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“A tendência de crescimento turístico nos Açores irá manter-se!”

Marta Guerreiro é a secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo nos Açores. Por liderar uma pasta que registou
um crescimento histórico em 2016, o Publituris quis perceber de que é feita a estratégia que tem dado tão bons resultados. A entrevista com a governante foi uma viagem longa: marketing, alojamento local e tradicional, abertura de novas rotas, taxas turísticas e o futuro do destino foram tópicos de conversa. Mas houve mais.

Ângelo Delgado
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“A tendência de crescimento turístico nos Açores irá manter-se!”

Marta Guerreiro é a secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo nos Açores. Por liderar uma pasta que registou
um crescimento histórico em 2016, o Publituris quis perceber de que é feita a estratégia que tem dado tão bons resultados. A entrevista com a governante foi uma viagem longa: marketing, alojamento local e tradicional, abertura de novas rotas, taxas turísticas e o futuro do destino foram tópicos de conversa. Mas houve mais.

Ângelo Delgado
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Marta Guerreiro é a secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo nos Açores. Por liderar uma pasta que registou um crescimento histórico em 2016, o Publituris quis perceber de que é feita a estratégia que tem dado tão bons resultados. A entrevista com a governante foi uma viagem longa: marketing, alojamento local e tradicional, abertura de novas rotas, taxas turísticas e o futuro do destino foram tópicos de conversa. Mas houve mais.

Qual a estratégia preparada para o Turismo da região?

Há necessidade de acautelar e assegurar a manutenção dos níveis de sustentabilidade ambiental e paisagística que elevam a nossa atractividade e valorizam a nossa imagem como Destino Turístico de Natureza. É também por isso que a estratégia, a partir daqui, assentará desde logo no PEMTA – Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores, uma ferramenta de trabalho que entrou em vigor em 2016 e que será fundamental para a abordagem que será feita ao sector, nos próximos anos, ao nível do marketing e comunicação. Os seus principais objectivos são alavancar a notoriedade dos Açores junto dos consumidores finais; posicionar a região como um destino exclusivo de natureza exuberante; promover a cooperação permanente entre os intervenientes públicos e privados na sua execução; melhorar a competitividade do destino e aumentar os fluxos turísticos, tendo de forma subjacente a salvaguarda da sustentabilidade económica, ambiental e sociocultural do território. Em termos globais, o Governo Regional propõe, para os próximos quatro anos, dar prioridade: à qualificação do destino, no que diz respeito à inovação de produtos e serviços e à consolidação de uma oferta diversificada; à promoção da sustentabilidade interna da actividade turística em todas as suas vertentes e da sustentabilidade de fluxos turísticos que resultem na criação efectiva de emprego e de riqueza; ao aumento da eficácia da promoção e da eficiência nas acessibilidades. O sector tem galopado imenso nos últimos anos nos Açores – tal como no resto do País – sendo que a abertura de novas rotas aéreas e o surgimento das low-cost foram grandes alavancas para esse fenómeno.

A região está preparada, ao nível de camas e unidades hoteleiras, para acompanhar este crescimento?

O Turismo dos Açores tem vivido um dinamismo sem precedentes, reforçado em 2015 com a entrada em vigor dos novos modelos de acessibilidade à Região e das obrigações de serviço público. Ainda assim, este crescimento tem evoluído de uma forma alinhada entre a oferta e a procura. Face ao aumento da procura, a oferta regional de camas tem vindo a crescer a um ritmo mais acentuado nos últimos anos, tendo aumentado cerca de 36% desde 2012, até à data. Existem actualmente 16 030 camas, dispersas por todas as tipologias de alojamento, desde o tradicional ao local e ainda o TER – Turismo em Espaço Rural, quando em 2012, este número era de 11 806. Sendo certo que, neste momento, o tipo de alojamento nos Açores caracteriza-se pela hotelaria tradicional, TER – Turismo em Espaço Rural, Alojamento Local, parques de campismo e Pousadas de Juventude. Esta Secretaria estará empenhada em promover um equilíbrio entre os tipos de alojamento actuais e outras modalidades que possam representar novos desafios face ao tipo de Turismo que promovemos.

4) Stand Up Paddle Board

Estão previstos novos hotéis no arquipélago, nomeadamente na Terceira e São Miguel?

Daremos prioridade às unidades que melhor se enquadrarem na estratégia definida para o Turismo nos Açores, tendo também em conta o Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA) e a sua revisão. Nos próximos anos a oferta de alojamento nas ilhas Terceira e São Miguel irá aumentar, com forte probabilidade de entrarem em funcionamento dentro de dois anos. Ainda neste sentido de crescimento e de desenvolvimento conjunto das várias ilhas, devo também referir que ilhas como o Faial, São Jorge e Pico também têm previsto novos estabelecimentos hoteleiros.

