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Inscrições para os “BTL Blogger Travel Awards” já abriram

Inscrições estão em vigor até 1 de Fevereiro e os vencedores são conhecidos a 3 de Março, numa cerimónia a decorrer durante a BTL.

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Inscrições para os “BTL Blogger Travel Awards” já abriram

Inscrições estão em vigor até 1 de Fevereiro e os vencedores são conhecidos a 3 de Março, numa cerimónia a decorrer durante a BTL.

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As inscrições para a edição deste ano dos BTL Blogger Travel Awards arrancaram esta quinta-feira, 18 de Janeiro, e decorrem até dia 1 de Fevereiro, informou a organização num comunicado enviado à imprensa.

As inscrições decorrem online, através do site www.btl.fil.pt, devendo os bloggers de viagens indicar a categoria a que se candidatam, já que estão disponíveis cinco categorias, nomeadamente Melhor Blogue de viagens pessoal, Melhor Blogue de fotografia de viagens, Melhor Blogue de viagens profissional, Melhor Blogue de promoção de Portugal em Língua Estrangeira, Melhor Blogue de viagens eleito pelo público.

Os BTL Blogger Travel Awards vão realizar-se pelo quinto ano consecutivo e destinam-se a premiar os melhores Blogues de viagens em Portugal com mais de 3 anos de existência e de língua portuguesa.

Após 1 de Fevereiro, o júri, nomeado pela BTL e constituído por personalidades do sector do turismo, nomeia no mínimo dois até um máximo de cinco Blogues em cada categoria, estes são depois eleitos pelo público através de uma votação online, à qual todos serão submetidos de forma a apurar os três mais votados, considerados os finalistas desta categoria. A Votação online para “Melhor Blogue de Viagens” tem lugar no site da BTL, entre os dias 16 de Fevereiro e 2 de Março.

Durante o processo de selecção, os candidatos eleitos em cada categoria recebem o selo digital “Nomeado BTL Blogger Travel Awards 2018 e os vencedores o selo “Vencedor BTL Blogger Travel Awards 2018” assim como certificado e respectivo prémio.

Os vencedores vão ser anunciados a 3 de Março, durante um evento na BTL 2018, a decorrer no Pavilhão 2.

Recorde-se que a BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa vai decorrer entre 28 de Fevereiro e 4 de Março, na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa.

 

 

 

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Turquia e Grécia lideraram recuperação turística no verão

Segundo o mais recente estudo da ForwardKeys, além da Turquia e Grécia, Portugal foi um dos países que apresentaram melhor desempenho, ficando apenas 10% abaixo dos resultados de 2019.

Inês de Matos

A Turquia e a Grécia lideraram a recuperação turística neste verão e apresentaram crescimentos de 9% e 2%, respetivamente, face ao verão de 2019 nas chegadas internacionais de turistas, de acordo com a mais recente pesquisa da ForwardKeys, que revelou os dados de julho e agosto.

De acordo com o estudo, tal como a Turquia e a Grécia, houve mais três países na Europa que se aproximaram bastante dos resultados de 2019, concretamente a Eslovénia, que ficou apenas 7% abaixo do resultado do período pré-pandemia, a Islândia, cujo resultado terá ficado a 8% de igual período de 2019, e Portugal, que ficou a 10% dos resultados de há três anos.

Mas, além dos resultados, o estudo da ForwardKeys indica também que os destinos europeus poderiam ter registado resultados ainda mais positivos se não se tivesse registado o caos no aeroportos que se prolongou por quase todo o verão.

Sem a interrupção que afetou muitos aeroportos europeus, a ForwardKeys estima que a recuperação nas reservas de voos intra-europeus teria sido cinco pontos percentuais acima da registada.

Por destinos, Istambul, na Turquia, liderou em termos de desempenho, registando um aumento de 2% nas chegadas internacionais, seguindo-se Atenas, na Grécia, que ficou 7% abaixo de igual período de 2019, bem como a capital islandesa de Reiquiavique e a cidade portuguesa do Porto, ambas com queda de 8%, e Málaga, cuja descida face a 2019 foi de 13%.

