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Rodrigo Pinto de Barros reeleito presidente da APHORT

O responsável assume um novo mandato de quatro anos, correspondente ao período entre 2015 e 2019.

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Na cerimónia de tomada de posse, que se realizou no passado dia 23 de Novembro, o responsável defendeu a importância do movimento associativo e a necessidade da APHORT estar na vanguarda deste movimento, proporcionando a todos os seus associados um conjunto de instrumentos e de alternativas capazes de potenciar a participação activa e unida dos empresários do sector em torno de projectos e iniciativas de interesse comum.

No que diz respeito à visão que tem para a associação a que preside, o responsável defendeu a continuidade do trabalho que a APHORT tem vindo a desenvolver na área da formação e valorização dos empresários, assumindo o desejo de manter o estatuto de “associação que mais programas de qualificação desenvolve para os associados” e de alargar a oferta de acções, sob a óptica da inovação e da modernidade, indo ao encontro das reais necessidades dos empresários do sector.

No seu discurso, Rodrigo Pinto Barros considerou que estes factores irão “contribuir para o enriquecimento do trabalho desenvolvido pela APHORT, através da integração e da partilha de múltiplas visões, experiências e opiniões, permitindo um elevado dinamismo e capacidade de resposta, duas valências fundamentais para a política de acção que tem vindo a ser conduzida por esta Associação”.

O presidente defendeu ainda a necessidade da associação se manter activa e interventiva nos principais fóruns associativos do sector e junto do poder (seja a nível local, nacional ou europeu), bem como de estar atenta aos novos desafios que as mudanças na sociedade e na economia colocam aos empresários do turismo, nomeadamente em áreas diversas como o ambiente e os resíduos, a alimentação e a saúde, entre outros.

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Flexibilização é palavra de ordem no 46º Congresso da APAVT

A flexibilização em toda a cadeia de valor do turismo, como fator fundamental para a recuperação do setor, foi a palavra-chave no painel sobre ‘Tendências do consumidor, capacidade da oferta e velocidade da retoma’, esta quinta-feira no Congresso da APAVT.

A flexibilização em toda a cadeia de valor do turismo, como fator fundamental para a recuperação do setor, foi a palavra-chave no painel sobre ‘Tendências do consumidor, capacidade da oferta e velocidade da retoma’ que teve lugar esta quinta-feira, no âmbito do 46º Congresso da APAVT, a decorrer em Aveiro.

Silvia Mosquera, CCRO da TAP, Frédéric Frére, CEO da Travelstore American Express GBT, Francisco Pita, CCO da ANA Aeroportos/Vinci, Joaquim Monteiro, diretor-geral da Luísa Todi DMC, a que se juntou ainda ao debate, Maria José Costa, da Eventivos DMC, foram categóricos em afirmar que a flexibilização, a continuação dos apoios ao setor, a diminuição da carga fiscal, a necessidade de reter talentos, bem como a clarificação de normas e a sua comunicação clara e atempada, são algumas das questões cruciais para a retoma do turismo.

Se por um lado, os intervenientes deste painel falaram de alguma recuperação com valores a aproximarem-se aos de 2019, da retoma do turismo em Portugal, da performance do mercado, da reafirmação pela TAP de que as agências de viagens são o seu parceiro privilegiado na distribuição, e dos aeroportos nacionais a conhecerem uma boa recuperação, por outro lado pairava o clima de incerteza que o setor está a viver face à nova vaga da pandemia.

Silvia Mosquera, admitiu que a nova variante Ómicron está a provocar um abrandamento das vendas de bilhetes, face à recuperação que se assistia desde setembro. “Estávamos muito otimistas porque a recuperação estava a ser muito boa. Com efeito, em novembro, e agora também em dezembro, estamos a operar 80% da capacidade dos voos que operámos em 2019. São bons números”, disse.

A responsável referiu que a recuperação se fez notar, sobretudo, “no mercado doméstico, étnico, e nas viagens de visita à família e amigos”, enquanto o corporate está a ter ainda algum atraso.

