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‘Angola Investe’ inclui hotelaria e turismo

Anúncio foi feito pelo ministro da Hotelaria e Turismo angolano, Pedro Mutindi.

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Segundo a Angola Press, o responsável explicou que esta era uma medida muito aguardada, e “só a existência de um fundo para o fomento do turismo estaria em condições de facilitar um melhor posicionamento da classe empresarial angolana ligada ao Turismo e Hotelaria”.

Com esta medida, os operadores do sector podem optar pela utilização desses fundos para potenciar as duas áreas e os empresários do sector de Hotelaria e Turismo “deverão ter acesso ao financiamento do ‘Angola Investe’ nas mesmas condições que os empreendedores dos demais sectores. “

De notar que, inicialmente, o programa foi estruturado para apoiar investimentos nas áreas de Agricultura, Pecuária e Pescas, materiais de construção, serviços de apoio ao sector produtivo, indústrias, transformadoras, energia e minas.

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Solférias alarga oferta para Monastir de Lisboa e Porto

O operador turístico Solférias anuncia que alargou a oferta para a estância turística tunisina de Monastir, no verão, com dois voos extra por semana, um com saída de Lisboa e outro do Porto.

Esta operação charter decorrerá de 21 de julho a 15 de setembro de 2023 (último regresso), em voos diretos da companhia aérea Air Horizont, com partidas de Lisboa e do Porto, às sextas-feiras.

O pacote de sete noites custa desde 770 euros, por pessoa em duplo, em regime de tudo-incluído.

Segundo o operador turístico, em nota de imprensa, esta operação integra a sua já habitual programação de verão e reforça a procura crescente pelo destino. “Uma operação pensada tendo em conta as necessidades das agências de viagens e, naturalmente, dos seus clientes”, indica a Solférias.

 

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Portugal e Espanha definem “pontos de encontro” no turismo transfronteiriço

Portugal e Espanha acordaram uma nova Estratégia para o Turismo Fronteiriço. Se do lado português, o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, considera que “definirá conceitos de turismo virados para o futuro”, a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, refere que se trata de “uma oportunidade e não de uma necessidade”.

O ministro da Economia e do Mar de Portugal, António Costa e Silva, e a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, apresentaram esta quinta-feira, 19 de janeiro, no decorrer da FITUR 2023, em Madrid, a nova Estratégia de Sustentabilidade do Turismo Transfronteiriço 2022-2024 no que o ministro português considerou ser um “projeto transformador” e que irá desenhar “novos pontos de encontro entre os dois países”.

António Costa e Silva destacou mesmo “o dia histórico”, uma vez que se trata de um “acordo único no mundo”. De acordo com o ministro português, este acordo permitirá, através do turismo, “fixar população, atrair talento e qualificar pessoas”, dando enfâse ao que os dois países poderão oferecer em termos de gastronomia, enologia, literatura, cultura, arte, entre outros.

Salientando o facto de “estarmos a falar de 1.234 quilómetros de fronteira” e, em termos demográficos, de “cerca de 140.000 quilómetros quadrados de território”, Costa e Silva considera que este projeto “redefine o turismo através do território”, uma vez que existe “uma forte ligação entre as regiões transfronteiriças portuguesas e espanholas”.

Contudo, o ministro da Economia e do Mar português salientou o facto de ser necessário” reinventar produtos turísticos para oferecer experiências novas” que assentarão, também, numa estratégia de promoção externa conjunta.

“As comunidades sentem-se abandonadas”, destacando Costa e Silva “a coesão territorial” como factor essencial para o futuro, frisando ainda que “com as acessibilidades que estão e serão construídas, teremos a capacidade de fidelizar fluxos turísticos”.

“Os países quando trabalham juntos podem ser transfigurados”, admitindo mesmo que esta estratégia agora apresentada e que será desenvolvida no futuro, “poderá reinventar a identidades dos dois países. No fundo, queremos apresentar conceitos de turismo virados para o futuro”, terminou António Costa e Silva.

