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Portos da Madeira ponderam descer taxas para recuperar cruzeiros

Medida visa a recuperação das quebras sentidas, nos últimos três anos, no número de navios de cruzeiro e de passageiros.

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Portos da Madeira ponderam descer taxas para recuperar cruzeiros

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A Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (APRAM) está a ponderar a descida das taxas portuárias no Funchal, medida que visa a recuperação das quebras sentidas, nos últimos três anos, no número de navios de cruzeiro e de passageiros.

Segundo Patrícia Bairrada, gestora comercial da Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (APRAM), citada na newsletter da Associação dos Portos de Portugal, o número de escalas no porto do Funchal tem caído, em consequência do novo perfil de passageiros e do reposicionamento de navios em mercados emergentes como o asiático.

A responsável da APRAM acredita que será possível recuperar as perdas dentro de cinco a seis anos, revelando que a entidade gestora dos portos madeirenses está já a trabalhar em medidas que permitam essa recuperação, a exemplo da descida das taxas no Funchal.

Apesar das descidas sentidas nos últimos anos, Patrícia Bairrada considera que as perspectivas para o futuro são positivas, já que a construção de novos navios deverá reposicionar, em 2022, mais cruzeiros para na região.

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Programa Best 2.0 arranca a 30 de novembro

Programa Best, que nesta edição adquire a designação de Best 2.0, regressa a 30 de novembro, com sessões formativas online para as empresas do setor, que vão decorrer até junho do próximo ano.

O programa BEST está de volta numa nova edição em que adquire a designação de Best 2.0, voltando a disponibilizar formação gratuita para as empresas do setor do turismo, cujas sessões arrancam a 30 de novembro, em formato online, através da Academia Digital do Turismo de Portugal.

De acordo com um comunicado do Turismo de Portugal, nesta edição, que será a quarta, o Programa Best vai abordar temas como Gestão & Estratégia, Finanças, Sustentabilidade, Liderança, Inovação, Empreendedorismo, Digital & Tecnologia, Marketing e Serviço.

“Até junho de 2022 estão previstas 100 ações de capacitação que vão dotar os participantes de conhecimentos, técnicas e ferramentas que lhes permitam, de forma simples e prática, elevar os seus níveis de inovação, análise financeira, eficiência e produtividade e reforçar proactivamente a resiliência e a sustentabilidade competitiva das suas organizações no atual contexto de elevado dinamismo”, indica o Turismo de Portugal, no comunicado divulgado.

O programa apresenta, no entanto, algumas novidades, uma vez que, segundo o Turismo de Portugal, o “ciclo formativo prevê não só a participação ativa de parceiros da área financeira e empresarial que partilharão soluções e abordagens a novos desafios, mas também o aprofundamento da vertente associada à temática da sustentabilidade, incentivando as empresas a incorporar os fatores ESG – Environmental, Social and Governance – nas suas estratégias de negócio”.

Neste ponto da sustentabilidade, o Best 2.0 está alinhado, segundo a informação divulgada, “com o Programa Empresas Turismo 360, recentemente divulgado pelo Turismo de Portugal”, que visa incentivar as boas práticas de sustentabilidade nas empresas do turismo nacional.

Segundo Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, este enfoque do Best 2.0 é “fundamental”, uma vez que “todos os agentes do setor têm de encontrar o equilíbrio entre as prioridades económicas, os fatores sociais e ambientais, bem como valorizar a informação não financeira das empresas, entender o seu impacto na estratégia das mesmas e na sua capacidade de criar valor”.

O Programa BEST foi desenvolvido pelo Turismo de Portugal, em parceria com a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e as associações do setor, com o objetivo de promover o desenvolvimento das competências estratégicas e de gestão competitiva das empresas turísticas e incentivar a sua preparação relativamente aos atuais desafios e tendências do mercado global.

Desde a sua criação, o Programa Best já permitiu a realização de mais de 400 ações e a formação de mais de 50 mil profissionais do setor. Nesta nova edição, as sessões formativas decorrem online e em direto, através da Academia Digital do Turismo de Portugal, com participação livre, embora sujeita a inscrição.

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“Não queremos ser como outros destinos. Somos Yucatan”

A poucos dias do início da maior feira turística da América Latina, o Publituris falou com, Michelle Fridman, ministra do Turismo de Yucatan, Estado mexicano conhecido pelas praias do Golfo do México e ruínas Maias. Apelidando Yucatan de “clássico renovado”, além da cultura, tradição e história, a sustentabilidade é o eixo central desta “nova opção turística”.

