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Frederico Costa sai para as Pestana Pousadas de Portugal

O responsável vai integrar novamente o Grupo Pestana, assumindo as funções de administrador das Pestana Pousadas de Portugal.

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Frederico Costa sai para as Pestana Pousadas de Portugal

O responsável vai integrar novamente o Grupo Pestana, assumindo as funções de administrador das Pestana Pousadas de Portugal.

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Frederico CostaFrederico Costa, até aqui presidente da Visabeira Turismo, vai integrar novamente o Grupo Pestana, assumindo as funções de administrador das Pestana Pousadas de Portugal – Monument & Historic Hotels. O responsável sai da Visabeira Turismo no final desta primeira semana de Maio.
Em Agosto de 2013, Frederico Costa tinha assumido funções no Grupo Visabeira, depois de ter deixado a presidência do conselho directivo do  Turismo de Portugal. Antes das funções públicas, o responsável já tinha sido director de marketing e vendas das Pousadas de Portugal, director comercial de área do Grupo Pestana (Pestana Palace, Atlantic Gardens e Pestana Porto) e director coordenador da área corporate de todo o Grupo Pestana, em 2004.
Antes, foi ainda director de Promoção Turística do ICEP em Lisboa, com a coordenação da área do Turismo dessa mesma entidade.

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Tunísia é o destino internacional convidado da edição 2023 da BTL

A Tunísia é o destino internacional convidado da 33ª edição da BTL– Bolsa de Turismo de Lisboa, que irá decorrer de 1 a 5 de março de 2023, na FIL – Parque das Nações. Considerado um dos destinos de eleição dos viajantes portugueses, a Tunísia promete apresentar-se com uma programação cultural criada especialmente para o evento.

O destino internacional convidado da edição 2023 da BTL tem vindo a reforçar a sua posição enquanto destino de eleição para um público que pretende aliar natureza e praia a cultura e tradição.

Um dos locais de eleição é Djerba.  Com voos diretos frequentes desde 2016, a ilha localizada no Golfo de Gabes, a cinco quilómetros da costa sul da Tunísia, ideal para quem quer aproveitar o sol, mas também para quem tem interesse em atrações históricas e culturais, local paradisíaco com águas cristalinas e quilómetros de praia, tem-se afirmado como um dos destinos prediletos dos viajantes nacionais na região, contribuindo decisivamente para o impacto crescente do mercado português nas estatísticas do turismo tunisino.

Além de Djerba, a Tunísia vai ter a oportunidade de apresentar na feira outros destinos turísticos do país como Monastir, Sousse Port, El Kantaoui e Mahdia, que terão novas rotas.

Refira-se que no final de 2022, o turismo da Tunísia recuperou 95% dos níveis pré-pandémicos, tendo ultrapassado os números associados à recuperação global e europeia, que apontam para os 60%.

Leila Tekaia, diretora do Turismo da Tunísia para Portugal e Espanha promete para esta edição da BTL encontros estratégicos com operadores e agências de viagens, mas também as apresentações dedicadas ao público final, focadas na oferta cultural tunisina.

“A Tunísia tem mantido uma excelente relação com o mercado português e a BTL tem representado um momento fulcral neste elo entre os dois países”, realça a responsável, para acrescentar que ao “longo dos anos, temos recebido cada vez mais viajantes de Portugal, atraídos pela proximidade, mas também por tudo aquilo que a Tunísia tem para oferecer como destino”.

Assim, esta edição “será uma oportunidade única para mostrarmos aos portugueses um pouco do que podem encontrar no nosso território, desde beleza natural a património histórico classificado pela UNESCO, passando por novas rotas culinárias, que os deixará certamente com uma grande vontade de conhecer o nosso país”, sublinha Leila Tekaia.

Para Dália Palma, gestora da Bolsa de Turismo de Lisboa “a presença reforçada da oferta turística tunisina em Portugal vai contribuir para uma BTL mais diversa, mais forte e mais alinhada com os desejos de consumo dos portugueses, num ano que se antevê de novas aventuras em países com tanto por descobrir como a Tunísia”.

 

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Transportes

CEO da Ryanair coloca TAP no IAG e ITA na Lufthansa

Para o CEO da Ryanair, o futuro da aviação comercial na Europa passa por uma consolidação. Assim, Michael O’Leary antevê a compra da TAP pelo grupo IAG e da ITA pela Lufthansa. Ao site alemão Airliners.de, o líder da companhia aérea lowcost antecipa ainda uma subida no preço das viagens para este verão.

Numa entrevista ao site alemão Airliners.de, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary antecipa que o grupo Lufthansa deverá comprar a ITA – companhia aérea que sucede à extinta Alitalia – depois do grupo alemão ter realizado uma oferta de cerca de 300 milhões de euros por 40% do capital, prevendo que “o processo estará fechado dentro de três a quatro meses”.

