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FITUR 2015 espera 200 mil visitantes

Portugal vai estar representado com mais de meia centena de empresas do sector no certame.

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O certame, que irá contar com um total de 9,107 empresas de 165 países e regiões, apresenta um total de 686 expositores, o que corresponde a um aumento de 12% face à edição passada. Também a área total da feira também irá aumentar, em 4%, para 56,233 metros quadrados de espaço para exposições.

Segundo informação do Turismo de Portugal ao Publituris, Portugal vai estar representado com mais de meia centena de empresas do sector, entre as quais, VIP Hotels; Futurismo Azores Adventures; Azores Viagens; SATA; Grupo Pestana; Windosr Travel Group; PortoBay Hotels & Resorts; FS Group by MTS Incoming; Mbtravel; Vila Baleira Thalassa; Living Tours Portugal & Spain; Magic Tourism; Oporto City Flats; Issimo; DouroAzul; NTDM Specialized Tourism; Rota do Românico; Tivoli Hotels & Resorts; Muthu Hotels; Luna Hotels & Resorts; Hotéis Real; On Travel Solutions; Conforhotéis – Albufeira Sol Hotel & Spa; MGE Hotels; Omnibees; Oceânico Golf; NAU Hotels & Resorts; Osiris; Fátima Hotels Group; Montebelo Hotels e Natura IMB Hotels; Hotel Estalagem da Pateira; Hotéis Heritage; Imagine More; Dom Pedro Hotels; Hotel do Mar, Hotel Palácio do Estoril e Hotel Estoril Eden; Hotel Mundial; Ever Hotels; Sana Hotels; Inside Tours; TourismforAll; Hotel Aldeia dos Capuchos Golf & Spa; TAP; Cityrama; Viagens Abreu; e Vila Galé Hotels.

As empresas espanholas presentes na FITUR 2015 irão aumentar em 24% em relação ao ano anterior, assim como o Médio Oriente. Já a região Ásia-Pacífico apresenta um incremento de 19% e a Europa e Israel, ambos aumentam a sua presença em 9%. A presença de África no certame crescerá em 2% e a América em 17%.

Durante o fim-de-semana, de 31 de Janeiro a 1 de Fevereiro, a FITUR abrirá portas ao público, com diferentes actividades dirigidas aos potenciais viajantes.

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Portugal Boutique Hotel celebra 8.º aniversário

Unidade hoteleira de luxo da PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, localizada no centro de Lisboa, comemora o aniversário no próximo domingo, 30 de janeiro.

O Portugal Boutique Hotel, no centro de Lisboa, celebra este domingo, 30 de janeiro, o seu 8.º aniversário e continua a afirmar-se pelos “excelentes resultados” alcançados, seja ao nível da  procura ou da avaliação dos clientes.

Numa nota enviada à imprensa em que dá conta do aniversário da unidade, a PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, marca gestora das unidades Hotel Mundial, Portugal Boutique Hotel e My Suite Lisbon Guest House – Príncipe Real, revela que a unidade tem vindo a ser avaliado “consistentemente com um nível “Soberbo” na Booking.com”.

“O charmoso boutique hotel gerido pela PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, nascido da reconstrução de um edifício histórico da era pombalina, é recomendado
principalmente pela oferta de luxo e conforto no centro da cidade de Lisboa e por um
serviço marcado pelo máximo nível de atenção e dedicação ao cliente, que não deixa
nenhum hóspede indiferente”, lê-se no comunicado divulgado.

Na nota enviada à imprensa, a PHC Hotels agradece ainda a toda a equipa da unidade hoteleira pelos “oito anos de crescimento, sucesso, e contínua motivação para superar as expectativas do cliente”, sublinhando ainda que o Portugal Boutique Hotel continua “empenhado em responder aos desafios de um futuro que será certamente diferente”.

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Transportes

Azul passa a operar 10 voos por semana entre Lisboa e São Paulo a partir de 2 de março

Numa nota enviada à imprensa, a companhia aérea brasileira destaca que “o incremento das frequências reforça o comprometimento e a confiança que a Azul possui nesta rota e no mercado português”.

A Azul vai aumentar a operação na rota entre São Paulo e Lisboa, passando a operar um total de 10 voos por semana a partir de 2 de março, informou a companhia aérea brasileira numa nota informativa.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, a partir de 2 de março, passa a existir um voo por dia de Lisboa para São Paulo no período da manha, com partida da capital portuguesa pelas 09h00 e chegada às 16h10, ao qual se junta outro voo da parte da tarde, com partida pelas 13h00 e chegada às 20h10, que é realizado às terças, quintas e sábados.

Em sentido contrário, a companhia aérea também vai passar a disponibilizar um voo diário, que tem partida de São Paulo às 18h10, chegando a Lisboa às 07h00+1 do dia seguinte, disponibilizando ainda outro voo às segundas, quartas e sextas, com partida de São Paulo às 22h10 e chegada à capital portuguesa às 11h00+1 do dia seguinte.

