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Funchal debate Smart Cities em Maio

Smart Cities e Smart Tourism em debate no Funchal, a 11 e 12 de Maio.

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A 11 e 12 de Maio, a Câmara Municipal do Funchal, na Madeira, promove o primeiro grande Congresso Internacional sobre Smart Cities, com incidência no Smart Tourism, evento que vai contar com um painel de 20 oradores nacionais e internacionais.

Do programa do congresso – que ainda não está fechado – fazem parte temas ligados ao Smart Tourism e às Smart Cities, passando também pela comunicação e criatividade, economia e indústria, com a organização do evento a destacar também temas que “são particularmente caros ao Funchal e à Madeira”, como as alterações climáticas, as adversidades naturais, as cheias ou os incêndios.

Entre os oradores já confirmados, destaque para a participação de Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, bem como de vários especialistas internacionais, que vão trazer a sua experiência e opinião até à Madeira.

“Um congresso que contará com cerca de 20 oradores, nacionais e internacionais, que levam a esta cidade e à Ilha da Madeira a sua experiência, estudos e investigações, casos de sucesso, ou simplesmente ideias e opiniões bem fundamentadas, emitidas por opinion makers de elevado prestigio mundial”, revela a organização em comunicado.

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Madeira volta a ser “Melhor Destino Insular do Mundo”

Pela sétima vez consecutiva a Madeira volta a brilhar nos prémios dos ‘World Travel Awards’ (WTA) como ‘Melhor Destino Insular do Mundo”.

Pela sétima vez consecutiva a Madeira volta a brilhar nos prémios dos ‘World Travel Awards’ como ‘Melhor Destino Insular do Mundo’ (‘World’s Leading Island Destination’), deixando para trás 20 outros destinos de todos os continentes.

Com mais este galardão, o destino Madeira reforça o seu posicionamento internacional, depois de ter vencido, no último dia 22 de outubro, o galardão de “Melhor Destino Insular da Europa”, que já ganhou por oito vezes.

Para o secretário Regional de Turismo e Cultura e presidente da Associação de Promoção da Madeira, Eduardo Jesus, “num ano de retoma, em que o destino registou, pontualmente, melhores performances do que em 2019, antes da pandemia, voltarmos a ser o ‘Melhor Destino Insular do Mundo’ reforça a nossa visibilidade e reconhecimento internacional”.

Eduardo Jesus complementa que esta distinção “está interligada com o trabalho que intensificamos a partir de 2015, o qual tem permitido um crescimento sustentado. E neste ano, em particular, contribui para o incremento de sermos cada vez mais reconhecidos pelos viajantes como um destino de confiança e seguro para as férias, fatores que passaram a ser muito importantes na retoma do turismo mundial”.

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Certificação internacional reforça liderança dos Açores como destino sustentável

Os Açores renovam a certificação internacional como “Destino Turístico Sustentável”, o segundo nível de prata da EarthCheck.

Os Açores renovam a certificação internacional como “Destino Turístico Sustentável”, grau prata, da EarthCheck, entidade certificadora e líder mundial em consultoria, benchmarking científico e certificação para a indústria de turismo e viagens.

Esta distinção, que está em linha com os critérios do Global Sustainable Tourism Council, reforça o posicionamento e a liderança dos Açores em matéria de sustentabilidade turística, destacando-se como o único arquipélago no mundo certificado como “Destino Turístico Sustentável”.

O Governo Regional compromete-se, no prazo de três anos, atingir   o nível de certificação de ouro, cumprindo com os requisitos do normativo e assegurando a responsabilidade com este processo de melhoria contínua.

Os auditores independentes da entidade certificadora EarthCheck avaliaram, no passado mês de setembro, várias infraestruturas em diferentes ilhas dos Açores, para aferição de 12 áreas-chave de atuação no domínio da sustentabilidade, reconhecendo o amplo comprometimento da região na preservação do seu património cultural e natural, bem como na valorização equilibrada das suas dimensões ambientais, sociais, culturais e económicas.

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‘PARTE’ para um turismo diferente e de valor acrescentado

O objetivo do PARTE passa pela diversificação da oferta turística apresentada por Portugal a nível internacional. Para já estão na calha dois Circuits, um Summit e um Book. Tudo para internacionalizar a Arte Contemporânea produzida em Portugal através de Portugal.