A ForwardKeys explica o positivo desempenho da Turquia com o declínio contínuo no valor da lira turca e a abertura do país ao mercado russo, que continuou a ser bem-vindo na Turquia numa altura em que os voos com origem na Rússia foram proibidos em quase toda a Europa, devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Apesar disso, a Grécia também registou um desempenho muito positivo, até porque, durante a pandemia da COVID-19, este foi um dos poucos países europeus que adotaram requisitos mais ligeiros.

Já o principal mercado de emissão de turistas foi o Reino Unido, numa tendência que se mantém para os próximos meses, com a ForwardKeys a explica que a procura de voos continua em alta para os três próximos meses, estando apenas 2% abaixo do período pré-pandemia.

“A recuperação da pandemia continuou apesar do caos nas viagens e das reduções de capacidade causadas pela escassez de funcionários. Neste momento, as reservas antecipadas para viagens de lazer mostram uma recuperação contínua nas viagens aéreas”, afirma Olivier Ponti, vice-presidente de insights da ForwardKeys.

O responsável mostra-se, contudo, cauteloso quanto ao futuro devido à guerra na Ucrânia, que está a afetar os preços da energia e as economias europeias, o que, provavelmente, vai ter reflexo na confiança dos consumidores e na procura corporativa.

“Dito isso, atualmente há uma concentração de reservas de voos durante os picos do outono e no Natal, o que pode levar a mais interrupções nos voos se as recentes dificuldades de recrutamento experimentadas pela indústria da aviação persistirem”, alerta ainda Olivier Ponti.

 

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Ministro da Economia quer modelo de organização do turismo aplicado a outros setores

António Costa e Silva quer que o modelo de organização do turismo seja aplicado a outros setores de atividade, de forma a criar “diferentes motores de desenvolvimento” em Portugal.

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O ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, quer que o modelo de organização do turismo seja aplicado a outros setores de atividade, de forma a criar “diferentes motores de desenvolvimento” em Portugal.

De acordo com o governante, que participou esta sexta-feira, 9 de setembro, numa ação política para jovens do PS, na Batalha, o turismo é “um dos grandes motores da nossa economia, representando cerca de 20% das exportações” e, este ano, vai bater o recorde de 2019 em termos de receitas.

“Muita gente pensava que só em 2023, 24 chegaríamos lá, mas o turismo reinventou-se em função da qualidade dos operadores, da dinâmica do mercado, das políticas públicas que foram desenhadas, do apoio muito constante que existe entre as autoridades, as empresas, o Ministério da Economia e as campanhas de promoção”, elogiou António Costa e Silva.

Por isso, para o governante, o modelo de organização do turismo deve ser copiado por outros setores, apesar de, como afirmou o ministro da Economia e do Mar, existir “no país algum preconceito contra o turismo”.

“Não podemos aceitar isso. O que precisamos de fazer é reproduzir a excelência dos operadores, das empresas, das políticas públicas, noutras áreas para criar diferentes motores de desenvolvimento e de crescimento da economia portuguesa”, afirmou.

António Costa e Silva lembrou que, no primeiro semestre do ano, a economia portuguesa cresceu 11,9%, subida que “compara com o fraco crescimento do primeiro trimestre de 2021” e que, destacou o ministro, “foi o maior crescimento da União Europeia”

“Surpreendentemente, no segundo trimestre foi na ordem dos 7,1%” e a razão está “no consumo interno e na procura externa líquida”, acrescentou, destacando a contribuição “dos serviços e sobretudo do turismo” para o crescimento do segundo semestre.

António Costa e Silva defende, assim, que é preciso “olhar não só para o que o país tem em termos de facilidades, mas também para o que o país faz bem”, sobretudo para responder aos grandes desafios que identificou e que passam, essencialmente, pela inflação e pelas consequências da guerra na Ucrânia.

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Turismo de Portugal e Fundação José Saramago apresentam projeto Viagem a Portugal Revisited

O projeto Viagem a Portugal Revisited, no âmbito do Turismo Literário, recria os roteiros de Saramago no livro “Viagem a Portugal”, através de autores contemporâneos nacionais e internacionais. Apresentação decorre segunda-feira, 12 de setembro.

