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Aeroportos cubanos regressam à normalidade depois do Irma

Aeroportos de Havana e Varadero voltaram esta terça-feira a receber voos.

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Os aeroportos cubanos de Havana e Varadero voltaram esta terça-feira, 12 de Setembro, a receber voos, num regresso à normalidade depois da passagem do furacão Irma pelo arquipélago, no fim da semana passada.

De acordo com informação avançada pela Corporación de la Aviación Civil, a entidade cubana que regula o transporte aéreo, a reabertura do aeroporto José Martí, em Havana decorreu pelas 12h00 locais, cerca das 16h00 em Lisboa, enquanto o aeroporto Juan Gualberto Gómez de Varadero, que serve a principal estância turística cubana, reabriu pelas 08h00 (12h00 em Lisboa).

O aeroporto Jardines del Rey, localizado junto aos Cayos na região norte de Cuba, é o único que se mantém inoperacional, uma vez que foi totalmente destruído pela passagem do furacão Irma.

As autoridades de aviação cubanas estão a aconselhar os passageiros que não puderam viajar devido ao furacão Irma a contactarem as suas companhias aéreas para remarcarem as viagens, uma vez que os principais aeroportos internacionais do país já se encontram operacionais.

Recorde-se que o furacão Irma, que devastou as Caraíbas no fim da semana passada, causou 10 vitimas mortais em Cuba e terá deixado mais de 15 mil turistas estrangeiros retidos no país.

 

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Moedas quer aeroporto para melhorar qualidade do turismo em Lisboa

Presidente da Câmara de Lisboa passou a liderar os novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL) para o triénio 2022-2025 e definiu o aumento de atratividade da capital como principal desafio para este mandato.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, quer melhorar a qualidade do turismo em Lisboa e apostar na interseção do turismo com a Cultura, o Comércio e a Ciência, objetivos que, segundo o autarca, vão nortear o próximo mandato dos novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL) para o triénio 2022-2025, mas que só podem ser atingidos quando houver uma decisão sobre o novo aeroporto da capital.

“Temos de apostar cada vez mais na qualidade do Turismo em Lisboa e na interseção do Turismo com outros setores, nomeadamente a Cultura, o Comércio e a Ciência. E este objetivo só pode ser atingido se for tomada uma decisão urgente sobre o novo aeroporto internacional de Lisboa, que tem de ser localizado na região, a uma distância razoável do centro da cidade e ser uma referência ao nível da sustentabilidade”, defende o autarca, que preside aos novos corpos sociais da ATL.

De acordo com a ATL, o mandato que agora se inicia tem como “principal desafio aumentar a atratividade de Lisboa, dando continuidade ao dinamismo e inovação, do setor público e privado, para criar melhor Turismo”, o que passara pelo incremento da qualidade da oferta e da interseção deste com outros setores, nomeadamente Cultura, Comércio e Ciência.

Além da Câmara Municipal de Lisboa, integram os novos corpos sociais da ATL também as Câmaras Municipais de Cascais, Sintra, Mafra e Loures; assim como a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e as associações empresariais da Hotelaria (AHP), Restauração (AHRESP), Agências de Viagens (APAVT) e Comércio (UACS).

A ANA – Aeroportos de Portugal, a TAP, a AVIS Budget Group e a Barraqueiro Transportes também integram os novos corpos sociais na área dos Transportes, enquanto o Centro Nacional de Cultura, o Centro Cultural de Belém, o Quake e a Everything is New representam agentes e equipamentos culturais.

Já a Pousada de Lisboa, o EPIC Sana Hotel e o Hotel Quinta da Marinha representam o setor da hotelaria; enquanto a Altice Arena e o Clube Campo da Aroeira são os representantes dos equipamentos turísticos de Feiras, Congressos e Eventos e do Golfe, respetivamente.

Já a Direção da ATL é composta por 17 elementos e é liderada pela Câmara Municipal de Lisboa, representada pelo presidente, Carlos Moedas, e inclui também a ANA – Aeroportos de Portugal, representada por José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração, enquanto presidente adjunto e o EPIC Sana Lisboa Hotel, representado por Paulo Monge, diretor de Desenvolvimento de Mercados, no cargo de presidente do Convention Bureau.

