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Eleições da ATP decorrem a 6 de Setembro com lista única

Acto eleitoral não deverá levar a mudanças na estrutura executiva da associação.

Inês de Matos
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Eleições da ATP decorrem a 6 de Setembro com lista única

Acto eleitoral não deverá levar a mudanças na estrutura executiva da associação.

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O próximo acto eleitoral da Associação de Turismo do Porto (ATP) vai decorrer a 6 de Setembro, existindo uma única lista candidata, disse ao Publituris Joaquim Ribeiro, sócio gerente da JASE – Empreendimentos Turísticos, que integra a lista candidata enquanto vogal da Direcção.

Segundo Joaquim Ribeiro, “a Presidência da ATP, em termos estatutários, será do presidente da Câmara do Porto”, não estando também previstas alterações ao nível da estrutura directiva, pelo que Filipe Ortigão Guimarães deverá manter-se como director executivo da associação.

“A associação irá ter uma nova Direcção mas a estrutura executiva da ATP, que eu saiba, não vai ser alterada, creio que não há nenhuma proposta de alteração dos elementos”, acrescentou o responsável da JASE, explicando que, a este nível, vão existir novidades apenas na dimensão da Direcção, que passará a contar com mais “dois ou três elementos”, de forma a “criar mais massa critica e ter mais players activos da região dentro da Direcção da ATP”.

Novidade será a participação do presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, Melchior Moreira, na ATP, uma vez que o responsável surge nesta lista como candidato a Presidente da Assembleia da ATP, o que vai permitir uma maior proximidade entre as duas entidades.

“Há uma aproximação, que nós julgamos importante e fundamental e que era esperada por toda a gente”, referiu Joaquim Ribeiro, destacando que o entendimento alcançado entre o presidente da Câmara Municipal do Porto e o presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal permitiu chegar “a um acordo em relação a decisões estratégicas”.

Recorde-se que a relação entre a ATP e a ERT conheceu, nos últimos anos, um período difícil, o que levou mesmo a entidade regional a avançar para a criação de uma Agência de Promoção Externa, com competência na promoção da região no mercado interno alargado, ou seja, em Portugal e Espanha.

Terá sido este desentendimento entre as duas entidades a levar ao atraso das eleições para a Direcção da ATP, que deveriam ter decorrido em 2016, mas só agora foi possível chegar a um entendimento.

 

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Madeira também ameaça fechar bares e discotecas se regras de contenção não forem cumpridas

Presidente do Governo Regional da Madeira admite o encerramento de bares e discotecas em “zonas críticas” do Funchal se as regras não forem cumpridas, mas garante a realização da Noite do Mercado e do fogo-de-artificio no réveillon.

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O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, revelou esta quarta-feira, 22 de dezembro, que o o executivo regional também está a ponderar decretar o encerramento de bares e discotecas na região se as regras de contenção não foram cumpridas.

“O meu apelo é que este fim de semana as coisas corram bem. Se não correrem bem, nós vamos tomar medidas muito mais drásticas”, disse esta quarta-feira o chefe do executivo, Miguel Albuquerque, citado pela Lusa.

A Rua das Fontes e a Zona Velha do Funchal, onde se concentram muitos dos estabelecimentos de animação noturna da Madeira, foram duas das “zonas críticas” apontadas por Miguel Albuquerque como exemplo de locais que podem vir a ser encerrados, se a obrigatoriedade de apresentação do certificado digital de vacinação e de um teste negativo à COVID-19 com um máximo de 48 horas não for cumprida.

“Se houver abusos, se houver irresponsabilidade, nós fechamos essas zonas onde estão esses bares”, acrescentou Miguel Albuquerque, que garante que o executivo tem “legitimidade” para proceder ao encerramento dessas áreas em função da “salvaguarda da saúde pública”, sobretudo tendo em conta os “abusos” verificados nos últimos fins de semana, com apresentação de certificados e testes falsos e desrespeito pelo distanciamento e pela obrigatoriedade de uso de máscara.

Apesar da ameaça de encerramento se as regras não forem cumpridas, o presidente do Governo Regional da Madeira garantiu, no entanto, que a Noite do Mercado, que tem lugar na noite de 23 para 24 de dezembro, e o espetáculo de fogo de artifício do fim do ano, vão manter-se conforme o previsto.