O Alojamento Local também tem sido visto como um “substituto” tendo em conta a ausência de camas em alguns destinos. É assim nos Açores?

O Alojamento Local não substitui o alojamento tradicional e aparece como uma outra oportunidade para complementar para determinados segmentos de mercado, que habitualmente não recorrem às tipologias tradicionais. Importa ainda referir que as próprias características do turista actual fazem com que haja uma maior procura por este tipo de alojamento. O crescimento do tipo de turista independente/particular, face ao tradicional modelo de tour operação, é a prova de que os Açores também mostraram capacidades de adaptação da oferta à procura, promovendo um equilíbrio no sector. Atendendo às especificidades das nossas ilhas, o alojamento turístico local tem um especial enquadramento na região. Assume uma importância relevante no âmbito da oferta regional de alojamento turístico, pelo seu carácter diferenciador e pela sua capacidade de promover a preservação e valorização do património existente, ao modernizar e adaptá-lo para utilização turística.

Ligações aéreas

A ilha Terceira recebeu no final do ano que agora findou uma operação da Ryanair. Estão previstas novas rotas e a entrada de novas companhias aéreas no universo Açores?

Além das intenções de novas rotas, é importante reforçar os mercados prioritários em termos de captação de novos voos e de promoção, nomeadamente, os EUA, França, Reino Unido, Canadá, Itália e Alemanha. Tendo em conta que os fluxos turísticos não se criam apenas com novos voos directos para a região, mas também através do tráfego de ligação, com preço e tempo de duração de viagens convenientes. Temos como objectivo garantir a sustentabilidade e fiabilidade das acessibilidades aéreas, mas também fomentar novas ligações para mercados emissores que se demonstrem adequados e enquadrados nos segmentos definidos no PEMTA. A SATA continuará a ter um papel preponderante nesta estratégia de captação de novos fluxos, mas trabalharemos com todas as companhias aéreas ou operadores turísticos que se nos afigurem com capacidade para a supracitada sustentabilidade e fiabilidade de novas rotas. Tem sido transmitida, pelo sector turístico regional, a ideia de que os Açores são um dos destinos mais sustentáveis do Mundo.

3) Mountain Biking in Terceira island

De que forma colocarão esta ideia em prática?

A nossa aposta tem passado e continua a passar por aumentar a notoriedade internacional dos Açores como um destino de natureza de excelência, procurando reforçar, perante os mercados externos, o nosso posicionamento em prol desta imagem e pondo em destaque as nossas características de sustentabilidade, ambientais e paisagísticas. Esta ideia não é recente e tem vindo a ser posta em práctica sucessivamente pelos últimos governos regionais, que sempre defenderam políticas ambientais e turísticas conciliatórias de boas práticas ambientais, salvaguardadas legalmente de forma a preservar a nossa identidade paisagística, enquanto elemento diferenciador e principal mais-valia de competição com os destinos concorrentes. Assim, a nossa prioridade é proteger e preservar o património natural e cultural dos Açores, criando condições para que a qualidade de vida das nossas comunidades não seja comprometida no presente e no futuro.

O Bloomberg catalogou os Açores como “a nova Islândia”, um elogio que é uma espécie de promoção externa sem custos. Como é que o Governo Regional poderá capitalizar estes louvores vindos do exterior?

Este tipo de “elogios”, com que felizmente e cada vez com maior frequência temos vindo a ser distinguidos internacionalmente, são sempre muito bem recebidos. Este tipo de menções que premeiam as políticas de sustentabilidade que têm sido aplicadas na região confirma que estamos a trabalhar para nos tornarmos num verdadeiro destino turístico sustentável. Olhamos para estas referências internacionais como formas de promoção externa eficazes e sem custos. Para além de fortalecerem a nossa imagem como Turismo de Natureza, também são aproveitadas nos nossos planos de comunicação, potenciando o nosso património natural e a especial apetência do nosso destino para um Turismo activo e de aventura. O Turismo dos Açores capitaliza esta exposição associando a sua promoção ao apoio de eventos internacionais relevantes que distingam os atributos de natureza – mergulho, surf, btt, trail run, parapente, etc. – garantindo não só as externalidades positivas do impacto directo da participação de um elevado número de pessoas, como também obtendo junto daqueles nichos de mercado grande notoriedade.

Qual o montante disponível para a promoção externa dos Açores em 2017? Relativamente a 2016, as verbas aumentaram? Em que formatos será feito o investimento?

