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In Flight Solutions celebra contrato de gestão com Star Alliance

Em causa está a construção do novo Lounge no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

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Em causa está a construção do novo Lounge no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

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A In Flight Solutions anunciou a celebração de um contrato de gestão com a Star Alliance, no âmbito da construção do novo Lounge no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

O espaço, que será inaugurado a 25 de julho de 2014, no novo Terminal 3 (T3) daquele aeroporto, pode acomodar até 295 pessoas, numa área de 1,350m2.

O acesso ao novo Lounge será, para já, em exclusivo para passageiros que viajam em First ou Business Class das companhias aéreas que fazem parte do Grupo Star Alliance e que sejam Gold Members.

Em linha com o novo conceito de Lounges da Star Alliance (já implementados noutros aeroportos como de Buenos Aires, Los Angeles e Paris), foram introduzidos e combinados elementos identificativos da cultura brasileira com os elementos de branding globais do grupo.

O espaço conta ainda com acesso Wi-fi gratuito; business center dedicado; impressora Wi-fi; Bar e zonas dedicadas de bebidas quentes e frias à discrição; uma selecção de impressa diária, semanal e mensal (tanto local como internacional); zona de TV com canais temáticos noticiosos e desportivos; zona de chuveiros equipada, complementando a área de lavabos; informação de voos permanentemente disponível.

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Web Summit prevê 70 mil participantes, 2.600 startups e empresas e mais de mil investidores

O ministro da Economia e Mar, António Costa Silva, afirmou esta quinta-feira que a edição deste ano da Web Summit contará com mais de 70.000 participantes, acima de 2.600 startups e mais de mil investidores.

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António Costa Silva, citado pela Agência Lusa, falava no Hub Criativo do Beato, numa conferência de imprensa conjunta com o cofundador da Web Summit Paddy Cosgrave, a propósito do evento que arranca já no início de novembro em Lisboa.

“Os números que estamos à espera” são de “mais de 70.000” participantes, “mais de 2.600 ‘startups’ e empresas, mais de 1.000 investidores”, referiu o governante.

A Lusa cita ainda a organização da Web Summit, aquela que é considerada a maior cimeira tecnológica a nível mundial, que indica que esgotou os bilhetes mais cedo do nunca, espera mais de 70.000 participantes, 2.630 startups e empresas, 1.120 investidores e terá 1.040 oradores a viajar para Lisboa.

Os dados da edição deste ano “confirmam os níveis” de participação pré-pandemia, afirmou o ministro, salientando que o evento “será bem sucedido”.

 

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Hotelaria

Nova edição: Que futuro guarda a Serra da Estrela para a hotelaria?

Conheça os destaques da edição de outubro da Publituris Hotelaria.

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Que futuro guarda a Serra da Estrela para a Hotelaria? Fique a conhecer a resposta a esta questão na edição de outubro da Publituris Hotelaria, onde, mais do que percentagens de perdas, os profissionais do setor apontam soluções para recuperar o destino.

Na “Análise CLEVER” deste mês, Luís Brites, CEO Clever Hospitality Analytics, baseia-se em dados da Lybra Tech para apontar as perspetivas turísticas para os próximos meses, que continuam positivas apesar da conjuntura da guerra na Ucrânia.

Ainda nesta edição damos conta do novo hotel da Montebelo Hotels & Resorts em Alcobaça na rubrica “Fala-se”, que planeia abrir em soft opening ainda em outubro. Com um conjunto de 91 unidades de alojamento, e um investimento que já ronda os 22,5 milhões de euros, esta unidade pretende ser um polo para a organização de eventos, numa lógica de bleisure.

Viajando até aos Açores, o destaque vai para o Senhora da Rosa, Tradition & Nature Hotel, que este ano cumpre um ano de atividade. Este “pequeno retiro perto da cidade” – característica que, de acordo com a diretora da unidade, confere a diferenciação ao hotel – planeia contornar a sazonalidade do destino com a aposta no mercado americano. O investimento em recursos humanos para 2023 será outro dos pontos reforçados pelo hotel.

No dossier, o destaque vai para as empresas que marcam presença na DecorHotel 2022, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de novembro. Após o evento do ano passado, realizado em Lisboa, as empresas apoiam a rotatividade da feira entre a capital e o Porto, deixando sugestões para as próximas edições.