Com essa movimentação, O’Leary acredita que a TAP será adquirida pelo International Airlines Group (IAG) – que integra a British Airways, Iberia, Vueling, Aer Lingus e Level – não antecipando timings para esta operação.

Além disso, o CEO da Ryanair acredita, igualmente, que haverá outras movimentações no mercado, com a easyJet a ser integrada no IAG ou na Air France – KLM, com a Lufthansa a juntar a húngara Wizz Air ao seu portfólio de marcas.

Com isto, O’Leary está certo de que “haverá uma consolidação no mercado da aviação comercial na Europa”.

Já no que diz respeito aos preços das viagens, o CEO da Ryanair volta a repetir que estes deverão aumentar. “Penso que as pessoas temem que os preços dos bilhetes subam no verão”, admitindo que “vão”. O’Leary espera que as tarifas médias para voos de curta distância na Europa aumentem numa percentagem de um dígito.

Como razões, Michael O’Leary refere que as capacidades no mercado europeu de tráfego aéreo ainda são “limitadas” e, embora refira que a Ryanair já esteja a voar mais do que antes da pandemia, companhias aéreas rivais como easyJet, British Airways e Lufthansa ainda estão aquém das operações de 2019.

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Meeting Industry

“As formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”

Presente no mercado desde 2007, a HCollective oferece uma panóplia de serviços, desde eventos físicos a digitais, ‘experience boxes’, ‘booking’ de talentos a ‘storytelling’ digital. Com o ano de 2022 a revelar uma “avalanche” de eventos, André Henriques, ‘partner’ e CEO da HCollective, admite um regresso aos eventos físicos, embora saliente que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos”.

Fundada bem antes da pandemia, mais concretamente, em 2007, a HCollective posicionou-se no mercado com o objetivo de entregar algo diferenciador no mundo do entretenimento. Com a pandemia, o desafio passou “essencialmente por conseguir reajustar as nossas valências às novas necessidades”, refere André Henriques, partner e CEO da HCollective, salientando que o processo passou por “transpor o entretimento normalmente a entregar em palco para conteúdos digitais. Foram realmente anos de ajuste do que fazíamos e do que desde então passámos a fazer”, reconhece.

“Os eventos físicos foram os mais afetados e no fundo tudo o que deles dependia da produção aos artistas”, com a necessidade destes “reajustarem a forma de atuar”, dando o partner e CEO da HCollective o exemplo dos pedidos para DJ Sets e bandas que “pararam por completo”, havendo a necessidade de “começar o trabalho de adaptar novamente a oferta às necessidades”. Já os artistas digitais, como os “Insónias em Carvão”, tiveram um pico de atividade durante a pandemia que, salienta André Henriques, “se estendeu até aos dias de hoje”.

Depois de no início do ano as portas da COVID terem sido abertas, “a avalanche começou”, afirma André Henriques, reconhecendo que 2022 foi um ano “atípico, com muitos eventos, mas com um planeamento muito em cima das datas”. O que, por norma, eram pedidos com “antecedência e alguma ponderação”, em 2022 isso “logicamente não aconteceu”.

Por outro lado, os eventos digitais que ainda eram “embrionários” na estrutura da HCollective, passaram a estar na “pole position do que apresentávamos aos nossos clientes e com ótimos resultados”, dando como exemplo o prémio obtido pelo Observatório da Comunicação por um evento interno de Natal da Leroy Merlin.

Não há eventos iguais
Assim, ao longo do tempo pandémico houve uma “especialização em contar estórias, sejam elas em palco ou fora dele”, apontando André Henriques como maiores desafios os eventos e experiências ‘Taylor Made’, “feitas à medida de cada cliente”. Nesse aspeto, o responsável da empresa destaca o ‘Millennium Crush’ que “começou a ganhar tração no mercado corporativo” e o ‘I Love Baile Funk’ que “voltou a conquistar o país depois dos anos de pandemia, com um total de 42 atuações, 54 emissões de rádio e duas músicas lançadas”.

Quanto à forma de trabalhar, “todos colaboram olham para os projetos como únicos”, salientando André Henriques que “não há duas conversas iguais, não há duas pessoas iguais e como tal, não há dois eventos iguais”. Por isso, a experiência das pessoas que envolvem a HCollective permite “pensar em comunicação adaptada a entretenimento. As histórias que contamos e as que nos pedem para contar são pensadas ao detalhe”, o que faz com que “os briefings mais maçadores e pesados se transformem em conteúdo que gera aceitação, cria memórias e essencialmente surpreende”.