Tendo em conta que o acto eleitoral decorreu em Outubro passado, este é o momento de preparação da nova legislatura para os próximos quatro anos ao nível das acções e dos orçamentos, não se prevendo qualquer diminuição. No que diz respeito ao sector do Turismo, é nosso objectivo continuar a trabalhar em quatro eixos fundamentais para o desenvolvimento turístico da região: a qualificação e a sustentabilidade do destino; a eficácia da promoção e nas acessibilidades. Estamos convictos de que com o empenhamento de todos os nossos parceiros públicos e privados, aproveitando de forma ainda mais organizada e assertiva os recursos destes, somos capazes de obter ainda maior notoriedade do destino para a indústria do Turismo.

A aplicação de taxas turísticas nos Açores é um assunto que tem estado em cima da mesa. Recentemente, afirmou que “a sua aplicação será pontual”, ou seja, presume-se pelas suas palavras que não se trata do modelo, por exemplo, seguido por Lisboa?

Temos zelado sempre por um crescimento harmonioso, do ponto de vista ambiental, cultural e social, que não ponha em causa a sustentabilidade do nosso destino e a valorização da nossa identidade turística como destino de Turismo de natureza. Subjacente a estas premissas, há que ter em conta que o usufruto continuado e frequente dos nossos recursos turísticos pode por em causa a sua atractividade e a sua sustentabilidade e que no conjunto dos recursos há aqueles que pela sua atractividade estão sujeitos a maior pressão turística. Este tipo de cobranças não são novidade nos Açores (Centro de Interpretação, Parques Naturais, piscinas naturais, etc.) e são praticados na generalidade dos destinos turísticos mundiais a preços bem mais elevados do que aqueles que praticamos.

Números na região

Que balanço fazem das operações turísticas nos Açores em 2016?

Apesar de ainda não termos dados finais, tudo indica que 2016 se confirmará como o melhor ano de sempre do Turismo nos Açores. Com destaque para as mudanças ao nível da melhoria das acessibilidades à região. No que diz respeito à hotelaria tradicional e Turismo em Espaço Rural, foi possível alcançar 1,4 milhões de dormidas nos primeiros dez meses deste ano, o que representa um crescimento de 22% face a igual período de 2015, que, por sua vez, já havia registado um crescimento considerável face a 2014. Relativamente ao emprego, o número de pessoas que está empregada em unidades de hotelaria tradicional e de Turismo em Espaço Rural aumentou de 1.697 em Setembro de 2014 para 2.114 em Setembro de 2016, o que traduz um crescimento de 24,6% em dois anos. Os proveitos totais nas mesmas tipologias de alojamento referenciadas acima cresceram 31,4% em termos homólogos, para 65 milhões de euros até Outubro de 2016.

5) Whale Watching

Que mercados mais cresceram? E quais os que tiveram um desempenho abaixo do esperado?

Segundo os dados do Serviço Regional de Estatística relativos às dormidas de Janeiro a Outubro, no alojamento tradicional e TER verificou-se um crescimento de todos os mercados prioritários, com excepção da Suécia. Aqueles que apresentaram melhores resultados em 2016 e face ao ano anterior foram os EUA e a Espanha, com crescimentos da ordem dos 58,1% e 50%, respectivamente, seguidos da Holanda (22,7%), Bélgica (19,5%), Canadá (18,9%), França (17,4%), Alemanha (17,1%) e Reino Unido (14,8%).

Quais as vossas expectativas para o Turismo nos Açores para 2017?

Parece-nos importante começar por referir os resultados divulgados pelo Banco de Portugal este mês de Dezembro, onde os Açores são a região do País com maior destaque no que diz respeito ao crescimento da actividade turística (30%) nos primeiros dez meses de 2016. Para nós, estes valores mostram que as medidas estratégicas desenhadas para o sector do Turismo, na prática, apresentam bons resultados e manifestam que o potencial turístico dos Açores está a encontrar a sua identidade ao posicionar-se favoravelmente dentro dos segmentos de procura. As expectativas são de optimismo, face às novas operações aéreas já anunciadas e ao aumento previsto da disponibilidade dos voos. Além disso, acreditamos que os Açores e os empresários turísticos estão cada vez mais empenhados em crescer, pelo que à partida esta tendência de crescimento, dos últimos anos, manter-se-á.

Sobre o autorÂngelo Delgado

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OMT: 46 destinos mantêm fronteiras totalmente fechadas aos turistas

A OMT revela, no seu relatório sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira, que um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional.

Um total de 46 destinos no mundo (21%) estão atualmente com as fronteiras totalmente fechadas ao turismo internacional, e destes, 26 mantêm-se completamente fechados pelo menos desde o final de abril de 2020, revela o relatório da OMT sobre restrições de viagens, divulgado sexta-feira. 

