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Web Summit: 26 mil publicações no último mês

Na última análise – realizada entre 27 de Setembro e 24 de Outubro – foram registadas mais de 26 mil publicações na web.

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Mais de 26 mil publicações na Internet sobre o Web Summit entre os dias 27 de Setembro e 24 de Outubro. Este é o número que resulta da última análise feita pela E.Life sobre o evento considerado como o maior mercado de tecnologia da Europa.

Ainda de acordo com o estudo, no Twitter e Instagram, o termo “meet” é o mais mencionado pelos utilizadores, com cerca de 13 mil referências, seguido de “Web Summit” com mais de oito mil menções.

No Facebook – tendo em consideração apenas o canal oficial do evento a nível mundial – “Lisbon” continua a ser o termo que assume mais relevo.

Considerando as três redes sociais, no top das hashtags está #websummit com mais de 17 mil referências, seguido de #startups com mais de 12 mil e #lisbon com aproximadamente 11 500 menções.

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Turistas russos fazem escala na Hungria e Grécia para chegar a Portugal

A metasearch Aviasales e um dos maiores motores de busca de voos na Rússia, revela que as reservas da Hungria para Portugal aumentaram 800% face a 2020.

Uma análise realizada pela Aviasales revela que os turistas russos estão a utilizar a Hungria e a Grécia para realizar as suas escalas para viajar para Portugal e, assim, evitar restrições relacionadas com a vacinação.

O metasearch de viagens russo, responsável por gerar 20% das vendas de bilhetes na Rússia, refere que o turismo outbound do país de Vladimir Putin para esta época de fim de ano (de finais de dezembro a meados de janeiro) não sofreu impactos por causa da variante Ómicron.

A análise mostra que os russos têm usado a Hungria e a Grécia não só como porta de acesso a Portugal como, também, aos principais destinos mediterrânicos (Espanha, França e Itália), tudo países que não reconhecem a vacina russa Sputnik e, portanto, não permitem a grande maioria dos russos voarem diretamente para estes países.

Os dados da Aviasales mostram que as reservas da Hungria para Portugal aumentaram 800%, sendo que o crescimento para Espanha é ainda maior (1.800%), enquanto para França está nos 1.000%.

Desde que os voos da Rússia para a Grécia e Hungria abriram neste verão para russos vacinados, o número de reservas para a Hungria aumentou mais de 180% e a Grécia 65%.

O mesmo passa-se com as reservas da Grécia para Portugal, Espanha, França e Itália, que, segundo a Aviasales têm aumentado a três dígitos.

De resto, alguns fóruns online (no idioma russo) mostram como os viajantes russos estão a partilhar informações sobre como aceder a estes países mediterrânicos, utilizando para tal sites como https://forum.awd.ru/viewtopic.php?f=548&t=390685, refere a empresa russa.

Mas também a Turquia tem registado fortes aumentos nas reservas de turistas russos. Comparado com o mesmo período de 2020, as reservas da Rússia para a Turquia aumentaram 130% e, face a 2019, cresceram mesmo 78%. Já as reservas para os Emirados Árabes Unidos (EAU) subiram 270% face a 2020 e 19% relativamente a 2019.

Analisado numa base semana a semana, “as reservas aumentaram nas semanas até o Ano Novo (como normalmente acontece a cada ano) e não há nenhum sinal de aumento nos cancelamentos”, refere a Aviasales em nota de imprensa, avançando que “o único sinal de queda nas reservas e/ou cancelamentos vem, compreensivelmente, da rota Rússia-África do Sul”.

Um porta-voz da Aviasales refere que “a corrida para o período de Ano Novo – quando toda a Rússia fecha desde os últimos dias de dezembro até cerca de 10 de janeiro – tradicionalmente vê as reservas a crescerem fortemente até o último minuto: o inverno em cidades como Moscovo e São Petersburgo é muito frio e as pessoas usam essas datas para ir para destinos de sol e praia, principalmente em lugares como a Turquia e Dubai”.

