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9 em cada 10 portugueses vão gozar férias em 2017

O número é avançado por um estudo do IPDT em parceria com a Soltrópico e a Secretaria Regional de Turismo da Madeira.

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O número é avançado por um estudo do IPDT em parceria com a Soltrópico e a Secretaria Regional de Turismo da Madeira.

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Nove em cada dez portugueses vão gozar férias em 2017. Esta é a principal conclusão do estudo sobre as intenções de férias desenvolvido pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo em parceria com a Soltrópico e a Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira. Esta previsão é, no entanto, em tudo semelhante às conclusões apuradas no ano anterior.

Outro dos números recolhidos após conclusão do estudo mostra que 74% dos portugueses pretender gozar, pelo menos, um período de férias fora de casa durante o ano que agora iniciou. Os locais escolhidos devem recair em destinos nacionais, estando o Algarve – 31% – no topo da lista. Já no mercado internacional, destaca-se a Espanha. Fora da Europa, as preferências vão para os Estados Unidos e outros países da América – Cuba e México.

A principal motivação das férias será Sol&Mar, sendo que a Cultura e a Natureza assumem também um papel de realce. Agosto é o mês preferido, seguindo-se Julho e Setembro.

City-breaks na agenda

A maioria dos inquiridos afirmou ainda que pretende fazer City-breaks. Os destinos favoritos são, a nível nacional, o Porto e Norte de Portugal, Alentejo, Açores e Madeira. Quando a ideia passar por sair do país, Espanha, Itália, Reino Unido e França são os favoritos.

As principais motivações para estes períodos de férias mais curtos são as City-breaks, Cultura e Natureza, sendo que o Sol&Mar aparece apenas em quarto lugar, antes da Gastronomia e Vinhos e Saúde e Bem-Estar. A maioria dos inquiridos afirma ainda que pretende fazer duas a três viagens nestas condições: City-breaks.

Os períodos favoritos para estas pausas são Abril, Maio, Junho e Setembro, optando por diversos tipos de alojamento em que se destacam os hotéis de três e quatro estrelas, casa de familiares ou alugada.

Orçamento para férias

Para 2017, as decisões sobre as férias fora de casa vão ser ditadas pela poupança, com a maioria a reconhecer que faz sempre uma estimativa orçamental para as suas viagens e que as suas opções dependem de quanto conseguem poupar.

Referir ainda que as intenções de consumo turístico para este ano são superiores às de 2016, com uma previsão mais significativa de aumento do número de períodos de férias e da sua duração e um incremento menos substancial ao nível dos gastos.

O estudo teve por base um questionário aplicado pela Internet, promovido através de uma campanha no Facebook, que registou 612 questionários válidos e decorreu entre 14 e 28 de Novembro de 2016.

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Ministro admite que integração num grande grupo pode ser única maneira de “assegurar a viabilidade” da TAP

Num debate na Assembleia da República, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

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O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, admitiu esta quinta-feira, 13 de outubro, que a integração da TAP num grande grupo de aviação  “pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”.

Durante um debate na Assembleia da República sobre a privatização da TAP, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado tão fortemente globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

“A integração da TAP num grupo criaria sinergias importantes e traria resiliência para enfrentar a volatilidade tão característica da aviação. Esta pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”, acrescentou o governante, citado pela Lusa.

No entanto, Pedro Nuno Santos defende que a abertura do capital da TAP “será decidida no tempo e no modo que melhor defenda o interesse nacional”.

Depois de criticas à anterior privatização da TAP, feita pelo Governo de Pedro Passos Coelho, o ministro das Infraestruturas e da Habitação garantiu que, com o atual Governo, a privatização da TAP terá de assegurar condições para que a empresa seja mais competitiva, sustentável e que permita a expansão do ‘hub’ de Lisboa, que classificou como “o maior ativo da aviação nacional”.

Pedro Nuno Santos criticou ainda o maior partido da oposição por continuar a ser “incapaz de assumir uma posição clara” em relação à intervenção na TAP, sem dizer qual seria a sua solução para resolver a emergência que a companhia aérea enfrentou durante a pandemia.

“A nacionalização da empresa em 2020 teria de ser feita mesmo que a TAP fosse, à altura, totalmente privada. A intervenção pública não foi feita para a empresa ficar do lado do Estado, ela foi feita para garantir que a empresa não fechava. O que estava em causa não era ter uma TAP pública ou uma TAP privada, o que estava em causa era a sobrevivência ou a falência da TAP”, reiterou.