Victor Jorge

Foi apresentada esta quarta-feira, 15 de dezembro, o Portugal Art Encounters (PARTE), projeto que visa promover a internacionalização de Portugal enquanto destino de referência no circuito da Arte Contemporânea, reforçando, assim, a atratividade e competitividade turística do nosso país nos mercados internacionais.

Contando com o apoio do Turismo de Portugal e do Ministério da Economia e Transição Digital, além do apoio do Ministério da Cultura e outras entidades como Direção-Geral das Artes (dgARTES) e Rede Portuguesa de Arte Contemporânea(rpac), Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal (TdP), começou por dizer que “é preciso afirmar Portugal noutras áreas e mostrar a diversidade que o país tem para oferecer”.

Luís Araújo, salientou a importância de se “trazer novos turistas, turistas diferentes, de valor acrescentado para voltar e continuar a crescer tal como vínhamos a fazer até 2019”, considerando que “este projeto ajuda-nos a trazer estes turistas todo o ano” e que “temos um terreno fértil para cultivar lá fora”, além de precisarmos de “mostrar um país diferente e que tem muito mais para dar”.

Do lado dos promotores deste projeto, Miguel Mesquita e Sílvia Escórcio, o PARTE é uma “simbiose entre turismo em Portugal e a Arte Contemporânea”, admitindo que é através da arte que o país atrativo pode ser elevado”.

Com o mapeamento do território artístico para “promovê-lo e comunicá-lo” como ponto de partida, o PARTE é um projeto de médio-longo prazo, ou seja, pensado a cinco anos, pretendendo colocar no terreno “propostas anuais diferenciadas”.

Tendo como um dos objetivos “internacionalizar a Arte contemporânea produzida em Portugal através de Portugal”, os promotores desta iniciativa admitem que, “para exportar é também preciso importar”, uma vez que é preciso trazer para Portugal os experts de Arte Contemporânea para, posteriormente, exportá-la.

Circuits, Summit e Book
O programa concretiza-se em dois circuitos consecutivos, designados PARTE Circuits, que culminam com a realização do seminário internacional PARTE Summit e o lançamento da publicação-guia PARTE Book.

No primeiro caso, o PARTE Circuits reunirá, a cada ano, em Portugal, curadores, programadores, diretores de grandes instituições e eventos artísticos para conhecerem uma seleção do que o país tem para oferecer em termos de produção artística, acolhimento, património natural e cultural.

A primeira edição está já marcada para 24 de julho a 7 de agosto de 2022, envolvendo cerca de 15 cidades das cinco regiões do território continental e terá a curadoria de Vicente Todolí e de Isabel Carlos.

Já o PARTE Summit será um encontro anual que conta com a participação de alguns dos pensadores e agentes mais relevantes no meio artístico internacional. Dedicado à reflexão e partilha de conhecimento, este encontro quer reunir pessoas que têm interesse em acompanhar a atividade artística, em especial a criação contemporânea, na sua relação com a transformação dos territórios e sociedades.

Para o PARTE Summit estão reservadas duas sessões, em duas cidades de diferentes regiões do país, nos dias 30 de julho e 6 de agosto de 2022.

A descentralização é, de resto, uma aposta do PARTE que visa não se centrar nas grandes urbes, mas levar os “turistas motivados pela arte às várias regiões do país”.

Quanto ao PARTE Book, trata-se de um guia para o Turismo de Arte em Portugal e um documento de reflexão sobre as questões que orientam o Universo da Arte, apresentado como um projeto editorial que combina o mapeamento das instituições e agentes na Arte Contemporânea no país com contributos dos participantes no PARTE Circuits e PARTE Summit e de outras autoras e autores.

A primeira edição será lançada na sessão que abre a PARTE Summit, no dia 24 de julho de 2022.

Rita Marques, secretária de Estado do Turismo (SET), admitiu na sua intervenção na conferência de imprensa que deu a conhecer o PARTE no CCB, que “o turismo é suficientemente generoso e humilde para perceber que é preciso fazer parcerias para promover Portugal no exterior”.

