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“Concorrência desleal” é preocupação do Capítulo das DMC’s da APAVT

A “concorrência desleal” de destinos como Espanha e a Alemanha, está, segundo Eduarda Neves, vice-presidente da APAVT e coordenadora do Capítulo de DMC’s, “a provocar milhões de perdas todos os anos” ao sector e, consequentemente, a Portugal

Raquel Relvas Neto
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“Concorrência desleal” é preocupação do Capítulo das DMC’s da APAVT

A “concorrência desleal” de destinos como Espanha e a Alemanha, está, segundo Eduarda Neves, vice-presidente da APAVT e coordenadora do Capítulo de DMC’s, “a provocar milhões de perdas todos os anos” ao sector e, consequentemente, a Portugal

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Criado há um ano no seio da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT), o Capítulo das Destination Management Companies (DMC’s) tem em mãos várias preocupações na prática diária da sua actividade de Meetings & Incentives (M&I).

Eduarda Neves, vice-presidente da APAVT e coordenadora do Capítulo de DMC’s, num encontro com a imprensa, explicou que houve necessidade de criar o Capítulo para tratar várias situações “que nos preocupam e que são comuns a praticamente a todos os DMC’s que pertencem ao Capítulo”.

Destas, a responsável, acompanhada por Paula Antunes, directora-geral da Compasso, Pedro Morgado, director-geral da Abreu Destination Management, e Rita Montarroio, da Imagine More, que também pertencem ao Capítulo, destaca que a questão do IVA nas actividades do sector é a mais relevante. A “concorrência desleal” de destinos concorrentes, como Espanha e a Alemanha, está, segundo Eduarda Neves, “a provocar milhões de perdas todos os anos”. Esta é uma situação que os profissionais da área verificam diariamente quando concorrem para captar eventos e incentivos para Portugal competindo com estes destinos, que permitem que os clientes possam recuperar o IVA pago pelos seus eventos nos respectivos países depois da realização dos mesmos, situação que, em Portugal não acontece. “Isto prejudica imenso a economia e o desenvolvimento do Turismo que está a melhorar, sobretudo na área dos individuais e do lazer, mas nós estamos a sentir a quebra pela perda de competitividade”.

Como a medida em Espanha, que já é por si só um concorrente natural de Portugal, foi aplicada apenas em Janeiro de 2015, a responsável explica que só este ano é que estão a sentir as implicações no negócio desta situação. “O que Espanha fez foi ilegal relativamente à legislação da União Europeia”, realça, explicando que a regra europeia prevê a aplicação do IVA sobre a margem dos eventos e incentivos.  “Em termos de destino, o prejuízo que estamos a ter é de muitos milhões de euros”, destaca.

No entanto, em algumas áreas do Turismo em Portugal a recuperação do IVA por parte do cliente é também possível, como no segmento dos PCO’s e na animação turística. Esta foi uma situação que já foi apresentada à tutela, que revelou receptividade e que tem planos para um novo pacote fiscal no próximo ano.

Outra das situações que os responsáveis apontaram como desafio para a sua actividade tem que ver com o crescimento do turismo individual e de lazer. Esta é uma situação positiva para o País, mas os profissionais revelaram existir alguma dificuldade em arranjar alojamento para os seus eventos em alguns destinos, como o Porto, Madeira e Açores, onde se verificou um aumento de companhias aéreas ‘low-cost’. Eduarda Neves explicou que no segmento de M&I existe uma facturação elevada por cada participante, por exemplo, “um incentivo ou uma reunião pode facturar por pessoa, em três noites, cinco mil euros. Não há nenhum turista individual, a não ser que vão para um hotel de luxo, que gaste cinco mil euros em três noites”. Um dos desafios é, esclarece Pedro Morgado, “o ajustamento que tem que haver, nomeadamente na hotelaria, entre aquilo que é o mercado do turismo e aquilo que é o mercado de M&I”. Esta situação leva a que os profissionais comecem a ter “problemas na captação de congressos para determinadas cidades de Portugal, porque os hotéis têm muito mais pressão de reservas mais cedo”, enquanto um congresso que é pensado a dois anos só começa a ter reservas mais perto da data do congresso. “O desafio neste momento é que os hotéis se consigam ajustar a respeitar estes bloqueios, tendo por outro lado a pressão do turista individual”, refere. “Congratulamo-nos com este boom, mas conseguirmos dinamizar eventos de M&I torna-se mais difícil”, indicam.