 

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Expo Abreu regressa em 8ª edição e promete descontos até 60%

A 8ª edição da Expo Abreu vai ter lugar no fim-de-semana de 22 e 23 de outubro, promovendo, mais uma vez, descontos em viagens que podem chegar aos 60%.

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Com descontos que podem chegar aos 60% nas mais de 110 lojas da rede espalhadas por todo o país, em abreu.pt e nos stands temáticos que, mais uma vez, estarão localizados nos principais centros comerciais, a Expo Abreu vai decorrer a 22 e 23 deste mês de outubro.

“A viagem que nos une” é o mote do Jornal Expo Abreu’22 e marca, segundo a empresa, “um momento de reencontro com os clientes, de quem desvendamos experiências vividas com a Agência Abreu”. Contados na primeira pessoa, estes testemunhos, refere ainda a Agência Abreu são resultado do passatempo “Viajante Abreu”, e “esta é uma forma de agradecermos a confiança que nos transmitem”.

O catálogo já está a ser distribuído nas lojas da rede em todo o país e está disponível online. Os stands localizados nos centros comerciais vão, igualmente, contar com a brochura.

Seja a pensar nas escapadas dos feriados ou em férias mais longas, este catálogo apresenta produtos e pacotes como os mercados de Natal nas cidades europeias, o fim de ano na Madeira, bem como destinos tropicais como as Caraíbas ou o Índico.

O Jornal Expo Abreu’22 destaca também o produto neve, cuja temporada se está a aproximar, e inclui ainda propostas para Europa, Estados Unidos, Médio Oriente, bem como o regresso das Grandes Viagens.

De regresso à Expo Abreu está também a Disneyland Paris, representando-se em espaços temáticos dedicados aos mais pequenos, no Braga Parque e no Oeiras Parque.

Entre as sugestões estão também dois dos produtos preferidos do cliente Abreu: Circuitos e Cruzeiros. Nos Cruzeiros, o destaque vai para o Exclusivo no Mediterrâneo, que irá celebrar 35 anos de canções a bordo de um cruzeiro.

Sobre este cruzeiro, refira-se que 16 de abril de 2023, o MSC Fantasia fará um itinerário de sete dias no Mediterrâneo, com partida e chegada de Lisboa. A bordo, os fãs de Tony Carreira terão oportunidade de assistir aos concertos e participar em ações-surpresa que o artista está a preparar. Para promover esta partida única, o próprio Tony Carreira vai estar presente em centros comerciais onde irá decorrer a Expo Abreu: 23 e 30 de outubro, no Braga Parque e Marshopping Matosinhos, respetivamente; e 6 de novembro no Fórum Almada.

Para Pedro Quintela, diretor de Vendas e Marketing, da Agência Abreu, “a realização da 8º edição da Expo Abreu, num ano onde sentimos de forma mais concreta a liberdade de viajar, é um marco importante, daí termos convidado os nossos clientes a falar sobre o quão bom é voltar a viajar connosco”.

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Portugal tem lugar no pódio no enoturismo

A qualidade do enoturismo coloca Portugal no pódio das regiões vinícolas mais famosas em todo o mundo, quer pela produção de vinhos, da cultura da vinha e das experiências relacionadas com estes setores. O enoturismo está a crescer a olhos vistos no nosso país e o seu desenvolvimento, em praticamente todas as regiões, permite criar um turismo diferenciador e possível de ser usufruído durante todo o ano.

Portugal é o segundo melhor país para os amantes de vinho visitarem nas férias, posição que ocupa pelo segundo ano consecutivo, destronado apenas pela Itália. Um recente estudo da Bounce destaca ainda países como Espanha, França, Nova Zelândia, Grécia, Chile, Argentina, Austrália e a Hungria no ranking dos 10 melhores.

O trabalho, que analisa fatores como o consumo e produção de vinho, a área dos vinhedos face à dimensão do país, as visitas de enoturismo e o custo médio da garrafa de vinho, visa dar a conhecer as melhores localizações para quem gosta de vinho visitar nas suas férias.

A Itália ocupa o primeiro lugar, sendo o maior produtor com 82 milhões de hectolitros por 100.000 pessoas e com cerca de 400 variedades de vinhas nativas no país, seguindo-se Portugal com o maior número de visitas de enoturismo.

