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Fundão vai ter novo quatro estrelas em 2017

Marta Rafael, proprietária das unidades, revela ao Publituris que a futura unidade será constituída por 16 quarto, 4 suites e mais 4 villas exteriores. Terá o seu próprio restaurante, piscina exterior e spa.

Raquel Relvas Neto
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Fundão vai ter novo quatro estrelas em 2017

Marta Rafael, proprietária das unidades, revela ao Publituris que a futura unidade será constituída por 16 quarto, 4 suites e mais 4 villas exteriores. Terá o seu próprio restaurante, piscina exterior e spa.

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Os proprietários do Cerca Design House, que esta quinta-feira, dia 11 de Agosto, inaugura as suas cinco novas ‘villas’, vão ter mais uma unidade hoteleira.
O Convento do Seixo – Design Hotel & Spa, cuja primeira pedra vai ser lançada também hoje com a presença da secretária de Estado do Turismo, vai ser uma unidade de quatro estrelas localizada no Fundão e com abertura prevista para o final de 2017/início de 2018.
Marta Rafael, proprietária das unidades, revela ao Publituris que a futura unidade será constituída “por 16 quartos, quatro suites e mais quatro villas exteriores. Terá o seu próprio restaurante, piscina exterior e spa”.  Com um investimento de 3 milhões de euros, o futuro hotel prevê a criação entre 6 a 8 postos de trabalho na região.

*Leia o artigo na íntegra na próxima edição do Publituris.

Sobre o autorRaquel Relvas Neto

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Ana Barbosa junta-se à Highgate Portugal como Head of Procurement

A Highgate Portugal contratou Ana Barbosa para as funções de Head of Procurement com o objetivo de alavancar a dimensão e o potencial da supply chain a nível nacional.

Publituris

A Highgate Portugal, multinacional de gestão hoteleira, investimento, tecnologia e desenvolvimento, anunciou a contratação de Ana Barbosa para Head of Procurement, com o objetivo de “alavancar a dimensão e o potencial da supply chain a nível nacional”.

Num comunicado enviado à imprensa, a Highgate Portugal revela que a nova responsável conta com 14 anos de experiência consolidada na área de gestão e vendas, tendo passado por várias empresas de renome em território nacional.

Ana Barbosa é licenciada em Gestão, pelo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) e mestre em Business Administration and Management também pelo ISCTE.

A nova Head of Procurement da Highgate Portugal iniciou o seu percursos profissional em 2008, como Pricing and Business Analyst Manager na Worten, tendo progredido internamente e, quatro anos depois, passou a Stock Manager Coordinator. Em 2015, integrou a equipa de Supply Chain da Sonae MC, onde se manteve até ao final de 2022, como responsável de compras de produtos frescos, a nível nacional.

Ana Barbosa detém ainda experiência na vertente de ensino e, em junho deste ano, assumiu a função de diretora da Escola Superior de Tecnologia e Gestão.

“É com enorme satisfação que assumo esta nova função. A forte aposta da Highgate Portugal e a evolução da área de supply chain no setor do turismo foram dois fatores determinantes para a decisão de abraçar este projeto”, destaca Ana Barbosa, citada no comunicado enviado à imprensa.

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INE: Dormidas de residentes voltam a cair e descem 2,9% em julho

As unidades de alojamento nacionais registaram 3,2 milhões de hóspedes e 8,8 milhões de dormidas em julho, traduzindo crescimentos de 4,1% e 1,3% face a igual mês de 2022, respetivamente, ainda que se esteja a assistir a uma descida das dormidas dos residentes.

Inês de Matos

Em julho, as unidades de alojamento nacionais registaram 3,2 milhões de hóspedes e 8,8 milhões de dormidas, traduzindo crescimentos de 4,1% e 1,3% face a igual período de 2022, respetivamente, ainda que se esteja a assistir a uma descida das dormidas dos residentes, que voltaram a descer 2,9% em julho, depois de já terem caído 6,9% em junho, avança a estimativa rápida da atividade turística, divulgada esta quinta-feira, 31 de agosto, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram que, em comparação com julho de 2019, o total de hóspedes e dormidas também apresentou crescimentos, que chegam aos 10,7% nos hóspedes e 6,7% nas dormidas.