Já Maria Reyes Maroto também destacou o “acordo único” que os dois países passam a desenvolver a partir de agora e que fora assinado na Cimeira Bilateral de novembro de 2022 em Viana do Castelo. “Estamos a falar oportunidades e não de necessidades”, considerou a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha.

Reyes Maroto definiu, de resto, quatro pontos estratégicos para este acordo: “oportunidade; desenvolvimento económico e social do território; sustentabilidade não só ambiental, mas também económica e social; e coesão”.

No final, António Costa e Silva referiu que “as duas entidades responsáveis pela promoção do turismo de ambos os países irão agora definir a respetiva estratégia conjunta”, não tendo avançado com prazos, investimentos e quais os mercados onde será realizada a aposta na promoção desta nova parceria.

 

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Greve na TAP vai mesmo avançar e custará mais de 65 M€ e 1.316 de voos.

Os associados do SNPVAC rejeitaram, esta quinta-feira, em assembleia-geral, a proposta da TAP, e decidiram manter o pré-aviso de greve entre os dias 25 e 31 de janeiro. Segundo a companhia, a fatura ascende a cerca de 68 milhões de euros, afetando mais de 150 mil passageiros e o cancelamento de mais de 1.300 voos.

A greve na TAP vai mesmo avançar. Isso mesmo foi decidido por uma larga maioria que votou contra a proposta da companhia aérea, mantendo assim a paralisação que estava prevista entre os dias 25 e 31 de janeiro.

De acordo com as contas feitas pela administração da TAP terá um custo total direto estimado de “48 milhões de euros (29,3 milhões em receitas perdidas e 18,7 milhões em indemnizações aos passageiros)” Além disso, a equipa executiva da companhia aérea nacional prevê também “perdas de 20 milhões adicionais devido ao impacto potencial nas vendas para outros dias e à sub-otimização de outros voos, com passageiros reacomodados”.

Além disso, a TAP estima que, com esta nova paralisação, serão cancelados 1.316 voos e afetados 156 mil passageiros.

Em comunicado, a TAP refere que “a decisão de avançar com uma greve de 25 a 31 de janeiro deita por terra todo o trabalho de aproximação entre as partes, deixando milhares de clientes da TAP com os seus planos defraudados e afetando seriamente os resultados da Companhia. Num ano especialmente relevante para a concretização do Plano de Restruturação e que conta com desafios acrescidos, como a escalada da inflação, do preço dos combustíveis e a incerteza da procura, a decisão tomada pela Assembleia Geral do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) é infelizmente um obstáculo no caminho que temos traçado”.

A TAP reafirma ainda “manter o foco na concretização do Plano de Reestruturação, pressuposto fundamental da obtenção de resultados e da salvaguarda do futuro da empresa”.

Lamentando “profundamente” a decisão tomada hoje em Assembleia Geral do SNPVAC, com o pré-aviso de sete dias de greve, entre 25 e 31 de janeiro, a TAP refere que, “dos 14 pontos reivindicados pelo SNPVAC foram aceites 12, o que representa 85% das propostas em causa”.

Assim, a administração da TAP frisa que “a estabilidade é fundamental para a empresa (…) e tem de ser construída com resultados e equilíbrio nas situações que impliquem alterações do caminho percorrido para reconhecer o esforço dos trabalhadores e acomodar as necessidades de manter a competitividade da empresa”.

A TAP considera ainda que “adicionar um Chefe de Cabina nos aviões de longa distância (Airbus A330); não aceite, uma vez que a retirada deste Tripulante foi devidamente aprovada pelo Sindicato e seus Associados, sendo incorporado no Acordo de Emergência, não tendo ao dia de hoje qualquer falha ou dúvida de interpretação adjacente. A cedência desta medida significaria vários milhões de euros, acrescidos ao esforço que já representam todos os pontos aceites, além de colocarem a TAP em desvantagem competitiva com os seus pares europeus que têm hoje menos um elemento também”.

