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Projecto do Turismo de Portugal é finalista nos prémios da OMT

Vencedor vai ser conhecido a 17 de Janeiro, durante a FITUR, em Madrid, Espanha.

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Projecto do Turismo de Portugal é finalista nos prémios da OMT

Vencedor vai ser conhecido a 17 de Janeiro, durante a FITUR, em Madrid, Espanha.

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O projecto do Turismo de Portugal “Tourism Training Talent” é um dos finalistas dos prémios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para a inovação em políticas publicas e governança, cujo vencedor vai ser anunciado durante a próxima edição da FITUR, em Madrid, Espanha.

O projecto do Turismo de Portugal na área da formação vai competir com o projecto argentino “MiBarrio” e com o plano de acção chinês Longmen Grottoes “Internet + Longmen”, cujo vencedor será anunciado a 17 de Janeiro.

Os prémios da OMT para a Inovação no Turismo receberam 128 candidaturas de 55 países, entre as quais foram escolhidos 14 projectos finalistas, nas categorias de políticas públicas, empresas, organizações não governamentais, e pesquisa e tecnologia.

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Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se e Linha Específica do Algarve prorrogada até 31 de dezembro de 2022

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, dirigida a projetos que acrescentem valor à oferta turística daquela região, aplicando-se aos respetivos investimentos as condições definidas para os territórios de baixa densidade, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

Em 2021, o Turismo de Portugal, em parceria com o sistema bancário, renovou e reforçou em 300 milhões de euros a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, instrumento financeiro para apoio às empresas do setor do turismo destinada ao financiamento a médio e longo prazo de projetos turísticos que se traduzam: na requalificação e reposicionamento de empreendimentos, estabelecimentos e atividades, ou na criação de empreendimentos, estabelecimentos e atividades implementados nos territórios de baixa densidade, ou que incidam no domínio do empreendedorismo,

A Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021 apresenta um conjunto de ajustamentos fundamentados no contexto atual, tais como: o aumento do financiamento associado, o reforço dos prémios de desempenho, e o foco em projetos mais inteligentes, sustentáveis e inclusivos, atentos os desafios com que o setor se depara.

Para acederem à Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021, as empresas turísticas devem prever a realização de investimentos nas áreas da gestão ambiental e da acessibilidade. Todos os projetos devem obter uma pontuação global mínima nestas duas áreas, sendo que, para aferir se o projeto cumpre essa pontuação, a empresa deverá aceder ao SG​​PI e escolher a opção “Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto”.

Recorda o Turismo de Portugal que, antes de efetuar o pedido de financiamento junto da instituição de crédito, o promotor deve aferir se o seu projeto atinge a pontuação global mínima de 40 pontos nas duas medidas – gestão ambiental e acessibilidade. Em cada medida a pontuação a obter não pode ser inferior a 12 pontos.

Para esse efeito, a empresa tem de preencher um formulário disponível no SG​​PI e escolher as seguintes opções: nova candidatura; LAQO – Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto.

Por motivos devidamente justificados e em face da tipologia, dimensão, natureza e caraterísticas da atividade, estabelecimento ou empreendimento, a empresa pode, ao preencher a avaliação, apresentar um “pedido de exceção” a esta regra, a qual será devidamente analisada pelo Turismo de Portugal.

O site do Turismo de Portugal esclarece ainda que, todos os projetos de investimento enquadrados na presente Linha, desde que cumpram metas específicas a aferir no terceiro ano completo de exploração, passam a poder beneficiar de um prémio de desempenho traduzido na conversão em apoio não reembolsável de uma parte da componente do financiamento atribuída pelo Turismo de Portugal, tendo sido reforçados os montantes máximos dos prémios para micro, pequenas e médias empresas.

​​​​​Os pedidos de financiamento são apresentados junto das instituições de crédito aderentes:  Abanca, Banco Português de Gestão, BPI, Bankinter, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola, EuroBic, Millennium bcp, Montepio, Novo Banco, Novo Banco dos Açores, e  ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Santander.

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Carolina Morgado

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Governo mantém obrigatoriedade de testes em voos internacionais para Portugal

Além dos testes em voos internacionais, o Governo mantém também a obrigatoriedade de certificado digital nos hotéis, restaurantes e eventos culturais, enquanto discotecas e bares continuam encerrados até 14 de janeiro.

Inês de Matos

O primeiro-ministro António Costa revelou esta quinta-feira, 6 de janeiro, após o Conselho de Ministros, que a obrigatoriedade de apresentar um teste negativo nos voos internacionais com destino a Portugal se vai manter no âmbito do combate à COVID-19, assim como as multas para passageiros e companhias aéreas que transportem para o país quem não tenha a testagem realizada.