O documento da Organização Mundial do Turismo conclui que outros 55 (25% de todos os destinos em todo o mundo) continuam comas suas fronteiras parcialmente fechadas ao turismo internacional, e 112 (52% exigem à chegada aos turistas teste PCR ou antigéneo. 

A OMT destaca, no relatório divulgado na sua página de internet, que 85 destinos (39% de todos os destinos no mundo) abrandaram as restrições para turistas internacionais totalmente vacinados, mas apenas quatro destinos levantaram até agora todas as restrições relacionadas com a Covid-19 (Colômbia, Costa Rica, República Dominicana e México). 

“Abrandar ou suspender medidas com segurança é essencial para que o turismo seja retomado”, afirmou o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, na publicação. 

“Os desafios contínuos colocados pela pandemia indicam a importância de as autoridades nacionais garantirem que procedimentos e requisitos possam ser geridos de maneira oportuna, confiável e consistente em todos os sistemas e plataformas de informação, para manter a confiança e facilitar ainda mais a mobilidade internacional”, concluiu Zurab Pololikashvili. 

Como nas edições anteriores da pesquisa, este último relatório mostra que as diferenças regionais em relação às restrições de viagem permanecem. A Ásia/Pacífico continua a ser a região com mais restrições em vigor, com 65% de todos os destinos totalmente fechados, enquanto a Europa é a região do mundo mais aberta aos turistas internacionais (7% das fronteiras totalmente fechadas), seguida da África (9%), das Américas (10%) e do Médio-Oriente (15%). 

Sobre o autorCarolina Morgado

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UE leva muito a sério nova variante e vai atuar rapidamente (c/ vídeo)

Depois de conhecidas as notícias sobre a nova variante altamente mutante na África do Sul, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, afirmou que a UE está a “levar muito a sério” esta questão.

Publituris

A presidente da Comissão Europeia afirmou esta sexta-feira, 26 de novembro, que a União Europeia (UE) está a “levar muito a sério” a nova variante do coronavírus, identificada inicialmente na África do Sul, exortando a ação “rápida e unida” dos Estados-membros.

“Estamos a levar muito a sério as notícias sobre a nova variante altamente mutante. Sabemos que as mutações podem levar ao aparecimento e à propagação de ainda mais variantes do vírus que se podem disseminar a nível mundial dentro de poucos meses, pelo que é agora importante que todos nós na Europa atuemos muito rapidamente, de forma decisiva e unida”, vincou Ursula von der Leyen.

Horas depois de ter anunciado que vai propor a ativação de um mecanismo travão para suspender voos da África Austral com destino à UE, devido ao aparecimento de uma nova variante do SARS-CoV-2, a líder do executivo comunitário insistiu que “todas as viagens de avião para estes países devem ser suspensas” a partir daquela região “e de outros países afetados”, novamente sem precisar.

“Devem ser suspensas [as viagens] até termos um entendimento claro sobre o perigo que esta nova variante representa e os viajantes que regressam desta região devem respeitar regras rigorosas de quarentena”, vincou a responsável.

Afirmando ter hoje discutido esta situação “em várias chamadas telefónicas e videoconferências com cientistas e fabricantes de vacinas”, Ursula von der Leyen apontou que “também eles apoiam plenamente tais medidas de precaução para evitar a propagação internacional desta variante”.

“Também depende de todos nós, como cidadãos, contribuir para um melhor controlo da pandemia. Por favor, vacinem-se o mais depressa possível, se ainda não o tiverem feito”, apelou a responsável.

A porta-voz adjunta da Comissão Europeia, Dana Spinant, indicou há algumas horas que para esta tarde está marcada uma reunião do grupo de Resposta do Conselho a situações de crise (IPCR), juntando Estados-membros, instituições europeias e especialistas, na qual se decidirá então a ativação do mecanismo de travão de emergência.

“Vamos realizar esta reunião do IPCR precisamente porque queremos ter medidas rápidas, coordenadas e consistentes em vigor para evitar que haja lacunas através das quais o vírus encontre o seu caminho para a Europa”, acrescentou Dana Spinant, durante a conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.

Certo é que o executivo comunitário está a “acompanhar de muito perto a evolução no que diz respeito a esta variante”, trabalhando nomeadamente “com a Agência Europeia para a Segurança da Aviação, que está a preparar uma recomendação aos aeroportos e companhias aéreas sobre esta matéria”, referiu.

Além disso, “o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças [ECDC, na sigla inglesa] classificou hoje de manhã esta variante como variante de interesse”, o que significa que requer monitorização, adiantou a porta-voz.