Já na rubrica dos fornecedores apresentamos o novo marketplace online da makro, uma plataforma que reúne mais de 20.000 referências de produtos não alimentares destinados à restauração, catering e alojamento. Em entrevista à Publituris Hotelaria, David Antunes, CEO da makro Portugal, explica as especificidades desta plataforma, o que a diferencia dos outros canais da marca e as novas exigências do cliente do canal Horeca.

No “Palavra de Chef” deste mês apresentamos o trabalho da chef Fatmata Binta, que marcou presença na 18ª edição do Congresso dos Cozinheiros, em Oeiras. Nascida e criada na Serra Leoa, com ascendência guineense, Fatmata Binta foi distinguida este ano com o Basque Culinary World Prize, considerado o óscar da culinária, e com o prémio The Best Chef Rising Star. Pertencente à primeira geração do povo nómada Fulani, a chef dá-nos a conhecer o seu projeto Dine on a Mat, onde celebra a forma como os Fulani, os nómadas e africanos comem em zonas rurais.

A fechar, fique com as sugestões de David Ferreira Rosa, Sommelier no BAHR Terrace, do Bairro Alto Hotel, e as novas cartas de outono do Mama Shelter Lisboa e do La Squadra.

As opiniões pertencem a Francisco Moser (Nova SBE Westmont); Miguel Paredes Alves (HotelShop); Luís Pedro Carmo Costa (Neoturis); António Antas Teles e Abílio Vilaça (ISAG); Afonso Magalhães (Mama Shelter Lisboa) e Liliana Conde (consultora).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

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Destinos

Receitas turísticas voltam a subir e tornam agosto no melhor mês de sempre em Portugal

Dados do Banco de Portugal (BdP) mostram que, em agosto, as receitas turísticas somaram 3.538,10 milhões de euros, 70,9% e 18,6% acima de igual mês de 2021 e 2019, respetivamente, tornando agosto de 2022 no melhor mês de sempre em receitas turísticas.

Inês de Matos

Em agosto, as receitas provenientes da atividade turística somaram 3.538,10 milhões de euros, valor que traduz um crescimento de 70,9% face a igual mês de 2021 e de 18,6% em comparação com agosto de 2019, antes da chegada da pandemia, de acordo com os dados revelados esta quinta-feira, 20 de outubro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que as receitas turísticas atingiram, em agosto, “os valores mensais mais elevados de toda a série”, uma vez que esta foi a primeira vez que o valor dos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal ultrapassou os 3,5 mil milhões de euros num único mês. Até aqui, o melhor mês de sempre no que diz respeito às receitas turísticas tinha sido agosto de 2019, quando este valor somava 2.982,98 milhões de euros.

As notícias positivas foram também comuns às exportações do turismo, que correspondem aos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, que somaram 728,03 milhões de euros em agosto, o que indica um aumento de 46,6% face a agosto de 2021 e uma subida de 21,1% em comparação com agosto de 2019.

No que diz respeito ao saldo da rubrica Viagens e Turismo, agosto também trouxe resultados positivos, uma vez que este indicador somou 2.810,07 milhões de euros, o que corresponde a aumentos de 78,6% face a agosto de 2021 e de 18,0% face a mês homólogo de 2019.

Acumulado até agosto também bate recordes

Tal como o mês de agosto, também as receitas turísticas acumuladas desde janeiro apresentam um forte crescimento e somam já 14.219,1 milhões de euros, quando em igual período de 2019 este valor era de 12.662,77 milhões de euros, o que traduz um aumento de 12,3%, tornando este no maior acumulado de sempre no que diz respeito às receitas turísticas até agosto.

No  que diz respeito às importações do turismo, também houve uma subida até agosto face a igual período de 2019, uma vez que este valor chegou aos 3.675,37 milhões de euros, ultrapassando em 5,7% o valor de 3.475,9 milhões de euros que tinha sido apurado até agosto de 2019.

No saldo, as notícias são igualmente positivas, uma vez que este indicador somou 10.543,74 milhões de euros, o que traduz um acréscimo de 14,8% face aos 9.187,52 milhões de euros apurados entre janeiro e agosto de 2019.

 

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Destinos

“Viseu Dão Lafões Pé ante Pé” deu a conhecer os melhores trilhos da região

A campanha, inserida na estratégia de Walking & Cycling para promoção e valorização do território, iniciada em finais de maio e terminou este mês, foi composta por 14 caminhadas, em todos os municípios de Viseu Dão Lafões.