Foi a primeira vez que Yucatan recebeu a mais importante feira do turismo da América Latina. A realização do Tianguis Turístico estava marcada para 2020, mas como em tantos outros eventos, a pandemia fez o favor de adiá-lo. Mas Yucatan tem muito mais para oferecer. Desde logo, foi aqui que caiu o “pedragulho” que dizimou a era dos dinossauros, que nasceu a cultura Maia e onde não falta cultura, tradições e história. Os investidores são bem-vindos a Yucatan, desde que o respeito pela sustentabilidade – em toda a ordem – esteja garantida.

O que é que Yucatan tem para oferecer de novo ou renovado agora que caminhamos para uma retoma gradual?
Yucatan é a fronteira entre o Golfo do México e as Caraíbas e é, precisamente, isso que torna este Estado tão único. Estamos no coração da Península de Yucatan e isso, por vezes, pode ser confuso para os que julgam que Yucatan é Cancún. Mas não é.

Yucatan está virada para Norte e é, precisamente, aí que as águas das Caraíbas se misturam com as águas do Golfo do México.

Começo por uma aula de história e de geografia. Há 66 milhões de anos quando a “grande rocha” caiu na Terra e extinguiu os dinossauros, isso aconteceu em Yucatan. Por isso, imagine a história que não passou por este local.

A cultura Maia, uma cultura viva que está entre os residentes e população de Yucatan, está cá há milhares de anos.

Fruto desta longa história, temos recebido muitas outras culturas, europeias, inclusive, já que durante muitos anos Yucatan esteve mais ligado à Europa do que ao resto do México.

E perguntar-me-á porquê? Pois temos um porto, que é o porto de Sisal que dá o nome ao sisal com o qual fabricamos cordas, tapetes e outros materiais que levaram, durante muitos anos, os navios a atracarem em Yucatan para levarem o sisal para a Europa.

Quando vinham para cá, esses navios traziam muita da cultura europeia e daí dizer que, durante muito tempo, a influência europeia foi maior e mais sentida do que a mexicana. Além disso, temos imensas influências europeias na nossa arquitetura, gastronomia, o que me leva a dizer que Yucatan é uma mistura, um blend de diversas culturas e de muitas histórias.

O que têm, então, para oferecer é essa história?
Sim, mas não só. Temos uma natureza ímpar e temos tido muito cuidado em preservá-la e desenvolver um destino sustentável, agora que essa preocupação está muito na moda, mas que aqui tem sido uma prática já com muitos e muitos anos.

Este é um local onde é possível encontrar milhares, senão milhões de flamingos nas nossas praias, existe, devido ao impacto do meteorito há milhões de anos, um sistema de cavernas – “Cenotas” – que fazem as maravilhas de quem pretende descobrir coisas novas e ter experiências únicas. E em Yucatan temos cerca de 3.600 destas “Cenotas” que são piscinas subterrâneas. É uma das maravilhas que pode ser explorada para nadar, mergulhar ou simplesmente contemplar.

E aqui é possível, também, encontrar vestígios dos Maias e tudo o que liga a essa cultura.

Esses são os locais preferidos entre os europeus, já que é conhecido o gosto e interesse dos europeus por história. Além disso, uma das novas maravilhas do mundo – Chichén Itzá -está em Yucatan. Mas além de Chichén Itzá, que o local mais conhecido, temos mais 18 locais como este que são tão ou mais fabulosos que esta maravilha do mundo.

Mas existem milhares de outros locais arqueológicos abertos ao público que faz de Yucatan um destino único a conhecer e a descobrir. Por isso, imagine a história que existe para descobrir em Yucanta.

Novas experiências para um destino com história
Yucatan não é, então, um novo destino para o mundo. Existem novas experiências e segredos para serem descobertos e explorados?
Não sendo um destino novo, é um destino surpreendente e que poucos conhecem. Yucatan é um clássico renovado.

Yucatan, tal como muitos destinos europeus está muito ligado às tradições, à cultura, passado, história. Por isso, quem nos visita, encontrará essa história, cultura e tradições.

Ao mesmo tempo, podemos afirmar que se trata de um novo destino, porque não existe muita gente a conhecer Yucatan. Muitos turistas ficam confusos ou confundem Yucatan e Cancún. Além disso, temos desenvolvido novos produtos e ofertas turísticas.

Quais?
Experiências que existem há vários anos, mas que não eram exploradas e divulgadas. Tivemos que renová-las e criámos novos produtos e ofertas em torno dessas histórias e tradições. Em 2019, o Ministério do Turismo de Yucatan desenvolvemos mais de uma centena de novas experiências. Isso permitiu-nos criar uma campanha que designámos de “365 dias em Yucatan”. Com essa campanha, lançámos todos os dias uma nova experiência. Isso mostra que poderá viver um ano inteiro em Yucatan e ser surpreendido todos os dias com uma nova experiência.

