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Novo terminal de Lisboa já recebeu primeiros passageiros

Com uma gare com uma área de 13.800 m2 e um cais de 1.490 metros de comprimento, Lisboa tem capacidade para receber navios de vários tipos e dimensões com um calado até 12 metros.

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O navio Monarch foi o primeiro a utilizar a nova Gare de passageiros do Terminal de Cruzeiros de Lisboa. Na segunda-feira, 18 de Setembro, passaram pelo terminal cerca de 3500 pessoas, numa operação de turnaround, com o desembarque dos passageiros que terminaram uma viagem com origem em Warnemunde (Alemanha), e o embarque para um cruzeiro de oito dias com destino às Ilhas Canárias.
A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino marcou presença, acompanhada da Presidente do Porto de Lisboa, Lídia Sequeira e do director do Terminal, Ricardo Ferreira tendo visitado demoradamente as instalações da nova Gare e testemunhado o desenrolar das diversas fases da actividade deste primeiro dia do Terminal de Cruzeiros de Lisboa que envolveu, para além dos trabalhadores do Terminal, entidades como o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e a Autoridade Tributária e Aduaneira.
No final de 2017 prevê-se que as escalas de navios atinjam as 337, com o número de passageiros a chegar aos 524 mil, representando um crescimento de cerca de 8% do número de escalas face a 2016. Estes números farão de 2017 o segundo melhor ano de sempre da actividade de cruzeiros no Porto de Lisboa. Os recordes foram alcançados em 2013, com 353 escalas e 558 mil passageiros.
O ano de 2018 deverá ser o melhor de sempre na actividade de cruzeiros em Lisboa, com um novo recorde de escalas de navios, 361, e de passageiros, 617 mil.
Com uma gare com uma área de 13.800 m2 e um cais de 1.490 metros de comprimento, Lisboa tem capacidade para receber navios de vários tipos e dimensões com um calado até 12 metros. A nova gare de passageiros com três andares, dispõe de 360 lugares de estacionamento público e 80 lugares de estacionamento de autocarros / táxis e carros turísticos. Tem 65.000 m2 de área desenvolvida (jardins, estacionamentos e estradas de acesso) e um sistema de passarela com 600 metros, totalmente automatizado, com uma ligação ao terminal.
O terminal conta com 3.500 m2 de área para desembarque e recolha de bagagem e mais 2.100m2 de área para embarque e check-in.
O novo edifício do Terminal de Cruzeiros de Lisboa foi concessionado à LCT – Lisbon Cruise Terminals, consórcio constituído pela Global Liman Isletmeleri A.S., Grupo Sousa, Investimentos, SGPS, Ld.ª, Royal Caribbean Cruises Ltd., e Creuers del Port de Barcelona, SA.
O projecto de arquitectura, da autoria do arquitecto português João Luís Carrilho da Graça, capacita o Porto de Lisboa para o desenvolvimento do segmento de turnaround.

 

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Costa Cruzeiros lança folheto para o mercado português e promove itinerários com golfe

Companhia de cruzeiros apresentou esta sexta-feira, a bordo do Costa Fascinosa, em Lisboa, as propostas para o mercado português ao longo do próximo ano.

Inês de Matos

A Costa Cruzeiros lançou um novo folheto dedicado ao mercado português, denominado ‘O Melhor da Costa 2023’, que inclui as propostas da companhia de cruzeiros para os Emirados Árabes Unidos, Mediterrâneo, Ilhas Gregas e Norte da Europa ao longo do próximo ano.

“Temos um novo folheto, que se chama ‘O Melhor da Costa para 2023’. Lançámos este folheto em português, para mostrar quais são os melhores programas que temos para o mercado português”, explicou esta sexta-feira, 30 de setembro, Rafael Fernández, responsável de Comunicação da Costa Cruzeiros para Espanha e Portugal, durante uma apresentação a bordo do Costa Fascinosa.

De acordo com o responsável, este novo folheto inclui “também uma série de argumentos sobre porque se deve fazer um cruzeiro na Costa”, assim como as propostas da companhia que levam diretamente o passageiro “desde casa até ao porto de embarque”.

Incluído no novo folheto da Costa Cruzeiros está também um itinerário, em outubro do próximo ano, com partida e chegada a Lisboa, e que contempla 15 dias de duração e escalas em Cádis, Barcelona, Marselha, Savona, Valência, Lanzarote, St. Cruz de Tenerife e Funchal.