Segundo a Lusa, que cita fonte oficial, os tripulantes, reunidos em assembleia-geral rejeitaram, pela segunda vez, uma proposta da TAP, que ia ao encontro de 12 das 14 reivindicações do SNPVAC, na tentativa de evitar uma nova greve de sete dias, depois de uma paralisação de dois dias, em dezembro, ter tido um impacto de cerca de oito milhões de euros na companhia aérea.

À entrada para a reunião, o presidente do sindicato, Ricardo Penarróias, tinha dito que era “muito provável” que os tripulantes decidissem manter o pré-aviso de greve, isto mesmo após o ministro das Infraestruturas, João Galamba, ter dito que estava “convicto” de que a paralisação não ia acontecer.

Antes, o dirigente sindical tinha tido uma reunião com o ministro das Infraestruturas, que, em nota enviada pelo gabinete às redações, manifestou-se “convicto” de que a assembleia-geral do SNPVAC daria “um passo decisivo para a melhoria da situação dos trabalhadores e da companhia aérea, permitindo evitar uma greve de sete dias que causaria um grave dano à empresa”.

“Iremos discutir o documento, ouvir as opiniões de todos os associados e, no final, são os associados que irão tomar a decisão”, sublinhou Ricardo Penarróias, citado pela Lusa.

Sobre a reunião com o Governo, o presidente do SNPVAC apontou que foi “construtiva, informal, sensibilizando para a importância do momento, a importância que uma greve poderá ter para a saúde financeira da empresa. Nós somos sempre sensíveis a isso”, disse.

Questionado sobre as diferenças entre a proposta agora discutida e a anterior, Penarróias disse que se trata de “questões muito técnicas”, como, por exemplo, o regresso de mais um tripulante aos voos transatlânticos, com mais de seis horas, que estavam a ser realizados com quatro elementos.

Para o sindicato, a ausência de mais um tripulante naqueles voos é “questionável” em termos de segurança e “miserável” em termos de condições de trabalho.

Para concluir, a TAP considera que “a concorrência nesta indústria global é muito forte e a Companhia disputa o mercado com outras companhias em todas as rotas que opera. Qualquer fator que comprometa esta confiança dos clientes na TAP põe em causa o caminho de recuperação que temos vindo a percorrer e todo o esforço e sacrifício conjunto que os trabalhadores têm feito”.

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Receitas turísticas de novembro ultrapassam pela primeira vez os mil milhões de euros

Os dados do Banco de Portugal (BdP) mostram que, em novembro, pela primeira vez neste mês, as receitas turísticas ficaram acima dos mil milhões de euros, ultrapassando igual mês de 2019 em 35,1%, que tinha sido o melhor mês de novembro de sempre para o turismo nacional.

As receitas provenientes da atividade turística voltaram a subir no passado mês de novembro e, pela primeira vez, ultrapassaram os mil milhões de euros neste mês, que se tornou já no melhor novembro de sempre para o turismo nacional, com as receitas a somarem 1.226,67 milhões de euros, segundo os dados revelados esta quinta-feira, 19 de janeiro, pelo Banco de Portugal (BdP).

De acordo com o BdP, as receitas turísticas de novembro, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, ficaram 35,1% acima do apurado em igual mês de 2021 e ultrapassaram mesmo novembro de 2019, que tinha sido o melhor mês de novembro de sempre para o turismo nacional, em 24,4%.

Tal como as receitas turísticas, também as importações do turismo, que são apuradas pelos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, somaram, em novembro, o valor mais elevado de sempre para este mês, chegando aos 394,98 milhões de euros, o que traduz uma subida de 22,4% face ao valor apurado em novembro de 2021 e de 8,5% em comparação com novembro de 2019.