Por isso mesmo, a estratégia passa por “desenvolver o turismo todo o ano e em todas as regiões”, considerando Rita Marques que, em todos os campos e também neste da arte, “não se pode ter uma boa experiência turística sem que exista qualidade para viver no local”. Assim, para a SET, “é fulcral envolver os residentes locais que fazem parte do turismo nacional e que não podem ser descurados”.

Rita Marques concluiu que esta parceria “não é só importante para o turismo, mas também para a própria cultura”; considerando mesmo que o turismo pode ser um “aliado forte e importante para a cultura nacional”. “Sempre que o turismo apresenta algo de novo, abrem-se novas pontes”, concluindo que “temos todos algo em comum: o de sermos portugueses e de mostrar Portugal lá fora”.

Por fim, a ministra da Cultura, Graça Freitas, destacou a importância das parcerias, salientando que “projetos como este são um todo e não partes” e que “é assim que têm de ser vistas”.

E por falar em parcerias, Graça Freitas terminou com o desafio dirigido à Secretaria de Estado do Turismo e ao Turismo de Portugal para que “a cultura seja a próxima aposta para os anos vindouros”.

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Setor do turismo no Brasil deverá crescer 22% em 2021

As receitas do turismo no Brasil crescerão 21,9% este ano, estima a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mas ainda abaixo dos valores verificados em 2019.

Mesmo com a pandemia e das perdas que o setor acumula desde 2020, as receitas do turismo no Brasil crescerão 21,9% este ano, estima a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Entre março do ano passado e outubro de 2021, o turismo do país sul-americano perdeu 453 mil milhões de reais (70,82 mil milhões de euros), segundo o levantamento da CNC citado pela Lusa. Só em 2020, a retração no volume de receitas foi de 36%.

São Paulo e Rio de Janeiro, principais focos da pandemia no país, lideram as perdas e concentram mais da metade (55%) dos prejuízos nacionais.

No entanto, o setor vem recuperando gradualmente desde março, embora o volume de receitas ainda esteja 19,5% abaixo do registado em fevereiro de 2020, antes da pandemia se espalhar por solo brasileiro.

As projeções da entidade indicam que além do crescimento de receitas em 21,9% este ano, apesar do cancelamento de eventos relevantes para o país como o réveillon no Rio de Janeiro, tradicional festa de final de ano que reúne milhões de pessoas na praia de Copacabana, o resultado também será positivo em 2022, quando é esperado um avanço de 2,4%.

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Civitatis recomenda oito destinos para viajar em 2022

Com a reabertura de diversos países graças ao avanço da vacinação contra a covid-19, a Civitatis sugere um conjunto de destinos a não perder no próximo ano.

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Com a reabertura de diversos países graças ao avanço da vacinação contra a covid-19, a Civitatis preparou uma lista de destinos imperdíveis para descobrir em 2022.

A empresa de venda de visitas guiadas e excursões nos principais pontos turísticos do mundo propõe, assim, destinos de praias, montanhas, desertos ou históricos, de Dublin a Vancouver, passando por Borgonha e Mérida.

O Cairo, Friburgo em Brisgóvia, Katmandu no Reino do Nepal e San Pedro de Atacama, no Chile, são outros destinos recomendados pela Civitatis para o próximo ano.

 

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1ª fase do Algarve + Sustentável termina com balanço positivo

A primeira fase do Algarve + Sustentável terminou com um debate que juntou especialistas, operadores e instituições, por um desígnio comum.

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A primeira fase do Algarve + Sustentável terminou com um debate que juntou especialistas, operadores e instituições, por um desígnio comum. O maior evento de turismo de natureza sustentável da região está de regresso de março a abril de 2022 para a sua segunda fase.

Conforme referido no debate, a primeira fase deste projeto contou com um conjunto de contributos de especialistas sobre diversos temas em torno da estruturação de uma oferta cada vez mais sustentável e sobre a necessária capacitação dos seus agentes, fundamentais para um compromisso regional com a sustentabilidade do setor nas vertentes económica, social e ambiental.