Em ambos os casos, os voos da Azul entre Lisboa e São Paulo são realizados em aviões A330-900 neo, bem como em aparelhos A330-200.

“O incremento das frequências reforça o comprometimento e a confiança que a Azul possui nesta rota e no mercado português”, destaca a companhia aérea brasileira na informação enviada à imprensa esta sexta-feira, 28 de janeiro.

Os novos voos já se encontram disponíveis nos GDS e contam com uma tarifa promocional em classe económica a partir de 530 euros, aos quais se junta ainda o valor das taxas aeroportuárias, num valor que é válido para viagens de ida e volta, com um volume de bagagem.

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Meeting Industry

“Não podemos estar presos apenas a um ou dois mercados. Já vimos que isso dá maus resultados”

A menos de dois meses do arranque da maior feira do setor do turismo em Portugal, o Publituris esteve à conversa com o presidente do destino nacional convidado da BTL 2022: Turismo do Porto e Norte de Portugal. Prometidas que estão cerca de 600 ações, Luís Pedro Martins pede um reforço na segurança.

Depois dos cancelamentos, em 2020 e 2021, a BTL está de regresso, com a realização da mais relevante feira do setor do turismo a estar marcada de 16 a 20 de março, na FIL, em Lisboa.

O Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) é o destino nacional convidado e o respetivo presidente, Luís Pedro Martins, admite a “responsabilidade”, destacando a apresentação de uma nova marca do território: “uma marca constituída por três regiões, dois países e um destino”.

A dois meses da BTL 2022, que expectativas tem relativamente ao evento?
A expectativa é grande, até porque já estamos sem BTL há duas edições [2020 e 2021], sem aquela que é a maior montra do turismo nacional e onde o Porto e Norte participa sempre e faz sempre questão de ter uma apresentação com grande criatividade e dignidade.

De facto, a situação pandémica cria-nos alguma insegurança e onde a incerteza é que prevalece. Mas queremos acreditar que as medidas avançadas não limitem o evento e que o facto de sermos um país que vai vacinando em grande número a sua população nos faça acreditar que, chegada a altura, a BTL se realize.

Pelo menos essa é a vontade de todos e julgo que posso falar não só pela região de Turismo do Porto e Norte, mas por todas as regiões do nosso país.

Uma nova marca
Apontou que o Turismo do Porto e Norte de Portugal está sempre com grande criatividade na BTL. Pergunto-lhe, por isso, o que é que podemos esperar, de facto, da participação de 2022?
No ano em que somos destino nacional convidado, isso aumenta a nossa responsabilidade para fazer uma boa representação da região. Teremos uma área de cerca de 1.260 metros quadrados no pavilhão 1 – o pavilhão das regiões – num stand com grande impacto visual, onde queremos que estejam em relevo os nossos quatro subdestinos. Assegurados estão, também, já cerca de 95% dos municípios da região, tal como uma série de parceiros privados que estarão também em evidência.

Muito importante o destaque que vamos dar, pela primeira vez, à Rota dos Vinhos e do Enoturismo; à nova marca das Termas do Porto e Norte de Portugal, em parceria com a Associação Termas de Portugal; aos Cinco Caminhos de Santiago; ao trabalho feito no turismo industrial; às comemorações dos 20 anos do Douro Património da Humanidade; às estações náuticas que compõem o Turismo do Porto e Norte; ao programa com os ‘Hosted Buyers’, entre outros.

No fundo, falo de um conjunto de cerca de 600 ações que vão desde a promoção de produtos turísticos, eventos, apresentação de novos projetos, ‘show cooking’, muita animação e, também, e deixei para o fim porque será algo bastante importante, a apresentação de uma nova marca do território, uma marca constituída por três regiões, dois países e um destino.

Não posso revelar mais nada agora em relação a esta marca que, também, vai ter uma apresentação internacional.

Essa apresentação internacional será antes, durante ou depois da BTL 2022?
Vai ser antes. Tudo isto terá transmissão em ‘streaming’, tendo em conta as circunstâncias e acreditando que nem todos tenham disponibilidade para estar presentes fisicamente, mas que não seja essa a razão para não conhecer as novidades do Porto e Norte.

Durante estes dois anos tivemos aqui uma comunicação muito assente no mercado interno. Esta presença do Turismo do Porto e Norte de Portugal na BTL continuará a ser para dentro ou para fora?
Esta presença será nos dois sentidos: Para dentro, para continuar a aproveitar esta dinâmica que foi criada e em boa medida. A pandemia permitiu um novo olhar para estas regiões, colocou estes destinos de baixa densidade no palco e os turistas nacionais perceberam que afinal há muitas razões – e boas razões – para terem férias inesquecíveis sem sair do seu território.