E também o saldo da rubrica “Viagens e Turismo” aumentou em novembro de 2022 e somou 831,69 milhões de euros, valor que ficou 42% acima do apurado em igual mês de 2021 e 33,4% do registado em novembro de 2019.

O BdP indica que, em novembro,  “a rubrica de viagens e turismo, cujas exportações e importações cresceram, em termos homólogos, respetivamente, 35,1% e 22,4%”, contribuiu para a subida das exportações e das importações na balança de serviços, que registou mesmo um excedente e compensou “parcialmente” o aumento do défice da balança de bens.

Acumulado também sobe

Tal como em novembro, também o acumulado desde o início do ano traz boas notícias, uma vez que as receitas turísticas somam já 19.722,13 milhões de euros, o que traduz um aumento de 16,1% face aos 16.955,7 milhões de euros que tinham sido apurados em novembro de 2019.

As boas notícias são ainda comuns às importações do turismo, que somaram, em novembro, 5.116,18 milhões de euros, ultrapassando em 8,3% o valor de 4.722,2 milhões de euros acumulado até novembro de 2019.

No saldo da rubrica “Viagens e Turismo”, o aumento foi de 16,5%, uma vez que os 12.508,73 milhões de euros apurados no acumulado dos primeiros 11 meses de 2019 comparam agora com um valor que chega aos 14.569,97 milhões de euros.

 

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CML reafirma interesse em cobrar taxa turística a passageiros de cruzeiros ainda no 1º semestre

Tanto o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, como o vice-presidente da autarquia, Filipe Anacoreta Correia, têm manifestado interesse em que passe a ser cobrada uma taxa turística a passageiros que cheguem à capital em navios de cruzeiros.

A cobrança da taxa turística aos passageiros que desembarquem em navios de cruzeiros em Lisboa, é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”, defende a autarquia, que avança que “tem sido uma negociação difícil”, apesar de estar prevista em regulamento, perspetivando que a situação se resolva “em breve”.

“Parece-nos inaceitável e incompreensível que os passageiros dos navios de cruzeiro não paguem a taxa turística, como está prevista, e, portanto, é uma matéria em relação à qual nós não abdicaremos e também esperamos que em breve, no decurso do primeiro semestre deste ano, seja concretizada”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, citado pela Agência Lusa.

Esta intenção que foi proferida na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, segue-se às recentes declarações do presidente da autarquia, Carlos Moedas, de que os turistas de cruzeiros também devem pagar dois euros quando desembarcam na cidade.

Na apresentação da Doca da Marinha, em Lisboa, que foi alvo de um plano de dinamização, Carlos Moedas lembrou a importância da taxa turística para a cidade, e dependeu que a cobrança de dois euros aos passageiros de cruzeiros à chegada a Lisboa é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”.

“A taxa turística é isto: vamos ao Museu do Tesouro Real ou mesmo aqui e os turistas, com o pagamento da taxa, deixaram o contributo para o desenvolvimento da cidade, para a melhoria das condições e da oferta, nomeadamente, a nível cultural”, afirmou  autarca de Lisboa, sublinhando que os turistas que chegam a Lisboa nos cruzeiros também devem pagar taxa. “Para quem chega ao Terminal de Cruzeiros, dois euros não é nada”.

Como presidente em exercício devido à ausência de Carlos Moedas, Filipe Anacoreta Correia respondeu que a Câmara Municipal de Lisboa tem tido “um grande empenho” para que também na atividade dos navios cruzeiros possa ser cobrada a taxa turística, “que está prevista no regulamento, mas que não tem sido cobrada”.

“Tem sido uma negociação difícil, mas posso dizer que a câmara está determinada em relação a essa matéria”, assegurou o autarca, referindo que a justificação dada pelos operadores de cruzeiros para a não cobrança da taxa turística é que a mesma “tem que ser antecipada ao tempo da comercialização dos próprios cruzeiros”.