O presidente da RTA, João Fernandes prometeu um novo conjunto de ações em 2022 “sempre alinhadas com a Estratégia

de Turismo 2027, com o Plano Turismo + Sustentável para Portugal e também focadas no plano de ação Reativar o Turismo. Há no fundo uma estratégia europeia, uma estratégia nacional e ainda o foco regional na aposta da sustentabilidade”.

“A palavra que sai assim desta primeira etapa é mobilização. Temos a melhor região e os melhores agentes. E estamos todos mobilizados para a ação, através do planeamento e desenvolvimento sustentável das atividades turísticas no Algarve”, disse ainda João Fernandes.

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Nova edição: FITUR, dossier Destinos de Inverno e Istambul

A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

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A nova edição do Publituris, a única do mês de dezembro e última de 2021, faz capa com uma entrevista a Maria Valcarce, diretora da FITUR, a feira de turismo de Madrid, que regressa entre 19 e 23 de janeiro de 2022 e que, segundo a responsável, já se deverá equiparar às “feiras pré-pandémicas”.

Na entrevista ao Publituris, Maria Valcarce fala também de como está a ser preparado o certame, que deverá voltar a contar com várias seções temáticas e com uma forte presença portuguesa.

Nesta edição, leia também a reportagem sobre Istambul, que fomos visitar a convite do operador turístico Viagens Tempo e da Turkish Airlines, numa viagem de familiarização que contou com a participação de sete agentes de viagens e que pretendeu mostrar que a maior cidade da Turquia é “um destino seguro”, mesmo em tempos de pandemia, e que já voltou a receber turistas de todo o mundo.

Conheça também quais os destinos que os operadores turísticos portugueses estão a programar para esta época festiva e para os próximos meses, e como está a procura, num dossier sobre Destinos de Inverno, que, ao contrário do que acontecia no passado, passam mais pelo calor do que propriamente pela neve.

Neste dossier, publicamos ainda uma entrevista a Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e Cultura da Madeira, região que vai voltar a contar com uma forte programação para o final do ano e que tem sido um dos destinos mais procurados pelos portugueses para férias de inverno.

Destaque ainda para um entrevista com Duarte Moreira, novo responsável comercial da Lisbon Helicopters, empresa de animação turística que realiza passeios de helicóptero em Lisboa e arredores, e que conta com uma nova estratégia comercial. Depois do regresso à operação em outubro, a Lisbon Helicopters já está de volta aos bons resultados e espera avançar, em breve, para vários dos projetos que tem em carteira.

Nesta edição, leia ainda as opiniões de Vicente Rodrigues (coordenador da Pós-Graduação em Top Management in Hospitality and Tourism do ISCTE Executive Education), Amaro Correia (docente da Atlântico Business School), José Varela Gomes (co-coordenador da Licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG) e Luiz S. Marques (investigador do Dreams da Universidade Lusófona).

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 43

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visitazores.com vai ficar mais apelativo em 2022

A ATA – Associação Turismo dos Açores anunciou que vai renovar, em 2022, o site visitazores.com, para marcar uma nova etapa ao nível da promoção do destino.

Em 2022  “vai haver um novo visitazores.com, um site renovado, com imagem moderna, muito mais inspiracional, muito rico em conteúdos”, anunciou Luís Botelho, diretor executivo da ATA – Associação Turismo dos Açores.

O executivo, que usava da palavra no recente VisitAzores Tourism Forum, que decorreu no Teatro Micaelense, Em Ponta Delgada, realçou que, assim “vamos marcar uma nova etapa ao nível da promoção.”

No mesmo fórum, Luís Botelho colocou a questão: “Qual o caminho a seguir?”  para realçar que “na clarificação da marca e da estratégia do turismo é essencial envolver os atores locais de todas as ilhas na definição dos valores da Marca”.

“Temos de definir um posicionamento de marca claro, diferenciado, que seja utilizado e partilhado por todos”, para lembrar da necessidade da criação de um plano de ação que ao ser implementado construa uma marca Açores “eficaz, de alta notoriedade, mas sustentável”.

