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Frederico Costa sai para as Pestana Pousadas de Portugal

O responsável vai integrar novamente o Grupo Pestana, assumindo as funções de administrador das Pestana Pousadas de Portugal.

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Frederico Costa sai para as Pestana Pousadas de Portugal

O responsável vai integrar novamente o Grupo Pestana, assumindo as funções de administrador das Pestana Pousadas de Portugal.

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Frederico CostaFrederico Costa, até aqui presidente da Visabeira Turismo, vai integrar novamente o Grupo Pestana, assumindo as funções de administrador das Pestana Pousadas de Portugal – Monument & Historic Hotels. O responsável sai da Visabeira Turismo no final desta primeira semana de Maio.
Em Agosto de 2013, Frederico Costa tinha assumido funções no Grupo Visabeira, depois de ter deixado a presidência do conselho directivo do  Turismo de Portugal. Antes das funções públicas, o responsável já tinha sido director de marketing e vendas das Pousadas de Portugal, director comercial de área do Grupo Pestana (Pestana Palace, Atlantic Gardens e Pestana Porto) e director coordenador da área corporate de todo o Grupo Pestana, em 2004.
Antes, foi ainda director de Promoção Turística do ICEP em Lisboa, com a coordenação da área do Turismo dessa mesma entidade.

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Turismo de luxo recupera na Europa após pandemia

As vendas geradas pelo turismo de luxo na Europa podem atingir 520 mil milhões de euros entre 2030 e 2035, diz a Aliança Europeia das Indústrias Culturais e Criativas (ECCIA), que adianta este segmento é responsável por entre quatro mil milhões e seis mil milhões de euros de receitas em Portugal.

Com a retoma do turismo, a Aliança Europeia das Indústrias Culturais e Criativas (ECCIA) estima que os gastos gerados pelos turistas de alto poder aquisitivo podem triplicar para 520 mil milhões de euros entre 2030 e 2035. Até agora, as vendas para este tipo de turista estão entre 130 mil milhões e 170 mil milhões de euros, concentrando 22% das receitas geradas pelo turismo em geral.

De acordo com os empregadores europeus, o aumento dos gastos turísticos terá a ver com uma melhoria em infraestrutura, sustentabilidade e educação. “As marcas de luxo europeias geram 70% das vendas do mercado, representando 10% das exportações europeias e 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do continente, com vendas até 800 mil milhões de euros”, explicou a ECCIA em comunicado.

Em alguns países como Itália, França, Espanha e Reino Unido, o segmento de turismo de luxo gera entre 20.000 milhões de euros e 35.000 milhões de euros. Em outros países, como a Grécia, a incidência do turismo de luxo é mais relevante e gera até 7% do PIB do país.

França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, geram 75% das receitas deste segmento. Espanha, por exemplo gera entre 20 mil milhões e 25 mil milhões de euros com o com turismo de luxo, enquanto o Reino Unido coloca a sua receita desse segmento entre 30 mil milhões e 35 mil milhões de euros.

Além desses países, a Suíça gera entre cinco mil milhões e 10 mil milhões graças ao turismo de luxo; Grécia até 10 mil milhões de euros; e Portugal entre quatro mil milhões e seis mil milhões de euros. O resto da Europa gera aproximadamente nove mil milhões de euros.

“Os turistas, que estão a aumentar a sua curiosidade e atenção à sustentabilidade, estão a mostrar interesse em novos destinos como a Croácia, Eslovénia, Portugal e os países nórdicos”, detalha o estudo, que estima uma perda de mais de 70 mil milhões de euros causada pelo impacto da pandemia e restrições de viagem.

Só em 2020, as perdas geradas pela queda do turismo devido às restrições da pandemia ficaram entre 65 mil milhões de euros e 75 mil milhões de euros. Mesmo assim, “o turismo de luxo finalmente dá sinais de recuperação”, acrescenta Claudia D’Arpizio, diretora de moda e luxo da Bain&Company.

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Costa Cruzeiros renova programa de fidelidade e lança C|Club

O programa de fidelidade da Costa Cruzeiros passou a chamar-se C|Club e, segundo a companhia de cruzeiros, divide-se agora em cinco níveis, com benefícios para os membros que são ainda mais atrativos.

A Costa Cruzeiros redesenhou e transformou o seu programa de fidelidade, que passou a chamar-se C|Club e que, segundo a companhia de cruzeiros, divide-se agora em cinco níveis, com benefícios para os membros que são ainda mais atrativos.

