Assine já
Alojamento

Crescimento do PIB foi impulsionado pela actividade turística, diz Raul Martins

O responsável lembrou que, de acordo com as estatísticas da WTTC, o contributo do turismo português para o emprego, PIB e para o investimento é ainda inferior à média europeia.

Carina Monteiro
Alojamento

Crescimento do PIB foi impulsionado pela actividade turística, diz Raul Martins

O responsável lembrou que, de acordo com as estatísticas da WTTC, o contributo do turismo português para o emprego, PIB e para o investimento é ainda inferior à média europeia.

Carina Monteiro
Sobre o autor
Carina Monteiro
Artigos relacionados
Alojamento turístico regista 24,1 milhões de hóspedes em 2017
Homepage
Aeroporto do Montijo: Calheiros aponta dedo ao Governo
Homepage
Turismo representou 14,6% do PIB em 2018
Homepage
Turismo de Portugal
Hotelaria mantém crescimento excepto nas dormidas de residentes
Destinos

Os números do INE divulgados esta semana e que revelam um crescimento do PIB de 1,6% no 3º trimestre “foram especialmente impulsionados pela actividade turística na época alta”, afirmou o presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Raul Martins, na sessão de abertura do 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que decorre até à próxima sexta-feira, dia 18 de Novembro, em São Miguel.

De acordo com o responsável, foi a subida da ocupação, mas, sobretudo, o crescimento do preço médio, que contribuíram para que Turismo fosse o impulsionador deste crescimento do PIB. “Esta situação permite-nos reafirmar que o Turismo pode ser considerado o motor da economia nacional”.

O responsável lembrou que, de acordo com as estatísticas da WTTC, o contributo do turismo português para o emprego, PIB e para o investimento é ainda inferior à média europeia.

Em 2017, Raul Martins acredita que o Turismo “pode voltar a bater recordes, mas o mais importante é preparar o futuro, com um correcto posicionamento e enfrentando as mudanças no mundo e na economia digital”.

Até sexta-feira, o congresso da AHP debate a Vocação Atlântica de Portugal, num cenário, recorda Raul Martins, de grandes alterações políticas com é o caso do Brexit e das eleições americanas.

* A jornalista encontra-se nos Açores a convite da AHP

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
Artigos relacionados
Distribuição

Vouchers em litígio não são “materialmente relevantes”, garante APAVT

Prazo para que os clientes pedissem o reembolso por viagens canceladas na sequência da pandemia terminou esta sexta-feira, 14 de janeiro.

Publituris

O presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, afirmou à Lusa que a questão os vouchers emitidos em 2020, devido às viagens que foram canceladas na sequência da pandemia e que se estima que valham cerca de 100 milhões de euros, está praticamente resolvida e que os litígios que se verificam não são “materialmente relevantes”.

“Na altura, não havendo valores concretos, porque pertencem aos negócios de cada empresa e não há um registo oficial de todos os inquéritos que fizemos, estimamos que possam ter sido emitidos vales na ordem dos 100 milhões de euros”, disse à Lusa Pedro Costa Ferreira.

De acordo com o responsável, parte dos vouchers acabou por ser utilizada em viagens, enquanto outra parte foi reembolsada “sob as mais diversas formas”, com Pedro Costa Ferreira a explicar que, apesar de não ser possível apresentar números exatos dos reembolsos, “há um valor que é possível calcular” e que “é o valor da linha de crédito que era exclusiva para pagamento de vales”.

Segundo o presidente da APAVT, este instrumento era “tão exclusivo que, para quem aderisse a essa linha de crédito, o banco emprestava o dinheiro pagando diretamente aos clientes dos vales. E foi utilizada em 37 milhões de euros”, ou seja, no mínimo houve reembolsos deste valor, sublinhou.

Em relação a questões mais sensíveis, que deram origem a litígios, Pedro Costa Ferreira garantiu que “não são visíveis litígios materialmente relevantes, no sentido em que nos tribunais arbitrais, no provedor do cliente, na Deco, não são conhecidas muitas reclamações”, existindo “até menos do que num período normal de vendas, se calhar”.

