Edição digital
Assine já
PUB
Alojamento

AHP dá a conhecer a plataforma CLICK2PORTUGAL

Plataforma agregadora de hotéis permite a reserva directa, está integrada no visitportugal.pt e vai ser lançada no 4.º trimestre de 2018.

Patricia Afonso
Alojamento

AHP dá a conhecer a plataforma CLICK2PORTUGAL

Plataforma agregadora de hotéis permite a reserva directa, está integrada no visitportugal.pt e vai ser lançada no 4.º trimestre de 2018.

Patricia Afonso
Sobre o autor
Patricia Afonso
Artigos relacionados
Hotel The Cliff Bay alvo de remodelação de 1,5M€
Hotelaria
Pedro Machado garante para breve criação do Estatuto do Agente de Viagens
Distribuição
Qatar Airways torna-se na primeira companhia aérea do Médio Oriente com internet Starlink a bordo
Aviação
Azores Airlines abre novas rotas para a Europa e América do Norte em junho
Aviação
Albufeira promoveu-se nos EUA e juntou “várias dezenas” de participantes em Boston e Nova Iorque
Destinos
Huelva consolida posição como destino estrela em 2024 da Tour10
Distribuição
eDreams: Espanha é o país preferido dos portugueses para as férias de verão
Destinos
ANAV recebida pelo novo SET e representantes de vários partidos políticos
Distribuição
Aliança entre Paraty e Spazious oferece motor de reservas para grupos e eventos aos hotéis
Hotelaria
Lusanova leva agentes de viagens à Turquia e Índia
Distribuição

A Associação da Hotelaria de Portugal – AHP apresentou esta quarta-feira, 16 de Maio, a plataforma CLICK2PORTUGAL, um agregador de hotéis que permite a reserva directa e que visa capacitar e elevar o posicionamento digital da hotelaria nacional, aumentando a sua competitividade e promovendo a sua internacionalização. A plataforma, desenvolvida pela GuestCentric, estará online no último trimestre, com a AHP a perspectivar a presença de 400 hotéis, entre os quais alguns dos principais grupos portugueses.

Raul Martins, presidente da AHP

A CLICK2PORTUGAL é uma plataforma de adesão gratuita aberta a todos os empreendimentos turísticos presentes no mercado português, associados ou não da AHP, que permite às unidades reforçar a sua presença digital; funciona como motor de reservas aos hotéis que ainda não o disponibilizam; e actua com meio complementar de reserva que funciona “como uma extensão do próprio” canal do hotel, permitindo a integração com o Channel Manager sem custos associados.

Este motor de reservas vai estar integrado no site de promoção do Turismo de Portugal, www.visitportugal.pt, permitindo o acesso directo dos visitantes às reservas hoteleiras. As reservas podem ser feitas na plataforma ou no site do hotel, mas a transacção é sempre feita directamente no canal próprio da unidade.

A presença na CLICK2PORTUGAL, que funciona em sistema random (aleatório, apenas usando os requisitos seleccionados pelo visitantes da página), inclui fotografias de alta qualidade, um vídeo do hotel (opcional), traduções em quatro idiomas (correspondentes aos principais emissores para Portugal – inglês, francês, espanhol e alemão), informações sobre os pontos de interesse seleccionados pelos hotéis e o sistema de rating da ReviewPro, que agrega as avaliações de 175 sites.

O pacote de adesão é gratuito e inclui as traduções e pontos de interesse. As fotografias são mandatórias, mas todos os conteúdos serão fornecidos pelo próprio hotel. Caso não tenham os conteúdos de imagem necessários ou estes não tenham a qualidade exigida, a AHP estabeleceu contratos com fornecedores de confiança para que estes serviços sejam assegurados a preços competitivos (o serviço de fotografias está disponível a partir de 80 euros e o de vídeo a partir de 250 euros, valores sem IVA).

A descrição das unidades será fornecida pelas marcas hoteleiras e revista pela AHP de forma a estar disponível de acordo com as melhores práticas da presença online, nomeadamente orientado ao SEO. Todos os conteúdos, quer de escrita, quer de imagem, serão da propriedade do hotel, pelo que poderão ser usados pelos próprios noutros meios e canais de comunicação.

Leia mais sobre este artigo aqui   e  aqui .