“Se a situação se mantiver com os parâmetros de transmissibilidade e de infeção que estão a ocorrer neste momento, mantemos tudo”, referiu, garantindo que o executivo madeirense pretende evitar o encerramento das atividades económicas na região autónoma, já que isso seria “o pior que podia acontecer”, pelo que disse ser fundamental manter intactas todas as medidas preventivas e profiláticas.

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Óbidos vai aplicar taxa turística a partir de 01 de janeiro

Todos os estabelecimentos hoteleiros do concelho de Óbidos passam a aplicar a taxa turística a partir de 01 de Janeiro de 2022, no valor de um euro por hóspede e por noite.

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A Câmara de Óbidos anunciou que todos os estabelecimentos hoteleiros do concelho passam a aplicar a taxa turística a partir de 01 de Janeiro de 2022. A terceira é de vez, já que, por duas vezes tinha adiado a implementação da medida.

A taxa turística, que visa suportar os custos dos serviços de atividades e investimentos associados ao turismo, terá o valor de um euro por pessoa e por noite, a todos os hóspedes com pelo menos 13 anos. A verba foi calculada com base nos indicadores relativos à atividade turística do município, que antes da pandemia, recebia anualmente cerca de um milhão e meio de visitantes, nacionais e estrangeiros.

Segundo a autarquia, entendem-se por custos associados ao turismo questões como a informação e apoio ao turista, o reforço da segurança de pessoas e bens, a realização de obras de manutenção e qualificação urbanística, territorial, patrimonial e ambiental do espaço público, bem como a criação de infraestruturas e pólos de oferta cultural, artística e de lazer.

“Ficam isentos do pagamento, devendo fazer prova através de declaração ou documento equivalente, aqueles que se encontram nas situações cuja estadia seja motivada pela obtenção de tratamentos médicos, pelo período do respetivo tratamento”, explica a autarquia num comunicado.

O regulamento da taxa turística no concelho de Óbidos foi publicado em novembro de 2018 em Diário da República, para entrar em vigor no primeiro dia de dezembro do mesmo ano. No entanto, a sua aplicação foi adiada por, nessa altura, não estar ainda aprovado o regulamento e tabela de taxas e licenças do município, que definiria o valor a cobra. A entrada em vigor do regulamento esteve depois prevista para o início de 2020, mas devido à pandemia de Covid-19 foi novamente adiada, até à atual decisão camarária.

 

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EUA recomendam aos cidadãos para evitarem viagens a Espanha

Espanha passou a fazer parte da lista dos países para onde os cidadãos norte-americanos deverão evitar viajar, tendo passado para o nível 4 com uma perigosidade muito alta.

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O Departamento de Estado norte-americano e o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos da América recomendaram aos seus cidadãos que evitem viajar para Espanha, incluindo país vizinho num lote de oito – Gibraltar, Mónaco, Finlândia, San Marino, Bonaire (uma ilha caribenha pertencente à Holanda), Chade e Líbano – na classificação de alerta “Nível 4: Muito Alto”, da qual já fazem parte até 85 países (Portugal incluído).

O número crescente de infeções em todo o território espanhol disparou o alarme das autoridades norte-americanas, que viram como a incidência do vírus cresceu para 511 casos por 100.000 habitantes, conforme noticiado pelo “US News”.

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Turismo de Portugal lança novo produto turístico com base na arquitetura nacional

Novo programa do Turismo de Portugal alia turismo e arquitetura, e vai dar origem a itinerários pelas obras dos principais arquitetos nacionais.

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O Turismo de Portugal e a Casa da Arquitetura – Centro Português de Arquitetura uniram-se para lançar o programa Turismo & Arquitetura, iniciativa que visa criar um novo produto turístico com base na arquitetura nacional e itinerários pelas obras de Álvaro Siza Vieira, Souto de Moura e Carrilho da Graça.

“Conscientes de que o turismo necessita constantemente de se reinventar e de criar novos ativos e atrativos, lança-se agora este Programa Turismo & Arquitetura. Além dos itinerários pelas obras dos grandes mestres vai ser também criado um itinerário por regiões, com conjuntos de visitas que abrangem edifícios icónicos, reabilitações, edifícios premiados, obras de arte em espaço público e referências a obras contemporâneas de arquitetos reconhecidos e em ascensão”, explica o Turismo de Portugal, em comunicado.

