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ibis Styles chega à Corunha

O ibis Styles A Coruña, primeira unidade da marca na Galiza, conta com uma decoração inspirada na água.

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A Accor inaugurou o mais recente hotel da marca ibis Styles na Corunha, a primeira unidade localizada na Galiza, que conta com 84 quartos e uma decoração inspirada na temática da água.

O ibis Styles A Coruña dispõe ainda de duas salas de reuniões com capacidade para 120 pessoas, uma zona de convívio e de leitura, centro de negócios, espaço infantil, parque de estacionamento, restaurante, cafetaria e lounge bar.

Os 84 quartos estão equipados com as novas camas ‘Sweet bed by ibis Styles’, dois dos quais estão especialmente concebidos para pessoas com mobilidade reduzida.

Com esta abertura, a marca ibis Styles totaliza cinco unidades em Espanha: ibis Styles A Coruña, ibis Styles Madrid Prado, ibis Styles Zaragoza Ramiro I, ibis Styles Arnedo La Rioja e ibis Styles Lleida.

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Arrow Global Portugal adquire 75% da Details Hotels & Resorts

A Arrow Global Portugal adquiriu 75% da Details Hotels & Resorts com o objetivo de proceder ao “desenvolvimento e gestão de ativos turísticos”, mantendo-se os restantes 25% do capital nas mãos dos atuais sócios.

A Arrow Global Portugal adquiriu 75% da Details Hotels & Resorts com o objetivo de proceder ao “desenvolvimento e gestão de ativos turísticos”, mantendo-se os restantes 25% do capital nas mãos dos atuais sócios.

Num comunicado enviado à imprensa, Francisco Moser, Hospitality CEO da Arrow Global Portugal, explica que a empresa de gestão de ativos considera que este é o momento para aproveitar “a oportunidade de agregação que o mercado hoteleiro português oferece, à semelhança do que tem acontecido a nível internacional”.

“O objetivo é fazermos crescer o portefólio sob gestão, com um investimento previsto em Hospitality que pode ascender a €500 milhões nos próximos cinco anos”, acrescenta o responsável.

A aquisição de 75% do capital da Details Hotels & Resorts, que gere atualmente sete unidades hoteleiras no Algarve e que vai passar a contar, brevemente, com uma unidade de cinco estrelas, já foi concluída, com a Arrow Global Portugal a explicar que os “restantes 25% do capital mantêm-se nas mãos dos atuais sócios”, enquanto João Costa mantém a gestão operacional da cadeia.

“A entrada da Details no perímetro da Arrow Global deixa-nos muito satisfeitos. Acreditamos que podemos juntar a nossa experiência e conhecimento aos diferentes projetos em que o grupo está envolvido”, afirma João Costa, COO da Details Hotels & Resorts.

Além da aquisição de 75% do capital da Details Hotels & Resorts, a Arrow Global Portugal está também a estudar um “pipeline que contempla diferentes oportunidades de negócio localizadas não apenas no Algarve, mas em outras regiões do país”, nomeadamente em Lisboa e Porto.

“Queremos chegar aos principais destinos nacionais. Neste momento, o Algarve é uma escolha natural, por ser uma zona onde já gerimos diversos investimentos e pela forte dinâmica da procura que tem, mas estamos atentos a oportunidades em Lisboa, Porto e outras regiões. A escala é um fator determinante para o sucesso desta nova linha de negócio”, revela João Bugalho, Country CEO da Arrow Global.

A Arrow Global Portugal espera crescer através de negócios que vão desde a aquisição direta de ativos, aos contratos de aluguer ou de gestão de unidades hoteleiras e de apartamentos turísticos e diz que, para tal, conta com a experiência e cooperação que existe entre as várias empresas da Arrow Global em Portugal.

 

 

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62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses comprometem-se com a sustentabilidade

No total, foram recebidas mais de 730 candidaturas e, após avaliação por uma comissão de avaliação independente, foram selecionadas 629 PME de 35 países, incluindo 62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses.