No sétimo mês do ano, o mercado interno foi responsável por 2,8 milhões de dormidas, valor que ficou 2,9% abaixo do apurado no mesmo mês do ano passado e que se soma à quebra que já tinha sido registada no mês anterior, que foi de 6,9%. Apesar da descida face a igual período do ano passado, em comparação com julho de 2019, registaram-se aumentos de 11,5% nas dormidas de residentes.

“No período acumulado de janeiro a julho de 2023, as dormidas aumentaram 14,7%, +5,2% nos residentes e +19,4% nos não residentes. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas cresceram 9,8%, +12,7% nos residentes e +8,6% nos não residentes”, resume o INE.

Já os mercados externos foram responsáveis por 6,0 milhões de dormidas, número que apesar de representar um “abrandamento”, traduz um aumento de 3,4% face ao mesmo mês do ano passado e de 4,6% comparativamente a mês homólogo de 2019.

Por mercados externos, o INE destaca o Canadá e os Estados Unidos como aqueles que mais cresceram entre os principais 17 mercados estrangeiros emissores de turistas para Portugal, apresentando subidas de 31,4% e 14,2%, respetivamente.

Em sentido contrário estiveram mercados como a Finlândia e a Bélgica, que registaram os maiores decréscimos nas dormidas, apresentando, em julho, quebras de 23,9% e 14,6%, respetivamente.

“Os mercados norte americano e canadiano continuaram a destacar-se, com crescimentos de 58,0% e 42,4%, respetivamente, face a julho de 2019. Os maiores decréscimos, que se acentuaram face a junho, observaram-se nas dormidas de hóspedes finlandeses (-30,6%) e brasileiros (-27,4%)”, refere o INE.

Já as dormidas de turistas provenientes do Reino Unido aumentaram 4,7% em julho, representando 18,9% do total das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais em julho.

O mercado espanhol, que representa 11,7% das dormidas de não residentes, diminuiu 0,6%, tendo sido, tal como no ano anterior, o segundo principal
mercado no mês de julho, à frente do alemão, que diminuiu 3,3%, representando agora 9,1% do total de dormidas de estrangeiros. Já no caso do mercado francês, cuja quota é de 8,0%, também houve uma diminuição das dormidas, que chegou aos 0,3%.

Por regiões, foi no Alentejo (+8,6%), no Norte (+6,4%) e no Centro (+4,8%) que se registaram os maiores crescimentos de dormidas, enquanto na RA Açores e no Algarve este indicador diminuiu, pela primeira vez, desde março de 2021, apresentando descidas de 2,8% e 1,8%, respetivamente.

O INE especifica que, na RA Madeira,  as dormidas diminuíram pelo segundo mês consecutivo, caindo 1,3% em julho, depois de um período de crescimento que tinha tido início em abril de 2021.

No total, avança o INE, “o Algarve concentrou 32,0% das dormidas, seguido da AM Lisboa (22,7%) e do Norte (16,2%)”, o que quer dizer que, no seu conjunto, estes três regiões registaram 70,9% das dormidas nos estabelecimentos nacionais em julho.

No entanto, uma comparação com o mesmo mês de 2019, mostra que “o Algarve continuou a registar um decréscimo (-6,0%, -7,4% em junho)”, enquanto as restantes regiões apresentaram crescimentos, que tiveram maior expressão no Norte (+21,7%) e na RA Madeira (+21,1%).

Já as dormidas de residentes desceram, face a julho de 2019, na RA Açores (-13,3%), o que aconteceu pela primeira vez desde agosto de 2022, assim como no Algarve (-4,1%), enquanto a RA Madeira continuou a destacar-se com um crescimento de 41,5%, seguindo-se o Centro (+24,4%) e o Norte (+23,4%).

“O Algarve foi a única região onde as dormidas de não residentes continuaram a registar decréscimos face a 2019 (-6,8%). Os maiores crescimentos registaram-se no Norte (+20,7%), na RA Açores (+18,0%) e na RA Madeira (+17,6%)”, acrescenta o INE.

Os dados do INE mostram também que as dormidas na hotelaria, que representaram 80,4% do total, diminuíram 0,2% em julho, naquele que foi o “primeiro decréscimo desde março de 2021”. Ainda assim, houve um aumento de 4,7% face a julho de 2019.

As dormidas nos estabelecimentos de alojamento local (peso de 15,0% do total) cresceram 8,0% (+8,6% face a julho de 2019) e as de turismo no espaço rural e de habitação  (quota de 4,6%) aumentaram 8,5% (+46,1%, comparando com julho de 2019).