Com a reformulação, o programa de fidelidade da Costa Cruzeiros passou a incluir o nível Azul, para membros que nunca tenham realizado antes um cruzeiro; Bronze para quem acumular entre um a 5.000 pontos; Prata para pontos entre os 5.001 e os 30.000; Ouro para quem acumular entre 30.001 e 140.000 pontos; e ainda o novo nível Platina para quem tiver mais de 140.001 pontos.

“O mecanismo de acumulação de pontos simplificou-se, com novas regras que permitem crescer rapidamente no clube: os passageiros ganham pontos por cada noite de cruzeiro com base na categoria da cabine escolhida e pontos adicionais com base na tarifa que compraram (“All Inclusive” ou “Super All Inclusive”), voos reservados com a Costa e gastos a bordo dos navios ou no My Costa, o website que permite aos passageiros personalizar o seu cruzeiro antes da partida”, explica a companhia de cruzeiros.

Os membros do programa de fidelidade da Costa Cruzeiros podem usufruir dos benefícios em qualquer etapa da experiência na companhia, seja no processo de reserva, que disponibiliza descontos até 20% em muitos cruzeiros; antes da partida, através da aquisição My Explorations, que oferecem um desconto de 25% em excursões adicionais; ou a bordo, já que há um desconto até 50% numa lista de produtos e serviços. No regresso a casa, os membros do programa podem ainda desfrutar de um desconto de 10% na compra do  próximo cruzeiro.

“As vantagens mais valorizadas da versão anterior mantêm-se, enquanto outras foram introduzidas, como a possibilidade de reserva antecipada do restaurante para jantar, novas ofertas de fim de cruzeiro e cartões de cabine personalizados. Outros benefícios foram reforçados, como o desconto especial de 25% em degustações de vinhos combinadas com menus no restaurante Archipélago, um espetáculo renovado do C|Club com artistas sempre diferentes, ou uma garrafa de espumante de boas-vindas na cabine”, acrescenta a companhia.

O programa conta também com promoções exclusivas e confidenciais que permitirão aos membros adquirir pontos extra através de simples atividades, como “atualizar os seus dados e descarregar a app”.

O C|Club conta ainda com a C Magazine, uma revista dedicada ao clube que está disponível em versão impressa e digital e que, tal como o programa, também foi completamente redesenhada, passando a contar com “imagens e conteúdos ainda mais inovadores”.

“Além disso, foi criada uma área especial no website da Costa Cruzeiros que permite ficar a par das ofertas, promoções disponíveis e pontuação e nível de cada um”, indica também a Costa Cruzeiros na informação divulgada.

O novo programa de fidelidade da Costa Cruzeiros foi lançado no cruzeiro C|Club, a bordo do Costa Fascinosa, uma viagem especial que, segundo a companhia de cruzeiros, contou com um “itinerário único e inédito”, que consistiu em 15 dias de viagem pelos Açores, com paragens também na Madeira, Lisboa, Málaga e Cádis.

 

 

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IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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Rita Marques visita Região de Lisboa esta quinta-feira

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, vai conhecer vários projetos de formação, reabilitação e valorização do património, durante uma visita que realiza, esta quinta-feira, dia 19 de maio, à Região de Lisboa.

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Da agenda consta uma visita ao Palácio Nacional da Ajuda onde irá assistir à montagem das últimas peças no Museu do Tesouro Real, cuja inauguração está prevista para breve.

Rita Marques estará, igualmente, na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, onde se procederá à assinatura do Protocolo “Formação + Próxima”.

O fim da visita tem encontro marcado na Tapada de Mafra para assinalar os esforços e o compromisso da região com o cumprimento dos princípios de responsabilidade e empenho ativo na conservação do património natural.

Segundo comunicado da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, esta visita da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços marca o início da retoma turística da região, bem como o investimento em três pilares de sucesso: a formação, a reabilitação e a valorização patrimonial.

 

 

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Turismo externo contribui para Portugal ter a maior projeção de crescimento na UE em 2022, diz comissário europeu

Na habitual divulgação das previsões económicas da Primavera, o comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que “a reabertura do turismo externo teve um papel importante”.

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O comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que a reabertura do turismo externo contribui para a projeção de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal este ano de 5,8%, o mais alto da União Europeia.

