, até porque a procura pelos voos para Lisboa tem sido elevada e deverá aumentar com a reabertura das fronteiras canadianas.

Tal como toda a aviação, também a Air Canada sofreu com o forte impacto da COVID-19. Em declarações ao Publituris, Raquel Serra Pinto, Sales Account Manager da Air Canada em Portugal, explica que “a pandemia afetou profunda e globalmente a indústria da aviação” e que a Air Canada não foi exceção. “Por força das circunstâncias, tivemos de cancelar várias rotas; no entanto as rotas de Paris, Londres e Frankfurt mantiveram as as suas operações de/para o Canadá”, realça a responsável, explicando, contudo, que “à medida que as restrições das viagens vão sendo mitigadas em todo mundo, a Air Canada tem vindo a retomar as suas rotas para ligar as comunidades em ambos os lados do Oceano”. Lisboa foi um desses casos e, desde 2 de julho, a capital portuguesa voltou a contar com voos diretos à partida de Toronto e Montreal. Mas, neste regresso, os voos passaram a ser assegurados pela Air Canada Mainline, que substituiu a Air Canada Rouge, que realizava a operação até ao início da pandemia, numa mudança que, segundo Raquel Serra Pinto, se traduz em vantagens para os passageiros, já que “a Air Canada Rouge era um produto direcionado para o mercado de lazer”, enquanto a Air Canada Mainline oferece “um novo produto transversal às necessidades de todo o tipo de passageiros: lazer ou corporativo”. “Estamos a operar com Boeing 787 Dreamliner e Airbus 330, com três cabines diferenciadas: Classe Executiva – com assento-cama, acesso grátis aos Vip Lounges no Canada e em Lisboa, entre outras comodidades; Premium Economy com assentos mais largos e mais espaço para as pernas e possibilidade de adquirir entrada nos Vip Lounges no Canadá e em Lisboa. Na Classe Económica, o novo produto contempla ecrãs individuais e oferta alargada de entretenimento a bordo, que não era disponibilizado na Air Canada Rouge”, resume a responsável. No total, a Air Canada está já a disponibilizar três voos por semana entre Toronto e Lisboa, aos quais se juntam mais duas frequências entre Montreal e a capital portuguesa, numa operação que, de acordo com Raquel Serra Pinto, tem registado “uma elevada taxa de ocupação no sentido Atlântico Norte-Portugal” desde a reabertura das fronteiras portuguesas aos visitantes provenientes da América do Norte, o que leva a companhia aérea a indicar que aguarda “com expetativa” a reabertura das fronteiras canadianas prevista para 7 de setembro 2021, até porque, como refere a responsável, a Air Canada tem registado “aumento na procura à medida que as restrições vão sendo levantadas”.

Porto e inverno
Apesar dos voos para Lisboa já terem sido retomados, o mesmo ainda não aconteceu com as ligações entre o Porto e Toronto, que a companhia aérea disponibilizava antes da pandemia, com Raquel Serra Pinto a indicar que a Air Canada pretende regressar também à Invicta, apesar de este ainda não ser o momento para retomar a operação e de ser ainda prematuro avançar com uma data para esse regresso. “Neste momento é prematuro afirmar com segurança, pois ainda estamos a dar os primeiros passos após o impacto causado pela pandemia. Estamos a retomar as rotas progressivamente a partir dos principais hubs. Iremos retomar algumas rotas anteriores de igual forma progressiva e sustentada e a rota do Porto poderá vir a ser retomada assim que as condições o permitirem. Queremos reforçar a retoma mas é fundamental fazê-lo de forma segura e sustentada”, explica a responsável ao Publituris. Mais certa parece já estar a manutenção dos voos de Lisboa durante o inverno, com Raquel Serra Pinto a adiantar que, no caso das ligações entre a capital portuguesa e Montreal, os voos vão decorrer até final de outubro, enquanto a rota entre Lisboa e Toronto vai vigorar até janeiro de 2022, com “possibilidade de ser ajustada em função da procura”. E procura não tem faltado, seja por parte do mercado corporativo, de lazer ou étnico, pois é preciso lembrar que o Canadá e os EUA contam com uma vasta comunidade portuguesa, que costuma animar os voos entre os dois lados do Atlântico. De acordo com a responsável, Portugal é um “país muito apelativo para o mercado do Atlântico Norte que, pela sua situação geográfica, funciona como ‘porta de entrada’ na Europa”. No que diz respeito à procura de lazer, a responsável de vendas da Air Canada considera que “Portugal, pela sua geo-localização, história, gastronomia e hospitalidade tornou-se num destino de referência para o turista canadiano, que aprecia todos esses atributos”, tendo- -se também assistido, “nos últimos anos, a um crescente interesse corporativo por Portugal, demonstrado por eventos como o Websummit”, que regressa a Lisboa em novembro e que a Air Canada espera que volte a impulsionar a procura pelo voos para a capital portuguesa. “Consciente desse crescimento, a Air Canada quer dar resposta à procura e vê este momento como fulcral para o desenvolvimento da sua atividade em Portugal”, acrescenta.