Além deste, a Costa Cruzeiros vai ainda promover um itinerário, em junho, com partida de Lisboa e oito dias de duração, que prevê escalas em Vigo, Le Havre, Kristiansand, Aahrus e chegada a Kiel.

Além dos itinerários portugueses, Rafael Fernández falou ainda sobre o novo programa Cruise & Golf que a companhia lançou para os adeptos do golfe e que permite “comprar um pacote de três ou quatro green fees em campos de golfe em Itália, França e Espanha”.

“Está a ter muito sucesso porque quem gosta de golfe pode jogar em três ou quatro campos distintos na mesma semana, sem os custos associados a essas viagens”, explicou o responsável, revelando que devido à elevada procura a companhia decidiu alargar esta oferta aos Emirado Árabes Unidos.

“Como está a ter muito sucesso, no próximo ano vamos também lançar este pacote nos Emirados Árabes Unidos. Vai ser possível jogar, até durante a noite, em campos do Dubai, Abu Dhabi, Omã ou Qatar”, acrescentou.

A apresentação dos destaque da programação da Costa Cruzeiros para o próximo ano decorreu esta sexta-feira, 30 de setembro, a bordo do Costa Fascinosa, navio que está a realizar um itinerário de posicionamento desde o Norte da Europa para o Mediterrâneo e que embarcou cerca de 50 passageiros na capital portuguesa.

Depois deste itinerário de reposicionamento, o Costa Fascinosa vai fazer mais dois cruzeiros com partida e chegada a Lisboa, a 30 de outubro e 19 de novembro, e duração de 11 e 13 dias, respetivamente. O primeiro itinerário prevê escalas em Gibraltar, Valência, Barcelona, Savona, Marselha, Málaga e Cádis, enquanto o segundo passa em Gibraltar, Valência, Barcelona, Savona, Marselha, Tanger, Casablanca e Cádis.

O Costa Fascinosa fica no Mediterrâneo até dezembro, altura em que será novamente reposicionado nas Caraíbas, onde vai passar o inverno.

Com 1508 cabines, das quais 524 com varanda, o Costa Fascinosa presta homenagem ao teatro e ao grande cinema, e que conta com parque aquático com nove piscinas e hidromassagens, casino, 12 bares, seis restaurantes, área infantil com temática Peppa Pig, percurso para corrida, campo de jogos, teatro e Spa.

 

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LATAM Boeing 787-9 Dreamliner photographed on May 13, 2016 from Wolfe Air Aviation Learjet 25B.

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LATAM Airlines é a melhor companhia aérea da América do Sul nos prémios Skytrax

Além do prémio para melhor companhia aérea da América do Sul, a LATAM Airlines arrecadou também a distinção de Melhor Pessoal de Companhia Aérea da América do Sul, ambos com base na votação dos passageiros.

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A LATAM Airlines foi eleita melhor companhia aérea da América do Sul nos Skytrax World Airline Awards, prémios que são considerados os Óscares da aviação e que foram entregues na passada sexta-feira, 23 de setembro, numa cerimónia que decorreu em Londres.

Além do prémio para melhor companhia aérea da América do Sul, a LATAM Airlines arrecadou também de Melhor Pessoal de Companhia Aérea da América do Sul, ambos com base na votação dos passageiros.

“Recebemos estes prémios com orgulho, mas também com grande responsabilidade. Temos um profundo compromisso de prestar um serviço de excelência, alinhado com as expectativas dos nossos clientes, mas também estamos empenhados em fazer do nosso planeta um lugar melhor para os passageiros de hoje e os de amanhã”, afirmou Paulo Miranda, Chief Experience and Customer Officer da LATAM Airlines Group.

Os Skytrax World Airline Awards são entregues anualmente desde 1999 e reconhecem o desempenho das melhores companhia aéreas do longo do ano, com base na votação dos passageiros aéreos de todo o mundo.

Na edição deste ano, a votação decorreu entre setembro de 2021 a agosto de 2022 e foi contabilizada a participação de passageiros de mais de 100 nacionalidades, num total de 14,32 milhões de votos.

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Presidente da ANA acredita em autorização de Medina para avançar com obras na Portela

O presidente do Conselho de Administração da ANA Aeroportos está confiante na autorização do Ministério das Finanças, e agora com o novo ministro, Fernando Medina, para poder avançar com as obras no Aeroporto Humberto Delgado, depois do que apelidou de “força de bloqueio” do ex-ministro João Leão

José Luís Arnaut, que falava na VI Cimeira do Turismo Português que teve lugar em Lisboa, promovida pela CTP para celebrar o Dia Mundial do Turismo, disse que o ex-ministro das Finanças rejeitou seis pedidos da ANA para avançar com obras de melhoria no aeroporto de Lisboa, apesar de ter notado sempre “empenho” do ministro das Infraestruturas.