O SUSTOUR, programa financiado pelo programa COSME da União Europeia, destinado a melhorar o desempenho de sustentabilidade, vai contar com a participação de 700 agências de viagens e operadores turísticos, incluindo 62 portugueses, avança a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT), em comunicado.

Segundo a APAVT, as candidaturas a este programa arrancaram em março, com o objetivo de selecionar 175 agências e operadores para participar do SUSTOUR e beneficiar de “um programa abrangente de apoio técnico para os ajudar a melhorar o seu desempenho de sustentabilidade”.

No total, foram recebidas mais de 730 candidaturas e, após avaliação por uma comissão de avaliação independente, foram selecionadas 629 PME de 35 países, incluindo 62 agências de viagens e operadores turísticos portugueses.

“Estamos muito satisfeitos com tanto interesse por parte dos operadores turísticos e agentes de viagens em toda a Europa em aprender como tornar os seus negócios e cadeia de fornecedores mais sustentáveis. Decidimos aceitar três vezes mais empresas no programa de apoio do que o inicialmente planeado, para permitir que um máximo de empresas beneficie do projeto”, explica Naut Kusters, Diretor da ECEAT e líder do projeto SUSTOUR.

Já Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, destaca a importância da sustentabilidade que, diz, “é claramente uma das principais prioridades da APAVT”, motivo pelo qual a associação se mostra satisfeita por “ver que cerca de seis dezenas de agentes de viagens e operadores turísticos associados foram selecionados no âmbito do projeto SUSTOUR”.

O programa de apoio técnico inicia-se este mês de julho e fornecerá uma combinação de formações on-line, formações em sala de aula de vários dias, formação intensiva (em grupo e individual), bem como aprendizagem entre pares – todos fornecidos e guiados por especialistas em turismo sustentável ​​selecionados para o efeito.

Durante esta etapa, as empresas podem escolher entre obter apoio para a certificação Travelife ou apoio em termos de melhoria de áreas específicas, como gestão de carbono, plástico e cadeia de fornecimento ou certificação de suas excursões em terra.

Ao longo do SUSTOUR, vão ser também organizados vários eventos em conjunto com feiras europeias para permitir às empresas de viagens selecionadas trocar experiências e melhores práticas, bem como “premiar as que obtiverem com sucesso a certificação através do projeto SUSTOUR”.

A lista completa de agências de viagens e operadores turísticos portugueses que participam no SUSTOUR pode ser consultada online aqui.

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Qatar Airways e Airlink lançam codeshare para melhorar ligações no sul de África

Nova parceria entre a Qatar Airways e a Airlink abrande 45 destinos e 13 países, e pretende contribuir para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África.

A Qatar Airways e a Airlink estabeleceram um acordo de codeshare para melhorar as ligações aéreas em toda a região sul de África, que abrande 45 destinos e 13 países, informaram as companhias aéreas, em comunicado.

“Este novo acordo de codeshare significa que os passageiros podem desfrutar da simplicidade na aquisição de voos de ligação em ambas as companhias aéreas, recorrendo a uma única reserva pautada por uma experiência tranquila ao nível da validação de bilhetes, do check-in, do embarque e do despacho de bagagens, durante toda a viagem”, lê-se na informação divulgada.

Com este acordo, os passageiros passam a poder reservar voos entre o sul de África e os EUA, Europa e Ásia, sendo que esta parceria também aumenta a abrangência de voos da Qatar Airways no sul de África, com um melhor acesso a destinos como Gqeberha (Porto Elizabeth) Hoedspruit, Skukuza, George na África do Sul, para além de Botswana, Namíbia, Zâmbia, Zimbabué e Moçambique.

“Ampliar a nossa rede com a Airlink dá aos nossos clientes mais escolha de destinos e voos. Esperamos que contribua para a rápida recuperação das viagens, que desempenham um papel tão importante nas economias do sul de África”, considera Akbar al Baker, CEO da Qatar Airways.