André Henriques, partner e CEO da HCollective

A realidade de hoje também é diferente e André Henriques reconhece que “longe vão os anos em que os clientes não tinham um grande conhecimento do trabalho de uma agência”, admitindo que hoje o mercado é “muito mais informado e à distância de um click pode refutar uma séria de variáveis envolvidas no negócio”. Assim, o partner e CEO da HCollective refere que “os clientes procuram agências em quem possam confiar na exata medida do preço/qualidade” e que “necessitam de sentir que estamos com eles a longo prazo e de braço dado”. No fundo, “sentir cada desafio como nosso e antecipar o que o futuro reserva”.

Por outro lado, as preocupações ambientais também passaram a ser parte integrante de cada briefing. “A sustentabilidade é agora uma palavra comum nos pedidos que temos e devemos atender”, incluindo André Henriques a sustentabilidade como “nova tendência” na esperança que “rapidamente passe a hábito permanente”.

Regresso ao passado
Com a pandemia a desvanecer, os pedidos para eventos digitais são hoje “escassos” e a grande maioria das empresas voltou a juntar fisicamente os colaboradores para celebrações, reuniões e outros eventos. Isso faz com que os eventos híbridos sejam em maior número que em período de pré-pandemia, embora o responsável da HCollective afirme que “não sejam uma tendência com grande impacto”.

Quanto ao futuro, André Henriques destaca que “as formas de consumo de serviços estão cada vez mais centradas na experiência”, embora saliente que, por vezes, “esquecemo-nos que ela [experiência] já existe e que muitas vezes não é boa”. Por isso, tratar dos essenciais de um evento “eleva a experiência a outro nível”, dando como exemplo, os “acessos, bares, casas de banho e sistema de som, se bem trabalhados, já transformam a normal experiência em algo positivo”. Depois, “existem os complementares que abordam de forma diferente o que todos tomamos como normal e então elevamos a tal normal experiência a algo memorável”, afirma André Henriques.

Já no que diz respeito aos tempos incertos que se avizinham, André Henriques admite que tem sido um “processo de escolhas”. No fundo, tempos difíceis trazem “melhor perceção de consumo com opções mais conscientes”, reconhecendo que, “muitas vezes a aposta na desconstrução do evento clássico acaba por conseguir o efeito pretendido com menos custos”.

Assim, neste Natal o partner e CEO da HCollective refere que se “sente uma vontade de tornar os eventos menos opulentos e dispendiosos, não só pelos custos associados como também por uma responsabilização interna de cada empresa pelos mesmos”.

“As matérias-primas estão mais caras, a mão de obra também e o fantasma real da crise tem travado alguns investimentos mais dispendiosos, mas isto não significa que os eventos tenham parado, pelo contrário, estão é mais ajustados”, diz André Henriques.

Com uma subida do número de colaboradores em 50%, no último ano, o responsável da HCollective refere que “a maioria deles já eram pessoas que tínhamos referenciados”, avançando que “temos aberto vagas regularmente através das nossas redes sociais e a participação tem sido excelente”.

Já quanto ao negócio, André Henriques admite que “vai ser um ano de reajustes. Os ecos dizem que não será financeiramente um ano fácil, mas a forma como a pandemia nos moldou já traz uma experiência redobrada para os desafios que estão para vir”.

Por isso, a HCollective tem um plano “ousado e com vontade de dar ainda mais passos na consolidação dos eventos de média e grande dimensão”. E 2023 começa em grande pelo Coliseu, concluindo André Henriques que, em breve, “começamos a revelar os passos que vamos dar. Cautelosos, mas cheios de ambição”.

 

2022 foi de lançamento de novos produtos e também de consolidação de outros na HCollective

Em fevereiro a empresa começou, em Lisboa, com a aventura ‘Millennium Crush’, “uma experiência revivalista dos anos 2000, cheia de convidados, surpresas em palco e muitas outras fora de palco”.
Daí para o Algarve no Verão para o ‘Lick’, já com convidados internacionais como Kevin Little e Luciana Abreu que “acertou em cheio no coração de todos os ‘Millennials’”. Foi também durante o Verão que a HCollective organizou com o ‘Millennium Crush’ a abertura da Supertaça para a FPF no jogo Porto-Tondela com 40 mil pessoas a assistirem ao espetáculo.
Já para o fim do ano, a HCollective irá celebrar os 10 anos do ‘I Love Baile Funk’, “líder incontestado do segmento funk em Portugal e com uma trajetória que começa na altura em que era apenas um nicho de mercado até aos dias de hoje em que o género musical ganhou um peso e preponderância a nível mundial”, diz André Henriques.
Para o final de 2022, a HCollective está a organizar a Passagem de Ano no Coliseu com o ‘I Love Baile Funk’ em todas as suas vertentes, seja o show de palco, seja o Baile na Cidade pela Cidade FM ou até mesmo as edições musicais enquanto ILBF.
No fundo, a primeira data de uma Tour de 10 anos que começa no palco do Coliseu no dia 1 de janeiro de 2023.