“A nossa sensibilidade é que a partir de dia 14 de janeiro [prazo final para a resolução desta questão] não vai haver um problema materialmente relevante, a maioria dos vales estará viajada ou reembolsada ou mesmo acordado o seu pagamento para mais tarde”, explicou, salientando que “há liberdade entre agência de viagens e os consumidores” e que, em muitos casos, há um acordo para que a viagem aconteça “mesmo com o fim do vale”.

“São acordos entre duas entidades livres do ponto de vista económico”, assegurou o presidente da APAVT, reconhecendo, no entanto, que possam existir “incidentes de incumprimento”, uma vez que “a resposta é assimétrica quando há milhares de empresas”.

Pedro Costa Ferreira recordou, no entanto que “os clientes que não forem reembolsados podem sê-lo através do fundo de garantia do setor que responde em nome das agências que não cumprirem”, sendo que “se as empresas não pagarem ao próprio fundo, deixam de ter autorização para atuar como agência de viagens”.

“É uma falha que acaba com a própria agência”, alertou, detalhando que este fundo “não é dinheiro público, nem dos contribuintes, é das agências de viagens, por lei só elas alimentam este fundo”, acrescentando que, por ser hoje o último dia, podem “vir à tona os litígios”.

Recorde-se que os vouchers de viagens canceladas durante a pandemia eram válidos até final de 2021, sendo que, após esse prazo, os clientes tinham 14 dias para solicitar o seu reembolso caso a viagem não tivesse sido reagendada até 31 de dezembro.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Governo autoriza verba de 10 milhões de euros para promoção turística digital

O Turismo de Portugal tem autorização do Governo para gastar até 10 milhões de euros em promoção turística internacional nos meios digitais. A maior parte da verba, ou seja, 7,5 milhões de euros, pode ser utilizada este ano.

Publituris

O Turismo de Portugal pode gastar até 10 milhões de euros em promoção turística internacional por via digital nos próximos dois anos, sendo que 7,5 milhões podem ser aplicados este ano, segundo portaria publicada esta sexta-feira.

As secretárias de Estado do Turismo, Rita Marques, e do Orçamento, Cláudia Joaquim, pelo despacho assinado no final de dezembro e esta sexta-feira publicado, autorizam encargos plurianuais decorrentes da contratação de serviços de planeamento, implementação, otimização e acompanhamento de compra de meios para a campanha de publicidade digital do Turismo de Portugal, até ao montante de 10 milhões de euros.

Segundo o diploma, citado pela Lusa, já foi lançado um procedimento pré-contratual para um acordo-quadro, “celebrado com uma entidade” nos termos do Código dos Contratos Públicos, destinado à aquisição de serviços de planeamento, implementação, otimização e acompanhamento de compra de meios para a campanha de publicidade digital do Turismo de Portugal.

“Assim, importa preparar as condições para que o Turismo de Portugal, cumprindo as responsabilidades que lhe estão cometidas, possa, face ao contexto existente, preparar a execução de campanha de publicidade, no âmbito do acordo-quadro celebrado”, justifica o Governo.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

África a braços com recuperação do turismo

Com uma percentagem ainda pequena da população imunizada contra a Covid-19, o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Económicos e Sociais está preocupado com a recuperação do turismo em África, e diz que não será antes de 2024.

O turismo em África só deverá atingir os níveis pré-pandémicos em 2024, alerta o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Económicos e Sociais (UNDESA).

Na parte que diz respeito a África, o relatório sobre a Situação e Perspetivas Económicas Mundiais das Nações Unidas para 2022, divulgado esta quinta-feira, em Washington, refere, conforme noticia a Lusa, que as chegadas de turistas ao continente não deverão regressar aos níveis de 2019 antes de 2023 e, muito possivelmente, só em 2024.