Esta nova variante do coronavírus foi detetada na África do Sul, o país africano oficialmente mais afetado pela pandemia e que está a sofrer um novo aumento de infeções, anunciaram na quinta-feira cientistas sul-africanos.

A variante identificada até ao momento como B.1.1.529 tem um número “extremamente elevado” de mutações, de acordo com aqueles cientistas.

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Subida de casos de COVID-19 põe em causa temporada de neve, alerta GlobalData

Um estudo recente da GlobalData estima uma redução da procura por férias de neve já em dezembro, devido ao aumento do número de casos de COVID-19 na Europa.

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A GlobalData veio esta sexta-feira, 26 de novembro, alertar que o aumento recente do número de casos de COVID-19 pode poder em causa a temporada de neve na Europa e diz que as estâncias de esqui devem assistir a uma redução da procura já este mês de dezembro, de acordo com o mais recente estudo de opinião desta empresa de análise de dados.

Num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, a GlobalData lembra que, nos meses de dezembro e janeiro, o mercados das viagens e turismo costuma ser positivamente afetado pela procura por destinos de neve, como aconteceu em 2019, em que a Europa assistiu a um aumento de 38,3% no total de viagens entre novembro e dezembro.

No entanto, segundo Ralph Hollister, analista de viagens e turismo da GlobalData, se no passado este aumento estava, em grande parte, associado aos destinos de neve e esqui, este ano, não se espera que este efeito se mantenha, uma vez que “a procura deverá ser afetada pelo comportamento da pandemia”.

O estudo GlobalData’s Q3 2021 Consumer Survey apurou que, entre os consumidores europeus, 25% continuam “extremamente preocupados” com a COVID-19, uma percentagem que, segundo a GlobalData, é “tão significativa” que não pode ser um bom indicador.

No comunicado divulgado, a GlobalData diz mesmo que “espera que muitos europeus parem ou cancelem seus planos de férias se virem que a transmissão do vírus está a começar a surgir novamente”.

Segundo Ralph Hollister, esta possibilidade está já a preocupar países com a França, a Suíça ou a Itália, principalmente devido ao aumento do número de casos de COVID-19 na Alemanha, que é um dos principais mercados consumidores de férias de neve na Europa.

“A situação do COVID-19 na Alemanha pode ser um fator decisivo para o sucesso da próxima temporada de esqui na Europa. A Alemanha tem mais esquiadores do que qualquer outro país da Europa, o que torna esse mercado fonte incrivelmente importante para destinos de esqui”, considera o responsável.

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AHRESP pede “apoios robustos” para compensar encerramento de discotecas em janeiro

Governo decretou o encerramento destes estabelecimentos de animação noturna entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, o que deverá ter um “impacto negativo” nestas empresas, segundo a AHRESP.

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O encerramento das discotecas entre 2 e 9 de janeiro, conforme anunciado pelo primeiro-ministro, António Costa, esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, exige a adoção de “mecanismos robustos de apoio” a estes estabelecimentos, considera a AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.

Num comunicado divulgado esta sexta-feira, a associação defende que os setores que representa “foram visados” pelas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro para travar a subida do número de casos de COVID-19, com destaque para o encerramento das discotecas na semana de 2 a 9 de janeiro, apelidada de ‘semana de contenção’, que segundo a associação vai ter um “impacto negativo” nestas empresas.

“Pelo impacto negativo que estas novas restrições irão provocar, a AHRESP já propôs ao Governo a criação de mecanismos robustos de apoio e reparadores destas consequências no domínio da liquidez e dos custos salariais”, adianta a associação na informação divulgada.

Além do encerramento das discotecas entre 2 e 9 de janeiro, semana em que também o teletrabalho será obrigatório, o Governo decretou a apresentação obrigatória do certificado digital para acesso a restaurantes, assim como de teste negativo para a bares e discotecas,  bem como o uso de máscara facial em espaços fechados.

 

 

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Vários países europeus suspendem voos provenientes da África Austral

A indicação de uma nova variante no continente africano fez soar todos os alarmes na Europa, com vários países a suspender os voos provenientes da África Austral.

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A Comissão Europeia deverá propor esta sexta-feira, 26 de novembro, a suspensão de voos provenientes da África Austral com destino à União Europeia (UE) devido ao aparecimento de uma nova variante do SARS-CoV-2, causador da COVID-19, no continente africano, anunciou Ursula von der Leyen, numa curta publicação na rede social Twitter.