Muitas pessoas adoram a experiência de experimentar coisas novas, o que é especialmente verdade com o vinho. De passeios em vinhedos e degustações de vinhos a novas misturas criadas por enólogos inovadores, o mundo do vinho oferece infinitas possibilidades para explorar. Os amantes do vinho levam isso ainda mais longe, viajando pelo mundo para vivenciar novas experiências.

Segundo a análise, Portugal tem duas regiões produtoras de vinho designadas como património mundial da UNESCO, uma das quais produz o vinho mais reconhecido de Portugal, o Porto, em homenagem à cidade do Porto. Esta reputação internacional de produzir vinhos únicos pode ser a razão pela qual este país também tem o maior número de tours de vinho. Esta designação da UNESCO tornou locais como o vale do Douro, berço do Porto, em atrações turísticas populares para os amantes do vinho, levando a um elevado número de passeios e provas de vinho.

O enoturismo representa um excelente veículo para quem quiser descobrir uma região através do vinho e conhecer todos os seus aspetos culturais e turísticos, e neste caso, as rotas do vinho desempenham um papel importante de organização e divulgação deste segmento.

Ao descobrir-se o vinho no seu meio natural, compreende-se que este não é uma bebida qualquer, mas sim um produto tradicional, cheio de história. Portugal é, todo ele, uma mancha vitícola pelo que o enoturismo representa um veículo para que as pessoas que visitam uma região possam descobrir, através do vinho, todos os aspetos culturais da mesma, do artesanato ao património paisagístico, arquitetónico e museológico, passando pela gastronomia.

Vinho é sinónimo de alegria, de amizade, de celebração. Nos últimos tempos, tem sido também sinónimo de crescimento no turismo, sobretudo com o setor a recuperar de um dos piores momentos de sempre, e com as pessoas a procurar cada vez mais destinos rurais.

Produto estruturante
Portugal, mais propriamente o Alentejo (Reguengos de Monsaraz), foi palco, o ano passado, da Conferência Mundial de Enoturismo, sob a égide da OMT – Organização Mundial do Turismo, com o mote “Enoturismo – um motor do desenvolvimento rural”, onde foi destacado o contributo deste segmento para o desenvolvimento regional e o seu potencial para gerar inovação e negócio para os territórios e para as empresas.

A Conferência incluiu apresentações e debates sobre as diversas dimensões do enoturismo, nos quais se incluem os temas relacionados com a inovação, a sustentabilidade, a gestão de destinos turísticos, bem como o cruzamento com a gastronomia e o reforço do conhecimento da procura e das tendências do consumidor.

É nesta perspetiva que a OMT olha para este segmento, como motor do crescimento das economias locais e de mudança social: “Este é um setor que pode liderar uma mudança positiva, especialmente em muitas comunidades rurais, criando empregos e oportunidades nas áreas mais despovoadas, impulsionando o crescimento económico e preservando o ambiente natural e cultural”, conforme testemunhou, no Alentejo, o seu secretário-geral, Zurab Pololikashvili.

Identificado na Estratégia Turismo 2027 (ET27) como um dos ativos qualificadores do destino, o enoturismo, pelas suas caraterísticas e valências, possui uma capacidade de atração e retenção de um público altamente qualificado e com elevado poder de compra, permitindo múltiplas âncoras de atração em todo o território e durante todo o ano, contribuindo assim para a coesão territorial da atividade turística e para a redução da sazonalidade, indica o Turismo de Portugal, que empenhado em manter o destino no topo das preferências dos turistas, lançou um programa de ação para o enoturismo.

Este programa implementa-se na prática através de ações de promoção e formação com o objetivo de potenciar o cross-selling entre ‘vinho’ e ‘turismo’, induzir boas práticas nos agentes do setor, contribuir para a estruturação e valorização de destinos e rotas de enoturismo e valorizar os territórios vinhateiros.

No que se refere à projeção internacional do enoturismo, sob a marca “PortugueseWineTourism”, têm sido desenvolvidas várias ações de promoção de Portugal enquanto destino de enoturismo nos mercados externos.

Este segmento assume centralidade nas iniciativas junto do trade internacional, bem como na captação de eventos internacionais, como foi o caso desta Conferência Mundial de Enoturismo da OMT.