Novidades e expetativas
Além dos voos para Portugal, a Air Canada anunciou, para este verão, um plano que previa o regresso de 17 rotas e 11 destinos à partida dos seus hubs no Canadá, incluindo a retoma das operações entre Calgary e Frankfurt a 1 de agosto, com quatro frequências semanais, além de voos diretos para Genebra, Telavive e Londres, a partir de Montreal, assim como Viena, Dublin, Paris e Zurique à partida de Toronto, em julho. A companhia aérea retomou também as rotas de Atenas, Emirados Árabes Unidos, Itália, Reino Unido e Marrocos, com aumento de frequências em agosto, mantendo ainda as operações para Bruxelas, Amesterdão, Bogotá, Doha, Hong Kong, Seoul, Xangai e Tóquio. Em fase de retoma estão também os voos entre o Canadá e os EUA, na sequência do abrandamento das restrições às viagens entre os dois países, com a Air Canada a retomar os voos em 55 rotas e 34 destinos nos EUA, num total de 220 voos diários entre ambos os países. A partir de novembro, a companhia vai também dar início a duas novas rotas para os EUA, passando a voar para Orlando e Fort Lauderdale à partida do Quebeque, e conta também retomar, por essa altura, os voos para Punta Cana e Cancun. No caso dos EUA, explica Raquel Serra Pinto, a companhia aérea dispõe também outras vantagens, uma vez que oferece aos “passageiros a possibilidade de efetuarem todos os procedimentos alfandegários de entrada nos EUA nos principais hubs no Canadá (Toronto, Montreal, Vancouver e Calgary)”, pois o “protocolo existente entre os dois países agiliza e optimiza entrada no país vizinho, uma vez que à chegada aos EUA, os passageiros apenas terão de levantar a bagagem e abandonar o aeroporto, pois os procedimentos de entrada no país já foram executados antes do voo. Esta é, sem dúvida, uma mais-valia que a Air Canada oferece aos seus passageiros que voam para qualquer dos 34 destinos nos EUA”. Raquel Serra Pinto prefere, no entanto, ser mais cautelosa na hora de traçar expetativas e, apesar de admitir que a Air Canada está confiante, até pela procura elevada que tem registado nas rotas para a capital portuguesa, considera que, devido “à volatilidade da situação da pandemia, é difícil fazer previsões de data para uma volta aos níveis de 2019”, ainda que não deixe de realçar que a Air Canada acredita que “2022 será muito melhor que 2021”. E cita mesmo o CEO da Air Canadá, Michael Rousseau, que ainda recentemente se mostrou convicto da resiliência da transportadora, afirmando que, “sem dúvida, que a Air Canada se mantém bem posicionada para fazer face aos desafios que a aviação enfrenta”.