A Comissão Executiva desta Direção é composta pelo presidente, pelo presidente adjunto e pelo diretor-geral, Vítor Costa, enquanto a Mesa da Assembleia Geral é encabeçada pelo Centro Nacional de Cultura, representado pela presidente, Maria Calado, e o Conselho Fiscal é liderado pela Pousada de Lisboa, representada pelo administrador do Pestana Hotel Group, Luís Castanheira Lopes.

O mandatário dos novos Corpos Sociais da ATL foi o presidente da AHP, Bernardo Trindade.

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Lisboa é o melhor destino para o portal alemão Travelbook

Na capital portuguesa, a Travelbook destaca o “desenvolvimento positivo” de Lisboa no que diz respeito à sustentabilidade e as “muitas atrações e atividades” que a cidade disponibiliza.

O portal de viagens alemão Travelbook elegeu a capital portuguesa como o melhor destino turístico, na categoria “cidades”, destacando o “desenvolvimento positivo” de Lisboa no que diz respeito à sustentabilidade e as “muitas atrações e atividades” que a cidade disponibiliza.

“É sempre difícil chegar a uma decisão quando os nomeados são cidades como Nova Iorque, Barcelona, Tel Aviv, Singapura ou Lisboa. No final, a decisão foi baseada nos critérios que tínhamos escolhido, como sustentabilidade, a limpeza e segurança no destino”, disse à Lusa Nuno Alves, editor-chefe da Travelbook.

Além de Lisboa, a Travelbook distinguiu mais seis destinos, tendo premiado a Costa Rica como melhor destino de “longa distância”, enquanto Espanha venceu na categoria de melhor destino para “férias de praia”. Já a Noruega foi eleita como melhor destino para “férias de inverno” e a Tailândia venceu por ter a “melhor gastronomia”, enquanto Bora Bora foi o destino eleito pelo público.

A Travelbook recebe mais de cinco milhões de visitas por mês e pertence ao grupo de media Axel Springer, o maior da Alemanha e da Europa, tendo a notícia que dá conta do prémio atribuído à cidade de Lisboa merecido destaque na primeira página da publicação Bild.

“Para os destinos, é um motivo de orgulho e demonstra o reconhecimento pelo trabalho que fazem em termos de divulgação num mercado tão importante como a Alemanha”, acrescentou Nuno Alves, que diz não ter dúvidas que o prémio que destaca Lisboa como a melhor cidade como destino turístico “irá contribuir para que possa receber mais turistas com origem na Alemanha”.

“Houve bons argumentos que levaram Lisboa a ganhar, por exemplo, o desenvolvimento positivo na área da sustentabilidade, seja ecológica ou social. Além disso, a capital portuguesa oferece muitas atrações e atividades, não só na cidade, mas também nos arredores”, apontou.

As nomeações foram realizadas pelos leitores do portal ‘online’ de viagens alemão e a decisão coube ao júri dos “Travelbook Awards”, que foram entregues, pela primeira vez, numa cerimónia que decorreu em Frankfurt, na Alemanha.

Na página da Travelbook pode ler-se que o “toque especial de Lisboa transforma a cidade num destino de bem-estar”, que conta ainda com “monumentos sublimes e miradouros espetaculares que impressionam”.

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Museu do Oriente organiza curso sobre turismo na China

Dividido em oito sessões online, este curso oferece um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

O Museu do Oriente organiza, de 1 de outubro a 19 de novembro, um curso que pretende aprofundar o estudo do fenómeno turístico na China numa perspetiva histórica e antropológica. “História e Antropologia do Turismo na China” divide-se em oito sessões online, aos sábados, oferecendo este curso um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

Orientado pelo historiador António Barrento e pela antropóloga Tânia Ganito, o curso aborda a história do turismo desde a Antiguidade até ao período contemporâneo, com enfoque na tradição turística letrada no período imperial, na evolução da cultura de turismo em finais da Dinastia Qing e no período republicano, bem como no desenvolvimento do turismo vermelho na República Popular da China. Incidindo a análise sobre a China, esta é também, no entanto, integrada numa história global do turismo, com paralelos, em particular, com a evolução do turismo em outros espaços geográficos da Ásia, nomeadamente no Japão.