Essa campanha foi lançada em 2019. No início de 2020, fomos confrontados com um vírus que levou o mundo a fechar. Como é que a pandemia impactou a região de Yucatan e todas essas novas experiências?
Bem, a pandemia impactou todos os destinos do mundo. Mas deixe-me contar-lhe algo de bom em toda essa história: Yucatan foi “Covid-friendly” mesmo antes da COVID aparecer.

Yucatan não é um destino de turismo massivo. Não irá encontrar locais com grandes resorts, com milhares de turistas. Yucatan é um destino com áreas e espaços abertos, um destino muito individual, com uma grande preocupação no que toca à sustentabilidade.

Por isso, encontrará muitos locais onde poderá usufruir verdadeiramente do turismo e não ser “invadido” por turistas e sentir-se inseguro.

Mas reconhece que o México não tem fama de ser o destino mais seguro do mundo?
Mas posso dizer-lhe que Yucatan é um dos destinos mais seguros não só do México, mas do mundo. Os nossos níveis de segurança são comparáveis aos da Suécia. E não somos nós que o dizemos, mas entidades internacionais.

Além dessa segurança, somos, igualmente, conhecidos pelo nosso nível de bio-segurança, já que implementamos, assim que a pandemia foi conhecida, um programa de certificação com standards internacionais e implementamo-lo em toda a cadeia de fornecimento.

Isso quando?
Em maio de 2020. Esses protocolos foram implementados no nosso aeroporto, serviços de transporte, hotéis, restaurantes, museus, locais arqueológicos, comunidades.

E como é que isso foi visto do lado do turista?
Muito bem. Fomos reconhecidos por muitas instituições, entidades, cruzeiros, como um destino muito seguro. Como exemplo, Yucatan foi dos primeiros destinos para o qual os cruzeiros planearam as suas rotas.

E qual foi a quebra registada no turismo em Yucatan?
A quebra registada foi 50 a 55%. Yucatan foi dos locais onde o Governo implementou regras sanitárias mais restritas. Durante quatro meses, todos os hotéis, restaurantes, todo o universo ligado ao turismo fechou. A taxa de ocupação dos nossos hotéis foi de zero e foi impossível competir com qualquer outro destino no mundo.

Por isso, tivemos de reconstruir praticamente do nada, estamos crescer. Naturalmente ainda não estamos ao nível de 2019, já que foi um ano recorde para Yucatan, mas estamos a recuperar.

Ligação ao resto do mundo
Mas o que estão a fazer e que planos estão previstos para atingir esses níveis de 2019 o mais rapidamente possível?
Assim que a pandemia nos atingiu, desenvolvemos um plano de recuperação com quatro fases. A primeira cuidar da saúde; a segunda, dar as ferramentas à indústria do turismo para que pudesse sobreviver estes tempos difíceis, com diversos programas de apoios e incentivos; em terceiro lugar, a retoma do turismo enquanto a COVID-19 ainda permanece entre nós, ou seja, conseguir reabrir algumas atividades, sem colocar em risco a saúde dos locais e dos turistas. Finalmente e em quarto lugar, a recuperação do mercado. Neste último ponto, temos estado a trabalhar em grande colaboração com as companhias aéreas para recuperar a nossa conetividade, sabendo que o nosso budget não é o mesmo dos grandes destinos turísticos.

Chichén Itzá é uma das grandes atrações de Yucatan, mas não a única

Por isso, tivemos de otimizar esse orçamento, de modo a atingir os mercados principais e de maior importância para nós.

Começamos em setembro e 2020 com o turismo local, o chamado “staycation” e foi aí que surgiu a tal campanha das 365 experiências em Yucatan. Quisemos dizer, também, aos locais que não era preciso viajar para longe para ter e viver experiências únicas e diferentes.

Mas como destino internacional, Yucatan não sobrevive somente do turismo local. Por isso, quais as companhias aéreas que têm a voar para Yucatan?
Naturalmente que os mercados internacionais são importantíssimos para nós. O nosso aeroporto principal, localizado na nossa capital, Mérida, é uma unidade muito bem conectada a nível nacional e internacional com a América do Norte. Temos voos com Miami, Houston, Dallas, Toronto, San Diego e Oakland.

Claro que não somos Cancún onde está localizado o aeroporto com melhores ligações no México. Mas está localizado somente a 30 minutos da nossa fronteira [estadual].

Portanto, temos imensos turistas que voam até Cancún e que depois vêm visitar-nos.

Mas sentem que existem os turistas que visitam Cancún com o propósito de sol e mar e outros que voam até Cancún para depois apanhar outro voo ou ir de carro para visitar Yucatan e fazer outro tipo de turismo?
Sim claramente. São mercados completamente distintos. Não temos muito interesse naquele tipo de turistas norte-americano que só nos visitam nas épocas de férias da Páscoa ou outros feriados e que vão para Cancún para as festas na praia.