Embora as vendas internacionais globais permaneçam abaixo dos níveis de 2019, o surgimento da Ómicron não parece ter impactado as reservas recentes, admite a mesma porta-voz, confirmando ainda que durante o bloqueio mais recente na Rússia (em outubro), “vimos um pico nas reservas de russos que queriam usar o bloqueio como uma chance de tirar férias em lugares como Turquia e Dubai.

A importância do turismo russo é, de resto, destacado pela Aviasales, salientando que, “ao contrário do que muitos pensam, a Rússia tem uma classe média bastante significativa com rendimento disponível e um grande desejo de viajar para o exterior”, indicando os dados da Organização Mundial do Turismo (OMT) que mostra que a Rússia é o “8º maior mercado de turismo emissor do mundo, gastando mais de 31 mi milhões de dólares (cerca de 27 mil milhões de euros) por ano”.

O porta-voz da empresa russa destaca mesmo o facto de os russos se sentirem “muito relutantes” em perder um “direito e prazer conquistados nos últimos 15 anos”, e que, “nem a COVID irá ‘atrapalhar’ essa vontade” de viajar, como mostra os dados sobre os números incrivelmente altos de escalas na Hungria e na Grécia “simplesmente para aceder a países como França, Espanha, Portugal e Itália”.

E a fonte da Aviasales deixa um “recado”: “Este deve ser um alerta para os destinos sobre o quão leais e determinados os viajantes russos são e porque os destinos deveriam criar mais produtos para o mercado russo”.

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Suécia e Dinamarca endurecem requisitos de entrada

Ambos os países deixarão de usar o certificado COVID e solicitarão testes negativos na chegada às suas fronteiras.

As restrições devido à variante Ómicron continuam a impactar a Europa. Agora é a vez de Suécia e Dinamarca a confirmarem que, a partir desta semana, vão limitar ainda mais a entrada nos seus países de membros da União Europeia.

Da Suécia relatam que, a partir desta terça-feira, 28 de dezembro, todos os viajantes europeus com mais de 12 anos devem apresentar o teste COVID-19 negativo, realizado 24 horas antes de entrar no país, no momento da chegada. Todos os passageiros devem cumprir esta regra, independentemente de terem tido a doença ou terem sido imunizados com vacinas autorizadas por entidades de saúde.

Desta forma, o país sueco deixará de solicitar o certificado COVID, como fazia até agora, para todos os cidadãos da União Europeia. Este requisito não se aplica às pessoas que viajam diariamente entre os países da UE a trabalho ou estudos e às que fazem a travessia entre Bornholm e a Dinamarca através da Suécia, a quem apenas será exigido o certificado de vacinação.

Outro país da UE que está a ampliar as restrições de fronteira é a Dinamarca, que a partir de 27 de dezembro obriga todos os viajantes a apresentarem teste de COVID-19 negativo antes da chegada ao país. Serão aceitos tanto PCR como antígenos, realizados com 72 e 48 horas de antecedência, respetivamente.

Todos os cidadãos dos 27 que apresentam o esquema de vacinação completo estarão sujeitos a estes novos regulamentos, enquanto aqueles que já recuperaram da doença estarão isentos.

Da mesma forma, os cidadãos dinamarqueses não precisam fazer o teste no exterior, mas devem fazê-lo nas primeiras 24 horas após o regresso ao país. A medida vigorará por pelo menos três semanas.

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MAI multa quase 1.700 passageiros e 38 companhias aéreas

Nos primeiros 26 dias do mês de dezembro, PSP e o SEF fiscalizaram 924.719 passageiros e 8.358 voos nos aeroportos nacionais.

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O Ministério da Administração Interna (MAI) multou, de 1 a 26 de dezembro, quase 1.700 passageiros nos aeroportos portugueses por falta de teste negativo à COVID-19, ou certificado de recuperação.

Já o número de companhias aéreas multadas por terem transportado passageiros sem teste negativo ou certificado de recuperação mantém-se inalterado nas 38, à semelhança do balanço feito na semana passada pelo MAI.

Recorde-se que as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo incorrem numa multa entre 20.000 e 40.000 euros por passageiro e os viajantes são também alvo de uma contraordenação, entre os 300 e os 800 euros, por não apresentarem teste à chegada.