Para Rodger Foster, CEo da Airlink, “este desenvolvimento é um reforço da relevância da Airlink como provedora de acessos aéreos a toda a região” do sul de África, uma vez que a companhia aérea conta com uma “extensa rede de destinos, o que, quando considerado em conjunto com o alcance global da Qatar Airways, cria oportunidades de ligações sem paralelo”.

“Enquanto principal companhia aérea do sul de África, a Airlink fornece serviços de transporte aéreo abrangentes, seguros e fiáveis, permitindo o desenvolvimento socioeconómico através da ligação de pessoas entre si e facilitando o comércio dentro e fora da região”, acrescenta o responsável.

Recorde-se que a Qatar Airways foi a única companhia aérea que abriu novos voos para África durante a pandemia, tendo lançado, durante esse período, os voos para Luanda, em Angola, assim como para Harare, no Zimbabué, e Lusaca, na Zâmbia. Este mês, a companhia aérea do Qatar vai também retomar os voos para Windhoek, na Namíbia.

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“Be Our Guest” analisou boas práticas no controlo de custos de uma unidade hoteleira

O impacto do controlo de custos no desempenho financeiro dos hotéis foi tema da segunda conversa da série “Be Our Guest”, o novo projeto da ADHP. A sessão recebeu João Pedro Figueira, diretor de Operações da Ace Hospitality Management.

As conversas “Be Our Guest” convidam diretores de hotéis de referência a falar sobre as suas experiências profissionais, a hotelaria e o setor do turismo e são organizadas pela Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal na última segunda-feira de cada mês, às 19 horas.

A moderação da sessão ficou a cargo de Fernando Garrido, presidente da ADHP. Em discussão esteve o tema “Boas práticas no controlo de custos de uma unidade hoteleira”, e que pode ser visualizado no seu canal de YouTube: https://youtu.be/Yanygjxf6rc

Numa sessão que contou com diversos associados da ADHP e players do setor, João Pedro Figueira abordou temáticas centrais na discussão do controlo de custos, cada vez mais relevante “pela conjuntura atual”.

O diretor de Operações da Ace Hospitality Management destacou o papel de um bom controlo de custos para a implementação de uma estratégia sólida. “Permite entender melhor o negócio, ajuda a tomar decisões fundamentadas, permite criar um histórico importante para novas estratégias, é uma excelente ferramenta de budget, deteta de forma fácil desvios que podem ser corrigidos a tempo útil”, explicou.

Realçando a componente de F&B como especialmente desafiante para o controlo de custos, João Pedro Figueira elencou um conjunto de boas práticas que resultam na diminuição do desperdício e na entrega de um produto final de elevada qualidade. Entre o acompanhamento da sazonalidade dos alimentos, o correto armazenamento dos ingredientes, o redesenho frequente das cartas e o recurso a máquinas para uma maior segurança alimentar, o gestor apresentou soluções com impacto significativo no desempenho financeiro de um hotel

O responsável analisou ainda, o papel da estandardização para o bom funcionamento de uma unidade, numa altura em que a alta rotatividade de profissionais se tornou num desafio particularmente dispendioso para os hotéis.

“Manuais de procedimentos vão dar segurança a todo o processo [de trabalho] e minimizar custos. Cada vez que conseguimos mostrar a um colaborador, de forma sistemática, como vai ser o dia a dia dele, vai dar-lhe conforto e vai permitir-nos trabalhar de forma sustentada”.

Neste capítulo, João Pedro Figueira alertou para a importância da valorização dos funcionários e para o seu envolvimento nas tomadas de decisões, incidindo sobre a questão dos recursos humanos. o valor dos estágios e da relação entre a academia e o mercado laboral.

O diretor de Operações da Ace Hospitality Management enumerou, por outro lado, um conjunto de ferramentas de análise que asseguram uma gestão de custos mais eficiente e fundamentada, destacando a importância, a nível do diagnóstico e da previsão, dos indicadores de performance (KPI) e da informação histórica.