Portanto, queremos continuar este trabalho até para que, no pós-pandemia, tudo isto não volte ao passado. Mas, por outro lado, estar sempre, obviamente, a olhar também para os nossos mercados internacionais e daí o programa dos ‘Hosted Buyers’ ser importante. É o aproveitar, também, desta nossa montra portuguesa para estes mercados. Claro que isso faz-se também com a participação que vamos tendo nas feiras internacionais com as outras regiões e com o Turismo de Portugal. Dito de outra forma, em todo o lado onde nos foi permitido estar presentes, nós estivemos presentes. 2021 foi um ano de trabalho muito grande em termos de promoção externa e prova disso são os resultados. Tínhamos como objetivo, comparando este pior período de sempre do turismo com um melhor ano de sempre em 2019, passar pelo menos 50% desses resultados de 2019. Conseguimos ultrapassar. Mas não é, obviamente, algo que nos permita grandes festejos, mas de qualquer forma é de assinalar.

Outra forma para medir o trabalho feito entre Turismo Portugal, Entidades Regionais, Agências de Promoção Externa, são os inúmeros prémios ganhos. Aí, destaco não só os prémios entregues diretamente a privados, mas, também, por produtos turísticos e peças de comunicação e de promoção onde, por exemplo, o Porto e Norte tem ganho sucessivamente uma série de festivais de cinema de turismo. Os cinco prémios conquistados pelo TPNP em Las Vegas, no Festival de Cinema de Las Vegas, demonstram que, de facto, estamos no bom caminho e temos de estar a fazer bem as coisas para sermos reconhecidos por isso.

Diversificar a Oriente
O Turismo do Norte tem em marcha um plano para captar mercados do Médio Oriente à boleia da filigrana, tendo estado, inclusivamente, na Expo Dubai 2020. O Médio Oriente é uma aposta?
Sim, fizemos três ações na Expo Dubai que nos permitiram muitos contactos com a comunicação social do Médio Oriente, mas também com influencers, bloggers e operadores turísticos, tendo em conta que, e quem o diz é a Organização Mundial do Turismo, o mercado do Médio Oriente será, até 2030, o grande mercado no setor do turismo.

É a tal necessária e exigível diversificação dos mercados?
É certamente. Não podemos estar presos apenas a um ou dois mercados. Já vimos que isso dá maus resultados. Na região do Porto e Norte, felizmente, temos essa diversidade. Temos mercados de proximidade muito importantes, como o espanhol, francês ou alemão. Mas também os mercados de longa distância como o brasileiro, americano ou canadiano são muito importantes. Em 2019, estávamos a iniciar um trabalho muito interessante com os países da Ásia Pacífico, tendo, nomeadamente, a Turkish Airlines e a Emirates como alavancas. A Turkish não abandonou, aliás anunciou, recentemente, esperar no verão de 2022 regressar com a operação que tinha em 2019. Em relação à Emirates, a expectativa que temos é que neste verão tenhamos novamente a Emirates de regresso ao Porto e Norte, coisa que não acontece neste momento, mas queremos que volte a acontecer até porque percebemos que a atração do destino é grande.

Estas ações que tivemos no Médio Oriente permitiram-nos confirmar essa realidade. Mas para acontecerem é preciso conectividade aérea e essa sim é a grande questão também do Porto e Norte. Até que ponto se consegue assegurar essa conetividade aérea tão importante para voltar a receber turistas aos números que tínhamos em 2019. Só para recordar foram seis milhões de turistas.

Uma crítica à TAP, portanto?
Em relação à TAP, felicitamos o acordo feito e que tem sido reconhecido, por todos, como um bom acordo. Pelo menos permite à TAP manter a sua frota e a diminuição de ‘slots’, ao que parece, não é significativa.

A única dúvida que fica por esclarecer é que estratégia tem a TAP em relação ao resto do país? É para manter uma operação forte em Lisboa e uma aposta no ‘hub’ de Lisboa, ao qual não temos nada contra? Sabemos que é importante que ele exista em Portugal e que seja assegurado pela TAP para manter as ligações à América Latina, África, América do Sul e América do Norte. Mas depois isso não chega. E aí voltamos sempre ao mesmo que é saber se seremos compensados de outra forma para poder trabalhar diretamente com aquelas companhias que querem voar para o aeroporto Francisco Sá Carneiro e que encontram aqui mercado e oportunidades, considerando que, e gosto sempre de reforçar, não se trata de um aeroporto que serve apenas a região do Porto e Norte, como serve também a região Centro.

Também sabemos, e a ANA Aeroportos tem esses dados, uma percentagem muito significativa de passageiros que, em 2019, entravam pelo aeroporto rumavam a Sul. Situação idêntica terá, imagino, o meu colega do Algarve [João Fernandes] em relação ao seu aeroporto.

Além da participação na BTL 2022, FITUR, WTM, lançamento da nova marca, que outras ações tem o Turismo do Porto e Norte de Portugal programadas para 2022?
Temos muitas ações. Temos um plano de atividades bastante ambicioso que ao nível da promoção externa passará pela presença nas feiras dos nossos 10 mercados estratégicos. Temos também em produção a realização de mostras do Porto e Norte em alguns destes mercados, pelo menos nos mais fortes como França, Espanha, Brasil e Estados Unidos. Essas mostras poderão ser feitas não só pela região do Porto e Norte, mas também em parceria com outras regiões, nomeadamente, regiões que têm os mesmos mercados e também produtos muito semelhantes como seja, por exemplo, a região Centro ou região do Alentejo.

