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OMT condena ataque na Tailândia

A Tailândia vai ser o palco das celebrações oficiais do Dia Mundial do Turismo, a 27 de Setembro.

Raquel Relvas Neto
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OMT condena ataque na Tailândia

A Tailândia vai ser o palco das celebrações oficiais do Dia Mundial do Turismo, a 27 de Setembro.

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TailandiaA Organização Mundial de Turismo condena os atentados de que a Tailândia foi alvo esta última quinta-feira, dia 11 de Agosto, expressando solidariedade com os familiares e amigos das vítimas e do povo tailandês.

“A Tailândia é um dos destinos mais consolidados do mundo, um destino em que se reúnem pessoas de todas as culturas para desfrutar do Turismo e de grande capacidade deste sector em fomentar o seu desenvolvimento. Estamos convencidos de que continuará a sê-lo e esperamos a oportunidade de nos reunirmos em Banguecoque a 27 de Setembro para as celebrações oficiais do Dia Mundial do Turismo”, refere Taleb Rifai, secretário-geral da OMT. O responsável reforça ainda que “precisamos, mais do que nunca, de trabalhar juntos para as celebrações do Dia Mundial do Turismo para que sejam um grande êxito, porque esta será a melhor forma de expressar o nosso apoio e união contra estes actos abomináveis”.

 

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Trade britânico pede mais apoios para sobreviver à crise dos preços

A ABTA, a AITO e o The Travel Network Group consideram que a crise gerada pela inflação e aumento dos preços pode ser “a gota de água” para muitas empresas do setor, que ainda estão a viver momentos difíceis devido à COVID-19.

Inês de Matos

As associações britânicas ligadas ao turismo consideram que o apoio decretado pelas autoridades do Reino Unido para ajudar o setor do turismo a ultrapassar a crise do aumento dos preços é “dececionante”, uma vez que apenas está em vigor durante a época baixa e não é suficiente para cobrir as necessidades das empresas, depois de dois anos de pandemia.

“Os nossos membros estão a entrar na crise dos preços depois de dois dos piores anos da história do setor, com pequenas e médias empresas a estarem particularmente vulneráveis”, afirmou Mark Tanzer, presidente executivo da ABTA – Associação Britânica das Agências de Viagens, citado pela publicação britânica Travel Weekly.

A ABTA é um das associações britânicas do setor do turismo que têm vindo a solicitar às autoridades do Reino Unido um alargamento dos apoios concedidos às empresas para fazer face à crise gerada pela inflação e consequente aumento dos preços, que no Reino Unido consiste na limitação dos preços da energia por um período de seis meses para as empresas.

Além da ABTA, também a AITO – Associação dos Operadores Turísticos Independentes e o The Travel Network Group têm avisado as autoridades britânicas que é necessário aumentar os apoios para que “não se cometam os mesmos erros novamente”, uma vez que a crise da COVID-19 já deixou as empresas do setor numa situação difícil.

As associações turísticas querem, nomeadamente, que este apoio seja prolongado por um maior período de tempo, que não abranja apenas os seis meses correspondentes à época baixa do turismo britânico.

Segundo a Travel Weekly, Mark Tanzer quer também que o governo britânico procure “outras formas” de ajudar as empresas, a exemplo de um prazo mais alargado para o pagamento de taxas e impostos, mas também um acordo com a banca que permita igualmente um período mais dilatado para o pagamento dos créditos contraídos devido à COVID-19.

Na AITO, a opinião é semelhante e, segundo Martyn Sumners, diretor executivo da associação, apesar das medidas já apresmentadas representarem “um passo positivo”, os seis meses de limitação dos preços da energia são “um período muito curto para fornecer ajuda real”.

“Este setor foi o mais atingido na pandemia, de acordo com o Centro de Estatísticas Nacionais, e teve uma retoma difícil devido aos problemas com cancelamentos de voos e falta de funcionários nos aeroportos”, defende Martyn Sumners.