Num balanço desta medida para conter o aumento do número de casos de COVID-19, o MAI precisa que entre 1 e 26 de dezembro a PSP e o SEF fiscalizaram 924.719 passageiros e 8.358 voos, que resultaram em 1.698 contraordenações.

Dos 1.698 autos de contraordenação, 1.035 foram levantados pela PSP, que controla os passageiros provenientes de voos com origem no espaço Schengen (a área europeia de livre circulação de pessoas) e 663 pelo SEF, que fiscaliza os viajantes oriundos de países fora do espaço Schengen.

Desde 1 de dezembro que todos os passageiros que cheguem a Portugal por via área são obrigados a apresentar ao desembarcar teste negativo de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 ou certificado de recuperação da doença COVID-19.

Estão isentos da obrigatoriedade de testes, PCR ou rápido, os passageiros de voos domésticos, os menores de 12 anos e as tripulações.

O MAI indica também que nas 1.698 contraordenações estão incluídos oito estrangeiros a quem foi recusada a entrada no país por não terem apresentado teste no desembarque, uma vez que apenas é permitida a realização do teste no aeroporto aos cidadãos de nacionalidade portuguesa, estrangeiros com residência em Portugal e pessoal diplomático.

Os dados do MAI mostram ainda que foram realizados nos aeroportos 1.714 testes de diagnóstico a passageiros que entraram no país sem este documento.

Nas fronteiras terrestres, também desde 1 de dezembro que os cidadãos de países exteriores à União Europeia e dos países da UE considerados de risco vermelho ou vermelho-escuro precisam de teste negativo ou certificado de recuperação.

Os cidadãos oriundos dos países da UE considerados de risco baixo ou moderado devem ser portadores do certificado de vacinação, teste ou recuperação para entrarem em Portugal.

A GNR e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras realizaram até 26 de dezembro 6.327 operações aleatórias de fiscalização nas fronteiras terrestres para garantir a realização de testes à COVID-19, segundo o MAI.

No âmbito destas operações, foram feitas 41.467 fiscalizações a viaturas ligeiras e de mercadorias, motociclos, comboios, autocarros que deram origem a 32 autos de contraordenação por falta de teste ou certificado de recuperação.

O MAI refere ainda que nas fronteiras terrestres foram realizados 399 testes de diagnóstico.

De recordar que Portugal Continental está em situação de calamidade desde 1 de dezembro devido ao aumento do número de casos e estas regras nas fronteiras estão em vigor até 9 de janeiro de 2022.

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Brasil regressa à promoção internacional para passar mensagem de “destino seguro”

Com 72% da população adulta vacinada contra a COVID-19 e as fronteiras abertas desde setembro, o Brasil já retomou a promoção turística internacional e Portugal é um dos mercados prioritários. Ao Publituris, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, revela a estratégia e as expetativas do destino.

Inês de Matos

Com 72% da população adulta vacinada contra a COVID-19 e as fronteiras abertas desde setembro, o Brasil já retomou a promoção turística internacional e Portugal é um dos mercados prioritários. Ao Publituris, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, revela a estratégia e as expetativas do destino.