A segunda parte do curso debruça-se sobre os discursos e as experiências de turismo na China pós-Maoista. Tendo por base trabalhos de cariz etnográfico, explora a articulação entre lugar, viagem, identidade e memória, a partir de dimensões como o turismo étnico, o ecoturismo, o turismo ‘sombrio’ (a lugares que foram palco de catástrofes e de sofrimento) e o turismo artístico (das viagens motivadas pelo poder da pintura e do cinema, ao turismo que decorre do interesse pela produção artística contemporânea).

António Barrento é docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Doutorado em História da China (SOAS, Universidade de Londres), Mestre em Estudos da Ásia do Sul (SOAS, Universidade de Londres), em Língua e Sociedade Japonesas (Universidade de Sheffield), História da Ásia (SOAS, Universidade de Londres), Estudos Asiáticos (Universidade de Hong Kong), Direito (Universidade de Hong Kong), e Estudos Europeus Avançados (Colégio da Europa, Bruges).

Tânia Ganito é professora auxiliar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (Universidade de Lisboa) e docente convidada do Mestrado em Estudos Asiáticos da Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa. É Doutorada em Estudos de Cultura (Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa), Mestre em Antropologia (ISCSP, Universidade Técnica de Lisboa), Licenciada em Língua Chinesa (Universidade de Língua e Cultura de Pequim), Investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (Universidade Católica Portuguesa) e Investigadora-Colaboradora do Instituto do Oriente (ISCSP, Universidade de Lisboa).

As inscrições estão disponíveis no site do Museu do Oriente.

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Açores destino convidado pela UE no âmbito do Tourism Transition Pathway

Os Açores foi um dos destinos convidados pela Comissão Europeia para apresentar, como exemplo de referência, no evento “Together for EU Tourism stakeholders meeting”, o trabalho realizado e os compromissos assumidos no âmbito do Tourism Transition Pathway.

A secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, destacou “a importância da participação dos Açores a convite da Comissão Europeia”, recordando que, na região, “o compromisso com a sustentabilidade é um compromisso de todos – do Governo, das empresas e das famílias – e deve estar profundamente interiorizado como um ato de cidadania”.

Conforme refere o site oficial do Governo Regional, os Açores integraram um lote restrito de seis entidades de turismo da União Europeia, selecionadas de entre 112 organizações incluídas na lista de participação no evento, para apresentar publicamente os seus compromissos individuais e coletivos, tendo em vista o sucesso da transição do turismo até 2030.

O envolvimento ativo e empenhado da Região em várias áreas do Tourism Transition Pathway foi exposto aos participantes, demonstrando a dinâmica de liderança dos Açores na prossecução de um verdadeiro turismo sustentável e o respetivo efeito no âmbito da certificação dos Açores como “Destino Sustentável”.

O Tourism Transition Pathway, criado pela Comissão Europeia, determina 27 áreas de atuação, com várias medidas concretas a serem implementadas pelos órgãos de gestão e desenvolvimento turístico, a fim de alcançar a transição ecológica e digital e acelerar a recuperação do setor do turismo no pós-pandemia de Covid-19.

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Trade britânico pede mais apoios para sobreviver à crise dos preços

A ABTA, a AITO e o The Travel Network Group consideram que a crise gerada pela inflação e aumento dos preços pode ser “a gota de água” para muitas empresas do setor, que ainda estão a viver momentos difíceis devido à COVID-19.

Inês de Matos

As associações britânicas ligadas ao turismo consideram que o apoio decretado pelas autoridades do Reino Unido para ajudar o setor do turismo a ultrapassar a crise do aumento dos preços é “dececionante”, uma vez que apenas está em vigor durante a época baixa e não é suficiente para cobrir as necessidades das empresas, depois de dois anos de pandemia.