Outra das preocupações centra-se na formação. Eduarda Neves defende que, actualmente, as formações nas escolas de hotelaria e turismo são “muito teóricas” e que existe um desconhecimento do que existe no mercado ao nível de agências de viagens e potenciais saídas profissionais. Além de que, existe também uma necessidade de maior especialização nos cursos. “O mercado na nossa área específica exige cada vez mais especialização e isso não é dado nas escolas de turismo, é tudo muito centralizado”, indica.

Os responsáveis explicam que “na área de DMC’s quase que não há desemprego, porque exige um nível de especialização elevada. (…) Não se forma um profissional em menos de dois anos”.

Capítulo

Actualmente, o Capítulo conta com 14 DMC’s, o objectivo é integrar mais empresas deste segmento. Para tal, as DMC’s interessadas em aderir têm de cumprir alguns critérios, que foram baseados na directiva europeia para o sector, concretamente ter pelo menos três anos actividade no segmento de M&I; trabalhar com o mercado internacional; ter 70% do seu volume de negócio proveniente do segmento de M&I; seguro de responsabilidade civil com o mínimo de cobertura de um milhão de euros; e assinar o código de ética do Capítulo, além de ter de ser membro da APAVT e estar registado no Turismo de Portugal.

“Pretendemos alargar um pouco o Capítulo e trazer mais DMC’s”, frisa a responsável. A exigência dos critérios de admissão está baseada também na exigência dos próprios clientes deste segmento.

“Não somos um clube elitista, somos um grupo de profissionais que defende a qualidade do serviço que se presta em Portugal nesta área de negócio”, esclarece Pedro Morgado, referindo que o capitulo está aberto a todos os que queiram entrar desde que cumpram os critérios baseados em argumentos internacionais.

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Rita Marques (SETCS) assina protocolo para criação do Observatório de Turismo Sustentável do Centro durante visita à região

Durante a visita, a governante conheceu projetos em curso em Vouzela, Tondela e Leiria e participou na assinatura do protocolo de parceria para criação do Observatório de Turismo Sustentável do Centro.

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A Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, visitou três municípios do Centro de Portugal, onde ficou a conhecer algumas iniciativas turísticas em curso e projetadas. A visita foi acompanhada por uma equipa do Turismo Centro de Portugal, liderada pelo seu presidente, Pedro Machado, e pelo Turismo de Portugal, através de Carlos Abade, vogal do Conselho Diretivo.

O roteiro começou em Vouzela, com uma visita ao Pastel de Vouzela Museu e à Casa das Ameias, uma casa quinhentista no centro da vila, transformada numa unidade de turismo de habitação. Aqui, o presidente da autarquia, Rui Ladeira, deu conta à governante de algumas iniciativas que este município está a realizar e a idealizar no âmbito da atividade turística – casos da Ecopista do Vouga, das Aldeias da Serra do Caramulo, do roteiro EN16 e do aproveitamento das estações ferroviárias – e apresentou o caminho percorrido pelo município para ser certificado como “território sustentável”. Recorde-se que Vouzela foi o primeiro concelho em Portugal a ser certificado como município sustentável pela Biosphere Portugal.

A esse propósito, Patrícia Araújo, da Biosphere Portugal, explicou como decorreu o processo de certificação, que teve como principais objetivos qualificar o destino e definir objetivos e metas. “Vouzela é um case study no Centro de Portugal ao nível da sustentabilidade”, disse, lembrando que na região Centro há já cerca de 140 empresas certificadas ou em processo de certificação, no projeto “Centro Sustentável”, sendo 12 delas em Vouzela.

Alguns operadores locais de turismo tiveram também a oportunidade de deixar testemunhos da sua experiência no processo de certificação, nomeadamente Ana Esperanço (Barão Guest House), Paulo Pinto (Tasquinha de Lafões) e José Carlos Rebelo (Weekend – atividades turísticas), que lembrou que “a certificação obriga-nos a manter padrões elevados de qualidade, o que é positivo”.