Já a estada média foi de 2,78 noites, o que indica uma retração de 2,7%, tendo este indicador diminuído em todas as regiões, com exceção do Norte e da RA Açores, que foram “as únicas regiões com aumentos, ainda que ligeiros, da estada média (+0,4% e +0,1%, respetivamente)”.

No caso dos residentes, a estada média foi de 2,29 noites, descendo 4,3% face ao mesmo mês do ano passado, enquanto a dos não residentes somou 3,09 noites, evidenciando uma descida de 2,3%.

“Os valores mais elevados deste indicador verificaram-se na RA Madeira (4,81 noites) e no Algarve (4,24 noites), tendo as estadias mais curtas ocorrido no Centro (1,95 noites) e no Norte (2,05 noites)”, aponta o INE.

A taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico foi de 59,2%, descida de 1,9 p.p. em julho, tendo ficado, segundo o INE, “pelo segundo mês consecutivo, abaixo do valor observado em 2019 (-0,7 p.p.)”.

“Em julho, as taxas de ocupação-cama mais elevadas registaram-se na RA Madeira (71,8%), no Algarve (68,5%) e na AM Lisboa (63,9%). Todas as regiões registaram reduções, que foram mais expressivas na RA Açores e na AM Lisboa (-6,7 p.p. e -3,1 p.p., respetivamente)”, resume ainda o INE, que diz que também a taxa líquida de ocupação-quarto, que foi de 67,0%, diminuiu 1,4 p.p., ainda que tenha ficado acima do valor observado em 2019 (+1,5 p.p.).

Em julho, 11,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (15,2% em junho).

Sobre o autorInês de Matos

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Resort & Residential Hospitality Forum 2023 discute tendências do lazer em Lisboa

Entre 9 e 11 de outubro, o Resort & Residential Hospitality Forum 2023, a única conferência da Europa focada no investimento em resorts, vai trazer à capital portuguesa vários especialistas para discutir as novas tendências do lazer, sob o tema “Leisure to the Core”.

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Entre 9 e 11 de outubro, o hotel EPIC SANA Lisboa recebe o Resort & Residential Hospitality Forum 2023, a única conferência da Europa focada no investimento em resorts, que vai trazer à capital portuguesa vários especialistas para discutir as novas tendências do lazer.

“Sob o tema Leisure to the Core, o evento de três dias, que é a única conferência europeia focada no investimento em resorts e lazer, vai juntar uma audiência internacional de proprietários, hoteleiros, investidores e promotores que procuram oportunidades para estabelecer novas ligações enquanto exploram as principais oportunidades e desafios predominantes dentro do mercado residencial e de resorts”, explica a organização do evento, em comunicado.

Entre os oradores desta conferência encontram-se diversos especialistas, como Javier Arus, Senior Partner da Azora; Robert Mangan, Director da Bain Capital; e Li Zhang, Senior Vice President da Brookfield Asset Management, bem como investidores e promotores, que vão discutir o tema “Leisure investing on shifting sands”, analisando como é que “o aumento dos custos de capital impactou as estratégias de investimento em leisure hospitality e o que pode gerar o apetite de investidores em 2024”.

Noutras das sessões, Andreas Ewald, Managing Partner da Engel & Volkers Hotel Consulting; Cristina Fernandez Hoyo, Southern Europe Director da Covivio; e Capucine Pedrazzini, Director da Alternative Investments Invesco, vão abordar “os segmentos e mercados que oferecem as melhores oportunidades numa estratégia central de investimento em leisure hospitality”.

Em destaque vão estar ainda as ‘branded residences’, que estão a despertar “o interesse na indústria de leisure hospitality” e que, por isso, vão ser tema de um debate que vai abordar também  a vertente financeira, o design, as amenities, as operações e a regulamentação deste segmento, contando com a participação de Nicholas Mellis, Vice President Acquisitions da Highgate Hotels; e Philip Bacon, da Horwath HTL Spain.

A conferência pretende ainda dar resposta à questão de como aproveitar as tendências de lazer para atrair hóspedes e satisfazer a evolução da procura dos hóspedes, tema que vai ser debatido por Margarida Almeida, CEO & Founder da Amazing Evolution, e Lyublena Dimova, Senior Research Manager da European Travel Commission (ETC).