Na cidade de Lisboa, a taxa turística começou a ser aplicada em janeiro de 2016 sobre as dormidas de turistas nacionais (incluindo lisboetas) e estrangeiros nas unidades hoteleiras ou de alojamento local. Inicialmente era de um euro por noite, mas a partir de janeiro de 2019 aumentou para dois euros.

 

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Turismo Industrial de S. João da Madeira assinala 11º aniversário com várias iniciativas

O Turismo Industrial de S. João da Madeira está a assinalar o seu 11º aniversário com várias atividades e visitas orientadas, a decorrer nas empresas e instituições parceiras deste programa municipal.

Este programa pioneiro de turismo industrial, iniciado em janeiro de 2012 pelo município de S. João da Madeira, que visa proporcionar a descoberta do património industrial e da indústria viva que caraterizam e diferenciam o território do concelho, engloba empresas como a Viarco – Fábrica Portuguesa de Lápis, Fepsa – Feltros Portugueses, Cortadoria Nacional de Pêlo, Heliotextil, Bulhosas, Flexitex, Molaflex, Belcinto, CEI – Companhia de Equipamentos Industriais, ERT – Têxtil Portugal, Mariano Shoes, Faurecia e Monte Campo.

Do roteiro de visitas do Turismo Industrial de S. João da Madeira, fazem ainda parte a Academia de Design e Calçado, Centro Tecnológico do Calçado de Portugal e Sanjotec, além de equipamentos municipais como o Museu da Chapelaria, o Museu do Calçado, a Torre da Oliva e a Oliva Creative Factory (onde se encontra o Centro de Arte Oliva).

Segundo avança a imprensa local, no ano passado, com o objetivo de dar continuidade ao processo de afirmação e crescimento deste projeto, a Câmara Municipal assinou, com a Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal, a Declaração de Colaboração, no quadro da dinamização do Turismo Industrial em Portugal.

Refira-se, por outro lado que o Turismo Industrial de S. João da Madeira foi distinguido, no início de janeiro, com o Prémio de Mérito da Society for Historical Archaeology, passando, assim, a ser um dos quatro primeiros projetos portugueses a receberem este galardão internacional atribuído por essa organização educacional, fundada em 1967 e sediada nos Estados Unidos da América, que, desde 1988, reconhece, dessa forma, indivíduos e organizações que se distinguem na causa da arqueologia histórica.

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Baixa Pombalina de Lisboa é candidata a Património Mundial da UNESCO

A Câmara Municipal de Lisboa está a formalizar a candidatura da Baixa Pombalina a Património Mundial, com o pedido junto da Comissão Nacional da UNESCO, fundamentando, segundo o presidente da autarquia, Carlos Moedas, como sendo “uma cidade única: histórica e inovadora, tradicional e cosmopolita”, e tendo em conta “a excecionalidade desta zona histórica” e os contributos para a história da humanidade.

“Estamos muito empenhados em obter a classificação da Baixa Pombalina como Património da Humanidade. Lisboa é uma cidade única: histórica e inovadora, tradicional e cosmopolita, com uma identidade singular, mas sempre aberta ao mundo”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, citado pela Lusa.

O autarca destaca os bens patrimoniais da cidade, “em particular aqueles que lembram a impressionante capacidade de resposta que o povo português teve ao terramoto de 1755, um dos mais destruidores de sempre”, considerando que “são dotados de um valor universal excecional e merecem ser distinguidos e protegidos”.

O processo de candidatura da Baixa Pombalina à distinção atribuída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para proteger os sítios de valor universal excecional, decorreu durante o ano de 2022 e o pedido acaba de ser formalizado, com a comunicação do interesse em que este conjunto monumental seja inscrito na Lista Indicativa de Portugal.

A Câmara Municipal de Lisboa considera “fundamental” a inscrição da zona na Lista Indicativa de Portugal, para que seja possível “uma futura classificação, justificada pela excecionalidade desta zona histórica e pelos seus contributos para a história da humanidade”.