Mais de 1500 participantes tiveram a oportunidade de descobrir os percursos pedestres da região Viseu Dão Lafões, transformando a primeira edição da iniciativa “Viseu Dão Lafões Pé ante Pé” num sucesso que superou as melhores expetativas, segundo a organização.

Desenvolvida em estreita colaboração com os municípios, a “Viseu Dão Lafões Pé ante Pé” nasceu com o objetivo de ativar a Rede de Percursos Pedestres de Viseu Dão Lafões. As 14 caminhadas apresentaram níveis de dificuldade fácil e médio, com um enquadramento cénico que presenteou os participantes com os melhores argumentos naturais da região.

Durante os pouco mais de quatro meses que durou a primeira edição da iniciativa, os amantes do turismo de natureza tiveram a oportunidade de descobrir as grandes mais-valias de Viseu Dão Lafões, ficando a conhecer alguns dos melhores percursos e locais de interesse, não apenas na área do turismo ativo, como também no património natural, cultural e histórico, sem esquecer o enoturismo, a gastronomia e o bem-estar.

A iniciativa “Viseu Dão Lafões Pé ante Pé” é um dos elementos de um projeto mais vasto, que visa a implementação de percursos pedestres, centros BTT e centro de trail em toda a região, num investimento superior a 500 mil euros. Com este investimento, a CIM promoveu intervenções de qualificação e sinalização de um vasto conjunto de percursos pedestres e cicláveis por todo o território, contribuindo para a sua valorização, ao melhorar as suas condições de acesso e utilização.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Alojamento

AHP e hoteleiros de Coimbra manifestam-se contra taxa turística

Os hoteleiros da cidade mostram-se contra a aplicação da taxa turística em Coimbra prevista para janeiro de 2023, tendo reunido esta quinta-feira, 20 de outubro, com o presidente do município para debater a sua implementação.

Carla_Nunes

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) e os hoteleiros de Coimbra estiveram reunidos na tarde desta quinta-feira, 20 de outubro, com o presidente da câmara municipal da cidade, com o objetivo de “justificarem a sua posição contrária à da câmara sobre a implementação da taxa turística”, como indicado em comunicado pela associação.

Na nota enviada à comunicação social, a AHP expressa que “só em destinos turísticos considerados ‘maduros’ é que se justifica a criação deste tipo de taxas”, considerando que “não é o que acontece neste caso”.

“A performance da cidade está muito longe de outros destinos portugueses onde a ‘pegada turística’ é evidente”, opina a AHP.

A associação prossegue a apontar que “há muito tempo que defende que as taxas turísticas não devem incidir exclusivamente sobre o alojamento turístico”, devendo, na sua opinião, ser também aplicadas “a todos os agentes económicos do concelho”.

Salienta ainda que a criação desta taxa neste momento “é totalmente importuna”, não só devido ao “período conturbado que o setor viveu nos últimos dois anos” devido à pandemia – que levou a quebras nas receitas da hotelaria de 66% em 2020 e 46% em 2021 – mas também devido à conjetura económica “presente e futura” proporcionada pela inflação e a guerra na Ucrânia – “com a interrupção da utilização do espaço aéreo russo, tão propenso aos mercados emissores do Sudoeste Asiático, e interrupção dos circuitos de abastecimento, bem como com graves problemas de mão-de-obra”.

A associação considera que a hotelaria de Coimbra “ainda não recuperou” das quebras decorrentes da pandemia, “o que deixou os operadores económicos deste setor numa situação extremamente fragilizada, apesar da recuperação de 2022” – que aponta ter sido “bem mais tímida em Coimbra, muito dependente do mercado nacional e dos segmentos de congressos e reuniões”.

“Estamos contra a criação da taxa, mais ainda agora, mas disponíveis para trabalhar em conjunto com o município de Coimbra para, em conjunto, encontrarmos um caminho que satisfaça todas as partes”, declarou Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP, em comunicado.

No mesmo documento, manifestou “outra preocupação”.

“A operação hoteleira não pára, há já contratos celebrados para o próximo ano e seguintes com diversos operadores turísticos que têm de ser salvaguardados, em razão dos princípios da boa-fé e do cumprimento pontual dos contratos. Os preços estão fechados e teme-se que, se a taxa avançar, quem terá de suportar esses custos, direta ou indiretamente, sejam os hoteleiros e não os hóspedes ou os operadores” alerta a vice-presidente executiva.