No Brasil como em Portugal, o setor do turismo foi um dos mais afetados pela pandemia da COVID-19. De um dia para o outro, também do lado de lá do Atlântico os turistas desapareceram, os hotéis fecharam e os aviões ficaram no chão. Ao Publturis, Carlos Brito, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo admite que “a pandemia da COVID-19 impactou fortemente o Brasil, assim como todos os países do mundo”, o que levou a que o governo brasileiro tivesse adotado “várias medidas de proteção ao setor do turismo, um dos mais afeta dos pela crise de saúde global”.
Entre as principais medidas adotadas, Carlos Brito destaca as “medidas provisórios para manutenção dos postos de trabalho, para aumento da segurança nas relações de consumo no turismo, além de disponibilização de crédito para o setor”, que ditaram “uma recuperação importante da atividade turística do Brasil”. “Mais de um terço das operadoras de turismo alcançaram faturação próxima da média histórica, que é de 75% ou mais. E, na comparação com agosto deste ano, 80% das operadoras mantiveram faturação igual ou maior no mês de setembro, demonstrando um processo de consolidação sustentado”, revela Carlos Brito, que cita dados da Braztoa – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo.
Com o início da recuperação, a Embratur optou, numa primeira fase, por retomar a promoção doméstica e incentivar os nacionais a retomarem as suas viagens turísticas no Brasil, até porque a maioria dos países continuava com as fronteiras encerradas. “A Embratur atuou na promoção interna dos destinos turísticos, executando campanhas publicitárias, press trips e feiras, com foco na retoma das viagens com segurança”, explica o responsável, revelando que o regresso à promoção internacional só aconteceu este verão, concretamente a partir de julho de 2021, com o objetivo de mostrar que “o Brasil está pronto para receber todos os que se queiram encantar” com a natureza, cultura e hospitalidade brasileira.
No regresso daquela que é uma das principais missões da Embratur, Portugal não poderia ficar de fora, uma vez que, como refere o responsável, “além dos portugueses estarem conectados ao Brasil por meio de laços sanguíneos”, mas também da cultura e da história, há vários outros fatores que facilitam as viagens dos portugueses ao Brasil, a exemplo do elevado número de voos entre os dois países – e Carlos Brito destaca que, só em outubro, as companhias aéreas TAP, Latam e Azul retomaram 562 voos que ligam Lisboa a várias cidades brasileiras – mas também da isenção de visto para turismo, negócios, estudantes e artistas, em deslocações inferiores a 90 dias.

Destino seguro
Com o regresso da promoção internacional, Portugal entra novamente nos planos da Embratur, que conta voltar a participar em “roadshows com o trade turístico português”, mas também lançar campanhas de Relações Públicas e promover um relacionamento mais próximo com a imprensa nacional. “Para o ano de 2022, além de manter o planeamento atual, a Embratur investirá em campanhas publicitárias e participação em feiras para reforçar que os destinos nacionais estão prontos para receber novamente os nossos irmãos portugueses”, acrescenta Carlos Brito.
Para o Brasil, Portugal continua a ser um mercado fundamental, não apenas pelos laços que os dois países partilham, mas também pela apetência que os portugueses sempre demonstraram por este destino turístico, o que ditou que, em 2019, Portugal tivesse sido o 11.º mercado internacional emissor de turistas para o Brasil, com 176.229 turistas. Carlos Brito explica que, apesar de ter existido uma diminuição do fluxo de turistas portugueses que visitaram o Brasil nos últimos cinco anos, em 2018 e 2019, os números voltaram a subir, refletindo um “aumento de 21% nesse fluxo, o que demonstra sinais de recuperação”.
Tal como nos restantes mercados internacionais, também em Portugal a Embratur pretende passar a mensagem de que o Brasil é “um destino seguro”, com Carlos Brito a defender que o Governo Federal do Brasil “não mediu esforços para a realização do necessário para proteção da população, tanto em relação à Saúde quanto à Economia” e a desvalorizar as críticas à forma como o Presidente Jair Bolsonaro conduziu a estratégia do país durante a pandemia. “A Embratur detém a missão de veicular a verdade sobre o Brasil, que é um destino seguro, com mais de 72% da população adulta vacinada, e que adotou rapidamente protocolos de prevenção para proteger a todos e criar um ambiente perfeito para receber o turista brasileiro e o estrangeiro”, remata Carlos Brito. Certo é que, desde a reabertura das fronteiras entre Portugal e o Brasil, que aconteceu no início de setembro, cerca de 60 mil turistas portugueses voltaram já a visitar o país, segundo dados da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, com o presidente da Embratur a indicar que destinos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador foram, desde a reabertura de fronteiras, os mais procurados pelos turistas lusos.

Recuperação em 2023
Além de Portugal, a Embratur está também a retomar a promoção em vários mercados europeus, até porque, em 2019, o último ano turístico antes da chegada da pandemia, 24% dos turistas internacionais que o Brasil recebeu eram provenientes da Europa. “Em 2019, ano anterior ao início da pandemia, o Brasil recebeu 6.353.141 turistas internacionais. Desse total, 57% foram oriundos de países da América do Sul e 24% de países da Europa.