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O Turismo de Portugal e a Fundação José Saramago apresentam segunda-feira, 12 de setembro, o projeto Viagem a Portugal Revisited, iniciativa no âmbito do Turismo Literário que recria os roteiros percorridos por Saramago no livro “Viagem a Portugal”, através de autores contemporâneos nacionais e internacionais.

“Trata-se de uma oportunidade singular para dar a conhecer o imenso território onde Saramago se inspirou, os locais, as paisagens, os sabores e as gentes, mas também promover Portugal como destino de turismo literário”, explica o Turismo de Portugal, que é o promotor do projeto em parceria com a Fundação José Saramago.

De acordo com o Turismo de Portugal, esta iniciativa “insere-se no Programa de Ação para o Turismo Literário que pretende colocar Portugal no mapa dos destinos literários, valorizar e promover a oferta de turismo literário e enaltecer a língua portuguesa e os seus escritores, em diálogo com o território, contribuindo para a coesão social e territorial e impulsionando o negócio turístico”.

A sessão de apresentação do projeto Viagem a Portugal Revisited decorre na Biblioteca Palácio Galveias, esta segunda-feira, 12 de setembro, a partir das 17h30.

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União Europeia suspende acordo de vistos com a Rússia

A suspensão do acordo, que vigorava desde 2007, significa que os cidadãos russos deixam de ter facilidades quando solicitarem um visto de curta duração para o espaço Schengen, passando a ser aplicadas as regras gerais do código de vistos. Decisão entra em vigor segunda-feira, 12 de setembro.

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O Conselho da União Europeia decidiu esta sexta-feira, 9 de setembro, suspender o o acordo de facilitação de vistos com a Rússia, cujos cidadãos passarão a ter mais dificuldades em viajar para território comunitário a partir de segunda-feira.

De acordo com a Lusa, a suspensão do acordo, que vigorava desde 2007, significa que os cidadãos russos deixarão de ter facilidades quando solicitarem um visto de curta duração para o espaço Schengen de livre circulação, passando a ser aplicadas as regras gerais do código de vistos.

A adoção da decisão de suspender o acordo pelo Conselho da União Europeia segue-se à proposta apresentada pela Comissão Europeia na passada terça-feira, na sequência de acordo político alcançado em Praga, no final de agosto, pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE.

Com esta suspensão, os cidadãos russos que pedirem um visto para território da União Europeia vão passar a pagar uma taxa de visto mais elevada, uma vez que este valor vai subir de 35 para 80 euros para todos os requerentes, e esperar um maior período de tempo pela autorização de entrada, uma vez que o prazo para que os consulados tomem uma decisão vai passar de 10 para 15 dias, podendo mesmo chegar a 45 dias, quando for necessário um exame mais aprofundado.

Além destas alterações, passam também a ser aplicadas regras mais restritivas em matéria de vistos de entradas múltiplas, com os requerentes russos a deixarem de ter acesso fácil a vistos válidos para entradas múltiplas no espaço Schengen, sendo-lhes também exigida uma lista mais longa de documentos comprovativos.

“Um acordo de facilitação de vistos permite o acesso privilegiado à UE aos cidadãos de parceiros de confiança com os quais partilhamos valores comuns. Com a sua guerra de agressão não provocada e injustificada, incluindo os seus ataques indiscriminados contra civis, a Rússia quebrou esta confiança e espezinhou os valores fundamentais da nossa comunidade internacional”, afirmou já ministro do Interior da República Checa, Vít Rakusan, país que preside ao Conselho da UE neste semestre.

O governante checo considera que  “a decisão de hoje [sexta-feira, 9 de setembro] é uma consequência direta das ações da Rússia” e mais uma prova do “compromisso inabalável” do bloco europeu para com a Ucrânia e o seu povo.

Recorde-se que a decisão de suspender o acordo de vistos com a Rússia foi tomada pelos chefes de diplomacia dos 27 Estados-membro da UE na reunião de ‘rentrée’ política, celebrada em Praga no final de agosto, que decorreu cerca de seis meses depois do início da invasão da Ucrânia, a 24 de fevereiro.