O responsável da AITO lembra que “nem todas as empresas beneficiaram dos subsídios na pandemia”, o que leva a associação a pedir que não se cometam os mesmo erros da época da COVID-19 e que o apoio agora concedido vá além dos seis meses inicialmente previstos.

Já o Travel Network Group considera que a falta de informação sobre os apoios disponíveis, assim como o prazo de seis meses, “são extremamente preocupantes”, uma vez que, alerta o grupo de viagens britânico, esta crise pode ser a “gota de água” para muitas empresas.

“O plano não delineou apoios específicos para as empresas, que têm uma ameaça crescente de ruína financeira durante esta crise”, acrescenta Gary Lewis, responsável executivo do Travel Network Group, considerando que “a ideia de negociar contratos de longo prazo com fornecedores de energia é muito bem-vinda, mas apenas se isso permitir que as contas voltem a níveis razoáveis”.

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Les Roches promove mais uma edição da SUTUS

A SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit vai voltar a decorrer na Les Roches Marbella, em Espanha, entre os dias 28 e 30 de setembro, voltando a debater o turismo espacial e subaquático.

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A Les Roches Marbella vai voltar a promover, entre 28 e  30 de setembro, mais uma edição da SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit, iniciativa que vai na terceira edição e que vai debater a criação do primeiro hotel espacial e de cidades no espaço.

Nesta edição, a SUTUS vai contar com a participação de mais de 30 empresas, que vão apresentar nesta cimeira os seus projetos de turismo espacial e subaquático, segmentos turísticos considerados de luxo, que já vale entre 130 mil milhões e 170 mil milhões de euros anuais, e corresponde a 22% das receitas totais do setor, segundo a consultora Bain & Company.

Entre as empresas que vão marcar presença na SUTUS 2022, está já confirmada a participação da Orbital Assembly, que vai criar o primeiro hotel com alojamento para turistas no espaço, previsto para 2027; da Space VIP, que se dedica à “alfabetização” espacial e a inspirar a próxima geração de astronautas privados; da Axiom Space, que pretende criar cidades no espaço; e da Space Tourism Society, que monitoriza o crescente leque de experiências espaciais.

Além destas empresas, a SUTUS 2022 vai também contar com a participação de vários especialistas e oradores de renome internacional, a exemplo de Nancy Vermeulen, formadora de astronautas da Academia de Treino Espacial, e Susan Kilrain, astronauta reformada, que vai falar sobre a sua experiência para além do planeta Terra.

Além do espaço, em destaque vai estar ainda o turismo subaquático, que será representado por Fabien Cousteau, que vai apresentar a sua Estação Internacional do Oceano, que se pretende que esteja operacional a partir de 2026, assim como por Aaron Olivera, fundador e CEO da Earth 300, projeto ambiental e científico global materializado num iate futurista cujo principal objetivo é combater as alterações climáticas, e ainda por Scott Waters, presidente do Submarino Pisces VI, que falará sobre o turismo de mergulho nas Ilhas Canárias.

A SUTUS 2022 vai ainda debater a criação da Agência Espacial Espanhola (AEE), contando com a participação de Álvaro Giménez Cañete, Delegado Especial da Agência Espacial Espanhola, que vai apresentar o plano de ação para a criação desta nova organização, cuja sede está a ser disputada por Sevilha, Três Cantos (Madrid), Teruel, León, Puertollano (Ciudad Real) e Ilhas Canárias.

Espanha vai estar ainda representada nesta iniciativa por Carlota Pérez Reverte, arqueóloga subaquática, assim como por Carmen García-Roger e Jorge Pla-García, ambos aspirantes a astronautas da ESA, estando ainda prevista a participação de empresas espanholas de referência mundial, como o Green Moon Project, que aposta na agricultura espacial como um bem para toda a humanidade, ou a Zero 2 Infinity, empresa que desenvolve balões de alta altitude para ter acesso ao espaço próximo e à órbita terrestre baixa usando uma cápsula e um lançador transportado por balões.