“Os nossos membros estão a entrar na crise dos preços depois de dois dos piores anos da história do setor, com pequenas e médias empresas a estarem particularmente vulneráveis”, afirmou Mark Tanzer, presidente executivo da ABTA – Associação Britânica das Agências de Viagens, citado pela publicação britânica Travel Weekly.

A ABTA é um das associações britânicas do setor do turismo que têm vindo a solicitar às autoridades do Reino Unido um alargamento dos apoios concedidos às empresas para fazer face à crise gerada pela inflação e consequente aumento dos preços, que no Reino Unido consiste na limitação dos preços da energia por um período de seis meses para as empresas.

Além da ABTA, também a AITO – Associação dos Operadores Turísticos Independentes e o The Travel Network Group têm avisado as autoridades britânicas que é necessário aumentar os apoios para que “não se cometam os mesmos erros novamente”, uma vez que a crise da COVID-19 já deixou as empresas do setor numa situação difícil.

As associações turísticas querem, nomeadamente, que este apoio seja prolongado por um maior período de tempo, que não abranja apenas os seis meses correspondentes à época baixa do turismo britânico.

Segundo a Travel Weekly, Mark Tanzer quer também que o governo britânico procure “outras formas” de ajudar as empresas, a exemplo de um prazo mais alargado para o pagamento de taxas e impostos, mas também um acordo com a banca que permita igualmente um período mais dilatado para o pagamento dos créditos contraídos devido à COVID-19.

Na AITO, a opinião é semelhante e, segundo Martyn Sumners, diretor executivo da associação, apesar das medidas já apresmentadas representarem “um passo positivo”, os seis meses de limitação dos preços da energia são “um período muito curto para fornecer ajuda real”.

“Este setor foi o mais atingido na pandemia, de acordo com o Centro de Estatísticas Nacionais, e teve uma retoma difícil devido aos problemas com cancelamentos de voos e falta de funcionários nos aeroportos”, defende Martyn Sumners.

O responsável da AITO lembra que “nem todas as empresas beneficiaram dos subsídios na pandemia”, o que leva a associação a pedir que não se cometam os mesmo erros da época da COVID-19 e que o apoio agora concedido vá além dos seis meses inicialmente previstos.

Já o Travel Network Group considera que a falta de informação sobre os apoios disponíveis, assim como o prazo de seis meses, “são extremamente preocupantes”, uma vez que, alerta o grupo de viagens britânico, esta crise pode ser a “gota de água” para muitas empresas.

“O plano não delineou apoios específicos para as empresas, que têm uma ameaça crescente de ruína financeira durante esta crise”, acrescenta Gary Lewis, responsável executivo do Travel Network Group, considerando que “a ideia de negociar contratos de longo prazo com fornecedores de energia é muito bem-vinda, mas apenas se isso permitir que as contas voltem a níveis razoáveis”.

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Les Roches promove mais uma edição da SUTUS

A SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit vai voltar a decorrer na Les Roches Marbella, em Espanha, entre os dias 28 e 30 de setembro, voltando a debater o turismo espacial e subaquático.

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A Les Roches Marbella vai voltar a promover, entre 28 e  30 de setembro, mais uma edição da SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit, iniciativa que vai na terceira edição e que vai debater a criação do primeiro hotel espacial e de cidades no espaço.

Nesta edição, a SUTUS vai contar com a participação de mais de 30 empresas, que vão apresentar nesta cimeira os seus projetos de turismo espacial e subaquático, segmentos turísticos considerados de luxo, que já vale entre 130 mil milhões e 170 mil milhões de euros anuais, e corresponde a 22% das receitas totais do setor, segundo a consultora Bain & Company.