Sobre o autorPatricia Afonso

Patricia Afonso

Mais artigos
Artigos relacionados
Hotel The Cliff Bay alvo de remodelação de 1,5M€
Hotelaria
Pedro Machado garante para breve criação do Estatuto do Agente de Viagens
Distribuição
Qatar Airways torna-se na primeira companhia aérea do Médio Oriente com internet Starlink a bordo
Aviação
Azores Airlines abre novas rotas para a Europa e América do Norte em junho
Aviação
Albufeira promoveu-se nos EUA e juntou “várias dezenas” de participantes em Boston e Nova Iorque
Destinos
Huelva consolida posição como destino estrela em 2024 da Tour10
Distribuição
eDreams: Espanha é o país preferido dos portugueses para as férias de verão
Destinos
ANAV recebida pelo novo SET e representantes de vários partidos políticos
Distribuição
Aliança entre Paraty e Spazious oferece motor de reservas para grupos e eventos aos hotéis
Hotelaria
Lusanova leva agentes de viagens à Turquia e Índia
Distribuição
PUB
Distribuição

Pedro Machado garante para breve criação do Estatuto do Agente de Viagens

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, presente esta terça-feira, em Lisboa, no evento promovido pela APAVT para assinalar o Dia do Agente de Viagens, garantiu para breve a criação do Estatuto do Agente de Viagens, bem como a apresentação de um conjunto de medidas para o turismo. Já o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, incidiu a sua intervenção nas diferentes dimensões e nos impactos que a distribuição turística tem no turismo e na economia nacional.

Pedro Machado, que se dirigiu ao trade turístico e em particular aos agentes de viagens, esta terça-feira, no Hotel Mundial, em Lisboa, no evento que assinalou pela primeira vez em Portugal o Dia do Agente de Viagens, prometeu que “temos na orientação da pasta que aqui represento, em articulação com o ministro da Economia, de sermos capazes de não complicar, agilizar e sermos facilitadores da vossa atividade”, tendo sempre em cima da mesa dois drivers essenciais para os empresários: o tempo da avaliação e o tempo da decisão”.

Assim, anunciou o secretário de Estado do Turismo: “Muito em breve irão conhecer aquilo que são um pacote de medidas para o turismo, à semelhança do que aconteceu à habitação, decisão do novo aeroporto e com a juventude”.

Apesar de estar no cargo há menos de dois meses, Pedro Machado disse que “tenho a certeza absoluta que os agentes de viagens e o Estatuto dos Agentes de Viagens, somado com o Dia do Agente de Viagens, vai acontecer, mais breve do que muitos de vocês estariam à espera”.

O secretário de Estado do Turismo acentuou que “representamos hoje para alguns 16% do nosso produto, para outros eventualmente mais, se somarmos os efeitos induzidos e percecionados do que representa a indústria do turismo em Portugal, e somos um dos melhores destinos do mundo, estamos em 12º segundo lugar, quando eramos 13º, portanto, os indicadores apontam para um crescimento substantivo”, apontando que “há de facto um conjunto de características que fazem deste, um país extraordinário”.

O governante está convicto que 2024 será “um ano em que todos os indicadores apontam para um ano recorde e extraordinário”, mas só será extraordinário “se crescermos em valor da operação”, realçou, para referir que “o Turismo de Portugal vai alargar os mercados, para além dos onde já estamos, não no sentido de alguns reforçar as nossas pontes aéreas, caso dos EUA, para novas cidades, mas também alargamento do México, da Argentina e da Austrália, como vamos iniciar os voos diretos com Seul (Coreia do Sul) já em Setembro”, exemplificou, “o que significa que estamos do vosso lado”.

Presidente da APAVT destaca 3 dimensões do agente de viagens: económica, ligação ao cliente e amor às diferenças

Na sua intervenção durante o evento, o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira assinalou o Dia da tribo do Agente de Viagens em três dimensões diferentes: económica, ligação ao cliente e amor às diferenças.

No que diz respeito à dimensão económica desta tribo, “atualizámos os números do setor e para efeitos diretos, indiretos e induzidos, o impacto da distribuição turística na economia são 5,8 mil milhões de euros, que corresponde a 2,4% do PIB e em termos de valor acrescentado bruto vale 16 Auto Europas”, apontou Pedro Costa Ferreira, para lembrar que “é um setor formado por micro e pequenas empresas que juntas têm uma dimensão fantástica por causa também da transversalidade do turismo, da nossa posição na cadeia de valor e pelo efeito multiplicador do setor”.