“As economias dependentes do turismo em África têm perspetivas positivas de evolução, embora a base seja bastante baixa, impulsionadas pelo abrandamento das restrições às viagens e à recuperação económica nos mercados de origem, na Europa e na Ásia, bem como devido à maior confiança para viajar associada com o sucesso das medidas de contenção e taxas de vacinação relativamente altas, como existe em Cabo Verde, Ilhas Comores, Maurícias, Marrocos, São Tomé e Príncipe e Tunísia”, destaca o documento.

O relatório conclui que “as indústrias dependentes do turismo, como a conservação da vida selvagem e proteção ambiental, e os trabalhadores informais do setor deverão enfrentar outro ano difícil, com efeitos agravados a longo prazo”, tendo em conta que na maioria dos países africanos menos de 5% da população está completamente imunizada contra a Covid-19, “falhando a meta da Organização Mundial de Saúde de 10% de cobertura até setembro de 2021 e 40% no final de 2021”.

O relatório da ONU surge no dia em que o diretor do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (Africa CDC) afirmou que os países africanos receberam até agora 663 milhões de doses, das quais administraram 340 milhões, o que equivale a 60,4% do total.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Alojamento

AHRESP diz que empresas não devem assumir encargos do apoio excecional à família

AHRESP diz que as empresas não devem assumir encargos do apoio excecional à família, e que o processo deve ser tratado diretamente entre o trabalhador e a Segurança Social,

A AHRESP defende que o apoio excecional à família, no âmbito da Covid-19, deve ser tratado diretamente entre o trabalhador e a Segurança Social, “não devendo existir qualquer encargo para a empresa, quer financeiro, quer a nível de aumento da carga administrativa”.

Isto porque se trata de uma situação de ausência temporária do local do trabalho por motivo de falta justificada que confere direito a apoio no âmbito do regime de proteção social obrigatório pelo qual os trabalhadores estão abrangidos.

“No âmbito deste apoio, as entidades empregadoras mantêm a obrigação de efetuar o pagamento de uma parte da remuneração e de 50% das contribuições relativas aos trabalhadores ausentes, além de ser um encargo adicional para os recursos administrativos das empresas”, refere a Associação, apontando que, após o período de encerramento das atividades letivas e não letivas, “milhares de empresas encontram-se atualmente a submeter os requerimentos para o apoio excecional à família, em nome dos seus trabalhadores”.

Além disso, A AHRESP lembra, no seu boletim diário que é a entidade empregadora que tem a responsabilidade de pagar o valor total da remuneração aos colaboradores, recebendo, posteriormente, da Segurança Social o montante correspondente ao apoio.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Transportes

Procura internacional animou viagens aéreas em novembro de 2021

Dados ainda não refletem o impacto da variante Ómicron que, segundo a IATA, levou a novas restrições e a um arranque de 2022 “mais difícil do que o esperado”.

Inês de Matos

As viagens aéreas conheceram uma recuperação em novembro de 2021 devido ao aumento da procura internacional, que cresceu face a outubro, ainda que se continuem a manter quebras significativas face ao período pré-pandemia e que se esperem novas descidas em dezembro por causa da variante Ómicron, alerta a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que divulgou quarta-feira, 12 de janeiro, os dados relativos ao transporte aéreo de novembro do ano passado.

Em novembro de 2021, a procura global por viagens aéreas desceu 47% face a igual mês de 2019, valor que, segundo a IATA, representa “um aumento em comparação com a contração de 48,9% de outubro”, e que traduz diferentes comportamentos da procura doméstica e internacional.

De acordo com os dados da IATA, as viagens domésticas “deterioraram-se ligeiramente” e a procura caiu 24,9% em novembro, depois de, no mês anterior, ter apresentado uma descida de 21,3%, o que se deveu essencialmente ao mercado chinês, que apresentou uma queda de 50,9% no tráfego, na sequência de várias cidades terem introduzido “restrições de viagem mais rígidas para conter surtos de COVID (pré-Omicron)”.