A decisão, que o ministro dos Negócios Estrangeiros português, João Gomes Cravinho, já veio considerar “equilibrada”, deverá ser publicada em jornal oficial ainda esta sexta-feira, sendo aplicável a partir de segunda-feira, dia 12 de setembro.

De acordo com dados da Comissão Europeia, à data de 01 de setembro deste ano, cerca de 963 mil cidadãos russos detinham vistos válidos para o espaço Schengen.

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Tanto para Minas Gerais como para a VBRATA, o mercado português “é de altíssima prioridade”

Tanto para o Estado de Minas Gerais como para a VBRATA (Europe – Visit Brazil Travel, Cultural and Business Association), o mercado português “é de altíssima prioridade”, reconheceu ao Publituris o presidente da Associação Europeia do Trade Turístico Especialista em Brasil, Glauco Chris Fuzinatto, no lançamento, esta quarta-feira, em Lisboa, da campanha “Minas Gerais, Destino do Ano” em Portugal.

A ação da VBRATA, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (SECULT), e o SEBRAE MG (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), teve como objetivo relançar o destino em Portugal que, para aquele Estado brasileiro, é o primeiro mercado emissor europeu de turistas, e segundo internacional, depois da Argentina.

A presença de Minas Gerais no país teve também como foco, segundo o responsável, fortalecer as relações “muito fortes com Portugal devido ao barroco e toda a história que os liga”. Por outro lado, a Associação levou em conta a parceria que mantém com Minas Gerais que se vem fortalecendo cada vez mais.

Em cada ano, a VBRTA seleciona um destino para que seja “O destino do ano” nos mercados que trabalha. No dia em que se assinalava o bicentenário da independência do Brasil, a 7 de setembro, as rainhas foram Minas Gerais e Lisboa, e contou com a presença de operadores turísticos e agentes de viagens portugueses, que tiveram a oportunidade de redescobrir aquele estado brasileiro através das suas atrações turísticas e culturais, novos destinos emergentes, da gastronomia, e da música. O evento, que decorreu no Espaço Espelho de Água, de propósito por se situar junto ao Padrão dos Descobrimentos, terminou com a atuação, junto à Torre de Belém, da Orquestra Filarmónica de Minas Gerais, que integra quase 100 elementos.

O Estado de Minas Gerais tem uma vasta riqueza cultural, uma culinária abundante e uma natureza exuberante o que faz com que as cidades mineiras se destaquem no turismo nacional. A arte ocupa as ruas e as igrejas e é possível encontrar rotas que mudam a experiência do turista, num encontro entre tradição e contemporaneidade. Uma região cultural consolidada no Brasil, em virtude do seu conjunto artístico cultural em várias áreas, razão pelo qual foi escolhida como o destino do ano em Portugal.

A VBRATA, criada em Londres em 2010, a VBRATA é uma associação sem fins lucrativos que congrega profissionais do trade turístico estabelecidos na Europa. Destina-se única e exclusivamente à promoção do Brasil, executando projetos para tornar a comercialização dos atrativos turísticos e culturais do país de forma profissional e com resultados crescentes.

Outras ações previstas para Portugal

“Em Portugal temos feito muitas ações, designadamente os nossos tradicionais roadshows. Em outubro de 2021 marcámos a retoma do turismo pós pandemia com um evento em que privilegiámos a cidade de Lisboa devido à conetividade aérea muito importante entre a Europa e o Brasil”, explicou Glauco Chris Fuzinatto.

O responsável adiantou que “Portugal é para nós um mercado prioritário, e temos uma série de famtours para o Brasil, mas o mais importante é que os agentes de viagens que são selecionados para participar têm que ter feito primeiro na nossa formação online. O nosso foco é direcionar quem tem interesse em visitar o Brasil que passe a sua reserva a um associado da VBRATA”.