Não é esse o tipo turista que queremos captar e também não temos muito para oferecer a esse tipo de turista. Não somos um destino do “tudo incluído”, somos o oposto. O turista que nos interessa é aquele que tem interesse na história, cultura, tradições, experiências e gastronomia.

Isso não quer dizer que o turista que visita Cancún não nos interessa, mas terá de vir com outro espírito para Yucatan, já que a nossa oferta é completamente diferente.

O nosso objetivo é mostrar aos mercados emissores que somos uma nova opção.

Mas qual a origem de quem vos visita e como caracterizaria esse turista?
O nosso mercado principal são os EUA e depois Canadá. Da Europa, os principais mercados emissores são Espanha, Alemanha, Itália, UK e França.

E Portugal, tem números?
Não é um número representativo, ainda, mas esperamos inverter esta situação.

E qual é a vossa estratégia para o mercado português?
Temos uma estratégia de promoção que está assente em quatro eixos: o primeiro, B2B, o trade marketing e daí estarmos presente em diversas feiras. A par disso, fomos anfitriões da 45.ª edição da Tianguis Turístico 2021, a principal feira de turismo do México e, provavelmente, na América Latina. Esse evento – realizado de 16 a 19 de novembro – terá um impacto fortíssimo na nossa estratégia.

O Tianguis Turístico 2021 marcará a retoma do turismo no México.

Voltando aos quatro eixos, em segundo lugar temos as campanhas B2C, muito importantes, mas cujo investimento foi reduzido, já que o Governo Federal decidiu cortar o orçamento de promoção para o turismo. Por isso, com o orçamento reduzido, a nossa estratégia tem passado por apostar em campanhas digitais, em mercados que estão a encher aviões que voam para Yucatan.

Neste momento, como disse, o nosso foco está em aumentar a nossa conectividade, porque sem ela, não temos meios para recuperar. Depois temos as relações públicas, através dos nossos conteúdos.

Sem sustentabilidade não há Yucatan
Focou diversas vezes a importância da história, cultura, tradição, gastronomia, conectividade, mas por várias vezes apontou a sustentabilidade como eixo fundamental. Que estratégia possui Yucatan neste capítulo?
De todos esses termos que apontei, o mais importante é sustentabilidade. Sem ela, não teremos todas as outras. Desde o início desta administração que temos vindo a trabalhar no desenvolvimento de um destino sustentável.

Mas chamo a atenção para o facto de, quando falamos em sustentabilidade, não quer dizer que falemos somente do ambiente. Sustentabilidade vai muito além do ambiente. Temos estado a trabalhar numa sustentabilidade inclusiva, descentralizando os nossos produtos, oferta, investimentos, infraestruturas e conectividade.

Não se trata somente de levar turistas para os locais mais conhecidos como Chichén Itzá, mas levar turistas a todos os pontos do nosso Estado. A sustentabilidade aplica-se a tudo.

Existem milhares de “Cenotes” em Yucatan, com águas cristalinas

E como é que inclui em toda essa estratégia e políticas de sustentabilidade a comunidade local?
Isso é um dos pontos essenciais em qualquer política de sustentabilidade. Não ligar a comunidade local a essa estratégia não é mais viável.

Compreendemos que a nossa riqueza está na nossa história, tradições, cultura, e isso só é possível com proximidade e ligação com a comunidade local.

Por isso, quando recebo grandes investidores que querem construir um grande resort para 1.000 ou 1.200 pessoas, a resposta que dou é que o investimento é bem-vindo a Yucatan, mas esse investimento não e para um destino como Yucatan.

Queremos pequenos hotéis boutique ou resorts, que cuidem do nosso ambiente, das nossas pessoas, que sejam construídos com materiais locais e não com produtos exclusivamente importados, que empregue locais, onde a gastronomia que é servida seja produzida com ingredientes locais.

Isso é algo que encontra em Yucatan e que não prescindimos. É esse o tipo de turismo que queremos continuar a ter, acrescentando valor, mas sem perder a nossa autenticidade.

Já trabalhei em diversos locais e destinos turísticos e posso garantir-lhe que não há nenhum destino no continente que mostre mais orgulho relativamente à herança como Yucatan.

Mas focou investimentos. Para Yucatan ser um destino sustentável, não só ambiental, mas financeira e economicamente, precisa desse investimento. Como atrai esse investimento, colocando-lhe, desde logo, essas barreiras?
Não são barreiras. São eixos básicos para que não se desvirtue o que é Yucatan. Nós temos a nossa história, cultura, tradição, arqueologia, gastronomia, as nossas gentes e com que tudo isto que queremos ser um destino turístico. Não queremos ser um destino turístico que ofereça o mesmo que tantos outros oferecem. Temos de nos diferenciar. E não é por ter resorts com 1.000 ou 1.200 quartos que o iremos fazer. Por outras palavras, nós sabemos que tipo de investimento queremos para Yucatan.