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Emprego e Formação

Porto Executive Academy promove Pós-Graduação em Gestão de Eventos

Estão abertas as candidaturas à Pós-Graduação em Gestão de Eventos da Porto Executive Academy, até ao próximo dia 21 de setembro.

A pós-graduação em Gestão de Eventos pretende, de acordo com o estabelecimento de ensino, proporcionar aos seus destinatários, independentemente do tipo de negócio e nível de competências, um processo dinâmico de técnicas e práticas relacionadas com a organização e gestão de eventos, sejam eles sociais ou corporativos, para que estes profissionais sejam capazes de dar uma resposta rápida aos desafios do setor, cada vez mais competitivo e volátil.

Dentro dos objetivos mais específicos destacam-se os seguintes: Compreender os diferentes tipos de eventos; Compreender as várias etapas da sua organização e gestão; Compreender a sua natureza multidisciplinar; Compreender o ecossistema da indústria de eventos que envolve uma comunidade de stakeholders (organizadores, participantes, fornecedores, parceiros, expositores, patrocinadores, entre outros), locais, bem como as diversificadas tecnologias associadas; Adquirir conhecimentos técnicos para que o formando seja capaz de planear, organizar, gerir e avaliar diversos tipos de eventos; Conhecer e compreender as principais tendências do setor.

A formação será ministrada em regime presencial, em horário pós-laboral, e em 152 horas de formação.

 

 

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Agências perderam 5 a 10 anos de resultados com a pandemia

Depois do anúncio do local do 47.º Congresso da APAVT, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, Pedro Costa Ferreira confidenciou aos jornalistas que 2022 será um “bom ano”.

Victor Jorge

Segundo contas feitas por alto, as agências de viagens, em Portugal, terão perdido, com a pandemia, entre 5 a 10 anos de resultados, afirmou Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), num encontro com jornalistas, em Ponta Delgada, depois de ter anunciado a cidade açoriana como próximo local do congresso (47.º) da associação.

Considerando que o “grande problema” continuam a ser os balanços e os desafios que enfrentam ao nível da tesouraria, o presidente da APAVT deixou claro que existe uma grande possibilidade de “o verão de 2022 vir a ser melhor do que o de 2023”, já que as poupanças das pessoas terão impacto neste ano, enquanto para o próximo ano já entram em equação fatores como a “inflação, redução do rendimento disponível”, além de uma previsível continuação na subida das taxas de juro.

“Se chegarmos aos números de 2019 seria extraordinário, tendo em vista que os primeiros três meses do ano foram menos positivos”, admitiu o presidente da APAVT, vincando que “a vontade de viajar ultrapassou todas as restrições”, e, por isso, as agências de viagens conseguiram “aumentar quota” pela confiança e apoio que deram aos seus clientes ao longo destes dois anos de pandemia.

Contudo, Pedro Costa Ferreira deixou bem claras as dificuldades vividas no turismo nacional, principalmente no que diz respeito à realidade vivida no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, esperando, por parte dos políticos, “um diálogo adulto”, frisando que a questão do aeroporto “não é uma questão de partidos, mas de políticos”.

Por isso, “ao estarmos a perder milhões de euros por dia”, o presidente da APAVT destacou que “as obras na Portela são uma prioridade”, não esclarecendo qual das opções recentemente apresentadas prefere.

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“Agenda Acelerar e Transformar o Turismo” selecionada pelo PRR e prevê investimento de 151M€

A “Agenda Acelerar e Transformar o Turismo” foi um dos 51 projetos selecionados no âmbito das Agendas Mobilizadoras para a inovação empresarial do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Prevê um Investimento de 151 milhões de euros em projetos de inovação, digitalização e da transição climática,

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Promovida por um consórcio empresarial e académico, de 44 entidades, dinamizado conjuntamente pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP), pelo Turismo de Portugal e pelo NEST – Centro de Inovação do Turismo, a “Agenda Acelerar e Transformar o Turismo” prevê um Investimento de 151 milhões de euros num conjunto de projetos de inovação transformadores com particular destaque no plano da digitalização e da transição climática.