Assim, sublinhou que “estamos a abrir-nos para associados em Portugal, a operadores turísticos e agências de viagens que montam os seus pacotes para o Brasil. A anuidade é gratuita e a pessoa só tem que passar por uma série de critérios”. O presidente da associação acredita que a VBRATA regressará ao nosso país, para mais um roadshow nas cidades do Porto, Coimbra e Lisboa, e no próximo ano promete organizar novas famtours e presstrips, bem como levar a cabo ações que cheguem também ao público final porque “não adianta treinar e capacitar os agentes de viagens e operadores se o público final não tiver interesse em viajar para o Brasil”, apontou.

Refira-se que esta associação possui um sistema de capacitação online que visa despertar o interesse de profissionais do trade turístico na Europa para vários destinos brasileiros, e poder comercializá-los de forma mais correta.

Leia na próxima edição do Publituris a entrevista com o secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Lisboa entre as capitais com mais “espaços verdes” na Europa

Com o turismo a mostrar cada vez uma maior tendência na procura por espaços verdes, Lisboa aparece bem colocada entre as capitais europeias.

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Um estudo conduzido pela Drinking Straw coloca Lisboa como uma das capitais mais verdes na Europa, com um total de 61 espaços verdes. As contas indicam que Lisboa possui 4,59 parques e 4,77 jardins por 100.000 pessoas na cidade, numa população total de mais de 544 mil pessoas.

Isto coloca Lisboa somente atrás de Paris, Luxemburgo, Dublin e Cardiff, mas à frente de cidades como Bratislava, Helsínquia, Reiquejavique, Barcelona ou Belfast.

O líder deste ranking (Paris) apresenta, segundo o estudo, um total de 325 espaços verdes, perfazendo 7,62 parques e 5,66 jardins por 100.000 pessoas.

Apesar de apresentar um número menor de espaços, a cidade de Luxemburgo, dado a sua dimensão e menos população (cerca de 95 mil pessoas), apresenta 13 espaços verdes, mas um rácio de 8,51 parques por 100.000 habitantes.

Ainda à frente de Lisboa aparecem Dublin e Cardiff. No primeiro caso, a capital irlandesa aparece com 66 espaços verdes (6,47 parques e 2,86 jardins por 100.000 pessoas), enquanto Cardiff, em quarto lugar, possui 37 espaços verdes.

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Revive Natureza abre novos concursos para duas estações ferroviárias e integra mais cinco imóveis

Os dois novos concursos para atribuição dos direitos de exploração são relativos às antigas estações ferroviárias da Lousã e Serpins, ambas localizadas no concelho da Lousã. As candidaturas decorrem até 5 de janeiro de 2023.

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A Turismo Fundos abriu esta quarta-feira, 7 de setembro, dois novos concursos para concessão das estações ferroviárias localizadas no concelho da Lousã e anunciou a integração de cinco casas florestais neste programa que visa a reabilitação de edifícios históricos para fins turísticos.

Segundo um comunicado enviado à imprensa pelo Ministério da Economia e do Mar, os dois novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, são relativos às antigas estações ferroviárias da Lousã e Serpins, ambas localizadas no concelho da Lousã.

O concurso para atribuição da concessão das duas estações ferroviárias do concelho da Lousã estão abertos à apresentação de candidaturas por parte dos interessados até 5 de janeiro de 2023.

“Estas duas antigas estações ferroviárias serão objeto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território”, explica a informação divulgada.

Os dois novos concursos agora abertos vêm aumentar para 60 o total de concursos já lançados pela Turismo Fundos no âmbito do Revive Natureza, 40 dos quais respeitantes a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 20 relativos a estações de caminho de ferro desativadas.

“Este Fundo tem promovido a sua atividade de forma consistente, em resultado do interesse manifestado pelos privados”, acrescenta o Ministério da Economia e do Mar, no comunicado divulgado esta quarta-feira.

Além do lançamento dos dois novos concursos, a Turismo Fundos anunciou também a integração de outros cinco imóveis no Revive Natureza, todos localizados na Serra da Lousã e que, em tempos estiveram ao serviço da intervenção florestal do Estado, concretamente a Casa de Guarda de Hortas, a Casa de Guarda do Porto Espinho, a Casa de Guarda do Estoirão, a Casa de Guarda do Braçal e a Casa de Guarda da Mata do Sobral.