Igualmente, a plataforma digital www.portuguesewinetourism.com que agrega a oferta de enoturismo nacional, conferindo-lhe maior escala e notoriedade nos mercados interno e externo e funcionado também como âncora na vertente de promoção internacional, tem tido um papel importante.

Foi também a Conferência de Reguengos de Monsaraz que deu o pontapé de saída para a criação do Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo, com vista a alargar o compromisso deste segmento a outras entidades, públicas e privadas, em todo o território nacional.

O Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo, coordenado pelo Turismo de Portugal, assume-se como um grupo de reflexão, debate e concertação sobre o enoturismo nacional, competindo-lhe também a formulação de recomendações com base nas prioridades estratégicas definidas.

Refira-se que 10% daqueles que nos visitaram em 2019, num universo global de 27 milhões de turistas, vieram pelo enoturismo e pelo vinho, mas o Governo acredita que “conseguimos mais”.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Solférias e Exoticoonline lançam programa especial para São Luís do Maranhão

Os operadores turísticos Solférias e Exoticoonline acabam de lançar no mercado um programa especial para mais um destino no Nordeste do Brasil. Trata-se de São Luís do Maranhão.

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Em nota de imprensa conjunta, os dois operadores turísticos referem que respondem, assim, ao desafio lançado pelo Governo do Estado do Maranhão a comercializar um voo especial para o destino e dar oportunidade aos portugueses de “conhecer todos os seus recantos e belezas”.

A Solférias e a Exoticoonline indicam ainda que é uma boa oportunidade, já que este programa o permite, de o mercado português descobrir “as encantadoras praias de São Luís”, bem como “explorar o incrível Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e as suas conhecidas lagoas entre dunas”.

Contando com o apoio da operadora Taguatur, que irá comercializar Portugal Continental e Açores como destinos turísticos, este voo especial, em equipamento Azores Airlines, tem data de saída agendada para o dia 12 de dezembro de 2022.

O programa de sete noites, encontra-se disponível para saídas de Lisboa e/ou de Ponta Delgada e apresenta preços a partir de 1.321 euros por pessoa em quarto duplo.

 

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15.ª Conferência Internacional de Turismo Cultural vai ser de 19 a 22 de outubro em Krk (Croácia)

A cidade croata de Krk acolhe, entre os dias 19 e 22 de outubro, a 15.ª Conferência Internacional de Turismo Cultural, promovida pela Rede Europeia de Turismo Cultural (ECTN).

A 15ª Conferência ECTN vai debater as últimas tendências na área da cultura, património e turismo sustentável, incluindo inovação, digitalização, criatividade e desenvolvimento de produtos de turismo cultural. A tónica será colocada no importante papel do património cultural e da digitalização no relançamento do turismo europeu, após a crise pandémica desde 2020.

O evento visa explorar os principais desafios, riscos e oportunidades para o desenvolvimento sustentável e responsável do turismo relacionado com a cultura e os bens patrimoniais, bem como sugerir medidas práticas para o desenvolvimento e promoção de produtos turísticos culturais. O tema abrange todas as formas de cultura, incluindo expressões culturais contemporâneas e todas as formas de patrimônio cultural.

Os apresentadores serão convidados a apresentar experiências relevantes, partilhar as suas melhores práticas, dar exemplos detalhados e fornecer recomendações práticas para preservar, restaurar, implantar e promover valores culturais e patrimoniais, com inovações para o desenvolvimento sustentável e responsável do turismo.

Entretanto, durante esta conferência serão conhecidos os Destinations of Sustainable Cultural Tourism​ Awards 2022. Este ano, o prémio incide sobre o tema Relançar o Turismo Europeu através do Património Cultural e da Digitalização, com vista incentivar o desenvolvimento de destinos turísticos sustentáveis ​​em toda a Europa. Foi lançado durante o Ano Europeu do Património Cultural 2018 e procura contribuir para o seu legado.

Os prémios serão atribuídos a realizações de destinos turísticos culturais que tenham produzido resultados significativos relacionados com a melhoria da experiência do visitante, respeitando as tradições e envolvendo as comunidades locais de acolhimento, abertos a todos os destinos turísticos da Europa, autoridades nacionais, regionais e locais, conselhos e associações de turismo, organizações de gestão de destinos, museus, centros de interpretação, rotas culturais, festivais e ONG culturais.