“Estamos muito contentes porque conseguimos que este congresso, o mais importante do mundo na discussão sobre o turismo das duas últimas fronteiras – sobre a cabeça e debaixo dos pés- contasse com as melhores agências e representantes dos projetos mais apaixonantes e excitantes do mundo”, afirma Carlos Díez de la Lastra, CEO de Les Roches.

A SUTUS 2022 vai ser transmitida via streaming e as inscrições para assistir ao evento já se encontram a decorrer. Todas as informações sobre a iniciativa estão disponíveis aqui.

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Turistas americanos destronam brasileiros do 3.º lugar no Norte de Portugal

Com Espanha e França a liderar, o mercado norte-americano surge, agora, em terceiro lugar na região do Norte de Portugal. Efeitos da maior conectividade aérea da United Airlines contra menos voos da TAP para o Brasil.

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O mercado norte-americano subiu para terceiro na região Norte de Portugal, destronando o mercado brasileiro, por causa da aposta da conectividade aérea da companhia United Airlines, explicou o presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

“O mercado norte-americano conseguiu atingir uma posição nunca alcançada no Porto e Norte. É o terceiro mercado da região. Trocou com o Brasil”, avançou à agência Lusa Luís Pedro Martins.

Num balanço ao verão turístico na região Norte de Portugal, o presidente da TPNP referiu que em primeiro lugar está o mercado espanhol, em segundo o francês, e em terceiro lugar está agora o mercado norte-americano, remetendo o brasileiro para quinto lugar, com o mercado alemão em quarto.

A justificação para a alteração no ‘ranking’ dos mercados turísticos na região do Porto e Norte relaciona-se com a conectividade aérea através da United Airlines, a terceira maior linha aérea dos EUA e do mundo, considerou Luís Pedro Martins.

“Tudo aquilo que temos de esforço da United Airlines para trazer estes turistas para o Porto e Norte não temos tido por parte de quem nos servia o Brasil, e aqui a questão da TAP [companhia aérea de bandeira portuguesa], é de facto muito notória nessa descida no mercado brasileiro”.

O mercado brasileiro não se desinteressou pela região, mas a falta de conectividade aérea provocou a quebra da chegada de turistas brasileiros, acrescenta.

“Não por falta de procura, mas sim por falta de conectividade. (…) Temos agora menos voos do que os que tínhamos no mercado brasileiro, estamos em perda”.

Luís Pedro Martins destacou também a subida do mercado do Reino Unido, fruto do “bom comportamento” da British Airways na região Norte, referindo que a companhia aérea britânica teve uma operação “como nunca tinha tido e ela refletiu-se logo nos números da região”.

Contudo, nem tudo está a correr bem e o presidente da TPNP realçou “alguns perigos”. Temos a questão da guerra, por todas as razões, mas também porque nos prejudica diretamente alguns mercados. O mercado polaco, o da república Checa, o alemão, porque está próximo do conflito e é um mercado muito importante para o Porto e Norte”, declarou.

Outro problema com que a região se está a deparar é a falta de recursos humanos qualificados, um problema que vem do passado, mas que se agravou com a pandemia e a crise no setor do turismo, levando à fuga de pessoas qualificadas, explicou Luís Pedro Martins.

“Em 2019 o turismo era um setor sexy, mas com a pandemia muitos trabalhadores saíram. Convêm captar recursos com formação”, alertou, reconhecendo que as repercussões de um baixo grau de satisfação junto dos turistas são sentidas no ano seguinte.

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Nova Edição: O verão no Algarve, Minas Gerais, ProColombia, OMT e Surf

A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o verão no Algarve. Além disso, pode contar, igualmente, com uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira, a estratégia da ProColombia, os desafios da OMT e um especial dedicado ao surf.