Na ocasião, Rita Marques elogiou o esforço dos operadores e do município. “Portugal tem ativos extraordinários, que podem e devem ser trabalhados. Temos de profissionalizar esse trabalho e acompanhar as novas tendências, em particular a sustentabilidade, que não é uma moda: é fundamental em termos económicos, ambientais e sociais para as comunidades locais”, disse. “Queremos que Portugal seja o país mais sustentável do mundo, de forma a tornar-se mais competitivo e aumentar a receita turística. O Turismo tem de continuar a ser o motor da economia, mas terá de ser um motor verde”, acrescentou.

A visita a Vouzela terminou na Ecopista de Vouzela, uma infraestrutura com cerca de sete quilómetros na antiga linha do Vale do Vouga, que liga esta vila a São Pedro do Sul.

Experiências no Caramulo
Depois de Vouzela, a comitiva deslocou-se à vila do Caramulo, onde a primeira paragem foi no Caramulo Experience Center, espaço recente dedicado a todos os aficionados que restauram, conduzem e respiram automóveis e motos antigas. Situado num antigo edifício industrial, este espaço alberga uma oficina de restauro e manutenção de automóveis clássicos, as reservas da coleção do Museu do Caramulo, uma área de exposições, um centro de documentação e uma loja de produtos para clássicos.

Ainda no Caramulo, foram visitados alguns espaços emblemáticos da vila do Caramulo que estão sem utilização e que se pretende requalificar e devolver à comunidade, no âmbito de uma estratégia desenvolvida pelo Município de Tondela. É o caso, entre outros, do Sanatório Infantil, edifício do arquiteto Pardal Monteiro.

Carla Antunes Borges explicou que o objetivo da autarquia é criar “uma rede de museus no Caramulo, com várias experiências, para que os visitantes possam acrescentar àquilo que é o desfrutar da natureza a vivência cultural e artística, ligada ao setor automóvel, bem como a outras áreas”.

Primeiro passo na direção do Observatório de Turismo Sustentável
A deslocação da governante terminou no Instituto Politécnico de Leiria, onde foi assinado o protocolo de parceria para a criação do Observatório de Turismo Sustentável do Centro, um instrumento de grande importância para a análise da atividade turística no Centro de Portugal. O protocolo foi assinado entre o Instituto Politécnico de Leiria (IPL), Turismo de Portugal (TP) e Turismo Centro de Portugal (TCP).

Criado pelo TCP, o Observatório tem o objetivo de monitorizar todos os aspetos relacionados com o turismo na região. Desta forma, constitui um apoio fundamental à tomada de decisão de todos os protagonistas da atividade turística na região, fornecendo informação de valor às empresas e organizações. O seu Conselho Técnico-Científico integra investigadores de todas as instituições de Ensino Superior da região Centro de Portugal, designadamente as Universidades de Aveiro, Coimbra e Beira Interior e os Institutos Politécnicos de Leiria, Tomar, Coimbra, Guarda, Viseu e Castelo Branco

Por parte do IPL, o presidente Rui Pedrosa destacou que “o Turismo é uma área estratégica para Portugal, à qual é fundamental acrescentar valor, pela via do conhecimento, formação e investigação. Esperamos que o Observatório seja o reflexo da região Centro, que é uma região inovadora e cada vez mais sustentável”.

Francisco Dias, coordenador do Observatório, assinalou que “a responsabilidade é grande e as expetativas são altas”. “Vamos criar uma rede coesa e colaborativa de empresários e associações de turismo, numa tarefa enormíssima, com a intenção de recolhermos dados primários de 10 mil empresas da região Centro de Portugal”, disse.

Teresa Monteiro, vice-presidente do Turismo de Portugal, realçou que “um dos vetores da missão do Turismo de Portugal é o desenvolvimento económico, social e ambiental de todo o território, para posicionar Portugal como um dos destinos mais sustentáveis do mundo”. “Um dos eixos dessa atuação é a monitorização do setor e é nesse eixo que se insere este Observatório. Temos de avaliar o que fazemos, para vermos se aquilo que foi pensado tem retorno no território”, acrescentou.

Pedro Machado, presidente do TCP, lembrou a importância de envolver, neste Observatório, “três Universidades e seis Institutos Politécnicos da região”. “Este instrumento vai contribuir para ultrapassarmos uma dificuldade, que era a escassez de dados que ajudassem a medir e a quantificar a atividade turística na região. Assumimos o compromisso de continuar a trabalhar para que as estratégias nacionais, regionais e locais sejam convergentes, de forma a assegurar um maior desenvolvimento dos territórios, aumentar a competitividade do destino e sermos assim cada vez mais atrativos para os mercados internos e internacionais”, sublinhou.