No âmbito deste programa, está ainda previsto o lançamento do Atlas da Arquitetura em Portugal, que será digital e interativo e no qual vão estar representados 50 edifícios de referência, com a possibilidade de pesquisa por autores, categorias ou itinerários, quer através do Visit Portugal, quer no site da Casa da Arquitetura.

O programa vai ficar completo com  a promoção de uma série de eventos nacionais e internacionais de promoção da arquitetura, com destaque para as Casas Abertas no Porto e em Lisboa e da Trienal de Arquitetura de Lisboa, além de exposições e de um Encontro de Turismo Cultural.

O programa contempla ainda objetivos internacionais, como a participação em eventos como a Bienal de Veneza, Bienal de São Paulo, Bienal de Chicago, Congresso UIA e Festival Internacional de Arquitetura (“Entretanto | Meanwhile 2022”), para “dar a conhecer “o estado da arte da arquitetura” portuguesa”.

“O património arquitetónico é, há muito, um dos principais ativos turísticos dos vários países e um dos mais promovidos por cada destino para atrair visitantes e turistas. A produção arquitetónica espelha a evolução e a capacidade de inovação das sociedades e daí a forte cumplicidade que sempre existiu entre a arquitetura e o turismo”, refere o Turismo de Portugal, na informação divulgada.

A apresentação do programa Turismo & Arquitetura decorreu na Casa da Arquitetura – Centro Português de Arquitetura e contou com as presenças da Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro, e da Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

Na ocasião, Rita Marques destacou que as “arquiteturas artísticas e monumentais, integradas na envolvente, determinam a apetência turística de um lugar e impulsionam a valorização da oferta de fruição pelos territórios”.

Já Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, defende que “a arquitetura, o património, a cultura, e outros produtos turísticos correlacionados como a arte contemporânea e a literatura, têm uma importância suplementar porque estão em todo o território nacional e podem ser visitados e procurados ao longo de todo o ano, o que ajuda a combater a sazonalidade”, bem como a “alcançar novos mercados e segmentos de maior valor acrescentado em cada mercado”.

O programa é desenvolvido no âmbito do protocolo assinado entre a Associação Casa da Arquitetura e diversas áreas governativas, envolvendo o Turismo de Portugal, I.P., contribui para concretizar os objetivos da ET27 e do Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro, nomeadamente no que toca à promoção de uma oferta de produtos diferenciadores, que permite novos motivos de visita, que agrega mais valor à viagem, aos destinos regionais e às empresas.

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Receitas turísticas sobem 109% em outubro face a mês homólogo de 2020

Apesar da subida face ao ano passado, as receitas turísticas continuam a apresentar descidas expressivas em comparação com 2019, tanto no mês de outubro como no acumulado desde janeiro, segundo o Banco de Portugal.

Inês de Matos

Em outubro, as receitas provenientes da atividade turística somaram 1.246,51 milhões de euros, número que indica uma subida de 109% face a outubro de 2020, quando este indicador estava nos 595,95 milhões de euros, segundo os dados revelados esta quarta-feira, 22 de dezembro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Apesar da forte subida face a outubro do ano passado, as receitas turísticas de outubro – que resultam dos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal –  mostram, no entanto, que os valores ainda estão aquém do reportado em igual mês de 2019, quando a pandemia ainda não tinha chegado, apresentando ainda um decréscimo de 19,8% face aos 1.554,47 milhões de euros apurados neste mês em 2019.

Em comparação com setembro, também houve uma descida, ainda que muito mais moderada, uma vez que as receitas turísticas de setembro tinham somado 1.323,44 milhões de euros, o que traduz uma descida de 5,8% em outubro.

Na nota divulgada esta quarta-feira, o BdP diz que, em outubro, as “exportação de viagens e turismo recuperaram”, mas mantiveram-se ainda “aquém dos volumes observados em 2019”.

Já as importação do turismo, que são compostas pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, chegaram, em outubro, aos 332,18 milhões de euros, valor que também traduz uma forte subida face a outubro de 2020 que chegou aos 73,2%, ainda que, na comparação com igual mês de 2019, quando este indicador estava nos 374,15 milhões de euros, se mantenha uma descida que chega aos 11,2%.

