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Aviação

Emirates aumenta operação para as Maldivas

Companhia passa a operar sete voos semanais o destino.

Patricia Afonso
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Emirates aumenta operação para as Maldivas

Companhia passa a operar sete voos semanais o destino.

Patricia Afonso
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O voo da Emirates EK656 parte do Aeroporto Internacional do Dubai às 02h10 e aterra em Malé às 07h15, adicionando assim sete voos semanais à rota para as Maldivas e aumentando um terço da capacidade de transporte de passageiros e carga para este destino. O voo de regresso, EK657, parte do Aeroporto Internacional de Malé, às 08h45 e aterra no Dubai às 11h55 (de acordo com os horários locais).

“As Maldivas têm vindo a assumir-se como um mercado bastante forte para passageiros que viajam em negócios e em lazer. Com uma vasta oferta de cadeias hoteleiras de luxo, praias românticas e águas perfeitas para a prática de desportos aquáticos, este é um destino que consegue agradar a muitas pessoas. O voo adicional da Emirates para Malé vai aumentar a flexibilidade dos nossos passageiros quando planeiam as suas viagens, permitindo-lhes visitar um fantástico destino disponibilizando-lhes ainda ligações a outros destinos da vasta rede global da Emirates”, refere Ahmed Khoory, Senior Vice President, Commercial Operations- West Asia and Indian Ocean da Emirates.

 

 

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Alojamento

Mama Shelter Lisboa abre esta quarta-feira

A marca hoteleira francesa Mama Shelter escolheu a cidade de Lisboa para abrir a sua primeira unidade na Península Ibérica, o que acontece esta quarta-feira.

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A marca hoteleira francesa Mama Shelter chegou a Lisboa e inaugura, esta quarta-feira, a sua primeira unidade hoteleira na Península Ibérica.

O Mama Shelter Lisboa, localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, é uma homenagem à história da capital portuguesa.

Concebido pela própria equipa de design da marca – o Mama Design Studio –, o estilo que decora as paredes, o chão e os tetos do Mama Shelter Lisboa é um jogo entre a cultura pop, um estilo boémio e a herança marítima portuguesa. Desde os azulejos da Viúva Lamego na fachada à alcatifa com ondas azuis no chão dos quartos, a nova unidade foi desenhada para criar um espaço caloroso – um espaço que toma conta dos seus hóspedes – sem deixar de invocar o espírito livre trazido pelo ar fresco do rio Tejo.

Este novo hotel de Lisboa oferece 130 quartos distribuídos em oito andares, bem como um restaurante, que estará aberto não só para os hóspedes, (e no futuro, o rooftop) –ponto central no conceito do Mama Shelter Lisboa, cujo cofundador, Serge Trigano, define como “um restaurante com quartos por cima”.

Fundada em Paris, em 2008, pela família Trigano (cofundadores do Club Med), cada hotel Mama Shelter oferece aos hóspedes uma mistura de diversão partilhada, acessibilidade e serviço excecional em cidades e bairros com histórias ímpares.

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Análise

Secretário-geral do PS reafirma importância do turismo, mas diz que não pode ser visto fora do contexto de toda a economia

Na qualidade de candidato do PS às próximas eleições legislativas, António Costa, respondeu uma a uma as várias questões colocadas pelo presidente da CTP, Francisco Calheiros, reafirmando sempre a importância do turismo, setor que afirma, não pode ser analisado, apesar da sua especificidade, fora do contexto de toda a economia portuguesa.

António Costa, secretário-geral do PS e candidato às eleições legislativas marcadas para 30 de janeiro, reuniu esta terça-feira com o presidente da CTP, Francisco Calheiros, na sede nacional do Partido Socialista, em Lisboa (formado presencial), e com representantes da atividade turística (via online).