Resultam de uma parceria da European Travel Commission (ETC) com a Rede Europeia de Turismo Cultural (ECTN), a Europa Nostra e a Rede de Regiões Europeias para o Turismo Competitivo e Sustentável (NECSTouR).

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CEO da TAP preocupada com inflação, preço dos combustíveis e incertezas sobre procura

A “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener.

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A presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, alertou esta quarta-feira, 12 de outubro, que a “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a companhia.

“A inflação galopante, o disparar do preço do combustível, bem como as incertezas em relação à procura no próximo ano, são preocupações presentes e de futuro”, afirmou a presidente da comissão executiva da transportadora aérea nacional, em Ponte de Sor (Portalegre).

Na 6.ª edição da cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que se realiza no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, Christine Ourmières-Widener proferiu uma intervenção subordinada ao tema “TAP Air Portugal – O Caminho da Eficiência para o Futuro”.

Na sua intervenção, a responsável da TAP disse também já estar a preparar o verão de 2023 e lembrou que a companhia está limitada a uma frota de 99 aeronaves até 2025 e que teve de ceder alguns dos seus ‘slots’.

“Mas, mesmo assim, vamos conseguir aumentar a nossa capacidade no próximo verão, o que é muito positivo”, realçou.

Com as restrições de ‘slots’ no aeroporto de Lisboa, “o aumento da nossa frota para voar aviões maiores é a forma mais eficiente de lidar com a procura prevista”, defendeu Christine Ourmières-Widener.

“A TAP está concentrada em aumentar a fiabilidade da frota para que possamos evitar que as operações sejam penalizadas pela indisponibilidade de aeronaves e por questões técnicas desnecessárias”.

Segundo a presidente executiva da TAP, “a devolução da maioria dos ATR, aviões de menor capacidade”, vai permitir que a companhia passe “a operar com uma frota estável de 19 E-Jets e aumentar em quatro o número de Airbus” que opera atualmente.

No seu discurso, Christine Ourmières-Widener referiu ainda que “há muitos anos que a TAP não é uma empresa lucrativa” e que, “na verdade, nunca foi, apesar de ter tido resultados positivos em 2017 e de, em 2019, estar em expansão”.

“A pandemia parou o negócio quase totalmente e, com isso, agravou ainda mais as dificuldades da companhia, mas todos reconhecem que a TAP é uma empresa estratégica para Portugal e, por isso mesmo, o Estado português resolveu intervir para a salvar”, aludiu.

A presidente executiva reconheceu que esta intervenção foi “a um preço alto para os contribuintes, é verdade, mas com a certeza de que tudo será feito para tornar a companhia aérea nacional uma empresa sustentável a longo prazo”.

Desde que ‘aterrou’ na TAP, devido à situação “muito difícil” que encontrou, “não só económica e financeiramente, mas também no local humano”, tem sido “doloroso para todos [e] continua a ser”, mas existe hoje “uma oportunidade para criar uma TAP melhor, mais forte”.

“É, na realidade, a última oportunidade. Depois da injeção de capital do Estado este ano, a TAP não poderá receber mais apoios durante 10 anos. Como não recebia há mais de 20. Não podemos falhar”, assumiu.

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Governo apoia empresas do setor do turismo dos territórios afetados pelos incêndios com 10 milhões de euros

Além das três linhas de apoio apresentadas pelo Governo, o Turismo de Portugal apresentou a campanha “Grandes em…” que irá incidir em meios digitais no mercado nacional e internacional.

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O Governo lançou, em Manteigas, no distrito da Guarda, três linhas de apoio no valor global de 10 milhões de euros para as empresas do setor do turismo dos territórios afetados pelos incêndios do verão.

No âmbito do plano de apoio e recuperação económica das zonas do país mais afetadas pelos incêndios, o Turismo de Portugal apresentou nesta vila do coração da serra da Estrela, numa sessão que contou com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, as linhas de apoio às empresas e aos territórios afetados pelos incêndios e uma campanha promocional de aldeias e vilas do interior intitulada “Grandes em…”.

As três ajudas financeiras que constam da resolução aprovada pelo Conselho de Ministros, disponibilizam três milhões de euros para apoio à tesouraria das empresas, cinco milhões de euros para a qualificação da oferta e dois milhões de euros para transformar o turismo no território (para entidades públicas e também de natureza associativa).