Apresenta-se, segundo nota de imprensa, como um projeto cujo impacto no Plano da Inovação e Transição climática no Turismo nacional “é essencial para o cumprimento das metas do Plano Reativar o Turismo e para que a atividade turística possa enfrentar os desafios do atual contexto altamente competitivo no pós pandemia”.

Pretende-se, com a ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, contribuir para a alteração do perfil de especialização na área do Turismo e na economia portuguesa em geral; dotar as empresas de maior capacidade tecnológica e de inovação, permitindo também uma requalificação e especialização dos recursos humanos e a redução das emissões de CO2, tendo em conta a transição climática necessária.

Os investimentos desta Agenda, conforme adianta a mesma fonte, festão ocados no turista, “para dar resposta ao quadro competitivo entre destinos turísticos, o que implica um novo padrão de oferta em toda a jornada do turista, para chegar a um patamar mais exímio na eficiência e na proposta de valor adequada para os novos padrões de consumo e de sustentabilidade”.

“A CTP agradece a todos os intervenientes no consórcio a disponibilidade para participar e investir, provando que o Turismo tem capacidade para inovar e liderar também no plano da transição climática, da digitalização e da inovação, confirmando mais uma vez o seu papel de motor do crescimento da economia e do emprego“, afirma Francisco Calheiros, que acredita que “com o reforço dos apoios públicos anunciados de 930 milhões de euros para 3.000 milhões de euros estão criadas as condições para dar resposta aos projetos de investimento apresentados pelo Turismo”.

A definição da “Agenda Acelerar e Transformar o Turismo” iniciada em junho de 2021. Vai agora desenrolar-se um processo de negociação e contratação de cujo sucesso no plano dos apoios dependerá a concretização desta Agenda.

Por inerência dos projetos da Agenda do Turismo, o tecido empresarial terá aumentos da produtividade e competitividade através da inovação e introdução de tecnologia nas operações, com a consequente qualificação dos recursos humanos e pelo aumento da geração de valor através do conhecimento do turista, da eficiência energética e do uso de recursos com práticas sustentáveis.

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Anantara Royal Vila Viçosa Resort abre portas em 2024

Com a abertura do Anantara Royal Vila Viçosa Resort, em 2024, a marca passa a contar com duas unidades hoteleiras de luxo em Portugal.

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O projeto, que se enquadra no âmbito da expansão estratégica da cadeia hoteleira por toda a Europa, resulta de uma parceria estratégica com o grupo português Investaureum, com o objetivo de transformar um antigo mosteiro em Vila Viçosa, edifício icónico do século XV, num hotel de cinco estrelas.

Localizado no centro de Vila Viçosa, conhecida como a “Princesa do Alentejo”, este novo resort será constituído por 50 quartos, 10 suites, 16 residências, uma piscina exterior e interior, três restaurantes, incluindo uma área reservada a jantares, um bar e uma adega. O Anantara Spa, uma sala de fitness e três salas de conferência também farão parte das comodidades do resort.

O design de interiores é liderado pelo estúdio de arquitetura, urbanismo e design, Broadway Malyan, com o objetivo de manter e respeitar a história do edifício e o património de Vila Viçosa. O Anantara Royal Vila Viçosa vai ser distribuído por três pisos e o seu design procurará destacar as caraterísticas dos espaços originais do antigo convento.

A marca estreou-se na Europa em 2017 com o lançamento do Anantara Vilamoura Algarve Resort, seguido de um retiro de luxo em Marbella, o Anantara Villa Padierna Palace Resort. A marca tem prosseguido a sua expansão na Europa, e tem novas aberturas previstas até ao final de 2022.

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47.º Congresso da APAVT será realizado em Ponta Delgada

Depois de revelada a data do próximo congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), faltava o local. Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, foi o local escolhido para receber a 47.ª edição do congresso da APAVT.