Na conferência de imprensa de apresentação das previsões económicas da primavera da Comissão Europeia, em Bruxelas, Gentiloni comentou que as projeções para Portugal são “realmente boas, tanto para o crescimento, como em relação ao rácio da dívida face ao PIB, que em 2023 deverá atingir 115%, o que fica abaixo do nível pré-pandemia”.

Admitindo que a previsão de forte crescimento da economia portuguesa para este ano, a mais elevada entre os 27 Estados-membros da União, se deve também ao facto de Portugal não ter crescido “de forma tão forte em 2021 em comparação com outros países” – o PIB português cresceu 4,9% no ano passado, abaixo da média europeia de 5,4% -, o comissário europeu destacou então igualmente o papel do regresso em força dos turistas estrangeiros, depois de dois anos de pandemia da covid-19.

“Penso que a reabertura do turismo para um país maioritariamente baseado em turismo externo do que interno também teve um papel importante”, afirmou Gentiloni.

A Comissão Europeia reviu em alta de 0,3 pontos percentuais (p.p.) o crescimento económico esperado para Portugal este ano, para 5,8%, apesar dos desafios externos, segundo as previsões macroeconómicas de primavera divulgadas.

Este é o valor mais elevado entre os 27 Estados-membros da UE, seguido da Irlanda (5,4%), e muito acima da média do bloco europeu e da zona euro, ambos com projeções de crescimento de apenas 2,7% este ano.

Bruxelas prevê que o PIB de Portugal cresça 5,8% em 2022, quando em fevereiro esperava uma expansão de 5,5%, com o setor dos serviços, particularmente o turismo estrangeiro, a recuperar fortemente face a uma base baixa.

O relatório da Comissão Europeia assinala que “as perspetivas de crescimento permanecem favoráveis, apesar dos desafios relacionados com os preços das ‘commodities’, das cadeias de abastecimento globais e maior incerteza na procura externa”.

Refletindo a melhoria das condições económicas, o executivo comunitário vê o rácio da dívida pública face ao PIB a cair de 127,4% em 2021 para 119,9% do PIB em 2022, e para 115,3% em 2023, ano em que se fixaria abaixo do nível pré-pandemia.

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Ryanair reduz perdas e estima ultrapassar tráfego pré-pandemia no próximo ano

No último ano fiscal, a Ryanair reduziu o prejuízo em 56,4%, aumentou o volume de negócios em 193% e registou uma “forte recuperação” do tráfego, ainda que só em 2023 conte ultrapassar o valor pré-pandemia.

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A Ryanair revelou esta segunda-feira, 16 de maio, que registou um prejuízo de 355 milhões de euros no último ano fiscal (até 31 de março), valor que fica 56,4% abaixo do registado em igual período do ano passado, quando a transportadora aérea low cost tinha apresentado perdas de 815 milhões de euros.

De acordo com os resultados revelados pela companhia aérea, no último ano fiscal, a Ryanair viu o volume de negócios aumentar 193%, para 1,64 mil milhões de euros, enquanto a tarifa aérea média caiu 27%, para 27 euros, devido à pandemia da COVID-19 e à guerra na Ucrânia.

Já as receitas totais aumentaram 190% para 4,80 mil milhões de euros, com a Ryanair a indicar que “a receita auxiliar apresentou um desempenho sólido, gerando mais de 22 euros por passageiro à medida que o tráfego se recuperava e os hóspedes optavam cada vez mais por embarque prioritário e assentos reservados”.

Apesar do impacto da pandemia e do conflito militar, a Ryanair registou uma “forte recuperação” no tráfego de passageiros, subindo de 27,5 milhões de passageiros em 2021 para 97,1 milhões em 2022, embora este número tenha ficado 35% abaixo dos níveis pré-pandémicos.

A companhia aérea está otimista quanto ao futuro e diz mesmo que as reservas têm vindo a aumentar nas últimas semanas, ainda que não ao nível dos anos anteriores à pandemia, com a Ryanair a indicar que também os preços precisam de ser estimulados.

“Há, no entanto, uma procura reprimida e estamos cautelosamente otimistas de que as tarifas de pico do verão de 2022 ficarão um pouco acima dos níveis de pico do verão de 2019 (pré-Covid)”, indica a Ryanair, na informação divulgada esta segunda-feira, 16 de maio.