Continuar a nossa produção, obviamente, de conteúdos ao nível da promoção, continuar a trabalhar com as delegações do Turismo de Portugal espalhadas por estes nossos 10 mercados estratégicos e depois, ao nível daquilo que fazemos no território, continuar a estruturar produto, nomeadamente, produtos que permitam atingir sempre três objetivos: diversificar, ou melhor, garantir uma distribuição de turistas pela região o melhor possível, aumentar sempre a estada média na região, e esbater a sazonalidade.

Importante será, igualmente, trabalhar com o Turismo de Portugal e Comissão de Coordenação da Região Norte na capacitação dos nossos recursos humanos, na digitalização das empresas. Para isso o Turismo em Portugal fez parte de um grupo de instituições que tem uma candidatura apresentada ao PRT com o “Transformar Turismo”, candidatura essa que tem um valor cerca de 142 milhões de euros feitas por um conjunto de instituições onde está o Turismo Porto e Norte, a Cisco, o INESC TEC, a Porto Business School, a Porto Digital, parceiros ligados à investigação, ao ensino, a ANA Aeroportos, entre outros.

Depois trabalhar com a Comissão de Coordenação da Região Norte numa agenda de turismo para a região e gostaríamos obviamente de ter verbas que nos possibilitassem também este trabalho com as companhias de aviação.

Ambição para os próximos tempos passa por, e isto é uma questão muito política, uma revisão da Lei 33, lei essa que está completamente desadequada, ultrapassada e que não permite, de facto, o trabalho que era necessário ser feito neste momento e a rapidez que era necessária para que esse trabalho fosse realizado, e, também, um reforço das verbas das Entidades Regionais e da e das Agências de Promoção Externa.

Do lado positivo, destaque para a relação que existiu entre, praticamente, todos os stakeholders deste setor – desde Governo, Entidades Regionais, associações, comissões de coordenação, associações empresariais – que, de facto, fez com que, apesar de tudo, mostra um setor unido e que, assim que a pandemia permitiu, rapidamente os números começaram a surgir.

Regressando à BTL 2022, se tivesse de fazer um pedido à organização do evento qual seria?
O pedido que faria era, de facto, que houvesse um rigor muito elevado em relação às regras, que não permitissem que o evento se torne num promotor de contágios. Um apelo a um plano de contingência rigorosa, para que as pessoas possam circular com alguma tranquilidade por espaços amplos.

Tudo para podermos receber o máximo número de pessoas, com a máxima segurança.

Está convicto da realização da BTL?
Estou. Sou um otimista.

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Vila Galé sugere “12 meses, 12 experiências de spa”

As 27 unidades dos hotéis Vila Galé sugerem a iniciativa “12 meses, 12 experiências de spa”.

Em 2022, os Satsanga Spa & Wellness dos hotéis Vila Galé sugerem a iniciativa “12 meses, 12 experiências de spa”, em que mensalmente há um tema e uma massagem ou um tratamento em destaque.

Sempre com preços por pessoa de 65€, as propostas são:

  • Janeiro – Revigorar: massagem energizante para eliminar a fadiga física e mental;
  • Fevereiro – Namorar: massagem a dois, envolvente e aromática;
  • Março – Relaxar: mês pensado para eles com massagem de relaxamento e tratamento de rosto hidratante adequado à pele masculina;
  • Abril – Renascer: a primavera traz uma esfoliação e hidratação corporal aromática para nutrir a pele;
  • Maio – Hidratar: momento da rainha, com massagem de aromaterapia, complementada com tratamento de rosto hidratante;
  • Junho – Partilhar: massagem às costas e mini tratamento facial pensados para as crianças, proporcionando uma experiência de spa aos mais pequenos;
  • Julho – Desintoxicar: tratamento corporal desintoxicante, com óleos essenciais para drenar e adelgaçar o corpo, a pensar no verão;
  • Agosto – Prevenir: massagem drenante para estimular a circulação sanguínea e reduzir a retenção de líquidos;
  • Setembro – Rejuvenescer: esfoliação e hidratação corporal para deixar a pele mais suave, luminosa e rejuvenescida após o verão;
  • Outubro – Confortar: massagem com pedras quentes para libertar o stress e a tensão acumulada;
  • Novembro – Cuidar: tratamento de rosto personalizado para relaxar e hidratar;
  • Dezembro – Equilibrar: massagem Deluxe de Natal, com aromas e ingredientes da quadra.
  • As massagens e tratamentos propostos têm uma duração de 50 minutos e dão acesso ao circuito de águas – piscina interior, sauna, banho turco, jacuzzi – dos Satsanga Spa & Wellness, estando disponíveis nos 27 hotéis Vila Galé em Portugal.

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    Transportes

    CLIA prevê que 100% dos navios de cruzeiro transoceânicos estejam a operar em agosto

    Apesar do impacto da pandemia, o relatório da CLIA mostra que “a indústria de cruzeiros prosseguiu a retoma de atividade de forma responsável, com protocolos comprovados que estão na vanguarda do setor”.