Prudência 

Prudente e conservador está igualmente Frédéric Frére em relação à retoma das viagens de negócios, realçando que não se pode fazer conjeturas a longo prazo, e acredita que há ameaças, mas também oportunidades. Reconhece que com novas atitudes de consumo surgem outras necessidades e motivos para viajar, e que o online apesar de ser importante, há necessidade dos contactos presenciais.

Já os DMC’s estimam um recomeço só a partir da Páscoa. Alertam que neste momento nada acontece, e que pretendem a retoma com eventos. Pedem mais apoios para poderem encarar a situação difícil que atravessam, com anulações e cancelamentos.

afirmou Francisco Pita no 46.º Congresso Nacional da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), em Aveiro.

Por sua vez, Francisco Pita disse que, dada a recuperação a que se assistiu no aeroporto de Lisboa, em novembro, “em muitos dias” já se assistiu ao mesmo número de movimentos na Portela que se verificava em 2019. “Temos, de facto, necessidade de um aumento rápido da capacidade aeroportuária na região de Lisboa se queremos continuar a crescer”, reafirmou.

De acordo com o responsável, os comportamentos são assimétricos entre aeroportos e alerta que a nova variante pode obrigar a rever previsões.

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SATA antecipa que 2022 pode ser ano recorde

O presidente executivo da SATA, Luís Rodrigues, revelou no Congresso da APAVT, que termina sexta-feira em Aveiro, que a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente os níveis de 2019 e espera bater recorde em 2022.

SATA, que aguarda para breve a aprovação, pela Comissão Europeia, do seu plano de reestruturação, deixou boas notícias no 46º Congresso da APAVT, que termina esta sexta-feira em Aveiro. Isto porque, a companhia aérea açoriana já recuperou praticamente aos níveis de 2019 e espera bater recordes em 2022.

O CEO da SATA, Luís Rodrigues, revelou que “tivemos um verão fantástico, apenas 7% abaixo de 2019 e neste momento estamos praticamente ao nível desse ano. O que, comparado com outras companhias aéreas, é muito bom, não temos razões para nos queixar.

O executivo lembrou que este crescimento verificado, principalmente neste trimestre, após um 2020 e primeiro trimestre deste ano, períodos para esquecer, deve-se, por um lado ao progressivo levantamento de medidas restritivas impostas pela pandemia, em que as pessoas ganharam confiança e voltaram a viajar, e por outro, pela pontualidade na ordem dos 90%.

A pontualidade é um fator chave, destacou Luís Rodrigues, porque, “elimina tudo o que são compensações ao cliente por atrasos; e por outro lado, porque as pessoas apreciam esse fator e criam maior confiança e fidelidade”.

Também deu conta que a SATA aproveitou a redução da atividade imposta pela pandemia para dar a volta à operação e à relação comercial com os clientes.

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Transportes

Costa Cruzeiros já recebeu segundo navio movido a GNL

O Costa Toscana é o segundo navio da frota da Costa Cruzeiros movido a GNL e começa a operar a 5 de março de 2022, no Mediterrâneo Ocidental.

A Costa Cruzeiros já recebeu o Costa Toscana, o segundo navio da companhia de cruzeiros movido a Gás Natural Liquefeito (GNL), depois do Costa Smeralda, e que começa a operar a 5 de março de 2022, segundo comunicado da companhia de cruzeiros.

“O Costa Toscana reforça o nosso compromisso com a inovação sustentável ao contribuir ainda mais para a utilização do GNL aplicado aos navios de cruzeiro, uma tecnologia da qual fomos pioneiros. É uma inovação que se insere num caminho de transição ecológica em constante evolução”, refere Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros.

De acordo com o responsável, o novo navio da Costa Cruzeiros conta com “inovadoras características e serviços”, que vão contribuir para que o Costa Toscana seja “capaz de atrair novos passageiros de cruzeiros”, com base na presença da companhia no Mediterrâneo e no plano para o reinicio gradual das operações.