Para 2023, a Ryanair estima um aumento de tráfego para 165 milhões de passageiros, valor que deverá ultrapassar os 97 milhões de passageiros previstos para o ano fiscal de 2022 e os 149 milhões de passageiros que a companhia aérea tinha transportado antes da pandemia.

Ainda assim, a Ryanair mantém-se cautelosa nas previsões de lucro, uma vez que, explica a companhia aérea, devido à COVID-19 e ao conflito militar na Ucrânia, assim como ao “risco contínuo de fluxos de notícias adversos em ambos os tópicos, é impraticável (se não impossível) fornecer uma orientação de lucro sensível ou precisa, neste momento”.

 

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Portugal Events recebeu 158 candidaturas

De acordo com o Ministério da Economia e do Mar, o programa Portugal Events recebeu 158 candidaturas e viu aprovados 83 projetos, que poderão atrair mais de 1,8 milhões de turistas e visitantes a Portugal.

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O programa Portugal Events, lançado no ano passado, já recebeu 158 candidaturas, informou o Ministério da Economia e do Mar, revelando que “foram aprovados 83 projetos, 62 dos quais são eventos associativos/corporativos”.

“Este programa recebeu 158 candidaturas que, maioritariamente, respeitam a projetos com execução prevista já em 2022. O valor total de investimento associado ascende a 157 milhões de euros, sendo o incentivo solicitado superior a 30 milhões de euros”, indica o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado sexta-feira, 13 de maio.

Segundo o Ministério, esta “forte procura por parte das empresas” vem comprovar o sucesso deste mecanismo de apoio financeiro do Turismo de Portugal, que privilegia “o apoio à realização de eventos que, pelo seu posicionamento, notoriedade e imagem internacional, contributo para a qualificação da experiência turística ou para o desenvolvimento da economia, demonstrem ser relevantes para a sustentabilidade do setor do turismo”.

De acordo com a informação divulgada, os projetos que mereceram o apoio público “abrangem a totalidade do território nacional, destacando-se as regiões do Porto e Norte e de Lisboa”, estimando-se que possam contribuir para atrair mais de 1,8 milhões de turistas e visitantes para o território nacional.

“O Programa privilegia o apoio a eventos que pelo seu reconhecimento internacional, caráter diferenciador e grau de exposição mediática contribuam para o incremento da notoriedade de Portugal, enquanto palco de grandes eventos”, explica o Ministério da Economia e do Mar.

A “sustentabilidade e a relevância turística intrínseca de cada evento, bem como o seu alinhamento com a estratégia no que se refere às tipologias de eventos prioritárias para a qualificação da experiência turística e para a adequada estruturação de produtos turísticos” foram, segundo o Ministério, os aspetos considerados como prioritários para a seleção dos projetos.

Recorde-se que o Programa Portugal Events, agora suspenso por se ter ultrapassado a dotação prevista, visa contribuir para a concretização das metas estratégicas da ET2027, através da promoção da coesão territorial e da mitigação da sazonalidade da atividade turística.

O programa é também considerado “um importante impulso para a retoma do setor, conforme preconizado pelo Plano de Ação Reativar o Turismo | Construir o Futuro” e vai agora ser alvo de “análise e avaliação, perspetivando-se que venha a ser reaberto para a apresentação de candidaturas a eventos a realizar em 2023”.

 

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GuestCentric identifica tendências para hotéis em Portugal no verão de 2022

Existem sinais de uma procura exponencial pelos hotéis portugueses, com níveis de crescimento que ultrapassam os números pré-pandemia, mas também o surgimento de clientes mais exigentes, dispostos a pagar mais, desde que em troca de experiências realmente diferenciadoras.

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Estas são algumas das tendências identificadas pela GuestCentric, empresa de tecnologia de reservas hoteleiras, para os hotéis em Portugal no verão de 2022, após ter analisado centenas de unidades.

De acordo com a pesquisa da Guestcentric, os hóspedes portugueses representam a maioria dos clientes que reservam diretamente os hotéis do país, seguidos dos EUA e do Reino Unido. Embora os Online Travel Agents (OTA) tenham intensificado os seus esforços de marketing, prevendo-se uma agressividade comercial maior no verão 2022, ainda há muito potencial de crescimento das reservas diretas e, portanto, de maior rentabilidade.

O preço médio diário (Average Daily Rate – ADR) está a atingir em 2022 níveis recorde, especialmente na Europa. A GuestCentric revela que os preços dos hotéis na Europa estão atualmente 31% acima de 2019, enquanto os preços dos das unidades dos EUA estão 13% acima de 2019.