Gonçalo Lopes, presidente da Câmara Municipal de Leiria, enalteceu também “o trabalho em rede e a reunião de massa crítica” do Observatório, de forma a “municiar as entidades públicas, empresas e turistas de informação útil”. “Existe a enorme expetativa de que o setor do Turismo seja decisivo para a recuperação económica, como aconteceu no passado. Regista-se já um aumento grande das visitas, o que dá boas indicações para o futuro”, considerou.

Coube à Secretária de Estado encerrar a cerimónia, recordando Rita Marques que “o Turismo é um motor fundamental da nossa economia, que não surge do acaso e é resultado de grande trabalho. O Turismo é altamente competitivo graças à sustentabilidade, promovendo a coesão territorial e a criação de riqueza”. “Queremos ser o país mais competitivo do mundo no Turismo. Para isso temos de trabalhar com todos, entre empresas, entidades, associações e trabalhadores, e esta parceria é um exemplo desse trabalho. Só podemos gerir o que conhecemos e medimos. O Observatório pode ser uma ferramenta fundamental para concluir que o Turismo é uma indústria do bem, que causa impactos positivos nos territórios”, terminou.

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Espanha deixa de exigir certificado de vacinação a turistas extra-europeus

Depois de um mês de abril, em que recebeu nos aeroportos, perto de sete milhões de turistas, Espanha vai deixar cair a obrigatoriedade da apresentação do certificado de vacinação para que viaje de fora da União Europeia.

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Segundo é noticiado em Espanha, o país vizinha poderá deixar de exigir o certificado digital de vacina a turistas que cheguem de fora da Europa, podendo aceder somente com um teste negativo, avançou a ministra da Indústria, Comércio e Turismo, Reyes Maroto.

“Vamos eliminar uma restrição que podia desanimar os turistas de fora da União Europeia a visitar-nos”, adiantou a responsável pela pasta do turismo em Espanha, revelando que “vamos deixar de exigir o certificado de vacinação para permitir que os turistas entrem com teste negativo.

Reyes Maroto admitiu que esta é uma “boa notícia” esperada pelo setor, colocando Espanha “entre um dos destinos preferidos pelos turistas internacionais”.

“Sempre com prudência, o mundo vê-nos como um destino seguro”, frisando que “92% da população espanhola está vacinada”.

A ministra destacou ainda o turismo como “alavanca para o crescimento da economia” em 2022.

Nesse sentido, Espanha recebeu, em abril quase sete milhões turistas nos aeroportos dos mais diversos mercados internacionais, correspondendo a mais de 85% dos níveis de 2019, multiplicando, no entanto, por oito os números alcançados no mesmo mês de 2021, revelam os dados disponibilizados pelo Instituto de Turismo de España (Turespaña) a partir dos registos da Aena, entidade que gere mais de meia centena de aeroportos em toda a Espanha.

Com o fluxo turístico na semana da Páscoa a ser o destaque no fluxo turístico, as entidades espanholas esperam que este seja o arranque da recuperação, confirmando a tendência de crescimento desde o início do ano.

Nas ilhas, por exemplo, atingiu-se, praticamente, os níveis pré-pandemia graças à reativação dos dois principais mercados turísticos para Espanha: Reino Unido e Alemanha, o que confirma o bom desempenho do segmento de férias até à data”, concluiu a responsável da pasta turismo.

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easyJet lança promoção para voos na primavera de 2023

Nova promoção da easyJet contempla mais de 100 mil voos, incluindo dois mil desde Portugal, e é válida para viagens entre 1 de março e 8 de maio de 2023.

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A easyJet lançou uma nova promoção que contempla mais de 100 mil voos com preços especiais para viagens que decorram entre 1 de março e 8 de maio de 2023, numa oferta que, segundo a companhia aérea, é válida para 124 destinos da rede da companhia aérea.

Num comunicado enviado à imprensa, a easyJet explica que os mais de 100 mil voos incluídos nesta promoção já estão disponíveis para reserva e que, no caso de Portugal, são mais de 2000 os voos que gozam de preços especiais para viagens na próxima primavera.