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A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o Algarve. Com o verão a fechar portas, o Publituris foi perceber como correu este período tão importante para o turismo em Portugal e, especialmente, para a região do Algarve. As expectativas eram altas e ao que nos confirmaram pode mesmo falar-se de um “regresso ao passado”.

Além de ouvir os agentes do setor da hotelaria no Algarve, entrevistámos, igualmente, João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, e Helder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Nesta edição trazemos, igualmente, uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira faz uma radiografia dos atrativos culturais e patrimoniais que ligam Portugal ao Estado brasileiro, salientando que “Minas Gerais não é só um destino para visitar, como também é um destino seguro para o investimento estrangeiro”.

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Inovação, educação, investimento e sustentabilidade são os grandes desafios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para o futuro. Natalia Bayona, diretora de Inovação da OMT, destaca o papel das soluções digitais, referindo que a realidade aumentada ou a realidade virtual devem ser colocadas ao serviço do turismo.

Recordamos, igualmente, os nomeados para os Publituris Portugal Travel Awards 2022. São 104 nomeados em 15 categorias que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está decorre até dia 7 de outubro.

No “Especial” apanhámos a onda do surf. Uma década depois do mundo ter descoberto as ondas grandes da Nazaré, o surf tornou-se num importante produto turístico que veio tornar mais ‘cool’ a imagem turística de Portugal e contribuir para diminuir a sazonalidade. Tal como no futebol há um antes e depois de Cristiano Ronaldo, também no turismo muita coisa mudou com o surf, que se tornou num verdadeiro ponta-de-lança capaz de promover o destino como nenhum outro além-fronteiras.

Além do Pulse Report do mês de agosto, numa parceria com a GuestCentric, as opiniões pertencem a Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP; Pablo Rueda, Sales & Partnerships Director da Selligent Iberia; Manuel Carvalho e Sousa, docente do ISAG; António Paquete, economista e consultor de empresas; e Eunice Duarte, professora no ISG.

Boas leituras!

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Edição Digital: O verão no Algarve, Minas Gerais, ProColombia, OMT e Surf

O verão no Algarve, entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira, ProColombia, OMT e o surf são os temas desta segunda edição de setembro do Publituris.

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A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o Algarve. Com o verão a fechar portas, o Publituris foi perceber como correu este período tão importante para o turismo em Portugal e, especialmente, para a região do Algarve. As expectativas eram altas e ao que nos confirmaram pode mesmo falar-se de um “regresso ao passado”.

Além de ouvir os agentes do setor da hotelaria no Algarve, entrevistámos, igualmente, João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, e Helder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Emprendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Nesta edição trazemos, igualmente, uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira faz uma radiografia dos atrativos culturais e patrimoniais que ligam Portugal ao Estado brasileiro, salientando que “Minas Gerais não é só um destino para visitar, como também é um destino seguro para o investimento estrangeiro”.

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Inovação, educação, investimento e sustentabilidade são os grandes desafios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para o futuro. Natalia Bayona, diretora de Inovação da OMT, destaca o papel das soluções digitais, referindo que a realidade aumentada ou a realidade virtual devem ser colocadas ao serviço do turismo.

Recordamos, igualmente, os nomeados para os Publituris Portugal Travel Awards 2022. São 104 nomeados em 15 categorias que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está decorre até dia 7 de outubro.

No “Especial” apanhámos a onda do surf. Uma década depois do mundo ter descoberto as ondas grandes da Nazaré, o surf tornou-se num importante produto turístico que veio tornar mais ‘cool’ a imagem turística de Portugal e contribuir para diminuir a sazonalidade. Tal como no futebol há um antes e depois de Cristiano Ronaldo, também no turismo muita coisa mudou com o surf, que se tornou num verdadeiro ponta-de-lança capaz de promover o destino como nenhum outro além-fronteiras.

Além do Pulse Report do mês de agosto, numa parceria com a GuestCentric, as opiniões pertencem a Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP; Pablo Rueda, Sales & Partnerships Director da Selligent Iberia; Manuel Carvalho e Sousa, docente do ISAG; António Paquete, economista e consultor de empresas; e Eunice Duarte, professora no ISG.