Por outro lado, e porque qualquer obra de infraestruturas precisa da aprovação da Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos (UTAP), que está sob a tutela do Ministério das Finanças, o presidente da ANA está mais otimista para a concessionária, com Fernando Medina à frente da pasta das Finanças. “Temos um novo ministro das Finanças e acreditamos que estão reunidas as condições para que a UTAP se sente connosco à mesa” para discutir formas de melhorar a eficiência do aeroporto Humberto Delgado, que está neste momento congestionado em termos de tráfego.

No painel dedicado ao novo paradigma da mobilidade, José Luís Arnaut afirma que “são precisas obras urgentíssimas” naquele aeroporto, para que seja possível receber mais passageiros, e diz não ter “dúvidas nenhumas” de que estas obras “vão ser feitas”.

Explicou que este projeto de investimento está nas mãos do Governo desde 2020, e hoje “acredito que estão criadas condições para nos deixarem avançar, deixar o concessionário e os operadores fazerem o seu trabalho”.

Em relação ao dossier “Novo aeroporto de Lisboa”, o responsável observou que só deverá haver uma decisão final sobre a localização da nova infraestrutura aeroportuária “no segundo semestre de 2024”. Isto porque, conforme explicou, o processo não termina com a avaliação ambiental estratégica.

No entanto, mostrou-se satisfeito com o calendário definido pelo Governo para a concretização do novo aeroporto, mas pediu comissão que vai ser criada para acompanhamento da avaliação ambiental estratégica das propostas de localização, que estão em cima da mesa “equitativa, neutra e independente”.

Isto porque, acrescentou: É muito importante para o país haver uma solução sem dúvidas, serena, tranquila e com qualidade”.

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Governo apresenta projeto de alta velocidade que traz “revolução” à ferrovia

Nova linha ferroviária de alta velocidade vai permitir ligar Lisboa e Porto em apenas uma hora e 15 minutos, num serviço direto e sem paragens, que será construído em três fases.

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O Governo apresentou esta quarta-feira, 28 de setembro, o projeto de alta velocidade que vai ligar Lisboa, Porto e Vigo, uma nova linha ferroviária que vai ser construída em três fases e que, segundo o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, representa uma “revolução” para a ferrovia.

“Depois de décadas de desinvestimento na ferrovia, de encerramento de linhas e de prioridade na rodovia e transporte individual, não consigo usar outra palavra para descrever o que estamos a fazer: revolução”, afirmou o governante, citado pela Lusa, durante a apresentação do projeto, no terminal ferroviário de Campanhã, no Porto.

De acordo com o governante, o país não pode “adiar mais, nem hesitar mais” na questão da alta velocidade, que vai permitir ligar Lisboa e Porto em apenas uma hora e 15 minutos, num serviço direto e sem paragens.

Presente na apresentação esteve também o primeiro-ministro, António Costa, que garantiu que Portugal “tem hoje condições financeiras para poder assumir este projeto”, sem “sobressaltos que o ponham em causa”.

O líder do executivo nacional destacou a importância do projeto e admitiu que a ligação entre o Porto e Vigo é o “primeiro passo” para a integração da ferrovia portuguesa na rede ibérica de alta velocidade.

A construção desta linha de alta velocidade vai ser dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028 e cujo percurso deverá ser feito em uma hora e 59 minutos.

Já o segundo troço, entre Soure e o Carregado, que deve estar concluído até 2030, deverá diminuir o tempo de percurso para uma hora e 19 minutos, enquanto a terceira fase, entre o Carregado e Lisboa, será  construída mais tarde e permitirá atingir a duração final de uma hora e 15 minutos de toda a ligação.

A nova linha Lisboa-Porto vai permitir “triplicar” a oferta, disponibilizando 60 serviços diários, com a Infraestruturas de Portugal (IP) a estimar que também a procura dispare e que o número de passageiros passe de seis para 16 milhões.

Dos 60 serviços diários previstos, 17 devem ser diretos, nove vão ter paragens em estações intermédias e 34 serão serviços mistos, usando, em parte, a linha de alta velocidade e noutra a linha convencional.

“Esperamos no futuro manter na linha do Norte quase seis milhões de passageiros e crescer no conjunto com alta velocidade para 16 milhões de passageiros com a inauguração da segunda fase”, afirmou Carlos Fernandes, do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal (IP).