Outros líderes de destaque de toda a indústria de hospitality vão também partilhar a sua experiência no Resort & Residential Hospitality Forum, entre os quais, Nesrine Tourqui, Vice President, Cedar Capital Partners, Dionisio Pestana, Chairman & President, Pestana Hotel Group, e António Trindade, CEO, PortoBay Hotels & Resorts.

A conferência encerra com uma palestra de Amar Latif, empresário e apresentador de TV, que “partilhará as suas experiências de viagens e lembrará aos participantes o poder da experiência de viajar, da conexão humana e porque é que o lazer e as viagens sempre serão um ótimo negócio”.

 

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Piscina só para adultos é novidade no Domes Lake Algarve

A piscina exclusiva para adultos do Domes Lake Algarve – Autograph Collection encontra-se localizada junto ao lago do resort e está vedada a menores de 16 anos de idade, tendo sido inaugurada no início de agosto.

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O Domes Lake Algarve – Autograph Collection, resort de luxo junto à praia da Falésia, Algarve, passou a contar com uma piscina exclusiva para adultos, novidade que resulta da remodelação profunda a que a unidade foi sujeita já este ano.

“Esta remodelação incluiu a criação de um novo espaço exterior apenas para adultos, pautado pela tranquilidade e luxo exclusivo, e que acaba de estar disponível para quem procura refúgio e silêncio”, destaca a unidade hoteleira, em comunicado.

A piscina exclusiva para adultos do Domes Lake Algarve – Autograph Collection encontra-se localizada junto ao lago do resort e está vedada a menores de 16 anos de idade, tendo sido inaugurada no início de agosto.

“Desde que foi inaugurado no início do mês de agosto, é o espaço de eleição para quem procura relaxar e recarregar energias”, acrescenta o Domes Lake Algarve, indicando que esta piscina tem capacidade para 40 hóspedes e também conta com  espreguiçadeiras.

Além desta nova piscina exclusiva para adultos, o Domes Lake Algarve conta com outras quatro piscinas, incluindo a já célebre piscina de areia natural do resort e a piscina interior.

Os hóspedes podem ainda contar com uma  food truck exclusiva – a Taco do Lago – que disponibiliza opções ligeiras de refeição, como saladas, rolls e outros snacks para desfrutar ao longo do dia.

Recorde-se que o Domes Lake Algarve está integrado no grupo grego de luxo Domes Resorts, que chegou a Portugal em abril de 2022, com a abertura do Domes Lake Algarve, que foi o primeiro hotel da marca fora da Grécia e que, recentemente, passou a integrar prestigiada Autograph Collection Hotels do Marriott Bonvoy.

O Domes Lake Algarve conta com 192 quartos e suítes, numa decoração de inspiração Mediterrânea, além de lago privativo, cinco piscinas, acesso privilegiado à praia de Vilamoura, vários espaços para experiências gastronómicas de excelência e o Soma Spa.

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Hotelaria de Macau atinge novo recorde com 1,28 milhões de hóspedes em julho

O anterior recorde da hotelaria macaense tinha sido de 1,27 milhões de hóspedes e foi alcançado em agosto de 2019, numa altura em que Macau tinha 39 mil quartos em 119 estabelecimentos hoteleiros.

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Os estabelecimentos de hotelaria de Macau receberam, em julho, um recorde de 1,28 milhões de hóspedes, avança a Lusa, que cita dados oficiais divulgados esta terça-feira, 29 de agosto, pela Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) de Macau.

Num comunicado, a DSEC revelou que o número de hóspedes nos 43 mil quartos em 132 hotéis e pensões da região chinesa mais que quadruplicou em comparação com o mesmo mês do ano passado.

A Lusa lembra que o anterior recorde da hotelaria macaense tinha sido de 1,27 milhões de hóspedes e foi alcançado em agosto de 2019, numa altura em que Macau tinha apenas 39 mil quartos em 119 estabelecimentos hoteleiros.

Já a taxa de ocupação média chegou aos 89%, valor que somou mais 50,2 pontos percentuais do que em igual mês de 2022 e que se apresenta como a taxa mais elevada desde dezembro de 2019.

Em julho, também o preço médio dos quartos de hotel em Macau aumentou , mais que triplicando em comparação com o mesmo período de 2022, de acordo com dados da Associação de Hotéis de Macau, que reúne 43 hotéis locais.