De setembro para outubro, a importações do turismo sofreram, no entanto, uma descida de 30,2%, uma vez que, em setembro, este indicador somava 475,61 milhões de euros, enquanto em outubro não foi além dos 332,18 milhões de euros, o que também pode ser compreendido pelo facto de setembro ainda ser um mês de férias para muitos portugueses, ao contrário de outubro.

Em outubro, o saldo da rúbrica Viagens e Turismo foi de 914,34 milhões de euros, valor que também traduz um forte crescimento de 126% face ao mesmo mês de 2020, quando o valor do saldo desta rúbrica se ficava pelos 404,21 milhões de euros. O saldo apresenta também um tendência positiva face a setembro, quando chegava aos 847,83 milhões de euros, o que traduz um aumento de 7,8% face a outubro.

Já em comparação com outubro de 2019, o resultado continua a ser negativo, uma vez que o saldo da rúbrica viagens e turismo apresenta uma descida de 22,5% face aos 1.180,31 milhões de euros contabilizados em mês homólogo de 2019.

No acumulado do ano, as receitas turísticas chegam já a 8124,07 milhões de euros, valor que está já acima do registado até outubro do ano passado, quando o valor acumulado das receitas turísticas chegavam aos 6818,48 milhões de euros, o que traduz um aumento de 19,1%.

No entanto, continua a existir uma diferença expressiva face ao acumulado até outubro de 2019, quando o valor das receitas turísticas era de 16,244,22 milhões de euros, o que indica uma descida de perto de 50% face ao acumulado até outubro de 2019.

 

 

 

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Tailândia suspende temporariamente o Thailand Pass, exceto para Phuket

Segundo a Autoridade de Turismo da Tailândia, a suspensão do Thailand Pass deve-se ao “número crescente de casos da variante Ómicron no país”.

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O Centro de Administração da Situação COVID-19 (CCSA) da Tailândia ordenou esta terça-feira, 21 de dezembro, a suspensão temporária do Thailand Pass para todos os novos registos no TEST & GO e Sandbox, com início a partir desta quarta-feira, à exceção do Phuket Sandbox.

Num comunicado enviado à imprensa, a Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) explica a decisão da suspensão com “o número crescente de casos da variante Omicron no país”.

A TAT explica, no entanto, que os viajantes que já receberam um QR code do Thailand Pass  têm permissão para entrar na Tailândia de acordo com os requisitos passados, ainda se esperem novas medidas para rastreamento de contacto, assim como a realização de dois testes PCR.

“O segundo teste será realizado em instalações designadas pelo governo, sem custo adicional para os viajantes”, explica a TAT, na informação divulgada.

Com esta decisão, os novos registos para o Thailand Pass nos programas Exemption from Quarantine  (TEST & GO) e Living in the Blue Zone Sandbox não serão aceites a partir das 00h00 do dia 22 de dezembro de 2021 e “até novo aviso”.

“Os candidatos que se inscreveram, mas não receberam ainda o QR Code, devem aguardar que seu Thailand Pass seja aprovado. Depois de aprovado, poderão entrar na Tailândia de acordo com as condições do seu registo”, refere a TAT, explicando que as inscrições para o Thailand Pass no programa Phuket Sandbox e Happy Quarantine permanecem abertas, mas que o governo tailandês “analisará a situação periodicamente”.

A TAT recomenda ainda que os viajantes consultem o site www.tatnews.org para se manterem atualizados sobre as medidas contra a COVID-19 e restrições no país, uma vez que a situação epidemiológica continua a ser “muito fluida e de mudança rápida”.

 

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AHRESP pede “mecanismos reparadores” que compensem as empresas pelas novas restrições

Associação diz que as novas restrições “vêm frustrar as legitimas expetativas que muitos empresários criaram para este período” e vão levar a prejuízos.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quarta-feira, 22 de dezembro, pedir ao Governo que crie “mecanismos reparadores” e “de compensação” para as empresas do Alojamento Turístico e da Restauração e Bebidas, que vão ser afetadas pelas novas restrições anunciadas na terça-feira, 21 de dezembro, na sequência do aumento de casos de COVID-19 no país.