Quanto ao plano de concretização dos projetos de alta velocidade, Carlos Fernandes adiantou que os objetivos passam por “finalizar os estudos prévios e de impacto ambiental” e “fechar” os documentos para lançar os concursos públicos.

Os estudos prévios e o Estudo de Impacto Ambiental relativos ao primeiro troço serão submetidos à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) “até ao final de outubro” e os documentos relacionados com o segundo troço “até ao final de novembro”.

“Com estas entregas nestes prazos, esperamos ter as declarações de Impacte Ambiental até ao final do primeiro semestre do próximo ano”, disse, lembrando que estes instrumentos são fundamentais para o lançamento dos concursos públicos.

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Indústria de cruzeiros vai recrutar na 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio

Feira de emprego dedicada à indústria marítima decorre em Lisboa, a 20 de outubro, e vai contar com a participação de várias companhias de cruzeiros que pretendem recrutar colaboradores durante o certame.

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A 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio, que decorre no Parque das Nações, em Lisboa, a 20 de outubro, vai contar com a participação de várias companhias de cruzeiros que pretendem recrutar colaboradores durante o certame.

Na edição deste ano, uma das principais novidades é a participação da Mystic Invest, detentora das marcas de cruzeiros DouroAzul, Nicko Cruises, Mystic Cruises, Atlas Ocean Voyages e Mystic Ocean, que vai recrutar durante o evento.

Além da Mystic Invest, está também confirmada a participação da Viking Cruises; Seabourn; Disney Cruise Line; OneSpaWorld; Costa Crociere; MSC Cruises; Uniworld; PeopleConquest; Amplia Talents; e Bluewater Yachting.

Em destaque vai estar também a formação, motivo pelo qual o evento conta ainda com a participação do FOR-MAR (Portugal); da LearnMarine (EUA); da MaritimeMT (Malta); e do Instituto Portuário Marítimo (Angola), que “procura contratar formadores e consultores na área marítima”.

O evento conta ainda com o apoio do secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, que vai visitar a feira no dia 20 de outubro.
A 7.ª Feira de Emprego e Carreiras Trabalhar num Navio é uma iniciativa de promoção de emprego em cruzeiros, iates, ferries e carga, e tem como objetivo promover o trabalho em navios e transmitir informação sobre carreiras marítimas.
Todas as informações sobre a feira estão disponíveis aqui.
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António Costa assegura aprovação quinta-feira da metodologia para decidir sobre o novo aeroporto de Lisboa

O Primeiro-Ministro, António Costa, assegurou aos empresários do Turismo, mas também ao país que o Governo vai aprovar, na próxima quinta-feira, em Conselho de Ministros, a resolução que ditará a metodologia da avaliação ambiental estratégica para decidir a solução para o novo aeroporto de Lisboa.

Refira-se que essa resolução foi negociada com o líder da oposição, Luís Montenegro, presidente do PSD. O Chefe do Executivo que discursava na abertura da VI Cimeira do Turismo Português, promovida, em Lisboa, no âmbito das celebrações do Dia Mundial do Turismo disse que “verifiquei sempre da parte do líder do maior partido da oposição a vontade efetiva de procurar um acordo”.

António Costa considerou que o PSD demonstra vontade efetiva de chegar a um acordo sobre o novo aeroporto de Lisboa, mas enalteceu que usará a maioria PS se no final do processo estabelecido se verificarem divergências.

Numa longa intervenção dedicada quase toda ela à problemática da decisão sobre a localização da nova infraestrutura aeroportuária para a região de Lisboa, o Chefe do Governo defendeu que “perguntam-me se tenho a certeza que vai haver acordo sobre a solução. Eu não posso responder pelo líder da oposição. Mas há uma coisa que tenho a certeza: É que o facto de ter sido possível um entendimento com o PSD sobre a metodologia é um primeiro passo decisivo para podermos ter um acordo sobre a solução final”.

O Primeiro-Ministro anunciou o fim do polémico veto das autarquias às estruturas com interesse nacional e a equipa que vai coordenar a avaliação ambiental estratégica.

As novidades vão ser conhecidas e aprovadas já no próximo Conselho de Ministros, na quinta-feira, onde será nomeado o coordenador do estudo, sob proposta do presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, do presidente do Conselho de Reitores e pelo presidente do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que compõem a estrutura.

“O coordenador vai escolher seis coordenadores de seis áreas temáticas, que exigem ser estudadas na avaliação ambiental estratégica, dentro de um painel de peritos designado pelo Conselho de Reitores das Universidades portuguesas”, acrescentou.