Posso dizer-lhe que de 2019 até hoje recebemos perto de mil milhões de dólares de investimento para o turismo em Yucatan e há grandes grupos hoteleiros a chegar e a construir em Yucatan. Nós temos os Hilton, os Intercontinental e os Marriott. A questão é que esses grupos compreendem que não devem construir e fazer o que fazem noutros destinos.

Por isso, estão a construir de acordo com o que está estabelecido para Yucatan, conservando o ambiente, os locais – pessoas e produtos – e manter o investimento sustentável.

Não vale a pena conseguir investimentos ou investidores que não promovam o emprego junto da população de Yucatan ou que não incentive o consumo e produção de produtos locais.

Esse não é o novo turismo. Esse turismo de massas, sem respeito pelo ambiente, pessoas e produtos locais, sem qualquer preocupação com o ambiente, esse turismo já não existe, ou melhor, existe, mas pertence ao passado. Ninguém quer fazer turismo, viajar para esses locais.

Como como definiria esse “novo turismo” ou “novo turista”?
Yucatan é para o novo turista. Esse novo turista procura novas e experiências autênticas, experiências individualizadas e distintas, preocupa-se em fazer tudo isto de forma sustentável.

E Yucatan oferece tudo isso. Não consigo, sinceramente, encontrar um destino mais autêntico, mais distintivo e diferenciado que Yucatan. Não queremos ser como outros destinos. Somos Yucatan.

E conseguiremos ter turistas, conseguiremos ter mais turistas, conseguiremos captar mais investimento e investidores, tal como o fizemos em 2019, sem prescindir de ser autênticos e preservar as nossas tradições e os nossos recursos culturais, ambientes e pessoas.

Mas quando fala em história, cultura, tradição, olhamos para o passado. Olhando para o futuro, o que é que Yucatan tem para oferecer de novo?
Eu gosto de ver ou chamar Yucatan como um “clássico contemporâneo”. Isso é algo que é possível ver na Europa. A Europa é história, cultura, tem milhares de anos. Isso não quer dizer que não é nova, que não tem nada de novo para oferecer. Pode ir a Roma, Paris e encontrará centenas, senão milhares de anos de história. Mas também encontrará novos restaurantes, novos hotéis, novas experiências, novos museus, novos teatros. Isso aconteceu em Yucatan. Temos a história, mas, por exemplo, o programa das aldeias Maias é completamente novo.

O programa não acontece em locais novos, uma vez que as aldeias Maias estão lá há milhares de anos, mas o programa, as experiências que proporcionamos são novas.

Por isso, sim, mantemos a nossa tradição, história, cultura, mas conseguimos renová-la e apresentar novas experiências.

Realiza-se agora o Tianguis Turístico 2021. Que importância tem este evento para Yucatan enquanto destino turístico?
É muito importante. É a primeiro vez que este evento é organizado em Yucatan. O evento foi-nos atribuído em 2019 para ser realizado em 2020 e esforçamo-nos tanto para ter o melhor evento possível no ano passado e só 10 dias antes da inauguração, com os dados a mostrarem que iríamos quebrar todos os recordes, o evento foi cancelado e adiado por causa da pandemia.

Precisámos de reinventar o Tianguis depois da COVID-19. Não poderíamos realizar um evento como se fazia numa realidade pré-COVID. O mundo mudou e o evento terá de acompanhar essa mudança.

Este será o primeiro Tianguis depois da COVID e encaramos o evento como o “renascer do turismo” no México, como oportunidade para reiniciar a indústria do turismo no país.

Trata-se de uma reconstrução ou transformação do turismo?
Penso que seja ambas. Acho que o termo correto até será “renascimento”, porque é, efetivamente, disso que se trata. Não quer dizer que se olhe para certas coisas do passado e não se transponham para o futuro, mas penso que o turismo, como um todo, renascerá para melhor.

2019 foi o melhor ano para Yucatan. Quantos turistas receberam?
3,2 milhões de turistas.

Quando espera voltar a esses números?
Estamos a trabalhar para atingi-los no final de 2022 ou início de 2023.

E o que é que aprendeu desta pandemia?
Penso que durante esta pandemia se aprendeu muito. Fundamentalmente, dar o valor correto ao setor do turismo, até porque a maioria das pessoas de fora deste setor não compreende quão importante é o turismo.

Depois, compreendemos, finalmente, a importância de sermos sustentáveis e tomámos consciência da urgência em renovar constantemente a nossa indústria, o turismo.

A era digital, por exemplo, não nos atingiu por causa da pandemia, já nos persegue há anos, mas não olhávamos para ela como algo que tinha de ser feito, aproveitado, utilizado e explorado.