Um relatório, divulgado pela Direção dos Serviços de Turismo, revelou que o preço médio se fixou em 1.425 patacas (163,3 euros) em julho, mais 5,1% do que no mesmo mês de 2019, antes do início da pandemia.

Os números traduzem uma recuperação no setor do turismo de Macau, que anunciou em dezembro o cancelamento da maioria das medidas de prevenção e contenção no território, que, à semelhança da China continental, seguiu a política “zero covid”.

Recorde-se que, primeiros sete meses de 2023, os hotéis e pensões de Macau acolheram 7,3 milhões de hóspedes, mais 150,6% do que em igual período do ano passado, e com uma ocupação média de 79,6%, mais do dobro do registado entre janeiro e julho de 2022, revelou a DSEC.

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Grande Hotel Paris by Stay Hotels volta a abrir portas

O Grande Hotel Paris by Stay Hotels, no Porto, acabou de reabrir, contando agora com 79 quartos após ser submetido a um extenso projeto de remodelação e expansão. 

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O Grande Hotel Paris by Stay Hotels, no Porto, acabou de reabrir, contando agora com 79 quartos após ser submetido a um extenso projeto de remodelação e expansão.

A unidade, conhecida por ser o hotel mais antigo do Porto, inaugurado em 1877, e pelo seu estilo Belle Époque, foi remodelada e passou a ser detida pela Stay Hotels, que optou, no entanto, por manter a “rica história” do Grande Hotel Paris, “incorporando referências culturais e literárias nas zonas públicas do hotel”.

“Este projeto de reabilitação e ampliação é uma verdadeira celebração do passado cultural do Porto. O Grande Hotel Paris sempre foi um marco na cidade e estamos orgulhosos de trazer este empreendimento de volta à vida de todos os portuenses, às cidades do Porto e Paris”, afirma Jorge Bastos, Administrador da Stay Hotels.

E se a Belle Époque é o estilo predominante no interior, o exterior do Grande Hotel Paris by Stay Hotels é marcado por espaços verdes, uma vez que a unidade conta com “um singular jardim exterior, proporcionando aos hóspedes um refúgio tranquilo no centro da cidade”.

 

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Illuminated hotel sign taken at night

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Lisboa é a 4ª cidade mais atrativa da Península Ibérica para novos hotéis

Segundo um estudo da Cushman & Wakefield Hospitality para a Península Ibérica, a cidade espanhola de Málaga é a mais atrativa para a abertura de novas unidades hoteleiras, seguindo-se Madrid, Barcelona e Lisboa.

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A capital portuguesa foi considerada, segundo o estudo “Hotel Operator Beat”, desenvolvido pela Cushman & Wakefield Hospitality para a Península Ibérica, a quarta cidade mais atrativa para os operadores hoteleiros abrirem novas unidades no primeiro semestre do ano.

Este estudo, que entrevistou 42 diretores de empresas hoteleiras que representam mais de 1.100 hotéis na Península Ibérica, apurou que a cidade espanhola de Málaga se apresenta como a mais atrativa, seguindo-se Madrid, Barcelona e Lisboa.

“De acordo com os dados do estudo, o mercado hoteleiro urbano de Málaga é o mais atrativo da Península Ibérica (4,3 em 5), seguido de Madrid (4,2), Barcelona (4) e Lisboa (3,9). As duas cidades que mais cresceram em termos de atratividade para os operadores, em relação ao ano passado, foram Andorra e San Sebastián, ambas com mais 7%”, lê-se num comunicado da Cushman & Wakefield Hospitality.

Segundo Gonçalo Garcia, Head of Hospitality da Cushman & Wakefield Portugal, “os resultados obtidos confirmam, sobretudo, a apetência da Península Ibérica para a prática do turismo”, o que se confirma pela “vontade dos operadores e investidores em aumentar a sua exposição aos diferentes mercados”.

“A diversidade de oferta de lazer, de resort e urbana, complementam-se e criam vantagens competitivas face a outros destinos turísticos”, acrescenta o responsável, citado no mesmo comunicado.

O estudo da Cushman & Wakefield Hospitality abrangeu também os destinos de férias e apurou que existe “um grande interesse pelos destinos de sol e mar, com Maiorca a liderar o ranking”, enquanto o Algarve enquadra-se no patamar de interesse com Tenerife, Gran Canária e Costa Brava. Já as ilhas espanholas reuniram a preferência dos operadores para destinos de resort.