A Confederação do Turismo de Portugal pretendia conhecer as propostas e prioridades do PS relativamente ao Turismo, colocando a António Costa uma série de questões que preocupam este setor, caso venha a ser Governo, e que passam, nomeadamente pelos custos de contexto, continuidade dos apoios, promoção, fiscalidade, questões laborais, e novo aeroporto de Lisboa.

Francisco Calheiros apelou inclusive que o próximo Governo seja “da economia e das empresas”, ao invés dos anteriores que, primeiro foram das finanças, com a troika, e depois da saúde, com a pandemia da Covid-19.

António Costa respondeu às várias solicitações apresentadas pelo presidente da CTP, reafirmou a importância do turismo ao longo da sua intervenção, mas lembrou que, apesar da sua especificidade, o setor não pode estar dissociado da economia no seu todo.

O secretário-geral do PS referiu que “o turismo é um todo de todos os outros setores, é multiplicador da riqueza, tem um papel fundamental de coesão territorial, o que tem possibilitado o combate à sazonalidade”, por isso, vai contar com o turismo, “por si só, mas também por aquilo que puxa pelos outros setores”.

Para Costa, não há muito mais a mexer neste setor que dispõe de um plano estratégico “Reativar o Turismo – Construir o Futuro”, que dispõe de mais de seis mil milhões de euros, a acrescentar ao PRR que vai canalizar grande parte dos investimentos nas empresas.

Caso o seu partido vença as eleições legislativas, o candidato prometeu iniciará um processo de revisão do licenciamento para atividades económicas logo após a aprovação do Orçamento do Estado para 2022 no parlamento, respondendo à CTP que se queixou dos “elevados custos de contexto” suportados pelas empresas do seu setor.

“Temos de avançar com uma redução significativa dos custos de contexto e, no que diz respeito ao turismo, em relação aos processos de licenciamento”, respondeu António Costa.

O líder socialista adiantou depois que o antigo secretário de Estado João Tiago Silveira “está a concluir um trabalho de fundo de revisão de todo o processo de licenciamento para atividades económicas, designadamente para o turismo”.

“A minha previsão é que logo a seguir às eleições, formado o executivo e aprovado o Orçamento do Estado para 2022, um dos primeiros pacotes legislativos do novo Governo será mesmo o da simplificação do licenciamento. Queremos reduzir os custos de contexto”, prometeu.

Mas para que as empresas, nomeadamente, as do turismo possam recuperar, António Costa considera essencial a estabilidade de Governo na execução de políticas, mas também de orientação política.

“A estabilidade é uma condição para que o país prossiga uma trajetória sustentável de crescimento.  Não podemos passar a tempo de crise política em crise política, não podemos viver com governos provisórios de dois anos, temos de ter um horizonte estável”, destacou.

“Quando vemos o principal partido alternativo ao PS começar a encarar a possibilidade de renegociar com a União Europeia o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e não aceitar a assinatura do Portugal 2030, temos então motivos para recear o atraso que implicaria o financiamento do esforço de recuperação”, disse.

Segundo Francisco Calheiros, e como tem sido hábito nas vésperas das eleições legislativas, a CTP vai reunir também com o líder do PSD, Rui Rio, para conhecer as propostas deste partido no que diz respeito ao turismo, sem, no entanto, adiantar a data.

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Meeting Industry

42.ª FITUR com participação de 107 países e 7.000 empresas

A uma semana do evento, a FITUR mostra os números da 42.ª edição da feira que se realizará de 19 a 23 de janeiro, em Madrid.

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Depois de confirmada e reconfirmada, a FITUR, a realizar de 19 a 23 de janeiro, em Madrid, irá contar com 107 países e 7.000 empresas na 42.ª edição de uma das mais importantes feiras do turismo a nível mundial.

Apesar do número de casos de COVID-19 não estar a abrandar no país vizinho, a FITUR revela que dos 107 países que irão participar, 70 estarão presentes enquanto representação oficial, com os restantes a marcarem a sua presença enquanto empresas ou destinos turísticos.