“A Comissão Europeia proporá, em estreita coordenação com os Estados-membros, ativar o travão de emergência para parar as viagens aéreas da região da África Austral devido à variante de preocupação B.1.1.529”, indicou hoje a presidente da instituição.

Este anúncio vem na sequência de uma comunicação realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reportando a primeira mutação da nova variante da África do Sul a 11 de novembro.

Rapidamente, diversos países – Alemanha, Reino Unido, Singapura, Áustria, França, Itália, Japão, Áustria ou Israel – proibiram a entrada de voos provenientes da África do Sul, Botsuana, Essuatini (antiga Suazilândia), Lesoto, Namíbia, Zimbabué, Moçambique

Sobre estas restrições a OMS já veio considerá-las prematuras, sugerindo que se continue a implementar medidas com base no risco e na evidência científica.

Este travão de emergência, implementado na UE devido à pandemia, visa fazer face a situações preocupantes, como novas variantes, permitindo aos Estados-membros o endurecimento de medidas para travar a progressão do coronavírus SARS-CoV-2.

O anúncio feito pela presidente da Comissão Europeia surge um dia após a instituição ter proposto uma atualização das recomendações sobre viagens de cidadãos de países terceiros para a UE, para dar prioridade aos viajantes vacinados contra a COVID-19.

Também na quinta-feira, 25 de novembro, o executivo comunitário propôs um reforço da coordenação sobre viagens dentro da UE devido ao aumento de casos de covid-19 um pouco por toda a Europa, sugerindo que vacinados não sejam submetidos a restrições adicionais e que não vacinados sejam mais controlados.

 

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Portugal pode contar com o Brasil para aumentar fluxo de turistas, diz ministro do Turismo

O ministro brasileiro do Turismo, Gilson Machado, apontou que Portugal pode contar com o Brasil para restabelecer e aumentar o fluxo bilateral de visitantes.

Portugal pode contar com o Brasil para restabelecer e aumentar o fluxo bilateral de visitantes brasileiros e portugueses, assegurou o ministro do Turismo, Gilson Machado, que participou via videoconferência, na abertura do II Fórum Luso-Brasileiro de Turismo e Negócios.  

O evento online reuniu académicos, profissionais e  gestores do turismo para trocar experiências com vistas à recuperação sustentável do setor. 

O ministro brasileiro do Turismo destacou que “como Portugal é um dos países historicamente mais parceiros do Brasil, as viagens internacionais ao Brasil devem começar devido à retoma dos voos de Portugal” 

Citado pela imprensa brasileira, Gilson Machado lembrou, por outro lado que “Portugal sempre teve a maior conetividade do Brasil com a Europa. Então, o potencial para alavancar esse fluxo é imenso, justificando que “recebíamos cerca de 176 mil portugueses por ano no país e quase 94% tinham interesse em voltar, principalmente para destinos de sol e praia”. 

O ministro do Turismo também apontou a recuperação do turismo no Brasil a partir de ações adotadas pelo governo federal com vista a combater a pandemia, que passam, nomeadamente, pela disponibilidade de crédito através do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para os setores de hotelaria e eventos que contabilizaram as maiores perdas, a criação do Selo Turismo Responsável – que indica o cumprimento de medidas de prevenção à Covid no setor – e autorização ao regresso dos cruzeiros. 

Em recente entrevista a uma estação de rádio brasileira, o governante anunciou que estão em construção no país 147 novos hotéis de grandes dimensões, totalizando 6 mil milhões de reais em investimentos. “Isto é uma prova de que os investidores nacionais e internacionais estão confiantes na retoma do turismo no Brasil”, apontou. 

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Bruxelas quer reforçar coordenação para viagens na UE

Com grandes discrepâncias nas taxas de vacinação (24,7% na Bulgária e 81,5% em Portugal), a Comissão Europeia quer vacinados sem restrições e não vacinados testados em viagens na UE.

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A Comissão Europeia propôs esta quinta-feira, 25 de novembro, um reforço da coordenação sobre viagens na União Europeia (UE) devido ao aumento de casos do coronavírus, sugerindo que vacinados não sejam submetidos a restrições adicionais e que não vacinados sejam mais testados.

Em causa está uma recomendação para uma maior “coordenação para facilitar a livre circulação segura durante a pandemia”, sugerindo o executivo comunitário ao Conselho uma “abordagem baseada na pessoa”, para que quem tenha “um Certificado Covid-19 Digital da UE válido não seja, por princípio, sujeito a restrições adicionais, tais como testes ou quarentena, independentemente do seu local de partida” na União.

Por outro lado, “as pessoas sem um Certificado Covid-19 Digital da UE podem ser obrigadas a submeter-se a um teste realizado antes ou depois da chegada”, propõe a instituição aos Estados-membros, aos quais cabe a decisão final sobre viagens.