Segurança e flexibilidade continuam a ser prioridades
Apesar da melhoria da situação pandémica e do avanço da vacinação contra a COVID-19, o certo é que a segurança continua a ser uma prioridade para a Air Canada. Ao Publituris, a responsável comercial da companhia aérea para Portugal explica que, desde o início da pandemia, a Air Canada elegeu o lema “A segurança é a nossa prioridade” como máxima e continua a tudo fazer para manter “elevados níveis de segurança quer no espaços do aeroporto, quer a bordo”. “Para fazer face à pandemia da COVID-19, reforçámos o modelo de higienização das áreas de circulação nos aeroportos, e de todos os espaços a bordo, incluindo o serviço de refeições embaladas, para garantir a segurança e confiança dos nossos passageiros”, revela. Além das preocupações com a segurança, a transportadora está também a oferecer condições mais atrativas aos passageiros, garantindo, nomeadamente, uma maior flexibilidade das tarifas, que permitem agora “uma alteração de data do voo até duas horas antes da partida e possibilidade alterar o titular do bilhete”, enquanto os AC Travel Vouchers, que não permitem reembolso, vão continuar a ser disponibilizados.

*Artigo publicado originalmente na edição de 3 de setembro do jornal Publituris.

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Postos de Turismo de Lisboa reabrem com retoma em vista

O Turismo de Lisboa assinala o Dia Mundial do Turismo com a abertura dos postos de informação turística.

Os Postos de Turismo de Lisboa voltam a abrir no Dia Mundial do Turismo, celebrado a 27 de setembro.

Entre os postos de informação turística que irão abrir contam-se os que estão localizados no Terreiro do Paço, Palácio Foz, Arrábida, Cais do Sodré, Belém e equipamento Pilar 7 da Ponte 25 de Abril. Estes espaços integram a rede “Ask Me Lisboa” que tem como propósito apoiar a experiência dos turistas, divulgar a oferta, comercializar e promover os produtos dos associados do Turismo de Lisboa.

De acordo com o Turismo de Lisboa, esta é uma medida que se justifica “no quadro de uma progressiva retoma do Turismo”, depois de nos últimos 18 meses, o setor ter sido “altamente penalizado com a crise pandémica e Lisboa ter sido a região nacional mais afetada”, considera a entidade.

Paula Oliveira, diretora executiva da Associação Turismo de Lisboa, salienta que “o esforço para agora retomar o turismo em Lisboa é muito grande”. Considerando que “a estabilidade da segurança sanitária é fundamental nesta fase”, a responsável lembra que “o tecido económico do setor precisa de apoios de forma a garantir a força de trabalho qualificada e os serviços essenciais que asseguram a boa experiência de quem nos visita”.

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El Corte Inglês com nova campanha de cruzeiros

A campanha tem como foco principal “o produto de cruzeiros para o ano de 2022”, com destaque para cruzeiros com partida de Lisboa, Mediterrâneo, Norte da Europa, Dubai, Caraíbas, entre outros.

O El Corte Inglés (ECL) anunciou uma nova campanha intitulada “Cruzeiro Fantástico 2021-2022”que termina a 2 de dezembro de 2021.

Esta campanha terá como foco principal “o produto de cruzeiros para o ano de 2022”, com destaque para cruzeiros com partida de Lisboa, Mediterrâneo, Norte da Europa, Dubai, Caraíbas, entre muitos outros, refere o ECL em comunicado.

Como vantagens da campanha o ECL salienta a poupança que poderá obter com a reserva, que segundo a empresa poderá ir “até 300 euros”, bem como a ausência de gastos de cancelamento e as viagens grátis ou com descontos para as crianças.

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Roadshow das Viagens do Publituris regressa de 12 a 14 de outubro

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá como palco as cidades da Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra/Lisboa.

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Com a esperada e desejada retoma do setor do turismo, também o Roadshow das Viagens do Publituris está de regresso entre 12 e 14 de outubro.

Mantendo a aposta da realização em três cidades, a 6.ª edição do Roadshow das Viagens terá início no Eurostars Oasis Plaza (Figueira da Foz) no dia 12 de outubro, seguindo depois para Vila Nova de Gaia, para o Holiday Inn Porto Gaia no dia 13 de outubro, terminando no Vila Galé, em Sintra, a 14 de outubro.

Dirigido aos agentes de viagens de todo o país, o evento é uma oportunidade para Operadores Turísticos, Companhias Aéreas, GSA, Cruzeiros, Hotéis e Delegações Oficiais de Turismo mostrarem a sua oferta num evento que potencia o conhecimento, o negócio e o networking.

Além do habitual workshop, a 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá, também, um programa social, com jantares exclusivos e animação que promovem o networking entre os participantes.