“Relativamente às fronteiras, vamos manter o controlo das fronteiras como tem existido até agora, continuando a exigir teste negativo obrigatório para todos os voos que cheguem a Portugal e continuaremos a aplicar as sanções, quer a passageiros quer a companhias de aviação que embarquem passageiros sem que o teste tenha sido realizado”, explicou o primeiro-ministro, na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros.

Além da obrigatoriedade de testes nos voos internacionais com destino a Portugal, que segundo o explicitado no comunicado do Conselho de Ministros vai vigorar até 9 de fevereiro de 2022, António Costa anunciou ainda que o acesso a restaurantes e estabelecimentos hoteleiros ou de alojamento local também vai continuar a estar sujeito à apresentação de um certificado digital, assim como acontece com os espetáculos culturais, eventos com lugares marcados e ginásios.

As pessoas já vacinadas com a dose de reforço vão, no entanto, deixar de necessitar de apresentar um teste negativo nas visitas a lares de idosos ou a doentes internados, enquanto quem ainda não tiver recebido essa dose terá de apresentar a testagem.

Já as discotecas e bares vão permanecerem encerrados até 14 de janeiro, sendo que, a partir dessa data, podem reabrir mas com exigência de apresentação de teste negativo à entrada, medidas que são ainda acompanhadas pela proibição de consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

Até dia 14 de janeiro, mantém-se ainda obrigatório o teletrabalho, que passará a ser recomendado a partir dessa data, enquanto a reabertura das escolas acontece já na próxima segunda-feira, 10 de janeiro.

Sobre o autorInês de Matos

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AHRESP diz que “não se compreende” que discotecas e bares “não tenham recebido quaisquer apoios”

Associação volta também a insistir na necessidade de “medidas reparadoras” para compensar as empresas por “quaisquer que sejam as medidas a tomar” nesta fase do combate à pandemia da COVID-19.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quinta-feira, 6 de janeiro, pedir “medidas reparadoras” dos danos causados às empresas pelas novas medidas sanitárias que venham a ser tomadas no âmbito da pandemia e denuncia que as discotecas e bares, que esta semana estão encerrados por decisão do Governo, ainda não receberam quaisquer apoios.

“Não se compreende, ainda, que neste momento, em plena semana de contenção as discotecas e bares, encerrados por decreto, ainda não tenham recebido quaisquer apoios”, lamenta a AHRESP, num comunicado enviado à imprensa.

Recorde-se que, em dezembro, o Governo decidiu, em Conselho de Ministros, o encerramento das discotecas e bares entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, que visava conter a transmissão da variante Ómicron.

A associação volta também a insistir na necessidade de “medidas reparadoras” para compensar as empresas por “quaisquer que sejam as medidas a tomar” nesta fase do combate à pandemia da COVID-19.

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Peso do setor do turismo no PIB espanhol cai drasticamente

O impacto da pandemia no turismo em Espanha fez com que o peso do setor no PIB global do país atingisse 5,5%, em 2020, quando, em 2019, era superior a 12%.

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A atividade do turismo em Espanha passou de um peso de 12% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2019, para uns “meros” 5,5%, em 2020, avança o Turismo de Espanha numa análise recente, com base nos números do Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol.

Na realidade o impacto da pandemia fez-se sentir fortemente num dos principais motores da economia espanhola, avançado a entidade do turismo de “nuestros hermanos”, suportada pelos dados fornecidos pelo INE espanhol que, o peso do turismo no PIB, alcançou os 61.406 milhões de euros, em 2020 (5,5% do PIB), quando, em 2019, este valor ascendeu a 154.737 milhões de euros, ou seja, uma representatividade na ordem dos 12,4% do PIB.

Embora ainda não sejam conhecidos os dados da Confederação Espanhola das Organizações Empresariais (CEOE), referente a 2021, as estimativas apontam para que, nos melhores cenários, o setor do turismo tenha aportado entre 66 e 77 mil milhões de euros, um valor ligeiramente superior ao de 2020, mas longe do ano pré-pandémico.

No que toca aos impactos no emprego, os dados disponibilizados indicam que, em 2020, o setor do turismo foi responsável por 2,23 milhões de empregos, representando cerca de 11,8% do emprego total da economia espanhola. Este valor contrasta com os 2,68 milhões de empregos de 2019, correspondendo a quase 13% do total.

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Porto e Norte com acentuada recuperação do turismo

Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte, classifica os últimos dados publicados pelo INE de “encorajadores, que nos dão força para prosseguir o rumo de retoma gradual da atividade”.