“A partir de Portugal, há mais de 2.000 voos programados para a Primavera 2023, o que representa quase meio milhão de lugares para voar na easyJet”, indica a companhia aérea, revelando que os preços começam nos 15 euros para voos do Porto para o Funchal, na Madeira.

Além dos voos entre o Porto e o Funchal, a easyJet disponibiliza preços desde 18 euros para ligações aéreas entre Lisboa e o Funchal. Já os voos de Lisboa para Bordéus têm preços desde 20 euros, enquanto de Lisboa para o Luxemburgo o valor começa nos 22 euros.

No caso do Porto, a easyJet oferece ainda voos entre o Porto e Palma de Maiorca a partir de 26 euros, enquanto do Porto para Milão os preços começam nos 19 euros.

A easyJet incluiu nesta promoção também algumas ligações desde Faro, com o preço a começar nos 22 euros entre Faro e Paris, nos 24 euros entre Faro e Amesterdão, e nos 25 euros entre Faro e Genebra.

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Novidade: A MSC Cruzeiros, este verão, tem 11 cruzeiros de Lisboa, com bebidas incluídas, num itinerário nunca visto!

Se está à procura de um Verão de 2022 inesquecível, a MSC Cruzeiros tem disponível uma oferta imperdível para si, com a possibilidade de ter Bebidas Incluídas em mais de 500 partidas que tem à sua escolha. Fique a conhecer a nossa oferta variada, com principal foco nos cruzeiros com embarque e desembarque em Lisboa e no Funchal, nos que navegam pelo Mediterrâneo Ocidental e Oriental e ainda pelos Fiordes da Noruega, pelas Caraíbas e pelo Dubai, Abu Dhabi & Qatar.

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O ano de 2022 representa a retoma do turismo internacional, segundo indicam os estudos, e a MSC Cruzeiros não quis ficar para trás, apresentando novidades imperdíveis especialmente para aqueles passageiros que preferem embarcar “ à porta de casa”.

Pela primeira vez, a MSC Cruzeiros vai realizar cruzeiros com embarque e desembarque em Lisboa durante as férias de Verão. Serão 11 cruzeiros de 10 noites com um itinerário novíssimo e único a bordo do MSC Orchestra entre Junho a Outubro de 2022 com preços a partir de 539€, a que acresce 100€ de Taxa de Serviço de Hotel (TSH) e 220€ de taxas portuárias.

Com a nossa promoção Bebidas Incluídas, os preços vão desde os 679€, em vez dos 539€, mantendo-se os mesmos preços de TSH e de taxas portuárias. Este cruzeiro passará por Alicante, Mahón, Olbia, Génova, Marselha, Málaga e Cádis, regressando a Lisboa.

Os amantes de escapadinhas de 4 ou 5 dias poderão também partir da capital lisboeta, no dia 20 de Outubro, e realizar um mini-cruzeiro de 5 noites que passará por Alicante, Mahón e Olbia com destino à cidade italiana de Génova desde 209€ +50€ TSH +110€ de taxas portuárias usufruindo da promoção Bebidas Incluídas.

Italy, from Genoa – Portofino

Situado nas alturas, acima do maior porto natural do Mediterrâneo, o MSC Orchestra passará por Mahón, onde poderá em 10 minutos a pé percorrer todo o centro da capital de Menorca. A sua arquitetura consiste numa espécie de híbrido invulgar de mansões georgianas, reflexo da forte relação com os britânicos, e de blocos altos de apartamentos espanhóis que se impõem sobre as ruas estreitas.

France, Marseille – Notre Dame de la Garde Basilica

Antes de chegar à cidade italiana de Génova, os dois itinerários passam por Olbia, comuna italiana da região de Sardenha, que tem vindo a ter um crescimento exponencial recente devido ao enorme fluxo de turistas e passageiros que têm vindo a visitar uma das faixas costeiras mais encantadoras do Mediterrâneo, a Costa Esmeralda. As celebridades mais comentadas de Itália têm sido atraídos pelos inúmeros bares e restaurantes, habitualmente repletos de turistas. O desenvolvimento de cinco estrelas da Costa Esmeralda da década de 1960 ajudou a transformar a economia de toda a ilha.

Com a mesma duração, 5 noites, mas com partida na cidade italiana de Génova, poderá ficar a conhecer a cidade de Marselha, as duas cidades espanholas de Málaga e Cádis para finalmente desembarcar na capital lisboeta por apenas 289€ +50€ TSH +110€ de taxas portuárias com a promoção já incluída que lhe permitirá beber o que desejar no navio. Poderá realizar esta partida no dia 27 de Junho de 2022.