Câmara assegurou reaplicação da taxa na promoção da atividade económica e turística

Recorde-se que o vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Francisco Veiga, manifestou no último Congresso da AHRESP, em representação do autarca da cidade, que “toda a receita gerada pela aplicação da taxa turística no setor de hotelaria e alojamento local será integralmente aplicada para promover o desenvolvimento da atividade económica e turística numa vertente social e sustentável, criando mais e melhores condições”.

“Não há nenhuma intenção deliberada de prejudicar o sector, muito pelo contrário”, assegurou.

Tendo em conta estas declarações, a AHP manifesta em comunicado que “acredita que o compromisso assumido pode vir a ser concretizado de acordo com a proposta apresentada pela associação”.

“Temos a expectativa de que a nossa intervenção permita uma melhor reflexão e pelo menos que possamos afinar a proposta de regulamento, sobretudo em dois pontos essenciais: assegurando que haja dilação temporal suficiente entre a publicação e a entrada em vigor do mesmo, para que os operadores económicos se possam preparar; e consagrar um modelo de governança semelhante ao que já é aplicado noutros destinos, e que inclusivamente propusemos quando nos pronunciámos sobre o tema”, declarou Cristina Siza Vieira.

A vice-presidente executiva explica que esse modelo de governança passaria por “alocar a taxa a um Fundo de Desenvolvimento Turístico, com uma gestão partilhada e articulada entre a câmara municipal e os vários agentes contribuintes envolvidos do setor do Turismo – especificamente a hotelaria, que é quem de facto vai contribuir para esta receita adicional, para financiamento de investimentos e ações que promovam de forma sustentável o destino”, conclui a responsável.

Numa nota final, a AHP lembra que esteve reunida em setembro “com a maioria dos hoteleiros da cidade de Coimbra, associados e não associados, que se manifestaram unanimemente contra a referida taxa e partilharam diversas preocupações com o estado da cidade”.

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Aeroporto de Lisboa
Transportes

easyJet passa a operar no Terminal 1 do aeroporto de Lisboa

A ANA – Aeroportos de Portugal diz que a mudança, que inclui também a passagem da Eurowings e Vueling para o Terminal 2, visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

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A easyJet vai passar a operar no Terminal 1 do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, a partir de 30 de outubro, numa alteração que, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal, visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

De acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais, esta mudança acontece depois de se terem registado “alterações das quotas de mercado das companhias aéreas” que operam na infraestrutura aeroportuária da capital portuguesa.

Para a easyJet, esta mudança não poderia ser vista com maior entusiasmo, uma vez que, indica a transportadora aérea low cost em comunicado, esta solução vem reforçar a posição da easyJet enquanto “companhia aérea número dois na capital portuguesa” e “oferece a todos os passageiros um maior conforto e torna a experiência de viagem mais fácil e melhor”.

“Estamos bastante satisfeitos e orgulhosos com a passagem da easyJet para o Terminal 1 no Aeroporto de Lisboa, o que significa mais um grande passo para o nosso crescimento sustentado em Portugal, nomeadamente em Lisboa. Esta oportunidade, aliada à nossa recente expansão de operações na capital portuguesa, proporciona uma melhor experiência de viagem, sobretudo para os passageiros que viajam em trabalho e que, por isso, se deslocam com uma maior frequência entre as cidades europeias”, afirma José Lopes, country manager da easyJet Portugal.

Mas, além da passagem da easyJet para o Terminal 1, há mais mudanças previstas no aeroporto de Lisboa a partir de 30 de outubro, uma vez que também a Eurowings e a Vueling mudam de terminal de partida, passando a operar no Terminal 2 do aeroporto lisboeta.

Para mais informações, a ANA – Aeroportos de Portugal pede aos passageiros que contactem a companhia aérea ou consultem o website do aeroporto de Lisboa.

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Destinos

Herdade da Rocha integra portefólio do Grupo Terras & Terroir

O Grupo Terras & Terroir – Paixão pelas nossas raízes acaba de alargar a sua influência ao Alentejo com a entrada da Herdade da Rocha, propriedade com cerca de 60 hectares, que para além da vinha, possui uma unidade de enoturismo, de que fazem também parte uma tapada cinegética e um campo para treinar golfe.

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O Grupo Terras & Terroir – Paixão pelas nossas raízes avança com o processo de expansão com a entrada da Herdade da Rocha, propriedade localizada no concelho alentejano do Crato.