Outro dos temas abordado é o dos contratos de arrendamento, uma vez que a pandemia veio “acelerar a tendência internacional para contratos de arrendamento com ponderação variável, o que reduz o risco para os inquilinos e aumenta as hipóteses de rendas mais elevadas para os proprietários”.

Neste sentido, 33% dos operadores entrevistados neste estudo revelaram que estão a oferecer mais contratos híbridos, ainda que o número de contratos de arrendamento variável também tenha aumentado 31%, enquanto o contrato fixo, que era o contrato mais tradicional, apenas cresceu 7%.

O relatório questionou ainda os operadores sobre o peso dos critérios ESG nas suas estratégias de desenvolvimento hoteleiro e concluiu que 65% dos inquiridos estariam dispostos a considerar a possibilidade de abdicar das remunerações de serviços de acompanhamento técnico se o imóvel cumprisse os mais elevados critérios ambientais e 56% considerariam mesmo a possibilidade de oferecer rendas mais elevadas neste caso.

“O setor está também a considerar a possibilidade de reduzir as taxas ou de aumentar o key money para incentivar a gestão ESG”, acrescenta a informação divulgada.

Apesar do efeito devastador, o pior da COVID-19 parece já ter ficado no passado e, prova disso, é a recuperação do ritmo dos projetos após a pandemia, com o este estudo a apurar que “36% dos inquiridos não registam qualquer atraso no desenvolvimento de novos projetos hoteleiros”.

“Este facto demonstra a recuperação da atividade na Península Ibérica, uma vez que a maioria dos projetos foram interrompidos ou sofreram atrasos significativos durante a pandemia”, indica ainda o estudo.

Já quando questionados sobre as razões para os atrasos ou cancelamentos de novos projetos hoteleiros, 62% dos inquiridos afirmaram que tal se devia ao aumento dos custos do projeto, tendo as dificuldades de financiamento ou a incerteza económica sido ainda razões apontadas para os atrasos em 45% e 38% dos casos, respetivamente.

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Lisbon Marriott Hotel promove sessão de networking para 200 profissionais do turismo

A iniciativa, que vai decorrer no âmbito do programa de responsabilidade social corporativa “Business Council” da Marriott International, é a primeira de um ciclo de sessões que a cadeia de hotelaria pretende promover ao longo deste e do próximo ano, nas suas unidades em Portugal.

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O Lisbon Marriott Hotel vai promover, a 21 de setembro, entre as 18h30 e as 20h30, uma sessão de networking que espera reunir cerca de 200 profissionais da área de turismo e que pretende “promover e fortalecer os laços profissionais com outros hotéis e instituições de ensino, o que se revela de extrema relevância no contexto empresarial”.

A iniciativa, que vai decorrer no âmbito do programa de responsabilidade social corporativa “Business Council” da Marriott International, é a primeira de um ciclo de sessões que a cadeia de hotelaria pretende promover ao longo deste e do próximo ano, nas suas unidades em Portugal.

“Retomamos com entusiasmo o Hotel Network, numa festa de ambiente decontraído, nos jardins do Lisbon Marriott Hotel. Acima de tudo, o nosso objetivo é unir o setor hoteleiro, fomentar a troca de ideias e experiências e criar momentos memoráveis, sempre em boa companhia”, explica Rita Corte Real, membro do Marriott Junior Business Council.

Recorde-se que, além do Lisbon Marriott Hotel, a cadeia de hotelaria conta ainda, em Portugal, com os hotéis AC Hotels Porto, Domes Lake Algarve, Four Points by Sheraton Matosinhos, Four Points by Sheraton Sesimbra, Lisbon Marriott Hotel, Marriott Praia d’el Rey Golf & Beach Resort, Moxy Lisbon City, Moxy Lisboa Oriente, Penha Longa Resort, Renaissance Porto Lapa, Sheraton Cascais Resort, Sheraton Hotel Lisboa & Spa, Sheraton Hotel Porto & Spa, The Ivens Hotel, W Algarve Hotel & Residences e Pine Cliffs Hotel A Luxury Collection Resort.

 

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Delegação da AHRESP em Coimbra muda de instalações

A delegação da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) de Coimbra vai mudar de instalações em setembro, passando a funcionar no Mercado Municipal D. Pedro V.

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A delegação da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) de Coimbra vai mudar de instalações em setembro, passando a funcionar no Mercado Municipal D. Pedro V, informou a associação através da sua Magazine de Negócios.