Com realização presencial e digital, os 600 expositores pretendem, segundo a organização, “gerar confiança no mercado, incentivar o setor das viagens e destacar a importância do turismo de negócios”.

Além disso, a organização espera que o setor do turismo “recupere a sua liderança como alavanca de desenvolvimento e conviva em segurança com a nova situação derivada da pandemia da COVID-19”.

Nos quase 57 mil metros quadrados de área líquida de exposição estarão, segundo o catálogo de expositores, cerca de 80 entidades portuguesas.

Já indicada foi a obrigatoriedade dos participantes provenientes da União Europeia estarem munidos do Certificado Digital COVID da UE, enquanto aos restantes participantes serão exigidas as mesmas formalidades para entrar em território espanhol, além de, no decorrer do evento e dentro do recinto da feira, a utilização da máscara é obrigatória e existirem controlos de temperatura em todos os locais.

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Destinos

Tailândia reabre mais três destinos

A Tailândia reabriu, esta terça-feira, mais três destinos turísticos Sandbox: Krabi, Phang-Nga e Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao), que se juntam a Phuket.

A Tailândia anunciou a reabertura, a partir desta terça-feira, de mais três destinos turísticos: Krabi, Phang-Nga e Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao), que se juntam a Phuket, por indicação do Centro de Administração da Situação Covid-19 do país.

Por outro lado, aquele país do sudoeste asiático aprovou o levantamento das restrições de viagem para chegadas de países africanos, ao mesmo tempo que mantém a suspensão do Thailand Pass para todas as novas inscrições de TEST & GO.

Assim, os turistas internacionais já podem viajar para a Tailândia com o programa Sandbox e optar por passar a sua estadia obrigatória de sete noites em Krabi, Phang-Na, Phuket ou Surat Thani (apenas Ko Samui, Ko Pha-ngan e Ko Tao).

No entanto, todos os viajantes devem verificar se têm tudo em ordem antes de solicitar o Sandbox Thailand Pass, nomeadamente um certificado de vacinação, um resultado de teste RT-PCR negativo antes da chegada, alojamento pré-pago de sete noites num hotel aprovado, testes RT-PCR pré-pagos a realizar durante a estadia na Tailândia e uma apólice de seguro com cobertura não menos do que 50 mil dólares. Caso tencionem continuar a viagem para outros destinos na Tailândia, os viajantes devem permanecer pelo menos as primeiras sete noites num destino Sandbox.

Igualmente, o Centro de Administração da Situação Covid-19 da Tailândia aprovou também a medida para manter a designação de 26 províncias da “Blue Zone” com destinos turísticos piloto. No entanto, diretrizes rigorosas de saúde e segurança serão introduzidas.

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Alojamento

AHRESP vai apresentar aos partidos políticos 20 propostas para o relançamento da economia

Incentivo ao consumo, fiscalidade, capitalização das empresas, qualificação e dignificação do emprego, legislação laboral e contratação coletiva, são questões que constam das 20 propostas, divididas em cinco eixos, que a AHRESP vai apresentar aos partidos políticos ainda antes das eleições legislativas marcadas para 30 de janeiro.

A AHRESP anunciou que vai apresentar aos partidos políticos um conjunto de 20 propostas, assentes em cinco eixos fundamentais, que visam o relançamento da economia.

Incentivo ao consumo, fiscalidade, capitalização das empresas, qualificação e dignificação do emprego, legislação laboral e contratação coletiva, são questões que constam das propostas da Associação que, em comunicado, defende “que o futuro Governo, que vier a resultar das próximas eleições legislativas, deve definir linhas estratégicas para os setores da restauração, similares e do alojamento turístico”.

Com a incerteza da evolução da pandemia, da atual conjuntura relativa a custos energéticos e matérias-primas e reconhecendo a importância das atividades económicas que representa, a AHRESP considera “essencial” que o próximo Governo “promova um alinhamento estratégico com vista à recuperação e desenvolvimento do nosso tecido empresarial, decisivo para a retoma da economia nacional”.