Para os passageiros que desejam embarcar e desembarcar no Funchal este Verão podem fazê-lo através do MSC Magnifica entre Setembro e Novembro de 2022.

Spain, Malaga – Plaza de Toros

Os cruzeiros de 11 noites com partidas no Funchal a 22 de Setembro e a 3 de Outubro realizarão escalas em Málaga, Marselha, Génova, Barcelona, Casablanca e Santa Cruz de Tenerife antes de regressarem novamente ao Funchal com preços, incluindo bebidas, desde 799€, a que acresce 110€ TSH e 220€ de taxas portuárias.

Com partida no Funchal a 14 de Outubro, o MSC Magnifica percorrerá um itinerário de 9 noites que passará por Málaga, Marselha, Génova, Barcelona, regressando depois ao Funchal a começar nos 439€ +90€ TSH e 210€ de taxas portuárias com bebidas incluídas ao longo de toda a sua viagem a bordo.

Para os fanáticos de viagens mais longas, o MSC Magnifica passará por Tanger, Málaga, Marselha, Génova, Barcelona, Casablanca, Santa Cruz de Tenerife e Arrecife de Lanzarote ao longo de 13 noites com preços com bebidas incluídas a partir dos 829€ +130€ TSH, a que acresce as taxas portuárias no valor de 250€.

O MSC Magnifica partirá ainda de Génova no dia 16 de Setembro de 2022, passando por Barcelona, Casablanca, Santa Cruz de Tenerife, regressando ao Funchal por um preço extremamente convidativo que se inicia nos 239€ +60€ TSH, a que acresce 170€ de taxas portuárias, aproveitando assim a promoção Bebidas Incluídas.

Com um itinerário de apenas 5 noites , em Novembro de 2022, o MSC Magnifica partirá do Funchal e passará por Málaga, Marselha e Génova com preços a partir de 179€ +50€ TSH, a que se junta os 170€ de taxas portuárias. No MSC Magnifica poderá beber tudo o que pretende fruto de estar a usufruir da promoção Bebidas Incluídas.

Este ano, tem todos os motivos e mais alguns, para fazer um cruzeiro!

Embarque nesta aventura com a MSC Cruzeiros.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Galiza quer reforçar sinergias com Portugal no turismo

Com 50% do turismo internacional chegado à Galiza a ser proveniente de Portugal, as reuniões, nomeadamente, com o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), Luís Pedro Martins, revelaram o interesse na criação de um ‘cluster’ da euroregião.

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Mais de 30 empresários galegos do setor turístico reuniram-se em Vila Nova de Gaia para promover os seus negócios e fortalecer “sinergias” com Portugal, país que representa perto de “50% do turismo internacional” daquela região.

Reunidas no espaço WOW, em Vila Nova de Gaia, cerca de 35 empresas galegas do setor da hotelaria, restauração e turismo, “potenciaram a Galiza em Portugal”, disse o presidente do Cluster de Turismo da Galiza, Cesáreo González Pardal.

“Quase 50% do turismo internacional que temos é de Portugal, com o qual queremos fortalecer sinergias”, referiu Cesáreo González Pardal.

Além de uma oportunidade para estreitar relações comerciais, o evento, intitulado ‘Galicia Meets Portugal’, serviu também para “fortalecer as relações institucionais” entre a Galiza e Portugal, em particular, a região Norte.

Da reunião à porta fechada, na qual marcou presença o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), Luís Pedro Martins, e o vice-presidente do Governo Regional da Galiza e Conselheiro Regional da Presidência, Justiça e Turismo, Alfonso Rueda Valenzuela, resultou um objetivo comum: “trabalhar conjuntamente” e procurar atrair novos mercados turísticos, como o sul e norte-americano.

“Temos um mercado a nível europeu e transatlântico, como o México e o Brasil, no qual podemos trabalhar conjuntamente. Portugal tem um aeroporto do qual beneficiamos e através do qual o turista internacional chega à nossa região”, destacou Cesáreo González Pardal, acrescentando que o objetivo é que o turista que visita Portugal, possa viajar, facilmente, até à Galiza.