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COVID-19: ECDC adverte para época festiva de final de ano

Depois da Organização Mundial da Saúde ter chamada à atenção para a possibilidade da COVID-19 poder provocar mais 700.000 mortes na Europa até à primavera, agora é o Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças (ECDC) alertar para os riscos da época festiva próxima.

O Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças (ECDC) alertou, recentemente, para a possibilidade de, em dezembro e janeiro, a União Europeia (UE) encontrar-se numa situação de “risco muito elevado” da pandemia COVID-19 devido à baixa taxa de vacinação.

“Sem alterações nas taxas de contacto em relação aos níveis atuais, estimamos que os países com o nível mais elevado de cobertura vacinal de mais de 80% estão em ‘risco acrescido’, enquanto os com os níveis de cobertura vacinal inferiores a 80% estão em ‘alto risco’”, adverte o mais recente cenário traçado pela diretora do ECDC, Andrea Ammon.

A entidade salienta, no site, que os cenários de modelização do ECDC “indicam que o peso potencial da doença na UE/EEE [Espaço Económico Europeu] a partir da variante Delta será muito elevado em dezembro e janeiro, a menos que sejam agora aplicadas medidas de saúde pública em combinação com esforços contínuos para aumentar a administração de vacinas na população total”.

O ECDC apela a um reforço na vacinação contra a COVID-19 em todo o espaço comunitário, salientando que na UE/EEE as taxas são de 65,4% da população total vacinada e de 76,5% da população adulta, destacando ainda a necessidade de uma dose de reforço a todos os adultos, com prioridade aos maiores de 40 anos.

O ECDC reitera ainda os apelos para um reforço das medidas não médicas, como o uso de máscara e a limitação dos contactos sociais.

“A situação epidemiológica atual é, em grande parte, impulsionada pela elevada transmissibilidade da variante Delta [do coronavírus SARS-CoV-2], que contraria a redução da transmissão conseguida pela vacinação na UE/EEE”, indica o relatório de avaliação de risco.

Recorde-se que na terça-feira, 23 de novembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a COVID-19 poderá provocar mais cerca de 700.000 mortes na Europa até à primavera se a tendência atual de contágios continuar.

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Revive Natureza: Concursos para exploração de seis imóveis receberam 45 candidaturas

A Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel, foram os imóveis que reuniram o maior número de propostas, com 17 e 12 candidaturas, respetivamente.

Os concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis no âmbito do Revive Natureza, que foram lançados em junho e encerraram a 19 de novembro, receberam um total de 45 candidaturas, que vão agora ser analisadas “com vista à sua adjudicação”, informou o Gabinete do Ministro de Estado da Economia e Transição Digital em comunicado.

De acordo com a informação divulgada, “foram apresentadas propostas a todos os imóveis”, mas os que registaram maior procura foram a Casa do Pinheiro Manso e o Chalet de S. Pedro, ambos em São Pedro de Moel, bem como o Antigo Posto Fiscal em Monte Fidalgo, em Vila Velha de Rodão, com 17, 12 e oito candidaturas, respetivamente.

Além destes, estava ainda a concurso a exploração da Casa Florestal de Sul, em Coimbra, que recebeu duas propostas, a antiga Sede da Administração Florestal na Figueira da Foz, que obteve cinco candidaturas, e o Edifício Florestal da Abrigada, em Lisboa, para o qual foi apresentada uma proposta.

O Gabinete do Ministro de Estado, Economia e da Transição Digital explica ainda que “o Fundo Revive Natureza poderá vir a conceder financiamento às entidades a quem for atribuído o direito de exploração dos imóveis, criando-se, assim, as melhores condições para a concretização dos respetivos investimentos”.

Criado em 2019, o Programa Revive Natureza  tem como objetivos recuperar os imóveis, criar emprego local e dinamizar as economias locais, através das redes de oferta e valorização dos produtos endógenos, constituindo-se como mais um instrumento de concretização dos eixos estratégicos da Estratégia de Turismo 2027, nomeadamente a valorização do território nacional.

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Óbidos estuda projetos para levar turismo para fora das muralhas

A construção de uma ponte suspensa e passadiços entre a aldeia de Sobral da Lagoa e a de Amoreira, bem como a reabilitação do Aqueduto da Usseira, são alguns dos projetos que o município pretende desenvolver.

O presidente da Câmara Municipal de Óbidos, Filipe Daniel, revelou que a autarquia está a estudas vários projetos turísticos com o objetivo de “abrir Óbidos para fora das muralhas” e que privilegiam as freguesias e localidades do município, a exemplo dos projetos que contemplam a construção de uma ponte suspensa e passadiços.