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“São números encorajadores, que nos dão força para prosseguir o rumo de retoma gradual da atividade”. É assim que Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte, classifica os últimos dados do INE, que mostram uma recuperação acentuada do turismo na região.

O dirigente espera, entretanto, que “a Páscoa do ano que agora começa, seja finalmente um marco de normalização da atividade turística”, e aponta o ano de 2023 “como fasquia para termos números iguais ou superiores aos que registávamos em 2019, que foi o melhor ano de sempre”.

Luís Pedro Martins destaca que “apesar de termos hoje dados mais animadores do que os registados em 2020, importa referir que estes resultados ficaram muito abaixo do expectável e não permitiram às empresas do setor a recuperação tão desejada e necessária”. É por isso “fundamental continuar a apoiar as empresas para que não morram na praia”, alerta ainda o presidente do Turismo do Porto e Norte.

Os últimos dados do INE sobre a atividade turística, referentes a novembro, mostram uma recuperação acentuada dos indicadores no destino Porto e Norte de Portugal, com destaque para a manutenção da liderança no ranking de hóspedes e para a assunção da liderança no número de dormidas de residentes, refere a entidade regional.

Entre janeiro e novembro, o Porto e Norte registou 3, 083 milhões de hóspedes, “estando a região bem colocada para atingir a liderança deste indicador nos resultados finais do ano, atendendo a que na época das festas natalícias registou taxas de ocupação hoteleira razoáveis. Mantém-se, assim, a rota de recuperação progressiva do setor, apesar das muitas restrições que ainda vigoram por força da crise sanitária”, diz ainda a nota.

Em termos de dormidas, e ainda de acordo com os dados do INE, os números alcançados em novembro ficam a umas escassas 11 mil dormidas do que se verificava em período homólogo de 2019, apesar de, no acumulado do ano, a diferença ainda ser acentuada. Todavia, neste indicador, o Porto e Norte ocupa o segundo lugar no ranking nacional. Regista-se, também, uma ultrapassagem das dormidas de não-residentes, sobre as dormidas de residentes.

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Termas Centro vão dinamizar novas atividades e programa de animação

Com o alargamento do Provere Termas Centro até 30 de Junho de 2022, as estâncias termais que fazem parte desta rede vão poder, este ano, dinamizar as atividades inicialmente previstas e que foram inviabilizadas pela pandemia nos últimos dois anos, bem como o programa de animação.

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A rede Termas Centro, através do Provere, – Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos com o mesmo nome, vai manter, em 2022, a dinamização de novas atividades, bem como o programa de animação das estâncias termais.

Iniciado em 2019, o Provere Termas Centro tinha conclusão prevista para 2021, mas o prazo foi alargado para 30 de junho de 2022, de forma a poderem ser realizadas as atividades inicialmente previstas e que foram inviabilizadas pela pandemia nos últimos dois anos, refere comunicado da rede.

Refira-se que este programa, criado com o objetivo de valorizar as estâncias termais da Região Centro, tem permitido a valorização de projetos-âncora como “Animação”, “Comunicação e Marketing”, “Inovação e Estruturas de Animação Permanente” e “Aldeias do Conhecimento”.

Adriano Barreto Ramos, coordenador da rede Termas Centro, explica que “este prolongamento permite concretizar as iniciativas que não puderam ser realizadas em 2020 e 2021, nomeadamente as referentes ao ciclo de eventos de animação em rede ‘Viva Termas Centro’, ao Projeto de Inovação e à própria comunicação, inviabilizada pelo encerramento das Termas, devido à situação pandémica, que impossibilitou a realização de ações já programadas e contratualizadas, e que agora se irão concretizar”.

 

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Reino Unido elimina testes pré-embarque

Apesar de o número de casos não registar uma diminuição, o Governo de Boris Johnson decidiu-se pela eliminação dos testes pré-embarque, sendo exigido apenas um teste antigénio nas primeiras 48 horas.

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O Governo britânico anunciou a eliminação da necessidade de testes à COVID-19 antes de viagens com destino ao Reino Unido, tendo rejeitado introduzir mais medidas de contenção contra a variante Ómicron, apesar da pressão sentida em muitos hospitais.

Numa declaração no Parlamento, o primeiro-ministro Boris Johnson disse que o Conselho de Ministros concordou que o chamado “Plano B” deve continuar nas próximas três semanas, até pelo menos 26 de janeiro, o que implica teletrabalho e o uso obrigatório de máscaras na maioria dos espaços públicos fechados.

“Este Governo não acredita que precisamos de fechar o nosso país novamente”, afirmou, rejeitando novas restrições, apesar de admitir que o país está a registar “o crescimento mais rápido de sempre em casos de COVID”.