Esta abordagem é baseada no certificado digital da UE, comprovativo da testagem (negativa), vacinação ou recuperação do vírus SARS-CoV-2, que entrou em vigor na União no início de julho. Até agora, foram emitidos mais de 650 milhões de certificados que são reconhecidos em 41 países, segundo dados de Bruxelas.

Numa altura em que a situação epidemiológica da COVID-19 na UE é considerada pelos especialistas como de risco muito elevado devido à baixa taxa geral de vacinação e à rápida propagação da variante Delta do SARS-CoV-2, Bruxelas propõe também um período padrão de aceitação dos certificados de vacinação de nove meses desde a série de vacinação primária.

“O período de nove meses tem em conta as orientações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças [ECDC] sobre a administração de doses de reforço a partir dos seis meses e prevê um período adicional de três meses para assegurar que as campanhas nacionais de vacinação possam ser ajustadas e que os cidadãos possam ter acesso às doses de reforço”, justifica a Comissão Europeia.

No âmbito destas orientações, que Bruxelas quer ver em vigor a 10 de janeiro de 2022, a instituição propõe ainda que as isenções de quarentena apenas sejam aplicadas a crianças menores de 12 anos e a viajantes essenciais (como trabalhadores).

Além disso, o executivo comunitário pretende introduzir alterações nos mapas que servem de apoio às decisões nacionais sobre viagens na UE, que são atualizados semanalmente pelo ECDC, às quintas-feiras, com um sistema de semáforos (variando entre o verde e o vermelho-escuro).

Estes mapas incluem as taxas de notificação de casos de COVID-19 nos últimos 14 dias, o número de testes realizados e o total de positivos, mas Bruxelas quer aqui incluir as taxas de vacinação.

Dados do ECDC revelam que, até ao momento, 65,8% da população da UE está totalmente vacinada, enquanto 70,1% tomou apenas a primeira dose.

Por países, existem grandes discrepâncias nas taxas, entre os 24,7% de vacinação total na Bulgária e 81,5% em Portugal.

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Nova Zelândia reabre para turistas vacinados em abril mas exige quarentena

Reabertura de fronteiras para estrangeiros completamente vacinados contra a COVID-19 acontece a 30 de abril de 2022, mas implica uma quarentena de sete dias.

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A Nova Zelândia vai voltar a permitir a entrada de turistas internacionais que já estejam completamente vacinados contra a COVID-19 a partir de 30 de abril de 2022, mas exige um  período de quarentena de sete dias à chegada, avança a imprensa internacional.

“Os neozelandeses totalmente vacinados vão ter mais facilidade para regressar a casa a partir de janeiro de 2022 e os estrangeiros a partir de abril, pois o governo vai remover a exigência de isolamento e quarentena controlada para a maioria dos viajantes”, afirmou fonte do governo da Nova Zelândia, citada pelo jornal britânico Travel Weekly.

De acordo com a informação avançada, o governo neozelandês está a preparar um plano em três fases para a reabertura do país e que vai reduzir as restrições impostas na sequência da pandemia e que levaram a que, desde o início da COVID-19, apenas seja permitida a entrada de cidadãos neozelandeses e em situações excecionais.

Apesar da anunciada reabertura, os visitantes internacionais têm de cumprir alguns procedimentos, a exemplo da apresentação de um teste negativo para a COVID-19 realizado antes da partida, do certificado que comprove a vacinação completa e de uma declaração passada pelo passageiro com o histórico das suas últimas viagens.

Além destes requisitos, os estrangeiros devem ainda realizar um teste à COVID-19 no primeiro dia depois da chegada à Nova Zelândia, cumprir um período de auto-isolamento de sete dias e realizar um novo teste antes de poderem circular livremente no país.

“Estamos a fazer este anúncio já para dar às famílias, empresas, visitantes, companhias aéreas e aeroportuárias maior certeza e mais tempo para se prepararem. É muito encorajador que, como país, estejamos agora em posição de avançar na direção de uma maior normalidade ”, indicou o governo da Nova Zelândia.

Apesar da decisão, as autoridades neozelandesas alertam que vão continuar a monitorizar a situação e que os procedimentos poderão ser revistos a qualquer momento, em função do risco epidemiológico.

Em dezembro, espera-se que o governo da Nova Zelândia revele mais pormenores sobre o plano de reabertura do país, incluindo indicações sobre como se devem os estrangeiros deslocar entre o aeroporto e o local onde vão realizar a quarentena de sete dias e informação sobre os locais que vão ser disponibilizados para essa quarentena.