Segundo o presidente da APAVT, o setor da distribuição turística “tem também impacto no emprego para efeitos diretos, indiretos e induzidos, já que somos responsáveis pela criação de 126 mil postos de trabalho, e temos um impacto no rendimento das famílias de 3,9 mil milhões, ou seja, 3,5% do total nacional”, para realçar que “é uma dimensão económica muito maior do que possamos pensar quando olhamos apenas para a nossa rua onde temos a nossa agência. Somos pequenos, mas somos uma teia fantástica muito importante e que tanto tem dado pelo turismo português e pela economia nacional”.

Pedro Costa Ferreira avançou ainda que os agentes de viagens têm dado muito aos seus clientes. “Temos uma ligação única ao cliente”, recordando que, na pandemia “salvámos os nossos clientes e, aqueles que não eram nossos clientes, fomos nós que os repatriámos a todos e depois fomos nós os agentes de viagens que começámos a ligar os destinos turísticos aos passageiros na retoma da economia e fomos os primeiros a abrir os aeroportos e certamente, responsáveis por tanta recuperação económica”.

Quanto à terceira dimensão, o presidente da APAVT, aquela que considerou a mais importante de todas e pela qual é tão feliz por ser agente de viagens desde que iniciou a sua carreira, “é que o agente de viagens está no lado certo do mundo”, porque “trabalhamos sobre o amor às diferenças, contribuindo para um mundo mais tolerante, que inclui todos e que todos une. É esta tribo que trabalha todos os dias para um mundo melhor que hoje festejamos”, concluiu o dirigente associativo.

 

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Aviação

Azores Airlines abre novas rotas para a Europa e América do Norte em junho

Em junho, a Azores Airlines abre novas rotas entre a América do Norte e os destinos do Porto e Funchal, assim como entre os Açores (Ponta Delgada) e o Algarve (Faro) e ainda entre os Açores (Ponta Delgada) e Itália (Milão).

Publituris

A Azores Airlines, companhia aérea do Grupo SATA que realiza os voos internacionais, vai abrir várias novas rotas no próximo mês de junho, que prometem aumentar a conectividade entre a Europa e a América do Norte.

Num comunicado enviado à imprensa, o Grupo SATA explica que o “conjunto de novas operações diretas” incluem voos entre a América do Norte e os destinos do Porto e Funchal, assim como entre os Açores (Ponta Delgada) e o Algarve (Faro) e ainda entre os Açores (Ponta Delgada) e Itália (Milão).

No dia 1 de junho, a Azores Airlines dá início à rota direta entre Toronto e o Funchal, enquanto no dia seguinte, 2 de junho, começam os voos entre Nova Iorque e o Porto, bem como entre Ponta Delgada e Faro.

Já os voos entre o Porto e Boston arrancam a 4 de junho, no mesmo dia em que têm ainda início as ligações aéreas entre Boston e o Funchal, enquanto a operação entre Ponta Delgada e Milão, em Itália, começa no dia seguinte, 5 de junho. No dia 7 de junho, a Azores Airlines começa ainda a voar entre Toronto e o Porto.

“Por entre estas estreia-as a companhia aérea assinala, também, a retoma da operação entre os Açores (Ponta Delgada) e Londres, com a oferta de duas frequências por semana”, refere ainda um comunicado do Grupo SATA.

Segundo o grupo de aviação açoriano, “a concretização destas novas operações representa o culminar de um processo no qual a companhia aérea, entidades nacionais e regionais ligadas ao setor do turismo, agentes de promoção e de viagens e representantes locais, se têm fortemente empenhado”.

“Em resultado deste trabalho, os índices de procura registados permitem perspetivar um verão com possibilidade de superar a procura registada em 2023. Para além destas novas operações, a companhia aérea incrementou em cerca de 26% a sua operação regular para o verão de 2024 (doméstica e internacional) face à época de verão IATA do ano passado”, acrescenta o comunicado divulgado.

Para Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA, as novas rotas proporcionam “mais oferta aos passageiros que desejam chegar aos Açores e mais oportunidades para os que pretendem viajar entre a Europa e os Estados Unidos”.

“São apostas que consolidam a trajetória sustentada de crescimento que se tem verificado na companhia aérea, nos últimos anos”, acrescenta a responsável, citada no comunicado enviado à imprensa.

O Grupo SATA lembra ainda que estas novas rotas vão contribuir para impulsionar o Stopover Azores, modalidade que possibilita uma estadia mais prolongada, até sete dias, na escala intermédia, antes da chegada ao destino final.