No que diz respeito ao incentivo ao consumo, a Associação realça a necessidade de prorrogação, adaptação e reforço do programa IVAucher, enquanto, em relação à fiscalidade, as prioridades vão para a aplicação temporária (no ano 2022) da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas; reposição integral (a partir de 2023), da totalidade dos serviços de alimentação e bebidas, na taxa intermédia de IVA , isenção de tributação na afetação/desafetação de imóveis à atividade de Alojamento Local; extinção do Pagamento Especial Por Conta (PEC); redução das taxas do IRC e IRS; não agravamento da tributação autónoma no caso de prejuízos fiscais; regime excecional de reporte dos prejuízos fiscais de 2021 para anos anteriores (tax losses carry back); e emissão de declarações de não dívida, com a situação regularizada, para valores residuais.

Em relação à capitalização das empresas, as propostas da AHRESP passam pela necessidade de criação de instrumentos financeiros para a redução do endividamento das empresas, bem como de novos investimentos e requalificação.

Mecanismos/plataformas de apoio à contratação de recursos humanos; incentivo à procura ativa de emprego; programa de formação de curta duração; campanhas de valorização e dignificação das profissões do turismo, estão igualmente na lista das preocupações da AHRESP no que diz respeito à qualificação e dignificação do emprego.

Quanto à legislação laboral e contratação coletiva, a AHRESP vai levar junto aos partidos políticos assuntos como necessidades de mecanismos de flexibilidade e adaptabilidade no funcionamento das empresas das atividades do Turismo, de estabilidade legislativa, dinamização da contratação coletiva, e de alargamento do âmbito da contratação coletiva a normas específicas de cada atividade.

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Aviação

Air France-KLM financia transição para combustíveis sustentáveis com sobretaxa

O grupo franco-holandês criou uma sobretaxa, cujo valor depende da distância da viagem e da cabine escolhida, e que poderá ir até aos 12 euros por bilhete.

Victor Jorge

Desde 10 de janeiro de 2022, os clientes das companhias aéreas do Grupo Air France-KLM contribuem para o esforço de incorporação gradual de combustível de aviação sustentável.

Para tal, o grupo franco-holandês criou uma sobretaxa, cujo valor depende da distância da viagem e da cabine escolhida. No caso da Air France e da KLM, o valor da sobretaxa vai variar de 1 a 4 euros na cabine “Economy” e de 1,5 a 12 euros na cabine “Business”, sendo diretamente visível nos detalhes da tarifa. Para a Transavia, será integrado diretamente na própria tarifa. Além disso, a partir de 13 de janeiro de 2022, os clientes que desejarem poderão contribuir voluntariamente para a compra de combustível de aviação sustentável adicional. Mais para a frente, os membros do programa de passageiro frequente “Flying Blue” também vão poder comprar combustível com as suas milhas.

Em comunicado, o grupo Air France-KLM refere estar “convencido de que o uso de combustível de aviação sustentável (SAF) é fundamental para a descarbonização da aviação”.

Assim, a partir deste ano, a Air France, KLM e Transavia vão começar a integrar combustível de aviação sustentável nos voos com partida da França e dos Países Baixos. Isto traduzir-se-á, segundo contas efetuadas pelo grupo e divulgadas em comunicado, “na substituição de 0,5% a 1% da quantidade total de combustível usada anualmente”. Para o futuro, o grupo admite que a trajetória de descarbonização será acelerada com a incorporação de SAF à medida que aumenta a produção, “com um objetivo de 5% em 2030 e até 63% em 2050”, diz o grupo.

Produzidos, atualmente, a partir de óleo de cozinha usado ou resíduos florestais e agrícolas, estes combustíveis não fósseis não competem com a indústria alimentar humana e podem ser incorporados de forma segura sem modificar os aviões em operação atualmente.