Carlos Moedas acredita que estes bens materiais “são dotados de um valor universal excecional e merecem ser distinguidos e protegidos”. O pedido é formalizado com a comunicação do interesse de inscrever este conjunto na Lista Indicativa de Portugal.

Para o autarca, a Baixa Pombalina “é um sítio monumental único”, que inclui “múltiplos edifícios de reconhecido valor histórico e patrimonial, que representam diferentes épocas e conservam a sua autenticidade”, nos quais se incluem o Torreão Poente da Praça do Comércio, que “será alvo de requalificação para acolher um núcleo do Museu de Lisboa”.

Uma das vantagens desta classificação enumeradas pela autarquia é no âmbito da reabilitação do património, pela possibilidade de atribuição de incentivos e benefícios fiscais, isenção de taxas ou criação de um banco de materiais e de uma bolsa de projetistas com experiência de reabilitação. Por outro lado, destaca as mais-valias na proteção e conservação do conjunto edificado e ao nível da educação, pela possibilidade de promover campanhas de divulgação e de informação sobre o património.

 

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Viagens Tempo e Turkish Airlines promovem famtrip a Istambul e à Jordânia

As Viagens Tempo vão promover, entre 21 e 28 de janeiro, uma famtrip a Istambul, na Turquia, e à Jordânia, que vai decorrer em parceria com a companhia aérea Turkish Airlines e que conta com a participação de nove agentes de viagens portugueses.

O operador turístico Viagens Tempo vai promover, entre 21 e 28 de janeiro, uma famtrip a Istambul, na Turquia, e à Jordânia, que vai decorrer em parceria com a companhia aérea Turkish Airlines e que visa dar a conhecer aos agentes de viagens portugueses “dois dos destinos ‘best-seller’” do operador turístico e que, segundo as Viagens Tempo, têm um “forte potencial para crescer ainda mais no mercado português”.

“Os agentes de viagens vão poder conhecer in loco a forma como operamos os nossos programas e, claro, familiarizar-se com os destinos”, explica o operador turístico ao Publituris, revelando que a viagem inclui três dias em Istambul e cinco dias na Jordânia.

Durante a famtrip, os agentes de viagens vão poder visitar a Mesquita Azul, o Palácio Topkapi e realizar um passeio de barco no Bósforo, em Istambul, enquanto na Jordânia estão previstas visitas a Petra, que é uma das 7 Maravilhas do Mundo, mas também ao Mar Morto e ao deserto de Wadi Rum, existindo ainda a oportunidade de conhecer o Aeroporto de Istambul em visita guiada e a Turkish Flight Academy, a academia de formação da Turkish Airlines.

De acordo com as Viagens Tempo, além de Istambul, esta famtrip pretende que os agentes de viagens conheçam também a Jordânia e as suas atrações turísticas, uma vez que se trata de um destino em que o operador tem vindo a apostar há vários anos e que tem “crescido ano após ano, quer em individuais quer em grupos fechados, contando já com um interessante número de grupos confirmados para este ano”.

“A estreita relação com os nossos representantes locais, com quem trabalhamos há mais de 10 anos, e o conhecimento profundo do destino permitem-nos ter um produto diversificado e com um elevado padrão de qualidade”, acrescenta o operador turístico, revelando que conta incluir na sua programação para 2023 um combinado Istambul e Jordânia.

“Contamos incluir na nossa programação de 2023 um combinado Istambul e Jordânia. Neste momento contamos já com diversos programas na Turquia e na Jordânia que podem ser consultados na nossa página www.viagenstempo.pt”, diz o operador ao Publituris.

Além dos representantes das Viagens Tempo e da Turkish Airlines, a famtrip vai contar com a participação do Publituris e de nove agentes de viagens, concretamente das agências Easy Go Holidays, Portugal With, Inatel Turismo, Portugal 2 Travel, Bestravel (Cascais), B Travel, FR Travel, Wamos / Top Atlântico Gaia Shopping e Eco Travel.