Minutos antes, já o presidente da CTP, Francisco Calheiros tinha afirmado que “a entrada de mais turistas em Portugal

significa mais receitas para o país”, por isso, a Confederação do Turismo de Portugal “continua a bater-se para que haja uma decisão final sobre o novo aeroporto”, para acrescentar que “só com uma nova infraestrutura aeroportuária poderemos dar ainda mais a Portugal. Desde logo na fase da sua construção, já que se fomentará a atividade de vários setores económicos e se criará mais emprego. E isto significa mais receitas para o Estado, logo, um maior contributo para todo o País”.

Por isso, segundo Francisco Calheiros “é urgente decidir já! Não podemos perder mais tempo. O País não pode perder mais dinheiro com todas estas incertezas e não decisões”, lembrando um estudo recentemente apresentado pela CTP: “A não decisão sobre o novo aeroporto, terá no mínimo um custo de quase 7 mil milhões de euros; menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões de euros”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal da capital, Carlos Moedas, avisou, durante a Cimeira do Turismo Português, que o futuro aeroporto de Lisboa “tem de estar próximo” da capital e a decisão não se pode arrastar para lá de 2023.

Durante os próximos dias daremos, no nosso site, mais pormenores sobre outras questões que mereceram destaque nesta cimeira, bem como contamos publicar uma reportagem na próxima edição do Publituris.

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Air France abre cinco novos destinos no inverno e aumenta capacidade em Portugal

A Air France vai voar para 171 destinos no inverno, incluindo 86 no longo curso e 85 no curto e no médio curso, numa capacidade que já se aproxima do inverno de 2019 e que cresce também 18% em Portugal.

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A Air France vai voar, durante o próximo inverno, para 171 destinos, incluindo 86 no longo curso e 85 no curto e no médio curso, numa oferta cuja capacidade já se aproxima do inverno de 2019 e que prevê também um aumento de 18% na capacidade oferecida pela companhia aérea francesa em Portugal.

“A oferta da Air France cresce 18% este Inverno em Portugal face a período homólogo de 2021”, indica a Air France, revelando que esta oferta é “idêntica à oferecida e operada em 2019” e tem por base um maior número de frequências de/para o Porto a partir de Paris-CDG, que passam a sete em vez das seis disponibilizadas no inverno de 2021.

Além do aumento de frequências no Porto, a Air France vai também aumentar a capacidade na rota de Lisboa para Paris, que passa a ser operada por “aviões de maior capacidade”, mantendo-se as quatro frequências que a companhia aérea já oferecia no inverno passado.

As rotas de Lisboa e Porto podem, no entanto, ser utilizadas para chegar a Paris e viajar para um dos cinco novos destinos que a Air France vai abrir este inverno e vão passar a ligar Paris-CDG a Nova Iorque-Newark (EUA), Tromsø (Noruega), Kittilä (Finlândia), Innsbruck e Salzburg (Áustria).

No caso de Nova Iorque-Newark, os voos arrancam a 12 de dezembro de 2022 e contam com uma ligação diária e direta, marcando o regresso da Air France ao segundo maior aeroporto de Nova Iorque.

“Este voo será adicionado ao produto do tipo “Shuttle” oferecido entre Paris-CDG e Nova Iorque-JFK, com 6 voos diários operados pela Air France e 2 pela sua parceira na aliança Skyteam, a Delta Air Lines”, indica a Air France em comunicado.

Este inverno, a Air France decidiu também manter a rota de verão que liga Paris-CDG – Dallas e que vai contar com três voos por semana, operados em aviões 777-200 ER.

Também no longo curso, destaque ainda para o regresso dos voos da Air France entre Paris-CDG e a Cidade do Cabo, na África do Sul, operação que estava suspensa desde o início da COVID-19 e que vai regressar a 30 de outubro, com três voos por semana, em avião Boeing 787-9.

Além da Cidade do Cabo, a Air France vai também voar para Joanesburgo este inverno, disponibilizando um total de sete voos por semana entre a capital francesa e a cidade sul-africana.

De assinalar é ainda o regresso dos voos da Air France para o Japão, numa retoma que é permitida pela reabertura gradual de fronteiras no país depois da COVID-19 e que, segundo a Air France, conta com cinco voos por semana para Tóquio-Haneda, em aviões Boeing 787-9.