O Costa Toscana começa a navegar a 5 de março de 2022, realizando um itinerário de uma semana com partida de Savona, Itália, e escalas em Marselha, Barcelona, Valência, Palermo e Civitavecchia/Roma.

Após este itinerário inaugural, o navio vai ficar colocado no Mediterrâneo Ocidental e, no próximo verão, realiza cruzeiros com escalas em Savona, Civitavecchia/Roma, Nápoles, Ibiza, Valência, Marselha, num itinerário que vai também manter no outubro, com Palma de Maiorca a substituir a escala de Ibiza.

No comunicado divulgado, a Costa Cruzeiros apelida o novo navio de uma “verdadeira ‘smart city’ itinerante”, uma vez que, além de ser movido a GNL, conta também com diversas “inovações tecnológicas de ponta” que reduzem o impacto ambiental do navio, nomeadamente através de processos de dessalinização da água, sistemas inteligentes de consumo de energia e reciclagem.

A bordo, o navio também faz eco da ecologia, uma vez que, como explica a companhia de cruzeiros, as mesas do restaurante Archipelago são feitas com madeira flutuante que foi recolhida no âmbito de um projeto de educação ambiental, sendo que as refeições servidas neste restaurante também têm um lado solidário, uma vez que parte dos lucros deste espaço serão doados para projetos ambientais e sociais.

A par da preocupação ambiental, o Costa Toscana distingue-se também pela decoração em homenagem à região italiana da Toscana, num projeto criativo com curadoria de Adam D. Tihany, que visa “valorizar e dar vida num só local ao melhor que existe nesta maravilhosa região italiana, que dá o nome ao navio, aos seus decks e às principais áreas públicas”.

“O mobiliário, a iluminação, os tecidos e os acessórios são todos Made in Italy e foram concebidos especificamente para o Costa Toscana por 15 parceiros representativos da excelência italiana. A oferta a bordo enquadra-se perfeitamente neste contexto extraordinário: do Spa Solemio às zonas de entretenimento; desde os bares temáticos, em colaboração com grandes marcas italianas e internacionais, aos 21 restaurantes e espaços dedicados à “experiência gastronómica””, acrescenta a Costa Cruzeiros.

Para alojamento, o navio, que é irmão do Costa Smeralda, conta ainda com mais de 2.600 cabines a bordo, que refletem perfeitamente o estilo e o gosto italianos, com destaque para as cabines “Sea Terrace”, que oferecem varanda.

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Congresso APAVT: “O turismo só cresceu nestes anos, porque o Estado não se meteu”

O cenário da não aprovação do Orçamento de Estado esteve em debate no 46.º Congresso da APAVT, no qual as as palavras mais ouvidas foram “despesa”, “receita” (ou falta dela) e “dívida”.

No painel que debateu as consequências de Portugal estar sem Orçamento de Estado [aprovado], o painel liderado pelo jornalista Camilo Lourenço, com a participação de João Duque, professor do ISEG, e Sandra Maximiano, professora associada também do ISEG, durante o 46.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), as palavras mais ouvidas foram “despesa”, receita” e “dívida”.

Na opinião de João Duque, “prefiro que venha um bom Orçamento de Estado (OE) mais tarde do que ter um rápido e mau”, reconhecendo que “OE não tem uma estratégia para o país, tem uma estratégia para manter o poder”.

O professor catedrático do ISEG afirmou ainda que “o turismo só cresceu nestes anos, porque o Estado não se meteu”, criticando ainda o “desaparecimento” de dados para análise do setor, nomeadamente, da ANAC e da TAP e que, por isso, é impossível te ruma previsão sobre o que está e pode vir a acontecer, de modo a conseguir-se tomar decisões, e tudo para “não haver possibilidade de existirem desmentidos”.

Uma das decisões que João Duque, porém, tomaria, já que “o OE deve ser orientado para a produtividade e eficiência”, era a de “cortar metade do número de ministros”.