“A Azores Airlines é a companhia aérea que mais oferta disponibiliza para os Açores, ligando o Arquipélago à América do Norte, ao Continente Europeu, incluindo Portugal Continental e o Arquipélago da Madeira e, ainda, ao Arquipélago de Cabo Verde”, congratula-se ainda o grupo açoriano.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

eDreams: Espanha é o país preferido dos portugueses para as férias de verão

Barcelona e Madrid são, segundo a eDreams, as cidades mais procuradas pelos portugueses em Espanha, ainda que também Ibiza e Palma de Maiorca figurem no Top10 dos portugueses para o verão de 2024.

Publituris

Espanha é o país preferido dos portugueses para passar as férias de verão, apurou uma pesquisa da eDreams, segundo a qual 22% dos turistas lusos vão escolher destinos no país vizinho para as férias desta época alta.

“A empresa concluiu que Espanha é o país preferido dos portugueses (22%) para passar as suas férias de verão em 2024, seguida de França (13%) e de Portugal (12%)”, avança a eDreams, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 29 de maio.

Barcelona e Madrid são, segundo o estudo da eDreams, as cidades mais procuradas pelos portugueses em Espanha, ainda que também Ibiza e Palma de Maiorca figurem no Top10 das escolhas dos turistas portugueses para o verão de 2024.

Além destas cidades espanholas, a pesquisa da eDreams apurou que também Paris, Funchal, Amesterdão e Ponta Delgada se encontram entre as principais escolhas dos turistas portugueses para o verão.

Ainda assim, os país com maior crescimento de reservas dos turistas portugueses face ao ano passado são a Grécia (+53%), a Irlanda (+47%), a República Checa (+46%) e Malta (+31%).

“Verificou-se um ligeiro aumento de reservas de viagens para este verão, comparativamente a 2023 (+3%)”, acrescenta a eDreams, que apurou também que a maioria das reservas se destina ao mês de junho, principalmente para a primeira quinzena desse mês.

Segundo a eDreams, a concentração de reservas no mês de junho poderá explicar-se “pela existência de um feriado nacional e outro regional nesse período”, seguindo-se o mês de julho, com 26% das preferências, e o mês de agosto, que é eleito por 21% dos portugueses para as férias de verão.

A pesquisa da eDreams mostra ainda que “mais de metade dos viajantes fez a reserva das suas férias durante os meses de maio (32%) e abril (27%)” e que estas se destinam essencialmente a escapadinhas, uma vez que têm uma duração entre os três e os quatro dias (31%).

No entanto, a eDreams acrescenta que “as reservas com a duração mais prolongada de sete a 13 dias também parecem relevantes entre os portugueses (28%), como é mais tradicional nas férias de verão”.

A pesquisa da eDreams apurou ainda que Portugal também se encontra entre os destinos de férias mais populares para os turistas europeus, que deverão ser maioritariamente provenientes de França (36%), Alemanha (15%) e Espanha (13%).

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Foto: Depositphotos.com

Destinos

Lisboa e Funchal entre os destinos mais populares neste verão

Embora com registos diferentes, Lisboa e Funchal estão entre as cidades mais populares para o verão de 2024. Lisboa desce 0,3 pontos percentuais (p.p.), enquanto o Funchal sobe 0,14 p.p..

Victor Jorge

Entre as cidades mais populares para este verão de 2024 (pesquisa de voos para os meses de julho e agosto), segundo análise da ForwardKeys, contam-se Lisboa e Funchal.

Lisboa, com uma quota de 2%, cai, contudo, quando comparado o período em análise de 2024 com os mesmos meses de 2023, registando uma quebra de 0,3 pontos percentuais (p.p.). Já o Funchal está entre as cidades que mais crescem, quando analisado o aumento de popularidade, com um crescimento de 0,14 p.p. face a igual período do ano passado.

Se no primeiro caso, o ranking das cidades mais pesquisadas é liderado por Londres, com um aumento de 1,9 p.p., a restante listagem revela comportamentos díspares. Paris, em 2.º lugar, cresce 0,5 p.p. face aos meses de julho e agosto de 2023, mantendo-se Barcelona, em 3.º lugar, com registo igual. O Top 10 é composto ainda por Istambul, Roma, Atenas, Lisboa, Madrid, Milão e Palma de Maiorca.

No ranking das cidades com aumento de pesquisa para julho e agosto de 2024 a liderança pertence a Tenerife (+0,41 p.p.), seguida de Izmir (+0,25 p.p.) e Reiquiavique (+0,21 p.p.). Funchal surge em 5.º lugar, com +0,14 p.p., depois de Munique (+0,15 p.p.), mas antes de Tbilissi (+0,09 p.p.), Malta e Tirana (+0,07 p.p.), Nice (+0,06 p.p) e Yerevan (+0,03 p.p).