Os workshops decorrem entre as 18h30 e 21h15, seguindo-se os jantares com os agentes de viagem inscritos.

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris conta com o patrocínio do Turismo do Centro de Portugal, a Iberobus como parceiro e tem o apoio da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Para participar ou saber informações, envie um email para Lídia Luís: lluis@publituris.pt

Os agentes de viagens interessados em juntar-se a nós e às empresas participantes, podem registar-se aqui.

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As propostas para o turismo no Funchal

Considerada por muitos como a “Pérola do Atlântico”, a Madeira tem no Funchal um dos destinos turísticos mais conhecidos em todo o mundo. O Publituris foi conhecer as propostas dos vários candidatos à Câmara Municipal do Funchal.

Victor Jorge

A 26 de setembro, os/as portugueses/as elegem os/as presidentes para as 308 câmaras que compõem o mapa autárquico em Portugal.

O Publituris foi ouvir os/as candidatos/as aos principais destinos turísticos de Portugal (Albufeira, Funchal, Porto e Lisboa) e perceber que propostas têm para o turismo no respetivo município.

Apesar da região não se limitar, claramente, ao Funchal, quisemos saber o que pretendem recandidatos e candidatos para o turismo deste município.

Leia as propostas dos/as candidatos/as à Câmara Municipal do Funchal:

 

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Receitas turísticas sobem 45,6% em julho mas continuam por metade dos níveis pré-pandemia

Em julho, as receitas provenientes da atividade turística somaram 1.152,38 milhões de euros, mais 360,67 milhões de euros que em igual mês de 2020, mas continuam 49,5% abaixo dos níveis pré-pandemia.

Inês de Matos

As receitas turísticas atingiram, em julho, 1.152,38 milhões de euros, valor que traduz uma subida de 45,6% face a igual mês do ano passado, mas que, em comparação com julho de 2019, o último ano antes da chegada da pandemia, continua a indicar uma descida expressiva, que chega aos 49,5%, de acordo com os mais recentes dados do Banco de Portugal (BdP), divulgado esta segunda-feira, 20 de setembro.

De acordo com as estatísticas relativas à atividade turística, em julho, as receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal,  subiram 360,67 milhões de euros  face aos 791,71 milhões de euros apurados em igual mês do ano passado, ainda que, em relação a julho de 2019, se registe uma descida de 1131,18 milhões de euros.

No comunicado divulgado esta segunda-feira, o BdP destaca “o crescimento das exportações de viagens e turismo (45,6%)”, que contribuíram para o aumento das exportações de serviços, ainda que realce que essas exportações “permaneceram aquém dos níveis pré-pandemia”.

A subir estiveram também as importações turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas nacionais no estrangeiro, e que, em julho, somaram 446,17 milhões de euros, o que indica um aumento de 33% face aos 335,48 milhões de euros apurados em igual mês do ano passado, ainda que, tal como nas exportações, também nas importações turísticas continue a existir uma quebra face ao período pré-pandemia e que, neste indicador, chega aos 25,9%, o correspondente a menos 155,89 milhões de euros.

Os resultados de julho indicam que também o saldo da rúbrica Viagens e Turismo aumentou 54,8%, passando de 456,23 milhões de euros em julho de 2020 para 706,21 milhões de euros em igual mês deste ano, com o BdP a destacar que “as receitas de turistas provenientes de França, Reino Unido, Espanha e Estados Unidos da América aumentaram, o que contribuiu para um crescimento do excedente da balança de serviços”. Ainda assim, face a julho de 2019, o saldo desta rúbrica desceu 975,28 milhões de euros, o que indica uma quebra de 58%.

No acumulado do ano até julho, os números mostram igualmente que a atividade turística está a recuperar, mas ainda não ultrapassa os níveis do ano passado, até porque os três primeiros meses de 2020 ainda não refletiam a crise provocada pela pandemia, o que ditou que, até ao sétimo mês do ano, as receitas acumuladas da atividade turística chegassem aos 4070,04 milhões de euros, quando, em igual período deste ano, se ficam pelo 3540,12 milhões de euros, o que indica uma descida de 13%.

Face ao acumulado de 2019 até julho, a descida é ainda mais significativa e chega aos 63,4%, já que, entre janeiro de julho de 2019, as receitas provenientes da atividade turística somavam 9679,79 milhões de euros.