Entre as empresas que vão marcar presença na SUTUS 2022, está já confirmada a participação da Orbital Assembly, que vai criar o primeiro hotel com alojamento para turistas no espaço, previsto para 2027; da Space VIP, que se dedica à “alfabetização” espacial e a inspirar a próxima geração de astronautas privados; da Axiom Space, que pretende criar cidades no espaço; e da Space Tourism Society, que monitoriza o crescente leque de experiências espaciais.

Além destas empresas, a SUTUS 2022 vai também contar com a participação de vários especialistas e oradores de renome internacional, a exemplo de Nancy Vermeulen, formadora de astronautas da Academia de Treino Espacial, e Susan Kilrain, astronauta reformada, que vai falar sobre a sua experiência para além do planeta Terra.

Além do espaço, em destaque vai estar ainda o turismo subaquático, que será representado por Fabien Cousteau, que vai apresentar a sua Estação Internacional do Oceano, que se pretende que esteja operacional a partir de 2026, assim como por Aaron Olivera, fundador e CEO da Earth 300, projeto ambiental e científico global materializado num iate futurista cujo principal objetivo é combater as alterações climáticas, e ainda por Scott Waters, presidente do Submarino Pisces VI, que falará sobre o turismo de mergulho nas Ilhas Canárias.

A SUTUS 2022 vai ainda debater a criação da Agência Espacial Espanhola (AEE), contando com a participação de Álvaro Giménez Cañete, Delegado Especial da Agência Espacial Espanhola, que vai apresentar o plano de ação para a criação desta nova organização, cuja sede está a ser disputada por Sevilha, Três Cantos (Madrid), Teruel, León, Puertollano (Ciudad Real) e Ilhas Canárias.

Espanha vai estar ainda representada nesta iniciativa por Carlota Pérez Reverte, arqueóloga subaquática, assim como por Carmen García-Roger e Jorge Pla-García, ambos aspirantes a astronautas da ESA, estando ainda prevista a participação de empresas espanholas de referência mundial, como o Green Moon Project, que aposta na agricultura espacial como um bem para toda a humanidade, ou a Zero 2 Infinity, empresa que desenvolve balões de alta altitude para ter acesso ao espaço próximo e à órbita terrestre baixa usando uma cápsula e um lançador transportado por balões.

“Estamos muito contentes porque conseguimos que este congresso, o mais importante do mundo na discussão sobre o turismo das duas últimas fronteiras – sobre a cabeça e debaixo dos pés- contasse com as melhores agências e representantes dos projetos mais apaixonantes e excitantes do mundo”, afirma Carlos Díez de la Lastra, CEO de Les Roches.

A SUTUS 2022 vai ser transmitida via streaming e as inscrições para assistir ao evento já se encontram a decorrer. Todas as informações sobre a iniciativa estão disponíveis aqui.

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Turistas americanos destronam brasileiros do 3.º lugar no Norte de Portugal

Com Espanha e França a liderar, o mercado norte-americano surge, agora, em terceiro lugar na região do Norte de Portugal. Efeitos da maior conectividade aérea da United Airlines contra menos voos da TAP para o Brasil.

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O mercado norte-americano subiu para terceiro na região Norte de Portugal, destronando o mercado brasileiro, por causa da aposta da conectividade aérea da companhia United Airlines, explicou o presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

“O mercado norte-americano conseguiu atingir uma posição nunca alcançada no Porto e Norte. É o terceiro mercado da região. Trocou com o Brasil”, avançou à agência Lusa Luís Pedro Martins.

Num balanço ao verão turístico na região Norte de Portugal, o presidente da TPNP referiu que em primeiro lugar está o mercado espanhol, em segundo o francês, e em terceiro lugar está agora o mercado norte-americano, remetendo o brasileiro para quinto lugar, com o mercado alemão em quarto.

A justificação para a alteração no ‘ranking’ dos mercados turísticos na região do Porto e Norte relaciona-se com a conectividade aérea através da United Airlines, a terceira maior linha aérea dos EUA e do mundo, considerou Luís Pedro Martins.

“Tudo aquilo que temos de esforço da United Airlines para trazer estes turistas para o Porto e Norte não temos tido por parte de quem nos servia o Brasil, e aqui a questão da TAP [companhia aérea de bandeira portuguesa], é de facto muito notória nessa descida no mercado brasileiro”.