A análise dos dados de emissão de bilhetes para viagens para destinos urbanos europeus em julho e agosto de 2024 revela uma mudança nas preferências dos consumidores para destinos naturais (+19%) e urbanos (+14%) em detrimento dos tradicionais destinos de sol e praia (+8%). Esta situação reflete-se a nível sub-regional, uma vez que o crescimento anual das chegadas internacionais à Europa Central e Oriental (+25%), à Europa Ocidental (+15%) e à Europa do Norte (+13%) ultrapassa o dos destinos do Sul da Europa (+11%).

Já as viagens de saída da Europa também estão a revelar tendências claras, com um crescimento anual nas viagens intra-europeias (+14%) e de longo curso para uma gama diversificada de mercados asiáticos (+16%). Os dados relativos aos bilhetes para julho e agosto indicam que os viajantes europeus estão a optar cada vez mais por se aventurar mais longe para explorar as paisagens e culturas de Pequim (+132%) em particular, bem como Osaka (+66%), Banguecoque (+21%), Colombo (+21%) e Kuala Lumpur (+14%). Estes destinos beneficiam, segundo a ForwardKeys, de vários fatores, incluindo a melhoria da conectividade, a isenção de vistos para os europeus que entram na China e a taxa de câmbio favorável entre o euro e o iene. O crescimento moderado da procura nos mercados americanos de Chicago (+14%) e Miami (+9%) também é notável.

Olivier Ponti, diretor de Informações e Marketing da ForwardKeys, admite que, de um modo geral, “o panorama é positivo para os destinos de todo o mundo que pretendem atrair o lucrativo turismo europeu nos próximos anos. Com a perturbação da procura e das reservas causada pela pandemia de COVID-19 já pertencente ao passado, a época de verão de 2024 parece suscetível de estabelecer uma nova referência para as viagens europeias, tanto na região como fora dela”.

Foto: Depositphotos.com

 

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Alojamento

Rodrigo Pinto de Barros eleito para último mandato na APHORT

Rodrigo Pinto de Barros foi reeleito presidente da APHORT com 94% dos votos e tomou posse a 22 de maio, invocando o “reforço da formação”, do “desenvolvimento contínuo dos empresários do setor” e a “promoção da sustentabilidade” como prioridades deste mandato.

Publituris

Rodrigo Pinto de Barros foi reeleito presidente da Associação Portuguesa de Hotelaria (APHORT), assumindo um novo mandato de quatro anos, que será o último do responsável à frente da associação, que lidera desde 2006.

Rodrigo Pinto de Barros foi reeleito para a liderança da APHORT com 94% dos votos e tomou posse na quarta-feira, 22 de maio, invocando o “reforço da formação”, do “desenvolvimento contínuo dos empresários do setor” e a “promoção da sustentabilidade dos seus negócios” como prioridades do atual mandato.

“Acredito que este é o momento de revigorar a APHORT. Os últimos anos foram dedicados à criação e ao fortalecimento dos alicerces estruturantes, necessários para a afirmação de uma nova liderança geracional da Associação. Decidi recandidatar-me à presidência uma última vez, para dar esta missão como terminada, garantindo uma transição tranquila e estável”, afirmou Rodrigo Pinto de Barros, durante a cerimónia de tomada de posse.

Durante este mandato, Rodrigo Pinto de Barros pretende também manter a presença da APHORT na HOTREC – a confederação europeia do setor -, num objetivo que visa “reforçar a voz dos empresários portugueses no cenário europeu”.

“A APHORT continuará a contribuir ativamente para as principais questões que o setor do turismo está a debater na Europa”, lê-se num comunicado divulgado esta terça-feira, 28 de maio, pela associação.

A inteligência artificial no setor, as políticas de sustentabilidade nas empresas ou a emigração e a necessidade de integração de diferentes culturas são alguns dos dossiers que APHORT garante que vai continuar a acompanhar.

“O turismo está a atravessar um período de grandes transformações e queremos estar ao lado das nossas empresas para que elas possam preparar o seu futuro, com responsabilidade, inovação e inclusão. Só desta forma é que iremos conseguir tornar o turismo português competitivo num cenário global”, acrescente Rodrigo Pinto de Barros.