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Turismo

Ministro da Economia antecipa receitas de 22 MM€ no turismo em 2022

O ministro da Economia, António Costa Silva, revelou que as receitas do turismo atingiram os 22 mil milhões de euros em 2022, superando em 20% o valor registado em 2019, naquele que foi considerado o melhor ano turístico.

“Portugal terminou o ano de 2022 com 22.000 milhões de euros, o que é absolutamente extraordinário porque, num ano, não só recuperámos aquilo que fizemos em 2019, como superámos os resultados em mais 20%”, disse o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva.

Ao intervir na sessão de encerramento da inauguração da nova Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão (EHTP), o governante lembrou que o turismo, “um dos motores do desenvolvimento da economia do país, foi altamente flagelado pela pandemia, quase paralisado durante dois anos, conduzindo a uma grande desmotivação” dos agentes económicos.

“Havia muita gente que dizia que para recuperarmos os números de 2019 iríamos demorar três, quatro ou cinco anos, mas conseguimos recuperar durante o ano passado”, sublinhou.

António Costa Silva afirmou que para Portugal “atingir um dos objetivos de ser o destino mais sustentável do mundo, um dos de maior qualidade, “é necessário trabalhar em conjunto, desenvolvendo redes colaborativas”.

“Se construirmos estas plataformas, se tivermos desígnios claros, nós podemos transformar a vida das nossas comunidades, criar riqueza e alinhar o país, sintonizar o país com o futuro”, apontou.

Na opinião do titular da pasta da Economia, “ainda existe preconceito no país em relação ao turismo”, um setor que, lembrou, “é sem dúvida um dos pilares fundamentais do nosso desenvolvimento económico”.

“Nós, no Ministério da Economia, temos uma visão muito clara sobre o turismo: o turismo é uma ferramenta para desenvolver o país do norte ao sul, incluindo as regiões autónomas [da Madeira e dos Açores], porque ele é capilar”, notou.

No mesmo sentido, acrescentou, que o turismo “está nesta altura em todo o espaço nacional e ele é transversal, mobiliza múltiplos setores da economia, desde a construção aos transportes, a todo um conjunto de indústrias”.

“Se nós usarmos esta ferramenta [turismo] no sentido próprio, ela é absolutamente transformadora”, reforçou.

António Costa Silva apontou também a qualidade das novas instalações da EHTP como um “investimento para treinar e formar pessoas, dado que o investimento na educação é o mais produtivo que o país pode ter”.

“A educação […] muda as pessoas e são as pessoas que transformam o mundo. Nós queremos ser o destino mais sustentável do mundo e isso não se faz sem escolas de qualidade”, disse.

O novo edifício da Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão representa um investimento de 2,3 milhões de euros do Turismo de Portugal que permitirá reforçar a oferta formativa na região.

As novas instalações resultam da requalificação do antigo estabelecimento prisional de Portimão, dispondo o edifício de oito salas de aula equipadas com a mais recente tecnologia, duas cozinhas individuais, um auditório com capacidade para 140 pessoas, um bar e um restaurante ‘de aplicação’, que estarão abertos ao público.

Segundo o Turismo de Portugal, os equipamentos digitais vão facilitar “um ensino híbrido que conjugue formação presencial e à distância”.

A Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão é o terceiro estabelecimento de formação na área existente no Algarve, a par de Faro e de Vila Real de Santo António.

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Distribuição

Solférias coloca no mercado programação especial para o Sal 2023

O operador turístico Solférias já tem disponível para venda a sua programação especial para a ilha do Sal (Cabo Verde), que abrange quer a Páscoa, quer o verão deste ano.

A operação charter para a ilha do Sal será, uma vez mais, realizada em colaboração com os operadores turísticos Abreu e Soltrópico.

As partidas programadas de Lisboa serão em voos da Azores Airlines aos sábados, entre 01 abril e 04 de novembro (último regresso), e às sextas-feiras de 02 de junho a 06 de outubro (último regresso). Do Porto, as saídas serão às sextas-feiras em voos da Smartwings e decorrerão de 21 de abril a 03 de novembro (último regresso).

No que diz respeito à operação apenas da Páscoa, e do Porto, a Solférias informa que os voos serão da Privilege e terão lugar entre 31 de março e 21 de abril (último regresso).

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Transportes

Recuperação dos aeroportos mais rápida na América do Norte. Europa com ventos desfavoráveis por causa do Reino Unido, prevê DBRS

A recuperação dos aeroportos mundiais não se encaminha para um trajeto linear. Enquanto a situação na América do Norte parece voltar a uma “maior normalidade” em 2023, a Europa sofrerá os impactos de uma conjuntura económica instável no Reino Unido.