O mercado brasileiro não se desinteressou pela região, mas a falta de conectividade aérea provocou a quebra da chegada de turistas brasileiros, acrescenta.

“Não por falta de procura, mas sim por falta de conectividade. (…) Temos agora menos voos do que os que tínhamos no mercado brasileiro, estamos em perda”.

Luís Pedro Martins destacou também a subida do mercado do Reino Unido, fruto do “bom comportamento” da British Airways na região Norte, referindo que a companhia aérea britânica teve uma operação “como nunca tinha tido e ela refletiu-se logo nos números da região”.

Contudo, nem tudo está a correr bem e o presidente da TPNP realçou “alguns perigos”. Temos a questão da guerra, por todas as razões, mas também porque nos prejudica diretamente alguns mercados. O mercado polaco, o da república Checa, o alemão, porque está próximo do conflito e é um mercado muito importante para o Porto e Norte”, declarou.

Outro problema com que a região se está a deparar é a falta de recursos humanos qualificados, um problema que vem do passado, mas que se agravou com a pandemia e a crise no setor do turismo, levando à fuga de pessoas qualificadas, explicou Luís Pedro Martins.

“Em 2019 o turismo era um setor sexy, mas com a pandemia muitos trabalhadores saíram. Convêm captar recursos com formação”, alertou, reconhecendo que as repercussões de um baixo grau de satisfação junto dos turistas são sentidas no ano seguinte.

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Nova Edição: O verão no Algarve, Minas Gerais, ProColombia, OMT e Surf

A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o verão no Algarve. Além disso, pode contar, igualmente, com uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira, a estratégia da ProColombia, os desafios da OMT e um especial dedicado ao surf.

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A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o Algarve. Com o verão a fechar portas, o Publituris foi perceber como correu este período tão importante para o turismo em Portugal e, especialmente, para a região do Algarve. As expectativas eram altas e ao que nos confirmaram pode mesmo falar-se de um “regresso ao passado”.

Além de ouvir os agentes do setor da hotelaria no Algarve, entrevistámos, igualmente, João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, e Helder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Nesta edição trazemos, igualmente, uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira faz uma radiografia dos atrativos culturais e patrimoniais que ligam Portugal ao Estado brasileiro, salientando que “Minas Gerais não é só um destino para visitar, como também é um destino seguro para o investimento estrangeiro”.

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Inovação, educação, investimento e sustentabilidade são os grandes desafios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para o futuro. Natalia Bayona, diretora de Inovação da OMT, destaca o papel das soluções digitais, referindo que a realidade aumentada ou a realidade virtual devem ser colocadas ao serviço do turismo.

Recordamos, igualmente, os nomeados para os Publituris Portugal Travel Awards 2022. São 104 nomeados em 15 categorias que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está decorre até dia 7 de outubro.

No “Especial” apanhámos a onda do surf. Uma década depois do mundo ter descoberto as ondas grandes da Nazaré, o surf tornou-se num importante produto turístico que veio tornar mais ‘cool’ a imagem turística de Portugal e contribuir para diminuir a sazonalidade. Tal como no futebol há um antes e depois de Cristiano Ronaldo, também no turismo muita coisa mudou com o surf, que se tornou num verdadeiro ponta-de-lança capaz de promover o destino como nenhum outro além-fronteiras.

Além do Pulse Report do mês de agosto, numa parceria com a GuestCentric, as opiniões pertencem a Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP; Pablo Rueda, Sales & Partnerships Director da Selligent Iberia; Manuel Carvalho e Sousa, docente do ISAG; António Paquete, economista e consultor de empresas; e Eunice Duarte, professora no ISG.

Boas leituras!

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Edição Digital: O verão no Algarve, Minas Gerais, ProColombia, OMT e Surf

O verão no Algarve, entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira, ProColombia, OMT e o surf são os temas desta segunda edição de setembro do Publituris.