    A CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros prevê que, no mês de agosto, 100% dos navios de cruzeiros transoceânicos estejam de regresso à operação, revelando que, atualmente, essa percentagem chega já aos 75%.

    Os dados revelados pela CLIA constam do relatório 2022 State of the Cruise Industry Outlook, que foi divulgado esta sexta-feira, 28 de janeiro, e que traça um retrato do estado atual dos cruzeiros, através do qual, indica a associação, é possível perceber que “a indústria de cruzeiros prosseguiu a retoma de atividade de forma responsável, com protocolos comprovados que estão na vanguarda do setor”.

    “A aplicação de protocolos na vanguarda do setor está a facilitar a retoma do turismo de cruzeiro em todo o mundo, possibilitando o regresso das pessoas à sua atividade laboral e refortalecendo as economias locais e nacionais”, indica o relatório da CLIA, que revela que, desde a retoma de operação, em julho de 2020, as companhias de cruzeiros transportaram já mais seis milhões de passageiros.

    Apesar das expetativas positivas, o relatório da CLIA mostra também o profundo impacto que a pandemia da COVID-19 teve nesta atividade, já que, em 2020 o total de passageiros embarcados em navios de cruzeiros desceu 81%, para 5,8 milhões, enquanto os postos de trabalho associados à indústria de cruzeiros caíram 51%, somando 576.000, e a contribuição económica desta atividade encolheu 59%, para 64,4 mil milhões de euros.

    “Em comparação com 2019, os dados económicos relativos a 2020 ilustram os profundos efeitos da pandemia na comunidade de cruzeiros em geral e sublinham a importância do turismo de cruzeiros para as economias de todo o mundo”, refere o relatório da CLIA.

    A CLIA aponta ainda a importância desta atividade através dos gastos dos passageiros, que contribuem para a criação de “empregos e oportunidades para as comunidades locais em todo o mundo”, uma vez que, por cada 24 turistas de cruzeiros é criado um posto de trabalho a tempo inteiro equivalente, sendo que cada passageiros gasta, em média, 750 dólares nas cidades visitadas ao longo de um cruzeiro de sete dias.

    O relatório da CLIA estima ainda que, este ano, as companhias suas associadas estreiem 16 novos navios de cruzeiro, incluindo cinco navios movidos a GNL e nove navios de expedição, e todos “equipados com sistemas avançados de tratamento de águas residuais”, naquela que é uma das grandes tendências desta indústria, que tem vindo a reinventar-se em prol da sustentabilidade e de um menor impacto ambiental.

    “Até 2027, a frota de cruzeiros marítimos da CLIA irá refletir avanços significativos na busca de um futuro mais limpo e eficiente por parte da indústria de cruzeiros”, acrescenta a associação, que estima o lançamento de 26 navios movidos a GNL até 2027 e que, até essa data, 81% de capacidade global esteja equipada com sistemas avançados de tratamento de águas residuais, enquanto 174 navios de cruzeiro já vão ter capacidade para receber energia diretamente da rede elétrica terrestre.

    “O turismo costeiro e marítimo é um importante motor económico, e continuamos a trabalhar em parceria com destinos de cruzeiro para permitir que as comunidades locais tirem proveito de um turismo responsável.  Os nossos membros estão igualmente a investir em novas tecnologias e novos navios e continuam a perseguir o objetivo de descarbonizar as operações dos navios até 2050”, refere Kelly Craighead, presidente e CEO da CLIA.

    O relatório 2022 State of the Cruise Industry Outlook pode ser consultado na íntegra AQUI .

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    Tecnologia

    “A digitalização do turismo deixou de ser uma tendência para ser uma exigência”

    Com a tecnologia a assumir um papel cada vez mais preponderante no dia-a-dia das empresas, David Vidal, diretor Comercial da Amadeus Espanha e Portugal, admite que a pandemia deu à indústria de viagens “a oportunidade de repensar as operações e reconstruí-las com vista a torná-las ainda melhores”.

    Quase dois anos depois de uma pandemia alterar todo o status quo do setor do turismo, a tecnologia e/ou digitalização “será a chave para recuperar a confiança dos viajantes durante os próximos meses”. O diretor Comercial da Amadeus Espanha e Portugal, David Vidal, considera que “precisamos de compreender as necessidades dos viajantes”. Daí a tecnologia só existir para “ajudar a satisfazê-las de forma melhor e mais eficiente”.

    A pandemia veio acelerar a transição digital nas mais diversas áreas e setores. Quais foram a maiores exigências e necessidades a nível global?
    A pandemia ensinou-nos a importância da resiliência. A paragem abrupta das viagens globais que ocorreu como resultado da COVID em todo o mundo, deu à indústria de viagens a oportunidade de repensar as operações e reconstruí-las com vista a torná-las ainda melhores.