Ainda quanto ao tema principal do painel – Orçamento de Estado (ou a falta dele) – João Duque afirmou que “aumentamos a despesa mais do que a receita e isso é um problema grande e grave a longo prazo”, sugerindo a existência de um acompanhamento permanente por parte de uma agência internacional independente que acompanhasse o desenvolvimento das políticas económicas do país indicadas no documento.

Devia de existir uma agência internacional independente a estudar e analisar os gastos/receitas

Chamou ainda à atenção para o facto do “crescimento de população não ativa e idosa que não corresponde ao crescimento da população ativa”, população não ativa e idosa essa que “custa mais do que a população nos primeiros cinco anos”.

Mostrando-se “preocupada” com o OE, Sandra Maximiano, destacou, por sua vez, o “tempo para se decidir e executar que é longo em Portugal”, admitindo “não acreditar em algo melhor” no que concerne o OE, “mas há que ter esperança”, reconhecendo, contudo, que o futuro quadro político será “diferente, não sei se melhor”.

Certo é que para esta economista, existe um “desincentivo ao mérito e à produtividade” e que “em vez de se estar a discutir a alocação de dinheiro, devia estar a discutir-se estratégia”, uma vez que “a despesa que temos será para gerações futuras pagarem”.

Quanto uma possível baixa de impostos, a resposta dos três participantes do painel foi unanime – “não” -, reconhecendo todos que “o impacto de qualquer medida não pode ser feito apenas em função do ano seguinte, mas sim a cinco ou dez anos”, com Camilo Lourenço a dar o exemplo da Irlanda que traçou uma estratégia económica e fiscal, precisamente a uma década. E vejam onde está a Irlanda agora”, terminou.

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Congresso APAVT: TAP espera “prenda de Natal” de Bruxelas

A TAP está, segundo Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da companhia, a trabalhar como se o plano de reestruturação já tivesse recebido “luz verde” de Bruxelas. Para já, existe um novo novo programa de flexibilidade para alterar reservas sem custos.

Silvia Mosquera, Chief Commercial & Revenue Officer (CCRO) da TAP, admitiu estar “otimista” quanto à aprovação do plano de reestruturação da companhia por parte da Comissão Europeia até ao final do presente ano.

Durante o 46.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), a decorrer em Aveiro até 3 de dezembro, a responsável da TAP disse que tal decisão poderá ser mesmo encarada como uma “prenda de Natal” por parte de Bruxelas, salientando que o trabalho está a ser feito como se o plano já tivesse aprovado.

No que diz respeito à estratégia comercial da companhia nacional Mosquera revelou que a TAP lançou, a 1 de dezembro, um novo programa de flexibilidade que permite ao cliente alterar o voo sem custos, destacando a importância da “flexibilidade” nos tempos atuais.

Este novo programa estará em vigor até 28 de fevereiro do próximo ano e dá ao cliente a possibilidade de “alterar a data e destino gratuitamente”, esclarecendo, contudo, que, caso existam, “as diferenças tarifárias serão aplicadas”.

Quanto à procura, a CCRO da TAP revelou que, desde setembro, que se registou uma “maior procura”, destacando os mercados do Brasil e dos EUA, apontando para uma recuperação na ordem dos 60% para o ano de 2022.

Admitindo que a companhia “tem de melhorar as vendas, a experiência do cliente e ao mesmo tempo reduzir custos”, Mosquera reconheceu que o serviço de cal center “não está a prestar um bom serviço”, uma vez que o volume de chamadas foi “inesperado”, assinalando que o digital cresceu por causa da pandemia.

No que diz respeito à nova variante da COVID-19 – Ómicron – a CCRO da TAP reconheceu que teve impacto na companhia, com a suspensão dos voos com Marrocos e Moçambique, referindo que a segurança dos passageiros é sempre a prioridade”.

Quanto ao trabalho com as agências de viagens, Silvia Mosquera admitiu que são o canal “mais importante e chave para a TAP”, reconhecendo, contudo, que “não vamos estar sempre de acordo, mas vamos trabalhar juntos”.

“Foram, são e continuarão a ser [as agências de viagens] importantes para a TAP”, concluiu a executiva da TAP.