As reservas de última hora continuam a ser a norma, e os dados da GuestCentric mostram que entre 40% a 50% das reservas ainda são feitas para o mesmo mês. Embora seja incerto se esta tendência se manterá durante o verão, a capacidade de gerir rapidamente a procura é nova para muitos hotéis, pelo que é importante que estes continuem a ser suficientemente ágeis para responder em conformidade.

A empresa sublinha, por ouro lado que as reservas, para estadas em hotéis para a segunda metade de 2022 estão atualmente 20% acima dos níveis de 2019.

Ao nível das viagens domésticas a expectativa é que se mantenham estáveis, atingindo os níveis de 2021 ou excedendo-os até ao segundo semestre deste ano; tendendo as internacionais a ultrapassar significativamente os níveis de 2019.

Os consultores de viagens (outrora agentes de viagens) estão a regressar, devido à complexidade das viagens, às constantes mudanças nas rotas aéreas e nos voos, e também à incerteza do mundo pós-pandemia. Diz a GuestCentric que, para o verão de 2022, a procura por pacotes mais simples e para destinos mais próximos pode ultrapassar largamente a de viagens exóticas de longo curso, especialmente no caso das famílias.

Outra das conclusões da análise é que a viagem responsável continua importante. Os hóspedes estão particularmente sensíveis às iniciativas sustentáveis que envolvem a comunidade local do hotel, especialmente no que se refere à utilização de fornecedores de comidas e bebidas locais.

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Alojamento turístico recupera em março mas só o rendimento médio por quarto ocupado ultrapassou 2019

Os dados do INE esta revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019 foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros, 4,4% acima do período pré-pandemia.

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No passado mês de março, o alojamento turístico nacional contabilizou 1,6 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas, número que indicam subidas de 464,1% e 543,2%, respetivamente face ao ano passado, mas que, em comparação com 2019, continuam 15,3% e 12,7% abaixo de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados divulgados pelo INE esta sexta-feira, 13 de maio, revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019, ainda antes da pandemia da COVID-19, foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros em março, ficando 4,4% acima do registado no período pré-pandemia.

Em março, o mercado nacional foi responsável por 1,3 milhões de dormidas, enquanto o mercado externo realizou 2,7 milhões de dormidas, o que traduz decréscimos de 16,5% nas dormidas de não residentes e, em menor grau, nas de residentes, onde a quebra foi de 3,6%.

Já os proveitos de março chegaram aos 233,9 milhões de euros, incluindo 168,8 milhões de euros relativos aos proveitos por aposento, o que quer dizer que, em comparação com março de 2019, houve uma descida de 5,8% tanto nos proveitos totais como nos relativos a aposento.

Já o rendimento médio por quarto disponível foi de 31,3 euros em março, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 74,3 euros em março, o que no primeiro caso traduz uma descida de 7,4%, enquanto o ADR, como já referido, aumentou 4,4%.

O INE indica que o crescimento das dormidas foi comum a “todas as regiões”, ainda que Lisboa tenha concentrado 30,1% das dormidas, seguindo-se o Algarve (21,8%), o Norte (16,7%) e a RA Madeira (14,2%).

Face a igual mês do ano passado, a situação muda, contudo, de figura, pois “todas a regiões apresentaram diminuição do número de dormidas, mais acentuada no Algarve (-18,8%) e AM Lisboa (-16,2%)”, ainda que a RA Madeira (+50,5%) e RA Açores (+4,0%) tenham apresentado crescimentos, sendo também de realçar o decréscimo no Algarve (-19,5%).

Já o Alentejo registou um aumento de 2,1% nas dormidas dos não residentes, enquanto as restantes regiões apresentaram descidas, com destaque para o Centro (-22,4%) e para a RA Açores (-21,1%), que apresentaram as maiores descidas.

Em março, a taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico foi de 33,4%, o que traduz um aumento de 23,3 p.p., ainda que, face a março de 2019, a taxa líquida de ocupação-cama tinha sido 38,6%.

No acumulado do primeiro trimestre do ano, as dormidas totais aumentaram 398,5%, com destaque para os não residentes, onde este indicador aumentou 845,6% face ao ano passado, enquanto as dormidas de residentes subiram 176,2%. Face a 2019, o INE identifica, no entanto, uma descida de 18,8% nas dormidas, incluindo uma quebra de 1,6% nos residentes e de 26,4% nos não residentes.