À medida que as restrições relativamente às viagens diminuíram em 2022, o volume de passageiros aumentou consideravelmente em comparação com 2021. A agência de notação DBRS Morningstar publicou uma análise em que prevê que a “recuperação do volume de passageiros continue em 2023”. No entanto, refere que “a trajetória de crescimento pode variar entre as regiões, dependendo das perspectivas económicas de cada região” e de outros fatores.

A pressão inflacionária na Europa e no Reino Unido é “especialmente assustadora”, admite a DBRS Morningstar, referindo que “já está a causar interrupções nos setores da educação, transporte e armazenamento”, frisando que, “se as interrupções persistirem e aumentarem de frequência em 2023, poderão afetar negativamente as operações do aeroporto”.

Com o cenário macroeconómico na América do Norte a ser um pouco mais positivo em 2023, a DBRS Morningstar acredita que a procura por viagens aéreas deve “permanecer relativamente resiliente em 2023” e o tráfego de passageiros deve continuar no caminho da “recuperação total”.

Em geral, a agência de notação financeira refere que o grande segmento do mercado doméstico nos EUA proporcionará “mais estabilidade” e “mitigará” quaisquer fatores globais que possam afetar negativamente o tráfego de passageiros em 2023. Além disso, os aeroportos dos EUA tiveram maior apoio financeiro do governo federal, o que ajudou a manter suas finanças capacidade, resiliência e competitividade.

Já relativamente à Europa, a DBRS Morningstar afirma que “existem fatores regionais mais desafiadores” que podem prejudicar as perspectivas dos aeroportos europeus. Dada a recuperação desigual em toda a região, alguns aeroportos podem enfrentar “mais pressão financeira” do que outros, devido a certos fatores regionais em andamento que provavelmente não diminuirão materialmente em 2023.

Cenário norte-americano
Os aeroportos canadianos registaram uma forte recuperação no volume total de tráfego de passageiros em 2022 com o levantamento de restrições de viagem na maioria das regiões, admitindo a DBRS Morningstar que, em caso de recessão, a duração e a magnitude será “curta e ligeira”, seguida de crescimento moderado, regressando no final de 2023 e em 2024. Assim, é esperado que o atual cenário macroeconómico de linha de base no Canadá tenha um “impacto material” no desempenho financeiro dos aeroportos canadianos e que o volume de passageiros deve “continuar o caminho para a recuperação total”.

Já nos EUA, o volume total de passageiros nos aeroportos também aumentou significativamente em 2022, atingindo 88% do nível de 2019 (nos primeiros 10 meses de 2022), de acordo com o Bureau of Transportation Statistics.

O cenário macroeconómico básico para os EUA da agência de notação é semelhante ao do Canadá. No entanto, ao contrário dos aeroportos canadianos, os aeroportos dos EUA receberam ajuda económica significativa durante a pandemia do governo federal. A Lei CARES, firmada a 27 de março de 2020, deu 10 mil milhões de dólares em fundos para apoiar os aeroportos elegíveis nos EUA. A Lei CARES também aumentou a contribuição federal para 100% para o Programa de Melhorias Aeroportuárias, o que permitiu que projetos críticos de segurança e capacidade continuassem conforme planeado, independentemente das condições financeiras dos aeroportos.

A DBRS Morningstar crê, assim que “os significativos esforços de alívio económico colocaram os aeroportos dos EUA numa vantagem financeira maior do que os aeroportos canadianos, enquanto continuam a melhorar a sua infraestrutura para manter e/ou aumentar a competitividade nos últimos dois anos”.

Além disso, os aeroportos dos EUA devem permanecer relativamente resilientes por causa de um grande segmento de mercado doméstico (representou mais de 75% do volume total de passageiros nos EUA em 2019), o que mitiga o risco de quaisquer mudanças futuras nas restrições de viagens internacionais e reduz a exposição a fatores económicos globais.

Reino Unido estagnado
Passando para a Europa, os aeroportos do Reino Unido também exibiram uma forte recuperação no volume de passageiros em 2022. Nos primeiros 11 meses de 2022, o volume total de passageiros foi de 74% dos níveis de 2019. O crescimento do volume de passageiros mês a mês (variação percentual em relação ao mesmo mês em 2019) continuou a apresentar uma tendência positiva e, no final de outubro de 2022, estava em 85% dos níveis de 2019 antes de cair para 83% dos níveis de 2019 em novembro de 2022.

“É improvável vermos a mesma magnitude de crescimento do volume de passageiros em 2023”, frisa a agência de notação na análise publicada. Contudo, a procura reprimida (que levou a um aumento acentuado no volume de passageiros no início de 2022) parece ter diminuído no final do ano. Além disso, a trajetória de crescimento em 2023 também pode ser afetada por diversos fatores em andamento.