Os voos são realizados pela Turkish Airlines, com partida do aeroporto do Porto.

 

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Air Canada muda-se para o Terminal A do aeroporto de Newark

A companhia aérea canadiana passou a operar no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, a partir de 12 de janeiro.

A Air Canada passou a operar, a partir de 12 de janeiro, no Terminal A do Newark Liberty International Airport (EWR), nos EUA, informou a companhia aérea canadiana em comunicado.

Devido à mudança, a Air Canada está a pedir aos seus passageiros com voos de conexão em Newark que verifiquem o terminal e a porta de embarque a que se devem dirigir.

No novo terminal, os passageiros da Air Canada que viajem em Classe Business ou que tenham acesso aos lounges da Star Alliance, vão poder aceder ao United Club Lounge, que vai ser inaugurado no final da primavera.

Mais informações aqui.

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Azores Airlines passa a ter seis famílias tarifárias distintas

O Grupo SATA ampliou a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias, distribuídas por duas classes.

O Grupo SATA decidiu ampliar a estrutura tarifárias da Azores Airlines, que passa a contar com seis famílias tarifárias distintas que se distribuem por duas classes de serviço, concretamente Classe Económica e Classe Conforto (também conhecida como Classe Executiva).

Segundo uma nota informativa do grupo de aviação açoriano, a nova estrutura tarifária da Azores Airlines pretende “oferecer mais possibilidade de escolha aos passageiros e conferir melhor visibilidade sobre o portefólio de produtos e serviços que a companhia aérea oferece”.

“As tendências de consumo dos viajantes indicam que, cada vez mais, as necessidades, expetativas e prioridades dos passageiros diferem de acordo com o propósito e o momento em que realizam a viagem”, explica o Grupo SATA na informação divulgada, sublinhando que há diferenças nas necessidades dos passageiros que viajam em trabalho, lazer, em família, em viagens curtas ou mais longas.

Com esta alteração, a Azores Airlines passa a contar com quatro tarifas dentro da Classe Económica, concretamente Economy Simple, Economy Basic, Economy Flex e Economy TOP, assim como com outras duas na Classe Executiva.

Na Classe Económica, a tarifa Economy Simple é adequada para quem viaja apenas com bagagem de mão, enquanto a Economy Basic inclui bagagem de porão ou equipamentos desportivos, sendo ainda possível optar pela Economy Flex, que permite a alteração de datas e a escolha do lugar, bem como pela Economy Top, que, além de permitir alterações, possibilita reembolso, prioridade no check-in e na bagagem, e uma bagagem extra de porão.

Já na Classe Conforto (também conhecida como Executiva), a Azores Airlines disponibiliza a tarifa Comfort Light, que dá acesso ao conforto da cabine de classe executiva com algumas restrições na flexibilidade e com um valor mais económico, enquanto a Confort Plus é adequada para quem deseja usufruir de uma experiência de viagem completa, com mais bagagem de cabine e de porão, entre outros benefícios.

“Cada família tarifária contém atributos e serviços diferentes, que estarão disponíveis até ao último lugar da família existente na respetiva cabine. As classes tarifárias são geridas de forma dinâmica e de acordo com a procura. Esta nova circunstância permite maior dinâmica na oferta e a possibilidade de surgirem boas ocasiões para os passageiros”, explica o Grupo SATA, aconselhando os seus passageiros a estarem atentos “às promoções relâmpago, pois permitirão beneficiar de boas oportunidades”.

Inalterados mantêm-se os benefícios associados às tarifas económicas de Residente e Estudante, assim como as condições para os passageiros que já tenham “passagens aéreas adquiridas no anterior modelo”, uma vez que estas viagens mantêm as “condições adquiridas”.

A nova estrutura tarifária da Azores Airlines já se encontra disponível em todos os canais de venda da companhia aérea, bem como através das agências de viagens.

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