Já a procura internacional por viagens aéreas ficou 60,5% abaixo de novembro de 2019, o que representa uma melhoria face ao decréscimo de 64,8% que tinha sido registado em outubro do ano passado.

“A recuperação do tráfego aéreo continuou em novembro. Infelizmente, os governos reagiram exageradamente ao surgimento da variante Ómicron no final do mês e recorreram aos métodos testados e fracassados ​​de encerramento de fronteiras, testes excessivos de viajantes e quarentenas para retardar a propagação”, afirma Willie Walsh, diretor geral da IATA, que alerta para o impacto destas restrições no final de 2021 e arranque de 2022.

“De forma pouco surpreendente, as vendas internacionais de viagens aéreas realizadas em dezembro e início de janeiro caíram acentuadamente em relação a 2019, sugerindo um primeiro trimestre mais difícil do que o esperado”, acrescenta o responsável.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo de passageiros mais desceu, numa contração que chegou aos 89.5% face a novembro de 2019, ainda assim melhor do que a descida de 92.0% de outubro. Já a capacidade caiu 80.0% e o load factor desceu 37,8 pontos percentuais, fixando-se nos 42,2%, o mais baixo de todas as regiões.

Em África, a descida no tráfego chegou aos 56.8% em novembro, também com uma melhoria face à quebra de 59.8% de outubro. A capacidade em África desceu 49.6% e o load factor diminuiu 10,1 pontos percentuais, para 60.3%.

No Médio Oriente, a descida do tráfego aéreo foi de 54.4% em novembro, igualmente melhor do que a descida de 60.9% identificada em outubro. Já a capacidade ficou 45.5% abaixo de novembro de 2019 e o load factor baixou 11,9 pontos percentuais, para 61.3%.

Na América Latina, a descida do tráfego aéreo chegou aos 47.2%, o que também representa uma recuperação face à descida de 54.6% de outubro, enquanto a capacidade caiu 46.6% e o load factor apresentou uma descida de 0,9 pontos percentuais, fixando-se nos 81,3%, o mais alto entre todas as regiões do mundo pelo 14.º mês consecutivo.

Na América do Norte, o tráfego aéreo desceu 44.8%, o que indica mais uma vez uma recuperação em comparação com a descida de 56.7% de outubro. Já a capacidade desceu 35.6% e o load factor apresentou um decréscimo de 11.6 pontos percentuais, situando-se nos 69.6%.

A Europa foi, por sua vez, a região do mundo onde o tráfego aéreo menos desceu em novembro, numa quebra que se situou nos 43.7%, valor que, segundo a IATA, também representa uma melhoria face a outubro, quando a descida tinha sido de 49.4%. Já a capacidade na Europa apresentou uma quebra de  36.3% e o load factor desceu 9.7 pontos percentuais, para 74.3%.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Destinos

Brasil vai sediar este ano primeiro escritório da OMT na América Latina

O Brasil vai ter ainda este ano o primeiro escritório da Organização Mundial do Turismo (OMT) na América Latina. Será o quarto em todo o mundo. a ter a presença deste organismo das Nações Unidas especializado em turismo.

Publituris

A Organização Mundial do Turismo (OMT) escolheu o Brasil para sediar o seu primeiro escritório na América Latina. Prevê-se que esta delegação deverá entrar em operação já este ano.

Assim, o país passará a ser um dos quatro em todo o mundo onde a agência das Nações Unidas especializada em turismo marca presença.

Entre as várias funções do novo escritório, destacam-se a promoção e desenvolvimento do setor do turismo, visando, nessa zona do globo, atrair investimento, impulsionar novas startups, realizar e encomendar estudos de relevância para o setor, desenvolver um portal de apoio ao turista, bem como apoiar as ações e projetos desenvolvidos pela OMT em todo o mundo.