Primeiro, o cenário de linha de base projeta que a economia do Reino Unido encolherá em 2023 com um crescimento do PIB de -1%. A taxa de desemprego também deve aumentar para 4,5% em 2023, de 3,8% em 2022. Além disso, de acordo com o Office for National Statistics, a inflação do Reino Unido permanece elevada em 10,5% em dezembro de 2022 (ligeiramente abaixo de 10,7% em novembro de 2022). Portanto, a atual condição macroeconómica pode afetar “negativamente” a procura por viagens aéreas.

Em segundo lugar, uma “disputa prolongada sobre o pagamento do setor público” (como resultado da crise do custo de vida) pode causar graves interrupções nas operações do aeroporto que podem diminuir a procura por viagens aéreas durante os períodos de pico, pois os passageiros podem adiar as suas viagens ou procurar transporte alternativo que não é afetado pela ação de protesto.

Além disso, as atuais perspectivas macroeconómicas noutras partes da Europa podem reduzir a procura por viagens no segmento de mercado da UE, que historicamente contribui significativamente para o volume total de passageiros nos aeroportos do Reino Unido.

Por fim, o impacto total do “Brexit” no tráfego de passageiros no segmento de mercado da UE permanece “incerto”, uma vez que o volume de passageiros permaneceu gravemente reduzido durante 2020–21 devido à pandemia. No entanto, “foi relatado que a saída do Reino Unido da UE causou desafios laborais que afetaram muitas indústrias, incluindo o setor aeroportuário”, frisa a DBRS Morningstar, admitindo que, tal situação, “pode ter contribuído para a escassez de pessoal nos aeroportos do Reino Unido durante o verão de 2022, o que resultou na limitação do número de voos diários para aliviar o congestionamento e os atrasos”.

E a restante Europa?
De acordo com o EUROCONTROL, a Airports Council International (ACI) Europe estima em dois mil milhões os passageiros em 2022, 425 milhões a menos do que em 2019. O EURCONTROL observa que a “recuperação continua desigual em toda a Europa”, conforme indicado pelo número médio de voos diários. Além disso, observa que o mercado alemão foi um dos mais lentos a recuperar em 2022. A média de voos diários dos aeroportos de Frankfurt e Munique foi de 74% e 68% dos níveis de 2019, respetivamente. Em contraste, a média de voos diários dos aeroportos de Amsterdão, Paris Charles de Gaulle e Adolfo Suárez Madrid-Barajas foi superior a 80% do nível de 2019.

A recuperação desigual também pode ser observada em termos de volume de passageiros. Os dados do volume de passageiros sugerem que a recuperação em França e em Espanha (ambos em mais de 80% dos níveis de passageiros de 2019 no final de setembro de 2022) estão à frente da Alemanha (cerca de 73% do nível de 2019 no final de setembro de 2022). “Apesar da recuperação da região em 2022, há uma série de desafios pela frente”, destaca a DRBR Morningstar.

A ACI Europe reviu, recentemente, a sua previsão e agora projeta que a recuperação total do volume de passageiros não será alcançada até 2025 (revista a partir de 2024), projetando uma trajetória de crescimento mais lenta durante o horizonte de previsão (2023–27) do que o esperado anteriormente, como resultado “do risco geopolítico em curso, deterioração das perspectivas macroeconómicas, tarifas aéreas mais altas, capacidade restrita e custos regulatórios mais altos”. A ACI Europe projeta, também, que o volume de passageiros em 2023 será de 91% dos níveis de 2019.

Por isso, a DBRS Morningstar prevê “mais mudanças nas políticas de transporte em relação à transição para emissões líquidas zero até 2050”, referindo que “mudanças políticas como o Fit for 55 da UE – pacote de propostas para tornar o clima, energia, uso da terra, transporte e tributação da UE para políticas adequadas para reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa em pelo menos 55% até 2030 – provavelmente apresentarão desafios adicionais para o setor de aviação que podem aumentar o custo das viagens aéreas no futuro”.

Recorde-se que, como parte do Fit for 55, o regulador da UE exige que todos os voos (sejam aeronaves da UE ou não), partindo de aeroportos europeus, usem combustível de aviação sustentável (SAF) começando com uma meta de 2% (percentagem de SAF em todos os voos) em 2025 e aumentar gradualmente para níveis mais elevados nas próximas décadas.

Assim, a DBRS Morningstar conclui que a recuperação das viagens aéreas continue nos aeroportos canadianos. No entanto, o limitado apoio financeiro do governo federal nos últimos dois anos “reduzirá a capacidade financeira dos aeroportos canadianos de assumir quaisquer programas significativos de capital financiados por dívida”.