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, referiu que “a resolução do Conselho de Ministros inclui várias medidas, de várias áreas”, e, em Manteigas, foi apresentada a parte “relativa à área do Turismo, que encerrava quatro dimensões (as três linhas de apoio e a campanha promocional)”.

Segundo a SETCS, os instrumentos disponibilizados são “muito competitivos”, são “bastante interessantes” e correspondem às preocupações que os empresários demonstraram numa reunião realizada recentemente em Manteigas.

Rita Marques assumiu que tem “muitas” e “boas” expectativas em relação ao aproveitamento das verbas pelos empresários do setor do turismo.

Na mesma sessão, o Turismo de Portugal apresentou a campanha “Grandes em…”, que aposta na divulgação de aldeias e vilas do interior e mostra as especificidades dos diferentes territórios, em particular dos mais afetados pelos incêndios, nomeadamente a serra da Estrela.

A campanha vai ser feita através de meios digitais no mercado nacional e internacional, a começar por Espanha, referindo o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, que a iniciativa visa “colocar aldeias e vilas nos destinos turísticos do mundo” e que as medidas pretendem “repor a normalidade” da atividade turística nos territórios e “aumentar a sua resiliência”.

Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro, disse na sessão que as medidas expostas são “importantes” para a região e “uma oportunidade para que o território seja mais competitivo e atrativo”.

Já o presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu, anunciou que aquela entidade está a preparar um plano de promoção da região, que não se restringe apenas aos seis concelhos afetados pelos incêndios, mas a toda a sua área.

Por sua vez, o autarca de Manteigas, Flávio Massano, afirmou que a serra da Estrela é “uma das principais marcas” do país e o seu território “está vivo”.

Recorde-se que o grande incêndio na serra da Estrela deflagrou no dia 6 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã (distrito de Castelo Branco) e rapidamente alastrou a outros concelhos da zona da serra da Estrela. De acordo com os dados oficiais, este fogo consumiu 28 mil hectares do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), sendo que o Governo aprovou a declaração de situação de calamidade para este território, a qual vigora durante um ano.

Já no dia 15 de setembro, o Governo tinha aprovado medidas no valor de 200 milhões de euros para aplicar nos concelhos com maior área ardida este ano em Portugal. Além dos municípios da serra da Estrela (Celorico da Beira, Covilhã, Gouveia, Guarda, Manteigas e Seia), também são elegíveis para estes apoios os municípios de Carrazeda de Ansiães (Bragança), Mesão Frio (Vila Real), Murça (Vila Real), Vila Real, Albergaria-a-Velha (Aveiro), Alvaiázere (Leiria), Ansião (Leiria) e Ourém (Santarém).

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TAP acaba com tarifa Basic nos voos de Portugal, Europa e Norte de África

A nova estrutura tarifária da TAP entrou em vigor esta terça-feira, 11 de outubro, e abrange os bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

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TAP anunciou que, a partir desta terça-feira, 11 de outubro, procedeu a uma  simplificação tarifária, que prevê o fim da tarifa Basic nos bilhetes que não incluam percursos intercontinentais, nomeadamente em território nacional, Europa e Norte de África.

“Desta forma, nas vendas a partir de 11 de outubro e para voos em Portugal, restante Europa e norte de África, a iniciar a partir de 11 de novembro, os Clientes da TAP vão poder continuar a adquirir os produtos Discount, Classic e Plus em classe económica e Executive e TOP Executive em classe executiva”, indica a companhia aérea de bandeira nacional em comunicado.

Segunda a TAP, apesar da alteração, os tarifários mantêm “as características anteriores”, passando a existir apenas três tarifas de classe económica, “com vista a proporcionar uma oferta flexível e personalizável, com mais transparência, clareza e simplicidade”.

“Assim, nas viagens em Portugal, restante Europa e Norte de África, os passageiros passam a ter três opções para viajar em classe económica e duas em classe executiva, às quais correspondem cinco tarifas com serviços e ofertas diferentes e à medida das necessidades de cada passageiro”, acrescenta a companhia.

Para quem viaja apenas com bagagem de mão, a tarifa Discount é ideal, enquanto quem quiser transportar, pelo menos, uma peça de bagagem de porão e que deseje reservar o seu lugar a bordo pode fazê-lo com a tarifa Classic. Já a tarifa Plus permite mais conforto e flexibilidade, assim como a possibilidade de reservar lugar nas filas da frente, além de check-in prioritário e flexibilidade na alteração de bilhetes.