A par da reeleição de Rodrigo Pinto de Barros, a APHORT elegeu também um novo Conselho Diretivo que é composto por seis membros, entre os quais se destacam Henrique Carvalho da Silva, presidente adjunto de hotelaria e turismo, e Nuno Rocha, presidente adjunto de restauração e bebidas. Já a nova Comissão Executiva é liderada por Inês Sá Ribeiro.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Foto: Depositphotos.com

Destinos

7 etapas de um roteiro para afastar o excesso de turismo dos destinos

O excesso de turismo é uma questão fundamental para a gestão sustentável dos destinos. Lidar com o problema começa com a medição de sete dimensões-chave, que, de acordo com a Mabrian e a Phocuswright, contribuem decisivamente para lançar as bases de uma estratégia sustentável duradoura, baseada na inteligência de dados.

Publituris

É crucial combater o excesso de turismo, uma vez que 61% dos viajantes evitaram destinos devido a este fenómeno no ano passado. Para tal, os destinos devem utilizar uma abordagem holística e baseada em dados para equilibrar os recursos locais, o bem-estar da comunidade e o crescimento do turismo. Esta é uma das conclusões do livro branco “A Roadmap to Move Destinations Away from Overtourism”, desenvolvido pela Mabrian, em colaboração com a Phocuswright.

Lançado antes do evento Phocuswright Europe em Barcelona (10-12 de junho), este livro branco tem como objetivo incluir o excesso de turismo em discussões mais amplas sobre a gestão sustentável dos destinos. Destaca a necessidade de uma análise e planeamento inovadores, utilizando indicadores-chave de desempenho integral e ferramentas baseadas em dados. O relatório utiliza os dados dos estudos da Mabrian e da Phocuswright para explorar a forma como as várias dimensões da sustentabilidade se traduzem em indicadores úteis para o planeamento de destinos.

Os sete indicadores propostos interagem entre si e podem ser aplicados a diferentes conjuntos de objetivos, dependendo das condições específicas de cada destino.

Distribuição das despesas dos turistas: Para além de medir as despesas por visitante e por categoria, é fundamental compreender a sua distribuição. Um destino menos afetado pelo overtourism tende a ter uma distribuição mais uniforme das despesas pelo seu território, o que beneficia tanto a sua economia como o bem-estar local.

Em última análise, trata-se de capitalizar as preferências dos viajantes, uma vez que a investigação da Phocuswright indica que entre metade e dois terços dos viajantes querem que as suas despesas apoiem as comunidades que visitam.

Pegada de carbono – emissões de CO2: A redução das emissões de CO2 é crucial para minimizar o impacto ambiental das viagens, especialmente porque o transporte aéreo é responsável por 55% da pegada de carbono do setor do turismo (Relatório da Travel Foundation). A análise das emissões de CO2 ao longo do tempo, por mercado de origem e por visitante, bem como o rácio entre as despesas dos viajantes e as emissões geradas, pode ajudar os destinos a orientarem-se para segmentos com melhores rácios de despesas/emissões.

Concentração da oferta turística: A densidade e a pressão humana são normalmente associadas ao turismo excessivo e não à sustentabilidade, mas existe uma disparidade na perceção dos viajantes. De acordo com os dados da Phocuswright, enquanto 43-61% dos viajantes evitaram destinos no ano passado devido a preocupações com a sustentabilidade, apenas 13-21% consideram sustentável visitar destinos menos concorridos. Compreender o agrupamento de alojamentos e atrações é crucial tanto para o conforto dos viajantes como para o bem-estar da comunidade.

Perceção da sustentabilidade do turismo: Uma abordagem sustentável eficaz ao turismo excessivo implica alinhar a elaboração de políticas com o seu impacto nos habitantes locais e nos visitantes para atenuar o que a Phocuswright designa por “dissonância da sustentabilidade” – o fosso entre a intenção de viajar de forma sustentável e as escolhas efetivas dos viajantes. As mensagens direcionadas e as estratégias de envolvimento desempenham um papel central na formação das perceções da sustentabilidade do turismo.

Diversificação motivacional: Quanto mais os destinos dependem de algumas atividades ou atrações, maior será a probabilidade de dependerem de certos segmentos de viajantes, o que limita o crescimento potencial e restringe os mercados de origem, e tende a suportar áreas turísticas mais densas e uma procura sazonal mais forte, o que é suscetível de resultar em excesso de turismo. Este índice pondera a variedade de fatores que atraem visitantes a um destino, correlacionando-os com tipos de alojamento e duração da estadia.