“A Air France passa, assim, a ligar Paris aos dois aeroportos de Tóquio neste inverno, com o aeroporto de Tóquio-Narita a ser servido até 5 vezes por semana a partir de Paris-Charles de Gaulle”, refere ainda a transportadora gaulesa.

As novidades da Air France para este inverno incluem ainda quatro novas rotas de curta distância e médio curso, que vão passar a ligar Paris às cidades de Tromsø (Noruega), Kittilä (Finlândia), Innsbruck e Salzburg (Áustria), além de outras novidades nomeadamente no Norte de África.

A partir de 30 de outubro, a Air France passa a voar entre Paris-Orly e Casablanca, em Marrocos, com um voo diário operado em Airbus A320, data em que as ligações entre Nice e Londres Heathrow passam a ser anuais, contando com um voo por dia, uma vez que atualmente apenas decorriam no verão.

Já o serviço sazonal Paris-CDG – Rovaniemi (Finlândia), que tinha sido inaugurado em 2021, vai ser retomado este ano a partir de 27 de novembro, com até um voo diário operado em Airbus A320 durante os feriados de fim de ano.

O dia 10 de dezembro marca a inauguração das quatro novas rotas da Air France de curta distância e médio curso, já que a partir deste dia a companhia aérea francesa passa a voar para Kittilä (Finlândia) e Tromsø (Noruega), com um voo por semana, realizado em aviões A320 e Airbus A319, respetivamente.

Já Innsbruck e Salzburg (Áustria) vão contar com dois e um voo por semana, respetivamente, que vão ser operados em aviões Embraer 190, também com início a partir de 10 de dezembro de 2022.

Além destas novidades, a Air France vai ainda estender ao longo de todo o ano os voos Paris-Orly – Tunes (Tunísia), Marselha – Argel (Argélia), Toulouse – Argel (Argélia) e Toulouse – Oran (Argélia), que até aqui eram apenas realizados na temporada de verão.

Todos os destalhes sobre os novos destinos, programas de voo e tarifas podem já ser consultados em airfrance.pt.

A companhia aérea francesa alerta, no entanto, que “este programa de voos é suscetível de mudanças e mantém-se sujeito à obtenção das necessárias autorizações governamentais”.

 

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Qatar Airways vence prémios Skytrax e é a melhor companhia aérea do mundo

Além de companhia aérea do mundo, a Qatar Airways venceu também nas categorias de Melhor Classe Executiva do Mundo, Melhor Lounge de Classe Executiva do Mundo e Melhor Companhia Aérea do Oriente Médio.

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A Qatar Airways voltou a vencer os Skytrax World Airline Awards e foi considerada como a “Airlines of the Year”, voltando a ser eleita como a melhor companhia aérea do mundo pelo sétimo ano.

Os Skytrax World Airline Awards foram entregues na passada sexta-feira, 23 de setembro, numa cerimónia que decorreu em Londres e que voltou a premiar as companhias aéreas que mais se destacaram ao longo do ano.

Além do prémio de melhor companhia aérea do mundo, a Qatar Airways recebeu também os prémios de Melhor Classe Executiva do Mundo, Melhor Lounge de Classe Executiva do Mundo e Melhor Companhia Aérea do Oriente Médio.

Recorde-se que a Qatar Airways já tinha recebido o prémio de melhor companhia aérea do mundo em 2011, 2012, 2015, 2017, 2019 e 2021, voltando agora a somar mais uma distinção em 2022.

Tal como a companhia aérea do Qatar, também o aeroporto e hub principal da Qatar Airways, o Aeroporto Internacional de Hamad, foi eleito como o Melhor Aeroporto do Mundo 2022, levando para casa o prémio pelo segundo ano consecutivo.

“Ser nomeada a Melhor Companhia Aérea do Mundo sempre foi um objetivo quando a Qatar Airways foi criada, mas ganhar este prémio pela sétima vez e receber três prémios adicionais é uma prova de todo o trabalho duro dos nossos funcionários incríveis”, considera Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Conhecidos como os Óscares da aviação, os prémios Skytrax são atribuídos anualmente com base na votação online dos passageiros aéreos. Na edição deste ano, cuja votação decorreu entre setembro de 2021 e agosto de 2022, participaram passageiros de mais de 100 nacionalidades, num total de 14,32 milhões de votos.

 

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Sevenair Academy adquire ativos da L3Harris em Portugal

Com esta aquisição, a Sevenair Academy passa a deter duas bases de formação (Cascais e Ponte de Sor) onde oferece mais de 30.000m2 de instalações e mais de 50 aeronaves e uma capacidade de treinar, em velocidade de cruzeiro, 400 novos alunos piloto por ano.