“Independentemente da tarifa escolhida, os Clientes podem também, a qualquer momento, adquirir serviços extra ou o upgrade para a tarifa seguinte”, refere ainda a TAP.

Todas as informações sobre a nova estrutura de tarifas da TAP estão disponíveis no site da companhia aérea.

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“Winds of Change” marca tema do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo

O congresso organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) decorre de 16 a 18 de novembro.

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) desvendou esta terça-feira o programa do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que este ano decorre de 16 a 18 de novembro em Fátima, no Centro Pastoral Paulo VI.

Sob o tema “Winds of Change”, a associação assegura em comunicado que a edição deste ano “irá abrir com uma visão da sociedade aos dias de hoje e dos principais temas fraturantes transversais, para depois mergulhar em temas mais específicos da Hotelaria”.

“Têm sido anos de desafios e ameaças, tão inéditas quanto inesperadas – pandemia, guerra e inflação –, com consequências e impactos inegáveis no nosso setor de atividade, num calendário que está ainda por definir. Ignorar tudo o que já mudou, e ainda poderá mudar, ou agir recorrendo a lógicas e mecanismos do passado, dificilmente se constituirá como uma solução válida, ou fórmula vencedora”, defende a AHP em comunicado.

Nesse sentido, a associação declara que este é “o momento de ‘redesenhar o jogo’, enfrentando, juntos, estes ventos de mudança”. O programa completo do congresso, que aborda temas como a sustentabilidade, a captação de recursos humanos e as tendências e desafios do wellbeing para a indústria hoteleira, pode ser consultado aqui.

As inscrições para o Congresso encontram-se abertas até 11 de novembro. Para lá dos associados da AHP, também os associados da ADHP e da ACISO – Associação Empresarial de Ourém têm condições especiais de inscrição. Conheça as condições e inscreva-se no website do congresso.

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África quer transformar o turismo para crescimento e oportunidades

A África compromete-se a repensar o setor do turismo e o seu papel central na condução do crescimento e das oportunidades em todo o continente.

A 65ª sessão da Comissão Regional da OMT para África, que reuniu cerca de 25 Ministros do Turismo e representantes de alto nível de 35 países, bem como líderes do setor privado, teve lugar na Tanzânia. Poucos dias após a OMT celebrar o Dia Mundial do Turismo, o encontro abraçou o tema desse dia de ‘ Repensar o Turismo’ , com foco em inovação, branding, emprego e educação e parcerias.

No seu discurso de boas-vindas, o Secretário-Geral da OMT, Zurab Pololikashvili destacou “o turismo em África tem uma longa história de recuperação. E mostrou a sua resiliência novamente. Muitos destinos estão relatar fortes números de chegadas, mas devemos olhar além dos números e repensar como o turismo funciona para que o nosso setor possa aproveitar o seu potencial único de transformar vidas, impulsionar o crescimento sustentável e oferecer oportunidades em toda a África”.

A reunião da Comissão Regional da África foi realizada no momento em que a recuperação do turismo está em andamento em todo o continente.

De acordo com os dados mais recentes da OMT, nos primeiros sete meses do ano, as chegadas internacionais em toda a África aumentaram 171% em relação aos níveis de 2021, impulsionadas em grande parte pela procura regional.

Para ajudar os membros a capitalizar a retoma do setor e construir maior sustentabilidade e resiliência, a OMT está a priorizar empregos e formação juntamente com investimentos maiores e mais direcionados ao turismo.

As discussões na reunião da Comissão centraram-se na recuperação imediata e a longo prazo do turismo em todo o continente, inclusive através da redefinição do roteiro da Agenda da OMT para África 2030. Os principais tópicos destacados pelos participantes de alto nível incluíram a aceleração do turismo para o crescimento inclusivo, o avanço da sustentabilidade do setor e o papel das parcerias público-privadas para alcançar esses dois objetivos.

Paralelamente, também foi discutida a maior relevância da conectividade aérea, incluindo viagens aéreas de baixo custo no continente, bem como a necessidade premente de apoiar as pequenas e médias empresas na obtenção das ferramentas digitais e do conhecimento de que precisam para competir.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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