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TAP reconhece perda de liderança mas lembra que é a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”

Companhia aérea de bandeira nacional reage às notícias que dão conta que transporta apenas um em cada 10 passageiros no Porto.

A TAP veio esta quinta-feira, 2 de dezembro, reagir às notícias que dão conta que a companhia aérea de bandeira nacional só transporta um em cada 10 passageiros no Porto e, num esclarecimento enviado à imprensa, reconhece que há alguns anos que já não tem a liderança no que diz respeito ao número de passageiros transportados, mas lembra que continua a ser a companhia com “mais voos intercontinentais diretos do Porto”.

“A TAP já não tem a liderança no transporte de passageiros no aeroporto do Porto há alguns anos. No entanto, continua a ser a companhia que oferece mais voos intercontinentais diretos do Porto, para destinos no Brasil e Estados Unidos. Através da Ponte Aérea, a TAP oferece também ligações otimizadas a toda a sua rede de destinos desde o seu hub em Lisboa”, lembra a companhia de bandeira nacional.

A TAP fala também na quota de mercado que detém atualmente no aeroporto do Porto para explicar que esta não apresenta nenhuma tendência negativa, uma vez que, “de acordo com os relatórios da ANAC, a TAP duplicou a sua quota de mercado no aeroporto Francisco Sá Carneiro em número de passageiros transportados”.

“Essa quota foi de 10% no terceiro trimestre, conforme referido pela ANAC, quando no trimestre anterior era de 5%. Não há, portanto, qualquer tendência de decréscimo, bem pelo contrário, esta duplicação mostra um crescimento que se espera que continue”, explica a transportadora aérea.

Na informação divulgada, a TAP reconhece também que “é uma companhia com um modelo de negócios de “hub and spoke”” e que, por isso, “60% dos seus passageiros” fazem em Lisboa a ligação entre voos que não têm como destino ou origem final Portugal, explicando ainda que, “em circunstância normais”, o mercado nacional representa 20% do total de passageiros transportados pela TAP.

“Acresce que os mercados do Brasil e Estados Unidos representam um grande volume dos passageiros transportados pela TAP e, devido à pandemia, no trimestre em causa existiam ainda fortes restrições às viagens de e para esses países”, aponta ainda a nota divulgada pela TAP, que considera, por isso, que “qualquer análise que se procure fazer ao tráfego de passageiros em período de pandemia e de fortes limitações à mobilidade e livre circulação de pessoas assenta em bases que nada têm a ver com o regular funcionamento do mercado”.

 

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MSC Cruzeiros exige vacinação completa e teste negativo em todos os cruzeiros de inverno

Companhia estendeu a exigência de vacinação completa e teste negativo antes do embarque também ao cruzeiros de inverno no Mediterrâneo, a bordo do MSC Grandiosa e MSC Fantasia.

A MSC Cruzeiros veio esta quinta-feira esclarecer que, a partir de sábado, 4 de dezembro, será necessário possuir vacinação completa e apresentar um teste negativo para a COVID-19 para embarcar nos cruzeiros de inverno da companhia, incluindo os itinerários do Mediterrâneo.

“As medidas já estão em vigor para todos os itinerários de inverno da companhia noutras regiões e agora também todos os cruzeiros no Mediterrâneo foram adicionadas com os novos requisitos, estendendo-se assim, aos passageiros com reservas no MSC Grandiosa e no MSC Fantasia”, explica a MSC Cruzeiros, em comunicado.

A companhia explica que são considerados completamente vacinados os passageiros que tenham “recebido o conjunto completo de vacinas COVID-19 mais de 14 dias antes do início das suas férias no mar” e que, além da vacinação, é ainda necessário “realizar um teste COVID-19 nas 48 horas que antecedem o horário de partida do navio”.

“As medidas aplicam-se a todos os passageiros com 12 anos ou mais e estão no topo das normas de saúde e segurança existentes introduzidas pela MSC Cruzeiros no verão de 2020, e que hoje constituem o protocolo líder da indústria da companhia. Isso inclui um teste COVID-19 adicional no embarque, bem como outras medidas durante a navegação, todas planeadas para oferecer a todos os passageiros e tripulantes o nível máximo de protecção da sua saúde e segurança”, lê-se no comunicado da MSC Cruzeiros.