No caso dos proveitos, o desempenho também não foi melhor no primeiro trimestre do ano, uma vez que, segundo o INE, os proveitos registaram crescimentos de 536,4% no
total e 509,2% relativos a aposento face ao ano passado, ainda que, em comparação com o período pré-pandemia, se continue a identificar uma descida de 15,7% no proveitos totais e de 14,6% nos proveitos por aposento.

O INE indica ainda que, nos três primeiros meses de 2022, e considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,9 milhões de hóspedes e 9,7 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 356,6% e 346,8%, respetivamente.

 

 

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Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal vencem TAP Awards

No mercado português, os vencedores foram a Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal, que foram distinguidos nas categorias Best seller South Atlantic Portugal, Best seller Worldwide Portugal e Top seller Executive Class Portugal, respetivamente.

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A TAP voltou esta quinta-feira, 12 de maio, a distinguir os agentes de viagens que maior número de bilhetes da companhia aérea vendem, no regresso dos TAP Awards que, em Portugal, distinguiram a Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal.

O evento, que regressou esta quinta-feira depois de ter estado suspenso durante dois anos devido à pandemia da COVID-19, decorreu na Quinta da Pimenteira, em Lisboa, e contou com a participação de representantes do setor de Viagens e Turismo de Portugal, Brasil, Estados Unidos da América e principais mercados da Europa, assim como Christine Ourmières-Widener, CEO da TAP.

De acordo com a TAP, este prémios reconhecem, anualmente, os agentes de viagens que se distinguiram, no ano anterior, “pelo volume de vendas efetuado, sublinhando-se assim o reconhecimento da companhia aérea pela importância dos seus parceiros privilegiados de negócio para o desenvolvimento da atividade e dinamização da indústria de viagens e turismo e contributo que dão para a consolidação das vendas e sustentabilidade da transportadora”.

No mercado português, os vencedores foram a Viagens Abreu, Go4Travel e Wamos Portugal, que foram distinguidos nas categorias Best seller South Atlantic Portugal, Best seller Worldwide Portugal e Top seller Executive Class Portugal, respetivamente.

No total, a TAP entregou 36 prémios. Confira a lista de premiados abaixo:

BEST SELLERS OF DESTINATION PORTUGAL

Best seller of Destination Portugal USA – Fareportal

Best seller of Destination Portugal Canada – Skylink

Best seller of Destination Portugal Brazil – CVC Corp

Best seller of Destination Portugal Africa – Realvitur (Angola)

Best seller of Destination Portugal UK – Latitude Forty

Best seller of Destination Portugal France – MZ Voyages

Best seller of Destination Portugal Italy – Gattinoni

Best seller of Destination Portugal Spain – Nautalia

Best seller of Destination Portugal Germany – TUI

BEST SELLERS WORLDWIDE

Best seller Worldwide USA – Expedia

Best seller Worldwide Canada – Expedia

Best seller Worldwide Brazil – Confiança

Best seller Worldwide Africa – Alive Travel (Angola)

Best seller Worldwide UK – Brightsun Travel

Best seller Worldwide France – Selectour

Best seller Worldwide Italy – Welcome Travel Group

Best seller Worldwide Spain – Viajes El Corte Ingles

Best seller Worldwide Germany – AERTiCKET

TOP SELLERS EXECUTIVE

Top seller Executive Class USA – Internova Group

Top seller Executive Class Canada – AMEX GBT

Top seller Executive Class Brazil – BeFly

Top seller Executive Class Africa – Cotur (Mozambique)

Top seller Executive Class UK – TripActions

Top seller Executive Class France – Manor

Top seller Executive Class Italy – Uvet

Top seller Executive Class Spain – Avoris

Top seller Executive Class Germany – DER Touristik Deutschland

BEST SELLERS PORTUGUESE MARKET

Best seller South Atlantic Portugal – Viagens Abreu

Best seller Worldwide Portugal – Go4travel

Top seller Executive Class Portugal – Wamos Portugal

BEST SELLERS TMC

Best seller Worldwide – AMEX GBT

Top seller Executive Class – CWT

BEST SELLERS OTA

Best seller Worldwide – Etraveli

Top seller Executive Class – Expedia

BEST SELLERS CORPORATE

Best seller Worldwide – Grupo Mota-Engil

Top Performance – Netjets

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