Os 10 principais emissores foram, nesta ordem: Argentina, Estados Unidos, Paraguai, Chile, Uruguai, França, Alemanha, Itália, Portugal e Reino Unido”, revela Carlos Brito, explicando que a Argentina, pela proximidade, é de longe o principal mercado emissor de turistas para o Brasil, com mais de 1,9 milhões de turistas, seguindo-se os EUA, com 590 mil turistas.
E, tal como em Portugal, também nos restantes mercados internacionais a Embratur tem vindo a apostar em ações de “Relações Públicas com os principais veículos de comunicação dos países prioritários”, numa estratégia que passa ainda pelo lançamento de “campanhas publicitárias e de marketing digital, aliadas à participação nos mais importantes eventos e feiras de turismo do mundo”, num calendário de ações que está a ser planeado e executado “com o objetivo de impulsionar a imagem do Brasil e atrair mais visitantes internacionais”.
A expetativa da Embratur para 2022 é, no entanto, “moderada”, uma vez que, como diz o responsável, que cita dados da Organização Mundial do Turismo (OMT), “o turismo internacional teve sinais de recuperação em junho e julho de 2021, devido à implementação da vacinação global e à flexibilização de restrições de viagens”, mas ainda com resultados longe dos níveis pré-pandemia, num cenário a que também o Brasil não deverá escapar, segundo as perspetivas da própria Embratur. “Por conta do rápido avanço da vacinação, do reaquecimento do turismo doméstico, da abertura das fronteiras e da retoma gradual dos voos internacionais, estima-se que o turismo internacional comece a apresentar sinais de recuperação na próxima temporada de verão, ainda que os níveis de chegadas de estrangeiros de 2019 devam ocorrer apenas em 2023”, explica o presidente da Embratur.
Para entrar no Brasil, qualquer estrangeiro deve cumprir também alguns procedimentos concretos, de acordo com a Portaria nº 658, de 5 de outubro de 2021, nomeadamente a apresentação de um teste negativo para a COVID-19, que pode ser antígeno e realizado até 24 horas antes do embarque para o Brasil, ou PCR com 72 horas de antecedência. Além disso, é ainda necessário preencher a Declaração de Saúde do Viajante (DSV) até 24 horas antes do embarque e apresentar o seu comprovativo, seja por via impressa ou digital, à companhia aérea antes do embarque. O certificado de vacinação também passou recentemente a ser exigido.

Ligações aéreas já superam números pré-pandemia
Fundamental para levar turistas internacionais até ao Brasil é o transporte aéreo, que foi fortemente afetado durante a pandemia mas que, segundo Carlos Brito, já está a recuperar. “Em outubro deste ano, as companhias aéreas TAP, Latam e Azul retomaram 562 voos que interligaram Lisboa às cidades brasileiras de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte, ofertando 157.210 assentos”, revela o responsável, considerando que a abundância de voos entre os dois países é um dos fatores que contribuem para o elevado número de turistas portugueses que o Brasil recebe.
De acordo com o presidente da Embratur, as ligações aéreas têm vindo a ser recuperadas, de tal forma que, em outubro, já houve “mais voos semanais entre Brasil e Portugal do que em 2019”. “Foram registados 86 voos semanais em 2019 e 127 voos em outubro de 2021, o que já demonstra uma superação referente ao início da pandemia de COVID-19”, acrescenta o responsável.

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República Checa exige terceira dose aos viajantes

A República Checa tornou-se o primeiro país na Europa a exigir aos viajantes as três doses da vacina.

Victor Jorge

A República Checa reforçou o controlo de saúde dos viajantes, com a obrigatoriedade da apresentação, a partir de segunda-feira, 27 de dezembro, do atestado da inoculação da terceira dose da vacina COVID-19, tornando-se, assim, no primeiro país europeu a fazê-lo.

Caso a terceira dose não esteja disponível – já que em alguns países está disponível apenas para determinadas faixas etárias -, além das duas doses da vacina, deve ser apresentado um teste PCR negativo. Além disso, o viajante que não tiver a 3.ª dose da vacina, deverá, também, apresentar outro PCR negativo antes de atingir o sétimo dia de permanência no país.

Pessoas residentes na República Checa ou menores de 18 anos estarão isentas desses requisitos, para os quais a apresentação das duas primeiras doses da vacina será suficiente.