    Dentro deste contexto, a digitalização torna-se particularmente importante. Vai ser um mecanismo chave para a construção da recuperação da indústria das viagens e do turismo. As Pequenas e Médias Empresas (PME) constituem uma grande percentagem da nossa indústria e muitas destas pequenas empresas estão a trabalhar na sua transformação digital. Para tal, a melhor opção é colaborar com parceiros tecnológicos fortes que lhes possam fornecer as ferramentas necessárias, tais como a produção em tempo real e relatórios de rentabilidade.

    Um exemplo da aceleração da transição digital seria o NDC (New Distribution Capability). A pandemia reforçou a necessidade de personalizar e prestar serviço à oferta, pelo que tornou o NDC mais relevante do que nunca. O NDC oferece potencial à indústria de viagens, não só para satisfazer as necessidades do consumidor digital moderno, mas também para antecipar as suas necessidades futuras e assegurar que o setor de viagens lidera o caminho no retalho digital.

    Além disso, a tecnologia será a chave para recuperar a confiança dos viajantes durante os próximos meses. De acordo com um inquérito recente que realizámos em nove mercados, o inquérito Rebuild Travel, os viajantes estão a demonstrar uma maior abertura para abraçar a tecnologia e uma vontade de partilhar dados de saúde para que possam recomeçar a viajar. 93% dos viajantes estariam dispostos a fornecer dados pessoais para a utilização eficaz de passaportes ou certificados de saúde digitais.

    Nesta fase, a tecnologia ou aceleração digital é vista (ainda) como um custo ou como um investimento?
    A COVID-19 significou que a digitalização do turismo deixou de ser uma tendência para ser uma exigência para a construção de uma base sobre a qual crescer. A digitalização tem sido um ethos que tem sido conhecido e praticado por empresas como a Amadeus durante anos. A chegada da pandemia acelerou a transição tecnológica da indústria das viagens, a fim de responder às necessidades dos clientes, que procuram cada vez mais experiências personalizadas, digitalizadas e sem contacto para as suas viagens. A tecnologia é um investimento importante para responder às necessidades destes viajantes. Não significa que não exista necessidade do toque humano, mas o que significa é que o toque humano é dado em momentos chave no decorrer da viagem. O toque humano está lá onde os clientes mais precisam dele e o valorizam. É isso que a digitalização permite. A redistribuição dos recursos humanos para os aspetos mais importantes do serviço ao cliente, enquanto a automatização cuida das tarefas, necessárias, mas mais administrativas.

    Por exemplo, a Publituris publicou há tempos um artigo sobre uma análise do WTTC que salientava uma “falta significativa de mão-de-obra em Portugal, com 85.000 postos de trabalho em falta no setor das viagens e turismo e a precisar de ser preenchido até ao final deste ano”. Por conseguinte, a automatização será uma área chave e um investimento fundamental. No caso das agências de viagens, por exemplo, podem utilizar soluções alimentadas por IA para equipar os agentes com as ferramentas e conhecimentos necessários para gerir os picos e fornecer um serviço suave e de primeira classe. Ou a nossa solução de B2B Wallet, por exemplo, pode ajudar a racionalizar os processos de pagamento das agências de viagens.

    A digitalização vai ser um mecanismo chave para a construção da recuperação da indústria das viagens e do turismo

    A adaptação ou implementação de novas tecnologias afasta a componente humana, tantas vezes considerada a “mais-valia” no turismo? Como contornar esta possível contrariedade? Ou não deverá ser considerada como contrariedade?
    Se há uma coisa que aprendemos nos últimos anos, é que precisamos de nos centrar no viajante. Precisamos de compreender as necessidades dos viajantes, e a tecnologia só existe para nos ajudar a satisfazê-las de forma melhor e mais eficiente. É por isso que a tecnologia deve ser considerada como “tecnologia humana”, porque o ser humano, o viajante no nosso caso, precisa de estar no centro das decisões e inovações tecnológicas.

    As pessoas não pedem necessariamente “toque humano” (verdadeiro contato cara-a-cara) que é algo que observamos num inquérito realizado em 2020 (Do toque humano à tecnologia humana).

    O que os viajantes procuram cada vez mais é “humanismo” na entrega da experiência do cliente, e isso é algo que podemos conseguir com a ajuda da tecnologia. A tecnologia pode efetivamente apoiar a “humanidade”, aumentando a possibilidade real de os fornecedores e vendedores de viagens estarem numa interação significativa e útil com o viajante.

    Há um apelo crescente à conveniência digital, por exemplo, à medida que as soluções tecnológicas “Safe Travel” foram sendo lançadas, a aceitação e adoção da tecnologia revelou-se muito elevada e crescente. De acordo com o nosso último inquérito Rebuild Travel, 97% dos viajantes afirmam agora que a tecnologia aumentará a sua confiança para viajar, contra 91% em fevereiro de 2021 e 84% em setembro de 2020, mostrando um sentimento crescente de confiança do viajante na tecnologia.