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A Sevenair Academy adquiriu, em concurso fechado, os ativos de formação de pilotos da multinacional L3Harris, em Ponte de Sor, no distrito de Portalegre, depois de esta ter anunciado, em maio, a intenção de sair de Portugal, encerrando, assim, a sua atividade.

A Sevenair refere, em comunicado, que “sendo Portugal a nossa base de operações, não poderíamos deixar de tentar fazer um movimento de consolidação e aumentar a nossa capacidade de formação, cujo crescimento tem sido afetado por fatores externos como restrições de tráfego aéreo, escassez de hangares, dificuldade e demora no fornecimento de aeronaves novas”.

Competindo com outros sete concorrentes, alguns deles internacionais de referência no setor da formação, fundos de investimento, entre outros, e após várias fases de seleção, a Sevenair apresentou a proposta vencedores, tornando-se, assim, na maior escola de formação de pilotos da Europa, com duas bases de formação (Cascais e Ponte de Sor) onde oferece mais de 30.000m2 de instalações, mais de 50 aeronaves na sua maioria com uma idade inferior a quatro anos, seis simuladores, um campus para alojar centenas de alunos e a experiência consolidada de 42 anos de atividade tendo formado milhares de profissionais.

Com esta operação, a Sevenair passa a ter a capacidade de treinar, em velocidade de cruzeiro, 400 novos alunos piloto por ano, na sua maioria alunos internacionais, assumindo que, depois desta aquisição, “pretendemos não só consolidar a nossa liderança do mercado nacional, mas claramente pretendemos crescer no mercado internacional, trazendo para Portugal centenas de alunos estrangeiros, algo que deve também orgulhar o país”, refere a companhia em comunicado.

“O nosso projeto, num investimento de vários milhões de euros, irá não só manter dezenas de postos de trabalho numa região onde cada um conta muito, como é o Alentejo, como irá fazer esse número aumentar substancialmente”, além de “projetar a região e o país internacionalmente com benefícios que têm um impacto extremamente positivo a nível direto e indireto”.

Com a aquisição, a Sevenair Academy está já a tomar posse dos vários ativos, tendo transferido na última semana 11 aeronaves, que se encontravam no Reino Unido, para Ponte de Sor e pretende iniciar o processo de certificação das instalações o quanto antes para que possa iniciar formação o mais rápido possível.

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2+1 = 3: Santarém entra em jogo para localização do novo aeroporto

Depois da reunião entre o primeiro -ministro, António Costa, e o líder do PSD, Luís Montenegro, Lisboa ganhou mais uma localização a estudar para o novo aeroporto. As reações não se fizeram esperar, embora todos reconheçam a urgência e necessidade desta infraestrutura.

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No final da reunião entre o primeiro-ministro, António Costa, e o líder do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, realizada na sexta-feira, 23 de setembro, soube-se que, afinal, há (pelo menos) mais uma localização a considerar para a futura localização do novo aeroporto de Lisboa: Santarém.

O primeiro-ministro afirmou, depois da reunião com Luís Montenegro, que há “convergência com o PSD sobre a metodologia para a decisão relativa ao novo aeroporto” e adiantou que a futura comissão técnica estudará “várias localizações”, além do Montijo e Alcochete, incluindo Santarém.

Em conferência de imprensa, o primeiro-ministro disse que há acordo com o PSD sobre a metodologia a seguir até uma decisão “definitiva” sobre a localização do novo aeroporto regional de Lisboa, adiantando que, em breve, o Conselho de Ministros aprovará uma resolução para a criação de uma comissão técnica independente e de uma comissão de acompanhamento.

“Quanto às opções que estarão em avaliação, vão ser mais do que essas [Montijo e Alcochete]. Acolhemos uma sugestão do PPD/PSD de que a própria comissão, se assim o entender, possa proceder ela própria à avaliação de outras soluções que considere tecnicamente fundamentadas”, esclareceu António Costa no final da reunião com Luís Montenegro, admitindo que Santarém é uma dessas novas localizações a estudar neste processo.

António Costa registou “com muita satisfação que foi possível uma convergência quanto à metodologia a adotar. Vamos agora contactar as diferentes entidades que contribuirão para a composição da comissão técnica e da comissão de acompanhamento que farão a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), que deve estar concluída até ao final do próximo ano, tendo em vista que possa haver uma decisão final e definitiva sobre esta matéria”.