Embora outros estados, como a Áustria, também tenham tomado medidas para se proteger do variante Ómicron, o país da Europa Central torna-se assim a primeira nação da Europa a requerer a dose de reforço.

Sobre o autorVictor Jorge

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Setor das viagens e turismo da China cresce o dobro da média global, revela WTTC

O dinamismo da economia chinesa é registado, também, no setor das viagens e turismo, onde o crescimento deverá ser, em 2021, superior a 60%. Para 2022, o WTTC antecipa uma evolução de 40% e uma taxa de emprego superior ao período pré-pandémico.

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Uma nova análise do World Travel & Tourism Council (WTTC) revela que a recuperação do setor das viagens e turismo da China disparou à frente de muitos mercados de turismo importantes, como França e EUA, acontecendo o mesmo face à recuperação global do setor.

Antes da pandemia, a contribuição do setor das viagens e turismo da China para o PIB do país representava 11,5 biliões de Yuans (cerca de 1,6 biliões de euros), correspondendo a 11,6% da economia total.

Em 2020, quando a pandemia paralisou as viagens internacionais, a contribuição do setor das viagens e turismo da China para a economia nacional caiu quase 60%, representando uma diminuição de 6,9 biliões de Yuans (perto de um bilião de euros), indicam os dados do WTTC.

No entanto, de acordo com a análise, e com base na taxa atual de recuperação, a contribuição do setor para o PIB do país pode ter um aumento, ano a ano, de 60,7% neste ano. Este crescimento é quase o dobro da média global de 30,7% e representa um aumento anual de quase 2,8 biliões de Yuans (cerca de 390 mil milhões de euros).

Os dados também revelam que a contribuição das viagens e turismo para a economia do país pode ver um aumento, ano após ano, de mais de 40%, em 2022, representando um aumento de quase 3 biliões (ligeira acima dos 415 mil milhões de euros).

Assim, espera-se que o gasto doméstico cresça 75% até o final deste ano de 2021 e registe um aumento, ano após ano, de mais de um terço (35,9%) em 2022.

No entanto, embora os gastos internacionais, considerados “essenciais para a recuperação do setor”, deverão crescer apenas 7,2% em 2021, no próximo ano de 2022, quando a fronteira da China reabrir para os principais mercados, o país poderá “superar significativamente os gastos domésticos com um aumento de 94,3%”.

Depois de uma perda de mais de 16 milhões de empregos no ano passado, quando as empresas de viagens e turismo na China e em todo o mundo sofreram perdas catastróficas devido a severas restrições às viagens e ao fechamento total das fronteiras, “o crescimento do emprego deverá aumentar no mínimo 3,6% em 2021”, antecipa o WTTC.

No entanto, o crescimento do emprego pode registar um aumento mais positivo no próximo ano, com o WTTC a prever uma evolução de 17,7%, “atingindo mais de 80 milhões de empregos em 2022, apenas 1,9% abaixo dos níveis pré-pandêmicos”.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, revela, em nota publicada no site da instituição, que “a análise mostra claramente que, embora o setor global de viagens e turismo esteja a começar a recuperar, a retoma da China é mais rápida”.

De acordo com a análise, a contribuição do setor para o PIB do país e o aumento do emprego podem ser mais positivos neste ano e no próximo, se cinco medidas vitais forem cumpridas por governos de todo o mundo.

Essas medidas incluem permitir que viajantes totalmente vacinados se movimentem livremente, independentemente de sua origem ou destino final.

Em segundo lugar, a implementação de soluções digitais que permitem a todos os viajantes comprovar facilmente o seu estatuto COVID, agilizando assim o processo nas fronteiras em todo o mundo.

Em terceiro lugar, para que as viagens internacionais seguras sejam totalmente reiniciadas, os governos devem reconhecer todas as vacinas autorizadas pela OMS.

Em quarto lugar, o apoio contínuo à iniciativa COVAX / UNICEF para garantir a distribuição equitativa de vacinas em todo o mundo.

Finalmente, a implementação contínua de protocolos aprimorados de saúde e segurança, que irão sustentar a confiança do cliente.