    Se tivesse de indicar três pontos essenciais para esta transformação tecnológica, digitalização ou transição digital, quais seriam?
    Em primeiro lugar, destacaria as tecnologias “Safe Travel” e o ecossistema “Amadeus Safe Travel”. Desde o início, a parte do Amadeus no desenvolvimento do Safe Travel (Viagem Segura) tem sido colaborativa e multifacetada. Desenvolvemos soluções para companhias aéreas e aeroportos, por exemplo, tecnologias sem contacto e biométricas, bem como soluções de identificação do viajante e de verificação de saúde. Mas também desenvolvemos ferramentas de informação e apoio à decisão para os vendedores de viagens, razão pela qual estabelecemos uma parceria com a Riskline.

    Um dos nossos desenvolvimentos mais importantes dentro do ecossistema foi um processo digital de validação sanitária de ponta a ponta – totalmente integrado nas operações das companhias aéreas: Traveler ID for Safe Travel. Esta solução restaurou processos quebrados e poupou milhares de horas. Estamos atualmente em contato com 15 companhias aéreas. Atingimos recentemente o marco de mais de quatro milhões de pessoas que beneficiaram desta solução para verificar a sua documentação sanitária, totalmente integrada no fluxo regular de check-in das companhias aéreas.

    Outra tecnologia que o Amadeus está a desenvolver é a tecnologia de aeroportos sem contato, utilizando a biometria. A biometria é a capacidade de identificar passageiros usando o reconhecimento facial, por exemplo. Temos fornecido processos sem contato de ponta a ponta em aeroportos na Noruega e no Japão. Isto significa que toda a experiência aeroportuária desde o check-in até ao embarque num voo, e tudo o que estiver entre eles pode ser conduzido de forma rápida e sem problemas. Lançámos também um ensaio de despachar automaticamente a bagagem no aeroporto de Heathrow, em Londres, que utiliza tecnologia de infravermelhos em vez do toque.

    É importante digitalizar processos – mas também é verdade que quando uma empresa embarca na transição digital, passam a existir oportunidades de repensar muitos aspetos do negócio. Não posso dizer que um seja mais importante do que o outro. Depende da posição da empresa em termos da sua maturidade e evolução.

    No fundo, o mais correto é falar de transformação tecnológica, digitalização ou transição digital do setor do turismo?
    Definitivamente, vivemos numa era de constante mudança. A adoção acelerada da tecnologia, a incerteza produzida pela pandemia, a volatilidade económica, as pressões competitivas e a constante conversa sobre a “próxima grande coisa”. Cada nova tecnologia ameaça ensombrar a última e o maior desafio, hoje em dia, é concentrar-se nas inovações que permanecerão e produzirão valor. Inovações que nos permitirão fazer as coisas de forma diferente, em escala, de modo a proporcionar um valor significativo aos nossos clientes, tanto a curto como a longo prazo, benefício para a nossa indústria, e para todos nós, como viajantes.

    A inovação faz parte do ADN Amadeus e permaneceremos ao lado dos nossos clientes a fim de os apoiar durante este tempo, para que o sector das viagens recupere. Estamos empenhados em trabalhar em conjunto com os nossos clientes, parceiros e a indústria em geral para reconstruir a indústria das viagens.

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    Marrocos reabre espaço aéreo a 7 de fevereiro

    Decisão foi tomada de acordo com as recomendações da comissão científica e técnica, que está também a estudar as medidas que vão ser implementadas nas fronteiras marroquinas após a reabertura do espaço aéreo.

    O Governo de Marrocos anunciou esta quinta-feira, 27 de janeiro, que o espaço aéreo do país vai reabrir a 7 de fevereiro, depois de ter estado encerrado mais de dois meses como medida para prevenir a propagação da COVID-19.

    De acordo com a Lusa, que cita um comunicado do Governo marroquino enviado à agência de notícias espanhola EFE, a decisão foi tomada de acordo com as recomendações da comissão científica e técnica, que está também a estudar as medidas que vão ser implementadas nas fronteiras marroquinas após a reabertura do espaço aéreo e que “serão anunciadas posteriormente”.

    O Governo de Marrocos continua a apelar aos cidadãos para que mantenham o cumprimento das medidas de precaução recomendadas pelas autoridades para combater a propagação do vírus, bem como para que recebam a terceira dose da vacina contra o SARS-CoV-2.

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    Singapore Airlines nomeia nova diretora geral para Espanha e Portugal

    Joan Lim substitui Kaijie Yeo, que foi promovido a diretor geral da transportadora aérea na Malásia.

    A Singapore Airlines nomeou Joan Lim como diretora geral da companhia aérea em Espanha e Portugal, em substituição de Kaijie Yeo, que foi promovido a diretor geral da transportadora na Malásia, segundo informação avançada pelo jornal espanhol Hosteltur.

    Joan Lim é licenciada em Comunicação pela Universidade Tecnológica de Nanyang e trabalha na Singapore Airlines desde 2011, quando se tornou numa das primeiras responsáveis da companhia aérea pelo departamento de Fixação de Preços.

    Durante o seu percurso profissional na Singapore Airlines, Joan Lim passou também pelo departamento de Sistemas de Tripulação de Cabine, pelo departamento de Comunicação e Marketing e ainda pelo departamento de Gestão de Receitas.