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Portugal reconhece certificados de vacinação de países terceiros e dispensa teste negativo

Com a aprovação desta medida, os passageiros oriundos de países terceiros deixam de ter de apresentar um teste negativo à chegada e ficam dispensados de quarentena, desde que estejam vacinados contra a COVID-19.

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Os certificados de vacinação e de recuperação emitidos por países terceiros passam a ser reconhecidos para viagens aéreas, deixando de ser exigido teste negativo e quarentena em função da origem dos passageiros, anunciou o Governo, num comunicado citado pela Lusa.

“No âmbito das medidas de combate à pandemia da doença COVID-19 aplicadas ao tráfego aéreo, o Governo determinou que passam a ser reconhecidos, em condições de reciprocidade e desde que cumpram determinados requisitos, os certificados de vacinação e de recuperação emitidos por países terceiros, a cujos respetivos titulares tenham sido administradas vacinas aprovadas pela Agência Europeia do Medicamento (Janssen, AstraZeneca, Moderna, Pfizer)”, lê-se na informação divulgada.

De acordo com o Governo, nesses casos, “deixa de ser exigida a apresentação de teste com resultado negativo no momento do embarque ou na entrada em território nacional dos cidadãos oriundos desses países, que passam também a estar dispensados de cumprir quarentena quando esta seja aplicável em função da respetiva origem”.

As exceções são os países membros da União Europeia e os associados ao espaço Schengen, bem como o Brasil, EUA, Reino Unido e países e regiões administrativas cuja situação epidemiológica está de acordo com a Recomendação (UE) 2020/912 do Conselho, de 30 de junho de 2020 – cuja lista passa agora a incluir o Uruguai e exclui a Albânia, a Arménia, o Azerbaijão, o Brunei, o Japão e a Sérvia.

O Governo refere ainda que, em relação aos demais países terceiras, apenas são permitidas viagens essenciais, concretamente as que se destinam a permitir o trânsito ou a entrada em Portugal de cidadãos por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias.

“Todos os cidadãos que pretendam viajar para Portugal por via aérea, exceto as crianças com menos de 12 anos, têm de apresentar Certificado Digital COVID da UE ou certificado de vacinação ou recuperação emitido por países terceiros e cuja validade seja agora reconhecida”, refere na nota.

Em alternativa, os passageiros têm de apresentar comprovativo de realização de teste laboratorial molecular por RT-PCR ou teste rápido de antigénio com resultado negativo, realizado nas 72 ou 48 horas anteriores à hora do embarque, respetivamente.

Para o efeito, apenas são admitidos testes rápidos de antigénio que constem da lista comum para despiste da doença COVID-19 aprovados pelo Comité de Segurança da Saúde da União Europeia, devendo os comprovativos indicar, obrigatoriamente, a identificação do cidadão, o tipo e nome do teste, fabricante, data, hora e local (incluindo o país) da recolha, resultado do teste, entidade emissora e número de autenticação.

Os passageiros cujos testes ou comprovativos não cumpram os requisitos referidos devem realizar novo teste à entrada em território continental, a expensas próprias, aguardando em local próprio, no interior do aeroporto, até à notificação do resultado, salienta o Governo.

O Governo recorda ainda que as companhias aéreas deverão apenas permitir o embarque dos passageiros de voos com destino ou escala em Portugal continental mediante a apresentação, no momento da partida, do Certificado Digital COVID da UE ou certificado emitido por país terceiro, devidamente reconhecido, ou ainda de resultado negativo de teste, sob pena de incorrer em contraordenação punida com coima de 500 a 2.000 euros por passageiro.

As medidas aprovadas são igualmente aplicáveis ao embarque e desembarque de passageiros e tripulações de navios de cruzeiro em portos localizados em território nacional continental e vão estar em vigor até às 23h59 do dia 30 de setembro de 2021, podendo ser revistas em qualquer altura em função da evolução da situação epidemiológica.

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As propostas para o turismo em Albufeira

Localizada no centro do Algarve, a cidade de Albufeira é considerada uma das capitais do turismo do Algarve e de Portugal. O Publituris foi ouvir as propostas de quem se recandidata e de quem pretende ocupar o lugar cimeiro do município. Tudo com o turismo como tema central.