“Mais uma vez a AHRESP chama a atenção para a necessidade do Governo criar mecanismos de compensação para as empresas do Alojamento Turístico e da Restauração e Bebidas, a disponibilizar no imediato, quer pelo facto de terem de encerrar a sua atividade, como é o caso dos bares e discotecas, quer pelo efeito que estas medidas têm nos clientes, e que os levam a cancelar reservas já efetuadas”, refere a associação, num comunicado divulgado esta quarta-feira.

De acordo com a associação, as novas restrições “vêm frustrar as legitimas expetativas que muitos empresários criaram para este período” e vão levar a prejuízos nas empresas de Alojamento Turístico e da Restauração e Bebidas, “nomeadamente em termos de pessoal já contratado e aquisição de bens alimentares”.

“Estas novas imposições e a obrigatoriedade de teste negativo vêm frustrar as legítimas expectativas que muitos empresários criaram para este período, tanto mais que se regista uma manifesta escassez de testes e dificuldade de agendamento para realizar a testagem”, lamenta a AHRESP.

Recorde-se que o primeiro-ministro, António Costa, anunciou esta terça-feira, 21 de dezembro, no final do Conselho de Ministros antecipado, que as discotecas e bares, assim como creches e ATL encerram já a partir de 25 de dezembro, data em que volta também a ser obrigatório o teletrabalho e a ser necessária apresentação de um teste negativo para acesso a estabelecimentos turísticos.

 

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Discotecas e bares encerram já no sábado

Governo antecipou o encerramento de discotecas, bares, creches e ATL para o próximo sábado, 25 de dezembro, bem como o regresso do teletrabalho obrigatório, devido ao aumento do número de casos de COVID-19 no país.

Inês de Matos

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou esta terça-feira, 21 de dezembro, que o encerramento de discotecas e bares, previsto para a primeira semana de janeiro, vai afinal acontecer já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, dia em que também o teletrabalho volta a ser obrigatório.

De acordo com o líder do executivo, que anunciou as novas medidas para conter a COVID-19 após a reunião do Conselho de Ministros, o encerramento de discotecas e bares acontece a partir das 00h00 de sábado, estando previstos apoios no âmbito do ‘lay-off’ simplificado e do programa Apoiar, para ajudar a suportar os custos fixos destes estabelecimentos.

Além da antecipação das discotecas e bares, que deveria acontecer apenas entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, também o teletrabalho volta a ser obrigatório já a partir deste sábado, numa medida que também começa a vigorar a partir das 00h00 de 25 de dezembro.

Segundo António Costa, o governo decidiu “antecipar já para o início da próxima semana, para as 00:00 do dia 25 de dezembro, um conjunto de medidas” que estava previsto para a primeira semana de janeiro, mas que vão, afinal, ser implementadas mais cedo devido ao aumento de casos de COVID-19 no país.

Além das discotecas e bares, também as creches e ATL vão encerrar já no sábado, ao contrário do que estava previsto, uma vez que também estes estabelecimentos deviam encerrar na ‘semana de contenção’, entre 2 e 9 de janeiro.

O Governo espera ainda que a testagem à COVID-19 aumente e se torne “massiva”, motivo pelo qual passar a comparticipar seis testes por pessoa por mês, em vez dos atuais quatro, até porque o teste negativo passa a ser obrigatório em todos os eventos desportivos e culturais.

“Passámos também a introduzir o teste negativo obrigatório para o acesso a todos os espetáculos culturais e alargámos a obrigatoriedade de teste para entrar em todo os recintos desportivos, independentemente da sua taxa de ocupação, salvo indicação em contrário da Direção-Geral da Saúde (DGS), como poderá ser, por exemplo, para os escalões de formação”, disse António Costa.

Já na passagem do ano, vão ser proibidos os ajuntamentos na via pública de mais de 10 pessoas, assim como o consumo de bebidas alcoólicas na rua.

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Certificado Digital COVID da UE válido por nove meses

De acordo com Bruxelas, já foram emitidos 807 milhões de Certificados Digitais COVID da UE. 60 países e territórios, em cinco continentes, aderiram ao sistema.