    Antes de ser nomeada para liderar a companhia aérea em Espanha e Portugal, Joan Lim desempenhava funções na delegação regional da Singapore Airlines para o Norte da Ásia, em Pequim, tendo posteriormente passado a ser responsável pelo mercado do Sul da China.

    “A Singapore Airlines oferece uma alta qualidade de serviço em qualquer território em que opera. E a Península Ibérica não é exceção. Além disso, também nos comprometemos a colocar ao serviço das empresas locais para chegar ao mercado internacional”, afirma a nova responsável da Singapore Airlines para Portugal e Espanha.

    No novo cargo, Joan Lim disse já que pretende afirmar a aposta da Singapore Airlines em Barcelona, a exemplo de um nova rota para Milão, que pretende tirar partido das sinergias existentes no território.

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    Air France alarga serviço Ready to Fly às rotas de Portugal

    Serviço que permite confirmar os documentos de viagem antes do voos passou a estar disponível em 140 rotas e 600 voos diários, incluindo as rotas da Air France para Portugal.

    A Air France anunciou esta sexta-feira, 28 de janeiro, o alargamento do serviço Ready to Fly para 140 rotas e 600 voos diários, incluindo os voos da companhia aérea francesa para Portugal.

    De acordo com um comunicado da companhia aérea, o Ready to Fly, que foi lançado em julho de 2021 e permite que os passageiros da Air France tenham os documentos de viagem confirmados antes do voo, tem sido “aclamado pelos clientes”, motivo pelo qual a Air France decidiu expandir a sua aplicação e implementá-lo gradualmente em toda a sua rede.

    O Ready to Fly está atualmente disponível em mais de 140 rotas com partida de 80 aeroportos, o que representa mais de 600 voos diários, incluindo os voos domésticos de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos; os voos de/para os Estados Unidos, Argentina, Brasil e Chile; as ligações de França para a Alemanha, Espanha, Grécia, Itália, Portugal, Gabão e Senegal e ainda os voos para França da Europa e do Canadá.

    “Desde o seu lançamento, o Ready To Fly foi já utilizado por mais de 600.000 clientes”, revela a Air France, explicando que este serviço permite a verificação automática do passe vacinal, que é obrigatório nos voos domésticos em França desde 24 de janeiro de 2022, para todos os passageiros a partir dos 16 anos (exceto de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos).

    “Esta funcionalidade está acessível alguns dias antes da partida, seguindo o processo clássico Ready To Fly: os clientes recebem um e-mail no qual são convidados a enviar à Air France o seu passe vacinal através de uma plataforma online segura”, acrescenta a companhia aérea.

    Já os passageiros que utilizem o serviço pela primeira vez também podem “digitalizar (scan) o código QR dos seus passes vacinais ao fazerem o check-in num terminal de self-service no aeroporto no dia da partida”, num serviço que está atualmente disponível em Paris-Charles de Gaulle, Paris-Orly, Bordéus, Lyon, Marselha, Montpellier, Mulhouse, Nantes, Nice, Estrasburgo e Toulouse.

    “Esta funcionalidade vai ser integrada diretamente no processo de check-in online nos próximos meses”, indica ainda a Air France.

    Todas as informações sobre o serviço Ready to Fly está disponível em https://wwws.airfrance.pt/information/covid-19/ready-to-fly.

     

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    Candidaturas à 3.ª edição do programa Green Up decorrem até 21 de fevereiro

    Candidaturas ao programa de ideação, que é direcionado a estudantes ou formados na área do turismo, devem ser apresentadas online, até 21 de fevereiro, seguindo-se a fase de seleção e um bootcamp em Coruche.

    O programa de ideação Green Up está de volta e as candidaturas para a terceira edição desta iniciativa, que pretende “contribuir para o desenvolvimento de ideias inovadoras com impacto positivo no meio ambiente, sociedade e economia”, já se encontram a decorrer e têm lugar até 21 de fevereiro.

    Direcionado a estudantes ou formados na área do turismo, este programa visa “apoiar a implementação de ideias que respondam aos problemas identificados pelo Turismo de Portugal, nomeadamente, a gestão sustentável das empresas e do destino, a melhoria da experiência do turista, a promoção de mobilidade inteligente e a gestão baseada em dados e otimização dos negócios e empresas”.

    “Transversalmente, todos os projetos deverão contribuir para a promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pelas Nações Unidas”, indica a Territórios Criativos, consultora que promove a iniciativa com o apoio do Turismo de Portugal e em parceria com a Universidade Europeia, o GEN Portugal e a Câmara Municipal de Coruche.

    A 3.ª edição do Green Up foi oficialmente apresentada esta sexta-feira, 28 de janeiro, e as candidaturas decorrem até 21 de fevereiro, sendo que, após a fase de seleção dos candidatos, tem lugar um bootcamp, a 3 e 4 de março, em Coruche.

    As candidaturas devem ser apresentadas online, através do site dos Territórios Criativos, em
    http://www.territorioscriativos.eu/green-up/.

     

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