De acordo com informação revelada pelo autarca, durante uma visita do presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, a Óbidos, o objetivo “é abrir Óbidos para fora das muralhas, tendo sempre as muralhas como âncora de desenvolvimento económico e cultural”.

Entre os projetos que estão a ser estudados pela autarquia, Filipe Daniel destaca os que vão “privilegiar as freguesias e localidades” do município de Óbidos, como o que visa a construção de uma “ponte suspensa e passadiços entre a aldeia de Sobral da Lagoa e à aldeia de Amoreira”, assim como a reabilitação do Aqueduto da Usseira, num projeto que pretende “retratar a vinda da água da freguesia da Usseira para Óbidos”.

Segundo o autarca, Óbidos é “um território com uma oferta diversificada e um posicionamento geográfico favorável”, que quer continuar a surpreender os visitantes, mas agora “numa perspetiva de inovação e de criatividade”.

Para Pedro Machado, os projetos anunciados pela autarquia mostram que, apesar de Óbidos “ter uma marca consagrada e bem construída nos últimos anos”, pretende agora “abraçar novos desafios”.

“Percebemos que há a intenção de promover um turismo cada vez mais ativo, um turismo de natureza e desportivo, mas também de lazer, saúde e bem-estar. Queremos aproveitar o quadro comunitário que agora se inicia e encontrar os instrumentos financeiros que possam mitigar o esforço que a Câmara vai ter de fazer neste âmbito”, destacou Pedro Machado.

A visita de Pedro Machado a Óbidos surgiu a convite do novo executivo camarário e teve como principal objetivo “conhecer de forma detalhada alguns projetos na área do Turismo previstos para o território”, indica o Turismo Centro de Portugal, em comunicado.

Além do autarca de Óbidos e do presidente do Turismo Centro de Portugal, a visita foi ainda acompanhada pelos vereadores Telmo Félix, Ana Margarida Reis e José Pereira, e passou por locais onde está previsto o desenvolvimento de alguns destes novos projetos turísticos, como a Albufeira do Arnoia, no Convento de São Miguel, a Lagoa de Óbidos e a aldeia de Sobral da Lagoa.

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Açores destacam turismo cultural para valorizar destino

Os Açores destacam a importância do turismo cultural não só para a diversificação, mas também na valorização do destino e da experiência turística.

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Os Açores destacam a importância do turismo cultural não só para a diversificação, mas também na valorização do destino e da experiência turística, segundo o secretário Regional dos Transportes, Turismo e Energia. 

Mário Mota Borges falava na abertura de uma ação de capacitação sobre as temáticas Turismo Industrial em Portugal & a importância das Rotas Açores para a estruturação da oferta turística cultural, organizada pela Secretaria Regional ´dos Transportes, Turismo e Energia, na cidade da Horta. 

O governante realçou ainda que a estratégia para o desenvolvimento do turismo “passa por um turismo sustentável, com base na proteção do território e da qualificação do destino”, para acrescentar que o turismo cultural é um “elemento fundamental do destino, em temáticas como as que estão a ser trabalhadas nas Rotas Açores, através da criação de uma verdadeira rede cultural colaborativa, em torno da baleação, das vinhas e dos vulcões”. 

No que diz respeito ao turismo industrial, Mário Mota Borges deu como exemplos os produtos ligados ao agroturismo, como é o caso do chá, dos laticínios ou das conservas. 

O evento contou ainda com a participação da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que realçou o entusiamo da região no envolvimento desde o primeiro momento neste projeto do turismo industrial em Portugal. 

Refira-se que as empresas da indústria viva dos Açores poderão concorrer às linhas de apoio que o Turismo de Portugal terá disponíveis para capacitar as suas instalações à visitação, ficou assegurado no encontro. 

 

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Brasil aposta no enoturismo para cativar turistas portugueses

O enoturismo começa a ganhar destaque no Brasil e a Embratur reforça a aposta neste produto com os olhos postos nos turistas portugueses.

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O enoturismo começa a ganhar destaque no Brasil e a Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo reforça a aposta neste produto com os olhos postos nos turistas portugueses. 

As regiões brasileiras do sul, como a cidade de Bento Gonçalves, apelidada como a “Capital Brasileira da Uva e do Vinho” e Santa Catarina, posicionam-se entre as mais relevantes para o sector. 

Carlos Brito, presidente da Embratur lembra que o Brasil não é só um destino de praia, mas também produz vinhos que estão entre os melhores do mundo. “Sabemos que o turista português é, na sua generalidade, um amante de vinho, e que a indústria da vinicultura é muito importante em Portugal”, refere o responsável para adiantar que no território brasileiro, é também “possível viver experiências inigualáveis no que toca ao enoturismo e queremos mostrá-las ao mundo”. 