“A integração destas duas estações localizadas na Lousã no Acordo celebrado entre a IP Património e a Turismo Fundos,  em 2021, é  um bom exemplo, não só da excelente interação entre estas entidades e os municípios, como também da importante função que o Revive Natureza desempenha na dinamização da economia e do nosso património, proporcionando a sua requalificação num contexto de atividades económicas relacionadas com o turismo”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

 

 

 

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Japão aumenta quota de entradas e dispensa turistas de serem acompanhados por guias

O Japão aliviou as restrições com o objetivo de impulsionar o turismo internacional. Para tal, a partir de agora, a quota de entradas diárias no país aumento para 50 mil pessoas, sendo que turistas estrangeiros não precisam mais de ser acompanhados por um guia.

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O Japão aumentou para 50 mil a quota de entradas diárias e passou a permitir que turistas estrangeiros entrem no país sem serem acompanhados por um guia com o objetivo de impulsionar o turismo internacional, que ainda requer a intermediação de uma agência de viagens e um visto.

“Com esta medida esperamos que o Japão possa participar em intercâmbios internacionais, e mantemos a ideia de continuar a procurar um equilíbrio entre medidas preventivas e atividades socioeconómicas”, disse o porta-voz do Governo japonês Hirokazu Matsuno numa conferência de imprensa.

Matsuno disse também que o Governo japonês adaptará estas medidas de acordo com a situação da COVID-19 no estrangeiro e no país.

Desde junho, o Japão tem permitido a entrada de turistas estrangeiros em excursões organizadas em grupo, supervisionadas por um guia, como parte das 20 mil entradas diárias autorizadas, mas a partir de agora não será necessário ser acompanhado ou reservar uma excursão específica, embora seja necessário apresentar previamente um plano de viagem.

Uma agência de viagens mediadora continuará a ser obrigada a organizar a visita e a obter um documento necessário para o processamento do visto, embora não tenha sido especificado quais os critérios específicos que irão determinar a viabilidade deste tipo de turismo.

A partir de agora, as pessoas com pelo menos três doses de vacina contra a COVID-19 não terão de apresentar um certificado de teste negativo nas 72 horas anteriores ao embarque para o Japão.

O primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, tinha anunciado antes que também irá encurtar o período de isolamento, de dez para sete dias, a partir do momento em que a pessoa começa a ter sintomas, a fim de permitir que os trabalhadores regressem aos empregos mais rapidamente.

De referir que as rigorosas medidas fronteiriças do Japão são o principal fator que dissuade os turistas de viajar para o arquipélago. Em 2019, antes do surto pandémico, o Japão recebeu 31,9 milhões de turistas. Em 2021, o número foi de 246 mil, segundo dados do Gabinete Nacional de Turismo.

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Futurismo Azores Adventures vence categoria e é finalista no concurso mundial da Adventure Travel Trade Association

Depois de vencer na categoria “Nature Adventure Travel”, o vídeo da Futurismo Azores Adventures – “Adventure is a State of Mind” – segue para o concurso final da Adventure Travel Trade Association.

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A Futurismo Azores Adventures acaba de vencer o concurso mundial de vídeos na categoria “Nature Adventure Travel”, organizado pela Adventure Travel Trade Association, maior organização mundial ligada ao turismo de aventura, numa comunidade composta por cerca de 30.000 membros.

A Adventure Travel Trade Association defende um turismo que reconheça o seu impacto nas comunidades e no ambiente, propondo modelos de gestão e ação que sejam sustentáveis e regenerativos, em proximidade com as comunidades locais com claro foco na proteção e conservação do meio ambiente e da cultura de cada destino.

O concurso Adventure in Motion foi realizado com o objetivo de celebrar os valores de proteção, conexão, respeito e transformação pessoal. O concurso teve três segmentos – Adventure Needs Community, Adventure Needs Women e Adventure Needs Nature – nos quais foram apurados, em cada um, três vencedores/finalistas.