Na informação divulgada, a AHRESP indica que a data da mudança será revelava “oportunamente” e explica que a mesma se deve a um proposta da Câmara Municipal de Coimbra, que a associação aceitou, uma vez que “assim se mantém próxima dos empresários da região”.

“A proposta da Câmara Municipal de Coimbra para a troca de instalações dos serviços da AHRESP foi aprovada por unanimidade dos vereadores em reunião da autarquia realizada esta segunda-feira, 21 de agosto”, lê-se na informação publicada pela associação.

A AHRESP revela que a intenção da autarquia já tinha sido comunicada em maio, quando a Câmara Municipal de Coimbra indicou não pretender renovar o contrato da Rua da Couraça da Estrela, onde ainda se encontra a delegação da AHRESP em Coimbra e que vigorava desde 2013.

No entanto, a autarquia disponibilizou-se de imediato para “ceder um espaço alternativo noutro edifício municipal”, o que vai acontecer em setembro, quando a associação se mudar para a Loja P4 do Mercado Municipal D. Pedro V.

A AHRESP diz ainda que a cedência da Loja P4 do Mercado Municipal D. Pedro, cuja entrada principal se situa na Rua Olímpio Nicolau Rui Fernandes, insere-se nos objetivos de promoção e desenvolvimento do turismo definidos pela autarquia e mostra-se confiante de que a nova localização vá ao encontro das “necessidades e expetativas dos empresários da região”.

 

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Les Roches ganha parceria na China e prepara-se para criar rede de campus no país

Xangai deverá ser o primeiro destino chinês a contar com um destes campus de ensino superior de hotelaria, cuja abertura está prevista para 2025, ainda que, no total, estejam previstos “três a quatro campus em todo o país (Xangai, Wuxi, Suzhou)”.

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A Les Roches business school estabeleceu uma parceria com o Mountain Education Group (MEG), o grupo líder de ensino superior na China, que prevê a criação de “uma rede única de campus de ensino superior de hotelaria na China”, estimando-se que o primeiro destes campus venha a ser criado em Xangai, até 2025.

De acordo com um comunicado da Les Roches, a parceria prevê “a expansão pan-chinesa da marca Les Roches”, através da abertura de “três a quatro campus em todo o país (Xangai, Wuxi, Suzhou)”.

Xangai deverá ser o primeiro destino chinês a contar com um destes campus, cuja abertura está prevista para 2025 e que, segundo Carlos Díez de la Lastra, CEO da Les Roches, vai apoiar “a transformação da indústria hoteleira chinesa, bem como o desenvolvimento da sua reserva de talentos”.

“O objetivo da Les Roches é proporcionar as mais amplas oportunidades de carreira aos aspirantes a gestores de hotelaria e empreendedorismo, fornecendo aos estudantes conhecimentos, competências e oportunidades para carreiras internacionais e nacionais em hotelaria, gastronomia, luxo e retalho”, afirma o responsável.

A Les Roches será responsável pelo desenvolvimento do currículo académico, bem como pela implementação de políticas padrão, num projeto que arranca com o “Shanghai Mountain Les Roches Campus” e que, segundo a instituição de ensino dedicada à hotelaria, “é muito ambicioso” e “traz um modelo de educação único, do design e da arquitetura para a cidade de Xangai”.

“O “Shanghai Mountain Les Roches Campus” adoptará o modelo educativo suíço baseado na aprendizagem académica e numa forte integração da prática no currículo. A equipa principal, e os professores principais serão nomeados pela Les Roches Global Hospitality Education. O currículo de ensino da escola será alinhado com o currículo dos campus Les Roches na Suíça e o ensino profissional será combinado com o ensino universitário”, revela a Les Roches.

Já o MEG vai ser responsável por todos os investimentos financeiros, aquisição de terrenos, conceção arquitetónica, construção do campus ou do projeto, licenças e autorizações, gestão financeira, recrutamento de estudantes e disposições logísticas.

O projeto divide-se em duas fases, a primeira das quais consiste na conceção e planeamento, sendo o projeto do edifício assinado por arquitetos de renome, como Álvaro Siza (Portugal) ou Tadao Ando (Japão), seguindo-se a fase de pré-abertura do campus com a gestão do projeto, bem como com o desenvolvimento de instalações e operações, marketing e inscrições.

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