Já nos EUA, os aeroportos devem permanecer “relativamente resilientes”, apesar do menor crescimento económico projetado em 2023. “Fatores regionais desafiadores na Europa, no entanto, podem afetar negativamente os aeroportos, alguns mais do que outros, em 2023”, termina a análise da DBRS Morningstar.

Sobre o autorVictor Jorge

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Destinos

Portugal entre os destinos preferidos dos franceses

Depois de Marrocos, Portugal foi o destino turístico que mais atraiu os franceses em 2020 de acordo com uma investigação conduzida pelo buscador de viagens Liligo.

Após dois anos de crise sanitária, os franceses saíram de férias em 2022 e apreciaram especialmente a cidade marroquina de Marrakech, que conquistou o primeiro lugar entre os principais destinos o ano passado.

O estudo divulgado pelo “Air Journal” revela que Marraquexe, em Marrocos, foi o destino preferido dos franceses, em 2022 e pelo segundo ano consecutivo, principalmente pelo seu preço. O ano passado, o custo de uma viagem de avião de ida e volta caiu 35% face a 2019, revela o “Air Journal”. Assim, bastou pagar em média 207 euros em transporte para uma deslocação à “cidade vermelha”.

Portugal também encantou os turistas franceses em 2022.  A capital, Lisboa, ocupa o segundo lugar, seguida do Porto na terceira posição. Istambul foi a quarta escolha, depois Barcelona que está em quinto lugar entre os principais destinos do ano que agora terminou.

Neste ranking constam também os conhecidos por Territórios Ultramarinos, com Saint-Denis, a principal cidade da Ilha Reunião, na sexta posição com uma média de ida e volta de 861 euros, enquanto Guadalupe representada por Pointe-à-Pitre é a sétima. Os franceses também fizeram férias no próprio país e, neste caso Nice está em oitavo lugar.

Para fechar este ranking, está a América do Norte. Montreal está em 9º lugar. A viagem de ida e volta custa em média 544 euros. “Air Journal” sublinha finalmente a caída de Nova Iorque, que deu o seu décimo lugar a Fort-de-France, na Martinica, cujo preço médio de ida e volta aumentou 15% entre 2020 e 2021.

Entretanto, segundo informação veiculada pelo “Infotravel”, 70% dos franceses já viajaram em 2022 e 71% pretendem fazê-lo este ano. Do lado das intenções, os Territórios Ultramarinos e Europa serão os destinos preferidos por 65% dos inquiridos

Mais uma vez o automóvel será o principal meio de transporte para 71% dos inquiridos, seguido do avião (30%) e do comboio (27%).

Sobre o autorCarolina Morgado

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Meeting Industry

FITUR fecha com mais de 220.000 visitantes

A FITUR 2023 fechou o evento com mais de 220.000 visitantes – 136.000 profissionais e 86.000 de público geral. No digital marcaram foram ainda registadas mais de 146.000 visitas. Para a edição de 2024, o país convidado será o Equador.

Victor Jorge

A Feira Internacional de Turismo (FITUR) 2023, evento que fechou portas no passado domingo, 22 de janeiro, encerrou com mais de 222.000 visitantes, dos quais 136.000 profissionais e 86.000 de público geral. Estes números representam um crescimento total de 99,6% face ao evento do ano passado, e de mais 68% no público profissional, relativamente à FITUR 2022, sendo que no público geral, o número foi multiplicado por três.

Na feira deste ano marcaram presença 8.500 empresas, 131 países, 755 expositores, nos oito pavilhões que a IFEMA dedicou à FITUR 2023 em perto de 67 mil metros quadrados líquidos de área de exposição, igualando, desta forma, a ocupação de 2020.

A organização da FITUR já tinha avançado que estimava em aproximadamente 400 milhões de euros o impacto económico da feira na comunidade de Madrid. Na componente digital, a IFEMA destaca outro recorde, informando que foram registadas 146.000 visitas ao site do evento.

Nesse contexto, a plataforma digital FITUR LIVEConnect, que complementa a feira com um formato híbrido, contabilizou mais de 56.000 registos contra os 31.000 de 2022.

Quanto à exposição mediática do evento, a FITUR registou a acreditação de 6.374 jornalistas, mais 58% que em 2022, dos quais 5.861 eram espanhóis e 513 de 46 países internacionais.

Para a edição de 2024, foi já anunciado o país convidado/parceiro – Equador – tendo sido assinado o acordo entre o ministro do Turismo do Equador, Niels Olsen, e o presidente do Comité Executivo da IFEMA Madrid, José Vicente de los Mozos.

De referir que Portugal esteve presente 92 empresas e as sete agências regionais de promoção turística (ARPT), contabilizando-se ainda mais algumas participações isoladas do stand do Turismo de Portugal.