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Governo lança pacote de 1.400M€ para apoiar empresas face aos custos da energia

Além de lançar uma linha de crédito de 600 milhões de euros, o Governo anunciou também várias medidas fiscais e um aviso de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas.

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O ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, anunciou esta quinta-feira, 15 de setembro, o lançamento de um pacote no valor de 1.400 milhões de euros para apoiar as empresas nacionais face ao aumento dos custos da energia e que, entre outras medidas, conta com uma linha de crédito de 600 milhões de euros.

Numa conferência de imprensa que decorreu esta quinta-feira, no Ministério da Economia e do Mar, em Lisboa, António Costa e Silva revelou que a linha de crédito de 600 milhões de euros conta com “garantia mútua e prazo de oito anos”, assim como com uma “carência de capital de 12 meses para as empresas afetadas pelas perturbações”.

A linha de crédito tem execução a partir da segunda quinzena de outubro, destinando-se às empresas afetadas pelo aumento do preço da energia, matérias-primas e pelas cadeias de abastecimento.

Além desta linha de crédito, o governante anunciou também o alargamento de apoios a indústrias de consumo intensivo de gás, apoios à formação, medidas de aceleração da eficiência e transição energética, bem como fiscais.

A nível fiscal, um dos destaques vai para a suspensão do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e da taxa de carbono sobre o gás natural para a produção de eletricidade e cogeração, medida que está avaliada em 25 milhões de euros e que tem execução imediata.

O executivo vai ainda atribuir uma uma majoração de IRC em 20% aos gastos com a eletricidade e o gás natural, fertilizantes, rações e outra alimentação para a atividade de produção agrícola.

Paralelamente, vai também ser lançado um aviso, com execução em setembro, de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas, nomeadamente, a sua participação em feiras internacionais, uma vez que, considerou o ministro, a promoção externa é “absolutamente importante”.

“Vamos lançar um aviso, executado em setembro, de 30 milhões de euros, para promover a internacionalização das empresas portuguesas e a sua participação em feiras internacionais”, avançou António Costa e Silva, citado pela Lusa.

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Porto entre as sete cidades pré-selecionadas para Capital Europeia de Turismo Inteligente 2023

O Porto partilha a candidatura ao prémio com as cidade de Aarhus (Dinamarca), Gijón (Espanha), Pafos (Chipre), San Sebastian (Espanha), Sevilha (Espanha), Zagreb (Croácia).

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A cidade do Porto está entre as sete cidades pré-selecionadas pela Comissão Europeia (CE) para o prémio de Capital Europeia de Turismo Inteligente 2023. Além do Porto, as cidades finalistas selecionadas entre 29 candidatas de 13 países são: Aarhus (Dinamarca), Gijón (Espanha), Pafos (Chipre), San Sebastian (Espanha), Sevilha (Espanha), Zagreb (Croácia).

O concurso esteve aberto a cidades da UE e de países terceiros que participam no Programa COSME, tendo as candidaturas sido avaliadas por um rigoroso painel de peritos independentes. Os candidatos com a pontuação geral mais elevada em todas as categorias passaram à fase seguinte.

Na etapa seguinte, as cidades pré-selecionadas serão convidadas a apresentar as suas candidaturas perante um júri europeu, que selecionará as Capitais Europeias de Turismo Inteligente 2023. Juntamente com o título de Capital Europeia de Turismo Inteligente 2023, as cidades vencedoras receberão apoio ao nível da comunicação e da imagem de marca ao longo de 2023. Inclui-se um vídeo promocional, uma escultura em formato de hashtag especialmente projetada para exibição na cidade e ações promocionais concebidas para aumentar a visibilidade a nível mundial e da UE, bem como para aumentar o número de visitantes.