Dependência das origens: Quanto menor for a dependência de mercados de origem específicos (sobretudo de longo curso), mais sustentável é o destino, uma vez que reduz a pegada de carbono do transporte. A dependência de certos mercados de origem também pode ser um fator de aceleração para o excesso de turismo em zonas específicas ou durante momentos específicos do ano, criando a sensação de uma pressão humana demasiado elevada para os habitantes locais nalguns períodos. Esta dependência também reduz a possibilidade de desenvolver novos produtos turísticos para diversificar a procura nos mercados, locais e épocas do ano. O índice combina a capacidade aérea, a procura de alojamento categorizada por distância e mercados de origem, e como os viajantes estão distribuídos pela geografia do destino.

Sazonalidade: Muitos destinos têm estado a trabalhar há muitos anos para vencer a sazonalidade e assegurar um fluxo constante de viajantes ao longo do ano, uma tarefa difícil se a diversificação motivacional for baixa e a dependência das origens for elevada.

Vencer a sazonalidade tem implicações positivas em muitos dos índices acima mencionados, e também contribui positivamente para reduzir o excesso de turismo. A redução da sazonalidade melhora a qualidade de vida dos habitantes locais, criando melhores condições de trabalho, uma economia mais estável e bem distribuída e reduz a pressão sobre os serviços e recursos locais. Este índice não só se centra na análise da procura de voos e de alojamento num determinado período de tempo, mas também as despesas e o custo das estadias.

Assim, conclui a análise da Mabrian e Phocuswright, “a superação do excesso de turismo só será possível se forem abordadas todas as dimensões deste fenómeno, e olhar para além dele, lançando-as para um setor que atinja a sustentabilidade, mantendo-se rentável”.

“A rentabilidade é e será, no final, o teste do tempo para o futuro do setor das viagens. A sustentabilidade e a rentabilidade são duas faces da mesma moeda, cunhada com base numa metodologia centrada em dados, mensurável e orientada para objetivos que permite políticas para um crescimento mais equitativo, justo e simétrico, crescimento mais distribuído, justo e simétrico, suportável no tempo”.

Madeline List, analista sénior da Phocuswright, assinala que “uma estratégia sustentável bem-sucedida e consistente envolve a formulação de boas práticas, mas a sua operacionalização de forma expedita.”

Já Carlos Cendra, Partner & Chief Marketing and Communications Officer da Mabrian., considera que a implementação de medidas eficazes contra o overtourism implica “uma abordagem transparente, honesta e centrada nos dados do impacto do turismo nos destinos, com base num modelo holístico capaz de criar um equilíbrio duradouro que beneficie as empresas, os habitantes locais e os visitantes, preservando simultaneamente o ambiente”.

Foto: Depositphotos.com
Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

TAP entre as 25 companhias premium

A AirlineRatings nomeou as melhores 25 companhias aéreas premium, com base em 12 critérias. A TAP Air Portugal é uma delas.

Publituris

Depois de analisadas mais de 230 companhias aéreas, responsáveis pelo transporte de 99% dos passageiros em todo o mundo, a AirlineRatings definiu o ranking das 25 companhias premium. A TAP Air Portugal é uma delas.

O júri teve em conta uma série de critérios que incluem a segurança e a classificação do produto, a idade da frota, a rentabilidade, os incidentes graves, as avaliações dos passageiros provenientes de várias fontes, a inovação e as encomendas futuras da frota.

Fique a conhecer as 25 companhias aéreas premium:

Qatar Airways
Korean Air
Cathay Pacific Airways
Air New Zealand
Emirates
Air France/ KLM
All Nippon Airways
Etihad Airways
Qantas
Virgin Australia/Atlantic
Vietnam Airlines
Singapore Airlines
EVA Air
TAP Air Portugal
JAL
Finnair
Hawaiian
Alaska Airlines
Lufthansa/Swiss
Turkish Airlines
IGA Group (British Airways & Iberia)
Air Canada
Delta Air Lines
United Airlines
American Airlines

Relativamente ainda aos critérios, o sistema de classificação vai de uma a sete estrelas em termos de segurança, sendo sete a classificação mais elevada. O sistema de classificação tem em conta uma série de factores diferentes relacionados com as auditorias dos organismos que regem a aviação, as associações de líderes, bem como os dados de segurança da própria companhia aérea.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Saiba quais são as 25 melhores companhias lowcost

Mais uma vez a AirlineRatings definiu quais as melhores companhias aéreas ‘lowcost’ a atuar no mercado.

Publituris

Todos os anos a AirlineRatings estabelece, segundo 12 critérios – incluindo comentários de passageiros de várias fontes, idade da frota, oferta de produtos e classificação de segurança e incidentes – quais as melhores companhias aéreas a atuar no mercado.