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A Comissão Europeia (CE) adotou esta terça-feira, 21 de dezembro, regras relativas ao Certificado Digital COVID da UE, que estabelecem um período de aceitação vinculativo de nove meses (exatamente 270 dias) para os certificados de vacinação, para efeitos de viagem no interior da UE. Um período de aceitação claro e uniforme para os certificados de vacinação garantirá que as medidas em matéria de viagens continuam a ser coordenadas, tal como foi solicitado pelo Conselho Europeu após a sua última reunião de 16 de dezembro de 2021. As novas regras assegurarão que as restrições assentam nos melhores dados científicos disponíveis, bem como em critérios objetivos. A coordenação permanente é essencial para o funcionamento do mercado interno e irá proporcionar clareza aos cidadãos da UE no exercício do seu direito de livre circulação.

Bruxelas avança que já foram emitidos 807 milhões de Certificados Digitais COVID da UE, tendo estabelecido uma norma mundial: são já 60 os países e territórios, em cinco continentes, que aderiram ao sistema.

“As novas regras aplicáveis às viagens dentro da UE vieram harmonizar as diferentes regras dos Estados-Membros”, diz a CE, salientando que “este período de validade tem em consideração as orientações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças, nas quais se recomenda que as doses de reforço sejam administradas, o mais tardar, seis meses após a conclusão do primeiro ciclo de vacinação primária”.

Na comunicação da CE lê-se que “o Certificado permanecerá válido durante um período de tolerância adicional de três meses, para além dos referidos seis meses, a fim de assegurar a adaptação das campanhas nacionais de vacinação e o acesso dos cidadãos às doses de reforço”.

As novas regras relativas ao período de aceitação dos certificados de vacinação aplicam-se para efeitos de viagem. Ao introduzir diferentes regras para a utilização dos certificados de vacinação a nível nacional, os Estados-Membros são incentivados a alinhá-las com estas novas regras, a fim de proporcionar segurança aos viajantes e reduzir as perturbações.

Além disso, a Comissão adaptou, também, as regras para a codificação dos certificados de vacinação. Tal é necessário para garantir que é possível sempre distinguir os certificados de vacinação que comprovam a conclusão da série de vacinação primária dos certificados de vacinação emitidos na sequência de uma dose de reforço.

As doses de reforço serão registadas da seguinte forma:

  • 3/3 para uma dose de reforço após uma série de vacinação primária de duas doses;
  • 2/1 para uma dose de reforço após uma vacinação de dose única ou uma dose de uma vacina de duas doses administrada a uma pessoa recuperada.
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    Dubai posiciona-se como local de férias neste final de ano

    O Dubai recuperou totalmente a sua vitalidade, continua a ser um dos destinos mais seguros do mundo, e mantém a liderança na recuperação do turismo global. Prova disso é a diversidade de eventos e atividades festivas que o destino oferece ao longo deste mês.

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    O Dubai recuperou totalmente a sua vitalidade, continua a ser um dos destinos mais seguros do mundo, e mantém a liderança na recuperação do turismo global.

    Prova disso é a diversidade de eventos e atividades festivas que o destino oferece ao longo deste mês, para todos os gostos, com uma variedade de experiências gastronómicas típicas desta época festiva, atrações e atividades, bem como os eventos de fim-de-ano e fogos-de-artifício em diferentes pontos.

    O clima de festa ganhou um novo ênfase com o acender, no sábado passado, da iluminação da árvore de Natal na Expo Dubai, acompanhada por queda de neve (verdadeira) e um espetáculo de vídeo mapping alusivo ao período, projetado na cúpula da Al Wasl Plaza.

    A animação tem sido uma constante na Expo Dubai, mas este mês a maior exposição mundial ganha outra dimensão com os desfiles natalícios, os espetáculos, o fogo-de-artifício, a neve, e a oferta variada de restaurantes, mercados tradicionais, e uma celebração cultural única na época mais mágica do ano. Tudo acessível com a aquisição do passe festivo criado propositadamente para o efeito. Quando o relógio marcar as 12 badaladas, a certame vai-se transformar num grande espetáculo de luz, som e fogo-de-artifício.

    Para os que procuram adrenalina, o parque temático IMG Worlds of Adventure promete deslumbrar com as suas ofertas de inverno.

    Para celebrar o ano novo, as opções também são diversas. Uma das propostas mais atrativas passa por assistir ao espetáculo de pirotecnia no emblemático Burj Khalifa.

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