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A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o Algarve. Com o verão a fechar portas, o Publituris foi perceber como correu este período tão importante para o turismo em Portugal e, especialmente, para a região do Algarve. As expectativas eram altas e ao que nos confirmaram pode mesmo falar-se de um “regresso ao passado”.

Além de ouvir os agentes do setor da hotelaria no Algarve, entrevistámos, igualmente, João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, e Helder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Emprendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Nesta edição trazemos, igualmente, uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira faz uma radiografia dos atrativos culturais e patrimoniais que ligam Portugal ao Estado brasileiro, salientando que “Minas Gerais não é só um destino para visitar, como também é um destino seguro para o investimento estrangeiro”.

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Inovação, educação, investimento e sustentabilidade são os grandes desafios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para o futuro. Natalia Bayona, diretora de Inovação da OMT, destaca o papel das soluções digitais, referindo que a realidade aumentada ou a realidade virtual devem ser colocadas ao serviço do turismo.

Recordamos, igualmente, os nomeados para os Publituris Portugal Travel Awards 2022. São 104 nomeados em 15 categorias que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está decorre até dia 7 de outubro.

No “Especial” apanhámos a onda do surf. Uma década depois do mundo ter descoberto as ondas grandes da Nazaré, o surf tornou-se num importante produto turístico que veio tornar mais ‘cool’ a imagem turística de Portugal e contribuir para diminuir a sazonalidade. Tal como no futebol há um antes e depois de Cristiano Ronaldo, também no turismo muita coisa mudou com o surf, que se tornou num verdadeiro ponta-de-lança capaz de promover o destino como nenhum outro além-fronteiras.

Além do Pulse Report do mês de agosto, numa parceria com a GuestCentric, as opiniões pertencem a Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP; Pablo Rueda, Sales & Partnerships Director da Selligent Iberia; Manuel Carvalho e Sousa, docente do ISAG; António Paquete, economista e consultor de empresas; e Eunice Duarte, professora no ISG.

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Governo lança pacote de 1.400M€ para apoiar empresas face aos custos da energia

Além de lançar uma linha de crédito de 600 milhões de euros, o Governo anunciou também várias medidas fiscais e um aviso de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas.

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O ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, anunciou esta quinta-feira, 15 de setembro, o lançamento de um pacote no valor de 1.400 milhões de euros para apoiar as empresas nacionais face ao aumento dos custos da energia e que, entre outras medidas, conta com uma linha de crédito de 600 milhões de euros.

Numa conferência de imprensa que decorreu esta quinta-feira, no Ministério da Economia e do Mar, em Lisboa, António Costa e Silva revelou que a linha de crédito de 600 milhões de euros conta com “garantia mútua e prazo de oito anos”, assim como com uma “carência de capital de 12 meses para as empresas afetadas pelas perturbações”.

A linha de crédito tem execução a partir da segunda quinzena de outubro, destinando-se às empresas afetadas pelo aumento do preço da energia, matérias-primas e pelas cadeias de abastecimento.

Além desta linha de crédito, o governante anunciou também o alargamento de apoios a indústrias de consumo intensivo de gás, apoios à formação, medidas de aceleração da eficiência e transição energética, bem como fiscais.

A nível fiscal, um dos destaques vai para a suspensão do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e da taxa de carbono sobre o gás natural para a produção de eletricidade e cogeração, medida que está avaliada em 25 milhões de euros e que tem execução imediata.

O executivo vai ainda atribuir uma uma majoração de IRC em 20% aos gastos com a eletricidade e o gás natural, fertilizantes, rações e outra alimentação para a atividade de produção agrícola.

Paralelamente, vai também ser lançado um aviso, com execução em setembro, de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas, nomeadamente, a sua participação em feiras internacionais, uma vez que, considerou o ministro, a promoção externa é “absolutamente importante”.

“Vamos lançar um aviso, executado em setembro, de 30 milhões de euros, para promover a internacionalização das empresas portuguesas e a sua participação em feiras internacionais”, avançou António Costa e Silva, citado pela Lusa.

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