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Tecnologia

Ryanair reduz emissões em 165 mil toneladas com nova tecnologia da Boeing

Com a aplicação desta nova tecnologia, a Ryanair espera diminuir em 1,5% o consumo de combustível, o que representará uma redução anual de 65 milhões de litros e menos 165 mil toneladas em emissões.

Victor Jorge

Depois de um acordo no valor de 175 milhões de dólares (cerca 161 milhões de euros) com a Aviation Partners Boeing (APB), a Ryanair anuncia a instalação os “Split Scimitar Winglets”, sistema que redefine o fluxo de ar nas asas, nos primeiros 400 Boeing 737-800.

De acordo com a companhia aérea, esta modificação “melhorará a eficiência da aeronave relativamente ao combustível em 1,5%, reduzindo o consumo anual da Ryanair em 65 milhões de litros e as emissões carbónicas em 165 mil toneladas”.

Com as expectativas da Ryanair em transportar 225 milhões de passageiros no ano de 2026, esta iniciativa segue o objetivo da companhia em atingir ‘net zero’ em 2050.

Thomas Fowler, diretor de Sustentabilidade da Ryanair, afirma que “como companhia aérea europeia mais eficiente ambientalmente, estamos a liderar o caminho na sustentabilidade da aviação como este investimento na nossa frota bem demonstra”. O responsável adianta ainda que “esta tecnologia ajudar-nos-á a alcançar os nossos objetivos ambiciosos no que diz respeito ao ambiente no nosso caminho para alcançar zero emissões em 2050. Estamos impressionados com o design de asas da APB e estamos expectantes com a instalação das mesmas não só nestas primeiras aeronaves, mas em mais 400 unidades para reduzir as nossas emissões”.

Do lado da APB, Patrick LaMoria, Chief Commercial Officer (CCO), refere no mesmo comunicado, que “ter o operador da maior frota mundial de aeronaves 737-800 Next Generation a instalar esta tecnologia é o compromisso final da APB e dos seus produtos”.

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Destinos

Reabertura da China é “boa notícia” para Portugal, considera Associação de Turismo Chinês

A Associação de Turismo Chinês considera que a reabertura da China é “boa notícia” para Portugal, e acredita que o número de turistas chineses a visitar o nosso país vai aumentar “mês a mês”.

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Yong Liang, presidente da associação, fundada em fevereiro de 2019, com o objetivo de promover Portugal na China como destino turístico, disse à Lusa que à medida que operadores em todo o mundo se preparam para o regresso de dezenas de milhões de chineses ao mercado global, “a reabertura da China é uma boa e positiva notícia para a indústria do turismo em Portugal”.

Alertando para a necessidade de aumentar a frequência da ligação aérea entre os dois países, Liang acredita que o número de turistas a visitar Portugal vai aumentar “mês a mês”.

A associação estabeleceu anteriormente como objetivo atingir um milhão de turistas chineses em 2025, mas com a pandemia “talvez demoremos um pouco mais, mas vamos continuar a trabalhar para esse primeiro objetivo, bem como para dar resposta ao desafio que nos foi apresentado de aumentar a estada média dos turistas chineses em Portugal”, afirmou Yong Liang.

Entretanto, dados facultados à Lusa por Tiago Brito, o representante permanente do Turismo de Portugal na China, mais de 385 mil chineses visitaram Portugal em 2019, o último ano antes da pandemia. Os turistas oriundos da China gastaram, no total, 224 milhões de euros no país, um crescimento de 20%, face a 2018.

A China, o maior emissor de turistas do mundo, manteve as fronteiras encerradas durante quase três anos, no âmbito da política de ‘zero casos’ de covid-19, que foi desmantelada, no mês passado, após protestos ocorridos em várias cidades do país.

A ligação aérea entre Portugal e a China passou a ser feita apenas uma vez por semana. Até ao início da pandemia, o voo realizava-se três vezes por semana.

A companhia aérea Beijing Capital Airlines, que opera a ligação, previu à Lusa que a reposição da frequência original deve ser feita até ao verão, apontando que as agências chinesas ainda não estão a organizar viagens para Portugal e Espanha. Tudo “vai depender da evolução do mercado”, referiu fonte da empresa.

O Instituto de Pesquisa de Turismo Externo da China estimou que 18 milhões de turistas chineses vão viajar além-fronteiras no primeiro semestre do ano, seguidos por 40 milhões no segundo.

Em 2019, 155 milhões de chineses viajaram para o exterior, de acordo com uma análise do banco de investimento norte-americano Citigroup.

A mesma análise, citada pela Lusa, apurou que, no total, os turistas oriundos da China continental gastaram 255 mil milhões de dólares (235 mil milhões de euros) no exterior, no último ano antes da pandemia, tendo projetado uma recuperação sólida, no primeiro trimestre de 2023, e um retorno em massa do turismo, no segundo.

 

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