Segundo o ministro brasileiro do Turismo, Gilson Machado Neto, “graças ao compromisso até aqui demonstrado, pudemos provar o nosso potencial ao mundo e fechar aquela que é uma das maiores oportunidades para o turismo brasileiro em décadas. A confirmação de um escritório da OMT no Brasil é uma grande conquista para todos nós e para o nosso país”.

Para o presidente da Embratur, Carlos Brito, que participou ativamente no processo, “temos a certeza de que poderemos, em conjunto com os maiores stakeholders do mundo no setor do turismo, realizar ainda mais ações promocionais para que os turistas internacionais venham visitar os destinos maravilhosos que temos no Brasil”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Portugal é o melhor país do mundo para trabalho remoto e viagens

Portugal está em primeiro lugar no ranking dos países onde é mais fácil conjugar o trabalho remoto com viagem de lazer, de acordo com um índice publicado pela momondo.

A momondo, através do seu índice de trabalho remoto com viagens de lazer, revela que Portugal ficou posicionado em primeiro lugar.

Sabendo que cada vez mais pessoas adotam ambientes de trabalho flexíveis, a momondo analisou os dados de 111 países classificando-os com base em 22 fatores e em seis categorias: custo de viagens e acessibilidade, preços locais, saúde e segurança, condições de trabalho remoto, vida social, e clima. Assim, encontrou os destinos onde é mais fácil conjugar o trabalho remoto com o lazer nas horas livres.

Segundo a plataforma, algumas das razões que explicam esta classificação são porque Portugal ter um visto de trabalho remoto, um nível elevado de inglês de muitos habitantes, estabilidade política elevada com ausência de violência, ótimo clima e baixa poluição do ar.

Além de Portugal, nos top 10 estão a Espanha, Roménia, Maurícia, Japão, Malta, Costa Rica, Panamá, República Checa, e Alemanha.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Distribuição

Roadshow ‘Os Especialistas” adiado para abril

As empresas que integram ‘Os Especialistas’ só vão voltar à estrada este ano de 18 a 22 de abril, isto porque o roadshow, que estava marcado entre os dias 21 e 25 de fevereiro, foi adiado.”,

O roadshow deste ano de ‘Os Especialistas’ foi adiado para 18 a 22 de abril, anunciou a organização do evento, que percorre várias cidades do país.

A organização refere que em abril poderá garantir uma maior segurança sanitária e tranquilidade aos visitantes, nomeadamente com o avançar da terceira dose da vacina, pois, segundo realça “queremos que o roadshow proporcione momentos de intenso networking e partilha de informação importante e é essencial que as pessoas estejam à vontade e se sintam seguras para nos visitar, para conviver e para fazer negócio”.

Por outro lado, permitindo a todos os participantes um melhor planeamento da atividade, os responsáveis pelo evento preveem que no próximo mês de abril as operações aéreas e a estratégia de rotas e frequências, estejam estabilizadas.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Transportes

Voos comerciais na UE aumentam no final de 2021, mas ficam 24% abaixo de 2019

Os voos comerciais registaram uma recuperação no último mês de 2021, embora continue abaixo dos níveis de 2019. Em dezembro de 2021, Portugal ficou 13,9% abaixo do mesmo mês de 2019.

Victor Jorge

De acordo com os dados mais recentes do Eurostat, em dezembro de 2021, o número de voos comerciais na União Europeia (UE) aumentou 130% em relação a dezembro de 2020. No entanto, está, ainda, abaixo dos níveis pré-pandemia (-24% em relação a dezembro de 2019).

Em termos absolutos, o número de voos comerciais totalizou 383.720 em dezembro de 2021, que compara com 166.990 em dezembro de 2020 e 504.270 em dezembro de 2019.

O setor de transporte aéreo tem vindo a registar uma recuperação, embora lenta, ao longo de 2021. Embora os primeiros meses de 2021 não tenham mostrado sinais de recuperação, com os meses de janeiro (-68% em relação ao mesmo mês de 2019), fevereiro (-73%), março (-71%) e abril (-70%), a situação começou a mudar em maio (-67%), junho (-54%) e agosto (-31%). Setembro teve uma pequena queda (-33%), mas outubro (-30%), novembro (-26%) e dezembro (-24%) aproximaram-se dos números pré-pandemia até agora.