A maior parte da produção de vinho no Brasil está, neste momento, concentrada no sul do país – é o caso da Serra Gaúcha, região localizada no Estado Rio Grande do Sul e que se posiciona como a mais representativa região vinícola do país. Aqui se situa a primeira região brasileira a obter a Indicação de Procedência e Denominação de Origem para os vinhos e espumantes ali produzidos.  

Ainda no sul do Brasil, a região de Santa Catarina ganha também destaque no mercado do enoturismo – onde é possível degustar bons vinhos e espumantes em vários programas disponíveis para os turistas. É possível conhecer os espaços de cultivo, a produção do vinho, participar em degustações, ou até mesmo assistir à colheita da uva, através de visitas programadas e guiadas. 

Além da região sul, existe outra rota que se tem destacado, a do Vale do São Francisco, importante rio da região nordeste do Brasil. A produção de vinhos é uma atividade recente naquela zona do país, e vem sendo intensificada nos últimos anos. 

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Grécia impõe novas medidas de restrição

A Grécia impôs, esta segunda-feira, um amplo conjunto de restrições para combater as infeções pelo novo coronavírus, que estará em vigor pelo menos até 6 de dezembro. 

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A Grécia impôs, esta segunda-feira, um amplo conjunto de restrições para combater as infeções pelo novo coronavírus. que elevou a taxa de mortalidade no país para quase o dobro da média da União Europeia (UE). 

Até o dia 6 de dezembro, será obrigatório o uso da máscara em todos os locais de trabalho e haverá horário de funcionamento escalonados nos setores público e privado. Além disso, para entrar em todos os espaços fechados de entretenimento, será obrigatória a apresentação do certificado de vacinação ou o comprovativo de que tenha tido a Covid-19 e se recuperado recentemente. Estão incluídos bares, restaurantes, cinemas e museus, entre outros. 

O Governo descartou o regresso ao confinamento geral e o ministro da Saúde, Thanos Plevris, disse que as restrições atuais seriam reavaliadas dentro de duas semanas. 

 

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OMT e Conselho da Europa formam parceria para desenvolver rotas culturais

Parceria visa o desenvolvimento de rotas culturais na Europa, numa iniciativa que pretende explorar as oportunidades do turismo para as comunidades locais e melhorar a experiência dos turistas na Europa.

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A Organização Mundial do Turismo (OMT) e o Conselho da Europa estabeleceram uma parceria com vista ao desenvolvimento de rotas culturais por toda a Europa, numa iniciativa que visa explorar as oportunidades que o turismo pode trazer para as comunidades locais e melhorar a experiência dos turistas na Europa.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela OMT, esta parceria prevê o lançamento de ações conjuntas entre as duas entidades, que contribuam para o “reconhecimento do valor acrescentado que as rotas culturais oferecem ao desenvolvimento do turismo sustentável, a salvaguarda do património cultural e o diálogo intercultural”.

“A colaboração também vai destacar o potencial das rotas para o avanço do desenvolvimento social, económico e cultural, beneficiando tanto a Europa como os países parceiros, através do fortalecimento dos laços culturais e históricos”, refere ainda a OMT.

Numa primeira fase, explica a OMT, as duas entidades vão trabalhar o turismo criativo, no âmbito do Ano Internacional da Economia Criativa 2021, assim como promover destinos abrangidos pelo Acordo Parcial Alargado sobre Rotas Culturais (EPA) do Conselho da Europa .

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Nova app LETZGO Travel permite fazer city tours e roadtrips de forma autónoma

Nova app da Live Electric Tours permite fazer city tours e roadtrips de forma autónoma, com recurso a um sistema de navegação inteligente e apoio de um assistente virtual.

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A Live Electric Tours, startup portuguesa dedicada a experiências self-drive, que nasceu em 2017, lançou a LETZGO Travel, uma nova app que permite fazer city tours e roadtrips de forma autónoma, com recurso a um sistema de navegação inteligente e apoio de um assistente virtual.

A LETZGO Travel é, segundo comunicado da Live Electric Tours, “uma aplicação tudo em um, que responde à necessidade dos novos consumidores que querem ter experiências contactless e que desejam usar a tecnologia para serem mais independentes”.

Além dos city tours e roadtrips, que podem ser assim realizados por cada um, ao volante do seu próprio automóvel, a nova app também permite acesso a bilhetes digitais sem fila para atrações como o Oceanário, Maat ou Jardim Zoológico, bem como a compra de pacotes de dados de internet móvel, a preços competitivos.

Ao longo desta semana, a LETZGO Travel está a oferecer um desconto de 50% em todos os city tours e roadtrips, numa oferta lançada no âmbito da Black Friday e que assinala o lançamento da nova app.

A nova aplicação está disponível para download no Google play e AppStore, podendo ser utilizada em todos os dispositivos móveis.

 

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