Victor Jorge
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Parques temáticos esperam recuperar tempo perdido

Depois do confinamento, os parques temáticos voltaram a registar procura e esperam que este verão seja o primeiro passo em direção à recuperação que, apesar de não se prever imediata, deverá animar à medida que melhora a situação pandémica.

Inês de Matos

Depois do confinamento, os parques temáticos voltaram a registar procura e esperam que este verão seja o primeiro passo em direção à recuperação que, apesar de não se prever imediata, deverá animar à medida que melhora a situação pandémica.

 

Dino Parque, Lourinhã


O último ano e meio não foi fácil. Ao medo e incerteza da COVID-19, juntou-se um longo período de confinamento que obrigou ao encerramento dos parques temáticos. Mas, passada a tormenta, parece vir aí a bonança e, com o avanço da vacinação e o surgimento dos primeiros raios de sol de verão, os parques temáticos mostram-se animados quanto ao futuro. É que, depois de tanto tempo em casa, é expectável que o público volte a escolher estes locais para viver experiências em família, em busca de animação e, muitas vezes, com uma componente pedagógica à mistura.
A maioria dos parques temáticos localizados em território nacional já reabriu portas e deixou para trás um período negro, em que o número de visitantes caiu a pique. “Com a pandemia, algo de inédito aconteceu e estivemos encerrados durante sete meses, o que se traduziu numa redução do número de visitantes, que passou de 600 mil para 158 mil”, diz ao Publituris Mariana Neves Poupado, communications manager do Zoomarine, parque aquático temático algarvio, que é dedicado à vida marinha e que reabriu a 19 de maio.
A realidade do Zoomarine foi comum à maioria dos parques temáticos localizados em território nacional e, como admite Hercílio Costa, também o DiverLanhoso “passou com dificuldade pelo período de confinamento”. De acordo com o responsável, o parque aventura junto à Póvoa do Lanhoso, “carece de manutenção permanente” e esse foi um dos principais desafios, não só durante o confinamento, como para preparar a reabertura.

Suricatas, Jardim Zoológico

Com o mesmo problema se depararam também o Jardim Zoológico, em Lisboa, e o SEA LIFE Porto, no Porto, onde a componente animal é preponderante. “Apesar de fechado para os visitantes, o dia-a-dia dentro do Zoo manteve-se inalterado. O maneio dos animais e o cuidado com os espaços tiveram de ser assegurados”, indica Laura Dourado, do departamento de comunicação do Jardim Zoológico, relatando uma realidade que foi também comum ao SEA LIFE Porto, que “só fechou mesmo as suas portas ao público”, uma vez que, por ser “um aquário”, o trabalho no interior do parque “nunca parou”.
Além de garantir a manutenção, os parques temáticos procuraram também manter o contacto com os visitantes durante o encerramento, tarefa na qual, “felizmente, as plataformas sociais também ajudaram”, indica o SEA LIFE Porto, dando conta de uma estratégia que foi também seguida pelo Dino Parque, que criou “uma programação de conteúdos específicos para redes sociais”, e pelo Jardim Zoológico, que passou a publicar, uma vez por semana, vídeos explicativos sobre animais e plantas no seu canal de YouTube. Em menos de um ano, o canal “cresceu oito vezes no número de seguidores”.