Desde 2018, o concurso proporcionou uma plataforma para expor histórias de sucesso e práticas de destaque. Os vencedores das edições anteriores, Helsínquia e Lyon (2019), Málaga e Gotemburgo (2020), Valência e Bordéus (2022), são modelos a seguir para o turismo inteligente na Europa e estão internacionalmente classificadas nos primeiros lugares ao nível da sustentabilidade, inovação, qualidade de vida e integração de práticas inteligentes.

De referir que a Capital Europeia de Turismo Inteligente é uma iniciativa da UE, atualmente financiada ao abrigo do Programa COSME, que visa promover o turismo inteligente na UE ao premiar cidades pelas suas abordagens pioneiras ao turismo inteligente em termos de acessibilidade, digitalização, sustentabilidade, património cultural e criatividade. Com base na experiência bem-sucedida de uma ação preparatória proposta pelo Parlamento Europeu, a iniciativa visa promover o desenvolvimento turístico inovador, sustentável e inclusivo, bem como divulgar e facilitar o intercâmbio de boas práticas.

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9 em cada 10 alemães querem viajar em 2023

O desejo dos alemães por viagens mantém-se para 2023, com um recente estudo a indicar que as condições de reserva flexíveis são uma das condições mais relevantes a considerar pelos turistas.

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Os alemães não perderam o interesse e vontade de viajar. As conclusões de um estudo realizado pela Tourlane e a Yougov indicam que 9 em cada 10 alemães continuam a querer viajar em 2023, assinalando que 92% dos inquiridos pretendem viajar no próximo ano. Contudo 78% dos alemães responderam que ainda não efetuaram qualquer reserva de viagem para 2023.

Relativamente a 2022, 56% dos inquiridos referiu já ter realizado uma viagem e que, devido à pandemia e incertezas externas, 39% prefere, geralmente, condições de reserva flexíveis.

Para 2023, o estudo indica a Alemanha, França e Itália como destinos mais populares e que uma percentagem significativa planeia passar as férias em terras germânicas ou países vizinhos.

Praia mantém-se líder
As conclusões do estudo da Tourlane e Yougov referem que 22% dos inquiridos mantém as férias de praia como preferenciais. Já 16% mostram uma preferência por férias ativas, enquanto 13% indicam as city trips. Estas três categorias são, aliás, os tipos de viagem mais populares entre os alemães inquiridos.

Na faixa etária entre os 18 e 24 anos, a sustentabilidade é o critério mais importante, com 54% dos inquiridos a admitirem querer passar mais tempo na natureza, concluindo-se, ainda, que 41% se mostra contra o turismo de massas.

Outro dos aspetos destacados no estudo prende-se com a cautela demonstrada pelos alemães quando abordada a questão das reservas das viagens, existindo a dúvida se o efeito das reservas antecipadas regressará.

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Destino Açores reforça promoção e aposta na diversificação de mercados

A Associação de Turismo dos Açores tem vindo, ao longo deste ano, a reforçar a promoção internacional do destino e a apostar na diversificação de mercados, quer através de participação em feiras, quer com a organização de fam trips com operadores turísticos, e press trips.

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A promoção externa dos Açores como destino turístico na primeira metade de 2022 concretizou-se, entre outras, através da presença em seis feiras e ações internacionais no Canadá, Espanha, Estados Unidos e França, além da BTL em Portugal.

A região apostou, ainda, numa maior diversificação, face a 2019, dos mercados convidados para a organização de fam trips com operadores turísticos. No primeiro semestre de 2022, a Região Autónoma recebeu profissionais de Espanha, Itália, Países Baixos, Polónia, República Checa e Reino Unido.

Igualmente, a primeira metade de 2022 apresenta um crescimento no número de press trips, de jornalistas e de meios de comunicação que conheceram os Açores.

Entre os diversos países de origem dos meios de comunicação estão a Alemanha, os Estados Unidos, França, Espanha e o Reino Unido – que, de acordo com o INE, se têm afirmado como os principais mercados emissores de turistas estrangeiros nos Açores –, além de mercados em crescimento como os Países Baixos, a República Checa e a Bélgica.