Segundo Luís Botelho a região precisa “de criar notoriedade e definição do turismo. A notoriedade do destino Açores, que ainda é limitada, é essencial para um estímulo relevante da procura turística pelo arquipélago”. Mas, no entanto, “é necessário garantir o correto posicionamento para uma perceção clara dos atributos do destino Açores”, disse.

Segundo o diretor executivo da ATA, outro aspeto importante é o acesso à informação para suporte à decisão, fundamental para implementar um processo de decisão baseado em informação e dados concretos e não em expectativas baseadas em perceções não quantificadas. Neste contexto, revelou que está a ser realizado um trabalho de automatização no tratamento de um conjunto de informação de onde se destaca: estatísticas SREA, ANA Aeroportos, SIBS, ForwardKeys, Google Analytics, Digital Demand, Digital Supply, entre outros.

Por último, em relação às acessibilidades aéreas, Luís Botelho afirmou que tem sido feito um trabalho contínuo de captação de novos operadores aéreos e de novas rotas com operadores existentes. “A disponibilização de capacidade aérea é essencial atendendo à situação contextual dos Açores”, concluiu.

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20 milhões para o Programa Transformar o Turismo

O Programa Transformar o Turismo, que acaba de ser lançado pelo Governo com uma dotação de 20 milhões de euros, visa dar resposta as novas necessidades do setor e reforçar a sua dinâmica competitiva, com vista à superação dos objetivos e metas de sustentabilidade.

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Com dotação de 20 milhões de euros, o Programa Transformar o Turismo, que acaba de ser anunciado pelo Governo, visa apoiar a criação de um setor mais sustentável, responsável e inteligente.

Dar resposta as novas necessidades do setor e interesses do consumidor, e reforçar a sua dinâmica competitiva, com vista à superação dos objetivos e das metas de sustentabilidade económica, ambiental e social definidas na Estratégia Turismo 2027, são outros objetivos a atingir.

O programa materializa-se no desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores que qualifiquem o território e comportem, para além de vantagens competitivas para as organizações, benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

Destina-se às entidades públicas e privadas do setor e irá consistir, numa primeira fase, em linhas específicas de financiamento que têm como pano de fundo a valorização turística dos territórios através de projetos que estimulem o trabalho em rede, foquem em produtos ou serviços de maior valor acrescentado e deem resposta às necessidades do consumidor atual.

O regulamento de acesso será publicado até final do ano e as candidaturas poderão ser apresentadas na plataforma SGPI do Turismo de Portugal a partir do dia 10 de janeiro.

O Transformar o Turismo sucede assim ao Programa Valorizar, criado em 2016, conforme previsto no Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro, que estabelece uma segunda edição do programa Valorizar que teve como objetivo apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico, que ao longo de quatro anos recebeu mais de duas mil candidaturas traduzindo um investimento de mais de 500 milhões de euros e um apoio financeiro de 115 milhões de euros.

“Os efeitos da atual conjuntura, marcada pelo impacto da pandemia e as oportunidades que a sustentabilidade e a transformação digital representam para o desempenho e para a competitividade das empresas e dos destinos, justificam que se incremente o incentivo ao desenvolvimento de iniciativas que promovam uma oferta cada vez mais sustentável, mais responsável e distintiva, moldando o futuro do setor em alinhamento com o Plano Reativar o Turismo | Construir o Futuro”, realçou a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, no âmbito do lançamento desta nova medida de apoio.

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VisitAzores Tourism Forum conclui: futuro está na não massificação e sustentabilidade

Os Açores recusam ser um destino massificado e, em contrapartida apostam no reforço da sustentabilidade. Algumas das conclusões do VisitAzores Tourism Forum, que refletiu sobre o futuro do setor na região.

Os Açores não podem tornar-se num destino turístico massificado. O número de visitantes a locais estratégicos tem de ser controlado, pois só assim será possível garantir ou mesmo reforçar a sustentabilidade do território. Estas foram algumas das conclusões do VisitAzores Tourism Forum, que refletiu sobre o futuro do setor na região.

A iniciativa, que contou com a participação de especialistas ligados ao turismo e não só, mas também de diversas entidades regionais, destacou também que a região tem de ser comunicada como um produto de experiências singulares, e que é decisivo reforçar a aposta na digitalização e na formação.