Cesáreo González Pardal adiantou ainda estar já agendada uma terceira reunião com os empresários portugueses e galegos para “perceber quais as suas intenções” e que novos mercados consideram “prioritários atrair para a Galiza e Portugal”.

À margem da reunião, Luís Pedro Martins salientou que o objetivo passa por “levar dois países, uma euroregião a promover-se no resto do mundo”.

“Há razões para pensarmos na criação de um ‘cluster’ da euroregião, um ‘cluster’ transfronteiriço de turismo, onde juntamos empresas dos dois países que poderão realizar ações de promoção noutros países”, disse, salientando que as duas regiões “têm muito em comum”, como a gastronomia e vinhos, mas também os Caminhos de Santiago e Patrimónios Mundiais da Humanidade.

Questionado sobre se a criação desta “euroregião” permitiria reivindicar, junto da TAP, a importância do aeroporto Francisco Sá Carneiro, Luís Pedro Martins disse acreditar que “há razões para se acreditar no aeroporto”, que serve cerca de “cinco milhões de passageiros”.

“Estamos a trabalhar com a TAP e a tentar que de facto a TAP reconheça essa importância (…) Queremos fazer a TAP acreditar que é possível aumentar o número de voos quer para os Estados Unidos, quer para o Brasil, mas também de rotas”, afirmou, lembrando, contudo, que se essa não for uma prioridade para a companhia aérea portuguesa, o TPNP tem, juntamente com a tutela, de encontrar “outras soluções”.

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Lisboa recebe workshop ‘Países Bálticos e Nórdicos’ a 26 de maio

O Workshop ‘Países Bálticos e Nórdicos’ vai trazer até à cidade de Lisboa o melhor da oferta turística desta região e decorre a 26 de maio, a partir das 15h00, no Neya Lisboa Hotel.

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A capital portuguesa vai ser palco, a 26 de maio, do Workshop ‘Países Bálticos e Nórdicos’, iniciativa que vai trazer até à cidade de Lisboa o melhor da oferta turística desta região e que decorre a partir das 15h00, no Neya Lisboa Hotel.

De acordo com a organização, este workshop vai contar com a participação de “diferentes fornecedores, produtos e organizações de promoção turística do Norte da Europa”, incluindo os segmentos de turismo de aventura, alojamento e animação turística, viagens de incentivo, grandes viagens, individuais e grupos, city-breaks, turismo de luxo e cruzeiros na zona do Mar Báltico.

Confirmada neste workshop está já a participação dos fornecedores Eckerö Line Ab Oy, Finnlines Oyj, Hotel Kalevala/Arctic Lakeland, Paljakka Finland / Arctic Lakeland, Vasa Museum e Vuokatti Finland.

Pelas 18h00, decorre ainda um cocktail, que será seguido de um sorteio no qual vai ser possível ganhar prémios relacionados com os Países Bálticos e Nórdicos.

Os interessados em participar no workshop ainda se podem inscrever, através do link https://forms.gle/GsHdLCB9ocm4bCQG9.

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Sonae Capital abre The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel

Com 68 quartos, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é o quarto hotel da Sonae Capital no Porto, localiza-se entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada e afirma-se como um hotel boutique de cinco estrelas.

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A Sonae Capital anunciou esta sexta-feira, 20 de maio, a abertura do The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel, o quarto hotel da holding na cidade do Porto e que resulta de um investimento de 20 milhões de euros, segundo comunicado enviado à imprensa.

O novo The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel integra o Grupo The Editory Collection e apresenta-se como uma unidade boutique de cinco estrelas, com 68 quartos, além de piscina exterior aquecida e duas salas de reuniões.

“O The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel resulta de uma parceria entre a FVC Group (developer) e a SC Hospitality, unidade de negócio de hotelaria da Sonae Capital (operador), inserindo-se numa zona da cidade bastante consolidada, estando mesmo classificado como parte de um conjunto de interesse público – A Avenida dos Aliados, traçada no início do século XIX, e a Rua do Almada, cuja traça remonta ao final do século XVIII”, explica a Sonae Capital no comunicado divulgado.

Por se encontrar localizado entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada, o hotel divide-se entre dois polos, um dos quais  localizado na Avenida dos Aliados, onde se encontra a entrada da unidade hoteleira, enquanto na Rua do Almada se encontra a entrada direta para o bar.