Victor Jorge

Pela quinta vez, depois de 1995, 2006, 2013 e 2018, o arquipélago dos Açores vai receber o congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), entre os dias 8 e 11 de dezembro, no que será a 47.ª edição do evento.

O local escolhido foi a cidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, anúncio oficial feito esta segunda-feira, 4 de julho, pelos presidentes da APAVT e do Governo Regional dos Açores, Pedro Costa Ferreira e José Manuel Bolieiro, respetivamente, em cerimónia que contou também com a presença da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, da secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestrutura, Berta Cabral, da diretora Regional do Turismo, Rosa Costa, e do vice-presidente do Turismo de Portugal, Filipe Silva.

Na cerimónia, realizada no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, Pedro Costa Ferreira frisou que pretende que este seja mais do que o congresso das agências de viagens e ser “o congresso do turismo português”, salientando que é neste certame que se pretende fazer uma “reflexão do que tem acontecido” e onde serão traçadas as “bases do caminho” que falta percorrer.

“Não podíamos estar em melhor local para fazermos a reflexão sobre o futuro do turismo nacional”, considerou ainda o presidente da APAVT, destacando que para a escolha do local terá contribuído o facto de os Açores serem um destino “alicerçado” em “três grandes pilares” – “natureza, autenticidade e a sustentabilidade” -, observando que, mais do que ideias feitas, são “realidades” e “instrumentos de política” que servem de “base de crescimento coerente e sustentável”.

Num evento que na última edição juntou mais de 700 pessoas, Pedro Costa Ferreira lembrou que se trata de um congresso “organizado por agentes de viagens”, mas que é “o congresso do turismo português”.

Destacada foi, igualmente, a data do evento, realçando tanto o presidente da APAVT como o presidente do Governo Regional doa Açores, José Bolieiro, a importância de o congresso “combater a sazonalidade” por decorrer num período de “época baixa”.

De resto, José Bolieiro deixou bem claro que os Açores “não apostam num turismo em massa” e que estará para breve a apresentação de “um plano estratégico para o turismo regional, que dará resposta aos “passos consistentes” que os Açores têm vindo a dar, num “pensamento moderno” que, segundo o mesmo, “é considerado já um exemplo pela prática”, destacando o presidente do Governo Regional as preocupações com a sustentabilidade e natureza.

Bolieiro frisou que os Açores “não procuram o crescimento económico sem ter o enquadramento da sustentabilidade bem vincado”, concluindo que “apresentamos um rumo para o nosso desenvolvimento”.

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IPDAL promove XIII Fórum do Turismo “Portugal-América Latina

Promovido pelo IPDAL, o XIII Fórum do Turismo “Portugal-América Latina” vai ter lugar no próximo dia 07 de julho, quinta-feira, no Lux Lisboa Park Hotel.

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Trata-se da iniciativa empresarial mais antiga do Instituto para a Promoção da América Latina e Caraíbas (IPDAL) onde se reúnem anualmente os principais atores do turismo português e latino-americano.

Realizados desde 2009, estes fóruns do Turismo constituem, segundo a organização, “a principal plataforma multi stakeholder e de alto nível em Portugal, dedicada a promover os intercâmbios turísticos com uma das regiões mais dinâmicas do mundo no setor, de maneira direcionada aos principais atores e decisores portugueses”.

O IPDAL indica ainda que, tratando-se de uma iniciativa de proximidade e alto nível, onde o acesso é exclusivo a convidados, e sendo direcionada apenas aos mais influentes representantes do turismo português e latino-americano, o fórum contará com cerca de 50 convidados.

Alguns dos oradores desta edição são a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, o vice-ministro do Turismo da Colômbia, Ricardo Galindo Bueno, o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a presidente da Pro Colombia, Flavia Santoro.

Os objetivos do Fórum são promover o incoming e o outgoing de turistas entre Portugal e América Latina, juntando os embaixadores da região com os principais players portugueses do setor.

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