Refira-se que essas ações têm dado resultados visíveis. Últimos dados do INE sobre o turismo regional dão conta de um mês de julho a superar os números de dormidas e hóspedes de 2019.

O mês analisado pelo INE registou um crescimento de 0,2% no número de dormidas na Região Autónoma dos Açores face ao período homólogo de 2019, enquanto se verificou um aumento no número de hóspedes nos estabelecimentos de alojamento turístico.  Em julho de 2019, o número fixou-se nos 99.705 hóspedes, enquanto no mesmo mês de 2022 os alojamentos da região receberam 100.567 visitantes.

Ao comentar estes resultados, Carlos Morais, presidente da Associação de Turismo dos Açore refere que são um reflexo do trabalho que a agência regional tem vindo a desenvolver na promoção da Região como destino turístico junto de mercados internacionais estratégicos. “Além do esforço por uma oferta turística cada vez mais qualificada, acreditamos que é fundamental dar a conhecer na primeira pessoa tudo que se pode descobrir no nosso arquipélago”, afirmou.

Ainda segundo o responsável, “a promoção do destino através de um aumento sustentado e ponderado de press trips, fam trips e participação em feiras internacionais é uma peça importante na nossa estratégia global e contribui ativamente para chegar a mercados que estão identificados por nós como tendo muito potencial”.

Carlos Morais acrescenta que “com uma acessibilidade cada vez melhor – recentemente, demos conta de que na primeira metade de 2022 a região passou a ter o triplo das rotas aéreas –, acreditamos que esta promoção vai continuar a dar frutos e contribuir para colocar os Açores num lugar de destaque para os visitantes estrangeiros”.

 

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Turismo de Portugal aproxima-se mais do mercado francês com workshop em Paris

O Turismo de Portugal e as sete Agências Regionais de Promoção Turística promovem, no próximo dia 29 de setembro, um workshop B2b em Paris, com o objetivo de permitir a venda do destino Portugal através de uma aproximação mais direta entre as empresas nacionais e o trade local.

A ação, que terá lugar no Etoile Saint Honoré Center, na capital francesa, deverá contar com cerca de 40 agentes económicos nacionais, entre unidades e grupos hoteleiros e DMC que já trabalham ou têm interesse no mercado francês.  Relativamente ao trade francês foram identificados OTs, AVs, Media especializada, num total de aproximadamente 130 buyers e 30 vip’s.

Este workshop, segundo Jean-Pierre Pinheiro, coordenador do Turismo de Portugal em França, permitirá aos profissionais franceses redescobrir o destino ao mesmo tempo que conhecem muitos prestadores de serviços portugueses.

Em entrevista ao jornal francês da especialidade, L’Echo Touristique, Jean-Pierre Pinheiro, sublinhou que, para Portugal, “alguns mercados reiniciaram mais rapidamente do que outros; o mercado francês é um dos que reagiram muito bem”, para acrescentar que o mesmo vale para as operações, e “não só recuperamos uma grande maioria das ligações aéreas entre França e Portugal, como também temos novidades. Estou a pensar em particular em Paris-Açores ou em várias linhas diretas que não existiam, para destinos um pouco menos servidos, como o Algarve ou a Madeira. Não vieram por conta própria, trabalhamos duro para isso, mas estamos felizes, começou bem”.

Aquele responsável lembrou que “jáá faz algum tempo que organizamos um workshop desta envergadura no mercado francês, o que é muito importante para Portugal, pois é o terceiro mercado de origem. Sentimos uma necessidade real das empresas de turismo portuguesas de voltarem a conectar com o mercado francês porque é um mercado que responde bem, o que permite também a alguns profissionais compensar a ausência de determinados clientes que ainda não regressaram”. Para além disso, historicamente Portugal esteve sempre presente em feiras como a IFTM.

Sobre o autorCarolina Morgado

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