O projeto de arquitectura e design de interiores do The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é assinado pela Ding Dong e, segundo a Sonae Capital, presta uma “homenagem ao passado elegante, revisitado, com um desenho cuidado e sempre feito na dualidade entre um espaço público e um ambiente residencial”.

Com os corredores em tons de verde seco e rosa-claro, cores que se tornam mais fortes nos quartos e suites da unidade, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel oferece oitos categorias de quartos, incluindo cozy, standard, city view, superior city view, Aliados view, superior Aliados view e Suite Aliados.

“Tratando-se de um design hotel, cumpre o compromisso de dotar cada quarto de uma imagem própria, em que as linhas do mobiliário, os adereços utilizados, o acesso às graníticas varandas da Avenida dos Aliados e o equilíbrio de luminosidade se fazem com elegância e sofisticação”, acrescenta o comunicado divulgado.

O novo hotel da Sonae Capital no Porto conta também com o restaurante Editory Boulevard Aliados que, “além de assumir um desafio aos cinco sentidos”, tem ainda “a missão de surpreender e de criar dúvida e curiosidade sobre os alimentos servidos e respetivas conjugações improváveis”.

O restaurante do hotel, cuja carta é assinada pelo Chef André Silva, apresenta um ambiente a fazer lembrar uma mistura entre um cabaret e um clube noturno, e de inspiração circense, onde não faltam “pormenores burlescos que remetem para o registo vintage em constante provocação”.

Com capacidade para 50 pessoas, o restaurante funciona diariamente ao almoço, entre o meio-dia e as 14h30, e ao jantar, entre as 19h00 e a meia-noite, enquanto o bar está aberto durante todo o dia e tem capacidade para cerca de 30 pessoas, apresentando uma carta de cocktails de autor inspirada no tema que o define: o burlesco.

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Armazém Luxury Housing nasce no Porto

O Armazém Luxury Housing é um boutique hotel de luxo, no centro histórico do Porto, que nasce de um abandonado armazém de ferro do século XIX.

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Com arquitetura de Luís Sobral e Carlos Miguel Campos, esta reconstrução privilegiou a harmonia de cores, utilizando o betão, o ferro e a madeira que contrastam com a delicadeza dos tecidos.

A decoração mistura o clássico e o moderno, desde camas feitas de betão, troncos antigos e até com escadas na lateral, ao cofre que pesa toneladas transformado num bar.

Este boutique hotel de luxo oferece nove quartos e três apartamentos.

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Revenue Management vai estar em debate no Algarve

Como tirar partido de estratégias de Revenue Management é a temática que vai estar em debate no próximo dia 30 de maio, no Penina Hotel & Golf Resort, no Algarve.

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A RM HUB, a Climber, Host e OTA Insight são os dinamizadores deste evento, que vai decorrer, pela primeira vez, no Algarve.

Dirigido a profissionais do setor hoteleiro, a organização refere, em comunicado, que o objetivo passa por fornecer dados e ferramentas que possam dinamizar a procura e o aumento de vendas, através de estratégias de Revenue Management e uso de tecnologia.

A participação é gratuita e está limitada a 50 pessoas. As inscrições devem ser feitas online, via website das empresas organizadoras, e sujeitas a confirmação.

 

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Les Roches lança especialização em desenvolvimento sustentável

A Les Roches Global Hospitality Education acaba de lançar uma especialização em Sustentabilidade, dedicando o último semestre do Bachelor of Business Administration (BBA) in Global Hospitality Management a este tema.

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A Sustentabilidade consta agora de uma das quatro especializações, que os estudantes podem escolher no campus de Crans-Montana, juntamente com Empreendedorismo, Estratégias de Marketing Digital e Gestão de Performance Financeira.

De acordo com a sua filosofia académica de fomentar um espírito de inovação e criatividade, a Les Roches pretende, desta forma, reforçar a capacidade dos futuros líderes para impulsionar a sustentabilidade e a mudança.

A nova especialização de Licenciatura foi concebida para dotar os estudantes de competências de gestão e conhecimentos necessários para transformar a hospitalidade, o turismo e a economia da experiência nesse sentido.

A especialização “Desenvolvimentos e Práticas Sustentáveis” será oferecida no campus de Crans-Montana a partir de setembro próximo. O programa incluirá também master classes ministradas por especialistas externos à instituição de ensino.

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