O grupo, fundado em 2020, integra já a Quinta da Pacheca e a Quinta do Barrilário, no Douro; a Caminhos Cruzados, no Dão; e a Quinta do Ortigão, na Bairrada; e estende agora a sua influência à Região Demarcada do Alentejo, com a Herdade da Rocha, empresa conhecida pela mineralidade e frescura dos seus vinhos e por uma oferta de enoturismo de categoria superior, que a breve trecho conhecerá algumas melhorias.

Esta operação insere-se na política estabelecida pelo grupo, detido pelos empresários Maria do Céu Gonçalves, Álvaro Lopes e Paulo Pereira, de valorizar o potencial de todas as regiões portuguesas que se dedicam à produção de vinho, com respeito pelo terroir e pelo caráter identitário de cada região.

Com cerca de 60 hectares, junto à serra de S. Mamede, a Herdade da Rocha dedica nove hectares de vinha para produção própria e que colocou no mercado, no ano transato, cerca de 75 mil garrafas de vinho.

 

Em 2014, foi construída uma adega de dois mil metros quadrados, onde podemos encontrar três lagares graníticos na zona de vinificação, que é decorada com grafites pelo artista Fábio Carneiro. A sala das barricas está revestida com ripas de madeira e as portas de madeira maciça, esculpidas pelo artista Paulo Neves, contruídas a partir da árvore Cryptomeria. Também ao longo do espaço podem admirar-se várias obras de arte.

Mas, nem só de vinho vive a Herdade da Rocha, também possui uma unidade de enoturismo, cuja decoração é marcada, em cada recanto, pela presença de elementos naturais.

São oito as unidades de alojamento, divididas entre o edifício principal e suites externas individuais, piscina, estacionamento privativo e terraço comum.

A gastronomia regional alentejana, com uma interpretação mais cosmopolita, também está disponível no restaurante do empreendimento. Da oferta da Herdade da Rocha consta, ainda, a possibilidade de fazer piqueniques, calcorrear os seus passadiços, treinar golfe ou visitar a tapada cinegética.

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Campanha do Turismo de Cascais premiada em Cannes

O vídeo “It Works for you”, dedicado aos nómadas digitais, foi premiado nos Cannes Corporate Media & TV Awards com um Golfinho de Ouro, na categoria Vídeos Promocionais de Turismo: Destinos – Cidades.

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O vídeo da campanha do Turismo de Cascais “It Works for you”, dedicado aos nómadas digitais, foi premiado nos Cannes Corporate Media & TV Awards com um Troféu Golfinho de Ouro, na categoria Vídeos Promocionais de Turismo: Destinos – Cidades.

De acordo com o Turismo de Cascais, esta distinção “vem reforçar não só a oferta turística da região como também a estratégia de promoção da vila”, num reconhecimento pelo trabalho desenvolvido.

“Cascais é, por si só, uma inesquecível sinopse para qualquer filme, mas ter o reconhecimento internacional da comunicação do nosso destino é um indicador fundamental do sucesso da nossa estratégia de comunicação. Com o filme e a campanha “It works for you” reunimos os nossos dois protagonistas num mesmo guião: um destino premiado e uma comunicação corporativa reconhecida mundialmente”, considera Bernardo Corrêa de Barros, presidente do Turismo de Cascais.

Desenvolvido em parceria com o Ecossistema empreendedor DNA Cascais, o vídeo convida “todos os nómadas digitais a experimentarem um destino na Costa Atlântica com 30 km de costa e mais de 300 dias de sol por ano”, numa “verdadeira experiência de workation (work + vacation)”.

O vídeo da campanha “It Works for you” está disponível aqui.

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Antonoaldo Neves é o novo CEO da Etihad Airways

Depois da saída da TAP, Antonoaldo Neves fundou a P2D Travel, uma start-up no universo das viagens. Agora assume a liderança da Ethiad Airways.

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O ex-CEO da TAP, Antonoaldo Neves, é o novo CEO da Ethiad Airways, substituindo no cargo Tony Douglas.

Depois de ter liderado a companhia aérea portuguesa, entre 2018 e 2020, Antonoaldo Neves fundou a P2D Travel, redenominada Oner Travel, uma start-up no universo das viagens. Antes da passagem pela TAP, Antonoaldo Neves, de 47 anos, tinha exercido o cargo de CEO da brasileira Azul, de 2014 a 2017.

Agora, o fundo de investimento ADQ, do Abu Dhabi, que se tornou recentemente proprietário do grupo de aviação, por transferência do governo dos Emirados Árabes Unidos, nomeou Antonoaldo Neves que referiu à Reuters “entusiasmado pela nova função” na Etihad, que classifica como uma empresa “globalmente reconhecida na indústria”, mostrando-se ainda confiante em prosseguir na companhia um “caminho de crescimento sustentável”.