O grupo salienta que estes combustíveis “podem reduzir a pegada de carbono dos voos numa média de 80% ao longo de todo o seu ciclo de vida e, portanto, constituem – juntamente com a renovação da frota e da eco-pilotagem – uma importante alavanca para alcançar a ambição de zero emissões líquidas de CO2 até 2050”.

Recorde-se que o grupo Air France-KLM é um dos pioneiros no uso de SAF, com os primeiros voos operados com SAF já em 2011.

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António Costa diz sim à manutenção do programa Apoiar.pt

Na reunião realizada hoje entre o setor do turismo e o Partido Socialista, promovida pela CTP, o candidato a primeiro-ministro, António Costa deixou a indicação de, em caso de vitória, “retomar o programa Apoiar.pt”.

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No decorrer da reunião realizada esta terça-feira, 11 de janeiro, entre o Partido Socialista (PS) e a Confederação do Turismo de Portugal (CTP), o líder do PS e candidata a primeiro-ministro, António Costa, afirmou-se favor da continuação do programa Apoiar.pt.

Esta resposta foi dada ao presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira, quando questionado sobre a necessidade da reabertura deste programa.

Segundo a APAVT, “as circunstâncias em que se baseou o programa Apoiar.pt até abril mantêm-se, tendo-se mesmo agravado, de abril a dezembro”. Por isso, a APAVT “manterá todos os esforços, quer na sua esfera de atuação, quer integrada na CTP, no sentido de que as verbas devidas de abril de 2021 a dezembro de 2021 sejam efetivamente pagas às empresas”, lê-se na nota de imprensa enviada às redações.

“O senhor secretário-geral do Partido Socialista falou nesta reunião num esforço conjunto que foi realizado para preservar a oferta turística em Portugal”, refere o presidente da APAVT.

Concretamente no que se refere ao Apoiar.pt, a APAVT aponta que “este esforço foi interrompido pelo Governo cessante”; embora reconheça que foi com “satisfação” que a associação registou a “abertura do Partido Socialista para retomar o esforço em caso de vitoria eleitoral”, conclui Pedro Costa Ferreira.

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Six Senses Douro Valley reabilita ‘Villas da Vinha’ num investimento de quase 3 milhões de euros

O investimento está avaliado em 2,9 milhões de euros e contempla a transformação em nove quartos/suites e em duas ‘villas’ independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

Victor Jorge

O Six Senses Douro Valley, situado no coração do Vale do Douro, perto de Lamego, vai transformar as existentes sete ‘Villas da Vinha’ em mais nove quartos, mantendo somente duas ‘villas’ independentes, cada uma com piscina privativa.

Posicionada no segmento de luxo, o investimento nesta transformação ascende a 2,9 milhões com as construções pré-existentes da unidade turística a serem transformadas em nove quartos/suites e em duas ‘villas’ independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

A área de intervenção será de cerca de 1.000 m2, numa obra marcada por “padrões de elevado requinte e sofisticação, com a particularidade de as ‘villas’ possibilitarem a utilização independente ou comunicante dos quartos”, refere o comunicado.

A ‘villa’ de maior dimensão tem nove quartos, que podem ser utilizados de forma individualizada ou para hospedagem agregada de grupos, além de piscina, jacuzzi exterior e sauna. A outra ‘villa’ a ser intervencionada totaliza três quartos, distribuídos em acomodações que poderão também ser independentes, nomeadamente um quarto com sala, pátio exterior e piscina privada; e um outro com sala e entrada independente, quarto de apoio, pátio exterior e piscina privativa.

Detido pelo Fundo Discovery e operado pela marca Six Senses, o Six Senses Douro Valley dispõe de 60 quartos, spa com 2.300 m2 e valências de refeição e bar de topo, bem como um centro de negócios. A oferta de acomodação inclui ainda diversas ‘villas’, sendo todo o empreendimento envolvido numa zona privada de mata, recentemente classificada como parte do portfólio dos Jardins Históricos de Portugal.