 

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Conhecimento e inovação na promoção marcam 1.º VisitAzores Tourism Forum

Iniciativa é promovida pela Associação Turismo dos Açores (ATA) e vai ter lugar na próxima semana, entre 29 e 30 de novembro, em Ponta Delgada, São Miguel.

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A Associação Turismo dos Açores (ATA) vai promover, entre 29 e 30 de novembro, o primeiro VisitAzores Tourism Forum, iniciativa que terá lugar no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, São Miguel, e que vai debater o “conhecimento e a inovação na promoção do destino Açores”.

“Dirigido aos parceiros da atividade turística nos Açores, mas também aos parceiros nacionais, o Visitazores Tourism Forum constituirá um momento de partilha de conhecimento do que foi feito em 2021, a nível de promoção do arquipélago, ao mesmo tempo que apontará caminhos para o futuro, a curto e médio prazo”, revela a ATA, explicando que a iniciativa vai juntar especialistas em Marketing e Turismo, nacionais e internacionais.

Promovido com o objetivo de “estimular o desenvolvimento e inovação na promoção do território, dando a conhecer aos responsáveis do setor da região alguns casos de estudo de sucesso internacionais”, o VisitAzores Tourism Forum vai decorrer ao longo de dois dias, o primeiro dos quais dedicado a um conferência, enquanto o segundo dia fica marcado por quatro Master Classes apenas para associados da ATA e com a participação de oradores do primeiro dia e de dirigentes da ATA – Associação Turismo dos Açores.

“É com orgulho que promovemos a primeira edição do VisitAzores Tourism Forum. Com recurso a casos de estudo internacionais, serão desenvolvidos temas como o place branding, a inovação e a transição digital. Com esses exemplos, com as experiências que vão ser partilhadas, mas também com as reflexões que vão ser promovidas, estamos certos de que todas as entidades e agentes do setor do turismo vão sair do fórum com inúmeras fontes de inspiração. Esperamos mesmo que o evento marque uma nova etapa na promoção da região”, refere Luís Botelho, diretor executivo da ATA.

“O Place Branding e a sua Aplicação; Costa Rica, Um Caso Mundial”; “Marca: Notoriedade e Estímulo da Procura Turística”; “Açores, Presente e Futuro”; “A Digitalização Enquanto Fator de Sucesso”; “Data Plan, o Futuro na Comunicação dos Destinos”; “Smart Destinations – Mobilidade e Sustentabilidade” e “Visão Estratégica na Transição Digital” são os temas que vão ser debatidos no primeiro dia do evento, que será encerrado pelo presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro.

O programa completo do evento pode ser consultado no site do VisitAzores Tourism Forum.

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Madeira continua aberta ao turismo e garante todas as condições de segurança

Apesar do Estado de Contingência, a região mantém-se aberta ao turismo e a atividade económica mantém o seu “normal funcionamento”, segundo a Associação de Promoção da Madeira (APM).

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A Associação de Promoção da Madeira (APM) veio esta quinta-feira, 25 de novembro, esclarecer que, apesar do Estado de Contingência, a região mantém-se aberta ao turismo e a atividade económica mantém o seu “normal funcionamento”, apesar de alguns procedimentos que visam assegurar a segurança do destino.

“A Madeira continua assim aberta ao turismo garantindo todas as condições de segurança”, lê-se num comunicado enviado à imprensa, no qual a associação explica que as “regras de proteção relativas à COVID-19, mantêm-se na generalidade, tendo havido um reforço à testagem da população e dos seus visitantes”.

Segundo a APM, “para eventos e atividades específicos existem algumas recomendações”, que podem ser consultadas através do site Informações COVID 19 (visitmadeira.pt), e, em algumas situações, “poderá ser necessário, além do certificado de vacinação, um teste antigénio negativo”.

A associação lembra ainda que, em toda a região, “existem vários postos de testagem gratuitos disponíveis”, que podem ser consultados através do link Lista dos 45 postos de colheita.

A APM destaca que “o Governo da Madeira tem sido exemplar no combate à pandemia COVID-19 com a implementação atempada de medidas preventivas que garantiram ao destino distinções internacionais”, a exemplo dos prémios de destino mais seguro da Europa para visitar em 2021, da ‘European Best Destinations’, mas também de “Melhor Destino Insular da Europa” na 28.ª edição dos “World Travel Awards”.

“A ilha e os seus habitantes, souberam reagir atempadamente e de forma segura, implementando medidas eficientes que permitiram controlar a pandemia e permitir um fluxo, mais ou menos contínuo, de visitantes que desfrutaram da sua estadia com confiança de estarem em segurança”, considera a associação.

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