No caso das companhias lowcost, conheça o Top 25, por ordem alfabética:

AirAsia Group
Air Baltic
Air Canada Rouge
Cebu Pacific
easyJet
Eurowings
FlyDubai
FlyNAS
GOL
Jetblue
Jet2
Jetstar Group
Jeju Air
Norwegian
Peach
Ryanair
Scoot
Spicejet
Suncountry
Southwest
Transavia
Vietjet
Volotea
Vueling
WizzAir

A AirlineRatings também selecionou os vencedores regionais para o seu Top 25 de companhias aéreas lowcost.

São eles: Américas – Southwest; Médio Oriente – FlyDubai; Ásia – AirAsia Group; Austrália/Pacífico – Jetstar Group; Europa – easyJet.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Eventos Publituris

Estão lançados os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024

O jornal Publituris dá início a um dos eventos mais relevantes de incentivo ao segmento MICE em Portugal – Portugal Meeting Forums by Publituris – com o lançamento do website do evento que se realizará no início de outubro de 2024, em Oeiras.

Publituris

Nos dias 1, 2 e 3 de outubro de 2024, o jornal Publituris vai organizar o seu evento MICE dirigido ao mercado internacional – “Portugal Meeting Forums by Publituris”.

A 8.ª edição deste evento, que conta com o apoio do Turismo de Portugal, TAP Air Portugal, Vila Galé Hotéis, MiceBuzz e YVU, os “Portugal Meeting Forums by Publituris” irão receber agentes de viagem provenientes de vários mercados (Europa – Brasil – Canadá – EUA), assim como responsáveis pela organização e planeamento de eventos, incentivos e congressos em empresas multinacionais.

O objetivo é mostrar, divulgar e sublinhar Portugal como destino fundamental, na organização de eventos MICE, com foco exclusivo no mercado português, na sua diferenciação, oferta e mais-valia.

O evento arranca no dia 1 de outubro, com a chegada dos buyers internacionais, seguido de um Cocktail Dinatoire no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos.

O segundo dia, 2 de outubro, será dedicado, em exclusivo, a reuniões, a realizar no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, com um working lunch. À noite, o jantar será num local emblemático na Costa do Estoril.

O último dia, 3 de outubro, suppliers & buyers terão oportunidade de ter um dia completo para visitar a região de Oeiras, palco deste evento, ao qual se seguirá uma famtrip, para os buyers internacionais, de dois dias à região do Alentejo, com alojamento e refeições incluídas.

Para esta edição já estão confirmados os seguintes suppliers:

Bomporto Hotels
Hard Rock Cafe
Savoy Signature
Portugal Green Travel (DMC)
WOW
Highgate Portugal
Pestana Hotel Group
GR8 events
HF Hotels
Amazing Evolution
SANA Hotels
Bensaude Hotels Collection
Açoreana DMC

Para saber mais sobre os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024 visite o site em: https://meetingforums.publituris.pt/2024/

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Reforço da pista do aeroporto do Porto custa 50 milhões e vai demorar 19 meses

O reforço da pista do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, começa a 31 de julho, vai demorar 19 meses, de segunda-feira a sábado, entre meia-noite e 06:00, num investimento de 50 milhões de euros.

Publituris

Em comunicado, a ANA Aeroportos explicou que a opção pelo trabalho em horário noturno visa “minimizar o impacto nas operações aeroportuárias”.

O contrato de empreitada foi assinado com a Acciona esta segunda-feira, 27 de maio, e representa “um investimento de qualidade, segurança e desempenho ambiental, permitindo acomodar o crescimento do tráfego aéreo”, relata a nota de imprensa.

Com esta operação, continua o comunicado, a ANA vai “reforçar as condições operacionais do aeroporto, sendo esta a maior intervenção realizada na pista desta infraestrutura”.

A intervenção será realizada na pista e áreas adjacentes, nomeadamente, na repavimentação completa da camada de desgaste da pista 17-35; intervenções de reforço estrutural da pista; ajustamento da geometria da faixa de pista (strip) e na linha de aproximação (sinalização luminosa) das pistas 17 e 35; substituição do sistema de luzes de pista por LED’s; renovação integral do sistema de drenagem da pista; bem como instalação de infraestruturas civis para a implementação de equipamentos de navegação (ILS categoria II) na pista 35 que vão permitir operações em baixa visibilidade.

Para Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroporto de Portugal, este “é um investimento estrutural relevante que vai contribuir para o desenvolvimento do Aeroporto do Porto, para que continue a ser um dos melhores aeroportos da Europa, de acordo com as opiniões dos passageiros”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.