Procura
A adesão às iniciativas desenvolvidas através das redes sociais era um sinal de que o público continuava a gostar destes espaços e que se confirmou com a reabertura, até porque, por norma, os parques temáticos são ao ar livre e contam com áreas generosas, onde é mais fácil manter o distanciamento e garantir uma visita segura. “Com a reabertura do país verifica-se uma procura generalizada por atividades seguras e ao ar livre. A visita ao Jardim Zoológico enquadra-se nessas ofertas pelo que temos sido alvo de procura. Acreditamos que o interesse irá manter-se ao longo do verão”, indica a Laura Dourado, explicando que “o Jardim Zoológico é um espaço amplo que convida a um passeio seguro”, o que tem atraído visitantes portugueses e “uma percentagem de espanhóis, franceses e ingleses”.
No DiverLanhoso, onde existem mais de 50 atividades numa área de 170 hectares, também a procura tem subido desde a reabertura, com Hercílio Costa a explicar que, desde o verão do ano passado, o parque tem sentido “um crescimento de procura por atividades de aventura e natureza, crescimento esse que se prevê que se mantenha em 2021”. “Este crescimento não deverá ser suficiente para equilibrar as contas do ano, tendo em conta o período que estivemos encerrados, mas será certamente uma boa ajuda”, acrescenta o responsável, indicando, desde logo, o regresso dos grupos escolares, que têm representado “uma oportunidade importante na recuperação para níveis pré-pandemia”, assim como os campos de férias, enquanto no segmento de famílias, são as “portuguesas que têm demonstrado uma cada vez maior predisposição para este tipo de férias”.

Zoomarine

Também no Zoomarine “a procura tem sido elevada”, com Mariana Neves Poupado a explicar que essa “tendência crescente” se notou primeiro no mercado nacional e só depois no internacional. “À medida que nos aproximámos da data de reabertura, a procura subiu consideravelmente, já registando elevados níveis de reservas por parte do mercado externo, o que se mostrou em linha com as nossas melhores expectativas”, acrescenta.
Já no Dino Parque, onde os visitantes são essencialmente domésticos, as “várias decisões e restrições aplicadas à mobilidade” foram um problema e, apesar e ser notar que “a procura tem crescido face a 2020”, Luís Rocha diz que, até final junho, “manteve-se inferior aos níveis pré-pandemia”, por culpa das limitações à mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa. Contudo, desde final de julho, a situação inverteu-se e está já em “níveis próximos de 2019, o que representa um sinal muito positivo para o resto do ano”.
Reaberto desde abril, também o SEA LIFE Porto sentiu um aumento de procura e tem “recebido cada vez mais visitas desde a reabertura”. “Sabemos que a realidade não é a mesma que antes da pandemia mas estamos atualmente com um bom índice de recuperação e por isso confiantes que vai ser um verão forte”, explica o aquário, que, devido às restrições à mobilidade, também tem visto um aumento de visitantes portugueses, essencialmente locais, ainda que também se contabilizem visitas de “Espanha e, mais recentemente, também de França e do centro da Europa”.

Experiência
Não há dúvidas que a procura existe e parece estar a aumentar à medida que pandemia melhora e as restrições à mobilidade diminuem. No entanto, dentro dos próprios parques, há regras que é necessário cumprir, o que coloca um desafio adicional a estes espaços. “O maior desafio foi manter o nível de qualidade da experiência, mesmo tendo alguns serviços ajustados ou suspensos”, indica o SEA LIFE Porto, explicando que, “foi necessário manter e implementar algumas medidas de higiene e segurança para garantir uma visita segura”, o que passou pela adoção das recomendações da Direção Geral de Saúde (DGS), “nomeadamente o distanciamento social para prevenção de ajuntamentos, uso de máscara e desinfeção das mãos”, enquanto para grupos passou a ser necessária marcação prévia.
As medidas de segurança foram adotadas por parte de todos os parques nacionais. No Dino Parque, também foi adotado “um rigoroso plano de contingência” que visa uma experiência segura para todos e, “apesar de uma parte muito substancial do tempo de visita ao parque ser realizada ao ar livre, é necessária a utilização de máscara durante toda a visita”.
Garantir uma “visita divertida mas sempre segura” foi também o objetivo do Zoomarine, que adotou igualmente “um plano de contingência composto por várias medidas” que visam “garantir que as expetativas do visitante são superadas independentemente do contexto sanitário da sua visita”, explica Mariana Neves Poupado. Além do distanciamento e do reforço das regras de higiene, o Zoomarine reduziu ainda para 30% a capacidade do parque, o que “é garantido através de check-in prévio obrigatório e que permite que todos os visitantes consigam desfrutar do parque sem aglomerados de pessoas”. Ao Publituris, a responsável diz ainda que alguns equipamentos poderão ser encerrados por indicação da DGS ou caso não seja garantida a desinfeção completa entre utilizações.