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Grupo SATA melhora resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão

As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, apresentaram uma melhoria nos resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão, que permitiu uma aproximação aos resultados de 2019.

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As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, apresentaram uma melhoria nos resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão, que permitiu uma aproximação aos resultados de 2019.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 19 de outubro, o grupo de aviação açoriano revela que a Azores Airlines obteve um EBITDA (Resultados Antes de Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações) de 18,1 milhões de euros entre julho e setembro, enquanto as receitas chegaram aos 90,2 milhões de euros.

“Estes valores comparam muito favoravelmente com o trimestre equivalente de 2019, ano anterior à pandemia, em que a companhia registou EUR 7,3 milhões de EBITDA com Receitas totais de EUR 64,6 milhões”, indica o Grupo SATA.

Tal como os resultados comerciais, também os resultados operacionais apresentaram uma melhoria, com a companhia aérea do Grupo SATA que realiza voos internacionais a transportar, entre julho e setembro, um total de 421 mil passageiros, o que traduz uma subida de 25,7% face a igual período de 2019, quando a companhia tinha transportado 335 mil passageiros.

“Determinante para o desempenho neste Verão de 2022 foram o desenvolver de uma estratégia comercial de forte proximidade com passageiros e agentes de mercado e um desempenho operacional robusto que possibilitou à Azores Airlines ultrapassar os graves problemas operacionais que marcaram o Verão nos vários aeroportos europeus e americanos”, acrescenta o grupo, revelando que, apesar do contexto difícil, a companhia “conseguiu concretizar a generalidade da sua operação”, apesar da pressão adicional sobre a pontualidade.

O grupo de aviação açoriano diz ainda que os “resultados continuaram a ser fortemente impactados pela conjugação do aumento de preço dos combustíveis com a desvalorização do euro face ao dólar”, uma vez que, até setembro, o preço do combustível subiu 91,4%, para praticamente o dobro face a 2019.

“Nos primeiros nove meses do ano, o custo de combustível representa 36,5% dos custos versus 18,8% em 2019”, refere ainda o Grupo SATA, revelando que, apesar disso, no trimestre do verão, a Azores Airlines registou um resultado liquido de 3,3 milhões de euros.

Tal como a Azores Airlines, também a SATA Air Açores “teve um excelente desempenho neste período”, que foi marcado pelo aumento da mobilidade inter-ilhas, o que “exigiu a introdução de uma nova aeronave Dash Q400 para
responder ao aumento da procura”.

A companhia do Grupo SATA que realiza os voos entre as ilhas do arquipélago registou, no trimestre do verão, um EBITDA de 5,8 milhões de euros, valor que compara com os 2,9 milhões de euros apurados em igual período de 2019.

Já as receitas da SATA Air Açores chegaram aos 31,2 milhões de euros, valor que traduz uma forte melhoria face aos 22,5 milhões de euros apurados no mesmo período de 2019.

A nível operacional, também se registaram melhorias na SATA Air Açores, que transportou 336 mil passageiros no trimestre do verão, mais 19,0% do que os 283 mil transportados em período homólogo de 2019.

Apesar de menos exposta à questão do preço do combustível, também na SATA Air Açores o custo desta rubrica subiu e chegou aos 8,2 milhões de euros entre julho e setembro, o que representa “o dobro dos 4,1 milhões de euros em 2019”. Já o resultado liquido do trimestre de verão foi contabilizado em 3,9 milhões de euros.

Na informação divulgada, o Grupo SATA diz ainda que, este ano, o principal desafio prende-se “com a tesouraria da operação”, uma vez que o elevado preço do combustível, aliado ao enfraquecimento do euro, à ausência de compensação nas Obrigações de Serviço Público para o Continente e aos elevados encargos da divida histórica, “condicionam continuamente a atividade, absorvendo uma parte desproporcional dos recursos libertos”.

Ainda assim, o grupo de aviação açoriano considera que, a concretizarem-se as reservas de tráfego, e consequente receita no último trimestre do ano, “ambas as companhias aéreas devem registar o melhor ano de sempre nestas rubricas, bem como uma melhoria de Resultados Operacionais face a 2019”.

“No global, apesar dos fatores adversos, a recuperação da SATA está em linha
com o traçado no Plano de Restruturação aprovado pela Comissão Europeia”, acrescenta o grupo.

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