Contando também com a participação do ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santo, e o vice-presidente social-democrata, Miguel Pinto Luz, António Costa reiterou a posição de que “é fundamental” que a decisão sobre o novo aeroporto “tenha o consenso político mais alargado possível”.

“Trata-se de uma infraestrutura que servirá o país nas próximas décadas e que não deve ser sujeita a mais impasses nem a contingências com mudanças de Governo”, acrescentou.

Do lado do PSD, Luís Montenegro salientou a existência de um “acolhimento generalizado” do Governo das preocupações do partido quanto ao futuro aeroporto, considerando que há condições para que, dentro de um ano, o executivo possa tomar uma decisão final nesta matéria.

Sem se pronunciar sobre a preferência relativamente a qualquer localização para a nova infraestrutura, o líder do PSD frisou que “se vamos fazer um estudo e uma AAE comparativa, essa opção só será legitimada se tivermos em conta as conclusões do estudo”.

Montenegro não quis, assim, comprometer-se com uma posição do PSD caso o Governo decida mudar a lei que, atualmente, dá aos municípios poder de veto quanto a um futuro aeroporto, frisando que, se o Governo vier a apresentar uma proposta de lei nesse domínio, o PSD “vai fazer a sua análise e, nessa ocasião, no parlamento, tomará uma posição”.

As outras posições
Mais tarde, o Chega requereu a marcação de um debate de urgência sobre o novo aeroporto da região de Lisboa, para que todos os partidos “possam analisar, escrutinar” e o tema possa ser debatido.

Ventura salientou que “esta é uma decisão que afeta gerações, afetará múltiplos governos e múltiplos ciclos parlamentares”.

Do lado oposto do Parlamento, o secretário-geral do PCP acusou o PS e PSD de estarem novamente a adiar a localização e a construção do novo aeroporto de Lisboa, indo contra a expectativa do Presidente da República sobre o início das obras.

Com o adiamento da decisão da localização para 2023, o líder do PCP defendeu que a multinacional Vinci “continua a ganhar dinheiro”, havendo “consequências para o desenvolvimento económico não acelerando o processo”, quando o país e a TAP estão “numa situação mais difícil”.

Também a líder do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, acusou o Governo de usar estudos para o novo aeroporto como “manobras” para uma “grande prenda à multinacional” francesa que comprou os aeroportos portugueses ainda no tempo do Governo do PSD e CDS-PP”.

Segundo defendeu, “não há nenhuma novidade, a não ser aquilo que já se sabia”, acusando o Executivo de estar “sempre à procura da solução mais barata e este adiar de tomar de decisões ou de querer tomar decisões do ponto de vista ambiental é inaceitável”.

Outra acusação veio de João Cotrim Figueiredo, líder da Iniciativa Liberal (IL), referindo que “os dois partidos [PS e PSD] do costume decidem os destinos do país entre quatro anos, entre quatro paredes, como se fossem donos do país. Não são. São donos apenas da responsabilidade do país estar no estado em que está”.

Neste sentido, João Cotrim Figueiredo salientava que os dois líderes presentes na reunião “nem souberam dizer quais são as opções de localização que esta comissão técnica independente irá analisar”, questionando a razão porque “Santarém será uma delas”.

Já a Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não acusou o Governo e o PSD de quererem incluir soluções de localização para o novo aeroporto “a pedido”, defendendo que a opção Alcochete é a “verdadeira e estratégica”.

Em comunicado, a Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não refere que os intervenientes nesta reunião (Governo e PSD) “aceitaram incluir na Avaliação Ambiental Estratégica (AAE)” uma “solução de localização de um aeroporto a pedido”. O movimento cívico acusa ainda o Governo e o PSD de “coligação negativa”, de deixar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) de fora da execução dos estudos, considerando tratar-se de uma “desconsideração e desvalorização das instituições públicas, isentas e independentes”.

Do lado da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa saudou a convergência entre Governo e PSD quanto ao método de decisão sobre a nova solução aeroportuária para a região de Lisboa, considerando que “é uma boa notícia”.

Do outro lado do Atlântico, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que espera terminar o mandato, em março de 2026, “com a alegria de ver não só escolhida uma localização, não só começada a obra do aeroporto, como até porventura já uma solução transitória, se não a definitiva, em marcha”.

O chefe de Estado lembrou que “já há muito tempo” tem apelado ao diálogo político sobre esta matéria, salientando que o entendimento “é fundamental, porque o aeroporto não vai ser para este Governo, vai ser para o país e, portanto, é para este Governo, para o Governo a seguir a este Governo, para o Governo a seguir ao Governo a seguir a este Governo”.

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