“Uma vez que alguns países da Europa estão a ver um aumento nas taxas de infecção em terra e para garantir o bem-estar daqueles a bordo de nossos navios e nas comunidades onde fazem escala, a nossa abordagem demonstra, mais uma vez, que a saúde e segurança são a nossa prioridade”, acrescenta Gianni Onorato, CEO da companhia de cruzeiros.

Recorde-se que estas medidas já estavam em vigor nos cruzeiros da companhia no Norte da Europa, América do Norte, América do Sul, África do Sul e Médio Oriente, chegando agora também ao MSC Grandiosa e MSC Fantasia, que realizam itinerários de sete noites no Mediterrâneo, com partidas de Barcelona e Génova, respetivamente.

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IATA alerta que medidas contra Omicron põem em causa recuperação de outubro

A IATA está preocupada que as medidas adotadas contra a nova variante Omicron venham colocar em causa a recuperação da procura por viagens aéreas, que voltou a melhorar em outubro.

A proibição ou limitação de viagens decretada em vários países na sequência da identificação da variante Omicron pode colocar em causa a recuperação que o tráfego aéreo apresentou em outubro, alerta a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que divulgou esta quinta-feira, 2 de dezembro, os dados referentes ao tráfego aéreo global de outubro.

“O desempenho do tráfego de outubro reforça que a ideia de que as pessoas vão viajar quando puderem. Infelizmente, a resposta dos governos ao surgimento da variante Omicron estão a colocar em risco a conectividade global que levou tanto tempo a reconstruir ”, avisa Willie Walsh, diretor geral da IATA, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com os dados da IATA, em outubro, o tráfego aéreo manteve a tendência de recuperação que já se vinha a verificar desde o verão e que permitiu que a procura global por viagens aéreas tenha apresentado uma descida de 49,4% face a igual mês de 2019, ainda antes da pandemia.

Apesar do resultado continuar a ser negativo em comparação com os dados de 2019, o certo é que este indicador tem vindo a subir e o resultado de outubro mostra mesmo uma recuperação face a setembro, quando a procura global por viagens aéreas tinha ficado 53,3% abaixo de igual mês de 2019.

Tal como também já vinha a acontecer, o tráfego doméstico voltou a registar um melhor desempenho, com a procura do mercado interno a apresentar uma descida de 21,6% face a outubro de 2019, igualmente com uma melhoria face à descida de 24,2% identificada em setembro.

Já a quebra na procura internacional voltou a ser mais preocupante, chegando aos 65,5% em comparação com outubro de 2019, ainda assim também com um melhor desempenho face a setembro, quando a descida de procura internacional por viagens aéreas tinha sido de 69,0% e com as melhorias a chegarem a todas as regiões do mundo.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego aéreo internacional mais desceu em outubro, com uma quebra de 92,8% face a igual mês de 2019, praticamente inalterada face ao resultado de setembro, quando o decréscimo chegava aos 93,1%. Nesta região, a capacidade desceu 83,8%, enquanto o load factor caiu 44 pontos percentuais, para 35,7%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

No Médio Oriente, a descida do tráfego aéreo internacional chegou aos 60,3%, o que, segundo a IATA, é um resultado animador pois representa “um enorme salto” face à quebra de 67,1% registada no mês de setembro, enquanto a capacidade teve um quebra de 49,1% e o load factor caiu 16,1 pontos percentuais, para 57,5%.

Em África, a descida do tráfego aéreo internacional foi 60,2% em outubro, o que também indica uma melhoria face ao decréscimo de 62,1% observado em setembro, enquanto a capacidade caiu 49,0% e o load factor encolheu 15,2 pontos percentuais, para 54,1%.