A obra a ser realizada no Six Senses Douro Valley foi confiada à Tétris, uma subsidiária de propriedade da JLL.

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Destinos

Vinho e turismo vinícola do Pico promovem-se na China

O vinho do Pico e o turismo vinícola da “ilha-montanha” estiveram em destaque numa sessão de promoção do Turismo de Portugal no leste da China.

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O vinho do Pico e o turismo vinícola da “ilha-montanha” estiveram em destaque numa sessão de promoção do Turismo de Portugal no leste da China, que foi transmitida ao vivo na televisão e Internet.

O evento deu a provar oito vinhos de diferentes regiões de Portugal, incluindo o vinho do Porto, o vinho verde e o vinho branco, revelou, num comunicado divulgado na segunda-feira, 10 de janeiro, a agência chinesa de viagens Tuniu.

O delegado do Turismo de Portugal na China, Tiago Brito, apresentou a Paisagem Vinha da Ilha do Pico, que foi em 2004 listada como Património Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A sessão, que decorreu na cidade de Nanjing, capital da província de Jiangsu, no leste da China, foi organizada pelo Turismo de Portugal, a Tuniu e a NJBG, a radiotelevisão pública de Nanjing, tendo sido transmitido ao vivo na plataforma da NJBG, na aplicação chinesa de transmissões ao vivo Niuka, e na plataforma da Tuniu.

O mercado chinês do vinho é já o quinto maior do mundo, embora apenas cerca de 3% dos 1,4 mil milhões de habitantes beba regularmente vinho.

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Distribuição

ASGAVT reivindica novos e melhores apoios às agências de viagens

A ASGAVT, em comunicado, reivindica novos e melhores apoios para as agências de viagens, uma vez que estas, muitas delas, pequenas empresas, estão encerradas e sem qualquer perspetiva de futuro.

A ASGAVT, em comunicado, reivindica novos apoios para as agências de viagens, uma vez que “encerrados e sem qualquer perspetiva de futuro batemo-nos por apoios que seriam a nossa única esperança de manter vivos os nossos pequenos negócios”.

Refere o comunicado que “embora insuficientes, o programa Adaptar, o microcrédito do Turismo de Portugal, os financiamentos da banca com as linhas covid e o lay-off, vieram a revelar-se absolutamente essenciais para que uma grande parte de nós chegasse até este momento sem entrar em insolvência e sem incumprir com os nossos clientes que ainda têm os vouchers para serem reembolsados e que só agora começam a ser liquidados”.

Lembra a Associação de Sócios-Gerentes das Agências de Viagens e Turismo que “saídos de um ano absolutamente terrível e iniciado o ano de 2021 igualmente sem perspetivas, surge como uma lufada de ar fresco o Apoiar, sendo o único verdadeiramente pensado para nos ajudar tendo em conta que foi a fundo perdido e usado para ‘equilibrar’ as contas já seriamente debilitadas das nossas empresas.

No entanto, volvidos tanto tempo, e porque as dificuldades se mantêm e “com o términus em agosto último do apoio aos sócios-gerentes”, a Associação considera que “não podemos aceitar simplesmente os 20% a fundo perdido do microcrédito do TP, nenhum de nós está em condições de começar a pagar todos os compromissos/créditos a que fomos forçados a aderir, tratam-se de dividas que não temos condições de pagar”.

Realça ainda, no seu comunicado que “e absolutamente fundamental que se renove o apoiar rendas, uma nova tranche do Apoiar para as empresas mais debilitadas, e a continuidade do apoio aos sócios-gerentes”, sublinhando que “queremos honrar os nossos compromissos, não estamos em condições de nos comprometermos com a banca de novo, já que somos um setor de alto risco e desacreditado junto destes”.

A Associação indica ainda que “e de todo impossível transmitir  tranquilidade e segurança aos clientes quando para regressarem ao seu próprio pais têm de efetuar testes e assumir um custo que muitas vezes se torna incomportável para uma grande parte dos agregados familiares .

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