Entretanto, após pressão da indústria de turismo, os testes pré-embarque deixaram de ser exigidos na chegada a Inglaterra, sendo exigido apenas um teste antigénio nas primeiras 48 horas, tal como acontecia antes da vaga causada pela nova variante Ómicron, que se tornou dominante no Reino Unido desde dezembro.

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Portugueses vacinados podem voltar a entrar em Israel a partir de domingo

Desde que estejam vacinados, os portugueses podem voltar a entrar em Israel a partir de domingo, 09 de janeiro. Isto porque Portugal passa a integrar a lista laranja daquele país.

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A partir de domingo, dia 09, os portugueses vacinados podem voltar a entrar em Israel, isto porque Portugal passa a integrar os países da lista laranja da Terra Santa.

O Ministério da Saúde de Israel atualizou a lista dos países laranja e incluiu Portugal, pelo que, a partir de 09 de janeiro, os viajantes portugueses vacinados poderão entrar em Israel obedecendo a uma série de condições para garantir a segurança de todos.

Para viajar para Israel, as pessoas vacinadas contra a Covid-19 ou que certifiquem que foram recuperadas devem ser colocadas em quarentena até receberem o resultado de PCR negativo que será realizado na chegada ao aeroporto de Tel Aviv. Também será necessário apresentar outro teste negativo antes do voo para o país, indica a Oficina Nacional de Turismo, que cita o site oficial do Ministério israelita da Saúde.

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Portugal no ranking dos melhores do mundo para viver a reforma

Portugal é o primeiro país europeu, e ocupa a quarta posição no ranking dos melhores destinos para gozar a reforma, segundo o International Living.

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Portugal consta em quarto lugar do ranking dos melhores destinos do mundo para viver a reforma, pelo International Living , no seu Annual Global Retirement Index 2022.

O estudo pontua os 25 principais destinos de reforma do mundo em 10 categorias, incluindo custo de vida, governação, habitação, saúde e benefícios para reformados, entre outros. Este índice anual examina destinos seguros e de bom valor, comparando, contrastando, classificando e classificando-os em categorias para selecionar locais em todo o mundo onde um casal aposentado pode viver de forma confortável, uma vida despreocupada com apenas dois mil dólares por mês.

Assim, Portugal encontra-se atrás do Panamá, que lidera o ranking, da Costa Rica e do México, posicionando-se em primeiro lugar na Europa, e à frente da Colômbia, Equador, Malta, Franca, Espanha e Uruguai, no que diz respeito aos top 10.

Usando a vasta rede de editores e correspondentes locais da International Living em todo o mundo, este Índice anual foi projetado para ser uma ferramenta útil para potenciais aposentados que tentam encontrar o melhor destino para viver em todo o mundo.

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ESHTE lança duas novas publicações em 2022

“Legal Impacts of COVID-19 in the Travel, Tourism and Hospitality Industry” e “Tourism Law in Europe” são as obras agora publicadas pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE).

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A Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) acaba de publicar online dois livros internacionais, concretamente “Legal Impacts of COVID-19 in the Travel, Tourism and Hospitality Industry” e “Tourism Law in Europe”, que também estão disponíveis em formato tradicional.

De acordo com uma nota informativa da instituição de ensino superior, a publicação destas obras acontece em parceria com a Fundação INATEL, assim como com as universidades de Salamanca, Sorbonne, Milano Bicocca e Sassari.

A ESHTE explica ainda que o livro “Legal Impacts of COVID-19 in the Travel, Tourism and Hospitality Industry” aborda os “impactos da pandemia no sector do turismo, contando com vários autores europeus e americanos”, num total de 618 páginas, cuja publicação online está disponível aqui.

“A importante matéria das ajudas de Estado e o súbito despertar para as leis da concorrência, o impacto na aviação, slots, cancelamentos e direitos dos consumidores, vouchers, os vários desequilíbrios contratuais, as perspectivas dos diferentes prestadores de serviços, o turismo colaborativo e o Código Internacional para a Proteção de Turistas!, são alguns dos temas que constam da obra.
Já o livro “Tourism Law in Europe”,também em língua inglesa, foca “a legislação do turismo dos diferentes países europeus, desenvolvendo matérias como a organização institucional, alojamento, distribuição, restauração e bebidas, animação e informação turística”. A obra está disponível aqui.
“No primeiro volume agora publicado, surge a legislação do turismo da Albânia, Áustria, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Finlândia,  França, Georgia, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Letónia,  Lituânia,  Malta, Montenegro, Noruega, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Sérvia e Suécia”, indica a ESHTE,
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