Na América do Norte, a quebra do tráfego internacional foi de 57,0%, igualmente com uma melhoria em comparação com o mês anterior, quando a descida tinha sido de 61,4%, enquanto a capacidade desceu 43,2% e o load factor caiu 20 pontos percentuais, para 62,4%.

Na América Latina, a descida do tráfego internacional em outubro foi de 55,1%, o que representa uma forte melhoria face à descida de 61,4% identificada em setembro, com a capacidade a apresentar uma quebra de 52,5% e o load factor a descer 4,3 pontos percentuais, para 76,9%, naquele que volta a ser o load factor mais elevado entre todas as regiões pelo 13.º mês consecutivo.

Já a Europa foi a região onde o tráfego aéreo internacional menos desceu, apresentando uma quebra de 50,6% face a igual mês de 2019, o que também traduz uma melhoria substancial face ao desempenho de setembro, quando a quebra foi de 56,5%. Já a capacidade desceu 41,3% na Europa, enquanto o load factor encolheu 13,7 pontos percentuais, para 72,5%.

 

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AHP revê Contrato Coletivo de Trabalho e anuncia acordo “justo e equilibrado” com sindicatos

Associação da Hotelaria de Portugal considera que o novo acordo, negociado com os sindicatos que representam os trabalhadores do setor, está “mais adaptado aos novos tempos e necessidades”.

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) e a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores de Serviços, Comércio, Restauração e Turismo (SITESE/FETESE) assinaram um novo Contrato Coletivo de Trabalho que, segundo a associação, resulta de “um longo período de negociações” e que representa “uma revisão total do que se encontrava em vigor desde julho de 2008”.

De acordo com Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP e responsável pela negociação, trata-se de um “acordo justo e equilibrado, mais adaptado aos novos tempos e necessidades, quer das empresas quer dos colaboradores”, que representa uma grande vitória para o setor.

Esta é uma grande vitória para todos. O anterior Contrato Coletivo de Trabalho estava claramente obsoleto e quer a AHP quer o Sindicato que representa os trabalhadores do setor o sentiam.  Ao cabo de longas, exigentes, árduas, mas profícuas negociações para a sua revisão profunda, creio que conseguimos encontrar neste novo CCT o equilíbrio entre a indispensável maior flexibilidade que a gestão impunha na organização dos termos e tempos de trabalho e a valorização das profissões turísticas”, considera a responsável.

O novo Contrato Coletivo de Trabalho entra em vigor a 1 de janeiro de 2022 e, segundo Raul Martins, presidente da AHP, que também se mostra satisfeito com o acordo, “representa um aumento de custos importante para a exploração hoteleira, mas permite a flexibilidade necessária à atividade e condições de trabalho dignas”.

 

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Qatar Airways abre nova rota para a capital do Uzbequistão a 17 de janeiro

Operação para Tashkent vai contar com dois voos por semana, operados em aviões A320, com 12 lugares em executiva e 120 em económica.

A Qatar Airways vai começar a voar para Tashkent a partir de 17 de janeiro de 2022, disponibilizando dois voos por semana entre Doha e a capital do Uzbequistão, informou a companhia aérea do Qatar em comunicado.

De acordo com a Qatar Airways, os voos para Tashkent vão ser operados em aviões A320, com capacidade para 12 passageiros em business e 120 em classe económica.

“Vemos um tremendo potencial de crescimento na Ásia central e este novo serviço para Tashkent vai servir para impulsionar as oportunidades comerciais e atrair turistas que querem descobrir este belo destino”, afirma Akbar Al Baker, CEO da companhia aérea.

A capital do Uzbequistão está no centro da Rota da Seda, é a maior cidade da Ásia central e, segundo a Qatar Airways, além de “paisagens únicas”, oferece uma “gastronomia variada e diversos locais para ver e descobrir”.

Os voos à partida de Doha para Tashkent decorrem às segundas e sextas-feiras, com saída pelas 18h55, enquanto a chegada está prevista para as 00h30+1. Em sentido contrário, as partidas da capital do Uzbequistão decorrem às terças e sábados, pelas 01h50, chegando a Doha às 04h00, sempre em horários locais.

 

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