Os países da UE com os menores decréscimos nos voos comerciais em dezembro de 2021 foram a Croácia (-6% em comparação com dezembro de 2019), Grécia (-8%) e Chipre (-9%).

Portugal registou uma quebra, segundo informação do Eurostat, de 13,9%, em dezembro de 2021 quando comparado com o mesmo mês do ano 2019.

Em contraste, os voos diminuíram mais de 40% na República Checa e na Áustria (ambos -41%), enquanto os restantes países registaram quebras abaixo dos 30%.

Globalmente, na comparação de 2019 com 2021, o país que mais sinais de recuperação em termos de número de voos comerciais foi a Grécia (-29%), seguido de Chipre (-38%) e Luxemburgo (-39%). Por outro lado, a Irlanda apresentou os menores sinais de recuperação (-64%), seguida da Eslovénia e da República Checa (ambas -62%).

Além disso, alguns aeroportos da UE registaram aumentos no número de voos comerciais em comparação com 2019. Os maiores aumentos no número de voos comerciais foram registados em Berlim Brandeburgo (+13.521, +16%), Liège (+6.972, +21%) e Paris Le Bourget (+2.715, +8%). No outro extremo da escala, os maiores decréscimos no número de voos comerciais foram registados nos principais centros de transporte aéreo europeus: Munique (-261.020, -64%), Frankfurt/Main (-250.712, -49%) e Paris Charles de Gaulle (-247.959, -50%).

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Destinos

Turismo religioso volta, presencialmente, a Fátima em março

Depois do formato exclusivamente online em 2021, a ACISO volta a organizar ‘Workshop Internacional’ onde se debaterá importância do turismo religioso, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, nos dias 10 a 12 de março.

Publituris

A importância do turismo religioso vai voltar a ser debatida de forma presencial em Fátima, no mês de março, com a realização do X Workshop Internacional, organizado pela Associação Empresarial Ourém-Fátima (ACISO).

O certame, apontado como um dos mais relevantes encontros mundiais de profissionais de turismo religioso, teve em 2021 uma edição apenas no formato ‘online’, devido às contingências decorrentes da pandemia de covid-19.

Este ano, nos dias 10 e 11 de março, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, os empresários do setor vão poder reunir-se de forma presencial, estando também prevista a participação virtual para os que não possam estar presentes na Cova da Iria. No dia 12, os contactos serão apenas ‘online’.

Dirigidos particularmente aos operadores turísticos nacionais, agentes de viagem e hoteleiros, os trabalhos contarão também com a participação de operadores de “mercados consolidados e emergentes”, adianta a organização.

A promoção de uma bolsa de contactos de negócio, a promoção internacional de Portugal enquanto destino privilegiado de turismo religioso e o reforço da importância do turismo religioso no contexto do setor turístico mundial são os principais objetivos do ‘workshop’.

“Com a secularização das nossas sociedades, a peregrinação como prática religiosa foi reconfigurando o seu papel e o turismo religioso, agora num conceito mais alargado, foi crescendo, dando lugar a um segmento de mercado cada vez mais exigente. A vertente espiritual na procura do encontro consigo próprio é, cada vez mais, motivação de crentes e não crentes que buscam um certo recolhimento”, explicou a organização, acrescentando que “os turistas religiosos querem beber da história e simbologia que os destinos carregam”.

Para os promotores do evento, “Portugal é um roteiro de templos, cultos e festas religiosas e tem em Fátima o principal local de culto Mariano de todo o mundo”.

A ACISO conta na organização com a colaboração da Câmaras Municipais de Ourém e da Guarda e do Santuário de Fátima.

Em paralelo ao programa principal, terão lugar ‘workshops’ sobre a “Herança Judaica”, na Guarda, e “Experiências turísticas em Fátima e na Região”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.