A votação realiza-se no dia 5 de outubro, durante Adventure Travel World Summit em Lugano, na Suíça, no qual será conhecido o vencedor final do concurso.

O vídeo da Futurismo, “Adventure is a State of Mind”, pretende ser “uma espécie de um álbum de memórias, uma coletânea espontânea de estados de alma durante as nossas experiências”, refere a empresa em comunicado, adiantando ainda que “tentamos mostrar a essência dos Açores e o impacto destas ilhas únicas junto de quem nos visita, com responsabilidade e respeito”.

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Beja promove vinhos e enoturismo com nova edição da Vinipax

Este ano, a Vinipax decorre entre 30 de setembro e 2 de outubro, integrada no certame Patrimónios do Sul, no Parque de Feiras e Exposições de Beja.

Inês de Matos

A Câmara Municipal de Beja vai voltar a promover a Vinipax, certame dedicado à atividade vitivinícola na região e que, segundo Paulo Arsénio, presidente da autarquia, é também uma oportunidade para dar a conhecer a oferta de enoturismo no concelho e atrair um maior fluxo de turistas a esta cidade do Baixo Alentejo.

“Dos sete engarrafadores de vinhos que temos no concelho, cinco têm enoturismos. Portanto, acreditamos que temos uma mais-valia para que, através do enoturismo, consigamos trazer mais pessoas ao nosso território, seja durante a Vinipax, seja ao longo de todo o ano”, disse Paulo Arsénio ao Publituris, à margem da apresentação da iniciativa, que decorreu esta terça-feira, 6 de setembro, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

Segundo o autarca de Beja, a Vinipax, que este ano decorre entre 30 de setembro e 2 de outubro, integrada no certame Patrimónios do Sul, “é a melhor oportunidade que existe em Beja para mostrar quer os enoturismos, quer os vinhos, quer as atividades que lhes estão associadas”.

Nesta edição, a feira de vinhos de Beja vai contar com a participação de “30 produtores em nome individual, mais cinco municípios e dois agrupamentos produtores”, num total de 60 produtores que vão dar a conhecer o melhor dos vinhos do Baixo Alentejo.

Além destes participantes, o município convidou também para marcar presença no certame os vinhos da Moldávia, assim como a região espanhola de Almendralejo e a Cidade do Vinho 2022, título que é detido atualmente por Pinhel.

A Vinipax está integrada na Patrimónios do Sul, um certame que, segundo Paulo Arsénio, “engloba vários patrimónios que advêm do território e que pretende criar atratividade no território” e que vai decorrer nas mesmas datas, no Parque de Feiras e Exposições de Beja.

Na edição deste ano, a primeira depois de dois anos de pandemia, a Vinipax vai partilhar o pavilhão com a iniciativa gastronómica Sul à Mesa, o que, segundo o autarca, pretende “casar os vinhos com a gastronomia”, dando aos visitantes mais um motivo para conhecer a cidade e o seu património gastronómico e vitivinícola.

Este ano, a Câmara Municipal de Beja reforçou a aposta na Vinipax e, além de outdoors nas autoestradas, promoveu também a iniciativa na capital, sendo que esta quinta-feira, 8 de setembro, decorre também a apresentação da feira de vinhos de Beja na própria cidade, com uma iniciativa a decorrer no Castelo de Beja e na qual vão estar representados alguns dos produtores que vão participar no certame.

“Esta ação aqui em Lisboa nunca tinha sido feita e é também uma forma de nos darmos a conhecer e de convidar à visita a Beja, seja para conhecer os nossos vinhos ou os que, não sendo nossos, irão estar em Beja, ou ainda os nossos enoturismos”, acrescentou Paulo Arsénio.

Apesar de estar otimista quanto à afluência de público na Vinipax, o presidente da Câmara Municipal de Beja prefere, por enquanto, não arriscar um número, até porque a Vinipax tem um horário mais reduzido que a Patrimónios do Sul.

“Não arriscaria nenhum número porque a Vinipax acaba por ter um horário particular na feira, é um certame muito específico”, explicou, afirmando, contudo, que “os primeiros sinais antes da feira são muito animadores e positivos”.

 

 

 

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