O WTTC considera que a contribuição do setor para o PIB pode aumentar 71,3% (quase 3,3 biliões de Yuans, ou seja, 460 mil milhões de euros) até o final deste ano, e mais um aumento anual de 43,3% (3,4 biliões, ou seja, 470 mil milhões de euros) em 2022, indicam os dados da entidade liderada por Julia Simpson.

O WTTC antecipa ainda que “os gastos domésticos podem aumentar 85,2% neste ano, seguido por um crescimento de 37,9% em 2022”, enquanto os gastos internacionais podem aumentar “23,6% em 2021 e podem registar um aumento substancial de 103,2%, ano após ano, em 2022”.

No que diz respeito ao emprego, o WTTC refere que este “poderia ver um aumento de 10,5% neste ano, e um aumento de 20,1% em relação ao ano anterior em 2022, o que faria com que o número de pessoas empregadas no setor eclipsasse os níveis pré-pandêmicos em mais de 5,5 milhões”.

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Alemanha coloca Portugal, Espanha e EUA como zona de alto risco

Até 3 de janeiro do próximo ano, o Governo alemão colocou Portugal na lista de territórios de “alto risco”. Assim, além de certificado, é necessário prova de recuperação da doença ou de um teste negativo à COVID-19.

Victor Jorge

A Alemanha adicionou Portugal, Espanha e EUA à lista de territórios de “alto risco” devido ao aumento da incidência de casos de COVID-19, medida que entrou em vigor no passado sábado (25 de dezembro).

Tal significa que, para entrarem na Alemanha, os viajantes daqueles países estão obrigados a registarem-se antes de viajar e a cumprir um período de quarentena, que pode ser evitado em caso de apresentação de um certificado de vacinação, de prova de recuperação da doença ou de um teste negativo à COVID-19.

Além de Portugal continental, também os Açores e a Madeira estão nesta lista que é válida até 3 de janeiro, mas que pode ser renovada.

Na lista de zonas consideradas de ‘alto risco’ estão ainda a Finlândia, Mónaco e Chipre, enquanto, em sentido contrário, a Áustria foi retirada da listagem.

Segundo as novas regras das autoridades alemãs, o certificado digital deve ser carregado no site onde é efetuado o registo antes da viagem, devendo ser facultados os dados de contacto e a morada de destino.

Caso o viajante não apresente um certificado, terá de cumprir uma quarentena de 10 dias, que pode ser reduzida caso obtenha um teste negativo à COVID-19 após o quinto dia de isolamento.

As medidas entram em vigor a 25 de dezembro, segundo revelou o Instituto Robert Koch de Virologia (RKI), responsável pelas classificações.

Os critérios utilizados não se limitam ao número de novas infeções, sendo ainda considerada a velocidade de propagação do coronavírus ou a saturação dos sistemas de saúde.

Esta classificação leva ainda a uma recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Alemanha para que os seus cidadãos evitem viagens não essenciais para os países em causa, o que facilita aos turistas o cancelamento dos voos sem custos adicionais.

No entanto, estas medidas não implicam uma proibição de viagens para estes países.

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Madeira também ameaça fechar bares e discotecas se regras de contenção não forem cumpridas

Presidente do Governo Regional da Madeira admite o encerramento de bares e discotecas em “zonas críticas” do Funchal se as regras não forem cumpridas, mas garante a realização da Noite do Mercado e do fogo-de-artificio no réveillon.

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O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, revelou esta quarta-feira, 22 de dezembro, que o o executivo regional também está a ponderar decretar o encerramento de bares e discotecas na região se as regras de contenção não foram cumpridas.

“O meu apelo é que este fim de semana as coisas corram bem. Se não correrem bem, nós vamos tomar medidas muito mais drásticas”, disse esta quarta-feira o chefe do executivo, Miguel Albuquerque, citado pela Lusa.

A Rua das Fontes e a Zona Velha do Funchal, onde se concentram muitos dos estabelecimentos de animação noturna da Madeira, foram duas das “zonas críticas” apontadas por Miguel Albuquerque como exemplo de locais que podem vir a ser encerrados, se a obrigatoriedade de apresentação do certificado digital de vacinação e de um teste negativo à COVID-19 com um máximo de 48 horas não for cumprida.