“Precisamos no país e, também na região, de dar um passo muito significativo e qualitativo na matéria do inquérito e do conhecimento dos que nos visitam e das experiências que valorizam aqui nos Açores”, afirmou o presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, que encerrou a edição de estreia do VisitAzores Tourism Forum, acrescentando que “isto bem esclarecido, bem informado, bem explicado, nos permitirá ter a adesão e a empatia desta gestão e controlo da nossa oferta turística, sobretudo aquela mais relacionada com a natureza frágil que temos para oferecer aos nossos visitantes.”

No evento, foram ainda identificados os desafios que a região enfrenta ao nível do setor do turismo. Neste sentido, a ATA – Associação Turismo dos Açores está determinada em desenvolver, como sublinhou Luís Botelho,  o seu diretor executivo, ações que contrariem a massificação dos principais pontos de interesse turístico.

“Os Açores podem começar a pensar em limitar a entrada de não residentes, impondo o pagamento de uma taxa de emissão de visto, que varie de acordo com a duração da estada (quanto maior a duração menor o valor), que pode ser investida na melhoria da rede de transportes públicos, da rede de abastecimento de energia elétrica e na conservação dos locais de interesse turístico” , afirmou o responsável, indicando ainda que “estas e outras medidas são de extrema relevância para os Açores, que se desejam ainda mais sustentáveis, tanto a nível social, como económico e ambiental.”

Já o secretário Regional do Turismo, Mário Mota Borges, destacou que “fomos a região do país que mais cresceu em número de dormidas nos nove primeiros meses do ano” para garantir que “em 2022, teremos uma diversidade inédita de companhias aéreas a voar para os Açores, consolidando a região como um destino de natureza e experiencial, que se diferencia por um modelo de turismo sustentável. Um destino singular, cuja proposta de valor assenta na sustentabilidade, nas suas qualidades naturais, nas pessoas e nas tradições das diferentes ilhas.”

Investir na digitalização do sector é o caminho

Quanto ao futuro, Mário Mota Borges, realçou que “teremos de investir na digitalização do setor. É fundamental caminharmos para um modelo de turismo inteligente, em que as decisões sejam suportadas por dados fidedignos e atualizados”

O responsável pela pasta do Turismo nos Açores acredita, conforme revelou, “na importância desses dados para prosseguirmos uma estratégia de diversificação e de valorização do destino, com dispersão dos fluxos turísticos por todas as ilhas e, tendencialmente, ao longo de todo o ano.”

Carolina Leñero viajou até aos Açores para apresentar a estratégia de turismo que a Costa Rica tem desenvolvido nos últimos anos e que até permitiu ao território da América Central receber o prémio de Melhor Marca País do Mundo. Para a Diretora da Marca País da Costa Rica, “o país perfeito não existe. Temos de construí-lo através dos nossos valores, das políticas públicas, da nossa cultura, da nossa identidade. Costa Rica é muito mais do que a natureza camufla e estou convencida que os Açores são iguais.”

Para além de outras intervenções, como José Filipe Torres, CEO da Bloom Consulting, ou de Carolina Leñero, diretora da Marca País da Costa Rica, Sérgio Carvalho, diretor de marketing da Fidelidade, Óscar García-Cosuegra, Audience & Data Director da CAETSU TWO, Paulo Humanes, diretor da Unidade Automóvel, Mobilidade e Cidades do CEiia, Gonçalo Trindade, da Direção Regional da Ciência e Transição Digital dos Açores, também Filipe Silva, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, sublinhou que “é importante ter a perceção do que as pessoas que nos visitam procuram, para perceber se estamos a ir ao encontro do que são as suas expetativas.”

O dirigente do Turismo de Portugal fez ainda questão de recordar que “90 e muitos por cento do que é o tecido empresarial do setor do turismo é composto por micro e pequenas empresas, com importantes desafios ao nível da capacitação e recursos disponíveis, para fazer face aos desafios. Por isso, se não fizermos bem o trabalho de casa em termos de intervenção do território, com preparação e capacitação, e se não promovermos uma boa articulação entre todos os atores que nele intervêm, não estamos a preparar-nos para receber da melhor forma os turistas que nos visitam.”

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