SEA LIFE Porto

Manter a segurança sem comprometer o normal funcionamento do parque foi o que tentou ainda fazer o DiverLanhoso, que tem procurado garantir a segurança sem recurso a outras “restrições que retirem o prazer e diversão que deverá caracterizar o parque”. De acordo com o diretor de Marketing do DiverLanhoso, passou a ser necessário realizar a “reserva de atividades” e utilizar “luvas em atividades em que o cliente tenha contacto com equipamento impossível de desinfetar”, sendo ainda garantido o distanciamento e a desinfeção de todos os equipamentos de proteção individual após cada utilização.
Já no Jardim Zoológico, onde a pandemia levou ao encerramento de alguns espaços que continuarem fechados ao público, não houve outras mudanças de relevo além do reforço das práticas de higiene, assim como da “limpeza e desinfeção de todas as áreas”, uma vez que, como explica Laura Dourado, “a visita ao Jardim Zoológico é 99% realizada ao ar livre, podendo os visitantes continuar a ver elefantes, tigres, leões, golfinhos, suricatas, entre outras das cerca de 300 espécies do parque, sem qualquer constrangimento”.

Futuro
Apesar das restrições ainda em vigor e da incerteza que a pandemia continua a provocar, a procura atual deixa os parques temáticos confiantes de que é possível voltar aos números do passado já no curto prazo e recuperar algum do tempo perdido. “A nossa expetativa é que o mercado estabilize até ao final do verão e que o inverno nos permita trabalhar normalmente para arrancarmos 2022 em força”, diz o diretor de marketing do DiverLanhoso, que estima um regresso a alguma normalidade em 2023.
Igualmente otimista está o Jardim Zoológico, com Laura Dourado a mostrar-se convicta que o parque vai continuar “a ser a opção para as famílias”. “Quando olhamos para o panorama geral do país observamos um aliviar gradual das restrições, pelo que acreditamos que em breve poderemos voltar à “normalidade””, acrescenta a responsável.
Apesar de advertir que o momento atual não permite “fazer grandes previsões”, também Mariana Neves Poupado diz acreditar que “a procura se mantenha, devidamente adaptada às épocas”, com maior componente doméstica no verão e estrangeira no resto do ano, o que permitirá retomar a normalidade no Zoomarine em “dois ou três anos”. “Esperamos que a partir do verão de 2022 e 2023, a recuperação económica já esteja em curso, o que nos vai permitir avançar com os investimentos que temos idealizados”, acrescenta.
Já o Dino Parque, que conta encerrar 2021 “com menos visitantes quando comparados os números com 2019, último ano pré-COVID-19”, caso se mantenha a procura atual, admite que “sem dúvida, há uma melhoria substancial em comparação com 2020”, ainda que seja preciso ter em conta que essa melhoria está “sujeita à evolução da pandemia” e à capacidade de se atingir “a tão desejada imunidade até final do verão”.

DiverLanhoso

De acordo com o responsável, em alguns períodos desde a reabertura, já se começaram “a ver números similares quando comparado com períodos homólogos em 2019”, o que permite alimentar a esperança que o regresso à normalidade esteja próximo. “Mas, sempre numa ótica de otimismo moderado, porque ainda devemos ter em linha de conta que se mantêm alguns cenários de incerteza, acreditamos que em 2022 iremos certamente regressar a números similares a 2019”, refere.
Mais otimista declara-se o SEA LIFE Porto, que acredita na manutenção da tendência de recuperação além do verão. “Julgamos que o segundo semestre será mais positivo e que teremos um maior fluxo de visitantes. Sendo o Porto um destino de lazer e turismo de cidade, não dependemos apenas do período de verão e temos a oportunidade de crescer e ter uma reta final de ano superior a 2020”, refere o aquário da cidade do Porto.
Já o regresso da normalidade, e “apesar dos principais indicadores estarem ainda longe desse período”, poderá estar mais perto e ocorrer dentro de dois anos. “Acreditamos que estamos mais perto de um ponto de viragem e que vamos assistir progressivamente à retoma no próximo ano. Mas julgamos que só em 2023 podermos afirmar o regresso à normalidade”, conclui o SEA LIFE Porto.

*Artigo publicado originalmente na edição de 6 de agosto do jornal Publituris.

Sobre o autorInês de Matos

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