“Se houver abusos, se houver irresponsabilidade, nós fechamos essas zonas onde estão esses bares”, acrescentou Miguel Albuquerque, que garante que o executivo tem “legitimidade” para proceder ao encerramento dessas áreas em função da “salvaguarda da saúde pública”, sobretudo tendo em conta os “abusos” verificados nos últimos fins de semana, com apresentação de certificados e testes falsos e desrespeito pelo distanciamento e pela obrigatoriedade de uso de máscara.

Apesar da ameaça de encerramento se as regras não forem cumpridas, o presidente do Governo Regional da Madeira garantiu, no entanto, que a Noite do Mercado, que tem lugar na noite de 23 para 24 de dezembro, e o espetáculo de fogo de artifício do fim do ano, vão manter-se conforme o previsto.

“Se a situação se mantiver com os parâmetros de transmissibilidade e de infeção que estão a ocorrer neste momento, mantemos tudo”, referiu, garantindo que o executivo madeirense pretende evitar o encerramento das atividades económicas na região autónoma, já que isso seria “o pior que podia acontecer”, pelo que disse ser fundamental manter intactas todas as medidas preventivas e profiláticas.

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Óbidos vai aplicar taxa turística a partir de 01 de janeiro

Todos os estabelecimentos hoteleiros do concelho de Óbidos passam a aplicar a taxa turística a partir de 01 de Janeiro de 2022, no valor de um euro por hóspede e por noite.

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A Câmara de Óbidos anunciou que todos os estabelecimentos hoteleiros do concelho passam a aplicar a taxa turística a partir de 01 de Janeiro de 2022. A terceira é de vez, já que, por duas vezes tinha adiado a implementação da medida.

A taxa turística, que visa suportar os custos dos serviços de atividades e investimentos associados ao turismo, terá o valor de um euro por pessoa e por noite, a todos os hóspedes com pelo menos 13 anos. A verba foi calculada com base nos indicadores relativos à atividade turística do município, que antes da pandemia, recebia anualmente cerca de um milhão e meio de visitantes, nacionais e estrangeiros.

Segundo a autarquia, entendem-se por custos associados ao turismo questões como a informação e apoio ao turista, o reforço da segurança de pessoas e bens, a realização de obras de manutenção e qualificação urbanística, territorial, patrimonial e ambiental do espaço público, bem como a criação de infraestruturas e pólos de oferta cultural, artística e de lazer.

“Ficam isentos do pagamento, devendo fazer prova através de declaração ou documento equivalente, aqueles que se encontram nas situações cuja estadia seja motivada pela obtenção de tratamentos médicos, pelo período do respetivo tratamento”, explica a autarquia num comunicado.

O regulamento da taxa turística no concelho de Óbidos foi publicado em novembro de 2018 em Diário da República, para entrar em vigor no primeiro dia de dezembro do mesmo ano. No entanto, a sua aplicação foi adiada por, nessa altura, não estar ainda aprovado o regulamento e tabela de taxas e licenças do município, que definiria o valor a cobra. A entrada em vigor do regulamento esteve depois prevista para o início de 2020, mas devido à pandemia de Covid-19 foi novamente adiada, até à atual decisão camarária.

 

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EUA recomendam aos cidadãos para evitarem viagens a Espanha

Espanha passou a fazer parte da lista dos países para onde os cidadãos norte-americanos deverão evitar viajar, tendo passado para o nível 4 com uma perigosidade muito alta.

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O Departamento de Estado norte-americano e o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos da América recomendaram aos seus cidadãos que evitem viajar para Espanha, incluindo país vizinho num lote de oito – Gibraltar, Mónaco, Finlândia, San Marino, Bonaire (uma ilha caribenha pertencente à Holanda), Chade e Líbano – na classificação de alerta “Nível 4: Muito Alto”, da qual já fazem parte até 85 países (Portugal incluído).

O número crescente de infeções em todo o território espanhol disparou o alarme das autoridades norte-americanas, que viram como a incidência do vírus cresceu para 511 casos por 100.000 habitantes, conforme noticiado pelo “US News”.

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